SlideShare uma empresa Scribd logo
Atenção Farmacêuticaum compromisso com o paciente! ANA CLAUDIA SOUZA RODRIGUES FARMACÊUTICA BIOQUÍMICA 2010
ANTIGUIDADE MESOPOTÂMIA, EGITO – Sacerdotes, doenças eram causadas por demônios, castigos divinos - Papiros descrevendo métodos de cura, feiticeiras ÍNDIA – primeira farmacopéia CHINA  Terapêutica: 	- reequilíbrio através de meditação, dieta e exercícios 	- Imensa farmacopéia: Opio, caolin, ginseng, salgueiro, mercúrio 	- Acupuntura
BOTICAS - 1640 Muitos boticários eram analfabetos que tinham conhecimento apenas em medicamentos de diagnóstico simples e habitual.  Os padres mantinham uma botica bem sortida e aparelhada para o preparo de medicamentos, utilizando-se de matérias-primas dos indígenas.
PARAMENTAÇÃO EM 1665 GRANDE 	PRAGA  	DE LONDRES PESTE BUBÔNICA
GALENO 135-201 Descreveu fórmulas e medicamentos e métodos de preparação – farmácia galênica Terapêutica baseada na eliminação da causa nociva e correção do desequilíbrio Dietas, laxantes e sangrias
Revalorização do conhecimento clássico  União da arte com a ciência para reprodução fiel do homem e da natureza  Nas boticas médicos e artistas buscavam medicamentos e pigmentos  Desenvolvimento da anatomia humana  Experimentalismo substituindo postulados clássicos
Louis Pasteur (1822-1895) Provou que a fermentação era causada por seres vivos e aplicou esses conceitos em vinícolas (Pasteurização) Controlou epidemia que afetava o bicho da seda com germicidas Joseph Lister (1827-1912 ) Anti-sepsia cirúrgica aplicando conceitos de Pasteur com as propriedades germididas do ácido carbólico em pântanos Robert Koch (1843-1910) Postulados de Kock comprovando a etiologia microbiana das infecções
Era dos antibióticos ALEXANDRE FLEMING
 Inicio do século XX Modelo de Saude: sanitarismo campanhista 	época das grandes epidemias ,[object Object]
Formulações a base de plantas e de baixa complexidade
 Sociedade constituida por um pequeno numero de individuos
 Acesso a médicos e farmacias restrito    as classes mais  favorecidas ATÉ A 2A. GUERRA 60% DOS MEDICAMENTOS ERAM MANIPULADOS.
Periodo pos guerra  2° Guerra (1939-45) Industrialização Preparação dos medicamentos pela industria Descaracterização das farmácias Crise da profissão - Farmacêutico sente-se limitado na sua área de atuação Farmacêutico busca outras áreas de atuação 1922-1969 O Código de Ética da Associação Americana de Farmacêuticos impedia os farmacêuticos de comentar « os efeitos terapêuticos e a composição de uma prescrição com o paciente »
PERIODO DE TRANSIçÃO MEADOS DOS ANOS 60 (EUA)       FARMACIA CLINICA «  Controle do uso do medicamento » Serviços centrados no medicamento e sua distribuição nos sistemas biológicos – Farmacocinética Clinica
PERIODO DE TRANSIçÃO Legados da FARMACIA CLINICA ,[object Object]
Dosificação Farmacocinética
Monitorização Terapêutica
Farmacias Satélites
Centros de Informações sobre Medicamentos ,[object Object]
Atenção Farmacêuticaevolução histórica Hepler, C.D. AJPE, 1988. “Uma relação adequada entre um paciente e um farmacêutico, na qual este último realiza as funções de controle do uso dos medicamentos (com conhecimento e experiência) baseando-se no conhecimento e compromisso em relação ao interesse do paciente”
MARCO HISTORICO     1990 Opportunities and responsabilities in the Pharmaceutical Care Charles D. HEPLER, Linda M. STRAND American Journal of HospitalPharmacy, 1990
Opportunities and responsabilities in the Pharmaceutical Care Charles D. HEPLER, Linda M. STRAND American Journal of HospitalPharmacy, 1990 O artigo faz uma analise da oportunidade proporcionada pelos fatos hitoricos, para a que a FARMACIA  amadureça como profissão, aceitando sua responsabilidade social de reduzir a morbi-mortalidade relacionada com o medicamento.
  Final do século XX  - Inicio do sec XXI A saúde passa a ser entendida não mais como ausência de doenças, mas como um estado de bem estar físico e mental, resultante da qualidade de vida dos cidadãos. A saúde passa a ser um direito de todos cidadãos e um dever do estado de assegurá-la, através de políticas publicas que garantam o acesso a  		educação 		saneamento 		emprego 		lazer 		habitação … Constituição Federal, 1988
Atenção Farmacêutica Reorientação da pratica profissional, Mudança do objeto de trabalho do farmacêutico
Posey, L.M.JAPhA, 1997 	”Atenção Farmacêutica é aquele componente do exercício profissional da farmácia que envolve uma  interação direta do farmacêutico com o paciente com a finalidade de atender as necessidades deste em relação aos  medicamentos”
Hepler & Strand. AJHP,1990. Relação terapêutica; Prática centrada no paciente; Atenção farmacêutica é prestada em beneficio direto do paciente; O farmacêutico é o responsável direto desta qualidade de assistência. A profissão foi redefinida como uma profissão prática, com uma responsabilidade direta e relacionada a assistência dos pacientes.
ATENÇÃO FARMACÊUTICA “ um conceito de prática profissional na qual o paciente é o principal beneficiário das ações do farmacêutico. A atenção farmacêutica é o compêndio das atitudes, os comportamentos, os compromissos, as inquietudes, os valores éticos, as funções, os conhecimentos, as responsabilidades e as habilidades do farmacêuticos na prestação da farmacoterapia com o objetivo de obter resultados terapêuticos definidos na saúde e na qualidade de vida do paciente” (OMS, 1993).
ATENÇÃO FARMACÊUTICA 	“Os medicamentos não tem doses, pessoas têm doses”  (CipolleR.J., DICP, 1986.)
AF é um NOVO exercício profissional Novo para: O paciente O Sistema de Saúde O profissional
Habilidades para realizar Atenção Farmacêutica  conhecimentos e habilidades em farmácia e farmacologia clinica  Capacidade de gerenciar o sistema  de distribuição de fármacos,  Capacidade de desenvolver relações  com o paciente e demais profissionais de saúde Deve haver um numero suficiente  de provedores  para servir a sociedade
Resultados negativos desta prática Os farmacêuticos se comunicam muito pouco com os outros profissionais fora da farmácia; Os outros componentes do Sistema de Saúde tem dificuldades em compreender o que é a FARMÁCIA; O isolamento impede de assimilar o conjunto de regras que se aplicam a todas as profissões de atenção a saúde; A FARMÁCIA não tem  um VOCABULÁRIO que todos compreendam Uma prática disciplinada e respeitada e Uma função claramente diferenciada
Diferenciar de ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA ..... “Grupo de atividades relacionadas com o medicamento, destinadas a apoiar as ações de saúde demandadas por uma comunidade. Envolve o abastecimento de medicamentos em todas e em cada uma de suas etapas constitutivas, a conservação e controle de qualidade, a segurança e a eficácia terapêutica dos medicamentos, o acompanhamento e a avaliação da utilização, a obtenção e a difusão de informação sobre medicamentos e a educação permanente dos profissionais de saúde, do paciente e da comunidade para assegurar o uso racional de medicamentos” CARACTÉRÍSTICAS MULTIPROFISSIONAIS Portaria 3.916/98 -MS
Atenção FarmacêuticaDefinição É um EXERCÍCIO no qual o profissional assume a RESPONSABILIDADE das necessidades de um paciente em relação com os medicamentos e adquire um COMPROMISSO em relação ao mesmo. (Strand, Cipolle, Morley, 1998)
Atenção Farmacêutica... É um novo EXERCÍCIO PROFISSIONAL que nasceu através de muitos anos de pesquisa e da prática da farmácia; Não pretende substituir a função do médico nem de nenhum outro profissional;
Necessidade social
A simbologia do medicamento
Atenção Farmacêutica ,[object Object],Prescrição inadequada; Distribuição e dispensação inadequada; Comportamentos inadequados dos pacientes; Idiossincrasia do paciente (resposta inadequada); Monitorização inadequada;
Enfoque Centrado no Paciente
RELAÇÃO TERAPÊUTICA É uma aliança ou parceria entre o profissional e o paciente que se forma para atender as necessidades de assistência do último.
Relação Terapêutica  Necessita do reconhecimento de certas responsabilidades por parte do PACIENTE e do PROFISSIONAL 1ª. Função da interação do paciente com o profissional é a contrução e manutenção de uma relação terapêutica efetiva Confiança, respeito, autencidade, empatia e compromisso.
Responsabilidade do profissional
Requisitos necessários para o sucesso Todos os profissionais da atenção farmacêutica tem que prover o mesmo serviço de forma consistente; A evidência do impacto deste serviço necessita ser gerada e comunicada no mundo inteiro; A prática de atenção ao paciente deve ser desenvolvida a uma velocidade adequada para convencer os pacientes e outros profissionais; As faculdades de farmácia devem preparar profissionais.
CUIDADO/ATENÇÃO DIRETA AO PACIENTE Compromisso de tempo integral Negócio completamente diferente da dispensação e Farmácia Clínica
IMPORTÂNCIA DO PROBLEMA Um em dois pacientes tem um problema relacionado a farmacoterapia Recursos são disperdiçados Dor e sofrimento ocorrem devido a farmacoterapia não está funcionando
Indicações mais frequentes da farmacoterapia  (N = 5.136 Pacientes,  26.238 consultas) 1. HIPERTENSÃO 2. HIPERLIPIDEMIA 3. DIABETES 4. OSTEOPOROSE   5. SUPLEMENTO VITAMÍNICO  6.   RINITE ALÉRGICA  7.   ESOFAGITE  8.   DEPRESÃO  9.   SINTOMAS MENSTRUAIS 10.  DOR ARTRITICA Estas 10 condições represemtam 50% de todas as indicações da farmacoterapia
10 MOST FREQUENT CAUSES OF DRUG THERAPY PROBLEMS 5136 total patients, all 26,238 encounters
O MERCADO FARMACÊUTICO Atual A população brasileira é a quarta maior consumidora de medicamentos do mundo, perde apenas para americanos, franceses e alemães; O comércio de produtos farmacêuticos movimenta no país cerca de 11 bilhões de dólares anuais; Há no país cerca de 60.000 farmácias. Segundo OMS o número ideal seria de, no máximo, 25.000;        ANVISA, 2006
O MERCADO FARMACÊUTICO No Brasil de cada duas pessoas, uma é adepta da automedicação; Um cidadão sadio consome, nos países desenvolvidos, em média, três caixas de medicamento por ano. No Brasil onze caixas per capita Metade dos medicamentos prescritos é desnecessária. A maioria é contra a gripe. Há leis mas, não há fiscalização. De cada três medicamentos vendidos no país apenas um é receitado pelo médico; ANVISA, 2006
Portaria 3.916 de 30 de outubro de 1998 Aprova a política nacional de medicamentos  Diretrizes da Política Nacional de Medicamentos Assegurar o acesso da população a medicamentos seguros, eficazes e de qualidade, ao menor custo possível, os gestores do SUS nas 3 esferas de governo, atuando em estreita pareceria, dverão concentrar esforços no sentido de que o conjunto das ações direcionadas para o alcance deste propósito estejam balizadas pelas seguintes diretrizes
Portaria 3.916 de 30 de outubro de 1998 Aprova a política nacional de medicamentos  Diretrizes da Política Nacional de Medicamentos Adoção de uma relação de medicamentos essenciais Regulamentação sanitária de medicamentos Promoção do Uso Racional dos Medicamentos Desenvolvimento científico e tecnológico Reorientação da Assistência Farmacêutica Promoção da produção de medicamentos Garantia da segurança, eficácia  e qualidade dos medicamentos Desenvolvimento e capacitação de recursos humanos
Portaria 3.916 de 30 de outubro de 1998 Aprova a política nacional de medicamentos  Diretrizes da Política Nacional de Medicamentos - PRIORIDADES ,[object Object]
Reorientação da Assistência Farmacêutica
  Promoção do Uso Racional dos Medicamentos
  Organização das atividades de Vigilância Sanitária   	de medicamentos,[object Object]
Atenção Farmacêutica no Brasil:  RESOLUÇÃ0 CFF 357/2001 É um conceito de prática profissional no qual o paciente é o principal beneficiário das ações do farmacêutico.  A ATENÇÃO é o compêndio das atitudes, comportamentos, compromissos, inquietudes, valores éticos, funções, conhecimentos, responsabilidades e habilidades do farmacêutico na prestação da farmacoterapia, com objetivo de alcançar resultados terapêuticos definidos na saúde e qualidade de vida do paciente
I Conferência Nacional de Assistência FarmacêuticaBrasília, Setembro de 2003
Política Nacional de Assistência Farmacêutica III - a Assistência Farmacêutica trata de um conjunto de ações voltadas à promoção, proteção e recuperação da saúde, tanto individual como coletivo, tendo o medicamento como insumo essencial e visando o acesso e ao seu uso racional.
Morbimortalidade relacionada aos medicamentos
MISSÃO DA FARMÁCIA NO SÉCULO XXI 1. O tratamento farmacológico implica em riscos; 2. O custo da morbi-mortalidade pode ser maior que o custo do tratamento farmacológico em si; 3. Os serviços farmacêuticos podem melhorar os resultados e reduzir custos da assistência.
MISSÃO DO FARMACÊUTICO ,[object Object]
compromisso com os resultados (metas terapêuticas alcançadas)
acompanhamento início-fim do tratamento
aplicação de conhecimentos específicos

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Rdc 44-2010 - Antibioticos
Rdc 44-2010  -  AntibioticosRdc 44-2010  -  Antibioticos
Rdc 44-2010 - Antibioticos
Marcelo Polacow Bisson
 
Atendente de Farmácia - portaria 344
Atendente de Farmácia - portaria 344Atendente de Farmácia - portaria 344
Atendente de Farmácia - portaria 344
Luis Antonio Cezar Junior
 
RDC 44/09 - ANVISA
RDC 44/09 - ANVISARDC 44/09 - ANVISA
RDC 44/09 - ANVISA
Marcelo Polacow Bisson
 
Dispensação de medicamentos cepss
Dispensação de medicamentos cepssDispensação de medicamentos cepss
Dispensação de medicamentos cepss
Julia Martins Ulhoa
 
Introdução à Farmacologia
Introdução à FarmacologiaIntrodução à Farmacologia
Introdução à Farmacologia
Maria Silene Silva
 
Assistência e Atenção Farmacêutica - Histórico, Conceitos e embasamento legal
Assistência e Atenção Farmacêutica - Histórico, Conceitos e embasamento legalAssistência e Atenção Farmacêutica - Histórico, Conceitos e embasamento legal
Assistência e Atenção Farmacêutica - Histórico, Conceitos e embasamento legal
Marcelo Polacow Bisson
 
Atendente de Farmacia
Atendente de FarmaciaAtendente de Farmacia
Atendente de Farmacia
Sheilla Sandes
 
Farmacodinâmica e farmacocinética
Farmacodinâmica e farmacocinéticaFarmacodinâmica e farmacocinética
Farmacodinâmica e farmacocinética
anafreato
 
Curso Rdc 44/09 CRF-SP (Dr. AdrianoFalvo)
Curso   Rdc 44/09 CRF-SP (Dr. AdrianoFalvo)Curso   Rdc 44/09 CRF-SP (Dr. AdrianoFalvo)
Curso Rdc 44/09 CRF-SP (Dr. AdrianoFalvo)
Marcelo Polacow Bisson
 
Apostila Introdução à Farmácia
Apostila Introdução à FarmáciaApostila Introdução à Farmácia
Apostila Introdução à Farmácia
Herbert Cristian de Souza
 
Formas farmacêuticas
Formas farmacêuticasFormas farmacêuticas
Formas farmacêuticas
Click Farma
 
Atenção farmacêutica aula i
Atenção farmacêutica    aula iAtenção farmacêutica    aula i
Atenção farmacêutica aula i
Larissa Oliveira Rocha
 
Introdução a farmacologia (tec. enfermagem)
Introdução a farmacologia (tec. enfermagem)Introdução a farmacologia (tec. enfermagem)
Introdução a farmacologia (tec. enfermagem)
Renato Santos
 
1ª aula atendente de farmácia
1ª aula atendente de farmácia1ª aula atendente de farmácia
1ª aula atendente de farmácia
Claudio Luis Venturini
 
Manual de Prescrição Médica
Manual de Prescrição MédicaManual de Prescrição Médica
Manual de Prescrição Médica
Flávia Salame
 
Assistencia farmaceutica e a anvisa
Assistencia farmaceutica e a anvisaAssistencia farmaceutica e a anvisa
Assistencia farmaceutica e a anvisa
carolinylimadocarmo
 
Farmacodinâmica
FarmacodinâmicaFarmacodinâmica
Farmacodinâmica
Leonardo Souza
 
Método Clínico para os Cuidados Farmacêuticos
Método Clínico para os Cuidados FarmacêuticosMétodo Clínico para os Cuidados Farmacêuticos
Método Clínico para os Cuidados Farmacêuticos
Cassyano Correr
 
Aula farmacocinética 1
Aula farmacocinética 1Aula farmacocinética 1
Aula farmacocinética 1
Bia Gneiding
 
Farmacologia aula-1
Farmacologia aula-1Farmacologia aula-1
Farmacologia aula-1
Renata de O. Marinho Sampaio
 

Mais procurados (20)

Rdc 44-2010 - Antibioticos
Rdc 44-2010  -  AntibioticosRdc 44-2010  -  Antibioticos
Rdc 44-2010 - Antibioticos
 
Atendente de Farmácia - portaria 344
Atendente de Farmácia - portaria 344Atendente de Farmácia - portaria 344
Atendente de Farmácia - portaria 344
 
RDC 44/09 - ANVISA
RDC 44/09 - ANVISARDC 44/09 - ANVISA
RDC 44/09 - ANVISA
 
Dispensação de medicamentos cepss
Dispensação de medicamentos cepssDispensação de medicamentos cepss
Dispensação de medicamentos cepss
 
Introdução à Farmacologia
Introdução à FarmacologiaIntrodução à Farmacologia
Introdução à Farmacologia
 
Assistência e Atenção Farmacêutica - Histórico, Conceitos e embasamento legal
Assistência e Atenção Farmacêutica - Histórico, Conceitos e embasamento legalAssistência e Atenção Farmacêutica - Histórico, Conceitos e embasamento legal
Assistência e Atenção Farmacêutica - Histórico, Conceitos e embasamento legal
 
Atendente de Farmacia
Atendente de FarmaciaAtendente de Farmacia
Atendente de Farmacia
 
Farmacodinâmica e farmacocinética
Farmacodinâmica e farmacocinéticaFarmacodinâmica e farmacocinética
Farmacodinâmica e farmacocinética
 
Curso Rdc 44/09 CRF-SP (Dr. AdrianoFalvo)
Curso   Rdc 44/09 CRF-SP (Dr. AdrianoFalvo)Curso   Rdc 44/09 CRF-SP (Dr. AdrianoFalvo)
Curso Rdc 44/09 CRF-SP (Dr. AdrianoFalvo)
 
Apostila Introdução à Farmácia
Apostila Introdução à FarmáciaApostila Introdução à Farmácia
Apostila Introdução à Farmácia
 
Formas farmacêuticas
Formas farmacêuticasFormas farmacêuticas
Formas farmacêuticas
 
Atenção farmacêutica aula i
Atenção farmacêutica    aula iAtenção farmacêutica    aula i
Atenção farmacêutica aula i
 
Introdução a farmacologia (tec. enfermagem)
Introdução a farmacologia (tec. enfermagem)Introdução a farmacologia (tec. enfermagem)
Introdução a farmacologia (tec. enfermagem)
 
1ª aula atendente de farmácia
1ª aula atendente de farmácia1ª aula atendente de farmácia
1ª aula atendente de farmácia
 
Manual de Prescrição Médica
Manual de Prescrição MédicaManual de Prescrição Médica
Manual de Prescrição Médica
 
Assistencia farmaceutica e a anvisa
Assistencia farmaceutica e a anvisaAssistencia farmaceutica e a anvisa
Assistencia farmaceutica e a anvisa
 
Farmacodinâmica
FarmacodinâmicaFarmacodinâmica
Farmacodinâmica
 
Método Clínico para os Cuidados Farmacêuticos
Método Clínico para os Cuidados FarmacêuticosMétodo Clínico para os Cuidados Farmacêuticos
Método Clínico para os Cuidados Farmacêuticos
 
Aula farmacocinética 1
Aula farmacocinética 1Aula farmacocinética 1
Aula farmacocinética 1
 
Farmacologia aula-1
Farmacologia aula-1Farmacologia aula-1
Farmacologia aula-1
 

Destaque

My profile {KWAN}
My profile {KWAN}My profile {KWAN}
Khanittha- Resume
Khanittha- ResumeKhanittha- Resume
Khanittha- Resume
Khanittha Thaklaewphan
 
POWER PONIT 1
POWER PONIT 1POWER PONIT 1
POWER PONIT 1
TARUN VERMA
 
Quais cargas cognitivas são necessárias para descrever a aprendizagem?
Quais cargas cognitivas são necessárias para descrever a aprendizagem?Quais cargas cognitivas são necessárias para descrever a aprendizagem?
Quais cargas cognitivas são necessárias para descrever a aprendizagem?
Paulo Correia
 
Risks of Recycled Packaging
Risks of Recycled PackagingRisks of Recycled Packaging
Risks of Recycled Packaging
Asian Food Regulation Information Service
 
Real Estate Market Report for The Woodlands TX - Sept/Oct 2011
Real Estate Market Report for The Woodlands TX - Sept/Oct 2011Real Estate Market Report for The Woodlands TX - Sept/Oct 2011
Real Estate Market Report for The Woodlands TX - Sept/Oct 2011Ken Brand
 
Codes and conventions of the documentary genre
Codes and conventions of the documentary genreCodes and conventions of the documentary genre
Codes and conventions of the documentary genre
joshuariser
 
SUDARAT SUKLOET_Resume
SUDARAT SUKLOET_ResumeSUDARAT SUKLOET_Resume
SUDARAT SUKLOET_Resume
Sudarat Sukloet
 
Por que vale a pena conhecer e explorar o potencial acadêmico e pedagógico do...
Por que vale a pena conhecer e explorar o potencial acadêmico e pedagógico do...Por que vale a pena conhecer e explorar o potencial acadêmico e pedagógico do...
Por que vale a pena conhecer e explorar o potencial acadêmico e pedagógico do...
Paulo Correia
 
คู่มือการสร้างบล็อก
คู่มือการสร้างบล็อกคู่มือการสร้างบล็อก
คู่มือการสร้างบล็อก
Khem Chanathip
 
KAVEEVIVITCHAI-
KAVEEVIVITCHAI-KAVEEVIVITCHAI-
KAVEEVIVITCHAI-
Nattawut Kaveevivitchai
 
My Resume Full
My Resume FullMy Resume Full
My Resume Full
Mokhtar Mohamed
 
Unpacking Wine Package Design: "Best Practices for Winning with Consumers" (p...
Unpacking Wine Package Design: "Best Practices for Winning with Consumers" (p...Unpacking Wine Package Design: "Best Practices for Winning with Consumers" (p...
Unpacking Wine Package Design: "Best Practices for Winning with Consumers" (p...
Jeff Stone
 
Aula 3 - M
Aula 3 - MAula 3 - M
ალცჰაიმერის დაავადება
ალცჰაიმერის დაავადებაალცჰაიმერის დაავადება
ალცჰაიმერის დაავადება
George Gagua
 
CV Tran Thai Son
CV Tran Thai SonCV Tran Thai Son
CV Tran Thai Son
Son Tran Thai
 
An introduction to systemic functional linguistics
An introduction to systemic functional linguisticsAn introduction to systemic functional linguistics
An introduction to systemic functional linguistics
iendah lestari
 
Functional approach
Functional approachFunctional approach
Functional approach
atemabel
 
Sistematización de Experiencias Educativas. CECCSICA. Compilación.
Sistematización de Experiencias Educativas. CECCSICA. Compilación.Sistematización de Experiencias Educativas. CECCSICA. Compilación.
Sistematización de Experiencias Educativas. CECCSICA. Compilación.
Gustavo Bolaños
 
Cómo Sistematizar
Cómo SistematizarCómo Sistematizar
Cómo Sistematizar
Clau Ber
 

Destaque (20)

My profile {KWAN}
My profile {KWAN}My profile {KWAN}
My profile {KWAN}
 
Khanittha- Resume
Khanittha- ResumeKhanittha- Resume
Khanittha- Resume
 
POWER PONIT 1
POWER PONIT 1POWER PONIT 1
POWER PONIT 1
 
Quais cargas cognitivas são necessárias para descrever a aprendizagem?
Quais cargas cognitivas são necessárias para descrever a aprendizagem?Quais cargas cognitivas são necessárias para descrever a aprendizagem?
Quais cargas cognitivas são necessárias para descrever a aprendizagem?
 
Risks of Recycled Packaging
Risks of Recycled PackagingRisks of Recycled Packaging
Risks of Recycled Packaging
 
Real Estate Market Report for The Woodlands TX - Sept/Oct 2011
Real Estate Market Report for The Woodlands TX - Sept/Oct 2011Real Estate Market Report for The Woodlands TX - Sept/Oct 2011
Real Estate Market Report for The Woodlands TX - Sept/Oct 2011
 
Codes and conventions of the documentary genre
Codes and conventions of the documentary genreCodes and conventions of the documentary genre
Codes and conventions of the documentary genre
 
SUDARAT SUKLOET_Resume
SUDARAT SUKLOET_ResumeSUDARAT SUKLOET_Resume
SUDARAT SUKLOET_Resume
 
Por que vale a pena conhecer e explorar o potencial acadêmico e pedagógico do...
Por que vale a pena conhecer e explorar o potencial acadêmico e pedagógico do...Por que vale a pena conhecer e explorar o potencial acadêmico e pedagógico do...
Por que vale a pena conhecer e explorar o potencial acadêmico e pedagógico do...
 
คู่มือการสร้างบล็อก
คู่มือการสร้างบล็อกคู่มือการสร้างบล็อก
คู่มือการสร้างบล็อก
 
KAVEEVIVITCHAI-
KAVEEVIVITCHAI-KAVEEVIVITCHAI-
KAVEEVIVITCHAI-
 
My Resume Full
My Resume FullMy Resume Full
My Resume Full
 
Unpacking Wine Package Design: "Best Practices for Winning with Consumers" (p...
Unpacking Wine Package Design: "Best Practices for Winning with Consumers" (p...Unpacking Wine Package Design: "Best Practices for Winning with Consumers" (p...
Unpacking Wine Package Design: "Best Practices for Winning with Consumers" (p...
 
Aula 3 - M
Aula 3 - MAula 3 - M
Aula 3 - M
 
ალცჰაიმერის დაავადება
ალცჰაიმერის დაავადებაალცჰაიმერის დაავადება
ალცჰაიმერის დაავადება
 
CV Tran Thai Son
CV Tran Thai SonCV Tran Thai Son
CV Tran Thai Son
 
An introduction to systemic functional linguistics
An introduction to systemic functional linguisticsAn introduction to systemic functional linguistics
An introduction to systemic functional linguistics
 
Functional approach
Functional approachFunctional approach
Functional approach
 
Sistematización de Experiencias Educativas. CECCSICA. Compilación.
Sistematización de Experiencias Educativas. CECCSICA. Compilación.Sistematización de Experiencias Educativas. CECCSICA. Compilación.
Sistematización de Experiencias Educativas. CECCSICA. Compilación.
 
Cómo Sistematizar
Cómo SistematizarCómo Sistematizar
Cómo Sistematizar
 

Semelhante a Aula 1 - AF

Farmácia Clínica como iniciar a fazer .
Farmácia Clínica como iniciar a fazer .Farmácia Clínica como iniciar a fazer .
Farmácia Clínica como iniciar a fazer .
OdilonCalian1
 
Atenção Farmacêutica e Farmácia Clínica em cronologia
Atenção Farmacêutica e Farmácia Clínica em cronologiaAtenção Farmacêutica e Farmácia Clínica em cronologia
Atenção Farmacêutica e Farmácia Clínica em cronologia
farmwaine
 
A Importância do Farmacêutico Clínico
A Importância do Farmacêutico ClínicoA Importância do Farmacêutico Clínico
A Importância do Farmacêutico Clínico
Marcelo Polacow Bisson
 
atenofarmacutica-aulai-121219111500-phpapp02.pptx
atenofarmacutica-aulai-121219111500-phpapp02.pptxatenofarmacutica-aulai-121219111500-phpapp02.pptx
atenofarmacutica-aulai-121219111500-phpapp02.pptx
AlineRibeiro648347
 
atenofarmacutica-aulai-121219111500-phpapp02.pptx
atenofarmacutica-aulai-121219111500-phpapp02.pptxatenofarmacutica-aulai-121219111500-phpapp02.pptx
atenofarmacutica-aulai-121219111500-phpapp02.pptx
AlineRibeiro648347
 
Conceitos de Atenção Farmacêutica
Conceitos de  Atenção FarmacêuticaConceitos de  Atenção Farmacêutica
Conceitos de Atenção Farmacêutica
Marcelo Polacow Bisson
 
Big Cim
Big CimBig Cim
Farmácia Integrada 2009
Farmácia Integrada 2009Farmácia Integrada 2009
Farmácia Integrada 2009
Instituto Racine
 
História da Farmácia no Brasil
História da Farmácia no BrasilHistória da Farmácia no Brasil
História da Farmácia no Brasil
Safia Naser
 
Assistência Clínica na Farmacoterapia Antineoplásica Oral: uma experiência pr...
Assistência Clínica na Farmacoterapia Antineoplásica Oral: uma experiência pr...Assistência Clínica na Farmacoterapia Antineoplásica Oral: uma experiência pr...
Assistência Clínica na Farmacoterapia Antineoplásica Oral: uma experiência pr...
martinsfmf
 
Dia do farmacêutico
Dia do farmacêuticoDia do farmacêutico
Dia do farmacêutico
Bruno Pereira
 
atenofarmacutica-111020152517-phpapp01.pdf
atenofarmacutica-111020152517-phpapp01.pdfatenofarmacutica-111020152517-phpapp01.pdf
atenofarmacutica-111020152517-phpapp01.pdf
ProfYasminBlanco
 
Farmacoté..
Farmacoté..Farmacoté..
Farmacoté..
henriquetabosa
 
Af
AfAf
Assistencia farmaceutica
Assistencia farmaceuticaAssistencia farmaceutica
Assistencia farmaceutica
jlpgemeinder
 
Farmcia clnica.apostila pdf
Farmcia clnica.apostila pdfFarmcia clnica.apostila pdf
Farmcia clnica.apostila pdf
Daiane Santos
 
MÓDULO IV - BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE (2) [Salvo a...
MÓDULO IV - BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE (2) [Salvo a...MÓDULO IV - BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE (2) [Salvo a...
MÓDULO IV - BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE (2) [Salvo a...
LanaMonteiro8
 
Cartilha farmã¡cia hospitalar 2a ediã§ã£o(reimpressã£o 22julho2010)
Cartilha farmã¡cia hospitalar 2a ediã§ã£o(reimpressã£o 22julho2010)Cartilha farmã¡cia hospitalar 2a ediã§ã£o(reimpressã£o 22julho2010)
Cartilha farmã¡cia hospitalar 2a ediã§ã£o(reimpressã£o 22julho2010)
Natalya Maia
 
Programa multidisciplinar de atenção farmacêutica
Programa multidisciplinar de atenção farmacêuticaPrograma multidisciplinar de atenção farmacêutica
Programa multidisciplinar de atenção farmacêutica
Fernando Amaral de Calais
 
Farmacia hospitalat - Revisão para prova.ppt
Farmacia hospitalat - Revisão para prova.pptFarmacia hospitalat - Revisão para prova.ppt
Farmacia hospitalat - Revisão para prova.ppt
andrealmeida907171
 

Semelhante a Aula 1 - AF (20)

Farmácia Clínica como iniciar a fazer .
Farmácia Clínica como iniciar a fazer .Farmácia Clínica como iniciar a fazer .
Farmácia Clínica como iniciar a fazer .
 
Atenção Farmacêutica e Farmácia Clínica em cronologia
Atenção Farmacêutica e Farmácia Clínica em cronologiaAtenção Farmacêutica e Farmácia Clínica em cronologia
Atenção Farmacêutica e Farmácia Clínica em cronologia
 
A Importância do Farmacêutico Clínico
A Importância do Farmacêutico ClínicoA Importância do Farmacêutico Clínico
A Importância do Farmacêutico Clínico
 
atenofarmacutica-aulai-121219111500-phpapp02.pptx
atenofarmacutica-aulai-121219111500-phpapp02.pptxatenofarmacutica-aulai-121219111500-phpapp02.pptx
atenofarmacutica-aulai-121219111500-phpapp02.pptx
 
atenofarmacutica-aulai-121219111500-phpapp02.pptx
atenofarmacutica-aulai-121219111500-phpapp02.pptxatenofarmacutica-aulai-121219111500-phpapp02.pptx
atenofarmacutica-aulai-121219111500-phpapp02.pptx
 
Conceitos de Atenção Farmacêutica
Conceitos de  Atenção FarmacêuticaConceitos de  Atenção Farmacêutica
Conceitos de Atenção Farmacêutica
 
Big Cim
Big CimBig Cim
Big Cim
 
Farmácia Integrada 2009
Farmácia Integrada 2009Farmácia Integrada 2009
Farmácia Integrada 2009
 
História da Farmácia no Brasil
História da Farmácia no BrasilHistória da Farmácia no Brasil
História da Farmácia no Brasil
 
Assistência Clínica na Farmacoterapia Antineoplásica Oral: uma experiência pr...
Assistência Clínica na Farmacoterapia Antineoplásica Oral: uma experiência pr...Assistência Clínica na Farmacoterapia Antineoplásica Oral: uma experiência pr...
Assistência Clínica na Farmacoterapia Antineoplásica Oral: uma experiência pr...
 
Dia do farmacêutico
Dia do farmacêuticoDia do farmacêutico
Dia do farmacêutico
 
atenofarmacutica-111020152517-phpapp01.pdf
atenofarmacutica-111020152517-phpapp01.pdfatenofarmacutica-111020152517-phpapp01.pdf
atenofarmacutica-111020152517-phpapp01.pdf
 
Farmacoté..
Farmacoté..Farmacoté..
Farmacoté..
 
Af
AfAf
Af
 
Assistencia farmaceutica
Assistencia farmaceuticaAssistencia farmaceutica
Assistencia farmaceutica
 
Farmcia clnica.apostila pdf
Farmcia clnica.apostila pdfFarmcia clnica.apostila pdf
Farmcia clnica.apostila pdf
 
MÓDULO IV - BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE (2) [Salvo a...
MÓDULO IV - BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE (2) [Salvo a...MÓDULO IV - BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE (2) [Salvo a...
MÓDULO IV - BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE (2) [Salvo a...
 
Cartilha farmã¡cia hospitalar 2a ediã§ã£o(reimpressã£o 22julho2010)
Cartilha farmã¡cia hospitalar 2a ediã§ã£o(reimpressã£o 22julho2010)Cartilha farmã¡cia hospitalar 2a ediã§ã£o(reimpressã£o 22julho2010)
Cartilha farmã¡cia hospitalar 2a ediã§ã£o(reimpressã£o 22julho2010)
 
Programa multidisciplinar de atenção farmacêutica
Programa multidisciplinar de atenção farmacêuticaPrograma multidisciplinar de atenção farmacêutica
Programa multidisciplinar de atenção farmacêutica
 
Farmacia hospitalat - Revisão para prova.ppt
Farmacia hospitalat - Revisão para prova.pptFarmacia hospitalat - Revisão para prova.ppt
Farmacia hospitalat - Revisão para prova.ppt
 

Mais de Ana Claudia Rodrigues

Questões para estudar
Questões para estudarQuestões para estudar
Questões para estudar
Ana Claudia Rodrigues
 
Atb mecanismos de ação 2
Atb mecanismos de ação   2Atb mecanismos de ação   2
Atb mecanismos de ação 2
Ana Claudia Rodrigues
 
Aula introdução aos atb 1
Aula introdução aos atb   1Aula introdução aos atb   1
Aula introdução aos atb 1
Ana Claudia Rodrigues
 
INTERAÇ
INTERAÇINTERAÇ
Aula 2 prm
Aula 2   prmAula 2   prm
Prova microbiologia b2
Prova microbiologia b2Prova microbiologia b2
Prova microbiologia b2
Ana Claudia Rodrigues
 
Prova microbiologia b1
Prova microbiologia b1Prova microbiologia b1
Prova microbiologia b1
Ana Claudia Rodrigues
 
CQ
CQCQ
Aula equilíbrio ácido base
Aula equilíbrio ácido baseAula equilíbrio ácido base
Aula equilíbrio ácido base
Ana Claudia Rodrigues
 
fung
fungfung
Manual do antibiograma
Manual do antibiograma Manual do antibiograma
Manual do antibiograma
Ana Claudia Rodrigues
 
Espiroq
EspiroqEspiroq
TSA
TSATSA
TSA
TSATSA
Aula 5 - B
Aula 5 - BAula 5 - B
Aula 6 - B
Aula 6 - BAula 6 - B
Antibiograma aula
Antibiograma aulaAntibiograma aula
Antibiograma aula
Ana Claudia Rodrigues
 
Aula 8
Aula 8 Aula 8
tsa
tsatsa
Função panc e hepat alunos
Função panc e hepat   alunosFunção panc e hepat   alunos
Função panc e hepat alunos
Ana Claudia Rodrigues
 

Mais de Ana Claudia Rodrigues (20)

Questões para estudar
Questões para estudarQuestões para estudar
Questões para estudar
 
Atb mecanismos de ação 2
Atb mecanismos de ação   2Atb mecanismos de ação   2
Atb mecanismos de ação 2
 
Aula introdução aos atb 1
Aula introdução aos atb   1Aula introdução aos atb   1
Aula introdução aos atb 1
 
INTERAÇ
INTERAÇINTERAÇ
INTERAÇ
 
Aula 2 prm
Aula 2   prmAula 2   prm
Aula 2 prm
 
Prova microbiologia b2
Prova microbiologia b2Prova microbiologia b2
Prova microbiologia b2
 
Prova microbiologia b1
Prova microbiologia b1Prova microbiologia b1
Prova microbiologia b1
 
CQ
CQCQ
CQ
 
Aula equilíbrio ácido base
Aula equilíbrio ácido baseAula equilíbrio ácido base
Aula equilíbrio ácido base
 
fung
fungfung
fung
 
Manual do antibiograma
Manual do antibiograma Manual do antibiograma
Manual do antibiograma
 
Espiroq
EspiroqEspiroq
Espiroq
 
TSA
TSATSA
TSA
 
TSA
TSATSA
TSA
 
Aula 5 - B
Aula 5 - BAula 5 - B
Aula 5 - B
 
Aula 6 - B
Aula 6 - BAula 6 - B
Aula 6 - B
 
Antibiograma aula
Antibiograma aulaAntibiograma aula
Antibiograma aula
 
Aula 8
Aula 8 Aula 8
Aula 8
 
tsa
tsatsa
tsa
 
Função panc e hepat alunos
Função panc e hepat   alunosFunção panc e hepat   alunos
Função panc e hepat alunos
 

Último

atividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinhaatividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
Suzy De Abreu Santana
 
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
DeuzinhaAzevedo
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
AdrianoMontagna1
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
wagnermorais28
 
0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática
Giovana Gomes da Silva
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
MessiasMarianoG
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
MateusTavares54
 
apresentação sobre Clarice Lispector .pptx
apresentação sobre Clarice Lispector .pptxapresentação sobre Clarice Lispector .pptx
apresentação sobre Clarice Lispector .pptx
JuliaMachado73
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Biblioteca UCS
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
Mary Alvarenga
 
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de CarvalhoO sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
analuisasesso
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
WelberMerlinCardoso
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptxA dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
ReinaldoSouza57
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
edivirgesribeiro1
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 

Último (20)

atividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinhaatividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
 
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
 
0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
 
apresentação sobre Clarice Lispector .pptx
apresentação sobre Clarice Lispector .pptxapresentação sobre Clarice Lispector .pptx
apresentação sobre Clarice Lispector .pptx
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
 
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de CarvalhoO sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptxA dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 

Aula 1 - AF

  • 1. Atenção Farmacêuticaum compromisso com o paciente! ANA CLAUDIA SOUZA RODRIGUES FARMACÊUTICA BIOQUÍMICA 2010
  • 2. ANTIGUIDADE MESOPOTÂMIA, EGITO – Sacerdotes, doenças eram causadas por demônios, castigos divinos - Papiros descrevendo métodos de cura, feiticeiras ÍNDIA – primeira farmacopéia CHINA  Terapêutica: - reequilíbrio através de meditação, dieta e exercícios - Imensa farmacopéia: Opio, caolin, ginseng, salgueiro, mercúrio - Acupuntura
  • 3. BOTICAS - 1640 Muitos boticários eram analfabetos que tinham conhecimento apenas em medicamentos de diagnóstico simples e habitual.  Os padres mantinham uma botica bem sortida e aparelhada para o preparo de medicamentos, utilizando-se de matérias-primas dos indígenas.
  • 4. PARAMENTAÇÃO EM 1665 GRANDE PRAGA DE LONDRES PESTE BUBÔNICA
  • 5. GALENO 135-201 Descreveu fórmulas e medicamentos e métodos de preparação – farmácia galênica Terapêutica baseada na eliminação da causa nociva e correção do desequilíbrio Dietas, laxantes e sangrias
  • 6. Revalorização do conhecimento clássico  União da arte com a ciência para reprodução fiel do homem e da natureza  Nas boticas médicos e artistas buscavam medicamentos e pigmentos  Desenvolvimento da anatomia humana  Experimentalismo substituindo postulados clássicos
  • 7. Louis Pasteur (1822-1895) Provou que a fermentação era causada por seres vivos e aplicou esses conceitos em vinícolas (Pasteurização) Controlou epidemia que afetava o bicho da seda com germicidas Joseph Lister (1827-1912 ) Anti-sepsia cirúrgica aplicando conceitos de Pasteur com as propriedades germididas do ácido carbólico em pântanos Robert Koch (1843-1910) Postulados de Kock comprovando a etiologia microbiana das infecções
  • 8. Era dos antibióticos ALEXANDRE FLEMING
  • 9.
  • 10. Formulações a base de plantas e de baixa complexidade
  • 11. Sociedade constituida por um pequeno numero de individuos
  • 12. Acesso a médicos e farmacias restrito as classes mais favorecidas ATÉ A 2A. GUERRA 60% DOS MEDICAMENTOS ERAM MANIPULADOS.
  • 13. Periodo pos guerra 2° Guerra (1939-45) Industrialização Preparação dos medicamentos pela industria Descaracterização das farmácias Crise da profissão - Farmacêutico sente-se limitado na sua área de atuação Farmacêutico busca outras áreas de atuação 1922-1969 O Código de Ética da Associação Americana de Farmacêuticos impedia os farmacêuticos de comentar « os efeitos terapêuticos e a composição de uma prescrição com o paciente »
  • 14. PERIODO DE TRANSIçÃO MEADOS DOS ANOS 60 (EUA) FARMACIA CLINICA «  Controle do uso do medicamento » Serviços centrados no medicamento e sua distribuição nos sistemas biológicos – Farmacocinética Clinica
  • 15.
  • 19.
  • 20. Atenção Farmacêuticaevolução histórica Hepler, C.D. AJPE, 1988. “Uma relação adequada entre um paciente e um farmacêutico, na qual este último realiza as funções de controle do uso dos medicamentos (com conhecimento e experiência) baseando-se no conhecimento e compromisso em relação ao interesse do paciente”
  • 21. MARCO HISTORICO 1990 Opportunities and responsabilities in the Pharmaceutical Care Charles D. HEPLER, Linda M. STRAND American Journal of HospitalPharmacy, 1990
  • 22. Opportunities and responsabilities in the Pharmaceutical Care Charles D. HEPLER, Linda M. STRAND American Journal of HospitalPharmacy, 1990 O artigo faz uma analise da oportunidade proporcionada pelos fatos hitoricos, para a que a FARMACIA amadureça como profissão, aceitando sua responsabilidade social de reduzir a morbi-mortalidade relacionada com o medicamento.
  • 23. Final do século XX - Inicio do sec XXI A saúde passa a ser entendida não mais como ausência de doenças, mas como um estado de bem estar físico e mental, resultante da qualidade de vida dos cidadãos. A saúde passa a ser um direito de todos cidadãos e um dever do estado de assegurá-la, através de políticas publicas que garantam o acesso a educação saneamento emprego lazer habitação … Constituição Federal, 1988
  • 24. Atenção Farmacêutica Reorientação da pratica profissional, Mudança do objeto de trabalho do farmacêutico
  • 25. Posey, L.M.JAPhA, 1997 ”Atenção Farmacêutica é aquele componente do exercício profissional da farmácia que envolve uma interação direta do farmacêutico com o paciente com a finalidade de atender as necessidades deste em relação aos medicamentos”
  • 26. Hepler & Strand. AJHP,1990. Relação terapêutica; Prática centrada no paciente; Atenção farmacêutica é prestada em beneficio direto do paciente; O farmacêutico é o responsável direto desta qualidade de assistência. A profissão foi redefinida como uma profissão prática, com uma responsabilidade direta e relacionada a assistência dos pacientes.
  • 27. ATENÇÃO FARMACÊUTICA “ um conceito de prática profissional na qual o paciente é o principal beneficiário das ações do farmacêutico. A atenção farmacêutica é o compêndio das atitudes, os comportamentos, os compromissos, as inquietudes, os valores éticos, as funções, os conhecimentos, as responsabilidades e as habilidades do farmacêuticos na prestação da farmacoterapia com o objetivo de obter resultados terapêuticos definidos na saúde e na qualidade de vida do paciente” (OMS, 1993).
  • 28. ATENÇÃO FARMACÊUTICA “Os medicamentos não tem doses, pessoas têm doses” (CipolleR.J., DICP, 1986.)
  • 29. AF é um NOVO exercício profissional Novo para: O paciente O Sistema de Saúde O profissional
  • 30. Habilidades para realizar Atenção Farmacêutica conhecimentos e habilidades em farmácia e farmacologia clinica Capacidade de gerenciar o sistema de distribuição de fármacos, Capacidade de desenvolver relações com o paciente e demais profissionais de saúde Deve haver um numero suficiente de provedores para servir a sociedade
  • 31. Resultados negativos desta prática Os farmacêuticos se comunicam muito pouco com os outros profissionais fora da farmácia; Os outros componentes do Sistema de Saúde tem dificuldades em compreender o que é a FARMÁCIA; O isolamento impede de assimilar o conjunto de regras que se aplicam a todas as profissões de atenção a saúde; A FARMÁCIA não tem um VOCABULÁRIO que todos compreendam Uma prática disciplinada e respeitada e Uma função claramente diferenciada
  • 32. Diferenciar de ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA ..... “Grupo de atividades relacionadas com o medicamento, destinadas a apoiar as ações de saúde demandadas por uma comunidade. Envolve o abastecimento de medicamentos em todas e em cada uma de suas etapas constitutivas, a conservação e controle de qualidade, a segurança e a eficácia terapêutica dos medicamentos, o acompanhamento e a avaliação da utilização, a obtenção e a difusão de informação sobre medicamentos e a educação permanente dos profissionais de saúde, do paciente e da comunidade para assegurar o uso racional de medicamentos” CARACTÉRÍSTICAS MULTIPROFISSIONAIS Portaria 3.916/98 -MS
  • 33. Atenção FarmacêuticaDefinição É um EXERCÍCIO no qual o profissional assume a RESPONSABILIDADE das necessidades de um paciente em relação com os medicamentos e adquire um COMPROMISSO em relação ao mesmo. (Strand, Cipolle, Morley, 1998)
  • 34. Atenção Farmacêutica... É um novo EXERCÍCIO PROFISSIONAL que nasceu através de muitos anos de pesquisa e da prática da farmácia; Não pretende substituir a função do médico nem de nenhum outro profissional;
  • 36. A simbologia do medicamento
  • 37.
  • 39. RELAÇÃO TERAPÊUTICA É uma aliança ou parceria entre o profissional e o paciente que se forma para atender as necessidades de assistência do último.
  • 40. Relação Terapêutica Necessita do reconhecimento de certas responsabilidades por parte do PACIENTE e do PROFISSIONAL 1ª. Função da interação do paciente com o profissional é a contrução e manutenção de uma relação terapêutica efetiva Confiança, respeito, autencidade, empatia e compromisso.
  • 42. Requisitos necessários para o sucesso Todos os profissionais da atenção farmacêutica tem que prover o mesmo serviço de forma consistente; A evidência do impacto deste serviço necessita ser gerada e comunicada no mundo inteiro; A prática de atenção ao paciente deve ser desenvolvida a uma velocidade adequada para convencer os pacientes e outros profissionais; As faculdades de farmácia devem preparar profissionais.
  • 43. CUIDADO/ATENÇÃO DIRETA AO PACIENTE Compromisso de tempo integral Negócio completamente diferente da dispensação e Farmácia Clínica
  • 44. IMPORTÂNCIA DO PROBLEMA Um em dois pacientes tem um problema relacionado a farmacoterapia Recursos são disperdiçados Dor e sofrimento ocorrem devido a farmacoterapia não está funcionando
  • 45. Indicações mais frequentes da farmacoterapia (N = 5.136 Pacientes, 26.238 consultas) 1. HIPERTENSÃO 2. HIPERLIPIDEMIA 3. DIABETES 4. OSTEOPOROSE 5. SUPLEMENTO VITAMÍNICO 6. RINITE ALÉRGICA 7. ESOFAGITE 8. DEPRESÃO 9. SINTOMAS MENSTRUAIS 10. DOR ARTRITICA Estas 10 condições represemtam 50% de todas as indicações da farmacoterapia
  • 46. 10 MOST FREQUENT CAUSES OF DRUG THERAPY PROBLEMS 5136 total patients, all 26,238 encounters
  • 47. O MERCADO FARMACÊUTICO Atual A população brasileira é a quarta maior consumidora de medicamentos do mundo, perde apenas para americanos, franceses e alemães; O comércio de produtos farmacêuticos movimenta no país cerca de 11 bilhões de dólares anuais; Há no país cerca de 60.000 farmácias. Segundo OMS o número ideal seria de, no máximo, 25.000; ANVISA, 2006
  • 48. O MERCADO FARMACÊUTICO No Brasil de cada duas pessoas, uma é adepta da automedicação; Um cidadão sadio consome, nos países desenvolvidos, em média, três caixas de medicamento por ano. No Brasil onze caixas per capita Metade dos medicamentos prescritos é desnecessária. A maioria é contra a gripe. Há leis mas, não há fiscalização. De cada três medicamentos vendidos no país apenas um é receitado pelo médico; ANVISA, 2006
  • 49. Portaria 3.916 de 30 de outubro de 1998 Aprova a política nacional de medicamentos Diretrizes da Política Nacional de Medicamentos Assegurar o acesso da população a medicamentos seguros, eficazes e de qualidade, ao menor custo possível, os gestores do SUS nas 3 esferas de governo, atuando em estreita pareceria, dverão concentrar esforços no sentido de que o conjunto das ações direcionadas para o alcance deste propósito estejam balizadas pelas seguintes diretrizes
  • 50. Portaria 3.916 de 30 de outubro de 1998 Aprova a política nacional de medicamentos Diretrizes da Política Nacional de Medicamentos Adoção de uma relação de medicamentos essenciais Regulamentação sanitária de medicamentos Promoção do Uso Racional dos Medicamentos Desenvolvimento científico e tecnológico Reorientação da Assistência Farmacêutica Promoção da produção de medicamentos Garantia da segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos Desenvolvimento e capacitação de recursos humanos
  • 51.
  • 53. Promoção do Uso Racional dos Medicamentos
  • 54.
  • 55. Atenção Farmacêutica no Brasil: RESOLUÇÃ0 CFF 357/2001 É um conceito de prática profissional no qual o paciente é o principal beneficiário das ações do farmacêutico. A ATENÇÃO é o compêndio das atitudes, comportamentos, compromissos, inquietudes, valores éticos, funções, conhecimentos, responsabilidades e habilidades do farmacêutico na prestação da farmacoterapia, com objetivo de alcançar resultados terapêuticos definidos na saúde e qualidade de vida do paciente
  • 56. I Conferência Nacional de Assistência FarmacêuticaBrasília, Setembro de 2003
  • 57. Política Nacional de Assistência Farmacêutica III - a Assistência Farmacêutica trata de um conjunto de ações voltadas à promoção, proteção e recuperação da saúde, tanto individual como coletivo, tendo o medicamento como insumo essencial e visando o acesso e ao seu uso racional.
  • 59. MISSÃO DA FARMÁCIA NO SÉCULO XXI 1. O tratamento farmacológico implica em riscos; 2. O custo da morbi-mortalidade pode ser maior que o custo do tratamento farmacológico em si; 3. Os serviços farmacêuticos podem melhorar os resultados e reduzir custos da assistência.
  • 60.
  • 61. compromisso com os resultados (metas terapêuticas alcançadas)
  • 65.
  • 69.
  • 70. REAÇÃO ADVERSA A MEDICAMENTO - RAM Qualquer efeito prejudicial ou indesejado que se apresente após a administração de doses normalmente utilizadas no homem para profilaxia, diagnóstico ou tratamento de uma enfermidade. Organização Mundial da Saúde, 1972
  • 71. EVENTOS ADVERSOS RELACIONADOS A INTERNAÇÃO HARVARD MEDICAL PRACTICE STUDY * 30.000 pacientes avaliados em 1984 - NY * 1.133 (14%) sofreram injúria com 158 mortes * 2/3 dos eventos eram evitáveis * Extrapolação para os EUA: 98.000 mortes/ano BRENNAN et al, N Engl J Med 1991
  • 72. EVENTOS ADVERSOS RELACIONADOS A MEDICAMENTOS Utilização de antiinflamatórios não esteróides- ANE * 30 milhões de pessoas utilizam ANE/dia/mundo * 260.000 hospitalizações/ano * 26.000 mortes/ano * 17.000 mortes nos EUA LAROUSSE & VERAC, Therapie 1999 LANGMAN et al JAMA 1999
  • 73. ERROS DE MEDICAÇÃO Principais Causas * Informação insuficiente sobre o paciente; * Informação insuficiente sobre medicamentos; * Problemas de comunicação na prescrição médica; * Problemas com rótulos, frascos e nomes de produtos; * Sistemas de distribuição de medicamentos deficientes; * Problemas na administração do medicamento; * Problemas no ambiente de trabalho; * Profissionais de saúde pouco preparados para lidar com EM; * Paciente tem pouca informação sobre os medicamentos que usa.
  • 74. PREVENÇÃO DE ERROS DE MEDICAÇÃO * Automação: prescrição eletrônica, código de barras * Criação de sistemas de informação não punitivos sobre EM * Tratar os erros como falhas sistêmicas e não individuais * Melhoria dos sistemas, processos mais seguros * Uso da dose unitária e preparação centralizada na farmácia dos medicamentos( prontos para uso) * Padronização: protocolos, dupla checagem para medicamentos potencialmente perigosos, normas escritas * Participação de farmacêuticos clínicos nas unidades. * Estudo nos EUA em unidade de cuidados intensivos, a ação de farmacêuticos clínicos, reduziu em 66% os EM. LEAPE et al. JAMA 1999
  • 75. EVENTOS ADVERSOS RELACIONADOS A MEDICAMENTOS * Acontece muito mais do que se imagina * É o tipo mais comum de evento adverso * Afetam a qualidade da assistência * Aumentam custos
  • 76. Medicamentos Potencialmente Perigosos * Epinefrina, Isoproterenol, Norepinefrina * Dopamina e Dobutamina; * Propranolol IV * Midazolam; * Gluconato de Cálcio; * Citostáticos; * Digoxina; * Insulina; * Cloreto de Potássio; * Warfarina; * Bloqueadores neuromusculares. COHEN, MR. KILO, C.M. High-Alert medications:safeguarding against errors. In: COHEN, M.R. (Ed.). Medication erros. Washington: APhA, 1999. P.5.1 – 5.40
  • 77. QUESTIONAMENTOS Qual o contexto da pratica farmacêutica no BRASIL? O que se entende por Assistência Farmacêutica? O que se entende por Atenção Farmacêutica? Qual o perfil do farmacêutico para atuar neste contexto? O que queremos com a Atenção Farmacêutica? OPAS, 2001. Atenção farmacêutica no Brasil: Trilhando Caminhos
  • 78. fim