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REDE DE FRIOS
TEMPERATURA
E ORGANIZAÇÃO
DA GELADEIRA
FACULDADE REGIONAL DA BAHIA
ENFERMAGEM 2014.1
SAÚDE COLETIVA
DOCENTE: REGINA COELI
DISCENTE: Genivaldo Icaro Araújo
TEMPERATURA
É importante a verificação da temperatura dos
equipamentos da Rede de Frio, nas instâncias
nacional e estadual, pelo menos três vezes ao
dia: no início de cada jornada de trabalho
(manhã e tarde) e a terceira no final da jornada
de trabalho (à tarde). Na instância local esta
temperatura é verificada no início da jornada
pela manhã e no final da jornada, à tarde.
TEMPERATURA
TEMPERATURA
Para isso utiliza-se os tipos de termômetros:
• Termômetro de Máxima e mínima analógico
• Termômetro Digital de cabo extensor
• Termômetro linear
• Termômetro Analógico de cabo extensor
TEMPERATURATERMÔMETRO DE MÁXIMA E
MÍNIMA ANALÓGICO
O termômetro de máxima e
mínima é utilizado para verificar as
variações de temperatura ocorridas em
determinado ambiente, num período de
tempo, fornecendo três tipos de
informação: a temperatura mínima
(mais fria); a temperatura máxima
(mais quente) e a temperatura do
momento.
TEMPERATURATERMÔMETRO DE MÁXIMA E
MÍNIMA ANALÓGICO
PASSO A PASSO:
1º Passo - anular a marcação do termômetro pressionando o botão central,
até que os filetes azuis se encontrem com a coluna de mercúrio.
2º Passo - fixar o termômetro entre a primeira e a segunda prateleiras da
geladeira em posição vertical na área central do equipamento.
Como fazer a leitura:
• temperatura mínima: é a que está indicada no nível inferior do filete
azul na coluna da esquerda;
• temperatura máxima: é a que está indicada no nível inferior do filete
azul na coluna da direita;
• temperatura do momento: é a que está indicada pela extremidade
superior das colunas de mercúrio (colunas
prateadas), em ambos os lados.
TEMPERATURATERMÔMETRO DIGITAL DE CABO
EXTENSOR
É constituído de dois displays de
cristal líquido: um para temperatura da
geladeira e outro para a temperatura
do local. Ambos registram a
temperatura máxima, mínima e atual,
além de dispor de alarme, caso seja
alcançada uma temperatura alta.
TEMPERATURATERMÔMETRO DIGITAL DE CABO
EXTENSOR
PASSO A PASSO:
1° Passo – verificar e anotar no mapa a temperatura
2° Passo - verificar e anotar no mapa a temperatura máxima
3° Passo - verificar e anotar no mapa a temperatura mínima
4° Passo - após o registro de três temperaturas, resetar o termometro
TEMPERATURA
TERMÔMETRO LINEAR
Esse tipo de termômetro só nos
dá a temperatura do momento, por isso
seu uso não é aconselhável na Rede de
Frio. São utilizados na falta de
termômetro de máxima e mínima
TEMPERATURA
TERMÔMETRO LINEAR
PASSO A PASSO:
1º Passo – colocar o termômetro no centro da caixa, próximo às vacinas e
tampá-la;
2º Passo – aguardar meia hora para fazer a leitura da temperatura;
3º Passo – verificar a temperatura na extremidade superior da coluna.
TEMPERATURATERMÔMETRO ANALÓGICO DE
CABO EXTENSOR
Este tipo de termômetro é utilizado para
verificar a temperatura do momento,
principalmente das caixas térmicas:
• Onde estão acondicionadas as
vacinas para serem transportadas;
• No uso diário da sala de vacina;
• No trabalho extramuro. Pode ser
utilizado também nos demais
equipamentos da Rede de Frio,
para verificação contínua de
temperatura
TEMPERATURATERMÔMETRO ANALÓGICO DE
CABO EXTENSOR
PASSO A PASSO:
1º Passo - colocar o sensor ou bulbo do termômetro de cabo extensor
entre os imunobiológicos que estão na caixa térmica
2º Passo - aguardar meia hora para fazer a leitura da temperatura;
3º Passo - verificar a temperatura na extremidade superior da coluna de
mercúrio;
4º Passo – registrar a hora e a temperatura verificada
ORGANIZAÇÃO
REFRIGERADORES OU GELADEIRAS
São equipamentos de uso doméstico que na Rede
de Frio são destinados à estocagem de
imunobiológicos em temperaturas positivas a
+2ºC, devendo para isto estar regulados para
funcionar nesta faixa de temperatura. A vacina
pode, em algum momento, estar em uma
temperatura entre +2 o e +8 o C sem sofrer perda
de potência (em armazenamento).
ORGANIZAÇÃO
GELADEIRAS DOMÉSTICAS
As geladeiras domésticas, com capacidade a
partir de 280 litros, utilizadas pelo Programa
Nacional de Imunizações, devem ser organizadas
de acordo com as seguintes recomendações:
ORGANIZAÇÃO
GELADEIRAS DOMÉSTICAS
Observações:
• Não devem ser usadas geladeiras duplex
(evaporadores separados do restante) e/ou
frigobar.
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quantidade necessária, bem como não possui
espaço físico suficiente para armazenamento de
bobinas de gelo reciclável.
ORGANIZAÇÃO
GELADEIRAS COMERCIAIS
ORGANIZAÇÃO
São equipamentos de uso comercial que na
Rede de Frio são destinados à estocagem de
imunobiológicos em temperaturas positivas a +2ºC ,
devendo, para isto, estar regulados para funcionar
nesta faixa de temperatura. A vacina pode estar entre
+2ºC e +8ºC sem sofrer perda de potência, em
armazenamento.
GELADEIRAS COMERCIAIS
ORGANIZAÇÃO
As geladeiras comerciais comuns utilizadas na
Rede de Frio dos estados, geralmente em instância
regional ou municipal de grande porte, são as que
estão entre 600 a 1.200 litros de capacidade,
equipadas com um pequeno evaporador e quatro ou
seis portas. O seu funcionamento em relação à
geladeira doméstica diferencia na circulação do ar
interno, tendo em vista que na geladeira comercial o
ar é movimentado por um ventilador. A espessura do
isolamento das paredes dessas geladeiras deve ser de
no mínimo 5cm.
GELADEIRAS COMERCIAIS
Cuidados:
• Dispor essas vacinas afastadas, no mínimo 15cm
(quinze centímetros) da parede de fundo da
geladeira (na parede de fundo da primeira
prateleira está localizado o ponto mais frio desta
geladeira). Deve-se ter também o cuidado de
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ORGANIZAÇÃO
CUIDE BEM DO ARMAZENAMENTO DAS VACINAS!
VOCÊ ENFERMEIRO, É O PRINCIPAL RESPONSÁVEL POR
ESTE BEM
ROCHA, Cristina Maria Vieira da. Manual de Rede de Frio,
bIBLIOTECA vIRTUAL D mINISTÉRIO DA sAÚDE. 3. ed. - Brasília:
2001. Disponível http://bvsms.saude.gov.br/bvs/rede_frio.pdf.
Acesso em 28 de maio 2014.
CURSINO, Emília Gallindo. VAZ, Elenice Maria C. SILVA, Jorge
Luiz Lima da. Rede de Frios, M/S-FUNASA –PNI, Jan 2009.
Disponível em http://www.uff.br/disicamep/rede.htm. Acesso
em 29 de maio 2014.
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  • 1. REDE DE FRIOS TEMPERATURA E ORGANIZAÇÃO DA GELADEIRA FACULDADE REGIONAL DA BAHIA ENFERMAGEM 2014.1 SAÚDE COLETIVA DOCENTE: REGINA COELI DISCENTE: Genivaldo Icaro Araújo
  • 3. É importante a verificação da temperatura dos equipamentos da Rede de Frio, nas instâncias nacional e estadual, pelo menos três vezes ao dia: no início de cada jornada de trabalho (manhã e tarde) e a terceira no final da jornada de trabalho (à tarde). Na instância local esta temperatura é verificada no início da jornada pela manhã e no final da jornada, à tarde. TEMPERATURA
  • 4. TEMPERATURA Para isso utiliza-se os tipos de termômetros: • Termômetro de Máxima e mínima analógico • Termômetro Digital de cabo extensor • Termômetro linear • Termômetro Analógico de cabo extensor
  • 5. TEMPERATURATERMÔMETRO DE MÁXIMA E MÍNIMA ANALÓGICO O termômetro de máxima e mínima é utilizado para verificar as variações de temperatura ocorridas em determinado ambiente, num período de tempo, fornecendo três tipos de informação: a temperatura mínima (mais fria); a temperatura máxima (mais quente) e a temperatura do momento.
  • 6.
  • 7. TEMPERATURATERMÔMETRO DE MÁXIMA E MÍNIMA ANALÓGICO PASSO A PASSO: 1º Passo - anular a marcação do termômetro pressionando o botão central, até que os filetes azuis se encontrem com a coluna de mercúrio. 2º Passo - fixar o termômetro entre a primeira e a segunda prateleiras da geladeira em posição vertical na área central do equipamento. Como fazer a leitura: • temperatura mínima: é a que está indicada no nível inferior do filete azul na coluna da esquerda; • temperatura máxima: é a que está indicada no nível inferior do filete azul na coluna da direita; • temperatura do momento: é a que está indicada pela extremidade superior das colunas de mercúrio (colunas prateadas), em ambos os lados.
  • 8. TEMPERATURATERMÔMETRO DIGITAL DE CABO EXTENSOR É constituído de dois displays de cristal líquido: um para temperatura da geladeira e outro para a temperatura do local. Ambos registram a temperatura máxima, mínima e atual, além de dispor de alarme, caso seja alcançada uma temperatura alta.
  • 9.
  • 10. TEMPERATURATERMÔMETRO DIGITAL DE CABO EXTENSOR PASSO A PASSO: 1° Passo – verificar e anotar no mapa a temperatura 2° Passo - verificar e anotar no mapa a temperatura máxima 3° Passo - verificar e anotar no mapa a temperatura mínima 4° Passo - após o registro de três temperaturas, resetar o termometro
  • 11. TEMPERATURA TERMÔMETRO LINEAR Esse tipo de termômetro só nos dá a temperatura do momento, por isso seu uso não é aconselhável na Rede de Frio. São utilizados na falta de termômetro de máxima e mínima
  • 12.
  • 13. TEMPERATURA TERMÔMETRO LINEAR PASSO A PASSO: 1º Passo – colocar o termômetro no centro da caixa, próximo às vacinas e tampá-la; 2º Passo – aguardar meia hora para fazer a leitura da temperatura; 3º Passo – verificar a temperatura na extremidade superior da coluna.
  • 14. TEMPERATURATERMÔMETRO ANALÓGICO DE CABO EXTENSOR Este tipo de termômetro é utilizado para verificar a temperatura do momento, principalmente das caixas térmicas: • Onde estão acondicionadas as vacinas para serem transportadas; • No uso diário da sala de vacina; • No trabalho extramuro. Pode ser utilizado também nos demais equipamentos da Rede de Frio, para verificação contínua de temperatura
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  • 16. TEMPERATURATERMÔMETRO ANALÓGICO DE CABO EXTENSOR PASSO A PASSO: 1º Passo - colocar o sensor ou bulbo do termômetro de cabo extensor entre os imunobiológicos que estão na caixa térmica 2º Passo - aguardar meia hora para fazer a leitura da temperatura; 3º Passo - verificar a temperatura na extremidade superior da coluna de mercúrio; 4º Passo – registrar a hora e a temperatura verificada
  • 18. REFRIGERADORES OU GELADEIRAS São equipamentos de uso doméstico que na Rede de Frio são destinados à estocagem de imunobiológicos em temperaturas positivas a +2ºC, devendo para isto estar regulados para funcionar nesta faixa de temperatura. A vacina pode, em algum momento, estar em uma temperatura entre +2 o e +8 o C sem sofrer perda de potência (em armazenamento). ORGANIZAÇÃO
  • 19. GELADEIRAS DOMÉSTICAS As geladeiras domésticas, com capacidade a partir de 280 litros, utilizadas pelo Programa Nacional de Imunizações, devem ser organizadas de acordo com as seguintes recomendações: ORGANIZAÇÃO
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  • 21. GELADEIRAS DOMÉSTICAS Observações: • Não devem ser usadas geladeiras duplex (evaporadores separados do restante) e/ou frigobar. • O congelador do frigobar não produz gelo na quantidade necessária, bem como não possui espaço físico suficiente para armazenamento de bobinas de gelo reciclável. ORGANIZAÇÃO
  • 22. GELADEIRAS COMERCIAIS ORGANIZAÇÃO São equipamentos de uso comercial que na Rede de Frio são destinados à estocagem de imunobiológicos em temperaturas positivas a +2ºC , devendo, para isto, estar regulados para funcionar nesta faixa de temperatura. A vacina pode estar entre +2ºC e +8ºC sem sofrer perda de potência, em armazenamento.
  • 23. GELADEIRAS COMERCIAIS ORGANIZAÇÃO As geladeiras comerciais comuns utilizadas na Rede de Frio dos estados, geralmente em instância regional ou municipal de grande porte, são as que estão entre 600 a 1.200 litros de capacidade, equipadas com um pequeno evaporador e quatro ou seis portas. O seu funcionamento em relação à geladeira doméstica diferencia na circulação do ar interno, tendo em vista que na geladeira comercial o ar é movimentado por um ventilador. A espessura do isolamento das paredes dessas geladeiras deve ser de no mínimo 5cm.
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  • 25. GELADEIRAS COMERCIAIS Cuidados: • Dispor essas vacinas afastadas, no mínimo 15cm (quinze centímetros) da parede de fundo da geladeira (na parede de fundo da primeira prateleira está localizado o ponto mais frio desta geladeira). Deve-se ter também o cuidado de deixar um espaço entre as pilhas permitindo a circulação de ar entre as caixas ORGANIZAÇÃO
  • 26. GELADEIRAS COMERCIAIS Cuidados: • Dispor essas vacinas afastadas, no mínimo 15cm (quinze centímetros) da parede de fundo da geladeira (na parede de fundo da primeira prateleira está localizado o ponto mais frio desta geladeira). Deve-se ter também o cuidado de deixar um espaço entre as pilhas permitindo a circulação de ar entre as caixas ORGANIZAÇÃO
  • 27. CUIDE BEM DO ARMAZENAMENTO DAS VACINAS! VOCÊ ENFERMEIRO, É O PRINCIPAL RESPONSÁVEL POR ESTE BEM
  • 28. ROCHA, Cristina Maria Vieira da. Manual de Rede de Frio, bIBLIOTECA vIRTUAL D mINISTÉRIO DA sAÚDE. 3. ed. - Brasília: 2001. Disponível http://bvsms.saude.gov.br/bvs/rede_frio.pdf. Acesso em 28 de maio 2014. CURSINO, Emília Gallindo. VAZ, Elenice Maria C. SILVA, Jorge Luiz Lima da. Rede de Frios, M/S-FUNASA –PNI, Jan 2009. Disponível em http://www.uff.br/disicamep/rede.htm. Acesso em 29 de maio 2014. REFERÊNCIAS