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ENFERMAGEM CIRÚRGICA II
UNIJORGE - CENTRO UNIVERSITÁRIO JORGE AMADO
Bacharelado em Enfermagem – 6º Semestre
Enfermagem Cirúrgica II
Docente: Neilda Dantas da Silva
Discente: Genivaldo Icaro Araújo
Novembro 2015
Salvador/BA
CONCEITO
Os procedimentos realizados pelos
especialistas em cirurgia geral incluem
cirurgias no abdômen e todos os órgãos
contidos nele, cabeça e pescoço, tecido
macio e músculo-esqueletal, sistema
endócrino, traumas em geral oncologia e
pacientes doentes em fase crítica.
C
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FINALIDADE
Tem como finalidade atender pacientes
portadores de doenças de ordem aguda ou
crônica.
C
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A
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DIVISÕES
• Cirurgia abdominal: subdividida em cirurgia
abdominal alta e baixa, compreende os órgãos do
diafragma até a pélvis.
• Cirurgia videolaparoscópica: cirurgia minimamente
invasiva feita com auxílio de uma pequena câmera
(laparoscópio) para visualização dos órgãos internos.
• Cirurgia do trauma: atendimento a pacientes que
sofreram algum tipo de lesão corporal, como queda,
colisão ou ferimentos por armas brancas ou de fogo.
C
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TIPOS
• Colecistectomia –Retirada da vesícula biliar;
• Gastrectomia parcial- Retirada de parte do
estômago;
• Jejunostomia – Abertura do jejuno para fora;
• Hepatectomia – Retirada do fígado.
C
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A CIRURGIA BARIÁTRICA
A cirurgia bariátrica, também chamada
de gastroplastia, é uma cirurgia de redução
do estômago, que é apropriada para
pacientes que estão em alto risco de, ou
que já têm complicações médicas da
obesidade mórbida.
 Para ser submetido aos tratamentos cirúrgicos, o paciente deve:
 Estar com 45kg acima do peso ideal ou com o IMC de 40 ou
superior a isso;
 Pacientes com IMC de 35, mas que tenham problemas de saúde
relacionados à obesidade;
 Faixa etária de 16 a 60 anos;
 Histórico em não conseguir perder peso;
 Não ter nenhuma doença que seja contraindicada para a cirurgia;
 Avaliação clínica completa e exames pré-operatórios.
É uma cirurgia não recomendada para pessoas que tenham cirrose
hepática, problemas graves no pulmão, lesão no músculo cardíaco e
insuficiência renal.
REQUISITOS
A CIRURGIA BARIÁTRICA
CLASSIFICAÇÃO
A CIRURGIA BARIÁTRICA
• Segundo a Urgência Cirúrgica:
ELETIVA
• Segundo Risco Cardiológico:
GRANDE PORTE
• Segundo Tempo de Duração da Cirurgia:
PORTE III
• Segundo o Potencial de Contaminação:
POTENCIALMETE CONTAMINADA
• Segundo a Finalidade do Tratamento:
CURATIVA
• ASA:
2 e 3
• Está situado no abdome, logo abaixo do
diafragma, anteriormente ao pâncreas,
superiormente ao duodeno e a esquerda do
fígado. É parcialmente coberto pelas costelas.
• O estômago desempenha um papel central na
digestão dos alimentos.
ANATOMIA E FISIOPATOLOGIA
DO ESTÔMAGO
ANATOMIA E FISIOPATOLOGIA
DO ESTÔMAGO
TIPOS DE CIRURGIAS
BARIÁTRICAS
BYPASS GÁSTRICO OU CIRURGIA
DE FOBI-CAPELLA
Consiste em um desvio de
uma grande parte do
estômago e uma pequena
parte do intestino delgado.
Ocorre uma redução do
estômago através de
grampeamento.
T
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B
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Á
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GASTRECTOMIA
VERTICAL OU SLEEVE:
Consiste em
uma ressecção
(retirada) de dois
terços do estômago
em seu eixo vertical
transformando-o em
um tubo afilado.
T
I
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B
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I
Á
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I
C
A
S
BANDA GÁSTRICA
AJUSTÁVEL:
Consiste na colocação de
um anel de silicone com
uma pequena câmara
pneumática interna ao
redor do estômago em
sua porção inicial.
T
I
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D
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B
A
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I
Á
T
R
I
C
A
S
DUODENAL SWITCH - DERIVAÇÃO
BILIOPANCREÁTICA
Consiste em uma ressecção
(retirada) de dois terços do estômago
em seu eixo vertical transformando-
o em um tubo afilado seguida de um
desvio intestinal ampliado, existindo
uma ligação direta com o intestino,
deixando uma área aproximada de um
terço da área total de absorção de
nutrientes.
T
I
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O
S
D
E
B
A
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I
Á
T
R
I
C
A
S
VIDEOLAPAROSCOPIA
No tratamento da obesidade,
as cirurgias do gênero se
diferenciam da convencional,
aberta (laparotomia), em função do
acesso utilizado .
Técnica moderna, menos invasiva e
mais confortável para o paciente.
Menos tempo de recuperação e
riscos. No pós-operatório, os
benefícios são maiores.
T
I
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D
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B
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I
Á
T
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I
C
A
S
FINALIDADE
Melhora da qualidade de vida, dos
parâmetros cárdio-respiratórios (dor torácica,
dispnéia, apnéia do sono e hipertensão) e
metabólicos (diabetes e distúrbios lipídicos)
associados a uma perda substancial de peso
induzida pela cirurgia.
EXAMES DIAGNÓSTICOS
PRÉ OPERATÓRIOS
• Parecer do cardiologista (eletrocardiograma +
ecocardiograma + risco cirúrgico)
• RaioX de tórax - PA e Perfil;
• Ultrassonografia abdominal e pélvica;
• Endoscopia digestiva alta;
• Exames Laboratoriais
• Parecer do endocrinologista;
ANESTESIA
A cirurgia bariátrica é acompanhada de anestesia
peridural ou raquidiana associada à anestesia
geral. As primeiras permitem um consumo
menor de anestésicos gerais no intra-operatório
e uma boa analgesia no pós, permitindo
recuperação mais rápida.
Tesoura curva
HARMONIC ACE
Recarga Azul 45mm
para grampeador ETS
Grampeador linear
articulado endoscópico
ETS-Flex45
MATERIAIS CIRÚRGICOS ESPECÍFICOS
MATERIAIS CIRÚRGICOS ESPECÍFICOS
Trocarte endopath
xcell sem lâmina
11mm, 12mm e 5mm
Cânula endopath xcell
avulsa para trocarte
12mm e 5mm
Carga 45mm para
grampeador ETS
DECÚBITO DORSAL
É aquela em que o paciente se encontra deitado de
costas, com as pernas estendidas e os braços
estendidos e apoiados em talas. O dorso do paciente
e a coluna vertebral estão repousando na superfície
do colchão da mesa cirúrgica.
POSICIONAMENTO CIRÚRGICO
ASSISTÊNCIA
DE ENFERMAGEM
GERAL
O assistência de enfermagem otimiza a segurança
e os resultados da cirurgia bariátrica e metabólica.
Solicita-se ao paciente que se esforce para perder um
pouco de peso antes da cirurgia, pois alguns quilos a
menos podem oferecer melhores condições à anestesia
geral e à operação. Nessa fase, também é obrigatório o
preenchimento do documento Consentimento
Informado, no qual o paciente reconhece estar
devidamente informado sobre os benefícios e riscos da
cirurgia.
ASSISTÊNCIA
DE ENFERMAGEM
GERAL
Logo após o procedimento ser realizado, a equipe de
enfermagem atua de forma que o paciente possa fazer
consultas e exames laboratoriais periódicos no pós-
operatório, conforme o tipo de cirurgia e as rotinas
estabelecidas pela equipe responsável. Em caso de
comorbidades, elas devem ser acompanhadas por
profissionais especialistas nessas doenças. Também
recomenda-se ao paciente atividade física e
complemento vitamínico. E, nas operações abertas,
recomenda-se ainda o uso da faixa abdominal.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
ESPECÍFICAS
OXIGENAÇÃO
RESULTADOS ESPERADOS: Manter um padrão respiratório eficaz/normal
ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
PRÉ OPERATÓRIO • Explicar a importância dos movimentos
respiratórios e de tossir para a prevenção de
complicações;
• Incentivar o exercício da tosse, para
aumentar o volume inspiratório e expiratório;
• Mostrar ao paciente a importância de seu
posicionamento no leito com a cabeceira
elevada de 45 a 75 graus;
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
ESPECÍFICAS
OXIGENAÇÃO
RESULTADOS ESPERADOS: Manter um padrão respiratório eficaz/normal
ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
TRANS OPERATÓRIO • Manter controle rigoroso dos sinais vitais e
observar nível de consciência, saturação de
oxigênio e perfusão periférica dos membros;
• Avaliar o padrão respiratório e administrar
oxigênio suplementar, quando prescrito;
• Realizar medidas preventivas para aspiração
(vômitos), caso seja necessário;
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
ESPECÍFICAS
OXIGENAÇÃO
RESULTADOS ESPERADOS: Manter um padrão respiratório eficaz/normal
ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
PÓS OPERATÓRIO • Estimular a manutenção dos exercícios
respiratórios (tosse e respiração profunda),
promovendo a expansibilidade e mobilidade
das secreções;
• Realizar ausculta pulmonar, a fim de verificar
as condições dos ruídos respiratórios;
• Orientar o paciente a monitorar sinais de
desconforto respiratório, febre e acúmulo de
secreções.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
ESPECÍFICAS
ALIMENTAÇÃO
RESULTADOS ESPERADOS: Demonstrará alterações apropriadas no estilo
de vida para o alcance de uma nutrição necessária ao atendimento das
suas necessidades metabólicas
ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
PRÉ OPERATÓRIO • Explicar a importância da quantidade e da
frequência da dieta prescrita, já estabelecida
pela nutrição hospitalar;
• Monitorar a perda de peso;
• Orientar sobre o jejum.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
ESPECÍFICAS
ALIMENTAÇÃO
RESULTADOS ESPERADOS: Demonstrará alterações apropriadas no estilo
de vida para o alcance de uma nutrição necessária ao atendimento das
suas necessidades metabólicas
ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
TRANS OPERATÓRIO • Atentar para qualquer intercorrências que
houver com relação ao estado do órgão
(estômago) durante processo cirúrgico;
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
ESPECÍFICAS
ALIMENTAÇÃO
RESULTADOS ESPERADOS: Demonstrará alterações apropriadas no estilo
de vida para o alcance de uma nutrição necessária ao atendimento das
suas necessidades metabólicas
ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
PÓS OPERATÓRIO • Reforçar as orientações nutricionais;
• Estimular a adesão e a obediência às
recomendações dietéticas;
• Orientar a ingerir lentamente os alimentos,
mastigá-los por completo e não ingerir
líquido com as refeições
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
ESPECÍFICAS
ELIMINAÇÕES
RESULTADOS ESPERADOS: Restabelecer e manter o padrão normal de
funcionamento intestinal;
ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
PRÉ OPERATÓRIO • Investigar as queixas de diarreia, dor ao
evacuar ou urinar;
• Avaliar os hábitos intestinais do paciente;
• Determinar a ingestão de líquidos;
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
ESPECÍFICAS
ELIMINAÇÕES
RESULTADOS ESPERADOS: Restabelecer e manter o padrão normal de
funcionamento intestinal;
ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
TRANS OPERATÓRIO • Auscultar o abdome para determinar a
presença e a localização dos ruídos
hidroaéreos;
• Monitorizar presença de íleo paralítico (os
ruídos hidroaéreos deverão retornar em
média de 6 a 12 h após a cirurgia),
flatulência, distensão abdominal;
• Avaliar débito urinário no sistema de
drenagem fechada no processo cirúrgico;
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
ESPECÍFICAS
ELIMINAÇÕES
RESULTADOS ESPERADOS: Restabelecer e manter o padrão normal de
funcionamento intestinal;
ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
PÓS OPERATÓRIO • Verificar presença, aspecto, características e
frequência de eliminações intestinais;
• Observar e anotar eliminações e outras
perdas como: diurese, vômitos, débitos de
drenos, ingestão hídrica;
• Medir diariamente o débito do dreno;
COMPLICAÇÕES
As complicações do período pós-operatório podem
ser classificadas em precoces e tardias.
PRECOCES TARDIAS
• Infecção da ferida
operatória
• Estenose/ulceração
gástricas
• Náuseas e vômitos
• Deiscência de sutura
• Pneumonia
• Embolia pulmonar
• Má-absorção de vitaminas
• Má-absorção de sais
minerais
• Colelitíase
• Diarréia
• Neuropatia periférica
• Anemias
PLANO DE ALTA
Assim que o paciente é internado, a equipe
médica e multidisciplinar começar a elaborar o plano de
alta contendo o diagnóstico do paciente, seu plano
terapêutico e período necessário e previsto de
internação.
O plano de alta hospitalar do paciente é discutido
e reavaliado, caso necessário, nas reuniões diárias pela
equipe clínica e decidido em conjunto pela equipe
médica e terapêutica.
A família participa ativamente neste processo.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A pesquisa foi de grande utilidade pois trouxe
informações indispensáveis ao enfermeiro para
prestar uma assistência de qualidade voltada às
necessidades do paciente que se submete ao
procedimento de cirurgia bariátrica. O desejo de ter
qualidade de vida com um peso ideal é desejo da
totalidade desses pacientes, porém nem todos
conseguem esse objetivo devido ao fato da
obesidade ser uma doença de questão pública que
afeta as relações sociais do indivíduo, gerando
transtornos psicológicos ainda maiores.
CONCLUSÃO
Atentar para a educação em saúde desses pacientes é
uma tarefa comum a todos os profissionais da equipe de
saúde, mas ao enfermeiro deve ser também uma atividade
que atue como uma medida profilática, visando reduzir os
custos posteriores com o tratamento cirúrgico e com as
doenças de base como hipertensão, aterosclerose e diabetes.
Portanto, a cirurgia bariátrica é apenas um meio de
alcançar o objetivo de redução do peso, e depende do
empenho e determinação do paciente e da equipe de saúde,
visando uma adequação a um novo estilo de vida e
principalmente, o desejo de se manter saudável. Cabe a nós
enfermeiros, orientar e acompanhar esse paciente para que
o sucesso terapêutico seja real.
REFERÊNCIAS
• Monteiro C. Epidemiologia da obesidade. Em: Halpern A,
Godoy Matos AF, Suplicy HL, Mancini MC, Zanella MT.
Obesidade, São Paulo: Lemos Editorial; 1998. p. 15-31.
• Segal A, Fandiño J. Indicações e Contra indicações para
realização das Operações Bariátricas. Rev Bras Psiq
2002;24 (SuplIII):68-72.
• BAGATINI A. et al. Anestesia para cirurgia bariátrica.
Avaliação retrospectiva e revisão da literatura. Revista
Brasileira de Anestesiologia. v. 56, n. 3, p. 205-222, 2006.
• www.endocrino.org.br
• www.tuasaude.com
• www.francoerizzi.com.br
• https://www.hospitalsiriolibanes.org.br
OBRIGADO!

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Cirurgia Bariátrica - Enfermagem Cirúrgica II

  • 2. UNIJORGE - CENTRO UNIVERSITÁRIO JORGE AMADO Bacharelado em Enfermagem – 6º Semestre Enfermagem Cirúrgica II Docente: Neilda Dantas da Silva Discente: Genivaldo Icaro Araújo Novembro 2015 Salvador/BA
  • 3. CONCEITO Os procedimentos realizados pelos especialistas em cirurgia geral incluem cirurgias no abdômen e todos os órgãos contidos nele, cabeça e pescoço, tecido macio e músculo-esqueletal, sistema endócrino, traumas em geral oncologia e pacientes doentes em fase crítica. C I R U R G I A G E R A L
  • 4. FINALIDADE Tem como finalidade atender pacientes portadores de doenças de ordem aguda ou crônica. C I R U R G I A G E R A L
  • 5. DIVISÕES • Cirurgia abdominal: subdividida em cirurgia abdominal alta e baixa, compreende os órgãos do diafragma até a pélvis. • Cirurgia videolaparoscópica: cirurgia minimamente invasiva feita com auxílio de uma pequena câmera (laparoscópio) para visualização dos órgãos internos. • Cirurgia do trauma: atendimento a pacientes que sofreram algum tipo de lesão corporal, como queda, colisão ou ferimentos por armas brancas ou de fogo. C I R U R G I A G E R A L
  • 6. TIPOS • Colecistectomia –Retirada da vesícula biliar; • Gastrectomia parcial- Retirada de parte do estômago; • Jejunostomia – Abertura do jejuno para fora; • Hepatectomia – Retirada do fígado. C I R U R G I A G E R A L
  • 7.
  • 8. A CIRURGIA BARIÁTRICA A cirurgia bariátrica, também chamada de gastroplastia, é uma cirurgia de redução do estômago, que é apropriada para pacientes que estão em alto risco de, ou que já têm complicações médicas da obesidade mórbida.
  • 9.  Para ser submetido aos tratamentos cirúrgicos, o paciente deve:  Estar com 45kg acima do peso ideal ou com o IMC de 40 ou superior a isso;  Pacientes com IMC de 35, mas que tenham problemas de saúde relacionados à obesidade;  Faixa etária de 16 a 60 anos;  Histórico em não conseguir perder peso;  Não ter nenhuma doença que seja contraindicada para a cirurgia;  Avaliação clínica completa e exames pré-operatórios. É uma cirurgia não recomendada para pessoas que tenham cirrose hepática, problemas graves no pulmão, lesão no músculo cardíaco e insuficiência renal. REQUISITOS A CIRURGIA BARIÁTRICA
  • 10. CLASSIFICAÇÃO A CIRURGIA BARIÁTRICA • Segundo a Urgência Cirúrgica: ELETIVA • Segundo Risco Cardiológico: GRANDE PORTE • Segundo Tempo de Duração da Cirurgia: PORTE III • Segundo o Potencial de Contaminação: POTENCIALMETE CONTAMINADA • Segundo a Finalidade do Tratamento: CURATIVA • ASA: 2 e 3
  • 11. • Está situado no abdome, logo abaixo do diafragma, anteriormente ao pâncreas, superiormente ao duodeno e a esquerda do fígado. É parcialmente coberto pelas costelas. • O estômago desempenha um papel central na digestão dos alimentos. ANATOMIA E FISIOPATOLOGIA DO ESTÔMAGO
  • 14. BYPASS GÁSTRICO OU CIRURGIA DE FOBI-CAPELLA Consiste em um desvio de uma grande parte do estômago e uma pequena parte do intestino delgado. Ocorre uma redução do estômago através de grampeamento. T I P O S D E B A R I Á T R I C A S
  • 15. GASTRECTOMIA VERTICAL OU SLEEVE: Consiste em uma ressecção (retirada) de dois terços do estômago em seu eixo vertical transformando-o em um tubo afilado. T I P O S D E B A R I Á T R I C A S
  • 16. BANDA GÁSTRICA AJUSTÁVEL: Consiste na colocação de um anel de silicone com uma pequena câmara pneumática interna ao redor do estômago em sua porção inicial. T I P O S D E B A R I Á T R I C A S
  • 17. DUODENAL SWITCH - DERIVAÇÃO BILIOPANCREÁTICA Consiste em uma ressecção (retirada) de dois terços do estômago em seu eixo vertical transformando- o em um tubo afilado seguida de um desvio intestinal ampliado, existindo uma ligação direta com o intestino, deixando uma área aproximada de um terço da área total de absorção de nutrientes. T I P O S D E B A R I Á T R I C A S
  • 18. VIDEOLAPAROSCOPIA No tratamento da obesidade, as cirurgias do gênero se diferenciam da convencional, aberta (laparotomia), em função do acesso utilizado . Técnica moderna, menos invasiva e mais confortável para o paciente. Menos tempo de recuperação e riscos. No pós-operatório, os benefícios são maiores. T I P O S D E B A R I Á T R I C A S
  • 19. FINALIDADE Melhora da qualidade de vida, dos parâmetros cárdio-respiratórios (dor torácica, dispnéia, apnéia do sono e hipertensão) e metabólicos (diabetes e distúrbios lipídicos) associados a uma perda substancial de peso induzida pela cirurgia.
  • 20. EXAMES DIAGNÓSTICOS PRÉ OPERATÓRIOS • Parecer do cardiologista (eletrocardiograma + ecocardiograma + risco cirúrgico) • RaioX de tórax - PA e Perfil; • Ultrassonografia abdominal e pélvica; • Endoscopia digestiva alta; • Exames Laboratoriais • Parecer do endocrinologista;
  • 21. ANESTESIA A cirurgia bariátrica é acompanhada de anestesia peridural ou raquidiana associada à anestesia geral. As primeiras permitem um consumo menor de anestésicos gerais no intra-operatório e uma boa analgesia no pós, permitindo recuperação mais rápida.
  • 22. Tesoura curva HARMONIC ACE Recarga Azul 45mm para grampeador ETS Grampeador linear articulado endoscópico ETS-Flex45 MATERIAIS CIRÚRGICOS ESPECÍFICOS
  • 23. MATERIAIS CIRÚRGICOS ESPECÍFICOS Trocarte endopath xcell sem lâmina 11mm, 12mm e 5mm Cânula endopath xcell avulsa para trocarte 12mm e 5mm Carga 45mm para grampeador ETS
  • 24. DECÚBITO DORSAL É aquela em que o paciente se encontra deitado de costas, com as pernas estendidas e os braços estendidos e apoiados em talas. O dorso do paciente e a coluna vertebral estão repousando na superfície do colchão da mesa cirúrgica. POSICIONAMENTO CIRÚRGICO
  • 25. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM GERAL O assistência de enfermagem otimiza a segurança e os resultados da cirurgia bariátrica e metabólica. Solicita-se ao paciente que se esforce para perder um pouco de peso antes da cirurgia, pois alguns quilos a menos podem oferecer melhores condições à anestesia geral e à operação. Nessa fase, também é obrigatório o preenchimento do documento Consentimento Informado, no qual o paciente reconhece estar devidamente informado sobre os benefícios e riscos da cirurgia.
  • 26. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM GERAL Logo após o procedimento ser realizado, a equipe de enfermagem atua de forma que o paciente possa fazer consultas e exames laboratoriais periódicos no pós- operatório, conforme o tipo de cirurgia e as rotinas estabelecidas pela equipe responsável. Em caso de comorbidades, elas devem ser acompanhadas por profissionais especialistas nessas doenças. Também recomenda-se ao paciente atividade física e complemento vitamínico. E, nas operações abertas, recomenda-se ainda o uso da faixa abdominal.
  • 27. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM ESPECÍFICAS OXIGENAÇÃO RESULTADOS ESPERADOS: Manter um padrão respiratório eficaz/normal ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM PRÉ OPERATÓRIO • Explicar a importância dos movimentos respiratórios e de tossir para a prevenção de complicações; • Incentivar o exercício da tosse, para aumentar o volume inspiratório e expiratório; • Mostrar ao paciente a importância de seu posicionamento no leito com a cabeceira elevada de 45 a 75 graus;
  • 28. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM ESPECÍFICAS OXIGENAÇÃO RESULTADOS ESPERADOS: Manter um padrão respiratório eficaz/normal ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM TRANS OPERATÓRIO • Manter controle rigoroso dos sinais vitais e observar nível de consciência, saturação de oxigênio e perfusão periférica dos membros; • Avaliar o padrão respiratório e administrar oxigênio suplementar, quando prescrito; • Realizar medidas preventivas para aspiração (vômitos), caso seja necessário;
  • 29. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM ESPECÍFICAS OXIGENAÇÃO RESULTADOS ESPERADOS: Manter um padrão respiratório eficaz/normal ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM PÓS OPERATÓRIO • Estimular a manutenção dos exercícios respiratórios (tosse e respiração profunda), promovendo a expansibilidade e mobilidade das secreções; • Realizar ausculta pulmonar, a fim de verificar as condições dos ruídos respiratórios; • Orientar o paciente a monitorar sinais de desconforto respiratório, febre e acúmulo de secreções.
  • 30. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM ESPECÍFICAS ALIMENTAÇÃO RESULTADOS ESPERADOS: Demonstrará alterações apropriadas no estilo de vida para o alcance de uma nutrição necessária ao atendimento das suas necessidades metabólicas ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM PRÉ OPERATÓRIO • Explicar a importância da quantidade e da frequência da dieta prescrita, já estabelecida pela nutrição hospitalar; • Monitorar a perda de peso; • Orientar sobre o jejum.
  • 31. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM ESPECÍFICAS ALIMENTAÇÃO RESULTADOS ESPERADOS: Demonstrará alterações apropriadas no estilo de vida para o alcance de uma nutrição necessária ao atendimento das suas necessidades metabólicas ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM TRANS OPERATÓRIO • Atentar para qualquer intercorrências que houver com relação ao estado do órgão (estômago) durante processo cirúrgico;
  • 32. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM ESPECÍFICAS ALIMENTAÇÃO RESULTADOS ESPERADOS: Demonstrará alterações apropriadas no estilo de vida para o alcance de uma nutrição necessária ao atendimento das suas necessidades metabólicas ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM PÓS OPERATÓRIO • Reforçar as orientações nutricionais; • Estimular a adesão e a obediência às recomendações dietéticas; • Orientar a ingerir lentamente os alimentos, mastigá-los por completo e não ingerir líquido com as refeições
  • 33. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM ESPECÍFICAS ELIMINAÇÕES RESULTADOS ESPERADOS: Restabelecer e manter o padrão normal de funcionamento intestinal; ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM PRÉ OPERATÓRIO • Investigar as queixas de diarreia, dor ao evacuar ou urinar; • Avaliar os hábitos intestinais do paciente; • Determinar a ingestão de líquidos;
  • 34. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM ESPECÍFICAS ELIMINAÇÕES RESULTADOS ESPERADOS: Restabelecer e manter o padrão normal de funcionamento intestinal; ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM TRANS OPERATÓRIO • Auscultar o abdome para determinar a presença e a localização dos ruídos hidroaéreos; • Monitorizar presença de íleo paralítico (os ruídos hidroaéreos deverão retornar em média de 6 a 12 h após a cirurgia), flatulência, distensão abdominal; • Avaliar débito urinário no sistema de drenagem fechada no processo cirúrgico;
  • 35. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM ESPECÍFICAS ELIMINAÇÕES RESULTADOS ESPERADOS: Restabelecer e manter o padrão normal de funcionamento intestinal; ESTÁGIO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM PÓS OPERATÓRIO • Verificar presença, aspecto, características e frequência de eliminações intestinais; • Observar e anotar eliminações e outras perdas como: diurese, vômitos, débitos de drenos, ingestão hídrica; • Medir diariamente o débito do dreno;
  • 36. COMPLICAÇÕES As complicações do período pós-operatório podem ser classificadas em precoces e tardias. PRECOCES TARDIAS • Infecção da ferida operatória • Estenose/ulceração gástricas • Náuseas e vômitos • Deiscência de sutura • Pneumonia • Embolia pulmonar • Má-absorção de vitaminas • Má-absorção de sais minerais • Colelitíase • Diarréia • Neuropatia periférica • Anemias
  • 37. PLANO DE ALTA Assim que o paciente é internado, a equipe médica e multidisciplinar começar a elaborar o plano de alta contendo o diagnóstico do paciente, seu plano terapêutico e período necessário e previsto de internação. O plano de alta hospitalar do paciente é discutido e reavaliado, caso necessário, nas reuniões diárias pela equipe clínica e decidido em conjunto pela equipe médica e terapêutica. A família participa ativamente neste processo.
  • 38. CONSIDERAÇÕES FINAIS A pesquisa foi de grande utilidade pois trouxe informações indispensáveis ao enfermeiro para prestar uma assistência de qualidade voltada às necessidades do paciente que se submete ao procedimento de cirurgia bariátrica. O desejo de ter qualidade de vida com um peso ideal é desejo da totalidade desses pacientes, porém nem todos conseguem esse objetivo devido ao fato da obesidade ser uma doença de questão pública que afeta as relações sociais do indivíduo, gerando transtornos psicológicos ainda maiores.
  • 39. CONCLUSÃO Atentar para a educação em saúde desses pacientes é uma tarefa comum a todos os profissionais da equipe de saúde, mas ao enfermeiro deve ser também uma atividade que atue como uma medida profilática, visando reduzir os custos posteriores com o tratamento cirúrgico e com as doenças de base como hipertensão, aterosclerose e diabetes. Portanto, a cirurgia bariátrica é apenas um meio de alcançar o objetivo de redução do peso, e depende do empenho e determinação do paciente e da equipe de saúde, visando uma adequação a um novo estilo de vida e principalmente, o desejo de se manter saudável. Cabe a nós enfermeiros, orientar e acompanhar esse paciente para que o sucesso terapêutico seja real.
  • 40. REFERÊNCIAS • Monteiro C. Epidemiologia da obesidade. Em: Halpern A, Godoy Matos AF, Suplicy HL, Mancini MC, Zanella MT. Obesidade, São Paulo: Lemos Editorial; 1998. p. 15-31. • Segal A, Fandiño J. Indicações e Contra indicações para realização das Operações Bariátricas. Rev Bras Psiq 2002;24 (SuplIII):68-72. • BAGATINI A. et al. Anestesia para cirurgia bariátrica. Avaliação retrospectiva e revisão da literatura. Revista Brasileira de Anestesiologia. v. 56, n. 3, p. 205-222, 2006. • www.endocrino.org.br • www.tuasaude.com • www.francoerizzi.com.br • https://www.hospitalsiriolibanes.org.br