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POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS  Portaria nº 3.916/GM em 30 de outubro de 1998   Prof. Dr. Marcelo Polacow Bisson
Conceituação de Política Decisões de caráter geral que apontam os rumos e as linhas estratégicas de atuação de uma determinada gestão.   Tornar públicas e expressas as intenções do Governo; Permitir o acesso da população em geral e dos formadores de opinião em particular à discussão das propostas de Governo;
Conceituação de Política Orientar o planejamento governamental no detalhamento de programas, projetos e atividades; Funcionar como orientadoras da ação do Governo, reduzindo os efeitos da descontinuidade administrativa e potencializando os recursos disponíveis.
1. INTRODUÇÃO   A Política Nacional de Medicamentos, como parte essencial da Política Nacional de Saúde, constitui um dos elementos fundamentais para a efetiva implementação de ações capazes de promover a melhoria das condições da assistência à saúde da população.
1. INTRODUÇÃO A Lei n.º 8.080/90, em seu artigo 6o, estabelece como campo de atuação do Sistema Único de Saúde - SUS - a "formulação da política de medicamentos (...) de interesse para a saúde (...)".
1. INTRODUÇÃO O seu propósito precípuo é o de garantir a necessária segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos, a promoção do uso racional e o acesso da população àqueles considerados essenciais.
2. JUSTIFICATIVA
JUSTIFICATIVA   O sistema de saúde brasileiro, que engloba estabelecimentos públicos e o setor privado de prestação de serviços, inclui desde unidades de atenção básica até centros hospitalares de alta complexidade.
Atividades desenvolvidas pelo SUS (1996) 2,8 milhões de partos 318 milhões de consultas médicas 12 milhões de internações hospitalares 502 milhões de exames Aplicação de 48 milhões de doses de vacinas.
Acesso a Saúde A despeito do volume de serviços prestados pelo sistema de saúde, ainda há parcelas da população excluídas de algum tipo de atenção.
Características de saúde brasileiras Prevalência de doenças crônico-degenerativas Aumento da morbimortalidade decorrente da violência, especialmente dos homicídios e dos acidentes de trânsito Doenças, tais como a cólera, a dengue, a malária, as doenças sexualmente transmissíveis e a AIDS. Envelhecimento populacional
Características de saúde brasileiras Estas novas demandas geram ações, cujo atendimento requer a constante adequação do sistema de saúde e, certamente, a transformação do modelo de atenção prestada, de modo a conferir prioridade ao caráter preventivo das ações de promoção, proteção e recuperação da saúde.
Características do consumo de medicamentos no Brasil: Elevada demanda por tratamento das doenças crônico-degenerativas, além de novos procedimentos terapêuticos com utilização de medicamentos de alto custo Aumento da demanda daqueles de uso contínuo, como é o caso dos utilizados no tratamento das doenças cardiovasculares, reumáticas e da diabetes.
Características do consumo de medicamentos no Brasil: falta de prioridades na adoção, pelo profissional médico, de produtos padronizados, constantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME). Irregularidade no abastecimento de medicamentos, no nível ambulatorial, o que diminui, em grande parte, a eficácia das ações governamentais no setor saúde.
Características do consumo de medicamentos no Brasil: O processo indutor do uso irracional e desnecessário de medicamentos e o estímulo à automedicação, presentes na sociedade brasileira, são fatores que promovem um aumento na demanda por medicamentos.
Mercado Farmacêutico Brasileiro   É um dos cinco maiores do mundo. Vendas atingem 9,6 bilhões de dólares/ano. Em 1996, esse mercado gerou 47.100 empregos diretos e investimentos globais da ordem de 200 milhões de dólares. O setor é constituído por cerca de 480 empresas, entre produtores de medicamentos, indústrias farmoquímicas e importadores. Há, no País, cerca de 50 mil farmácias, incluindo as hospitalares e as homeopáticas, que comercializam 5.200 produtos, com 9.200 apresentações.
Perfil do consumidor brasileiro  de medicamentos pode ser dividido em três grupos:  O primeiro, formado por aqueles com renda acima de 10 salários mínimos, que corresponde a 15 por cento da população, consome 48% do mercado total e tem uma despesa média anual de 193,40 dólares per capita;
Perfil do consumidor brasileiro  de medicamentos O segundo, apresenta uma renda entre quatro a 10 salários mínimos, que corresponde a 34% da população, consome 36% do mercado e gasta, anualmente, em média, 64,15 dólares per capita;
Perfil do consumidor brasileiro  de medicamentos O terceiro, tem renda de zero a quatro salários mínimos, que representa 51% da população, consome 16% do mercado e tem uma despesa média anual de 18,95 dólares per capita.
3. DIRETRIZES
Diretrizes 3.1 Adoção de relação de medicamentos essenciais   3.2 Regulamentação sanitária de medicamentos   3.4 Promoção do uso racional de medicamentos
Diretrizes 3.3 Reorientação da assistência farmacêutica   na descentralização da gestão;   na promoção do uso racional dos medicamentos;   na otimização e na eficácia do sistema de distribuição no setor público;  iniciativas que possibilitem a redução nos preços dos produtos, viabilizando, inclusive, o acesso da população aos produtos no âmbito do setor privado.
Diretrizes 3.4 Promoção do uso racional de medicamentos, através de: EUM para conhecer o receituário médico/odontológico Programas para melhorar a prescrição (protocolos clínicos) Orientação sobre os riscos da automedicação
Diretrizes 3.5 Desenvolvimento científico e tecnológico   3.6 Promoção da produção de medicamentos   3.7 Garantia da segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos   3.8 Desenvolvimento e capacitação de recursos humanos
4. PRIORIDADES
PRIORIDADES   4.1. Revisão permanente da RENAME   4.2. Assistência farmacêutica
PRIORIDADES 4.3. Promoção do uso racional de medicamentos   através de: 4.3.1. Campanhas educativas 4.3.2. Registro e uso de medicamentos genéricos 4.3.3. Formulário Terapêutico Nacional 4.3.4.Farmacoepidemiologia e farmacovigilância 4.3.5. Recursos humanos
PRIORIDADES 4.4.Organização das atividades de vigilância sanitária de medicamentos   4.4.1. Desenvolvimento e elaboração de procedimentos operacionais sistematizados 4.4.2. Treinamento de pessoal do Sistema de Vigilância Sanitária   4.4.3. Consolidação do sistema de informação em vigilância sanitária
5. RESPONSABILIDADES DAS ESFERAS DE GOVERNO NO ÂMBITO DO SUS
Responsabilidades 5.1. Articulação intersetorial   Ministério da Justiça   Ministérios da área econômica   Ministério da Educação e do Desporto   Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Ciência e Tecnologia e agências internacionais Ministério da Saúde
5.2. Responsabilidades do gestor federal   prestar cooperação técnica e financeira às demais instâncias do SUS no desenvolvimento das atividades relativas à Política Nacional de Medicamentos;   estabelecer normas e promover a assistência farmacêutica nas três esferas de Governo;
Responsabilidades do gestor federal apoiar a organização de consórcios destinados à prestação da assistência farmacêutica ou estimular a inclusão desse tipo de assistência como objeto de consórcios de saúde;
Responsabilidades do gestor federal promover o uso racional de medicamentos junto à população, aos prescritores e aos dispensadores;   incentivar a revisão das tecnologias de formulação farmacêutica;
Responsabilidades do gestor federal promover a dinamização de pesquisas na área farmacêutica, em especial aquelas consideradas estratégicas para a capacitação e o desenvolvimento tecnológico;
Responsabilidades do gestor federal promover a disseminação de experiências e de informações técnico-científicas;   implementar programa específico de capacitação de recursos humanos voltados para o desenvolvimento desta Política;
Responsabilidades do gestor federal coordenar e monitorar os sistemas nacionais básicos para a Política de Medicamentos, de que são exemplos o de Vigilância Sanitária, o de Vigilância Epidemiológica e o de Rede de Laboratórios de Saúde Pública;
Responsabilidades do gestor federal promover a reestruturação da Secretaria de Vigilância Sanitária, dotando-a das condições necessárias ao cumprimento das responsabilidades do gestor federal, especialmente no tocante à garantia da segurança e qualidade dos medicamentos;
Responsabilidades do gestor federal promover a sistematização do arcabouço legal da vigilância sanitária, adequando-o aos princípios e diretrizes do SUS e ao atual momento da descentralização da gestão;
Responsabilidades do gestor federal promover a atualização da legislação de vigilância sanitária;   implementar atividades de controle da qualidade de medicamentos;
Responsabilidades do gestor federal promover a revisão periódica e a atualização contínua da RENAME e a sua divulgação, inclusive via Internet;   promover a elaboração, a divulgação e a utilização do Formulário Terapêutico Nacional;
Responsabilidades do gestor federal promover a atualização permanente da Farmacopéia Brasileira;   acompanhar e divulgar o preço dos medicamentos, em especial daqueles constantes da RENAME;
Responsabilidades do gestor federal destinar recursos para a aquisição de medicamentos, mediante o repasse Fundo-a-Fundo para estados e municípios, definindo, para tanto, critérios básicos para o mesmo;
Responsabilidades do gestor federal criar mecanismos que vinculem a transferência de recursos ao desenvolvimento de um modelo adequado de atenção à saúde;
Responsabilidades do gestor federal promover a revisão, atualização e ajuste diferenciado do grupo de medicamentos incluídos na composição dos custos dos procedimentos relativos à assistência hospitalar e ambulatorial faturados segundo tabela;
Responsabilidades do gestor federal adquirir e distribuir produtos em situações especiais, identificadas por ocasião das programações tendo por base critérios técnicos e administrativos referidos no Capítulo 3, "Diretrizes" , tópico 3.3. deste documento;
Responsabilidades do gestor federal orientar e assessorar os estados e municípios em seus processos de aquisição de medicamentos essenciais, contribuindo para que esta aquisição esteja consoante à realidade epidemiológica e para que seja assegurado o abastecimento de forma oportuna, regular e com menor custo;
Responsabilidades do gestor federal orientar e assessorar os estados e os municípios em seus processos relativos à dispensação de medicamentos.
5.3 Responsabilidades do g estor estadual   coordenar o processo de articulação intersetorial no seu âmbito, tendo em vista a implementação desta Política;   promover a formulação da política estadual de medicamentos;
Responsabilidades do g estor estadual prestar cooperação técnica e financeira aos municípios no desenvolvimento das suas atividades e ações relativas à assistência farmacêutica;   coordenar e executar a assistência farmacêutica no seu âmbito;
Responsabilidades do g estor estadual apoiar a organização de consórcios intermunicipais de saúde destinados à prestação da assistência farmacêutica ou estimular a inclusão desse tipo de assistência como objeto de consórcios de saúde;
Responsabilidades do g estor estadual promover o uso racional de medicamentos junto à população, aos prescritores e aos dispensadores;
Responsabilidades do g estor estadual assegurar a adequada dispensação dos medicamentos, promovendo o treinamento dos recursos humanos e a aplicação das normas pertinentes;
Responsabilidades do g estor estadual participar da promoção de pesquisas na área farmacêutica, em especial aquelas consideradas estratégicas para a capacitação e o desenvolvimento tecnológico, bem como do incentivo à revisão das tecnologias de formulação farmacêuticas;
Responsabilidades do g estor estadual investir no desenvolvimento de recursos humanos para a gestão da assistência farmacêutica;
Responsabilidades do g estor estadual coordenar e monitorar o componente estadual de sistemas nacionais básicos para a Política de Medicamentos, de que são exemplos o de Vigilância Sanitária, o de Vigilância Epidemiológica e o de Rede de Laboratórios de Saúde Pública;   implementar as ações de vigilância sanitária sob a sua responsabilidade;
Responsabilidades do g estor estadual definir a relação estadual de medicamentos, com base na RENAME, e em conformidade com o perfil epidemiológico do estado;
Responsabilidades do g estor estadual definir elenco de medicamentos que serão adquiridos diretamente pelo estado, inclusive os de dispensação em caráter excepcional, tendo por base critérios técnicos e administrativos referidos no Capítulo 3, "Diretrizes" , tópico 3.3. deste documento e destinando orçamento adequado à sua aquisição;
Responsabilidades do g estor estadual utilizar, prioritariamente, a capacidade instalada dos laboratórios oficiais para o suprimento das necessidades de medicamentos do estado;   investir em infra-estrutura das centrais farmacêuticas, visando garantir a qualidade dos produtos até a sua distribuição;   receber, armazenar e distribuir adequadamente os medicamentos sob sua guarda;
Responsabilidades do g estor estadual orientar e assessorar os municípios em seus processos de aquisição de medicamentos essenciais, contribuindo para que esta aquisição esteja consoante à realidade epidemiológica e para que seja assegurado o abastecimento de forma oportuna, regular e com menor custo;
Responsabilidades do g estor estadual coordenar o processo de aquisição de medicamentos pelos municípios, visando assegurar o contido no item anterior e, prioritariamente, que seja utilizada a capacidade instalada dos laboratórios oficiais.
5.4 Responsabilidades do g estor municipal coordenar e executar a assistência farmacêutica no seu respectivo âmbito;   associar-se a outros municípios, por intermédio da organização de consórcios, tendo em vista a execução da assistência farmacêutica;   promover o uso racional de medicamentos junto à população, aos prescritores e aos dispensadores;
Responsabilidades do g estor municipal treinar e capacitar os recursos humanos para o cumprimento das responsabilidades do município no que se refere a esta Política;
Responsabilidades do g estor municipal coordenar e monitorar o componente municipal de sistemas nacionais básicos para a Política de Medicamentos, de que são exemplos o de Vigilância Sanitária, o de Vigilância Epidemiológica e o de Rede de Laboratórios de Saúde Pública;
Responsabilidades do g estor municipal implementar as ações de vigilância sanitária sob sua responsabilidade;   assegurar a dispensação adequada dos medicamentos;   definir a relação municipal de medicamentos essenciais, com base na RENAME, a partir das necessidades decorrentes do perfil nosológico da população;
Responsabilidades do g estor municipal assegurar o suprimento dos medicamentos destinados à atenção básica à saúde de sua população, integrando sua programação à do estado, visando garantir o abastecimento de forma permanente e oportuna;
Responsabilidades do g estor municipal adquirir, além dos produtos destinados à atenção básica, outros medicamentos essenciais que estejam definidos no Plano Municipal de Saúde como responsabilidade concorrente do município;
Responsabilidades do g estor municipal utilizar, prioritariamente, a capacidade dos laboratórios oficiais para o suprimento das necessidades de medicamentos do município;
Responsabilidades do g estor municipal investir na infra-estrutura de centrais farmacêuticas e das farmácias dos serviços de saúde, visando assegurar a qualidade dos medicamentos;   receber, armazenar e distribuir adequadamente os medicamentos sob sua guarda.
6. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO
Avaliação Será realizada mediante metodologias e indicadores definidos em projeto específico, a ser formulado pela Secretaria de Políticas de Saúde
FIM

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Política Nacional de Medicamentos Portaria 3916 De 1998

  • 1. POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS Portaria nº 3.916/GM em 30 de outubro de 1998 Prof. Dr. Marcelo Polacow Bisson
  • 2. Conceituação de Política Decisões de caráter geral que apontam os rumos e as linhas estratégicas de atuação de uma determinada gestão. Tornar públicas e expressas as intenções do Governo; Permitir o acesso da população em geral e dos formadores de opinião em particular à discussão das propostas de Governo;
  • 3. Conceituação de Política Orientar o planejamento governamental no detalhamento de programas, projetos e atividades; Funcionar como orientadoras da ação do Governo, reduzindo os efeitos da descontinuidade administrativa e potencializando os recursos disponíveis.
  • 4. 1. INTRODUÇÃO A Política Nacional de Medicamentos, como parte essencial da Política Nacional de Saúde, constitui um dos elementos fundamentais para a efetiva implementação de ações capazes de promover a melhoria das condições da assistência à saúde da população.
  • 5. 1. INTRODUÇÃO A Lei n.º 8.080/90, em seu artigo 6o, estabelece como campo de atuação do Sistema Único de Saúde - SUS - a "formulação da política de medicamentos (...) de interesse para a saúde (...)".
  • 6. 1. INTRODUÇÃO O seu propósito precípuo é o de garantir a necessária segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos, a promoção do uso racional e o acesso da população àqueles considerados essenciais.
  • 8. JUSTIFICATIVA O sistema de saúde brasileiro, que engloba estabelecimentos públicos e o setor privado de prestação de serviços, inclui desde unidades de atenção básica até centros hospitalares de alta complexidade.
  • 9. Atividades desenvolvidas pelo SUS (1996) 2,8 milhões de partos 318 milhões de consultas médicas 12 milhões de internações hospitalares 502 milhões de exames Aplicação de 48 milhões de doses de vacinas.
  • 10. Acesso a Saúde A despeito do volume de serviços prestados pelo sistema de saúde, ainda há parcelas da população excluídas de algum tipo de atenção.
  • 11. Características de saúde brasileiras Prevalência de doenças crônico-degenerativas Aumento da morbimortalidade decorrente da violência, especialmente dos homicídios e dos acidentes de trânsito Doenças, tais como a cólera, a dengue, a malária, as doenças sexualmente transmissíveis e a AIDS. Envelhecimento populacional
  • 12. Características de saúde brasileiras Estas novas demandas geram ações, cujo atendimento requer a constante adequação do sistema de saúde e, certamente, a transformação do modelo de atenção prestada, de modo a conferir prioridade ao caráter preventivo das ações de promoção, proteção e recuperação da saúde.
  • 13. Características do consumo de medicamentos no Brasil: Elevada demanda por tratamento das doenças crônico-degenerativas, além de novos procedimentos terapêuticos com utilização de medicamentos de alto custo Aumento da demanda daqueles de uso contínuo, como é o caso dos utilizados no tratamento das doenças cardiovasculares, reumáticas e da diabetes.
  • 14. Características do consumo de medicamentos no Brasil: falta de prioridades na adoção, pelo profissional médico, de produtos padronizados, constantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME). Irregularidade no abastecimento de medicamentos, no nível ambulatorial, o que diminui, em grande parte, a eficácia das ações governamentais no setor saúde.
  • 15. Características do consumo de medicamentos no Brasil: O processo indutor do uso irracional e desnecessário de medicamentos e o estímulo à automedicação, presentes na sociedade brasileira, são fatores que promovem um aumento na demanda por medicamentos.
  • 16. Mercado Farmacêutico Brasileiro É um dos cinco maiores do mundo. Vendas atingem 9,6 bilhões de dólares/ano. Em 1996, esse mercado gerou 47.100 empregos diretos e investimentos globais da ordem de 200 milhões de dólares. O setor é constituído por cerca de 480 empresas, entre produtores de medicamentos, indústrias farmoquímicas e importadores. Há, no País, cerca de 50 mil farmácias, incluindo as hospitalares e as homeopáticas, que comercializam 5.200 produtos, com 9.200 apresentações.
  • 17. Perfil do consumidor brasileiro de medicamentos pode ser dividido em três grupos: O primeiro, formado por aqueles com renda acima de 10 salários mínimos, que corresponde a 15 por cento da população, consome 48% do mercado total e tem uma despesa média anual de 193,40 dólares per capita;
  • 18. Perfil do consumidor brasileiro de medicamentos O segundo, apresenta uma renda entre quatro a 10 salários mínimos, que corresponde a 34% da população, consome 36% do mercado e gasta, anualmente, em média, 64,15 dólares per capita;
  • 19. Perfil do consumidor brasileiro de medicamentos O terceiro, tem renda de zero a quatro salários mínimos, que representa 51% da população, consome 16% do mercado e tem uma despesa média anual de 18,95 dólares per capita.
  • 21. Diretrizes 3.1 Adoção de relação de medicamentos essenciais 3.2 Regulamentação sanitária de medicamentos 3.4 Promoção do uso racional de medicamentos
  • 22. Diretrizes 3.3 Reorientação da assistência farmacêutica na descentralização da gestão; na promoção do uso racional dos medicamentos; na otimização e na eficácia do sistema de distribuição no setor público; iniciativas que possibilitem a redução nos preços dos produtos, viabilizando, inclusive, o acesso da população aos produtos no âmbito do setor privado.
  • 23. Diretrizes 3.4 Promoção do uso racional de medicamentos, através de: EUM para conhecer o receituário médico/odontológico Programas para melhorar a prescrição (protocolos clínicos) Orientação sobre os riscos da automedicação
  • 24. Diretrizes 3.5 Desenvolvimento científico e tecnológico 3.6 Promoção da produção de medicamentos 3.7 Garantia da segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos 3.8 Desenvolvimento e capacitação de recursos humanos
  • 26. PRIORIDADES 4.1. Revisão permanente da RENAME 4.2. Assistência farmacêutica
  • 27. PRIORIDADES 4.3. Promoção do uso racional de medicamentos através de: 4.3.1. Campanhas educativas 4.3.2. Registro e uso de medicamentos genéricos 4.3.3. Formulário Terapêutico Nacional 4.3.4.Farmacoepidemiologia e farmacovigilância 4.3.5. Recursos humanos
  • 28. PRIORIDADES 4.4.Organização das atividades de vigilância sanitária de medicamentos 4.4.1. Desenvolvimento e elaboração de procedimentos operacionais sistematizados 4.4.2. Treinamento de pessoal do Sistema de Vigilância Sanitária 4.4.3. Consolidação do sistema de informação em vigilância sanitária
  • 29. 5. RESPONSABILIDADES DAS ESFERAS DE GOVERNO NO ÂMBITO DO SUS
  • 30. Responsabilidades 5.1. Articulação intersetorial Ministério da Justiça Ministérios da área econômica Ministério da Educação e do Desporto Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Ciência e Tecnologia e agências internacionais Ministério da Saúde
  • 31. 5.2. Responsabilidades do gestor federal prestar cooperação técnica e financeira às demais instâncias do SUS no desenvolvimento das atividades relativas à Política Nacional de Medicamentos; estabelecer normas e promover a assistência farmacêutica nas três esferas de Governo;
  • 32. Responsabilidades do gestor federal apoiar a organização de consórcios destinados à prestação da assistência farmacêutica ou estimular a inclusão desse tipo de assistência como objeto de consórcios de saúde;
  • 33. Responsabilidades do gestor federal promover o uso racional de medicamentos junto à população, aos prescritores e aos dispensadores; incentivar a revisão das tecnologias de formulação farmacêutica;
  • 34. Responsabilidades do gestor federal promover a dinamização de pesquisas na área farmacêutica, em especial aquelas consideradas estratégicas para a capacitação e o desenvolvimento tecnológico;
  • 35. Responsabilidades do gestor federal promover a disseminação de experiências e de informações técnico-científicas; implementar programa específico de capacitação de recursos humanos voltados para o desenvolvimento desta Política;
  • 36. Responsabilidades do gestor federal coordenar e monitorar os sistemas nacionais básicos para a Política de Medicamentos, de que são exemplos o de Vigilância Sanitária, o de Vigilância Epidemiológica e o de Rede de Laboratórios de Saúde Pública;
  • 37. Responsabilidades do gestor federal promover a reestruturação da Secretaria de Vigilância Sanitária, dotando-a das condições necessárias ao cumprimento das responsabilidades do gestor federal, especialmente no tocante à garantia da segurança e qualidade dos medicamentos;
  • 38. Responsabilidades do gestor federal promover a sistematização do arcabouço legal da vigilância sanitária, adequando-o aos princípios e diretrizes do SUS e ao atual momento da descentralização da gestão;
  • 39. Responsabilidades do gestor federal promover a atualização da legislação de vigilância sanitária; implementar atividades de controle da qualidade de medicamentos;
  • 40. Responsabilidades do gestor federal promover a revisão periódica e a atualização contínua da RENAME e a sua divulgação, inclusive via Internet; promover a elaboração, a divulgação e a utilização do Formulário Terapêutico Nacional;
  • 41. Responsabilidades do gestor federal promover a atualização permanente da Farmacopéia Brasileira; acompanhar e divulgar o preço dos medicamentos, em especial daqueles constantes da RENAME;
  • 42. Responsabilidades do gestor federal destinar recursos para a aquisição de medicamentos, mediante o repasse Fundo-a-Fundo para estados e municípios, definindo, para tanto, critérios básicos para o mesmo;
  • 43. Responsabilidades do gestor federal criar mecanismos que vinculem a transferência de recursos ao desenvolvimento de um modelo adequado de atenção à saúde;
  • 44. Responsabilidades do gestor federal promover a revisão, atualização e ajuste diferenciado do grupo de medicamentos incluídos na composição dos custos dos procedimentos relativos à assistência hospitalar e ambulatorial faturados segundo tabela;
  • 45. Responsabilidades do gestor federal adquirir e distribuir produtos em situações especiais, identificadas por ocasião das programações tendo por base critérios técnicos e administrativos referidos no Capítulo 3, "Diretrizes" , tópico 3.3. deste documento;
  • 46. Responsabilidades do gestor federal orientar e assessorar os estados e municípios em seus processos de aquisição de medicamentos essenciais, contribuindo para que esta aquisição esteja consoante à realidade epidemiológica e para que seja assegurado o abastecimento de forma oportuna, regular e com menor custo;
  • 47. Responsabilidades do gestor federal orientar e assessorar os estados e os municípios em seus processos relativos à dispensação de medicamentos.
  • 48. 5.3 Responsabilidades do g estor estadual coordenar o processo de articulação intersetorial no seu âmbito, tendo em vista a implementação desta Política; promover a formulação da política estadual de medicamentos;
  • 49. Responsabilidades do g estor estadual prestar cooperação técnica e financeira aos municípios no desenvolvimento das suas atividades e ações relativas à assistência farmacêutica; coordenar e executar a assistência farmacêutica no seu âmbito;
  • 50. Responsabilidades do g estor estadual apoiar a organização de consórcios intermunicipais de saúde destinados à prestação da assistência farmacêutica ou estimular a inclusão desse tipo de assistência como objeto de consórcios de saúde;
  • 51. Responsabilidades do g estor estadual promover o uso racional de medicamentos junto à população, aos prescritores e aos dispensadores;
  • 52. Responsabilidades do g estor estadual assegurar a adequada dispensação dos medicamentos, promovendo o treinamento dos recursos humanos e a aplicação das normas pertinentes;
  • 53. Responsabilidades do g estor estadual participar da promoção de pesquisas na área farmacêutica, em especial aquelas consideradas estratégicas para a capacitação e o desenvolvimento tecnológico, bem como do incentivo à revisão das tecnologias de formulação farmacêuticas;
  • 54. Responsabilidades do g estor estadual investir no desenvolvimento de recursos humanos para a gestão da assistência farmacêutica;
  • 55. Responsabilidades do g estor estadual coordenar e monitorar o componente estadual de sistemas nacionais básicos para a Política de Medicamentos, de que são exemplos o de Vigilância Sanitária, o de Vigilância Epidemiológica e o de Rede de Laboratórios de Saúde Pública; implementar as ações de vigilância sanitária sob a sua responsabilidade;
  • 56. Responsabilidades do g estor estadual definir a relação estadual de medicamentos, com base na RENAME, e em conformidade com o perfil epidemiológico do estado;
  • 57. Responsabilidades do g estor estadual definir elenco de medicamentos que serão adquiridos diretamente pelo estado, inclusive os de dispensação em caráter excepcional, tendo por base critérios técnicos e administrativos referidos no Capítulo 3, "Diretrizes" , tópico 3.3. deste documento e destinando orçamento adequado à sua aquisição;
  • 58. Responsabilidades do g estor estadual utilizar, prioritariamente, a capacidade instalada dos laboratórios oficiais para o suprimento das necessidades de medicamentos do estado; investir em infra-estrutura das centrais farmacêuticas, visando garantir a qualidade dos produtos até a sua distribuição; receber, armazenar e distribuir adequadamente os medicamentos sob sua guarda;
  • 59. Responsabilidades do g estor estadual orientar e assessorar os municípios em seus processos de aquisição de medicamentos essenciais, contribuindo para que esta aquisição esteja consoante à realidade epidemiológica e para que seja assegurado o abastecimento de forma oportuna, regular e com menor custo;
  • 60. Responsabilidades do g estor estadual coordenar o processo de aquisição de medicamentos pelos municípios, visando assegurar o contido no item anterior e, prioritariamente, que seja utilizada a capacidade instalada dos laboratórios oficiais.
  • 61. 5.4 Responsabilidades do g estor municipal coordenar e executar a assistência farmacêutica no seu respectivo âmbito; associar-se a outros municípios, por intermédio da organização de consórcios, tendo em vista a execução da assistência farmacêutica; promover o uso racional de medicamentos junto à população, aos prescritores e aos dispensadores;
  • 62. Responsabilidades do g estor municipal treinar e capacitar os recursos humanos para o cumprimento das responsabilidades do município no que se refere a esta Política;
  • 63. Responsabilidades do g estor municipal coordenar e monitorar o componente municipal de sistemas nacionais básicos para a Política de Medicamentos, de que são exemplos o de Vigilância Sanitária, o de Vigilância Epidemiológica e o de Rede de Laboratórios de Saúde Pública;
  • 64. Responsabilidades do g estor municipal implementar as ações de vigilância sanitária sob sua responsabilidade; assegurar a dispensação adequada dos medicamentos; definir a relação municipal de medicamentos essenciais, com base na RENAME, a partir das necessidades decorrentes do perfil nosológico da população;
  • 65. Responsabilidades do g estor municipal assegurar o suprimento dos medicamentos destinados à atenção básica à saúde de sua população, integrando sua programação à do estado, visando garantir o abastecimento de forma permanente e oportuna;
  • 66. Responsabilidades do g estor municipal adquirir, além dos produtos destinados à atenção básica, outros medicamentos essenciais que estejam definidos no Plano Municipal de Saúde como responsabilidade concorrente do município;
  • 67. Responsabilidades do g estor municipal utilizar, prioritariamente, a capacidade dos laboratórios oficiais para o suprimento das necessidades de medicamentos do município;
  • 68. Responsabilidades do g estor municipal investir na infra-estrutura de centrais farmacêuticas e das farmácias dos serviços de saúde, visando assegurar a qualidade dos medicamentos; receber, armazenar e distribuir adequadamente os medicamentos sob sua guarda.
  • 69. 6. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO
  • 70. Avaliação Será realizada mediante metodologias e indicadores definidos em projeto específico, a ser formulado pela Secretaria de Políticas de Saúde
  • 71. FIM