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FARMACOLOGIA
CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM –MÚLTIPLOS 2021
PROFESSORA: CLARA MOTA BRUM
MÓDULO 3
AULAS
 NOSSAS AULAS ACONTECERÃO TODAS AS TERÇAS-FEIRAS ÀS 18H.
 O LINK SERÁ ENVIADO NO DIA PARA O GRUPO POR APLICATIVO DE MENSAGEM.
CONSTRUÇÃO DA PLANILHA...
VIA MATERIAL POSIÇÃO
DO BISEL
ÂNGULO
APLICAÇÃO
LOCAL DE
ADMINISTRAÇÃO
QUANTIDADE
MÁXIMA DE
MEDICAÇÃO
CUIDADOS
DE
ENF.
ENTERAL
• ORAL
• SUBLINGUAL
• GÁSTRICA
• RETAL
COPO, MEDICAÇÃO,
BANDEJA, ÁGUA,
IDENTIFICAÇÃO DA
MEDICAÇÃO.
NA NA BOCA/VIA ORAL DE ACORDO COM INDICAÇÃO
MÉDICA – POSOLOGIA.
SE APRESENTAR,
CONFERIR
MEDICAÇÃO E
PACIENTE,
ORIENTAR
PACIENTE QUANTO
À MEDICAÇÃO
EFEITO E REAÇÕES,
ADMINISTRAR.
TÓPICAS
• DÉRMICA -
• TRANSDÉRMICA-
INTRAMUSCULAR
IM
SUBCUTÂNEA
SC
INTRADÉRMICA
ID
INTRAVENOSA
IV/EV
OUTRAS VIAS
• OFTÁLMICA/OCULAR
• NASAL
• OTOLÓGICA
• VAGINAL
VIA ENDOVENOSA OU INTRAVENOSA
VANTAGENS
 Efeito farmacológico imediato
 Controle da dose
 Admite grandes volumes (venoclise).
COMPLICAÇÕES
 Flebites, trombo
 Infecções
 Extravasamento
 Necrose
 Sobrecarga circulatória
 Reações alérgicas
DESVANTAGENS
 Efeito farmacológico imediato
 Material esterilizado
 Pessoal competente
 Irritação no local da aplicação
 Facilidade de intoxicação
 Acidente tromboembólico
VIA ORAL
VANTAGENS
 Econômica, fácil, administração
 Confortável, Indolor
 Possibilidade de remover o
medicamento
 Efeitos locais e sistêmicos
DESVANTAGENS
 Absorção variável (ineficiente)
 Ação dos sucos digestivos
 Interação com alimentos
 Pacientes não colaboradores
(inconscientes)
 Sabor
 pH do trato gastrintestinal
 Ex. sulfato ferroso, após ingestão
não digerir por 1 hora, leite,
café, refrigerante.
VIA SUBLINGUAL
VANTAGENS
 Fácil acesso e aplicação
 Circulação sistêmica
 Emergência
DESVANTAGENS
 Pacientes inconscientes
 Irritação da mucosa
 Dificuldade em pediatria
VIA INTRADÉRMICA
VANTAGENS
 Fácil acesso
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 Vacinas e testes alérgenos
DESVANTAGENS
 Via que não aceita muito
volume.
VIA INTRAMUSCULAR
VANTAGENS
 Efeito rápido com segurança
 Fácil aplicação
RISCOS
 Trauma ou compressão acidental de
nervos
 Injeção acidental em veia ou
artéria
 Injeção em músculo contraído
 Lesão do músculo por soluções
irritantes
 Abcessos
DESVANTAGENS
 Dolorosa
 Substâncias irritantes ou com pH
diferente
 Não suporta grandes volumes
 Absorção relacionada com tipo de
substância:
 sol. aquosa - absorção rápida
 sol. oleosa - absorção lenta
ABSORÇÃO DA MEDICÃÇÃO
 Os medicamentos são administrados por diversas vias, fato que influencia sua
absorção. A absorção é a passagem do fármaco do local onde foi administrado para a
corrente sanguínea. Essa etapa não acontece quando o medicamento é diretamente
administrado na circulação, como, por exemplo, na via endovenosa. Os locais mais
comuns onde ocorre a absorção são os músculos, a mucosa oral, a pele e o intestino.
 Nos casos de medicamentos administrados por via oral, a absorção ocorre no trato
gastrointestinal e sofre influência de vários fatores, entre eles: área disponível para
absorção; fluxo sanguíneo regional; propriedades físico-químicas dos medicamentos;
concentração local do medicamento; acidez gástrica; presença ou não de nutrientes
no momento da administração; alteração da função gastrointestinal (aumento da
velocidade de esvaziamento gástrico, diarreia, constipação etc.); preparação do
fármaco e sua forma de apresentação (comprimidos, soluções etc.); concentração do
medicamento.
 Nos medicamentos administrados por via sublingual, a absorção ocorre na própria
cavidade oral, através do sistema venoso bucal.
ABSORÇÃO DA MEDICAÇÃO
 As vias de administração de medicamentos classificadas como parenterais
(principalmente a endovenosa, a intramuscular e a subcutânea) apresentam certas
peculiaridades quanto à absorção de medicamentos. No caso da via endovenosa, o
medicamento é administrado diretamente na circulação sanguínea. Na via
intramuscular, a absorção está relacionada ao fluxo sanguíneo do local de aplicação e
ao tipo de solução. Soluções que utilizam água como base são absorvidas mais
rapidamente que as soluções oleosas.
 As características químicas dos fármacos também podem influenciar a absorção por
via intramuscular. Medicamentos administrados por via subcutânea apresentam como
característica a absorção lenta e contínua.
 A absorção de medicamentos pela via transdérmica dependerá das condições de
integridade da pele. Tecidos lesionados promovem uma absorção mais lenta que
tecidos íntegros. A absorção também está relacionada à extensão do local onde será
aplicado o medicamento e o fluxo sanguíneo na região.
BIODISPONIBILIDADE
 Biodisponibilidade é definida como a fração do medicamento administrado que
atinge a circulação sistêmica. Nos casos de administração de medicamentos por via
endovenosa, a biodisponibilidade é 100%.
 O percentual de biodisponibilidade de cada medicamento dependerá de vários
fatores, entre eles, o grau e a velocidade de absorção desse medicamento e a fração
que é metabolizada pelo fígado (antes de atingir a circulação). Alguns medicamentos
apresentam um grande percentual de absorção pelo intestino, mas a fração
metabolizada também é grande, proporcionando um pequeno percentual que atinge
a circulação sistêmica. Esse problema é solucionado nos casos em que o
medicamento pode ser administrado por via endovenosa. Por exemplo, o
medicamento propranolol, quando administrado por via endovenosa, tem dose
padrão igual a 5 mg, porém, quando administrado por via oral, sua dose varia de 40 a
80 mg, para atingir a mesma concentração de medicamento na circulação sistêmica.
 Problemas no fígado podem modificar a metabolização de um medicamento,
alterando sua biodisponibilidade.
DISTRIBUIÇÃO
 É a passagem do medicamento da circulação sanguínea para os diversos órgãos e tecidos.
 Esse processo sofre influência de vários aspectos, entre eles:
 Características físico-químicas do medicamento, como lipossolubilidade e grau de
ionização;
 Tamanho da molécula (complexo fármaco-proteína);
 pH local; e
 Vascularização do tecido.
 A distribuição pode ser dividida em duas fases. Na fase inicial, estão envolvidos órgãos
que apresentam alta perfusão e recebem a maior parte do medicamento nos primeiros
minutos. Esses órgãos são o coração, o fígado, o trato gastrointestinal, os rins e o
cérebro. Na segunda fase, os órgãos e tecidos atingidos são os músculos, algumas
vísceras, os tecidos com perfusão média e o tecido adiposo.
ELIMINAÇÃO
 A eliminação é a retirada do medicamento do organismo. Esse processo tem
início assim que o medicamento atingir a circulação sistêmica. A eliminação
ocorre por modificação metabólica e por excreção.
 O fígado é o órgão mais importante no processo de eliminação por
modificação metabólica, podendo ocorrer, também, nos rins, nos pulmões, no
trato gastrointestinal e na pele.
 O processo de excreção ocorre principalmente nos rins. A excreção também
pode ocorrer nos pulmões, no trato gastrointestinal (fezes), no suor, na saliva
e nas lágrimas. Alguns medicamentos são eliminados pela bile, sendo
reabsorvidos e eliminados pelos rins.
CONCEITOS FUNDAMENTAIS
 Bioequivalência: é o estudo em que são comparadas a biodisponibilidade de
um medicamento de referência e a de um medicamento genérico. Quando
dois medicamentos têm a mesma biodisponibilidade, ou seja, são
bioequivalentes, um pode substituir o outro.
 Concentração: é a quantidade de determinada substância (ativa ou inativa)
em certo volume ou massa de produto. Exemplo: solução glicosada 5%
significa que em cada 100 ml de solução há 5 g de glicose.
 Dispensação: é o ato de fornecer o medicamento para o comprador (nos
casos de drogarias) ou ao profissional de enfermagem que irá preparar o
medicamento e administrá-lo ao paciente.
CONCEITOS FUNDAMENTAIS
 Dose de ataque: é a dosagem única de medicamento com capacidade de
atingir rapidamente a concentração terapêutica.
 Dose de manutenção: é a dosagem de medicamento que deverá ser repetida,
periódica ou continuamente, para garantir a estabilidade da sua concentração
dentro de limites.
 Dose letal: dose com a qual a morte é atingida.
 Droga: é qualquer substância que apresenta como característica a capacidade
de alterar a função dos organismos vivos, acarretando mudanças fisiológicas
e/ou comportamentais.
 Droga-tóxico: droga com ação maléfica sobre o organismo.
CONCEITOS FUNDAMENTAIS
 Soluto: substância a ser dissolvida.
 Solvente: é o liquido no qual o soluto será dissolvido.
 Solução: é uma mistura homogênea composta de duas partes
distinta
TIPOS DE EFEITOS DAS SUBSTÂNCIAS
 TERAPÊUTICO - DESEJÁVEL;
 SECUNDÁRIO – NEUTRO : NEM BEM, NEM MAL;
 ADVERSO – INDESEJÁVEL;
 COLATERAL – PREJUDICIAL.
O QUE SABER PARA CALCULAR E DILUIR
MEDICAÇÕES
 1ml => 20 gotas
 1 ml =>60 microgotas
 1 gota => 3 microgotas
 1 grama => 1.000 mg
 1h => 60 minutos
 1 min => 60 segundos
 1 litro => 1.000 ml
 microgota/minuto = ml/hora
 AD – água destilada
 Amp – ampola
O QUE SABER PARA CALCULAR E DILUIR
MEDICAÇÕES
 BIC – Bomba de Infusão Continua
 COMP – comprimido
 EV – endovenosa
 Fr/amp – frasco-ampola
 g – grama
 gts – gotas
 h – hora
 ID – intradérmica
 IM – intramuscular
 KCL – Cloreto de Potássio
 SF 0,9% - soro fisiológico 0,9%
 SG – soro glicosado
O QUE SABER PARA CALCULAR E DILUIR
MEDICAÇÕES
 V – volume
 Vit.C – vitamina C
 VO – via oral
 VR – via retal
 HV – hidratação venosa
 NaHCO3 – bicarbonato de sódio
 Ca+ - cálcio
 ACM – A critério médico
 Kg – quilograma
 SN ou SOS – se necessário
 O2 – oxigênio
 AVP – acesso venoso periférico
Aula 04   farmacologia - prof. clara mota

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Aula 04 farmacologia - prof. clara mota

  • 1. FARMACOLOGIA CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM –MÚLTIPLOS 2021 PROFESSORA: CLARA MOTA BRUM MÓDULO 3
  • 2. AULAS  NOSSAS AULAS ACONTECERÃO TODAS AS TERÇAS-FEIRAS ÀS 18H.  O LINK SERÁ ENVIADO NO DIA PARA O GRUPO POR APLICATIVO DE MENSAGEM.
  • 3. CONSTRUÇÃO DA PLANILHA... VIA MATERIAL POSIÇÃO DO BISEL ÂNGULO APLICAÇÃO LOCAL DE ADMINISTRAÇÃO QUANTIDADE MÁXIMA DE MEDICAÇÃO CUIDADOS DE ENF. ENTERAL • ORAL • SUBLINGUAL • GÁSTRICA • RETAL COPO, MEDICAÇÃO, BANDEJA, ÁGUA, IDENTIFICAÇÃO DA MEDICAÇÃO. NA NA BOCA/VIA ORAL DE ACORDO COM INDICAÇÃO MÉDICA – POSOLOGIA. SE APRESENTAR, CONFERIR MEDICAÇÃO E PACIENTE, ORIENTAR PACIENTE QUANTO À MEDICAÇÃO EFEITO E REAÇÕES, ADMINISTRAR. TÓPICAS • DÉRMICA - • TRANSDÉRMICA- INTRAMUSCULAR IM SUBCUTÂNEA SC INTRADÉRMICA ID INTRAVENOSA IV/EV OUTRAS VIAS • OFTÁLMICA/OCULAR • NASAL • OTOLÓGICA • VAGINAL
  • 4. VIA ENDOVENOSA OU INTRAVENOSA VANTAGENS  Efeito farmacológico imediato  Controle da dose  Admite grandes volumes (venoclise). COMPLICAÇÕES  Flebites, trombo  Infecções  Extravasamento  Necrose  Sobrecarga circulatória  Reações alérgicas DESVANTAGENS  Efeito farmacológico imediato  Material esterilizado  Pessoal competente  Irritação no local da aplicação  Facilidade de intoxicação  Acidente tromboembólico
  • 5. VIA ORAL VANTAGENS  Econômica, fácil, administração  Confortável, Indolor  Possibilidade de remover o medicamento  Efeitos locais e sistêmicos DESVANTAGENS  Absorção variável (ineficiente)  Ação dos sucos digestivos  Interação com alimentos  Pacientes não colaboradores (inconscientes)  Sabor  pH do trato gastrintestinal  Ex. sulfato ferroso, após ingestão não digerir por 1 hora, leite, café, refrigerante.
  • 6. VIA SUBLINGUAL VANTAGENS  Fácil acesso e aplicação  Circulação sistêmica  Emergência DESVANTAGENS  Pacientes inconscientes  Irritação da mucosa  Dificuldade em pediatria
  • 7. VIA INTRADÉRMICA VANTAGENS  Fácil acesso  Ações locais e sistêmicas  Vacinas e testes alérgenos DESVANTAGENS  Via que não aceita muito volume.
  • 8. VIA INTRAMUSCULAR VANTAGENS  Efeito rápido com segurança  Fácil aplicação RISCOS  Trauma ou compressão acidental de nervos  Injeção acidental em veia ou artéria  Injeção em músculo contraído  Lesão do músculo por soluções irritantes  Abcessos DESVANTAGENS  Dolorosa  Substâncias irritantes ou com pH diferente  Não suporta grandes volumes  Absorção relacionada com tipo de substância:  sol. aquosa - absorção rápida  sol. oleosa - absorção lenta
  • 9. ABSORÇÃO DA MEDICÃÇÃO  Os medicamentos são administrados por diversas vias, fato que influencia sua absorção. A absorção é a passagem do fármaco do local onde foi administrado para a corrente sanguínea. Essa etapa não acontece quando o medicamento é diretamente administrado na circulação, como, por exemplo, na via endovenosa. Os locais mais comuns onde ocorre a absorção são os músculos, a mucosa oral, a pele e o intestino.  Nos casos de medicamentos administrados por via oral, a absorção ocorre no trato gastrointestinal e sofre influência de vários fatores, entre eles: área disponível para absorção; fluxo sanguíneo regional; propriedades físico-químicas dos medicamentos; concentração local do medicamento; acidez gástrica; presença ou não de nutrientes no momento da administração; alteração da função gastrointestinal (aumento da velocidade de esvaziamento gástrico, diarreia, constipação etc.); preparação do fármaco e sua forma de apresentação (comprimidos, soluções etc.); concentração do medicamento.  Nos medicamentos administrados por via sublingual, a absorção ocorre na própria cavidade oral, através do sistema venoso bucal.
  • 10. ABSORÇÃO DA MEDICAÇÃO  As vias de administração de medicamentos classificadas como parenterais (principalmente a endovenosa, a intramuscular e a subcutânea) apresentam certas peculiaridades quanto à absorção de medicamentos. No caso da via endovenosa, o medicamento é administrado diretamente na circulação sanguínea. Na via intramuscular, a absorção está relacionada ao fluxo sanguíneo do local de aplicação e ao tipo de solução. Soluções que utilizam água como base são absorvidas mais rapidamente que as soluções oleosas.  As características químicas dos fármacos também podem influenciar a absorção por via intramuscular. Medicamentos administrados por via subcutânea apresentam como característica a absorção lenta e contínua.  A absorção de medicamentos pela via transdérmica dependerá das condições de integridade da pele. Tecidos lesionados promovem uma absorção mais lenta que tecidos íntegros. A absorção também está relacionada à extensão do local onde será aplicado o medicamento e o fluxo sanguíneo na região.
  • 11. BIODISPONIBILIDADE  Biodisponibilidade é definida como a fração do medicamento administrado que atinge a circulação sistêmica. Nos casos de administração de medicamentos por via endovenosa, a biodisponibilidade é 100%.  O percentual de biodisponibilidade de cada medicamento dependerá de vários fatores, entre eles, o grau e a velocidade de absorção desse medicamento e a fração que é metabolizada pelo fígado (antes de atingir a circulação). Alguns medicamentos apresentam um grande percentual de absorção pelo intestino, mas a fração metabolizada também é grande, proporcionando um pequeno percentual que atinge a circulação sistêmica. Esse problema é solucionado nos casos em que o medicamento pode ser administrado por via endovenosa. Por exemplo, o medicamento propranolol, quando administrado por via endovenosa, tem dose padrão igual a 5 mg, porém, quando administrado por via oral, sua dose varia de 40 a 80 mg, para atingir a mesma concentração de medicamento na circulação sistêmica.  Problemas no fígado podem modificar a metabolização de um medicamento, alterando sua biodisponibilidade.
  • 12. DISTRIBUIÇÃO  É a passagem do medicamento da circulação sanguínea para os diversos órgãos e tecidos.  Esse processo sofre influência de vários aspectos, entre eles:  Características físico-químicas do medicamento, como lipossolubilidade e grau de ionização;  Tamanho da molécula (complexo fármaco-proteína);  pH local; e  Vascularização do tecido.  A distribuição pode ser dividida em duas fases. Na fase inicial, estão envolvidos órgãos que apresentam alta perfusão e recebem a maior parte do medicamento nos primeiros minutos. Esses órgãos são o coração, o fígado, o trato gastrointestinal, os rins e o cérebro. Na segunda fase, os órgãos e tecidos atingidos são os músculos, algumas vísceras, os tecidos com perfusão média e o tecido adiposo.
  • 13. ELIMINAÇÃO  A eliminação é a retirada do medicamento do organismo. Esse processo tem início assim que o medicamento atingir a circulação sistêmica. A eliminação ocorre por modificação metabólica e por excreção.  O fígado é o órgão mais importante no processo de eliminação por modificação metabólica, podendo ocorrer, também, nos rins, nos pulmões, no trato gastrointestinal e na pele.  O processo de excreção ocorre principalmente nos rins. A excreção também pode ocorrer nos pulmões, no trato gastrointestinal (fezes), no suor, na saliva e nas lágrimas. Alguns medicamentos são eliminados pela bile, sendo reabsorvidos e eliminados pelos rins.
  • 14.
  • 15.
  • 16. CONCEITOS FUNDAMENTAIS  Bioequivalência: é o estudo em que são comparadas a biodisponibilidade de um medicamento de referência e a de um medicamento genérico. Quando dois medicamentos têm a mesma biodisponibilidade, ou seja, são bioequivalentes, um pode substituir o outro.  Concentração: é a quantidade de determinada substância (ativa ou inativa) em certo volume ou massa de produto. Exemplo: solução glicosada 5% significa que em cada 100 ml de solução há 5 g de glicose.  Dispensação: é o ato de fornecer o medicamento para o comprador (nos casos de drogarias) ou ao profissional de enfermagem que irá preparar o medicamento e administrá-lo ao paciente.
  • 17. CONCEITOS FUNDAMENTAIS  Dose de ataque: é a dosagem única de medicamento com capacidade de atingir rapidamente a concentração terapêutica.  Dose de manutenção: é a dosagem de medicamento que deverá ser repetida, periódica ou continuamente, para garantir a estabilidade da sua concentração dentro de limites.  Dose letal: dose com a qual a morte é atingida.  Droga: é qualquer substância que apresenta como característica a capacidade de alterar a função dos organismos vivos, acarretando mudanças fisiológicas e/ou comportamentais.  Droga-tóxico: droga com ação maléfica sobre o organismo.
  • 18. CONCEITOS FUNDAMENTAIS  Soluto: substância a ser dissolvida.  Solvente: é o liquido no qual o soluto será dissolvido.  Solução: é uma mistura homogênea composta de duas partes distinta
  • 19. TIPOS DE EFEITOS DAS SUBSTÂNCIAS  TERAPÊUTICO - DESEJÁVEL;  SECUNDÁRIO – NEUTRO : NEM BEM, NEM MAL;  ADVERSO – INDESEJÁVEL;  COLATERAL – PREJUDICIAL.
  • 20. O QUE SABER PARA CALCULAR E DILUIR MEDICAÇÕES  1ml => 20 gotas  1 ml =>60 microgotas  1 gota => 3 microgotas  1 grama => 1.000 mg  1h => 60 minutos  1 min => 60 segundos  1 litro => 1.000 ml  microgota/minuto = ml/hora  AD – água destilada  Amp – ampola
  • 21. O QUE SABER PARA CALCULAR E DILUIR MEDICAÇÕES  BIC – Bomba de Infusão Continua  COMP – comprimido  EV – endovenosa  Fr/amp – frasco-ampola  g – grama  gts – gotas  h – hora  ID – intradérmica  IM – intramuscular  KCL – Cloreto de Potássio  SF 0,9% - soro fisiológico 0,9%  SG – soro glicosado
  • 22. O QUE SABER PARA CALCULAR E DILUIR MEDICAÇÕES  V – volume  Vit.C – vitamina C  VO – via oral  VR – via retal  HV – hidratação venosa  NaHCO3 – bicarbonato de sódio  Ca+ - cálcio  ACM – A critério médico  Kg – quilograma  SN ou SOS – se necessário  O2 – oxigênio  AVP – acesso venoso periférico