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Equivalência de Estímulos
Aprendizagem
Mudança Comportamental
 Depende de reforçamento direto (treino)
– Diferenciação de formas de responder - Modelagem
– Diferenciação entre situações/estímulos - Treino discriminativo
simples
– Relação entre situações/estímulos – Treino discriminativo
condicional
 Efeitos do reforçamento (diferencial)
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Classes de Estímulos
 Com semelhança física (possibilidade de
generalização)
Classes de Estímulos
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BOLO
cake
“Bolo” = som
Classes de Estímulos Equivalentes
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com crianças especiais
(autista, atraso mental)
 Treino AB e BC, pareamento
ao modelo
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pareamento ao modelo
Estímulos
Condicionais
Contingências de três
termos
A1 B1 ---- R ----> C
B2 ---- R ---->
B3 ---- R ---->
A2 B1 ---- R ---->
B2 ---- R ----> C
B3 ---- R ---->
A3 B1 ---- R ---->
B2 ---- R ---->
B3 ---- R ----> C
-- Especificação das
contingências de três termos
definidas por cada um dos
estímulos condicionais A1, A2
e A3 (Albuquerque & Melo,
2003).
Treino AB
Relação Texto Português - Figura
BOLO
Treino AB
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BOCA
Treino AB
Relação Texto Português - Figura
VACA
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Treino BC
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Treino BC
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Estímulos Equivalentes
 Treinos AB e BC
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(sem treino) :
Texto Português
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 Reflexividade (AA, BB, CC)
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Por que Equivalência tem sido
considerada um fenômeno importante?
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envolvem relações arbitrárias: aprendizagem
simbólica, de linguagem, de matemática,
musical
Matemática
1
2
3
Um
Dois
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I
II
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Leitura e Escrita como Redes
de Relações com Estímulos
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 Equivalência e condicionamento clássico –
transferência de função (Dougher, Auguston, Markham, Greenway &
Wulfert, 1994)
 Treino com estímulos visuais arbitrários
 Emergência de 2 classes de equivalência
com 4 membros
 Emparelhamento de choque com um dos
membros de uma das classes
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observada para os outros 3 membros
Equivalência e Respondente
 Após experiência negativa com uma pessoa,
sentimentos/respondentes se transferem
para coisas e pessoas relacionadas (lugares,
amigos, parentes, presentes)
Equivalência e
 Aprendizagem de significado, conceito
 Controle por regras
De onde vem a equivalência?
 Sidman (2000)
 Equivalência como um processo básico
 Gerada pelas contingências de reforçamento
 Pode fazer parte da classe equivalente além
dos estímulos, as respostas e reforços, desde
que as contingências programadas favoreçam
 A1-B1-R1-C1 e A2-B2-R1-C1 (AB)
 A1-B1-R1-C1 e A2-B2-R2-C1 (ABR)
 A1-B1-R1-C1 e A2-B2-R2-C2 (ABRC)
 A1-B1-R1-C1 e A2-B2-R1-C1 (AB)
- - Rapontar – Certo
- - Rapontar – Certo
 A1-B1-R1-C1 e A2-B2-R2-C1 (ABR)
- - Rum – Certo
- - Rdois – Certo
 A1-B1-R1-C1 e A2-B2-R2-C2 (ABRC)
- - Rum – um M&M
- - Rdois – dois M&M
1
2
1
2
1
2
De onde vem a equivalência?
 Dugdale & Lowe (1990) e Horne & Lowe (1996)
 Da nomeação; linguagem é necessária
 Uma resposta (nome) comum aos vários estímulos
é necessária para mediar as relações emergentes
 Ou respostas diferentes incorporadas em uma regra
verbal que ligam os modelos aos estímulos de
comparação: A vai com B, A é o mesmo que B
O que é nomeação
 Nomeação: habilidade simbólica bidirecional
 Resposta arbitrária (relação estabelecida por
uma comunidade verbal)
 Simetricamente relacionada com seus
estímulos controladores: SD controla a
Rverbal e Rverbal controla outra resposta
 Envolve produção de linguagem e
compreensão
 Quem emite o comportamento deve
funcionar como falante e ouvinte
De onde vem a nomeação?
 Emerge durante o desenvolvimento da
criança
 Resultado de treino extensivo de inversões
estímulo-resposta em uma comunidade
verbal
Nomeação e Equivalência
 Evidências contra:
 A emergência das propriedades é muitas vezes
observada sem nomeação ou com nomeações
inconsistentes
Nomeação e Equivalência
 Evidências a favor:
 Se nomeação é necessária, então não seria
possível observar em organismos não verbais.
 Animais não-humanos não demonstraram
equivalência até o momento, mesmo após algum
treino de linguagem (cebus, balbuíno, resus,
pombos)
 Humanos sem linguagem também
 Nomear facilita a emergência de equivalência
De onde vem a equivalência?
 Relational Frames, Hayes (1987, 1991)
 A experiência como falante e ouvinte constrói
molduras relacionais
 Operante de segunda ordem; moldura
relacional
 Equivalência como uma forma aprendida de
organizar/relacionar os estímulos; existem
outros tipos de relação que não podem ser
definidas pelas 3 propriedades (ex: maior
que, ordem)
RFT – Relational Frame Theory
 As propriedades definidas por Sidman são restritas
às relações de equivalência apenas; para ser mais
genérico deve-se falar em:
 Vinculo mútuo: bidirecionalidade derivada de
relações entre estímulos (se A relacionado com B,
então B relacionado com A) - simetria
 Vínculo combinatório: relações com vínculo mútuo
se combinam mutuamente (Se AB, se BC,
então AC e CA) - transitividade e equivalência
 Mudança da função do estímulo: funções dos
estímulos se transferem entre os membros de
classes
De onde vêm?
Vinculo mútuo, Vínculo combinatório e
Mudança da função do estímulo
 São operantes “unusual” aprendidos
 Características como operantes comuns:
 Desenvolvem-se ao longo do tempo (por volta
dos 2 anos de idade)
 Flexiveis; parte das relações ou todas mudam
facilmente dependendo das condições
 Controle contextual de relações derivadas
 Controle pela conseqüência fortalece ou puni
comportamentos de estabelecer relações
De onde vêm?
Responder Relacional Aplicado Arbitrariamente
 São operantes “unusual” aprendidos
 Características como operantes especiais:
 Generalizados, operantes de 2a. Ordem:
reforçamento de vários exemplares em contextos
múltiplos
 Relacionais: responder a um evento como se
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Equivalência de estímulos

  • 2. Aprendizagem Mudança Comportamental  Depende de reforçamento direto (treino) – Diferenciação de formas de responder - Modelagem – Diferenciação entre situações/estímulos - Treino discriminativo simples – Relação entre situações/estímulos – Treino discriminativo condicional  Efeitos do reforçamento (diferencial) – Seleção, Diferenciação e Discriminação – Indução e Generalização – Equivalência de estímulos
  • 3. Classes de estímulos  Conjunto de estímulos aos quais respondemos de forma semelhante devido a: – Propriedades físicas semelhantes (pedra, livro, escuro) – generalização – Relações arbitrárias definidas/estabelecidas por uma comunidade: relações de equivalência e outras
  • 4. Classes de Estímulos  Com semelhança física (possibilidade de generalização)
  • 5. Classes de Estímulos  Sem semelhança física BOLO cake “Bolo” = som
  • 6. Classes de Estímulos Equivalentes  Murray Sidman (1982)  Estudos iniciais (1971, 1975) com crianças especiais (autista, atraso mental)  Treino AB e BC, pareamento ao modelo Texto Português boloA Desenho. B Texto Inglês cake C
  • 7. Discriminação Condicional: pareamento ao modelo Estímulos Condicionais Contingências de três termos A1 B1 ---- R ----> C B2 ---- R ----> B3 ---- R ----> A2 B1 ---- R ----> B2 ---- R ----> C B3 ---- R ----> A3 B1 ---- R ----> B2 ---- R ----> B3 ---- R ----> C -- Especificação das contingências de três termos definidas por cada um dos estímulos condicionais A1, A2 e A3 (Albuquerque & Melo, 2003).
  • 8. Treino AB Relação Texto Português - Figura BOLO
  • 9. Treino AB Relação Texto Português - Figura BOCA
  • 10. Treino AB Relação Texto Português - Figura VACA
  • 11. Treino BC Relação Figura – Texto Inglês CAKE COW MOUTH
  • 12. Treino BC Relação Figura – Texto Inglês MOUTH CAKE COW
  • 13. Treino BC Relação Figura – Texto Inglês COW MOUTH CAKE
  • 14. Estímulos Equivalentes  Treinos AB e BC  Estímulos equivalentes se observado emergência de (sem treino) : Texto Português bolo Desenho. Texto Inglês cakeA B C
  • 15. Propriedades de Estímulos Equivalentes  Reflexividade (AA, BB, CC)  Simetria (BA, CB)  Transitividade (AC) Texto Português bolo Desenho. Texto Inglês cakeA B C
  • 23. Propriedades de Estímulos Equivalentes  Reflexividade (AA, BB, CC)  Simetria (BA, CB)  Transitividade (AC) Texto Português bolo Desenho. Texto Inglês cakeA B C
  • 24. Por que Equivalência tem sido considerada um fenômeno importante?  Comportamento não treinado (emergência de relações novas)  Relação com fenômenos complexos que envolvem relações arbitrárias: aprendizagem simbólica, de linguagem, de matemática, musical
  • 26. Leitura e Escrita como Redes de Relações com Estímulos Equivalentes Palavra Falada “bolo” Desenho/ Objeto/Ação... Texto caixa alta BOLO Texto caixa baixa bolo Nomeação (oral, labial, encoberta) Escrita (manuscrita, digitação)
  • 27. Equivalência de Estímulos  Equivalência e condicionamento clássico – transferência de função (Dougher, Auguston, Markham, Greenway & Wulfert, 1994)  Treino com estímulos visuais arbitrários  Emergência de 2 classes de equivalência com 4 membros  Emparelhamento de choque com um dos membros de uma das classes  Resposta de condutividade da pele observada para os outros 3 membros
  • 28. Equivalência e Respondente  Após experiência negativa com uma pessoa, sentimentos/respondentes se transferem para coisas e pessoas relacionadas (lugares, amigos, parentes, presentes)
  • 29. Equivalência e  Aprendizagem de significado, conceito  Controle por regras
  • 30. De onde vem a equivalência?  Sidman (2000)  Equivalência como um processo básico  Gerada pelas contingências de reforçamento  Pode fazer parte da classe equivalente além dos estímulos, as respostas e reforços, desde que as contingências programadas favoreçam  A1-B1-R1-C1 e A2-B2-R1-C1 (AB)  A1-B1-R1-C1 e A2-B2-R2-C1 (ABR)  A1-B1-R1-C1 e A2-B2-R2-C2 (ABRC)
  • 31.  A1-B1-R1-C1 e A2-B2-R1-C1 (AB) - - Rapontar – Certo - - Rapontar – Certo  A1-B1-R1-C1 e A2-B2-R2-C1 (ABR) - - Rum – Certo - - Rdois – Certo  A1-B1-R1-C1 e A2-B2-R2-C2 (ABRC) - - Rum – um M&M - - Rdois – dois M&M 1 2 1 2 1 2
  • 32. De onde vem a equivalência?  Dugdale & Lowe (1990) e Horne & Lowe (1996)  Da nomeação; linguagem é necessária  Uma resposta (nome) comum aos vários estímulos é necessária para mediar as relações emergentes  Ou respostas diferentes incorporadas em uma regra verbal que ligam os modelos aos estímulos de comparação: A vai com B, A é o mesmo que B
  • 33. O que é nomeação  Nomeação: habilidade simbólica bidirecional  Resposta arbitrária (relação estabelecida por uma comunidade verbal)  Simetricamente relacionada com seus estímulos controladores: SD controla a Rverbal e Rverbal controla outra resposta  Envolve produção de linguagem e compreensão  Quem emite o comportamento deve funcionar como falante e ouvinte
  • 34. De onde vem a nomeação?  Emerge durante o desenvolvimento da criança  Resultado de treino extensivo de inversões estímulo-resposta em uma comunidade verbal
  • 35. Nomeação e Equivalência  Evidências contra:  A emergência das propriedades é muitas vezes observada sem nomeação ou com nomeações inconsistentes
  • 36. Nomeação e Equivalência  Evidências a favor:  Se nomeação é necessária, então não seria possível observar em organismos não verbais.  Animais não-humanos não demonstraram equivalência até o momento, mesmo após algum treino de linguagem (cebus, balbuíno, resus, pombos)  Humanos sem linguagem também  Nomear facilita a emergência de equivalência
  • 37. De onde vem a equivalência?  Relational Frames, Hayes (1987, 1991)  A experiência como falante e ouvinte constrói molduras relacionais  Operante de segunda ordem; moldura relacional  Equivalência como uma forma aprendida de organizar/relacionar os estímulos; existem outros tipos de relação que não podem ser definidas pelas 3 propriedades (ex: maior que, ordem)
  • 38. RFT – Relational Frame Theory  As propriedades definidas por Sidman são restritas às relações de equivalência apenas; para ser mais genérico deve-se falar em:  Vinculo mútuo: bidirecionalidade derivada de relações entre estímulos (se A relacionado com B, então B relacionado com A) - simetria  Vínculo combinatório: relações com vínculo mútuo se combinam mutuamente (Se AB, se BC, então AC e CA) - transitividade e equivalência  Mudança da função do estímulo: funções dos estímulos se transferem entre os membros de classes
  • 39. De onde vêm? Vinculo mútuo, Vínculo combinatório e Mudança da função do estímulo  São operantes “unusual” aprendidos  Características como operantes comuns:  Desenvolvem-se ao longo do tempo (por volta dos 2 anos de idade)  Flexiveis; parte das relações ou todas mudam facilmente dependendo das condições  Controle contextual de relações derivadas  Controle pela conseqüência fortalece ou puni comportamentos de estabelecer relações
  • 40. De onde vêm? Responder Relacional Aplicado Arbitrariamente  São operantes “unusual” aprendidos  Características como operantes especiais:  Generalizados, operantes de 2a. Ordem: reforçamento de vários exemplares em contextos múltiplos  Relacionais: responder a um evento como se fosse outro  Aplicadas arbitrariamente, treino com vários exemplares torna o “estabelecer relações” independente da forma do estímulo.