SlideShare uma empresa Scribd logo
Universidade Severino
         Sombra

Centro de ciências da saúde
     Curso de Odontologia


 Alunas:   Oyara da Costa S. de Mello
           Lízia da Silva Rodrigues
           Laiana Andrade
 Professor: Marcos Alex Mendes
OS PRINCÍPIOS DA
    BIOÉTICA
MORAL X ÉTICA
vem da sociedade...      vem da pessoa...
tem aspecto prescritivo, valor captado e apreciado
legal,obrigatório,        internamente e como tal, na
impositivo,coercitivo ou  reflexão do sujeito.
punitivo.




                       x
BIOÉTICA

“Bioética é o estudo sistemático das
dimensões morais – incluindo visão moral,
decisões, condutas e políticas – das
ciências da vida e atenção à saúde,
utilizando uma variedade de metodologias
éticas em um cenário interdisciplinar.”


                 Reich WT. Encyclopedia of Bioethics.
                 New York: MacMillian, 1995:XXI.
O nascimento da Bioética tem suas raízes
ideológicas nas ruínas da 2ª Guerra Mundial
quando se estimulou a consciência dos homens
a uma profunda reflexão, com o intuito de se
estabelecer uma fronteira entre a ética e o
comportamento.
A partir desse marco, estimulou-se a exigência
de uma ética no campo biomédico,
fundamentada na razão e nos valores objetivos
da vida e da pessoa.
Van Rensselaer Potter formulou sua
definição que trazia o sentido de ética da
terra: “Nós temos uma grande necessidade
de uma ética da terra, uma ética para a vida
selvagem, uma ética de populações, uma
ética do consumo, uma ética urbana, uma
ética internacional, uma ética geriátrica e
assim por diante (...) Todas elas envolvem a
bioética, (...)”.
                   Potter VR. Bioethics, the science of survival.
                   Perspectives in biology and medicine. 1970;14:127-
                   53.
Então...
 Bioética se refere a um estudo sistemático da
conduta humana examinada à luz dos valores e
dos princípios morais.
 Trata-se de um "braço" da ética geral.
 Sua tarefa não é elaborar novos princípios éticos
gerais, mas aplicar esses princípios ao âmbito das
ciências da vida e do cuidado da saúde, em
especial aos novos problemas que estão surgindo.
A Bioética na Medicina...
   discute, dentre alguns temas polêmicos:
  eutanásia, distanásia,autonomia, como dar
  más notícias, alocação de recursos, ordens
  de não ressuscitação,suspensão ou não
  instalação de alimentação e/ou hidratação
  artificial, sedação paliativa (sedação
  controlada) e finitude da vida.
DISTANÁSIA
...morte lenta e com muito sofrimento. Para manter o
paciente vivo, é submetido, não intencionalmente, a
tratamentos fúteis (inúteis), não prolongando
propriamente a vida, mas o processo de morrer,
seja aplicando novas biotecnologias à medicina ou
retomando o desejo humano de superar a morte;
EUTANÁSIA
... prática que busca abreviar sem dor e sofrimento
   a vida de um doente reconhecidamente incurável,
   pelo sentido literal de “boa morte”;
ORTOTANÁSIA
...ortotanásia, morte no seu tempo aparentemente
   certo, sem tratamentos desproporcionados e
   sem abreviação do processo de morrer.
PRINCÍPIOS DA BIOÉTICA
PRINCIPIALISMO...
  É a teoria ética prática normativa que
  estabelece os fundamentos para a bioética.
  Considerada Prima facie, isto é, possuem
  validade a primeira vista, mas não são
  absolutos.
 princípio da beneficência
 princípio da não maleficência
 princípio do respeito da autonomia
 princípio da justiça
PRINCÍPIO DA
           BENEFICÊNCIA
...ponderação entre riscos e benefícios, tanto
   atuais como potenciais, individuais ou
   coletivos, comprometendo-se com o máximo
   de benefícios e o mínimo de danos e riscos.
Devemos agir em benefício dos outros:
 proteger e defender o direito dos outros;
 prevenir dano;
 remover as condições que irão causar dano;
 ajudar pessoas deficientes;
 salvar pessoas em perigo.

 O tipo de beneficência esperado do profissional
 da saúde em relação ao paciente é o específico.
 Tem o dever, estabelecido a partir do juramento
 hipocrático, de agir em benefício do paciente. Ele
 não faz “caridade”, cumpre o dever da
 beneficência.
FATORES LIMITANTES ...

 Definir o que é “bom” para o paciente;
 A não aceitação do “paternalismo”;
 Autonomia do paciente;
 Utilização dos critérios de justiça.
O PRINCÍPIO DE NÃO
        MALEFICÊNCIA

O Princípio da Não Maleficência é o mais
controverso de todos. Muito autores o
incluem no Princípio da Beneficência.
Justificam esta posição por acharem que ao
evitar o dano intencional o indivíduo já está,
na realidade, visando o bem do outro.
...Hipócrates, ao redor do ano 430 aC, propôs
   aos médicos, no parágrafo 12 do primeiro
   livro da sua obra Epidemia:

  "Pratique duas coisas ao lidar com as
  doenças; auxilie ou não prejudique o
  paciente".
... O Juramento Hipocrático insere obrigações
   de Não Maleficência e Beneficência:

 "Usarei meu poder para ajudar os doentes
  com o melhor de minha habilidade e
  julgamento; abster-me-ei de causar danos ou
  de enganar a qualquer homem com ele."
...estabelece que a ação do médico sempre
  deve causar o menor prejuízo ou agravos à
  saúde do paciente (ação que não faz o mal).


... o princípio de não maleficência envolve
  abstenção, enquanto o princípio da
  beneficência requer ação. O princípio de não
  maleficência é devido a todas as pessoas,
  enquanto que o princípio da beneficência, na
  prática, é menos abrangente.
AUTONOMIA
  Autonomia é a capacidade de uma pessoa para
 decidir fazer ou buscar aquilo que ela julga ser
 o melhor para si mesma. Para esta
 autodeterminação são necessárias duas
 condições fundamentais:
 capacidade para agir intencionalmente ,decidir
 coerentemente entre as alternativas que lhe são
 apresentadas;
 liberdade, no sentido de estar livre de qualquer
 influência controladora para esta tomada de
 decisão;
PRINCÍPIO DE RESPEITO DA
         AUTONOMIA
... respeitar a autonomia é, em última análise,
   preservar os direitos fundamentais do homem,
   aceitando o pluralismo ético-social que existe
   na atualidade.
Um profissional da saúde deve respeitar as
  escolhas e decisões de seus pacientes:

 fale a verdade;
 respeite a privacidade dos outros;
 proteja informações confidenciais;
 obtenha consentimento dos pacientes para
  fazer intervenções;
 quando solicitado, ajude
a tomar decisões importantes.
Respeitar a autonomia significa, ainda, ajudar
o paciente a superar seus sentimentos de
dependência, equipando-o para hierarquizar
seus valores e preferências legítimas para que
possa discutir as opções diagnósticas e
terapêuticas.
O consentimento informado...
 O consentimento informado é uma decisão
 voluntária, verbal ou escrita, protagonizada
 por uma pessoa autônoma e capaz, tomada
 após um processo informativo, para a
 aceitação de um tratamento específico ou
 experimentação, consciente de seus riscos,
 benefícios e possíveis consequências.
PRINCÍPIO DA JUSTIÇA

 Direito .... Norma estabelecida na lei, onde você
não invade o espaço do outro.
 Dever... Ter a obrigação de fazer.
 Justiça ... respeito à igualdade de todos os
cidadãos.
O PRINCÍPIO DA JUSTIÇA PARTE DA EQUIDADE:

 Distribuição de bens e benefícios;
 Reconhecer as diferentes necessidades;
 Reconhecer igualmente o direito de cada um a
  partir de suas diferenças;
A SAÚDE ANTIGAMENTE ERA DIVIDIDA ASSIM:

 O escravo era atendido por médico escravo;
 O artesão era sempre impossibilitado de
  receber tratamentos;
 O rico recebia o tratamento completo, e tinha
  todo o acesso necessário a saúde;
HOJE EM DIA:

 O princípio da justiça está associada numa
 tentativa de igualar as oportunidades de
 acesso a saúde, preocupando-se com a
 equidade na distribuição de bens e recursos
 considerados comuns.
PRINCÍPIOS:
 Para cada um, uma igual porção;
 Para cada um, de acordo com sua
  necessidade;
 Para cada um, de acordo com seu esforço;
 Para cada um, de acordo com sua
  contribuição;
 Para cada um, de acordo com seu mérito;
 Para cada um, e acordo com as regras de
  livre mercado;
“Portanto podemos definir que a justiça dentro
  da bioética muitas vezes não é o direito.”
"A distribuição natural dos bens não é justa
 ou injusta; nem é injusto que os homens
 nasçam em algumas condições particulares
 dentro da sociedade. Estes são
 simplesmente fatos naturais. O que é justo
 ou injusto é o modo como as instituições
 sociais tratam destes fatos".
                        JOHN RAWLS - Theory of Justice
CONCLUSÃO
A bioética se divide em quatro princípios :
beneficência, não maleficência, autonomia e
justiça,os quais busca definir e manejar os
valores envolvidos nas relações dos
profissionais de saúde e seus
pacientes.Porém não possuem um caráter
absoluto, nem têm prioridade um sobre o
outro, servem como regras gerais para
orientar a tomada de decisão frente aos
problemas éticos e para ordenar os
argumentos nas discussões de casos, e
proporcionar um melhor acesso de forma a
atender as diferenças com mais igualdade.
REFERÊNCIAS ...
 Princípio da bioética - Jussara de Azambuja Loch;

 Frankena WK. Ética.Rio de Janeiro: Zahar, 1981:61-2;

 Artigo principio bioética-Universidade Estadual de Ciências da Saúde
  de Alagoas;

 Artigo :NÃO MALEFICÊNCIA ... PARA O MÉDICO -Max Grinberg;

 Artigo:ÉTICA E BIOÉTICA: PARA DAR INÍCIO À REFLEXÃO -Magda
  Santos Koerich, Rosani Ramos Machado e Eliani Costa;

 PRINCÍPIOS DA BIOÉTICA-Congresso Brasileiro de Nutrição
  Oncológica-01 de outubro de 2009-Carlos Henrique Debenedito Silva-
  Divisão Técnico Científica Hospital do Câncer IV;
BIOÉTICA E SEUS PRINCÍPIOS

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Ética e Bioética na enfermagem
Ética e Bioética na  enfermagemÉtica e Bioética na  enfermagem
Ética e Bioética na enfermagemuniversitária
 
Aula 6 Políticas Públicas de Saúde
Aula 6 Políticas Públicas de SaúdeAula 6 Políticas Públicas de Saúde
Aula 6 Políticas Públicas de SaúdeJesiele Spindler
 
POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE
POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE  POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE
POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE Valdirene1977
 
Aula 1 Ética
Aula 1 ÉticaAula 1 Ética
Aula 1 Éticaetecmas
 
Aula 1 saúde coletiva i slides aula - cópia
Aula 1 saúde coletiva i   slides aula - cópiaAula 1 saúde coletiva i   slides aula - cópia
Aula 1 saúde coletiva i slides aula - cópiaKarla Toledo
 
Código de ética dos profissionais de enfermagem
Código de ética dos profissionais de enfermagemCódigo de ética dos profissionais de enfermagem
Código de ética dos profissionais de enfermagemCentro Universitário Ages
 
Eutanásia, distanásia e ortotanásia
Eutanásia, distanásia e ortotanásiaEutanásia, distanásia e ortotanásia
Eutanásia, distanásia e ortotanásiaMathias Santos
 
Ética Profissional de enfermagem
Ética Profissional de enfermagemÉtica Profissional de enfermagem
Ética Profissional de enfermagemfnanda
 

Mais procurados (20)

Ética e Bioética na enfermagem
Ética e Bioética na  enfermagemÉtica e Bioética na  enfermagem
Ética e Bioética na enfermagem
 
Aula Introdutória de Saúde Coletiva
Aula Introdutória de Saúde ColetivaAula Introdutória de Saúde Coletiva
Aula Introdutória de Saúde Coletiva
 
Ética Moral e Valores.
Ética Moral e Valores.Ética Moral e Valores.
Ética Moral e Valores.
 
História da Saúde Pública no Brasil
História da Saúde Pública no BrasilHistória da Saúde Pública no Brasil
História da Saúde Pública no Brasil
 
Aula 6 Políticas Públicas de Saúde
Aula 6 Políticas Públicas de SaúdeAula 6 Políticas Públicas de Saúde
Aula 6 Políticas Públicas de Saúde
 
Bioética
BioéticaBioética
Bioética
 
Slides sus
Slides susSlides sus
Slides sus
 
POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE
POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE  POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE
POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE
 
Bioética
BioéticaBioética
Bioética
 
História da Teoria Microbiana das Doenças
História da Teoria Microbiana das DoençasHistória da Teoria Microbiana das Doenças
História da Teoria Microbiana das Doenças
 
Aula 1 Ética
Aula 1 ÉticaAula 1 Ética
Aula 1 Ética
 
Etica e bioetica
Etica e bioeticaEtica e bioetica
Etica e bioetica
 
Bioética - 3° ano médio
Bioética - 3° ano médioBioética - 3° ano médio
Bioética - 3° ano médio
 
Aula 1 saúde coletiva i slides aula - cópia
Aula 1 saúde coletiva i   slides aula - cópiaAula 1 saúde coletiva i   slides aula - cópia
Aula 1 saúde coletiva i slides aula - cópia
 
Aula 2 saúde e doença
Aula 2   saúde e doençaAula 2   saúde e doença
Aula 2 saúde e doença
 
Código de ética dos profissionais de enfermagem
Código de ética dos profissionais de enfermagemCódigo de ética dos profissionais de enfermagem
Código de ética dos profissionais de enfermagem
 
éTica e enfermagem
éTica e enfermageméTica e enfermagem
éTica e enfermagem
 
Eutanásia, distanásia e ortotanásia
Eutanásia, distanásia e ortotanásiaEutanásia, distanásia e ortotanásia
Eutanásia, distanásia e ortotanásia
 
Ética Profissional de enfermagem
Ética Profissional de enfermagemÉtica Profissional de enfermagem
Ética Profissional de enfermagem
 
ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR
ORGANIZAÇÃO HOSPITALARORGANIZAÇÃO HOSPITALAR
ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR
 

Semelhante a BIOÉTICA E SEUS PRINCÍPIOS

OS PRINCÍPIOS DA BIOÉTICA
OS PRINCÍPIOS DA BIOÉTICAOS PRINCÍPIOS DA BIOÉTICA
OS PRINCÍPIOS DA BIOÉTICADil Vasconcelos
 
Disciplina bioética tópicos 06.02.14
Disciplina bioética tópicos 06.02.14Disciplina bioética tópicos 06.02.14
Disciplina bioética tópicos 06.02.14portustfs
 
Bioética e Biopoder
Bioética e BiopoderBioética e Biopoder
Bioética e BiopoderBibiana F
 
Principios de bioetica
Principios de bioeticaPrincipios de bioetica
Principios de bioeticaMw M
 
BIOÉTICA E O SER HUMANO NO PROCESSO SAÚDE 1.pptx
BIOÉTICA E O SER HUMANO NO PROCESSO SAÚDE 1.pptxBIOÉTICA E O SER HUMANO NO PROCESSO SAÚDE 1.pptx
BIOÉTICA E O SER HUMANO NO PROCESSO SAÚDE 1.pptxJessiellyGuimares
 
SBOC Boletim 48 - Bioetica
SBOC Boletim 48 - BioeticaSBOC Boletim 48 - Bioetica
SBOC Boletim 48 - Bioeticasequipe
 
Biodireito & bioetica
Biodireito & bioeticaBiodireito & bioetica
Biodireito & bioeticaMilton Aldana
 
1ª aula de Bioética_introdução.pdf
1ª aula de Bioética_introdução.pdf1ª aula de Bioética_introdução.pdf
1ª aula de Bioética_introdução.pdfssuserac2c8a
 
AULA 10 educacao - BIOÉTICA.pptx
AULA 10  educacao         - BIOÉTICA.pptxAULA 10  educacao         - BIOÉTICA.pptx
AULA 10 educacao - BIOÉTICA.pptxSaraSilva251649
 
Ética em Pesquisa em psicologia, 10 aula
Ética em Pesquisa em psicologia, 10 aulaÉtica em Pesquisa em psicologia, 10 aula
Ética em Pesquisa em psicologia, 10 aulaValmirDornVasconcelo1
 
Aula 2- Fundamentos de Enfermagem.pptx
Aula 2- Fundamentos de Enfermagem.pptxAula 2- Fundamentos de Enfermagem.pptx
Aula 2- Fundamentos de Enfermagem.pptxDheniseMikaelly
 
Consentimento Médico
Consentimento MédicoConsentimento Médico
Consentimento Médico342014
 
A ética na medicina
A ética na medicinaA ética na medicina
A ética na medicinaDeaaSouza
 
Ética e Deontologia na atividade Farmacêutica.pdf
Ética e Deontologia na atividade Farmacêutica.pdfÉtica e Deontologia na atividade Farmacêutica.pdf
Ética e Deontologia na atividade Farmacêutica.pdfsofy853108
 
Ética e Deontologia na atividade Farmacêutica.pdf
Ética e Deontologia na atividade Farmacêutica.pdfÉtica e Deontologia na atividade Farmacêutica.pdf
Ética e Deontologia na atividade Farmacêutica.pdfsofy853108
 

Semelhante a BIOÉTICA E SEUS PRINCÍPIOS (20)

OS PRINCÍPIOS DA BIOÉTICA
OS PRINCÍPIOS DA BIOÉTICAOS PRINCÍPIOS DA BIOÉTICA
OS PRINCÍPIOS DA BIOÉTICA
 
Disciplina bioética tópicos 06.02.14
Disciplina bioética tópicos 06.02.14Disciplina bioética tópicos 06.02.14
Disciplina bioética tópicos 06.02.14
 
Bioética e Biopoder
Bioética e BiopoderBioética e Biopoder
Bioética e Biopoder
 
BIOÉTICA EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS
BIOÉTICA EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIASBIOÉTICA EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS
BIOÉTICA EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS
 
Principios de bioetica
Principios de bioeticaPrincipios de bioetica
Principios de bioetica
 
BIOÉTICA E O SER HUMANO NO PROCESSO SAÚDE 1.pptx
BIOÉTICA E O SER HUMANO NO PROCESSO SAÚDE 1.pptxBIOÉTICA E O SER HUMANO NO PROCESSO SAÚDE 1.pptx
BIOÉTICA E O SER HUMANO NO PROCESSO SAÚDE 1.pptx
 
SBOC Boletim 48 - Bioetica
SBOC Boletim 48 - BioeticaSBOC Boletim 48 - Bioetica
SBOC Boletim 48 - Bioetica
 
Biodireito & bioetica
Biodireito & bioeticaBiodireito & bioetica
Biodireito & bioetica
 
Bioética
BioéticaBioética
Bioética
 
1ª aula de Bioética_introdução.pdf
1ª aula de Bioética_introdução.pdf1ª aula de Bioética_introdução.pdf
1ª aula de Bioética_introdução.pdf
 
AULA 10 educacao - BIOÉTICA.pptx
AULA 10  educacao         - BIOÉTICA.pptxAULA 10  educacao         - BIOÉTICA.pptx
AULA 10 educacao - BIOÉTICA.pptx
 
Bioetica e a fe crista
Bioetica e a fe cristaBioetica e a fe crista
Bioetica e a fe crista
 
Ética em Pesquisa em psicologia, 10 aula
Ética em Pesquisa em psicologia, 10 aulaÉtica em Pesquisa em psicologia, 10 aula
Ética em Pesquisa em psicologia, 10 aula
 
Aula 2- Fundamentos de Enfermagem.pptx
Aula 2- Fundamentos de Enfermagem.pptxAula 2- Fundamentos de Enfermagem.pptx
Aula 2- Fundamentos de Enfermagem.pptx
 
Autonomia e Consentimento Esclarecido
Autonomia e Consentimento Esclarecido Autonomia e Consentimento Esclarecido
Autonomia e Consentimento Esclarecido
 
Consentimento Médico
Consentimento MédicoConsentimento Médico
Consentimento Médico
 
A ética na medicina
A ética na medicinaA ética na medicina
A ética na medicina
 
Ética e Deontologia na atividade Farmacêutica.pdf
Ética e Deontologia na atividade Farmacêutica.pdfÉtica e Deontologia na atividade Farmacêutica.pdf
Ética e Deontologia na atividade Farmacêutica.pdf
 
Ética e Deontologia na atividade Farmacêutica.pdf
Ética e Deontologia na atividade Farmacêutica.pdfÉtica e Deontologia na atividade Farmacêutica.pdf
Ética e Deontologia na atividade Farmacêutica.pdf
 
Bioetica
BioeticaBioetica
Bioetica
 

Mais de Oyara Mello

Planejamento das instalações do consultório odontológico
Planejamento das instalações do consultório odontológico Planejamento das instalações do consultório odontológico
Planejamento das instalações do consultório odontológico Oyara Mello
 
Atendimento e cuidados com pacientes diabéticos
Atendimento e cuidados com pacientes diabéticosAtendimento e cuidados com pacientes diabéticos
Atendimento e cuidados com pacientes diabéticosOyara Mello
 
PROMOÇÃO DE SAÚDE (TRA, CARIOSTÁTICO E FLÚOR VERNIZ)
PROMOÇÃO DE SAÚDE (TRA, CARIOSTÁTICO E FLÚOR VERNIZ)PROMOÇÃO DE SAÚDE (TRA, CARIOSTÁTICO E FLÚOR VERNIZ)
PROMOÇÃO DE SAÚDE (TRA, CARIOSTÁTICO E FLÚOR VERNIZ)Oyara Mello
 
Orientação em Saúde Bucal
Orientação em Saúde BucalOrientação em Saúde Bucal
Orientação em Saúde BucalOyara Mello
 
Introdução Acidental de 3° Molar Superior No Seio Maxilar
Introdução Acidental de 3° Molar Superior No Seio Maxilar Introdução Acidental de 3° Molar Superior No Seio Maxilar
Introdução Acidental de 3° Molar Superior No Seio Maxilar Oyara Mello
 
Terapia fotodinâmica em Periodntia
Terapia fotodinâmica em PeriodntiaTerapia fotodinâmica em Periodntia
Terapia fotodinâmica em PeriodntiaOyara Mello
 
PROTOCOLO CLÍNICO-ODONTOLÓGICO EM PACIENTES TRANSPLANTADOS RENAIS
PROTOCOLO CLÍNICO-ODONTOLÓGICO EM PACIENTES TRANSPLANTADOS RENAIS PROTOCOLO CLÍNICO-ODONTOLÓGICO EM PACIENTES TRANSPLANTADOS RENAIS
PROTOCOLO CLÍNICO-ODONTOLÓGICO EM PACIENTES TRANSPLANTADOS RENAIS Oyara Mello
 
Manifestações orais de doenças sistêmicas
Manifestações orais de doenças sistêmicasManifestações orais de doenças sistêmicas
Manifestações orais de doenças sistêmicasOyara Mello
 
Sucesso das técnicas anestésicas locais em odontologia
Sucesso das técnicas anestésicas locais em odontologiaSucesso das técnicas anestésicas locais em odontologia
Sucesso das técnicas anestésicas locais em odontologiaOyara Mello
 
Microbiologia da cárie
Microbiologia da cárieMicrobiologia da cárie
Microbiologia da cárieOyara Mello
 
Relações nutricionais com disfunções dentárias
Relações nutricionais com disfunções dentárias Relações nutricionais com disfunções dentárias
Relações nutricionais com disfunções dentárias Oyara Mello
 
slot vertical e horizontal-Mondelli
slot vertical e horizontal-Mondellislot vertical e horizontal-Mondelli
slot vertical e horizontal-MondelliOyara Mello
 
RELACIONAMENTOS-CRONOLOGIA
RELACIONAMENTOS-CRONOLOGIARELACIONAMENTOS-CRONOLOGIA
RELACIONAMENTOS-CRONOLOGIAOyara Mello
 

Mais de Oyara Mello (15)

Planejamento das instalações do consultório odontológico
Planejamento das instalações do consultório odontológico Planejamento das instalações do consultório odontológico
Planejamento das instalações do consultório odontológico
 
Atendimento e cuidados com pacientes diabéticos
Atendimento e cuidados com pacientes diabéticosAtendimento e cuidados com pacientes diabéticos
Atendimento e cuidados com pacientes diabéticos
 
PROMOÇÃO DE SAÚDE (TRA, CARIOSTÁTICO E FLÚOR VERNIZ)
PROMOÇÃO DE SAÚDE (TRA, CARIOSTÁTICO E FLÚOR VERNIZ)PROMOÇÃO DE SAÚDE (TRA, CARIOSTÁTICO E FLÚOR VERNIZ)
PROMOÇÃO DE SAÚDE (TRA, CARIOSTÁTICO E FLÚOR VERNIZ)
 
Orientação em Saúde Bucal
Orientação em Saúde BucalOrientação em Saúde Bucal
Orientação em Saúde Bucal
 
Introdução Acidental de 3° Molar Superior No Seio Maxilar
Introdução Acidental de 3° Molar Superior No Seio Maxilar Introdução Acidental de 3° Molar Superior No Seio Maxilar
Introdução Acidental de 3° Molar Superior No Seio Maxilar
 
Terapia fotodinâmica em Periodntia
Terapia fotodinâmica em PeriodntiaTerapia fotodinâmica em Periodntia
Terapia fotodinâmica em Periodntia
 
PROTOCOLO CLÍNICO-ODONTOLÓGICO EM PACIENTES TRANSPLANTADOS RENAIS
PROTOCOLO CLÍNICO-ODONTOLÓGICO EM PACIENTES TRANSPLANTADOS RENAIS PROTOCOLO CLÍNICO-ODONTOLÓGICO EM PACIENTES TRANSPLANTADOS RENAIS
PROTOCOLO CLÍNICO-ODONTOLÓGICO EM PACIENTES TRANSPLANTADOS RENAIS
 
Manifestações orais de doenças sistêmicas
Manifestações orais de doenças sistêmicasManifestações orais de doenças sistêmicas
Manifestações orais de doenças sistêmicas
 
Sucesso das técnicas anestésicas locais em odontologia
Sucesso das técnicas anestésicas locais em odontologiaSucesso das técnicas anestésicas locais em odontologia
Sucesso das técnicas anestésicas locais em odontologia
 
Microbiologia da cárie
Microbiologia da cárieMicrobiologia da cárie
Microbiologia da cárie
 
Periodontia
PeriodontiaPeriodontia
Periodontia
 
Relações nutricionais com disfunções dentárias
Relações nutricionais com disfunções dentárias Relações nutricionais com disfunções dentárias
Relações nutricionais com disfunções dentárias
 
slot vertical e horizontal-Mondelli
slot vertical e horizontal-Mondellislot vertical e horizontal-Mondelli
slot vertical e horizontal-Mondelli
 
Embriologia
EmbriologiaEmbriologia
Embriologia
 
RELACIONAMENTOS-CRONOLOGIA
RELACIONAMENTOS-CRONOLOGIARELACIONAMENTOS-CRONOLOGIA
RELACIONAMENTOS-CRONOLOGIA
 

Último

Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfHans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfrarakey779
 
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfHans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfLeandroTelesRocha2
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalcarlaOliveira438
 
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaO que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaCludiaRodrigues693635
 
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdfARIANAMENDES11
 
ATPCG 27.05 - Recomposição de aprendizagem.pptx
ATPCG 27.05 - Recomposição de aprendizagem.pptxATPCG 27.05 - Recomposição de aprendizagem.pptx
ATPCG 27.05 - Recomposição de aprendizagem.pptxmairaviani
 
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdfManual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdfPastor Robson Colaço
 
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...LuizHenriquedeAlmeid6
 
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024Rosana Andrea Miranda
 
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfAs Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfcarloseduardogonalve36
 
Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Mary Alvarenga
 
Apresentação sobre as etapas do desenvolvimento infantil
Apresentação sobre as etapas do desenvolvimento infantilApresentação sobre as etapas do desenvolvimento infantil
Apresentação sobre as etapas do desenvolvimento infantilMariaHelena293800
 
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assis
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_AssisMemórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assis
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assisbrunocali007
 
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....LuizHenriquedeAlmeid6
 
manual-de-direito-civil-flacc81vio-tartuce-2015-11.pdf
manual-de-direito-civil-flacc81vio-tartuce-2015-11.pdfmanual-de-direito-civil-flacc81vio-tartuce-2015-11.pdf
manual-de-direito-civil-flacc81vio-tartuce-2015-11.pdfLeandroTelesRocha2
 
hereditariedade é variabilidade genetic
hereditariedade é variabilidade  genetichereditariedade é variabilidade  genetic
hereditariedade é variabilidade geneticMrMartnoficial
 
Atividades-Sobre-o-Conto-Venha-Ver-o-Por-Do-Sol.docx
Atividades-Sobre-o-Conto-Venha-Ver-o-Por-Do-Sol.docxAtividades-Sobre-o-Conto-Venha-Ver-o-Por-Do-Sol.docx
Atividades-Sobre-o-Conto-Venha-Ver-o-Por-Do-Sol.docxSolangeWaltre
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...Manuais Formação
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é precisoMary Alvarenga
 

Último (20)

Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfHans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
 
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfHans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
 
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaO que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
 
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
 
ATPCG 27.05 - Recomposição de aprendizagem.pptx
ATPCG 27.05 - Recomposição de aprendizagem.pptxATPCG 27.05 - Recomposição de aprendizagem.pptx
ATPCG 27.05 - Recomposição de aprendizagem.pptx
 
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdfManual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
 
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
 
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
 
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfAs Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
 
Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número
 
Apresentação sobre as etapas do desenvolvimento infantil
Apresentação sobre as etapas do desenvolvimento infantilApresentação sobre as etapas do desenvolvimento infantil
Apresentação sobre as etapas do desenvolvimento infantil
 
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assis
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_AssisMemórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assis
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assis
 
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
 
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
 
manual-de-direito-civil-flacc81vio-tartuce-2015-11.pdf
manual-de-direito-civil-flacc81vio-tartuce-2015-11.pdfmanual-de-direito-civil-flacc81vio-tartuce-2015-11.pdf
manual-de-direito-civil-flacc81vio-tartuce-2015-11.pdf
 
hereditariedade é variabilidade genetic
hereditariedade é variabilidade  genetichereditariedade é variabilidade  genetic
hereditariedade é variabilidade genetic
 
Atividades-Sobre-o-Conto-Venha-Ver-o-Por-Do-Sol.docx
Atividades-Sobre-o-Conto-Venha-Ver-o-Por-Do-Sol.docxAtividades-Sobre-o-Conto-Venha-Ver-o-Por-Do-Sol.docx
Atividades-Sobre-o-Conto-Venha-Ver-o-Por-Do-Sol.docx
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é preciso
 

BIOÉTICA E SEUS PRINCÍPIOS

  • 1. Universidade Severino Sombra Centro de ciências da saúde Curso de Odontologia Alunas: Oyara da Costa S. de Mello Lízia da Silva Rodrigues Laiana Andrade Professor: Marcos Alex Mendes
  • 2. OS PRINCÍPIOS DA BIOÉTICA
  • 3. MORAL X ÉTICA vem da sociedade... vem da pessoa... tem aspecto prescritivo, valor captado e apreciado legal,obrigatório, internamente e como tal, na impositivo,coercitivo ou reflexão do sujeito. punitivo. x
  • 4. BIOÉTICA “Bioética é o estudo sistemático das dimensões morais – incluindo visão moral, decisões, condutas e políticas – das ciências da vida e atenção à saúde, utilizando uma variedade de metodologias éticas em um cenário interdisciplinar.” Reich WT. Encyclopedia of Bioethics. New York: MacMillian, 1995:XXI.
  • 5. O nascimento da Bioética tem suas raízes ideológicas nas ruínas da 2ª Guerra Mundial quando se estimulou a consciência dos homens a uma profunda reflexão, com o intuito de se estabelecer uma fronteira entre a ética e o comportamento. A partir desse marco, estimulou-se a exigência de uma ética no campo biomédico, fundamentada na razão e nos valores objetivos da vida e da pessoa.
  • 6. Van Rensselaer Potter formulou sua definição que trazia o sentido de ética da terra: “Nós temos uma grande necessidade de uma ética da terra, uma ética para a vida selvagem, uma ética de populações, uma ética do consumo, uma ética urbana, uma ética internacional, uma ética geriátrica e assim por diante (...) Todas elas envolvem a bioética, (...)”. Potter VR. Bioethics, the science of survival. Perspectives in biology and medicine. 1970;14:127- 53.
  • 7. Então... Bioética se refere a um estudo sistemático da conduta humana examinada à luz dos valores e dos princípios morais. Trata-se de um "braço" da ética geral. Sua tarefa não é elaborar novos princípios éticos gerais, mas aplicar esses princípios ao âmbito das ciências da vida e do cuidado da saúde, em especial aos novos problemas que estão surgindo.
  • 8. A Bioética na Medicina... discute, dentre alguns temas polêmicos: eutanásia, distanásia,autonomia, como dar más notícias, alocação de recursos, ordens de não ressuscitação,suspensão ou não instalação de alimentação e/ou hidratação artificial, sedação paliativa (sedação controlada) e finitude da vida.
  • 9. DISTANÁSIA ...morte lenta e com muito sofrimento. Para manter o paciente vivo, é submetido, não intencionalmente, a tratamentos fúteis (inúteis), não prolongando propriamente a vida, mas o processo de morrer, seja aplicando novas biotecnologias à medicina ou retomando o desejo humano de superar a morte;
  • 10. EUTANÁSIA ... prática que busca abreviar sem dor e sofrimento a vida de um doente reconhecidamente incurável, pelo sentido literal de “boa morte”;
  • 11. ORTOTANÁSIA ...ortotanásia, morte no seu tempo aparentemente certo, sem tratamentos desproporcionados e sem abreviação do processo de morrer.
  • 12. PRINCÍPIOS DA BIOÉTICA PRINCIPIALISMO... É a teoria ética prática normativa que estabelece os fundamentos para a bioética. Considerada Prima facie, isto é, possuem validade a primeira vista, mas não são absolutos.  princípio da beneficência  princípio da não maleficência  princípio do respeito da autonomia  princípio da justiça
  • 13. PRINCÍPIO DA BENEFICÊNCIA ...ponderação entre riscos e benefícios, tanto atuais como potenciais, individuais ou coletivos, comprometendo-se com o máximo de benefícios e o mínimo de danos e riscos.
  • 14. Devemos agir em benefício dos outros:  proteger e defender o direito dos outros;  prevenir dano;  remover as condições que irão causar dano;  ajudar pessoas deficientes;  salvar pessoas em perigo. O tipo de beneficência esperado do profissional da saúde em relação ao paciente é o específico. Tem o dever, estabelecido a partir do juramento hipocrático, de agir em benefício do paciente. Ele não faz “caridade”, cumpre o dever da beneficência.
  • 15. FATORES LIMITANTES ...  Definir o que é “bom” para o paciente;  A não aceitação do “paternalismo”;  Autonomia do paciente;  Utilização dos critérios de justiça.
  • 16. O PRINCÍPIO DE NÃO MALEFICÊNCIA O Princípio da Não Maleficência é o mais controverso de todos. Muito autores o incluem no Princípio da Beneficência. Justificam esta posição por acharem que ao evitar o dano intencional o indivíduo já está, na realidade, visando o bem do outro.
  • 17. ...Hipócrates, ao redor do ano 430 aC, propôs aos médicos, no parágrafo 12 do primeiro livro da sua obra Epidemia: "Pratique duas coisas ao lidar com as doenças; auxilie ou não prejudique o paciente".
  • 18. ... O Juramento Hipocrático insere obrigações de Não Maleficência e Beneficência: "Usarei meu poder para ajudar os doentes com o melhor de minha habilidade e julgamento; abster-me-ei de causar danos ou de enganar a qualquer homem com ele."
  • 19. ...estabelece que a ação do médico sempre deve causar o menor prejuízo ou agravos à saúde do paciente (ação que não faz o mal). ... o princípio de não maleficência envolve abstenção, enquanto o princípio da beneficência requer ação. O princípio de não maleficência é devido a todas as pessoas, enquanto que o princípio da beneficência, na prática, é menos abrangente.
  • 20. AUTONOMIA Autonomia é a capacidade de uma pessoa para decidir fazer ou buscar aquilo que ela julga ser o melhor para si mesma. Para esta autodeterminação são necessárias duas condições fundamentais:  capacidade para agir intencionalmente ,decidir coerentemente entre as alternativas que lhe são apresentadas;  liberdade, no sentido de estar livre de qualquer influência controladora para esta tomada de decisão;
  • 21. PRINCÍPIO DE RESPEITO DA AUTONOMIA ... respeitar a autonomia é, em última análise, preservar os direitos fundamentais do homem, aceitando o pluralismo ético-social que existe na atualidade.
  • 22. Um profissional da saúde deve respeitar as escolhas e decisões de seus pacientes:  fale a verdade;  respeite a privacidade dos outros;  proteja informações confidenciais;  obtenha consentimento dos pacientes para fazer intervenções;  quando solicitado, ajude a tomar decisões importantes.
  • 23. Respeitar a autonomia significa, ainda, ajudar o paciente a superar seus sentimentos de dependência, equipando-o para hierarquizar seus valores e preferências legítimas para que possa discutir as opções diagnósticas e terapêuticas.
  • 24. O consentimento informado... O consentimento informado é uma decisão voluntária, verbal ou escrita, protagonizada por uma pessoa autônoma e capaz, tomada após um processo informativo, para a aceitação de um tratamento específico ou experimentação, consciente de seus riscos, benefícios e possíveis consequências.
  • 25. PRINCÍPIO DA JUSTIÇA Direito .... Norma estabelecida na lei, onde você não invade o espaço do outro. Dever... Ter a obrigação de fazer. Justiça ... respeito à igualdade de todos os cidadãos.
  • 26. O PRINCÍPIO DA JUSTIÇA PARTE DA EQUIDADE:  Distribuição de bens e benefícios;  Reconhecer as diferentes necessidades;  Reconhecer igualmente o direito de cada um a partir de suas diferenças;
  • 27. A SAÚDE ANTIGAMENTE ERA DIVIDIDA ASSIM:  O escravo era atendido por médico escravo;  O artesão era sempre impossibilitado de receber tratamentos;  O rico recebia o tratamento completo, e tinha todo o acesso necessário a saúde;
  • 28. HOJE EM DIA: O princípio da justiça está associada numa tentativa de igualar as oportunidades de acesso a saúde, preocupando-se com a equidade na distribuição de bens e recursos considerados comuns.
  • 29. PRINCÍPIOS:  Para cada um, uma igual porção;  Para cada um, de acordo com sua necessidade;  Para cada um, de acordo com seu esforço;  Para cada um, de acordo com sua contribuição;  Para cada um, de acordo com seu mérito;  Para cada um, e acordo com as regras de livre mercado; “Portanto podemos definir que a justiça dentro da bioética muitas vezes não é o direito.”
  • 30. "A distribuição natural dos bens não é justa ou injusta; nem é injusto que os homens nasçam em algumas condições particulares dentro da sociedade. Estes são simplesmente fatos naturais. O que é justo ou injusto é o modo como as instituições sociais tratam destes fatos". JOHN RAWLS - Theory of Justice
  • 31. CONCLUSÃO A bioética se divide em quatro princípios : beneficência, não maleficência, autonomia e justiça,os quais busca definir e manejar os valores envolvidos nas relações dos profissionais de saúde e seus pacientes.Porém não possuem um caráter absoluto, nem têm prioridade um sobre o outro, servem como regras gerais para orientar a tomada de decisão frente aos problemas éticos e para ordenar os argumentos nas discussões de casos, e proporcionar um melhor acesso de forma a atender as diferenças com mais igualdade.
  • 32. REFERÊNCIAS ...  Princípio da bioética - Jussara de Azambuja Loch;  Frankena WK. Ética.Rio de Janeiro: Zahar, 1981:61-2;  Artigo principio bioética-Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas;  Artigo :NÃO MALEFICÊNCIA ... PARA O MÉDICO -Max Grinberg;  Artigo:ÉTICA E BIOÉTICA: PARA DAR INÍCIO À REFLEXÃO -Magda Santos Koerich, Rosani Ramos Machado e Eliani Costa;  PRINCÍPIOS DA BIOÉTICA-Congresso Brasileiro de Nutrição Oncológica-01 de outubro de 2009-Carlos Henrique Debenedito Silva- Divisão Técnico Científica Hospital do Câncer IV;