Trab Bio Doenças-Cotuca

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Apresentação sobre diversas doençãs, suas causas, desenvolvimento e tratamento.

Trab Bio Doenças-Cotuca

  1. 1. Alex Narita - 09041 Cristhyan Dourado – 09046 Luciane Sobral - 09059 Mateus Batista – 09063 Matheus Amorim – 09064 Matheus Carvalho – 09065 Rafael Cruvinel - 09069 Vitor Dias – 09077
  2. 2. Ébola <ul><li>A febre hemorrágica Ébola é uma doença infecciosa extremamente grave, causada pelo vírus Ébola, que mata cerca de 90% de suas vítimas em poucos dias. </li></ul>http://historyfilms.net/health_and_wellness/ebola.jpg
  3. 3. No Organismo... <ul><li>Como os outros vírus, o Ébola se une a uma célula e dessa forma ela se reproduz e infecta outras células sadias. </li></ul><ul><li>Após tais reproduções, o vírus começa a atacar os órgãos e tecidos do organismo provocando transformações dolorosas e tenebrosas às vítimas. O colágeno responsável pela pele e pela união dos órgãos se deforma transformando-se numa pasta viscosa. </li></ul><ul><li>O coração fica flácido com hemorragias. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>O organismo não consegue mais coagular o sangue provocando inúmeras hemorragias internas, o globo ocular se enche de sangue causando cegueira, a língua juntamente com o revestimento da traquéia e a garganta se desfazem e descem até os pulmões; </li></ul><ul><li>A medula e o fígado se apodrecem e tornam-se líquidos, o baço enrijece e o cérebro é destruído provocando convulsões epilépticas. </li></ul>
  5. 5. Sintomas <ul><li>Os sintomas iniciais após os três dias de incubação são edemas, febre alta, conjuntivite, vômitos, náuseas, dor de cabeça, insuficiências hepáticas e renais. </li></ul>http://www.nlm.nih.gov/medlineplus/ency/images/ency/fullsize/17160.jpg
  6. 6. Raiva <ul><li>Zoonose causada por vírus; </li></ul><ul><li>Envolve o sistema nervoso central, causando morte após curta evolução da doença; </li></ul><ul><li>Todos os animais mamíferos são suscetíveis à doença; </li></ul><ul><li>A imunidade pode ser adquirida através da vacinação. </li></ul><ul><li>Por ser muito comum em mamíferos, geralmente se pega a doença ao ser agredido por animais </li></ul>http://farm2.static.flickr.com/1077/983436104_4c1659dbf0.jpg
  7. 7. Sinais indicativos da Raiva <ul><li>Variam conforme a espécie. Quando a doença acomete animais carnívoros, com maior freqüência eles se tornam agressivos ( raiva furiosa ) e, quando ocorre em animais herbívoros, sua manifestação é a de uma paralisia ( raiva paralítica ). </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Mudança de hábitos </li></ul><ul><li>Mudança de comportamento </li></ul><ul><li>Mudança de hábitos alimentares </li></ul><ul><li>Dificuldade para engolir </li></ul><ul><li>Salivação abundante </li></ul><ul><li>Paralisia das patas traseiras </li></ul><ul><li>Nos cães, o latido torna-se diferente do normal, parecendo um &quot;uivo rouco&quot;, e os morcegos, com a mudança de hábito, podem ser encontrados durante o dia, em hora e locais não habituais. </li></ul>
  9. 9. No Organismo... <ul><li>O vírus inicialmente se multiplica no tecido/músculo onde ocorreu a mordida. </li></ul><ul><li>Com o decorrer do tempo o vírus se direciona para o cérebro, onde causará danos graves ao hospedeiro. </li></ul>http://www.oarquivo.com.br/portal/images/stories/geral/raiva1.jpg
  10. 10. Profilaxia - Prevenção <ul><li>Vacinando a população. </li></ul><ul><li>Vacinando os animais de companhia contra a Raiva. </li></ul><ul><li>• Não adotando animais silvestres para companhia. </li></ul><ul><li>• Aconselhando-se sempre com o detentor do cão ou do gato (ou outro animal), adotado para companhia. </li></ul><ul><li>• Nunca levar animais silvestres para dentro de casa. </li></ul><ul><li>Cartaz sobre a vacinação contra a raiva </li></ul>http://www.ufmg.br/online/arquivos/anexos/vacinacao.JPG
  11. 11. Febre Amarela <ul><li>A febre amarela é uma doença infecciosa aguda. </li></ul><ul><li>De curta duração (no máximo 10 dias) e de gravidade variável. </li></ul><ul><li>Causada pelo Arbovírus ( Flavivirus ). </li></ul><ul><li>Sua forma de transmissão é pela picada do mosquito infectado. </li></ul><ul><li>Existem dois tipos de febre amarela: silvestre e urbana (diferindo somente na forma de transmissão). </li></ul><ul><li>Flavivirus </li></ul>http://www.bada-uk.org/images/Flavivirus.jpg
  12. 12. Transmissão <ul><li>A transmissão NÃO ocorre de pessoa para pessoa. Para que a febre amarela seja transmitida para um ser humano, é preciso a picada de um mosquito Haemagogus , Sabethes ou Aedes aegypti , infectado com a doença. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Silvestre </li></ul><ul><li>Nas regiões de floresta e cerrado, que é transmitida para o homem e primatas (macacos), através dos mosquitos Haemagogus e Sabethes infectados. A silvestre é uma doença típica de macacos, que vivem nas florestas tropicais e equatoriais, e se apresenta de forma cíclica, ou seja, em períodos de tempo, com maior intensidade a cada cinco ou sete anos. </li></ul><ul><li>Urbana </li></ul><ul><li>Nas áreas urbanas, a transmissão pode ocorrer pelo mosquito Aedes aegypti infectado. Para que uma pessoa com febre amarela contamine o mosquito, é necessário que ela seja picada pelo Aedes aegypti cerca de 24 a 48 horas antes do início dos sintomas e de três a cinco dias após o início da doença. </li></ul>
  14. 14. Mosquitos <ul><li>Sabethes </li></ul>http://www.febreamarela.org.br/mosquitos_fa.jpg http://www.fiocruz.br/ioc/media/Sabethes%28sabethinus%29xhyphydes.jpg
  15. 15. Situação no Brasil http://static.hsw.com.br/gif/febre-amarela-mapa-2.gif
  16. 16. Situação no Mundo http://www.brasilturismo.com/doencas/febreamarela-mapa.gif
  17. 17. Sintomas <ul><li>Os sintomas costumam aparecer entre o terceiro e o sexto dia após a picada do mosquito. </li></ul><ul><li>Febre alta </li></ul><ul><li>Dor de cabeça </li></ul><ul><li>Calafrios, náuseas </li></ul><ul><li>Vômito </li></ul><ul><li>Dores no corpo </li></ul><ul><li>Icterícia (a pele e os olhos ficam amarelos) </li></ul><ul><li>Hemorragias (de gengivas, nariz, estômago, intestino e urina) </li></ul>
  18. 18. Tratamentos <ul><li>Não existe tratamento específico, é apenas sintomático e requer cuidados na assistência ao paciente que, sob hospitalização, deve permanecer em repouso com uso de antitérmicos, que não contenham ácido acetilsalicílico, reposição de líquidos e das perdas sanguíneas, quando indicado. </li></ul><ul><li>Em casos mais graves, o paciente deve ser assistindo em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e, algumas vezes, passar por diálise e transfusão de sangue. É importante lembrar que se o paciente não receber assistência médica adequada, ele pode morrer. </li></ul>
  19. 19. Profilaxia - Prevenção <ul><li>A única forma de evitar a febre amarela silvestre é a vacinação contra a doença. Em relação a febra amarela urbana devemos combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. </li></ul>http://paranavainet.com/wp-content/uploads/2009/04/febre-amarela.jpg
  20. 20. <ul><li>A vacina é gratuita e está disponível nos postos de saúde em qualquer época do ano. Ela deve ser aplicada 10 dias antes da viagem para as áreas de risco de transmissão da doença. Pode ser aplicada a partir dos 9 meses e é válida por 10 anos. A vacina é contra-indicada a gestantes, imunodeprimidos (pessoas com o sistema imunológico debilitado) e pessoas alérgicas a gema de ovo. </li></ul>
  21. 21. Antraz <ul><li>A doença Antraz é um infecção aguda causada por uma bactéria que forma esporos, o Bacillus anthracis . </li></ul><ul><li>Ocorre mais comumente em vertebrados domésticos e selvagens (gado, ovelhas, cabras, camelos, antílopes, e outros herbívoros) </li></ul>http://static.hsw.com.br/gif/anthrax-bacteria.jpg
  22. 22. <ul><li>Ocorre no homem quando ele é exposto a animais infectados ou manuseia solo ou materiais que contém a bactéria ou seus esporos </li></ul><ul><li>O antraz é mais comum nas regiões agrícolas, onde afeta animais </li></ul>
  23. 23. Transmissão <ul><li>A infecção pode ocorrer de três formas: cutânea ( pele ), respiratória e gastrointestinal </li></ul><ul><li>Pele : A infecção ocorre quando a bactéria entra na pele através de um corte ou abrasão (raspão) </li></ul><ul><li>Gastrointestinal : O antraz gastrointestinal é adquirido caso se coma a carne contaminada mal cozida </li></ul><ul><li>Respiratória : ocorre caso se inale a bactéria ou seus esporos </li></ul>
  24. 24. Sintomas <ul><li>Os sintomas normalmente aparecem de um a seis dias a partir da contaminação. </li></ul><ul><li>Freqüentemente há uma melhora temporária seguida de uma piora dos sintomas. Os sintomas variam com o tipo de infecção: cutânea, respiratória ou gastrointestinal. </li></ul>
  25. 25. <ul><li>De 24 a 48 após o contato, a infecção cutânea produz uma pápula pruriginosa,(&quot;um caroço que coça&quot;) que lembra uma picada de inseto. A morte é rara caso o tratamento correto seja instituído, porém 20% dos casos não tratados resultarão em morte. </li></ul>http://paxprofundis.org/livros/armasbiologicas/antraxm.jpg
  26. 26. <ul><li>O antraz respiratório é geralmente fatal. Os sintomas iniciais lembram um resfriado comum. Após alguns dias, os sintomas podem progredir para problemas respiratórios sérios e morte </li></ul>http://static.hsw.com.br/gif/inhaled-anthrax.gif
  27. 27. <ul><li>A forma intestinal do antraz é caracterizada por uma inflamação aguda do trato intestinal. Os sintomas incluem náusea, perda de apetite, vômitos, febre seguida de dor abdominal, vômitos sanguinolentos, e diarréia severa. O antraz intestinal resulta em morte em 25-60% dos casos. </li></ul>http://static.hsw.com.br/gif/gi-anthrax.gif
  28. 28. Profilaxia - Prevenção <ul><li>As maneiras de se prevenir o antraz é evitar o contato com animais e produtos contaminados e evitar comer carne mal cozida. </li></ul><ul><li>Outra forma de prevenção é a vacina. A vacina tem 93% de eficácia na proteção contra a infecção. Depois de tomada a primeira dose deve se tomar as doses subseqüentes em 2 e 4 semanas, e 6, 12 e 18 meses da data da primeira vacinação </li></ul><ul><li>O antraz é diagnosticado isolando-se o B. antrhracis do sangue, lesões de pele, ou de secreções respiratórias; ou encontrando-se anticorpos específicos no sangue de pessoas sob suspeita da infecção. </li></ul>
  29. 29. Tratamento <ul><li>O tratamento baseia-se na administração de antibióticos (penicilina, doxiciclina, ciprofloxacina e outros). Para ser efetivo, o tratamento deve ser iniciado precocemente. Caso não tratado o antraz pode ser fatal. Para as pessoas com o antraz e sem os sintomas, pode-se fazer a profilaxia com doxiciclina ou ciprofloxacina por seis semanas. O tratamento deve ser expandido para os casos de antraz respiratório para que ocorra a eliminação pulmonar dos esporos, que não são afetados pela presença dos antibióticos. </li></ul>
  30. 30. Meningite <ul><li>É a inflamação das meninges (membranas que envolvem o encéfalo e a medula espinhal). </li></ul><ul><li>Pode ser causada por vírus, no qual o quadro é mais leve; ou por bactéria ( Neisseria meningitidis ), que é altamente contagiosa e geralmente grave. Esta bactéria pode causar também infecção generalizada. </li></ul>http://www.zdravstvena.info/vsznj/wp-content/uploads/2009/01/meningitis.jpg
  31. 31. http://anatpat.unicamp.br/neuroinfl1%2B.jpg
  32. 32. Causas <ul><li>Existem dois tipos de meningite: a viral e a bacterianas </li></ul><ul><li>Viral: A meningite viral representa de 70 a 80% dos casos de meningite, e geralmente tem um resultado favorável que se resolve sozinho. Os principais causadores são: Enteroviridae incluindo os vírus Echo, Coxsackie , poliovírus e enterovírus de 68 ao 71 </li></ul>
  33. 33. <ul><li>bacterianas , a meningite bacteriana represente de 20 a 25 % dos casos de meningite e pode ter conseqüências graves. As principais bactérias causadoras são Streptococcys pneumoniae (pneumococos), Haemophilus influenzae (hemófilos) ou Neisseria meningitidis (gonococos) </li></ul>
  34. 34. Transmissão <ul><li>É feita pelo contato de gotículas de saliva de um indivíduo doente através da fala, espirros e beijos com os órgãos respiratórios de uma pessoa saudável. </li></ul>
  35. 35. Sintomas <ul><li>Febre alta </li></ul><ul><li>Fortes dores de cabeça </li></ul><ul><li>Vômitos </li></ul><ul><li>Dores </li></ul><ul><li>Rigidez na nuca </li></ul><ul><li>Sensibilidade à luz </li></ul><ul><li>Moleza </li></ul><ul><li>Irritação </li></ul><ul><li>Fraqueza </li></ul><ul><li>Manchas vermelhas na pele. </li></ul>
  36. 36. Diagnóstico e tratamento <ul><li>A meningite tem início repentino e evolução rápida, podendo levar ao óbito em menos de 48 horas. </li></ul>http://www.blogdaresenhageral.com.br/v1/wp-content/uploads/meningite.jpg
  37. 37. <ul><li>Para a confirmação diagnóstica, retira-se um líquido da espinha, para identificar se há ou não algum patógeno e, se sim, identificá-lo. Em caso de meningite viral, o tratamento é o mesmo feito para as viroses em geral; caso seja meningite bacteriana, o uso de antibióticos específicos para a espécie, administrados via endovenosa. </li></ul>
  38. 38. Seqüelas <ul><li>As seqüelas podem ser muitas e vão desde dificuldades no aprendizado até a paralisia cerebral, passando ainda por defeitos físicos, como a surdez parcial ou completa e cegueira. </li></ul>
  39. 39. Profilaxia - Prevenção <ul><li>O combate da meningite é feito através de vacinas. </li></ul><ul><li>Através também de medidas como: evitar o uso de talheres e copos utilizados por outras pessoas ou mal lavados, assim como evitar ambientes abafados. </li></ul>
  40. 40. Micoses de Pele <ul><li>As micoses de pele, também chamadas de &quot;tineas&quot;, são infecções causadas por fungos. </li></ul><ul><li>A queratina é o &quot;alimento&quot; para estes fungos. Em condições favoráveis (calor, umidade, baixa de imunidade ou uso de antibióticos sistêmicos por longo prazo que alteram o equilíbrio da pele), estes fungos se reproduzem e passam então a causar a doença. </li></ul>
  41. 41. Sintomas <ul><li>As lesões causadas costumam causar: </li></ul><ul><li>Coceira </li></ul><ul><li>Desconforto. </li></ul>
  42. 42. Classificações <ul><li>Dependendo da sua localização, ela pode ser classificada em: </li></ul>
  43. 43. <ul><li>Tinea do corpo (&quot;impingem&quot;): </li></ul><ul><li>Forma lesões arredondadas, que coçam e se iniciam por ponto avermelhado que se abre em anel de bordas avermelhadas e descamativas com o centro da lesão tendendo à cura. </li></ul>http://www.dermatologia.net/novo/base/fotos/tineacorpo.jpg
  44. 44. <ul><li>Tinea dos pés: </li></ul><ul><li>Causa descamação e coceira na planta dos pés que sobe pelas laterais para a pele mais fina. </li></ul>http://www.dermatologia.net/novo/base/fotos/tineapedis2.JPG
  45. 45. <ul><li>Tinea inguinal (&quot;micose da virilha, jererê&quot;): </li></ul><ul><li>Forma áreas avermelhadas e descamativas com bordas bem limitadas, que se expandem para as coxas e nádegas, acompanhadas de muita coceira. </li></ul>http://www.dermatologia.net/novo/base/fotos/tineacruris2.jpg
  46. 46. <ul><li>Intertrigo candidiásico: </li></ul><ul><li>Provocado pela levedura Candida albicans, forma área avermelhada, úmida que se expande por pontos satélites ao redor da região mais afetada e, geralmente, provoca muita coceira </li></ul>http://www.dermatologia.net/novo/base/fotos/intertrigo_candida.jpg
  47. 47. <ul><li>Pitiríase versicolor (&quot;micose de praia, pano branco&quot;): </li></ul><ul><li>Manchas claras recobertas por fina descamação, facilmente demonstrável pelo ‘esticamento’ da pele.  Atinge principalmente áreas de maior produção de oleosidade como o tronco, a face, pescoço e couro cabeludo. </li></ul>http://www.dermatologia.net/novo/base/fotos/pitiriaseversicolor.jpg
  48. 48. <ul><li>Tinea interdigital (&quot;frieira&quot;): </li></ul><ul><li>Causa descamação, maceração (pele esbranquiçada e mole), fissuras e coceira entre os dedos dos pés.  Bastante frequente nos pés, devido ao uso constante de calçados fechados que retém a umidade, também pode ocorrer nas mãos, principalmente naquelas pessoas que trabalham muito com água e sabão </li></ul>http://www.dermatologia.net/novo/base/fotos/intertrigo.jpg
  49. 49. Prevenção <ul><li>Seque-se sempre muito bem após o banho, principalmente as dobras de pele como as axilas, as virilhas e os dedos dos pés. </li></ul><ul><li>Evite ficar com roupas molhadas por muito tempo. </li></ul><ul><li>Evite o contato prolongado com água e sabão. </li></ul><ul><li>Não use objetos pessoais (roupas, calçados, pentes, toalhas, bonés) de outras pessoas. </li></ul><ul><li>Não ande descalço em pisos constantemente úmidos (lava pés, vestiários, saunas). </li></ul>
  50. 50. <ul><li>Observe a pele e o pêlo de seus animais de estimação (cães e gatos).  Qualquer alteração como descamação ou falhas no pêlo procure o veterinário. </li></ul><ul><li>Evite mexer com a terra sem usar luvas. </li></ul><ul><li>Use somente o seu material de manicure. </li></ul><ul><li>Evite usar calçados fechados o máximo possível.  Opte pelos mais largos e ventilados. </li></ul><ul><li>Evite roupas quentes e justas.  Evite os tecidos sintéticos, principalmente nas roupas de baixo. Prefira sempre tecidos leves como o algodão. </li></ul>
  51. 51. Tratamento <ul><li>O tratamento vai depender do tipo de micose, mas no geral é tratada a partir de medicações locais sob a forma de cremes, loções e talcos ou medicações via oral, dependendo da intensidade do quadro.  O tratamento das micoses é sempre prolongado, variando de cerca de 30 a 60 dias. </li></ul>
  52. 52. Toxoplasmose <ul><li>Doença infecciosa causada pelo protozoário Toxoplasma gondii. </li></ul><ul><li>A infecção nos humanos é assintomática em 80% a 90 % dos casos, isto é, não causa sintomas, e pode passar desapercebida naqueles pacientes cuja imunidade é normal . </li></ul>http://www.mundoeducacao.com.br/upload/conteudo_legenda/27501b68168c528a08ccb681e2730e5a.jpg
  53. 53. Formas de transmição <ul><li>Por ingestão de cistos presentes em dejetos de animais contaminados, particularmente gatos, que podem estar presentes em qualquer solo onde o animal transita. </li></ul><ul><li>Por ingestão de carne de animais infectados (carne crua ou mal-passada), mais comum na Ásia. </li></ul><ul><li>Por transmissão intra-uterina da gestante contaminada para o feto (vertical). </li></ul><ul><li>Uma quarta forma de transmissão pode ocorrer através de órgãos contaminados que, ao serem transplantados em pessoas que terão que utilizar medicações que diminuem a imunidade (para combater a rejeição ao órgão recebido), causam a doença. </li></ul>
  54. 54. O que se sente? <ul><li>Ínguas, que podem ocorrer em qualquer lugar do corpo onde existam gânglios (regiões inguinal, axilar, pescoço, etc), mas mais freqüentemente acometem o pescoço. </li></ul><ul><li>No entanto alguns pacientes podem apresentar febre, dores nos músculos e articulações, cansaço, dores de cabeça e alterações visuais, dor de garganta, surgimento de pontos avermelhados difusos por todo o corpo - como uma alergia, urticária e aumento do fígado e do baço </li></ul>
  55. 55. Tratamento <ul><li>O tratamento pode variar mediante 3 situações: </li></ul><ul><li>Imunocompetentes com infecção aguda: </li></ul><ul><li>- Somente comprometimento gânglionar: em geral não requer tratamento. </li></ul><ul><li>- Infecções adquiridas por transfusão com sangue contaminado ou acidentes com materiais contaminados, em geral são quadros severos e devem ser tratados. </li></ul><ul><li>- Infecção da retina (corioretinite): devem ser tratados. </li></ul>
  56. 56. <ul><li>Infecções agudas em gestantes: </li></ul><ul><li>- Devem ser tratadas pois há comprovação de que assim diminui a chance de contaminação fetal </li></ul><ul><li>- Com comprovação de contaminação fetal: necessita tratamento e o regime de tratamento pode ser danoso ao feto, por isso especial vigilância deve ser mantida neste sentido. </li></ul>
  57. 57. <ul><li>Infecções em imunocomprometidos: </li></ul><ul><li>- Estas pessoas sempre devem ser tratadas e alguns grupos, como os contaminados pelo vírus HIV-1, devem permanecer tomando uma dose um pouco menor da medicação que usaram para tratar a doença por tempo indeterminado. Discute-se, neste último caso a possibilidade de interromper esta manutenção do tratamento naqueles que conseguem recuperação imunológica com os chamados coquetéis contra a AIDS. </li></ul>
  58. 58. Ciclo da Doença
  59. 59. Profilaxia - Prevenção <ul><li>Pela não ingestão de carnes cruas ou mal-cozidas. </li></ul><ul><li>Comer apenas vegetais e frutas bem lavados em água corrente. </li></ul><ul><li>Evitar contato com fezes de gato. </li></ul><ul><li>Para as gestantes, evitar contato com gatos somado a acompanhamento médico regular. </li></ul><ul><li>Em pessoas com deficiência imunológica a prevenção pode ser necessária com o uso de medicação dependendo de uma análise individual de cada caso. </li></ul>
  60. 60. Sífilis <ul><li>Causada pelo Treponema pallidum </li></ul><ul><li>É uma doença infecciosa transmitida pelo ato sexual desprotegido (Doença Sexualmente Transmissível). </li></ul>http://embryology.med.unsw.edu.au/Defect/images/Treponema-pallidum.jpg
  61. 61. Sinais e Sintomas <ul><li>A sífilis manifesta-se inicialmente como uma pequena ferida nos órgãos sexuais (cancro duro) e com ínguas (caroços) nas virilhas, que surgem entre a 2ª ou 3ª semana após a relação sexual desprotegida com pessoa infectada </li></ul>
  62. 62. <ul><li>. A ferida e as ínguas não doem, não coçam, não ardem e não apresentam pus. </li></ul><ul><li>Após um certo tempo, a ferida desaparece sem deixar cicatriz, dando à pessoa a falsa impressão de estar curada. </li></ul>http://www.perfil.com.pt/equal/cp/graphics/sifilis_18.jpg
  63. 63. <ul><li>Se a doença não for tratada, continua a avançar no organismo, surgindo manchas em várias partes do corpo (inclusive nas palmas das mãos e solas dos pés), queda de cabelos, cegueira, doença do coração, paralisias. Caso ocorra em grávidas, poderá causar aborto/natimorto ou má formação do feto.  </li></ul>http://www.ocorrenciaspoliciais.com.br/fotos/sifillis......bmp
  64. 64. Transmissão da sífilis   <ul><li>A sífilis pode ser passada de uma pessoa para outra por meio de relações sexuais desprotegidas (sem preservativos), através de transfusão de sangue contaminado (que hoje em dia é muito raro em razão do controle do sangue doado), e durante a gestação e o parto (de mãe infectada para o bebê).  </li></ul>
  65. 65. Prevenção   <ul><li>Como não há perspectiva de desenvolvimento de vacina, em curto prazo, a prevenção recai sobre a educação em saúde: uso regular de preservativos, diagnóstico precoce em mulheres em idade reprodutiva e parceiros, e realização do teste diagnóstico por mulheres com intenção de engravidar .  </li></ul>
  66. 66. Tratamento   <ul><li>O tratamento mais indicado para a sífilis é a utilização do mais antigo dos antibióticos: a penicilina. O maior problema do tratamento é o seu diagnóstico, visto que a sífilis pode ser confundida com muitas outras doenças. Os pacientes devem evitar ter relação sexual até que o seu tratamento (e do parceiro com a doença) se complete. A gestante deve realizar controle de cura mensal.  </li></ul><ul><li>Se não tratada, a sífilis progride, torna-se crônica e pode comprometer várias partes do corpo ou levar à morte. </li></ul>
  67. 67. Sífilis congênita <ul><li>A sífilis congênita é resultado da infecção do feto pelo  Treponema pallidum , bactéria causadora da sífilis, através da placenta. </li></ul>
  68. 68. Bibliografia <ul><li>http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISFE3CA8B4PTBRIE.htm </li></ul><ul><li>http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?417   </li></ul><ul><li>http://www.dermatologia.net/novo/base/doencas/micoses.shtml </li></ul><ul><li>http://www.dermatologia.net/novo/base/doencas/intertrigo.shtml </li></ul><ul><li>http://www.brasilescola.com/doencas/ebola.htm </li></ul><ul><li>http://www.algosobre.com.br/biologia/ebola.html </li></ul><ul><li>http://saude.sapo.pt/abc_saude/e/ebola/ </li></ul><ul><li>http://www.brasilescola.com/doencas/meningite.htm </li></ul><ul><li>http://www.criasaude.com.br/N1901/doencas/meningite.html   </li></ul><ul><li>http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/meningite/meningite-2.php </li></ul><ul><li>http://www.layum.com/v5/vistos/vacinas/doencas.php </li></ul><ul><li>http://www.cives.ufrj.br/informacao/fam/fam-iv.html </li></ul><ul><li>http://www.febreamarela.org.br </li></ul><ul><li>http://www.febreamarela.com </li></ul><ul><li>http://www.pasteur.saude.sp.gov.br/ </li></ul><ul><li>http://ciencia.hsw.uol.com.br/antraz.htm </li></ul>

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