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Febre Amarela
• Doença febril aguda, não contagiosa, de curta
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  e choque. Apresenta alta letalidade na forma
  grave,    chegando      a   50%.     Acomete
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  compulsória.
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É causada por um arbovírus da família
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  que se infectam quando vão se alimentar do
  sangue infectado de primatas ou de humanos.
• Não existe transmissão direta entre humanos.
Ciclos de transmissão da Febre
                Amarela

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Macaco sadio
• Urbano

Homem infectado

Aedes aegypti

Homem sadio
Susceptibilidade, imunidade e período
             de incubação
• É universal;
• A infecção confere imunidade permanente;
• A imunidade conferida pela vacina dura em
  torno de 10 anos.
• varia entre três e seis dias após a picada do
  mosquito.
Aspectos clínicos
• Caraterizado      por    manifestações    de
  insuficiência hepática e renal, e, em muitos
  casos,     evolui   para    o     óbito  em
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Diagnósticos:
• Diferencial: através de suspeitas clinicas de
  quadros febris.
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  sangue.
Tratamento
• Não existe um tratamento especifico no combate
  à Febre Amarela.
• É apenas sintomático com cuidadosa assistência
  ao paciente, que, sob hospitalização, deve
  permanecer em repouso, com reposição de
  líquidos e perdas sanguíneas quando indicado.
• Quadros clínicos clássicos e/ou fulminantes
  devem ser atendimento em UTI, de modo que as
  complicações sejam controladas e o perigo da
  morte eliminado.
Medidas de prevenção e controle
• Vacina constituída de vírus vivos atenuados
  derivados de uma amostra africana do vírus
  amarílico selvagem denominado Asibi. Deve
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  idade, em via subcutânea, volume de 0,5ml
  com reforço de 10 anos em 10 anos.
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  antes de se ingressar em área de transmissão.
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  de dez anos.
Efeitos adversos
• Mal-estar, cefaleia, mialgia e febre baixa, que
  ocorrem por volta do quinto dia em 2% a 5%
  dos vacinados, durando de um a dois dias.
Contraindicações
• Contraindicações:
   –   Crianças menores de 6 meses;
   –   Reação anafilática após ingesta de ovo e derivados;
   –   Febre acima de 38,5°C;
   –   Portadores de imunodeficiência congênita ou adquirida;
   –   Neoplasias malignas;
   –   Pacientes sintomáticos de HIV;
   –   Pacientes em uso de quimioterápicos e/ou radioterapia;
   –   Uso de corticoides em doses elevadas;
   –   Estados de imunodepressão ou adiamento de dois anos
       após transplante de medula óssea.
Recomendações para a vacinação:
• Toda à população a partir de nove meses de
  idade que reside ou irá viajar para áreas de
  risco de transmissão: AC, AM, AP, PA, RO, RR,
  TO, GO, DF, MG e MA; e alguns municípios do
  PI, BA, SP, PR, SC e RS.
Anexos - Reportagens
1.Mosquito da Dengue também transmite Febre
  Amarela
• Na população não vacinada, o risco de contaminação
  e disseminação da febre amarela silvestre em zona
  urbana é real e séria;
• A forma de evitar a transmissão urbana é pela
  vacina, tomada aos seis meses e renovada a cada dez
  anos;
• Segundo a Enf. Gediselma B.Lima,
coordenadora do programa de Controle
da dengue e febre Amarela da
superrintendência de Ações Básicas de saúde.
Os culpados não são os Vítimas
• O Brasil enfrenta surtos de F. A. em intervalos de cinco e
  oito anos em primatas principalmente;
• O ministro negou a ameaça e pediu para que a
  população não procurasse os postos de vacinação
  exceto os que vão viajar e que moram em áreas de
  risco(20 estados);
• “ A ameaça existe. O risco de epidemia só pode ser
  evitado se o governo redobrar a vigilância sanitária”, diz
  o sanitarista Arary Tiriba;
• A Febre amarela é uma doença com alto grau de
  mortalidade, cerca de 46% dos casos no Brasil são fatais;
• Por ser endêmica nas matas, a febre amarela
  dificilmente será erradicada no país;
• A doença deve ser mais bem controlada para
  isto basta ser exigida a vacinação para
  estrangeiros como é feita em outros países, e
  tornar obrigatória em áreas de floresta e em
  suas franjas o que criaria uma espécie de
  barreira sanitária.
Referências:
•   Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento
    de Atenção Básica. Vigilância em saúde : zoonoses / Ministério da Saúde,
    Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. –
    Brasília : Ministério da Saúde, 2009. 228 p. : il. – (Série B. Textos Básicos
    de Saúde) (Cadernos de Atenção Básica ; n. 22)
•   Mosquito da dengue também transmite a febre amarela, disponível em:
     http://www.saudeemmovimento.com.br/reportagem/noticia_exibe.asp?
    cod_noticia=465; acessado em 20 de março de 2012.
•   Victor De Martino e José Edward, Os culpados não são as vítimas -
    disponível em: http://veja.abril.com.br/230108/p_072.shtml, acessado
    em 20 de março de 2012.
•   Evolução da Febre Amarela no Brasil. Disponível em:
    http://www.medimagem.com.br/hotsites/febreamarela/evolucao.html,
    acessado em 20/03/2012.
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IFPE Discute Febre Amarela e suas Formas de Prevenção

  • 1. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Pernambuco IFPE-PESQUEIRA Processos Infecciosos e Parasitários Saúde ambiental
  • 2. Alunos: • Anne Carolinne • Ially D’arc • Geydson Gallindo • Nayala Galindo
  • 3. Febre Amarela • Doença febril aguda, não contagiosa, de curta duração de alta morbidade e mortalidade, apresentando sintomas como febre, icterícia, albuminúria, oligúria, manifestações hemorrágicas, delírio, obnobulição (vertigem) e choque. Apresenta alta letalidade na forma grave, chegando a 50%. Acomete principalmente os jovens do sexo masculino, e compõe a lista de doenças de notificação compulsória.
  • 4. Agente etiológico É causada por um arbovírus da família Flaviviridae, gênero Flavivirus.
  • 5. Transmissão • Por meio da picada de mosquitos hematófagos (que se alimenta de sangue) infectados.
  • 6. Modo de transmissão • Ocorre através da picada do mosquito fêmea que se infectam quando vão se alimentar do sangue infectado de primatas ou de humanos. • Não existe transmissão direta entre humanos.
  • 7. Ciclos de transmissão da Febre Amarela • Silvestre: Macaco infectado Mosquito silvestre Macaco sadio
  • 8. • Urbano Homem infectado Aedes aegypti Homem sadio
  • 9. Susceptibilidade, imunidade e período de incubação • É universal; • A infecção confere imunidade permanente; • A imunidade conferida pela vacina dura em torno de 10 anos. • varia entre três e seis dias após a picada do mosquito.
  • 10. Aspectos clínicos • Caraterizado por manifestações de insuficiência hepática e renal, e, em muitos casos, evolui para o óbito em aproximadamente uma semana.
  • 11. Diagnósticos: • Diferencial: através de suspeitas clinicas de quadros febris. • Laboratorial: através de exames de sangue que identificam a presença do vírus no sangue.
  • 12. Tratamento • Não existe um tratamento especifico no combate à Febre Amarela. • É apenas sintomático com cuidadosa assistência ao paciente, que, sob hospitalização, deve permanecer em repouso, com reposição de líquidos e perdas sanguíneas quando indicado. • Quadros clínicos clássicos e/ou fulminantes devem ser atendimento em UTI, de modo que as complicações sejam controladas e o perigo da morte eliminado.
  • 13. Medidas de prevenção e controle • Vacina constituída de vírus vivos atenuados derivados de uma amostra africana do vírus amarílico selvagem denominado Asibi. Deve ser administrada a partir dos 9 meses de idade, em via subcutânea, volume de 0,5ml com reforço de 10 anos em 10 anos.
  • 14. Imunidade: • Os anticorpos protetores aparecem entro o sétimo e o décimo dia após a aplicação, razão pela qual a imunização deve ocorrer dez dias antes de se ingressar em área de transmissão. Uma só dose confere imunidade no período de dez anos.
  • 15. Efeitos adversos • Mal-estar, cefaleia, mialgia e febre baixa, que ocorrem por volta do quinto dia em 2% a 5% dos vacinados, durando de um a dois dias.
  • 16. Contraindicações • Contraindicações: – Crianças menores de 6 meses; – Reação anafilática após ingesta de ovo e derivados; – Febre acima de 38,5°C; – Portadores de imunodeficiência congênita ou adquirida; – Neoplasias malignas; – Pacientes sintomáticos de HIV; – Pacientes em uso de quimioterápicos e/ou radioterapia; – Uso de corticoides em doses elevadas; – Estados de imunodepressão ou adiamento de dois anos após transplante de medula óssea.
  • 17. Recomendações para a vacinação: • Toda à população a partir de nove meses de idade que reside ou irá viajar para áreas de risco de transmissão: AC, AM, AP, PA, RO, RR, TO, GO, DF, MG e MA; e alguns municípios do PI, BA, SP, PR, SC e RS.
  • 18. Anexos - Reportagens 1.Mosquito da Dengue também transmite Febre Amarela • Na população não vacinada, o risco de contaminação e disseminação da febre amarela silvestre em zona urbana é real e séria; • A forma de evitar a transmissão urbana é pela vacina, tomada aos seis meses e renovada a cada dez anos; • Segundo a Enf. Gediselma B.Lima, coordenadora do programa de Controle da dengue e febre Amarela da superrintendência de Ações Básicas de saúde.
  • 19. Os culpados não são os Vítimas • O Brasil enfrenta surtos de F. A. em intervalos de cinco e oito anos em primatas principalmente; • O ministro negou a ameaça e pediu para que a população não procurasse os postos de vacinação exceto os que vão viajar e que moram em áreas de risco(20 estados); • “ A ameaça existe. O risco de epidemia só pode ser evitado se o governo redobrar a vigilância sanitária”, diz o sanitarista Arary Tiriba; • A Febre amarela é uma doença com alto grau de mortalidade, cerca de 46% dos casos no Brasil são fatais;
  • 20. • Por ser endêmica nas matas, a febre amarela dificilmente será erradicada no país; • A doença deve ser mais bem controlada para isto basta ser exigida a vacinação para estrangeiros como é feita em outros países, e tornar obrigatória em áreas de floresta e em suas franjas o que criaria uma espécie de barreira sanitária.
  • 21.
  • 22. Referências: • Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Vigilância em saúde : zoonoses / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009. 228 p. : il. – (Série B. Textos Básicos de Saúde) (Cadernos de Atenção Básica ; n. 22) • Mosquito da dengue também transmite a febre amarela, disponível em: http://www.saudeemmovimento.com.br/reportagem/noticia_exibe.asp? cod_noticia=465; acessado em 20 de março de 2012. • Victor De Martino e José Edward, Os culpados não são as vítimas - disponível em: http://veja.abril.com.br/230108/p_072.shtml, acessado em 20 de março de 2012. • Evolução da Febre Amarela no Brasil. Disponível em: http://www.medimagem.com.br/hotsites/febreamarela/evolucao.html, acessado em 20/03/2012.