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 conceito
 É uma zoonose transmitida ao homem pelo vírus
rábico presente na saliva do animal infectado,
ataca o sistema nervoso central causando uma
encefalite aguda e mortal.
 É um grande problema de saúde publica
 AGENTE ETIOLÓGICO
 Vírus do gênero Lyssavirus, família Rhabdoviriade
 Acomete os mamíferos em geral
 Vírus RNA envelopado
 Vírus sensíveis a:
- Solventes de Lípideos
- Etanol 40-70%
- Luz ultravioleta
- Preparados iodados
 EPIDEMIOLOGIA
CICLOS EPIDEMIOLÓGICOS
 Aéreos: Morcegos
 Urbanos: Cães e gatos
 Rural: Herbívoros
 Silvestre: Raposa e macacos
Figura 1. Óbitos por raiva humana,
segundo o animal agressor. Instituto
Pasteur, 1970-2002.
Fonte: Instituto Pasteur
 Vias de Transmissão
o Meio mais comum: Pelo depósito de saliva e
secreções do animal infectado através da
mordedura, lambedura e arranhadura.
o Casos raros:
- Via respiratória
- Transplante de Córnea
- Transplante de Órgãos
- Zoofilia
Figura 5. Óbitos por raiva humana, segundo o
tipo de agressão. Instituto Pasteur, 1970-2002.
 Aspectos Epidemiológicos
• Europa e Japão encontram-se livres do ciclo
urbano.
• Estados Unidos e Canadá: Ciclo Silvestre
• Países em desenvolvimento: Ciclo Urbano
• Estima-se que entre 45.000 a 60.000 pessoas
morram pela doença a cada ano.
Número de casos da raiva no brasil ,por espécie agressora
 No Brasil:
- Doença endêmica
- Registro de 1449 casos de 1980 a 2010:
Nordeste 54%
Norte 19%
Sudeste 16,5%
Centro-Oeste 10%
Sul 0,5%
Obs:
 O vírus chega ao Sistema Nervoso Central (SNC) pelos
nervos periféricos.
 O vírus permanece certo tempo no local da mordedura
(onde se multiplica) antes de caminhar ao SNC
Esta é a chance de tratamento
 Depois de chegar ao SNC, ele se espalha ao restante do
Sistema Nervoso (SN) e às glândulas salivares, no SN
ele causa inflamação inicial do tecido nervoso que evolui
pra morte celular.
SINDROMES CLÍNICOS
 Fase Padrômica: (Sinais Inespecíficos)
• Duração: 2 a 10 dias
• Febre moderada, cefaléia, tontura, sensação de mal
estar geral, Náuseas, anorexia
• Dor na garganta, disfagia, rouquidão => Pela dor e
dificuldade em deglutir o paciente se torna ansioso e
com sede, iniciando o quadro de desidratação, no
entanto recusa-se a engolir sua própria saliva que
fica sobrando e babando na boca, assim
desidratando ainda mais.
 Fase Neurológica aguda: (Sinais Neurológicos)
• Duração: 2 a 7 dias
• Ansiedade, nervosismo, insônia, agressividade,
depressão
• Fobias: Hidrofobia, aerofobia, Fotofobia
• Hiperventilação, hipersensibilização
• Espasmos faríngeos, convulções, delírio,
alucinações
Paciente agressivo
 Coma
• Duração: Pode ser bastante dilatada com coma
induzido
• Parada cardíaca, hipotensão, hipoventilação,
infecções secundárias.
 Óbito
CONTROLE E PREVENÇÃO
 Controle
 Urbana:
- vacinação anual de animais domésticos
- Evitar cães soltos nas ruas
 Selvagens: - Mais difícil
Obs: Na Europa Vacinas em iscas para animais
selvagens.
 Prevenção
Pré-exposição Vacinação
 Profilaxia pós- exposição Desinfecção local
Vacina
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 TRATAMENTO
 Não existe tratamento para casos com
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soroterapia específica e vacinação.

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Raiva.

  • 1.
  • 2.  conceito  É uma zoonose transmitida ao homem pelo vírus rábico presente na saliva do animal infectado, ataca o sistema nervoso central causando uma encefalite aguda e mortal.  É um grande problema de saúde publica
  • 3.  AGENTE ETIOLÓGICO  Vírus do gênero Lyssavirus, família Rhabdoviriade  Acomete os mamíferos em geral  Vírus RNA envelopado  Vírus sensíveis a: - Solventes de Lípideos - Etanol 40-70% - Luz ultravioleta - Preparados iodados
  • 4.  EPIDEMIOLOGIA CICLOS EPIDEMIOLÓGICOS  Aéreos: Morcegos  Urbanos: Cães e gatos  Rural: Herbívoros  Silvestre: Raposa e macacos Figura 1. Óbitos por raiva humana, segundo o animal agressor. Instituto Pasteur, 1970-2002.
  • 6.  Vias de Transmissão o Meio mais comum: Pelo depósito de saliva e secreções do animal infectado através da mordedura, lambedura e arranhadura. o Casos raros: - Via respiratória - Transplante de Córnea - Transplante de Órgãos - Zoofilia Figura 5. Óbitos por raiva humana, segundo o tipo de agressão. Instituto Pasteur, 1970-2002.
  • 7.
  • 8.  Aspectos Epidemiológicos • Europa e Japão encontram-se livres do ciclo urbano. • Estados Unidos e Canadá: Ciclo Silvestre • Países em desenvolvimento: Ciclo Urbano • Estima-se que entre 45.000 a 60.000 pessoas morram pela doença a cada ano.
  • 9. Número de casos da raiva no brasil ,por espécie agressora
  • 10.  No Brasil: - Doença endêmica - Registro de 1449 casos de 1980 a 2010: Nordeste 54% Norte 19% Sudeste 16,5% Centro-Oeste 10% Sul 0,5%
  • 11. Obs:  O vírus chega ao Sistema Nervoso Central (SNC) pelos nervos periféricos.  O vírus permanece certo tempo no local da mordedura (onde se multiplica) antes de caminhar ao SNC Esta é a chance de tratamento  Depois de chegar ao SNC, ele se espalha ao restante do Sistema Nervoso (SN) e às glândulas salivares, no SN ele causa inflamação inicial do tecido nervoso que evolui pra morte celular.
  • 12. SINDROMES CLÍNICOS  Fase Padrômica: (Sinais Inespecíficos) • Duração: 2 a 10 dias • Febre moderada, cefaléia, tontura, sensação de mal estar geral, Náuseas, anorexia • Dor na garganta, disfagia, rouquidão => Pela dor e dificuldade em deglutir o paciente se torna ansioso e com sede, iniciando o quadro de desidratação, no entanto recusa-se a engolir sua própria saliva que fica sobrando e babando na boca, assim desidratando ainda mais.
  • 13.  Fase Neurológica aguda: (Sinais Neurológicos) • Duração: 2 a 7 dias • Ansiedade, nervosismo, insônia, agressividade, depressão • Fobias: Hidrofobia, aerofobia, Fotofobia • Hiperventilação, hipersensibilização • Espasmos faríngeos, convulções, delírio, alucinações Paciente agressivo
  • 14.  Coma • Duração: Pode ser bastante dilatada com coma induzido • Parada cardíaca, hipotensão, hipoventilação, infecções secundárias.  Óbito
  • 15. CONTROLE E PREVENÇÃO  Controle  Urbana: - vacinação anual de animais domésticos - Evitar cães soltos nas ruas  Selvagens: - Mais difícil Obs: Na Europa Vacinas em iscas para animais selvagens.
  • 16.  Prevenção Pré-exposição Vacinação  Profilaxia pós- exposição Desinfecção local Vacina Vacina+Soro
  • 17.  TRATAMENTO  Não existe tratamento para casos com manifestações clínicas, as tentativas incluem a soroterapia específica e vacinação.