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Bacharelado em Enfermagem – 5º Semestre
SAÚDE DA MULHER I
Docente: Anne Jacob de Souza Araújo
Discente: Genivaldo Icaro Araújo
“Contrair uma doença em qualquer fase da vida
requer cuidados especiais com o paciente. Se a
doença for identificada na gravidez, os cuidados
devem ser redobrados. Embora seja necessário
estar atento a qualquer tipo de sintoma que a
mulher possa apresentar durante os nove meses de
gestação, determinadas doenças na gravidez
exigem uma atenção ainda maior.”
VIETEN S. 2007
A PATOLOGIA
Rubéola é uma doença infecto-contagiosa
causada pelo Togavírus. Sua característica mais
marcante são as manchas vermelhas que
aparecem pelo corpo.
Gênero Rubivírus, da
família Togaviridae.
TRANSMISSÃO
Na gestação a infecção é adquirida através da via
intra-uterina e lactentes com SRC podem eliminar
vírus através das secreções nasofaríngeas e da
urina por um ano ou mais.
A transmissão da Rubéola só ocorre quando o
contato com o doente é de alguma forma
demorado.
EPIDEMIOLOGIA
Os números do Ministério da Saúde relatam quatro
casos de rubéola em cada dez mil gestações. Depois
que a doença é contraída pela mamãe, os riscos para
o bebê são inevitáveis, a melhor opção é a prevenção.
A virose é de distribuição universal, cerca de 85% das
gestantes apresentam imunidade, isto é, 15% são
susceptíveis à infecção pela rubéola.
SINTOMAS
• Febre leve
• Dor de cabeça
• Congestão nasal
• Inflamação nos olhos (avermelhados)
• Surgimento de nódulos na região da nuca e atrás das
orelhas
• Desconforto geral e sensação de mal-estar constante
O principal deles é o surgimento de erupções
vermelhas pela pele, que aparecem primeiramente no
rosto e depois vão se espalhando pelo tronco, braços
e pernas. Entre os outros sintomas da rubéola estão:
FISIOPATOLOGIA
O vírus da secreção respiratória de uma pessoa
infectada entra em contato com o tecido epitelial
da nasofaringe da pessoa suscetível. A infecção
localiza-se no epitélio respiratório, o vírus se
difunde pela via linfática, provocando uma viremia
transitória nos linfonodos regionais.
DIAGNÓSTICO
O diagnóstico laboratorial é realizado por meio da
sorologia para detecção de anticorpos IgM específicos para
rubéola, desde o início até o 28º dia após o exantema.
É importante ressaltar que resultados não reagentes
para IgM não descartam a possibilidade de infecção
recente pelo vírus da rubéola.
Detectação de IgG
Amostras tardias
IgM não reagente
PREVENÇÃO
• Mulheres em idade fértil, que não tenham sido vacinadas
na infância, devem se vacinar.
• Mulheres com atraso menstrual, que ainda não tenham
feito o teste de gravidez, por prudência devem evitar o
contato com portadores de rubéola.
• Não se administra a vacina contra a rubéola em
mulheres grávidas, em nenhum período da gravidez.
• Mulheres vacinadas devem evitar a gravidez pelo menos
durante 3 meses, por prevenção.
TRATAMENTO
Não há tratamento disponível para interromper
a infecção por rubéola, mas os sintomas são tão
leves que o tratamento não costuma ser necessário.
No entanto, para evitar a transmissão do vírus para
outras pessoas que eventualmente não foram
vacinadas ou estão precisando tomar o reforço da
vacina, os pacientes devem permanecer em casa
durante o período de altas chances de contágio.
ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM
O papel primordial dos enfermeiros é a
prevenção, que passa pela imunização da população;
vacinação da mulher não imunizada durante a pré-
concepção ou caso não seja possível durante o
puerpério; informar a mulher sobre os perigos de
contágio durante a gravidez, sendo importante
aconselhá-la a evitar contatos com outros indivíduos
que possam apresentar exantemas virais.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A meta de eliminação da Rubéola tem sido
adotada em diversos países. Aqui no Brasil, mais
especificamente no Estado de São Paulo, foi
implantado um programa de controle da Rubéola
desde 1992, obtendo-se cobertura vacinal de 95,7%.
Importância da Vacinação
A PATOLOGIA
A toxoplasmose na gravidez é uma infecção,
geralmente assintomática para a mãe, mas que pode ser
muito perigosa para o bebê. É provocada pelo
protozoário Toxoplasma Gondii, que está presente na
carne crua ou mal passada, na terra contaminada e nas
fezes dos animais, principalmente dos gatos.
Gênero Rubivírus, da
família Togaviridae.
Imunidade
Redobrar cuidados de higiene
Incidência
Severidade
TRANSMISSÃO
Existem duas maneiras bem conhecidas de
aquisição do Toxoplasma Gondii:
• Transmissão da toxoplasmose através da
alimentação:
O parasita da toxoplasmose pode ser transmitido a
humanos através dos alimentos.
• Transmissão da toxoplasmose de animais para
humanos - zoonose
Os gatos desempenham um papel importante na
disseminação da toxoplasmose. Gatos ficam infectados ao
comer roedores, passarinhos e outros pequeno animais
contaminados. O parasita então é passado nas fezes do
gato na forma de oocisto, o qual é microscópio.
TRANSMISSÃO
• Transmissão da toxoplasmose de mãe para o bebê -
congênita
Um mulher que foi infectada recentemente com
toxoplasma durante a gravidez pode transmiti-lo ao feto
(infecção congênita).
• Tipos raros de transmissão da toxoplasmose
Pessoas que receberam transplante de órgão podem
ser infectadas se for de um doador com toxoplasmose.
EPIDEMIOLOGIA
Segundo estudos realizados no Brasil, a soro-
prevalência de toxoplasmose na população em geral
varia aproximadamente entre 40 e 80%. Apesar
desses valores elevados, as maiores preocupações
são voltadas às gestantes, devido à possibilidade de
infecção congênita, que pode ser muitas vezes grave
e até letal.
Contaminação no 1º trimestre: 4.5%
Contaminação no 2º trimestre: 17.3%
Contaminação no 3º trimestre: 75%
SINTOMAS
Na mulher os sintomas da toxoplasmose
costumam ser mais leves como dores de cabeça,
dores musculares, fadiga, sensação de gripe,
gânglios do pescoço inchado entre outros
sintomas que vão se diferenciar de pessoa para
pessoa.
Já para o bebê dentro do útero, os efeitos da
infecção da toxoplasmose irão variar de acordo
com o período da gravidez, então quando mais
cedo o bebê for infectado, piores serão os danos.
FISIOPATOLOGIA
O parasita pode causar uma grande destruição de
células devido à sua própria ação ou pela
hipersensibilidade apresentada pelo hospedeiro.
As manifestações da doença no homem estão,
geralmente, relacionadas a uma vulnerabilidade
tissular especial associada à regeneração lenta ou
ausente. A infecção materna, embora inapetente,
pode determinar lesões destrutivas no feto.
(FRENKEL, 2002).
DIAGNÓSTICO
Durante o pré-natal, o obstetra solicita
algumas sorologias para avaliar o estado
imunológico da grávida. Uma sorologia para
toxoplasmose é aquela que pesquisa anticorpos
contra o Toxoplasma gondii, parasita que causa a
doença.
Importantes infecções:
• Toxoplasmose
• Siflis
• Rubéola
• Citomegalovirose
• Herpes simples
DIAGNÓSTICO
Testes disponíveis para a identificação de
toxoplasmose
• ELISA
• Quimiluminescência ou RIFI
IgM IgM normalmente é o primeiro anticorpo produzido pelo sistema
imunológico quando um microorganismo novo é encontrado e é o
sistema de primeira defesa do corpo.
IgG Anticorpos de IgG são produzidos pelos lifócitos-B quando o corpo
é atacado pelo mesmo microorganismo em uma invasão
subseqüente.
IgE IgE é o anticorpo conhecido por seu envolvimento em alergias de
todos os tipos.
IgA IgA é o anticorpo envolvido na proteção do forro nasal e intestinal
contra microorganismos. Secretório IgA (sIgA) é uma forma
especial do anticorpo de IgA que é secretado para proteger a
mucosa que é o forro da área intestinal.
PREVENÇÃO
Existem vários cuidados para evitar
toxoplasmose na gravidez caso a mulher
não seja imune à doença, no entanto,
mesmo seguindo estas dicas, a mulher
deve realizar um exame de sangue para
verificar a presença de toxoplasmose e
iniciar o tratamento adequado.
• Cozinhar bem os alimentos;
• Guardar os alimentos crus separados dos alimentos
cozidos;
• Lavar as mãos depois de ter tocado na caixa de areia do
gato;
• Evitar contato com gatos abandonados;
• Se tiver gatos em casa, leve-os sempre ao veterinário;
TRATAMENTO
O tratamento para toxoplasmose na gravidez
inclui o uso de antibiótico para reduzir o risco de
transmissão ao bebê e talvez tenha que se fazer
uma cordocentese para saber se o bebê foi
infectado. Este processo consiste em retirar do
cordão umbilical uma amostra de sangue do bebê
e só se realiza após as 18 semanas de gestação.
ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO
É imprescindível a atuação do enfermeiro no
pré-natal na prevenção da toxoplasmose
congênita visto que, encontra-se amplamente
distribuída na população por estar diretamente
ligada aos hábitos de higiene e alimentares das
gestantes, programas educacionais direcionados a
elas e as mulheres em idades férteis ajudam a
prevenir a infecção pelo parasita e
consequentemente a toxoplasmose.
ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO
• Programas educacionais de saúde
• Identificação das gestantes com infecção aguda
assintomática
• Iniciar precocemente o Pré-Natal
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A toxoplasmose congênita pode causar
danos graves ao recém-nascido e, além das
diversas repercussões físicas, gera sofrimento,
angústia, medo e incertezas principalmente
quando é necessária a separação do binômio
mãe-bebê por conta de internações hospitalares
de recém-nascidos infectados.
LANZIERI, Tadeu. et. al. Avaliação da
definição de caso de rubéola, 2001-2006.
Informação pessoal. Dados não Publicados,
2008.
MINISTÉRIO DA SAÚDE, Departamento
de Vigilância Epidemiológica. Doenças
infecciosas e parasitárias. Guia de Bolso,
2005. Departamento de Vigilância
Epidemiológica. Doenças infecciosas e
parasitárias. Guia de Bolso, 2009.
SILVA LR, Okazaki ELFJ. Enfermagem e a
prevenção da Toxoplasmose durante a
gestação. Rev Enferm. UNISA. 2012;
13(1): 43-7.
AMENDOEIRA, M. R. R. et al. Inquérito
sorológico para a infecção por
Toxoplasma gondii, Mato Grosso. Rev.
Soc. Bras. Med. Trop., v.36, n.6, 2003.
REFERÊNCIAS
MITSUKA-BREGANÓ, Regina. Manual
Toxoplasmose adquirida na gestação e
congênita: vigilância em saúde,
diagnóstico, tratamento e condutas.
Editora da Universidade Estadual de
Londrina. 2010.
FIOCRUZ, Fundação Osvaldo Cruz.
Rubéola: sintomas, transmissão e
prevenção. https://goo.gl/qDBLLX.
Acessado em Maio de 2015.
Portal do Ministério da Saúde.
http://goo.gl/K2wtAQ. Acessado em Maio
de 2015.
Babycenter. Toxoplasmose na gravidez.
http://goo.gl/yTKzpM. Acessado em Maio
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ABC da Saúde. Gestação e Toxoplasmose.
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Doenças na Gestação - Rubéola e Toxoplasmose

  • 1. Bacharelado em Enfermagem – 5º Semestre SAÚDE DA MULHER I Docente: Anne Jacob de Souza Araújo Discente: Genivaldo Icaro Araújo
  • 2. “Contrair uma doença em qualquer fase da vida requer cuidados especiais com o paciente. Se a doença for identificada na gravidez, os cuidados devem ser redobrados. Embora seja necessário estar atento a qualquer tipo de sintoma que a mulher possa apresentar durante os nove meses de gestação, determinadas doenças na gravidez exigem uma atenção ainda maior.” VIETEN S. 2007
  • 3.
  • 4. A PATOLOGIA Rubéola é uma doença infecto-contagiosa causada pelo Togavírus. Sua característica mais marcante são as manchas vermelhas que aparecem pelo corpo. Gênero Rubivírus, da família Togaviridae.
  • 5. TRANSMISSÃO Na gestação a infecção é adquirida através da via intra-uterina e lactentes com SRC podem eliminar vírus através das secreções nasofaríngeas e da urina por um ano ou mais. A transmissão da Rubéola só ocorre quando o contato com o doente é de alguma forma demorado.
  • 6. EPIDEMIOLOGIA Os números do Ministério da Saúde relatam quatro casos de rubéola em cada dez mil gestações. Depois que a doença é contraída pela mamãe, os riscos para o bebê são inevitáveis, a melhor opção é a prevenção. A virose é de distribuição universal, cerca de 85% das gestantes apresentam imunidade, isto é, 15% são susceptíveis à infecção pela rubéola.
  • 7. SINTOMAS • Febre leve • Dor de cabeça • Congestão nasal • Inflamação nos olhos (avermelhados) • Surgimento de nódulos na região da nuca e atrás das orelhas • Desconforto geral e sensação de mal-estar constante O principal deles é o surgimento de erupções vermelhas pela pele, que aparecem primeiramente no rosto e depois vão se espalhando pelo tronco, braços e pernas. Entre os outros sintomas da rubéola estão:
  • 8. FISIOPATOLOGIA O vírus da secreção respiratória de uma pessoa infectada entra em contato com o tecido epitelial da nasofaringe da pessoa suscetível. A infecção localiza-se no epitélio respiratório, o vírus se difunde pela via linfática, provocando uma viremia transitória nos linfonodos regionais.
  • 9. DIAGNÓSTICO O diagnóstico laboratorial é realizado por meio da sorologia para detecção de anticorpos IgM específicos para rubéola, desde o início até o 28º dia após o exantema. É importante ressaltar que resultados não reagentes para IgM não descartam a possibilidade de infecção recente pelo vírus da rubéola. Detectação de IgG Amostras tardias IgM não reagente
  • 10.
  • 11. PREVENÇÃO • Mulheres em idade fértil, que não tenham sido vacinadas na infância, devem se vacinar. • Mulheres com atraso menstrual, que ainda não tenham feito o teste de gravidez, por prudência devem evitar o contato com portadores de rubéola. • Não se administra a vacina contra a rubéola em mulheres grávidas, em nenhum período da gravidez. • Mulheres vacinadas devem evitar a gravidez pelo menos durante 3 meses, por prevenção.
  • 12. TRATAMENTO Não há tratamento disponível para interromper a infecção por rubéola, mas os sintomas são tão leves que o tratamento não costuma ser necessário. No entanto, para evitar a transmissão do vírus para outras pessoas que eventualmente não foram vacinadas ou estão precisando tomar o reforço da vacina, os pacientes devem permanecer em casa durante o período de altas chances de contágio.
  • 13. ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM O papel primordial dos enfermeiros é a prevenção, que passa pela imunização da população; vacinação da mulher não imunizada durante a pré- concepção ou caso não seja possível durante o puerpério; informar a mulher sobre os perigos de contágio durante a gravidez, sendo importante aconselhá-la a evitar contatos com outros indivíduos que possam apresentar exantemas virais.
  • 14. CONSIDERAÇÕES FINAIS A meta de eliminação da Rubéola tem sido adotada em diversos países. Aqui no Brasil, mais especificamente no Estado de São Paulo, foi implantado um programa de controle da Rubéola desde 1992, obtendo-se cobertura vacinal de 95,7%. Importância da Vacinação
  • 15.
  • 16. A PATOLOGIA A toxoplasmose na gravidez é uma infecção, geralmente assintomática para a mãe, mas que pode ser muito perigosa para o bebê. É provocada pelo protozoário Toxoplasma Gondii, que está presente na carne crua ou mal passada, na terra contaminada e nas fezes dos animais, principalmente dos gatos. Gênero Rubivírus, da família Togaviridae. Imunidade Redobrar cuidados de higiene Incidência Severidade
  • 17. TRANSMISSÃO Existem duas maneiras bem conhecidas de aquisição do Toxoplasma Gondii: • Transmissão da toxoplasmose através da alimentação: O parasita da toxoplasmose pode ser transmitido a humanos através dos alimentos. • Transmissão da toxoplasmose de animais para humanos - zoonose Os gatos desempenham um papel importante na disseminação da toxoplasmose. Gatos ficam infectados ao comer roedores, passarinhos e outros pequeno animais contaminados. O parasita então é passado nas fezes do gato na forma de oocisto, o qual é microscópio.
  • 18. TRANSMISSÃO • Transmissão da toxoplasmose de mãe para o bebê - congênita Um mulher que foi infectada recentemente com toxoplasma durante a gravidez pode transmiti-lo ao feto (infecção congênita). • Tipos raros de transmissão da toxoplasmose Pessoas que receberam transplante de órgão podem ser infectadas se for de um doador com toxoplasmose.
  • 19. EPIDEMIOLOGIA Segundo estudos realizados no Brasil, a soro- prevalência de toxoplasmose na população em geral varia aproximadamente entre 40 e 80%. Apesar desses valores elevados, as maiores preocupações são voltadas às gestantes, devido à possibilidade de infecção congênita, que pode ser muitas vezes grave e até letal. Contaminação no 1º trimestre: 4.5% Contaminação no 2º trimestre: 17.3% Contaminação no 3º trimestre: 75%
  • 20. SINTOMAS Na mulher os sintomas da toxoplasmose costumam ser mais leves como dores de cabeça, dores musculares, fadiga, sensação de gripe, gânglios do pescoço inchado entre outros sintomas que vão se diferenciar de pessoa para pessoa. Já para o bebê dentro do útero, os efeitos da infecção da toxoplasmose irão variar de acordo com o período da gravidez, então quando mais cedo o bebê for infectado, piores serão os danos.
  • 21. FISIOPATOLOGIA O parasita pode causar uma grande destruição de células devido à sua própria ação ou pela hipersensibilidade apresentada pelo hospedeiro. As manifestações da doença no homem estão, geralmente, relacionadas a uma vulnerabilidade tissular especial associada à regeneração lenta ou ausente. A infecção materna, embora inapetente, pode determinar lesões destrutivas no feto. (FRENKEL, 2002).
  • 22. DIAGNÓSTICO Durante o pré-natal, o obstetra solicita algumas sorologias para avaliar o estado imunológico da grávida. Uma sorologia para toxoplasmose é aquela que pesquisa anticorpos contra o Toxoplasma gondii, parasita que causa a doença. Importantes infecções: • Toxoplasmose • Siflis • Rubéola • Citomegalovirose • Herpes simples
  • 23. DIAGNÓSTICO Testes disponíveis para a identificação de toxoplasmose • ELISA • Quimiluminescência ou RIFI IgM IgM normalmente é o primeiro anticorpo produzido pelo sistema imunológico quando um microorganismo novo é encontrado e é o sistema de primeira defesa do corpo. IgG Anticorpos de IgG são produzidos pelos lifócitos-B quando o corpo é atacado pelo mesmo microorganismo em uma invasão subseqüente. IgE IgE é o anticorpo conhecido por seu envolvimento em alergias de todos os tipos. IgA IgA é o anticorpo envolvido na proteção do forro nasal e intestinal contra microorganismos. Secretório IgA (sIgA) é uma forma especial do anticorpo de IgA que é secretado para proteger a mucosa que é o forro da área intestinal.
  • 24. PREVENÇÃO Existem vários cuidados para evitar toxoplasmose na gravidez caso a mulher não seja imune à doença, no entanto, mesmo seguindo estas dicas, a mulher deve realizar um exame de sangue para verificar a presença de toxoplasmose e iniciar o tratamento adequado. • Cozinhar bem os alimentos; • Guardar os alimentos crus separados dos alimentos cozidos; • Lavar as mãos depois de ter tocado na caixa de areia do gato; • Evitar contato com gatos abandonados; • Se tiver gatos em casa, leve-os sempre ao veterinário;
  • 25. TRATAMENTO O tratamento para toxoplasmose na gravidez inclui o uso de antibiótico para reduzir o risco de transmissão ao bebê e talvez tenha que se fazer uma cordocentese para saber se o bebê foi infectado. Este processo consiste em retirar do cordão umbilical uma amostra de sangue do bebê e só se realiza após as 18 semanas de gestação.
  • 26. ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO É imprescindível a atuação do enfermeiro no pré-natal na prevenção da toxoplasmose congênita visto que, encontra-se amplamente distribuída na população por estar diretamente ligada aos hábitos de higiene e alimentares das gestantes, programas educacionais direcionados a elas e as mulheres em idades férteis ajudam a prevenir a infecção pelo parasita e consequentemente a toxoplasmose.
  • 27. ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO • Programas educacionais de saúde • Identificação das gestantes com infecção aguda assintomática • Iniciar precocemente o Pré-Natal
  • 28. CONSIDERAÇÕES FINAIS A toxoplasmose congênita pode causar danos graves ao recém-nascido e, além das diversas repercussões físicas, gera sofrimento, angústia, medo e incertezas principalmente quando é necessária a separação do binômio mãe-bebê por conta de internações hospitalares de recém-nascidos infectados.
  • 29. LANZIERI, Tadeu. et. al. Avaliação da definição de caso de rubéola, 2001-2006. Informação pessoal. Dados não Publicados, 2008. MINISTÉRIO DA SAÚDE, Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças infecciosas e parasitárias. Guia de Bolso, 2005. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças infecciosas e parasitárias. Guia de Bolso, 2009. SILVA LR, Okazaki ELFJ. Enfermagem e a prevenção da Toxoplasmose durante a gestação. Rev Enferm. UNISA. 2012; 13(1): 43-7. AMENDOEIRA, M. R. R. et al. Inquérito sorológico para a infecção por Toxoplasma gondii, Mato Grosso. Rev. Soc. Bras. Med. Trop., v.36, n.6, 2003. REFERÊNCIAS MITSUKA-BREGANÓ, Regina. Manual Toxoplasmose adquirida na gestação e congênita: vigilância em saúde, diagnóstico, tratamento e condutas. Editora da Universidade Estadual de Londrina. 2010. FIOCRUZ, Fundação Osvaldo Cruz. Rubéola: sintomas, transmissão e prevenção. https://goo.gl/qDBLLX. Acessado em Maio de 2015. Portal do Ministério da Saúde. http://goo.gl/K2wtAQ. Acessado em Maio de 2015. Babycenter. Toxoplasmose na gravidez. http://goo.gl/yTKzpM. Acessado em Maio de 2015. ABC da Saúde. Gestação e Toxoplasmose. http://goo.gl/TJtw7e. Acessado em Maio de 2015.