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CENTRO UNIVERSITÁRIO JORGE AMADO - UNIJORGE
Bacharelado em Enfermagem – 8º Semestre
Saúde Coletiva II
Docente: LUIS ANDRE SOUZA FERREIRA
Discente: Genivaldo Ícaro Araújo
Novembro 2016
Salvador/BA
CONCEITO
FEBRE
AMARELA
A febre amarela é uma doença infecciosa causada
por um flavivírus, é geralmente adquirida quando uma
pessoa não vacinada entra em áreas de transmissão
silvestre (regiões de cerrado, florestas). Uma pessoa não
transmite febre amarela diretamente para outra. Para que
isto ocorra, é necessário que o mosquito pique uma
pessoa infectada e, após o vírus ter se multiplicado, pique
um indivíduo que ainda não teve a doença e não tenha
sido vacinado.
SINTOMAS
FEBRE
AMARELA
Quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas
ou os mesmos são muito fracos.
• Febre alta
• Calafrios
• Cansaço
• Dor de cabeça
• Fadiga
• Dor muscular
• Náuseas
• Vômitos
A forma mais grave da doença é rara e
costuma aparecer após um breve período
de bem-estar (até dois dias), quando
podem ocorrer insuficiências hepática e
renal, icterícia, manifestações
hemorrágicas e cansaço intenso.
DADOS
EPIDEMIOLÓGICOS
FEBRE
AMARELA
• Está presente em 3600 municípios brasileiros.
• No Brasil, os casos vêm diminuindo desde 2003, contudo, em
2008, houve um aumento sensível de casos no início do ano.
• Segundo o ministério da saúde brasileiro, entre 1990 e 2010
ocorreram cerca de trinta casos por ano (total: 587) com cerca
de treze por ano terminando em morte (total:259).
• Entre julho/2014 e setembro/2016, foram confirmados 13
casos humanos (Goiás [8], Pará [2], Mato Grosso do Sul [1],
São Paulo [1], Amazonas [1])
Números da Doença
DADOS
EPIDEMIOLÓGICOS
FEBRE
AMARELA
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• O sangue dos doentes é infectante 24 a 48 horas antes do
aparecimento dos sintomas até 3 a 5 dias após, tempo que
corresponde ao período de viremia. No mosquito Aedes
aegypti, o período de incubação é de 3 a 6 dias.
Período de Incubação
DADOS
EPIDEMIOLÓGICOS
FEBRE
AMARELA
• A febre amarela silvestre é transmitida ao homem pela picada
de fêmeas de mosquitos do gênero Haemagogus infectadas
ao sugar primatas, que são os hospedeiros bem como
amplificadores e disseminadores do vírus nas florestas. Se o
homem for picado quando entrar nessas áreas, torna-se
infectado. Na febre amarela urbana das Américas, o vírus é
transmitido de um homem a outro pela picada de fêmeas
infectadas de Aedes Aegypti.
Transmissibilidade
DADOS
EPIDEMIOLÓGICOS
FEBRE
AMARELA
Transmissibilidade
DIAGNÓSTICO
FEBRE
AMARELA
• Os sintomas iniciais da febre amarela, dengue,
malária e leptospirose são os mesmos.
Portanto, é necessário a realização de exames
laboratoriais para a diferenciação. A
confirmação do diagnóstico de febre amarela
não exclui a possibilidade de malária. Da
mesma forma que a febre amarela, a dengue e
a malária também podem se tornar graves
quando o indivíduo aparenta melhora.
• O diagnóstico é PCR, inoculação de soro sanguíneo em culturas
celulares; ou pela sorologia.
CUIDADOS
DE ENFERMAGEM
FEBRE
AMARELA
• É apenas sintomático e requer cuidados na assistência ao
paciente que, sob hospitalização, deve permanecer em
repouso com reposição de líquidos e das perdas sanguíneas,
quando indicado.
• A hemodiálise poderá ser necessária caso haja insuficiência
renal.
• Os medicamentos como o ácido acetilsalicílico (aspirina) são
desaconselhados, porque aumentam o risco de hemorragias,
já que têm atividade anti-agregante plaquetária
AÇÕES DE
Promoção e Prevenção
FEBRE
AMARELA
• A vacina contra a febre amarela (17DD) é
elaborada com o vírus vivo atenuado, sendo
produzida inclusive no Brasil (Rio de Janeiro).
É aplicada por via subcutânea na região
deltoidea (braço). Em 95% das pessoas o
efeito protetor (imunidade) ocorre uma
semana após a aplicação e confere imunidade
por, pelo menos, 10 anos (provavelmente por
toda a vida). Está incluída nos Calendários de
Vacinação e pode ser utilizada a partir dos 9
meses de idade.
Vacinação
CARTÃO
DO VIAJANTE
FEBRE
AMARELA
• O que é Certificado Internacional
de Vacinação ou Profilaxia (CIVP)?
É um documento que comprova a
vacinação contra a febre amarela
e/ou outras doenças. A possibilidade
de exigência do CIVP é prevista no
Regulamento Sanitário Internacional
AÇÕES DE
Promoção e Prevenção
FEBRE
AMARELA
• Medidas de Controle do Vetor: em relação ao Aedes aegypti
são recomendadas: · Medidas de controle mecânico: são
aquelas direcionadas aos recipientes com a eliminação
daqueles que podem ser dispensados, evitando-se com isto a
manutenção de criadouros favoráveis à proliferação do Aedes;
• Medidas de controle químico: são aquelas dirigidas
especificamente contra o vetor, através do uso de larvicidas
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Medidas de Controle
AÇÕES DE
Promoção e Prevenção
FEBRE
AMARELA
• Medidas de Controle do Paciente: isolamento: nenhum. Em
áreas infestadas com Aedes, deve ser evitado o acesso de
mosquitos ao paciente durante os primeiros dias de infecção.
• Medidas em Caso de Epidemias: vacinação em massa,
aplicação de larvicidas e nebulização espacial, quando
indicado.
Medidas de Controle
REFERÊNCIAS
FEBRE
AMARELA
• MINISTÉRIO DA SAÚDE. Febre Amarela. Situação Epidemiológica
no Brasil. Disponível em <https://goo.gl/FR7mkI> Acessado em
Novembro 2016.
• CIVES Centro de Informação em Saúde do Viajante. Febre amarela:
áreas de risco no Brasil. Disponível em <https://goo.gl/wfnKDy>
Acessado em Novembro 2016.
• Fundação Oswaldo Cruz. Febre amarela: sintomas, transmissão e
prevenção. Disponível em <https://goo.gl/wfnKDy> Acessado em
Novembro 2016.
• ANIVSA Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Orientações a
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Febre Amarela: Sintomas, Transmissão e Prevenção

  • 1.
  • 2. CENTRO UNIVERSITÁRIO JORGE AMADO - UNIJORGE Bacharelado em Enfermagem – 8º Semestre Saúde Coletiva II Docente: LUIS ANDRE SOUZA FERREIRA Discente: Genivaldo Ícaro Araújo Novembro 2016 Salvador/BA
  • 3. CONCEITO FEBRE AMARELA A febre amarela é uma doença infecciosa causada por um flavivírus, é geralmente adquirida quando uma pessoa não vacinada entra em áreas de transmissão silvestre (regiões de cerrado, florestas). Uma pessoa não transmite febre amarela diretamente para outra. Para que isto ocorra, é necessário que o mosquito pique uma pessoa infectada e, após o vírus ter se multiplicado, pique um indivíduo que ainda não teve a doença e não tenha sido vacinado.
  • 4. SINTOMAS FEBRE AMARELA Quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos são muito fracos. • Febre alta • Calafrios • Cansaço • Dor de cabeça • Fadiga • Dor muscular • Náuseas • Vômitos A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia, manifestações hemorrágicas e cansaço intenso.
  • 5. DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FEBRE AMARELA • Está presente em 3600 municípios brasileiros. • No Brasil, os casos vêm diminuindo desde 2003, contudo, em 2008, houve um aumento sensível de casos no início do ano. • Segundo o ministério da saúde brasileiro, entre 1990 e 2010 ocorreram cerca de trinta casos por ano (total: 587) com cerca de treze por ano terminando em morte (total:259). • Entre julho/2014 e setembro/2016, foram confirmados 13 casos humanos (Goiás [8], Pará [2], Mato Grosso do Sul [1], São Paulo [1], Amazonas [1]) Números da Doença
  • 8. DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FEBRE AMARELA • O sangue dos doentes é infectante 24 a 48 horas antes do aparecimento dos sintomas até 3 a 5 dias após, tempo que corresponde ao período de viremia. No mosquito Aedes aegypti, o período de incubação é de 3 a 6 dias. Período de Incubação
  • 9. DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FEBRE AMARELA • A febre amarela silvestre é transmitida ao homem pela picada de fêmeas de mosquitos do gênero Haemagogus infectadas ao sugar primatas, que são os hospedeiros bem como amplificadores e disseminadores do vírus nas florestas. Se o homem for picado quando entrar nessas áreas, torna-se infectado. Na febre amarela urbana das Américas, o vírus é transmitido de um homem a outro pela picada de fêmeas infectadas de Aedes Aegypti. Transmissibilidade
  • 11. DIAGNÓSTICO FEBRE AMARELA • Os sintomas iniciais da febre amarela, dengue, malária e leptospirose são os mesmos. Portanto, é necessário a realização de exames laboratoriais para a diferenciação. A confirmação do diagnóstico de febre amarela não exclui a possibilidade de malária. Da mesma forma que a febre amarela, a dengue e a malária também podem se tornar graves quando o indivíduo aparenta melhora. • O diagnóstico é PCR, inoculação de soro sanguíneo em culturas celulares; ou pela sorologia.
  • 12. CUIDADOS DE ENFERMAGEM FEBRE AMARELA • É apenas sintomático e requer cuidados na assistência ao paciente que, sob hospitalização, deve permanecer em repouso com reposição de líquidos e das perdas sanguíneas, quando indicado. • A hemodiálise poderá ser necessária caso haja insuficiência renal. • Os medicamentos como o ácido acetilsalicílico (aspirina) são desaconselhados, porque aumentam o risco de hemorragias, já que têm atividade anti-agregante plaquetária
  • 13. AÇÕES DE Promoção e Prevenção FEBRE AMARELA • A vacina contra a febre amarela (17DD) é elaborada com o vírus vivo atenuado, sendo produzida inclusive no Brasil (Rio de Janeiro). É aplicada por via subcutânea na região deltoidea (braço). Em 95% das pessoas o efeito protetor (imunidade) ocorre uma semana após a aplicação e confere imunidade por, pelo menos, 10 anos (provavelmente por toda a vida). Está incluída nos Calendários de Vacinação e pode ser utilizada a partir dos 9 meses de idade. Vacinação
  • 14. CARTÃO DO VIAJANTE FEBRE AMARELA • O que é Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP)? É um documento que comprova a vacinação contra a febre amarela e/ou outras doenças. A possibilidade de exigência do CIVP é prevista no Regulamento Sanitário Internacional
  • 15. AÇÕES DE Promoção e Prevenção FEBRE AMARELA • Medidas de Controle do Vetor: em relação ao Aedes aegypti são recomendadas: · Medidas de controle mecânico: são aquelas direcionadas aos recipientes com a eliminação daqueles que podem ser dispensados, evitando-se com isto a manutenção de criadouros favoráveis à proliferação do Aedes; • Medidas de controle químico: são aquelas dirigidas especificamente contra o vetor, através do uso de larvicidas e/ou adulticidas; Medidas de Controle
  • 16. AÇÕES DE Promoção e Prevenção FEBRE AMARELA • Medidas de Controle do Paciente: isolamento: nenhum. Em áreas infestadas com Aedes, deve ser evitado o acesso de mosquitos ao paciente durante os primeiros dias de infecção. • Medidas em Caso de Epidemias: vacinação em massa, aplicação de larvicidas e nebulização espacial, quando indicado. Medidas de Controle
  • 17.
  • 18. REFERÊNCIAS FEBRE AMARELA • MINISTÉRIO DA SAÚDE. Febre Amarela. Situação Epidemiológica no Brasil. Disponível em <https://goo.gl/FR7mkI> Acessado em Novembro 2016. • CIVES Centro de Informação em Saúde do Viajante. Febre amarela: áreas de risco no Brasil. Disponível em <https://goo.gl/wfnKDy> Acessado em Novembro 2016. • Fundação Oswaldo Cruz. Febre amarela: sintomas, transmissão e prevenção. Disponível em <https://goo.gl/wfnKDy> Acessado em Novembro 2016. • ANIVSA Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Orientações a Viajantes. Disponível em <https://goo.gl/NKIMD> Acessado em Novembro 2016.