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UNIJORGE - CENTRO UNIVERSITÁRIO JORGE AMADO
Bacharelado em Enfermagem – 6º Semestre
Saúde da Mulher II
Docente: Rita Calfa
Discente: Genivaldo Icaro S. Araújo
A placenta é um órgão que só existe durante a gestação
e tem diversas funções, como aconchegar o bebê dentro do
útero, transferir nutrientes e oxigênio do sangue da mãe para o
bebê e secretar alguns hormônios fundamentais para esta
fase. Entretanto, durante a gravidez podem ocorrer alterações
indesejadas da placenta, trazendo riscos e complicações para
a mãe e o bebê.
As funções da placenta são:
• Fornecer nutrientes e oxigênio ao bebê;
• Produção de hormônios;
• Proteção imunológica do bebê;
• Proteção do bebê contra impactos na barriga da mãe;
• Elimina os resíduos que o bebê produz, como a urina.
A PLACENTA
APRESENTAÇÃO
A gestação é um fenômeno fisiológico, mas algumas
gestantes que, por sofrer algum tipo de agravo ou por
possuírem características específicas são mais suscetíveis
de apresentar uma evolução desfavorável, tanto para o feto
como si mesma. São as chamadas de gestantes de risco,
que representam, aproximadamente, 15% do total de
mulheres grávidas (BRASIL, 2001 apud GOUVEIA; LOPES,
2004).
“A gestação de alto risco ocorre quando existe
alguma doença na gestante ou qualquer outra condição
sócia biológica que possa prejudicar a evolução da
gestação” (BUZZO et al, 2007, p.89).
INTRODUÇÃO
Entre as causas de morte materna de cunho
hemorrágico no país, as complicações com a placenta (DPP
e PP) são fatores responsáveis por grande parte dos casos
de óbitos de mães. Estes dados confirmam o que a
literatura científica revela que o DPP é um dos eventos que
estão fortemente associados ao grande índice de
mortalidade materna e fetal.
Diante do exposto, a presente pesquisa foi realizada
com os seguintes objetivos: identificar os fatores
desencadeantes do DPP e PP e suas clínicas; demonstrar a
importância de um acompanhamento eficiente para reduzir
sua incidência e complicações e estabelecer as ações de
enfermagem frente às gestantes afetadas.
DESCOLAMENTO
PREMATURO DA PLACENTA
CONCEITO
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estabelece o seguinte
conceito para o descolamento prematuro de placenta:
“A separação súbita da placenta
normalmente inserida no corpo uterino, que pode
ocorrer após a vigésima semana de gestação,
também denominado abruptio placentae.”
VIAS DE PARTO
A conduta obstétrica é sempre a resolução do
parto. A escolha da via de parto depende das condições
de vitalidade fetal e condições maternas. Na situação de
feto vivo, o parto vaginal só é admitido se for iminente.
Caso contrário, deve se sempre fazer cesárea. Em casos
de feto morto, com boas condições maternas, o parto
vaginal é uma opção a ser considerada, desde que a
evolução das condições cervicais indiquem uma evolução
favorável.
FISIOPATOLOGIA
BLOQUEIO VASCULAR
LOCAL
AUMENTO DA PRESSÃO
VENOSA
RUPTURA VASCULAR
DA DECÍDUA BASAL
INGURGITAMENTO DO
LEITO VENOSO
DESCOLAMENTO
DA PLACENTA
TRAUMA
ABDOMINAL
FISIOPATOLOGIA
COAGULAÇÃO
EXTRAVASCULAR
DPP
CLASSIFICAÇÃO
O DPP pode ser parcial ou total e é classificado em três graus que
varia de acordo com a gravidade:
GRAU 1 (LEVE)
- Sangramento discreto ;
- Feto preservado;
- Diagnosticado como achado casual
VIA DE PARTO: VAGINAL
• GRAU 2 (MODERADO)
- Sangramento vaginal
- Dor abdominal súbita e intensa;
- Contração prolongada
-Ausculta fetal difícil ou ausente;
VIA DE PARTO: CESARIANA
GRAU 3 (GRAVE)
- Sangramento vaginal intenso
-Hipotensão arterial materna
-Óbito fetal.
-VIA DE PARTO: VAGINAL
FATORES DE RISCO
A etiologia do DPP ainda é desconhecida, porém relaciona-
se vários distúrbios à gênese do DPP.
CAUSAS MECÂNICAS
Brevidade do cordão
Versão fetal externa
Retração uterina intensa
Miomatose uterina
Torção do útero gravídico
Hipertensão da veia cava inferior
Traumatismo abdominal
OUTROS FATORES
Síndromes Hipertensivas
Placenta Circunvalada
Tabagismo e uso de cocaína
Anemia e má nutrição
Consumo de álcool
Corioamnionite
Idade materna
QUADRO CLÍNICO
A etiologia do DPP ainda é desconhecida, porém relaciona-
se vários distúrbios à gênese do DPP.
 Assintomática;
 Dor abdominal aguda;
 Evolução para o TP;
 Sangramento vaginal
escuro e discreto;
 HipertensãoHipotensão;
 Hipertonia uterina;
 Sofrimento fetal grave e
precoce;
 Dor a palpação uterina;
 Pulso paradoxal de
Boero;
 Toque vaginal: colo
imaturo, bolsa íntegra e
tensa.
DIAGNÓSTICOS
Clínico
DPP é geralmente uma emergência médica. Dependendo
da gravidade, pode-se precisar ser admita no hospital e
monitorada.
Se a paciente está sendo monitorados no hospital, existem
algumas informações para ajudá-lo a se preparar para o que está
por vir, e o que esperar do seu médico.
Laboratorial
• Ultrassonografia abdominal
• Hemograma completo
• Monitoramento fetal
• Nível de fibrinogênio
• Tempo parcial de tromboplastina
• Exame pélvico
• Tempo de protrombina
• Ultrassonografia vaginal
TRATAMENTO
O propósito inicial do tratamento é promover uma reposição
volêmica de tal sorte que se mantenha uma perfusão
tecidual adequada para evitar o choque
 Reposição volêmica
 Cristalóides
 Colóides
 Sangue total
 Tratamento dos distúrbios
da coagulação
 Sangue total
 Concentrado de hemáceas
+ plasma fresco congelado
+ plaquetas
 Heparina
COMPLICAÇÕES
Choque hipovolêmico e suas complicações mais frequentes,
como insuficiência renal aguda.
 Maternas
 Choque hemorrágico
 Coagulação
Intravascular
Disseminada
 Útero de Couvelaire
 Cor pulmonale agudo
 Necrose renal
 Fetais
 Crescimento intra
uterino restrito
 Prematuridade
 Anemia
 Sofrimento fetal
 Óbito fetal
CONDUTAS DE ENFERMAGEM
Descolamento Prematuro de Placenta leva também à
concentração dos cuidados de enfermagem e no impacto
gestacional.
 Medidas gerais: veia calibrosa; débito urinário; SSVV de 15
em 15 minutos; reposição volêmica a partir da PVC;
hemáceas, plasma e plaquetas;
 Monitorar sangramento;
 Requer rápida resolução da gestação, pelo alto risco de
deterioração do concepto e risco materno
 Concepto vivo: cesariana;
 Concepto morto: parto vaginal indicado somente se houver
dilatação maior de 8 cm e apresentação fetal baixa.
PLACENTA PRÉVIA
CONCEITO
A Organização Mundial de Saúde (OMS) o conceito para a placenta
prévia:
“A placenta prévia, também conhecida como
placenta de inserção baixa, é uma complicação da
gravidez causada pelo posicionamento da placenta,
que se implanta na parte inferior do útero, cobrindo
parcial ou totalmente o colo do útero.”
TIPOS E VIAS DE PARTO
A placenta prévia pode ser dividida em três tipos, sendo que o primeiro é
um dos mais comuns
PP MARGINAL
O extremo inferior da placenta chega a encostar
na abertura do colo do útero, mas não o fecha,
portanto o bebê pode nascer de parto normal.
PP CENTRO PARCIAL
A placenta cobre parcialmente a abertura do colo
do útero. O bebê terá de nascer via cesariana.
PP CENTRO TOTAL
a placenta cobre completamente a abertura do
colo do útero. O bebê terá de nascer via
cesariana.
FATORES DE RISCO
A placenta prévia é mais comum quando a
mulher já teve pelo menos uma gravidez. Também
há um risco ligeiramente maior para mulheres que já
foram submetidas a uma cesariana, que já tiveram
um caso de placenta prévia antes ou que fumem. A
maioria das mulheres que apresenta placenta prévia
não tem nenhum fator de risco específico.
Idade (>40 anos); Danos endometriais/miometriais;
Endometrites; e Placentas grandes também podem ser
fatores.
QUADRO CLÍNICO
• Sangramento vermelho vivo, rutilantes, sem queixas
dolorosas acompanhadas;
• Não causa grande repercussão hemodinâmica e
cessa espontaneamente;
• Inicia-se ao final do 2º trimestre e ao longo do 3º
devido estiramento das fibras miometriais;
• Não há distúrbio de coagulação, nem sangue retido.
DIAGNÓSTICO
• Exame clínico: sangramento na 2ª metade da
gestação + exame especular;
• Toque vaginal contra-indicado;
• USG: confirma o diagnóstico de forma precisa e
segura;
• Atentar para fenômeno da migração placentária no
1º e 2º trimestres que podem confundir o
diagnóstico.
TRATAMENTO
Depende da presença ou não de sangramento e do
estágio da gravidez. Se o problema for diagnosticado
depois da 20a semana, mas não houver sangramento, a
orientação deve ser de evitar o excesso de atividades
físicas e o estresse.
Se houver hemorragia, a mulher será internada, para que
o sangramento seja monitorado. Mesmo que o
sangramento seja contido, pode ser que, dependendo da
gravidade do caso, os médicos prefiram que a mulher
continue no hospital até o nascimento do bebê.
Os obstetras também costumam aplicar injeções de
esteróides para ajudar a amadurecer os pulmões do
bebê, para o caso de um parto prematuro.
COMPLICAÇÕES
GRAVIDEZ
Sangramentos genitais
Distúrbios de coagulação
Rotura prematura de
membranas
PARTO
Hipocinesia
Inserção velamentosa de cordão
Retenção placentária
Hemorragia no 4.º período
Partos cirúrgicos
PUERPÉRIO: Infecção, Hemorragia, Hipogalactia
CONDUTAS DE ENFERMAGEM
• Gestação pré-termo: Avaliar a série vermelha do
sangue e maturidade do concepto;
• Administrar corticóides para acelerar a maturidade
fetal devido o risco de parto prematuro;
• Tocólise: inibem as contrações uterinas (sulfato de
magnésio, bloqueadores dos canais de cálcio.
CONDUTAS DE ENFERMAGEM
• Gestação a termo: depende das condições
maternas, localização da placenta e vitalidade do
feto;
• Placenta total: cesariana;
• Placenta marginal, ou feto morto ou com anomalias
incompatíveis com a vida: parto transpélvico a
depender das condições maternas;
• Realizar amniotomia e preparar CC.
SAESISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA A ENFERMAGEM
AFD, 37 anos, tabagista, multípara, G4P2A1,
22 semanas de idade gestacional, admitida no
hospital com história de contrações uterinas e
sangramento vaginal. Em avaliação
apresentava dilatação de colo uterino e
sangramento vaginal em quantidade
considerável, indolor, vermelho vivo,
intermitente, iniciado há cerca de 6 horas.
CASO CLÍNICO
Na avaliação clínica, são importantes a anamnese (história de
atraso menstrual, teste positivo para gravidez, perda sanguínea
uterina, dores no baixo-ventre).
• História Menstrual
(menarca, regularidade, dismenorréia, DUM, DPP.)
• História Obstétrica
(Uso anterior de anticoncepcional, gravidez anterior)
• História familiar
(história patológica pregressa; história psicossocial; história
genética, antecedentes patológicos pessoais)
HISTÓRICO DE ENFERMAGEM
ANAMNESE
Peso e altura, sinais vitais, exame físico geral,
exame físico ginecológico usual dos órgãos
reprodutivos, abdome e pelve. O abdome será palpado
para determinar a altura do fundo uterino e, se a
gestação estiver desenvolvida o suficiente, o contorno
do feto, sua situação e apresentação. Avaliar presença
de batimentos cardíacos fetais (BCF) e os testes
laboratoriais e exames de imagem, registrar dados
físicos específicos da gravidez.
HISTÓRICO DE ENFERMAGEM
EXAME FÍSICO
SEGUNDO A NANDA (2010)
RISCO DE VOLUME DE LÍQUIDOS DEFICIENTE
Relacionado a possibilidade de sangramento
VOLUME DE LÍQUIDOS DEFICIENTE
Evidenciado por FC aumentada, diminuição do volume do pulso
(filiforme), PA diminuída, diminuição de débito urinário, relacionado à
hemorragia;
Risco de crescimento desproporcional do feto
relacionado a Prematuridade
Ansiedade
Evidenciada por manifestação de apreensão, nervosismo, preocupação,
relacionada a ameaça ou mudança no estado de saúde.
DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM
PLANEJAMENTO DE
ENFERMAGEM
RESULTADOS ESPERADOS
Discutir a razão dos cuidados pré-
natais e incluir na discussão a
questão do suporte dado pelo
companheiro, familiares, amigos e
outros;
Reconhecer a necessidade e
importância dos cuidados pré-
natais e identificar possíveis erros;
Emprego de um padrão eficaz de
comunicação;
Verbalizar suas dúvidas para o
profissional de saúde;
Fazer referências apropriadas,
como a necessidade de
atendimento por outros
profissionais da saúde (psicólogos,
nutricionistas, etc);
Recorrer a outros profissionais
quando necessário participando
assim ativamente na manutenção
dos cuidados com a saúde.
PRESCRIÇÕES DE ENFERMAGEM
Paciente no 1º dia de internação por SANGRAMENTO
GESTACIONAL, apresenta-se calma, consciente,
contactuando, deambulando sob supervisão, corada,
hidratada, afebril, normocárdica, eupnéica, ausência de
sangramentos, PA 130x90mmHg, evolui sem queixas e
sem êmese. Refere melhora da dor pélvica, mantém
venóclise em MSE. Situação de feto em eixo
longitudinal, BCF 140 bpm, apresentação pélvica e
posição à direita em relação ao eixo materno. Altura
uterina de 33 cm. Segue em observação.
EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM
CONSIDERAÇÕES FINAIS
As intercorrências que são desencadeadas durante o ciclo
gravídico puerperal, a exemplo o DPP e a PP, quando não
diagnosticadas e tratadas no inicio da sintomatologia levam a
internação e/ou ao óbito a gestante e o recém-nascido.
A equipe multidisciplinar, em especial a de enfermagem, atua
diretamente junto a díade gestante-recém-nascido, e dessa forma
disponibiliza da aplicação do processo de enfermagem para atuar
com eficácia no processo saúde doença e assim contribuir para
recuperação dos indivíduos assistidos pela equipe.
Diante das afirmativas supracitadas conclui-se que esse
estudo possibilitou aprimorar conhecimentos a cerca da patologias
hemorrágicas na gestação, bem como subsidiou a aplicação de
cuidados técnicos e teóricos visando assistir a paciente no
ambiente intra e extra hospitalar por meio da aplicação do
processo de enfermagem, além de contribuir para a formação
acadêmica e profissional dos docentes do curso de Enfermagem.
REFERÊNCIAS
CARVALHO, C. M. de. Sangramento no terceiro trimestre. Manual
de perinatologia/perinatal. Rio de Janeiro: Grupo Perinatal, 2012,
p.177-180.
ABC.MED.BR, 2012. Descolamento prematuro de placenta: quando
ele acontece? Tem como evitar?. Disponível em:
<http://www.abc.med.br/p/gravidez/320800/descolamento-prematuro-
de-placenta-quando-ele-acontece-tem-como-evitar.htm>. Acesso em: 1
dez. 2015.
MINISTÉRIO DA SAÚDE DO BRASIL. 2014 , Gestação de Alto Risco
- Biblioteca Virtual em Saúde. Disponível em:
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/gestacao_alto_risco.pdf >.
Acesso em: 1 dez. 2015.
http://www.medsara.hpg.ig.com.br/DPP.htm
http://www.medcenter.com.br/Medscape/content.aspx?bpi=121&id=119
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http://www.projetodiretrizes.org.br/projeto_diretrizes/037.pdf

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Placenta Prévia e Descolamento Prematuro da Placenta

  • 1.
  • 2. UNIJORGE - CENTRO UNIVERSITÁRIO JORGE AMADO Bacharelado em Enfermagem – 6º Semestre Saúde da Mulher II Docente: Rita Calfa Discente: Genivaldo Icaro S. Araújo
  • 3. A placenta é um órgão que só existe durante a gestação e tem diversas funções, como aconchegar o bebê dentro do útero, transferir nutrientes e oxigênio do sangue da mãe para o bebê e secretar alguns hormônios fundamentais para esta fase. Entretanto, durante a gravidez podem ocorrer alterações indesejadas da placenta, trazendo riscos e complicações para a mãe e o bebê. As funções da placenta são: • Fornecer nutrientes e oxigênio ao bebê; • Produção de hormônios; • Proteção imunológica do bebê; • Proteção do bebê contra impactos na barriga da mãe; • Elimina os resíduos que o bebê produz, como a urina. A PLACENTA
  • 4. APRESENTAÇÃO A gestação é um fenômeno fisiológico, mas algumas gestantes que, por sofrer algum tipo de agravo ou por possuírem características específicas são mais suscetíveis de apresentar uma evolução desfavorável, tanto para o feto como si mesma. São as chamadas de gestantes de risco, que representam, aproximadamente, 15% do total de mulheres grávidas (BRASIL, 2001 apud GOUVEIA; LOPES, 2004). “A gestação de alto risco ocorre quando existe alguma doença na gestante ou qualquer outra condição sócia biológica que possa prejudicar a evolução da gestação” (BUZZO et al, 2007, p.89).
  • 5. INTRODUÇÃO Entre as causas de morte materna de cunho hemorrágico no país, as complicações com a placenta (DPP e PP) são fatores responsáveis por grande parte dos casos de óbitos de mães. Estes dados confirmam o que a literatura científica revela que o DPP é um dos eventos que estão fortemente associados ao grande índice de mortalidade materna e fetal. Diante do exposto, a presente pesquisa foi realizada com os seguintes objetivos: identificar os fatores desencadeantes do DPP e PP e suas clínicas; demonstrar a importância de um acompanhamento eficiente para reduzir sua incidência e complicações e estabelecer as ações de enfermagem frente às gestantes afetadas.
  • 7. CONCEITO A Organização Mundial de Saúde (OMS) estabelece o seguinte conceito para o descolamento prematuro de placenta: “A separação súbita da placenta normalmente inserida no corpo uterino, que pode ocorrer após a vigésima semana de gestação, também denominado abruptio placentae.”
  • 8. VIAS DE PARTO A conduta obstétrica é sempre a resolução do parto. A escolha da via de parto depende das condições de vitalidade fetal e condições maternas. Na situação de feto vivo, o parto vaginal só é admitido se for iminente. Caso contrário, deve se sempre fazer cesárea. Em casos de feto morto, com boas condições maternas, o parto vaginal é uma opção a ser considerada, desde que a evolução das condições cervicais indiquem uma evolução favorável.
  • 9. FISIOPATOLOGIA BLOQUEIO VASCULAR LOCAL AUMENTO DA PRESSÃO VENOSA RUPTURA VASCULAR DA DECÍDUA BASAL INGURGITAMENTO DO LEITO VENOSO DESCOLAMENTO DA PLACENTA TRAUMA ABDOMINAL
  • 11. CLASSIFICAÇÃO O DPP pode ser parcial ou total e é classificado em três graus que varia de acordo com a gravidade: GRAU 1 (LEVE) - Sangramento discreto ; - Feto preservado; - Diagnosticado como achado casual VIA DE PARTO: VAGINAL • GRAU 2 (MODERADO) - Sangramento vaginal - Dor abdominal súbita e intensa; - Contração prolongada -Ausculta fetal difícil ou ausente; VIA DE PARTO: CESARIANA GRAU 3 (GRAVE) - Sangramento vaginal intenso -Hipotensão arterial materna -Óbito fetal. -VIA DE PARTO: VAGINAL
  • 12. FATORES DE RISCO A etiologia do DPP ainda é desconhecida, porém relaciona- se vários distúrbios à gênese do DPP. CAUSAS MECÂNICAS Brevidade do cordão Versão fetal externa Retração uterina intensa Miomatose uterina Torção do útero gravídico Hipertensão da veia cava inferior Traumatismo abdominal OUTROS FATORES Síndromes Hipertensivas Placenta Circunvalada Tabagismo e uso de cocaína Anemia e má nutrição Consumo de álcool Corioamnionite Idade materna
  • 13. QUADRO CLÍNICO A etiologia do DPP ainda é desconhecida, porém relaciona- se vários distúrbios à gênese do DPP.  Assintomática;  Dor abdominal aguda;  Evolução para o TP;  Sangramento vaginal escuro e discreto;  HipertensãoHipotensão;  Hipertonia uterina;  Sofrimento fetal grave e precoce;  Dor a palpação uterina;  Pulso paradoxal de Boero;  Toque vaginal: colo imaturo, bolsa íntegra e tensa.
  • 14. DIAGNÓSTICOS Clínico DPP é geralmente uma emergência médica. Dependendo da gravidade, pode-se precisar ser admita no hospital e monitorada. Se a paciente está sendo monitorados no hospital, existem algumas informações para ajudá-lo a se preparar para o que está por vir, e o que esperar do seu médico. Laboratorial • Ultrassonografia abdominal • Hemograma completo • Monitoramento fetal • Nível de fibrinogênio • Tempo parcial de tromboplastina • Exame pélvico • Tempo de protrombina • Ultrassonografia vaginal
  • 15. TRATAMENTO O propósito inicial do tratamento é promover uma reposição volêmica de tal sorte que se mantenha uma perfusão tecidual adequada para evitar o choque  Reposição volêmica  Cristalóides  Colóides  Sangue total  Tratamento dos distúrbios da coagulação  Sangue total  Concentrado de hemáceas + plasma fresco congelado + plaquetas  Heparina
  • 16. COMPLICAÇÕES Choque hipovolêmico e suas complicações mais frequentes, como insuficiência renal aguda.  Maternas  Choque hemorrágico  Coagulação Intravascular Disseminada  Útero de Couvelaire  Cor pulmonale agudo  Necrose renal  Fetais  Crescimento intra uterino restrito  Prematuridade  Anemia  Sofrimento fetal  Óbito fetal
  • 17. CONDUTAS DE ENFERMAGEM Descolamento Prematuro de Placenta leva também à concentração dos cuidados de enfermagem e no impacto gestacional.  Medidas gerais: veia calibrosa; débito urinário; SSVV de 15 em 15 minutos; reposição volêmica a partir da PVC; hemáceas, plasma e plaquetas;  Monitorar sangramento;  Requer rápida resolução da gestação, pelo alto risco de deterioração do concepto e risco materno  Concepto vivo: cesariana;  Concepto morto: parto vaginal indicado somente se houver dilatação maior de 8 cm e apresentação fetal baixa.
  • 19. CONCEITO A Organização Mundial de Saúde (OMS) o conceito para a placenta prévia: “A placenta prévia, também conhecida como placenta de inserção baixa, é uma complicação da gravidez causada pelo posicionamento da placenta, que se implanta na parte inferior do útero, cobrindo parcial ou totalmente o colo do útero.”
  • 20. TIPOS E VIAS DE PARTO A placenta prévia pode ser dividida em três tipos, sendo que o primeiro é um dos mais comuns PP MARGINAL O extremo inferior da placenta chega a encostar na abertura do colo do útero, mas não o fecha, portanto o bebê pode nascer de parto normal. PP CENTRO PARCIAL A placenta cobre parcialmente a abertura do colo do útero. O bebê terá de nascer via cesariana. PP CENTRO TOTAL a placenta cobre completamente a abertura do colo do útero. O bebê terá de nascer via cesariana.
  • 21. FATORES DE RISCO A placenta prévia é mais comum quando a mulher já teve pelo menos uma gravidez. Também há um risco ligeiramente maior para mulheres que já foram submetidas a uma cesariana, que já tiveram um caso de placenta prévia antes ou que fumem. A maioria das mulheres que apresenta placenta prévia não tem nenhum fator de risco específico. Idade (>40 anos); Danos endometriais/miometriais; Endometrites; e Placentas grandes também podem ser fatores.
  • 22. QUADRO CLÍNICO • Sangramento vermelho vivo, rutilantes, sem queixas dolorosas acompanhadas; • Não causa grande repercussão hemodinâmica e cessa espontaneamente; • Inicia-se ao final do 2º trimestre e ao longo do 3º devido estiramento das fibras miometriais; • Não há distúrbio de coagulação, nem sangue retido.
  • 23. DIAGNÓSTICO • Exame clínico: sangramento na 2ª metade da gestação + exame especular; • Toque vaginal contra-indicado; • USG: confirma o diagnóstico de forma precisa e segura; • Atentar para fenômeno da migração placentária no 1º e 2º trimestres que podem confundir o diagnóstico.
  • 24. TRATAMENTO Depende da presença ou não de sangramento e do estágio da gravidez. Se o problema for diagnosticado depois da 20a semana, mas não houver sangramento, a orientação deve ser de evitar o excesso de atividades físicas e o estresse. Se houver hemorragia, a mulher será internada, para que o sangramento seja monitorado. Mesmo que o sangramento seja contido, pode ser que, dependendo da gravidade do caso, os médicos prefiram que a mulher continue no hospital até o nascimento do bebê. Os obstetras também costumam aplicar injeções de esteróides para ajudar a amadurecer os pulmões do bebê, para o caso de um parto prematuro.
  • 25. COMPLICAÇÕES GRAVIDEZ Sangramentos genitais Distúrbios de coagulação Rotura prematura de membranas PARTO Hipocinesia Inserção velamentosa de cordão Retenção placentária Hemorragia no 4.º período Partos cirúrgicos PUERPÉRIO: Infecção, Hemorragia, Hipogalactia
  • 26. CONDUTAS DE ENFERMAGEM • Gestação pré-termo: Avaliar a série vermelha do sangue e maturidade do concepto; • Administrar corticóides para acelerar a maturidade fetal devido o risco de parto prematuro; • Tocólise: inibem as contrações uterinas (sulfato de magnésio, bloqueadores dos canais de cálcio.
  • 27. CONDUTAS DE ENFERMAGEM • Gestação a termo: depende das condições maternas, localização da placenta e vitalidade do feto; • Placenta total: cesariana; • Placenta marginal, ou feto morto ou com anomalias incompatíveis com a vida: parto transpélvico a depender das condições maternas; • Realizar amniotomia e preparar CC.
  • 29. AFD, 37 anos, tabagista, multípara, G4P2A1, 22 semanas de idade gestacional, admitida no hospital com história de contrações uterinas e sangramento vaginal. Em avaliação apresentava dilatação de colo uterino e sangramento vaginal em quantidade considerável, indolor, vermelho vivo, intermitente, iniciado há cerca de 6 horas. CASO CLÍNICO
  • 30. Na avaliação clínica, são importantes a anamnese (história de atraso menstrual, teste positivo para gravidez, perda sanguínea uterina, dores no baixo-ventre). • História Menstrual (menarca, regularidade, dismenorréia, DUM, DPP.) • História Obstétrica (Uso anterior de anticoncepcional, gravidez anterior) • História familiar (história patológica pregressa; história psicossocial; história genética, antecedentes patológicos pessoais) HISTÓRICO DE ENFERMAGEM ANAMNESE
  • 31. Peso e altura, sinais vitais, exame físico geral, exame físico ginecológico usual dos órgãos reprodutivos, abdome e pelve. O abdome será palpado para determinar a altura do fundo uterino e, se a gestação estiver desenvolvida o suficiente, o contorno do feto, sua situação e apresentação. Avaliar presença de batimentos cardíacos fetais (BCF) e os testes laboratoriais e exames de imagem, registrar dados físicos específicos da gravidez. HISTÓRICO DE ENFERMAGEM EXAME FÍSICO
  • 32. SEGUNDO A NANDA (2010) RISCO DE VOLUME DE LÍQUIDOS DEFICIENTE Relacionado a possibilidade de sangramento VOLUME DE LÍQUIDOS DEFICIENTE Evidenciado por FC aumentada, diminuição do volume do pulso (filiforme), PA diminuída, diminuição de débito urinário, relacionado à hemorragia; Risco de crescimento desproporcional do feto relacionado a Prematuridade Ansiedade Evidenciada por manifestação de apreensão, nervosismo, preocupação, relacionada a ameaça ou mudança no estado de saúde. DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM
  • 33. PLANEJAMENTO DE ENFERMAGEM RESULTADOS ESPERADOS Discutir a razão dos cuidados pré- natais e incluir na discussão a questão do suporte dado pelo companheiro, familiares, amigos e outros; Reconhecer a necessidade e importância dos cuidados pré- natais e identificar possíveis erros; Emprego de um padrão eficaz de comunicação; Verbalizar suas dúvidas para o profissional de saúde; Fazer referências apropriadas, como a necessidade de atendimento por outros profissionais da saúde (psicólogos, nutricionistas, etc); Recorrer a outros profissionais quando necessário participando assim ativamente na manutenção dos cuidados com a saúde. PRESCRIÇÕES DE ENFERMAGEM
  • 34. Paciente no 1º dia de internação por SANGRAMENTO GESTACIONAL, apresenta-se calma, consciente, contactuando, deambulando sob supervisão, corada, hidratada, afebril, normocárdica, eupnéica, ausência de sangramentos, PA 130x90mmHg, evolui sem queixas e sem êmese. Refere melhora da dor pélvica, mantém venóclise em MSE. Situação de feto em eixo longitudinal, BCF 140 bpm, apresentação pélvica e posição à direita em relação ao eixo materno. Altura uterina de 33 cm. Segue em observação. EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM
  • 35. CONSIDERAÇÕES FINAIS As intercorrências que são desencadeadas durante o ciclo gravídico puerperal, a exemplo o DPP e a PP, quando não diagnosticadas e tratadas no inicio da sintomatologia levam a internação e/ou ao óbito a gestante e o recém-nascido. A equipe multidisciplinar, em especial a de enfermagem, atua diretamente junto a díade gestante-recém-nascido, e dessa forma disponibiliza da aplicação do processo de enfermagem para atuar com eficácia no processo saúde doença e assim contribuir para recuperação dos indivíduos assistidos pela equipe. Diante das afirmativas supracitadas conclui-se que esse estudo possibilitou aprimorar conhecimentos a cerca da patologias hemorrágicas na gestação, bem como subsidiou a aplicação de cuidados técnicos e teóricos visando assistir a paciente no ambiente intra e extra hospitalar por meio da aplicação do processo de enfermagem, além de contribuir para a formação acadêmica e profissional dos docentes do curso de Enfermagem.
  • 36. REFERÊNCIAS CARVALHO, C. M. de. Sangramento no terceiro trimestre. Manual de perinatologia/perinatal. Rio de Janeiro: Grupo Perinatal, 2012, p.177-180. ABC.MED.BR, 2012. Descolamento prematuro de placenta: quando ele acontece? Tem como evitar?. Disponível em: <http://www.abc.med.br/p/gravidez/320800/descolamento-prematuro- de-placenta-quando-ele-acontece-tem-como-evitar.htm>. Acesso em: 1 dez. 2015. MINISTÉRIO DA SAÚDE DO BRASIL. 2014 , Gestação de Alto Risco - Biblioteca Virtual em Saúde. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/gestacao_alto_risco.pdf >. Acesso em: 1 dez. 2015. http://www.medsara.hpg.ig.com.br/DPP.htm http://www.medcenter.com.br/Medscape/content.aspx?bpi=121&id=119 7 http://www.projetodiretrizes.org.br/projeto_diretrizes/037.pdf