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Urgência e emergência
Ética
• Na emergência, o trabalho é longo, duro,
estressante, sem adequado repouso e
alimentação.
• Os profissionais devem atuar com
agilidade e abordagem humana​ no
atendimento de pacientes adultos,
crianças e idosos em situações de
emergência e urgência, tanto no pré-
hospitalar quanto no intra-hospitalar.
Ética
• A enfermagem trabalha diariamente com
pacientes em risco de morte e que
dependem deste cuidado para que
mantenham suas vidas.
• Estudar, capacitar, praticar são ações
essenciais para o desenvolvimento
profissional
• Situações de urgência e emergência
sempre aconteceram durante e história
• O conhecimento salva vidas.
• O aprimoramento é essencial para a
conduta exata
Contexto Histórico
• O atendimento pré-hospitalar teve início
no final dos anos 1700 através do médico
chefe militar francês de Napoleão,
o Barão Dominique Jean Larrey (o pai
do APH).
• O “Barão Larrey” é conhecido como o pai
dos serviços de emergência médica
na era moderna e conseguiu reconhecer
a necessidade de atendimento pré-
hospitalar imediato.
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Estrutura, organização e
Funcionamento
Unidades de emergências são
locais apropriados para o
atendimento dos pacientes com
afecções agudas específicas com ou
sem risco de vida, cujos agravos à
saúde necessitam de atendimento
imediato
Tudo que esta no pronto Socorro é
urgência e emergência?
Urgência e emergência
URGÊNCIA
• É quando há uma situação que não pode ser
adiada, que deve ser resolvida rapidamente.
• Ocorrências de caráter urgente necessitam de
tratamento médico e muitas vezes de cirurgia,
contudo, possuem um caráter menos imediatista.
• Esta palavra vem do verbo “urgir” que tem sentido
de “não aceita demora”
Urgência é uma ameaça em um futuro
próximo, que pode vir a se tornar uma
emergência se não for solucionada.
Emergência
• Équando há uma situação crítica ou algo
iminente, com ocorrência de perigo;
incidente; imprevisto.
• Circunstância que exige uma cirurgia ou
intervenção médica de imediato.
• Emergência apresenta ameaça imediata
para a vida do paciente
Urgência
• Fraturas, luxações ou cortes
profundos sem hemorragia
grave;
• Crise de asma brônquica sem
falta de ar grave;
• Transtornos psiquiátricos,
confusão mental ou sonolência;
• Dor abdominal de moderada
intensidade;
• Retenção urinária em pacientes
idosos;
• Dor de cabeça forte sem
alteração do nível de
consciência;
• Dor intensa em qualquer parte
do corpo;
• Idoso debilitado e em mau
estado geral.
Emergência
• Perda aguda da consciência,
convulsões ou sintomas de
acidente vascular cerebral –
AVC;
• Parada cardíaca;
• Dor forte no peito;
• Redução importante da
pressão, sobretudo de
associada a palidez e
sudorese;
• Frequência de pulso menor que
40/min ou maior que 150 por
min;
• Falta de ar intensa ou
saturação de oxigênio ;
• Hemorragia intensa, indicada
não só pelo volume de sangue
perdido, mas também por
palidez e sudorese;
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•
• Caracterização da Unidade de
Emergência:
• Recepção e sala de espera onde a ficha clinica é realizada.
• Salas das emergências.
• Posto de enfermagem-local onde as medicações são preparadas
• Sala de traumatologia-local específico
• Salas de observação-quando o paciente necessita de um
período mais prolongado de observação;
• O setor de RX, o Centro Cirúrgico e a UTI
devem ser localizadas próximo à unidade de
emergência.
• Paredes revestidas com material: lisas,
impermeável, resistente, ausente de solução de
continuidade.
• Piso revestido com material liso, impermeável,
antiderrapante, resistente aos produtos de
limpeza e desinfetantes e com ausência de
soluções de continuidade.
TRIAGEM
É um método utilizado para classificar os
clientes de acordo com a gravidade dos traumas
ou doenças.
Consiste numa avaliação sucinta dos clientes, a
fim de determinar o nível de gravidade ou
prioridade da assistência.
EMERGÊNCIA
Estas condições são potencialmente ameaçadoras à
vida ou à ação normal de qualquer órgão;
apresentam a mais alta prioridade.
URGÊNCIA
Estas condições são graves, mas geralmente não
perigosas, podemos considerá-las com segunda
prioridade.
CLASSIFICAÇÃO NA TRIAGEM
TRIAGEM
A triagem consiste na obtenção de um histórico
focalizado na principal queixa do paciente.
SSVV:
TAX
FC,
P.A,
FR,
DEXTRO
SPO2
Nível de consciência.
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PRIORIDADE MÁXIMA
o Parada cardíaca e respiratória.
o Artéria seccionada.
o Ferimento torácico fechado com aparente perfuração de pulmão.
o Ferimentos torácicos e abdominais abertos.
o Ferimento aberto do olho.
o Hipotensão grave (choque)
o Hipertensão grave.
o Inconsciência.
o Intoxicação medicamentosa severa.
o Inalação de substâncias tóxicas.
o Perda de um membro.
o Politraumatismo.
o Queimaduras extensas.
o Queimadura química no olho.
PRIORIDADE
MODERADA
o Alteração da consciência;
o Anomalias do ritmo cardíaco.
o Dificuldade respiratória.
o Dor nas costas com ou sem suspeita de lesão da coluna cervical.
o Dor abdominal ou dorsal aguda.
o Comportamento violento.
o Confusão súbita.
o Hematúria grave.
o Hemoptise (Secreções com sangue) hematêmese (vômito com
sangue) melena(sangue nas fezes)
o Corpo estranho no olho.
o Síncope(perda do sentido devido a deficiência de irrigação
sanguínea.
o Paresia e parestesia.
PRIORIDADE MÍNIMA
o Ansiedade.
o Abscesso.
o Dispnéia leve.
o Dor dorsal após traumatismo, sem déficitneurológico.
o Fraturas simples.
o Luxações.
o Pequena laceração de tecidos moles.
o Perda significante de peso.
o Fraqueza crônica.
o Cefaléia crônica.
Habilidades a serem desenvolvidas para o
atendimento de urgência e emergência:
• Reconhecer situações de urgência e
emergência, aplicando suporte básico e/ou
avançado de vida.
• Utilizando medidas de prevenção aos riscos
ocupacionais.
• Prestar cuidados de enfermagem ao paciente em
situaçãodeDOR naurgência eemergência
Habilidades a serem desenvolvidas para o
atendimento de urgência e emergência:
Prestar cuidados de enfermagem em urgência
e emergência, junto com a equipe
multiprofissional em saúde, a clientes em
situações de emergências obstétricas;
 Identificar situações de urgência e emergência
em saúde mental e prestar cuidados
específicos;
Habilidadesa seremdesenvolvidaspara o
atendimentodeurgênciae emergência:
Prestar cuidados ao cliente em situação de
eventos com múltiplas vítimas, desastres e
catástrofes;
Preparar e orientar o cliente para a realização
de procedimentos e exames em urgência e
Emergência, garantindo segurança, conforto e
privacidade.
Pré-hospitalar fixo: Unidades Básicas de
Saúde (UBSs); Ambulatórios especializados,
Unidade de ProntoAtendimento (UPA);
Pré-hospitalar móvel: Samu 192, Sistema
Resgate e ambulâncias da iniciativa privada,
entre outros.
Redehospitalar: Média e alta complexidade.
DEFINIÇÕES
• Primeiros Socorros:
• Atendimento prestado, inclusive por leigos,
para manter a vida e evitar o agravamento das
condições até o recebimento da assistência
especializada.
São os cuidados imediatos prestados a alguém
doente ou ferido, com o objetivo de manter as
suas funções vitais e evitar o agravamento de
suas condições, até que receba assistência
médica especializada.
PRIMEIROS SOCORROS PRÉ
HOSPITALAR
AtendimentoPréHospitalar
Atendimento prestado por profissionais da
área da saúde, treinados e capacitados para
prover os cuidados iniciais ao cliente, de
forma organizada e sistematizada, seguido de
transporte até serviço de saúde que
proporcionará o tratamento definitivo.
RESGATE
• Consiste na retirada do indivíduo de um local,
por vezes de difícil acesso, de onde o mesmo
não possasair sozinho em segurança.
• Pode ser necessário o uso de materiais e
equipamentos especiais para efetuar a retirada,
além de treinamento específico para realizar
essesprocedimentos.
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TIPOSDEAMBULÂNCIAS
Tipo A – Ambulância de Transporte: veículo destinado
ao transporte em decúbito horizontal de pacientes que
não apresentam risco de vida, para remoções simples e
de carátereletivo.
Tipo B – Ambulância de Suporte Básico: veículo
destinado ao transporte inter-hospitalar de pacientes
com risco de vida conhecido e ao atendimento pré-
desconhecido, não classificado com potencial
hospitalar de pacientes com risco de vida
de
necessitar de intervenção médica no local e/oudurante
transporteaté o serviço de destino.
Tipo C – Ambulância de Resgate: veículo de
atendimento de urgências pré-hospitalares de
pacientes vítimas de acidentes ou pacientes em
locais de difícil acesso, com equipamentos de
salvamento (terrestre aquático ealturas).
Tipo D – Ambulância de Suporte Avançado:
veículo destinado ao atendimento e transporte de
pacientes de alto risco em emergências pré-
hospitalares e/ou de transporte interhospitalar
que necessitam de cuidados médicos intensivos.
Deve contar com os equipamentos médicos
necessários para estafunção.
TIPO E – Aeronave de Transporte Médico: de asa
fixa ou rotativa, utilizada para transporte inter-
hospitalar de pacientes; e aeronave de asa
equipamentos médicos homologados
rotativa para ações de resgate, dotada de
pelo
Departamento de Aviação Civil(DAC).
TIPO F – Embarcação de Transporte Médico:
veículo motorizado aquaviário,
transporte por via marítima ou
médicos
de pacientes
necessários
conforme
destinado ao
fluvial, com
ao
sua
equipamentos
atendimento
gravidade.
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o socorrista, parentes da vítima ou a própria
vítima recebe orientações do médico
regulador que decide pelo envio de
ambulância de suporte básico ou avançado
com equipe habilitada em atendimento a
situações de urgência, caso avalie que seja
necessáriodisponibilizar esserecurso.
Ao pedir ajuda por meio da CENTRAL DE
REGULAÇÃO
SAMU 192 ou CORPO DE BOMBEIRO 193
REGULAÇÃO
O médico regulador autoriza o transporte do
cliente diante do problema de saúde relatado
pela equipe local de atendimento pré-
hospitalar (APH), por meio de comunicação
por telefone ourádio.
EQUIPE DO APH
esta
Médico,
Enfermeiro,
Técnicoe/ou auxiliar deenfermagem,
Recebem habilitação específica para
atividade.
materiais e
Cada veículo é equipado com
equipamentos específicos, tripulado por
profissionais com diferentes atribuições que
compõem as equipes, segundo o tipo de
caso,
suporte
atendimento destinado aprestar, no
suporte básico de vida (SBV) ou
avançado de vida (SAV).
Os veículos de SA
V são equipados com
materiais médico-hospitalar, equipamentos e
medicamentos, permitindo a estabilização do
cliente e seu transporte para o hospital.
Profissionais da área de segurança, como
policiais rodoviários e bombeiros identificam
situações de risco e realizam manobras de
salvamento, resgate e, quando necessário, o
suporte básico de vida (SBV).
ATENDIMENTO HOSPITALAR
As unidades de emergência hospitalares ou
pronto-socorros oferecem atendimento
imediato e ininterrupto aos pacientes adultos
ou crianças em estado crítico ou
potencialmente crítico.
ATENDIMENTO HOSPITALAR
• A unidade de emergência é caracterizada pelo
fluxo intenso de pessoas, rotatividade de
pacientes que procuram o serviço devido a
gravidade das condições em que e encontram.
• Aestrutura física adequada é normatizada
pela Resoluçãode Diretoria Colegiada (RDC),
da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa).
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EXAMES
REALIZADOS NA
EMERGÊNCIA
EXAMES LABORATORIAIS
Ressonância magnética
RX
ULTRASSOM - USG
ELETROCARDIOGRAMA
Tecnologias e equipamentos em urgências e
emergências:
SHIRLEI E LÚCIA: tipos (monitor
multiparâmetros, carro de emergência
MÁRCIA E ROSI: oxímetro de pulso, ventilador mecânico,
cardioversor, desfibriladores (DEA)
MARIA APARECIDA E JOSIANE: pranchas rígidas, colar cervical,
aspirador,
unidade manual de ventilação artificial (AMBU) e manta de
aquecimento)
TRABALHO PARA APRESENTAR 05/04/2024
 Pode ser em slide, cartolina, ou quadro
No trabalho de tecnologias e equipamentos em
urgência e emergências, deve conter : aplicabilidade,
indicação e assistência de enfermagem.
Manejo de emergências infecto-contagiosas
ADRIANA E DAMARIS: Influenza, meningite,
tuberculose.
ELLEN E TATIANE: encefalite, febre amarela e
dengue
No trabalho de manejo de emergências infecto- contagiosas
deve ter : Conceito, fluxo de atendimento,
protocolos, precauções, notificações e assistência de enfermagem.
FRANCIS E ANA PAULA : Equipe de enfermagem: limite de atuação nos
atendimentos intra e extrahospitalar, riscos ocupacionais, equipamentos de
proteção individual e coletiva e descarte de resíduos.
MARIA EUNICE E ROSICLÉIA: Escala de Glasgow: definição,
aplicabilidade e limite de atuação
URGÊNCIAS E
EMERGÊNCIAS QUE
MAIS CHEGAM NO
BOX DE EMERGÊNCIA
POLITRAUMATISMO
• ocorrência de múltiplas lesões graves em diferentes
partes do corpo de um paciente, geralmente resultantes
de um único evento traumático, como acidentes de
trânsito, quedas de altura, agressões físicas, entre
outros. Essas lesões podem envolver sistemas
orgânicos variados, como o sistema
musculoesquelético, o sistema nervoso central, o
sistema cardiovascular, o sistema respiratório, entre
outros.
• O politraumatismo pode ser caracterizado por uma
combinação de lesões, incluindo fraturas ósseas, lesões
cerebrais traumáticas, lesões torácicas, lesões
abdominais, lesões na coluna vertebral, entre outras.
Esse tipo de trauma é considerado uma emergência
médica grave devido à complexidade e gravidade das
lesões envolvidas, podendo representar risco imediato
para a vida do paciente.
A assistência do técnico de
enfermagem a um paciente vítima de
politraumatismo
1. Avaliação inicial: O técnico de enfermagem
auxilia na avaliação inicial do paciente, ajudando a
coletar dados vitais, histórico médico e
informações sobre o evento traumático. Isso inclui
verificar os sinais vitais, avaliar a consciência do
paciente e identificar lesões evidentes.
2. Assistência na estabilização: O técnico de
enfermagem auxilia na estabilização do paciente,
seguindo as orientações da equipe médica. Isso
pode incluir auxiliar na manutenção de uma via
aérea desobstruída, aplicar curativos para
controlar hemorragias, imobilizar fraturas ou
lesões ósseas e ajudar na administração de
oxigênio, se necessário.
3. Monitoramento contínuo: O técnico de
enfermagem realiza um monitoramento contínuo dos
sinais vitais do paciente, incluindo frequência
cardíaca, pressão arterial, frequência respiratória e
saturação de oxigênio. Eles também podem
monitorar o nível de consciência e a resposta
neurológica do paciente.
4. Administração de medicamentos: O técnico de
enfermagem administra medicamentos conforme
prescrição médica, incluindo analgésicos para alívio
da dor, medicamentos para controle da pressão
arterial ou outros medicamentos necessários para
estabilizar o paciente.
5. Assistência na mobilização: O técnico de
enfermagem auxilia na mobilização do paciente
dentro dos limites de segurança, ajudando-o a
se reposicionar na cama, realizar exercícios de
mobilidade e higiene pessoal, conforme
necessário.
6. Suporte emocional: O técnico de
enfermagem fornece suporte emocional ao
paciente e à família, demonstrando empatia,
oferecendo conforto e ajudando-os a lidar com
o estresse emocional associado ao trauma.
7.Registro de informações: O técnico de
enfermagem mantém registros precisos de todas as
intervenções realizadas, incluindo dados vitais,
administração de medicamentos, resposta do
paciente ao tratamento e outras observações
relevantes.
8. Colaboração na equipe multidisciplinar: O
técnico de enfermagem colabora com outros
profissionais de saúde, incluindo médicos,
enfermeiros, fisioterapeutas e assistentes sociais,
para garantir uma abordagem integrada e
abrangente ao cuidado do paciente.
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XABCDE DO TRAUMA
• O protocolo "ABCDE do Trauma" é uma abordagem
sistemática para o atendimento ao paciente politraumatizado
em situações de emergência. Embora os princípios
fundamentais do protocolo permaneçam os mesmos, ao
longo do tempo, houve algumas mudanças e otimizações
para melhorar a eficácia e a segurança no atendimento ao
trauma.
Adição do "X" (Exposure/Environment): Uma das
principais mudanças foi a adição da letra "X" ao protocolo,
representando "Exposure" (Exposição) ou "Environment"
(Ambiente). Esta etapa enfatiza a importância de expor
completamente o paciente para verificar lesões ocultas e
controlar a temperatura corporal. Além disso, esta etapa
também inclui a avaliação inicial do ambiente do paciente para
identificar quaisquer riscos adicionais à sua segurança e bem-
estar.
• Avaliação da via aérea (Airway):
A primeira prioridade é garantir que
as vias respiratórias do paciente
estejam desobstruídas e
permeáveis. Isso envolve avaliar a
presença de corpos estranhos,
sangue ou outros obstáculos na
boca ou garganta do paciente. Se
houver obstrução, devem ser
realizadas manobras para remoção,
como a posição de recuperação ou
a manobra de desobstrução das
vias aéreas. Em casos de obstrução
severa, pode ser necessária a
intubação endotraqueal para manter
as vias aéreas abertas.
Respiração (Breathing): Após garantir a
permeabilidade das vias aéreas, a próxima
etapa é avaliar a respiração do paciente. Isso
envolve verificar a presença e a qualidade da
respiração, bem como a frequência
respiratória. Se o paciente estiver com
dificuldades respiratórias, pode ser necessário
administrar oxigênio suplementar, ventilar
manualmente ou até mesmo realizar intubação
endotraqueal para garantir uma ventilação
adequada.
Circulação (Circulation): Em seguida, é
realizada uma avaliação da circulação do
paciente, verificando a presença de pulso, cor
e temperatura da pele e a presença de
sangramento externo. Se houver sinais de
choque ou hemorragia, medidas imediatas
devem ser tomadas para controlar o
sangramento, como a aplicação de pressão
direta sobre a ferida, elevação do membro
afetado e a administração de fluidos
intravenosos.
Disfunção neurológica (Disability): Após
avaliar a via aérea, respiração e circulação, é
importante realizar uma avaliação neurológica
para verificar a presença de disfunção
neurológica, como perda de consciência,
alteração do estado mental, fraqueza ou
dormência em membros. Isso pode ser feito
utilizando a escala de coma de Glasgow (ECG)
ou outras ferramentas de avaliação
neurológica. Qualquer alteração neurológica
deve ser prontamente investigada e tratada,
conforme necessário.
Exposição e controle da temperatura
(Exposure/Environment): Por fim, é
importante expor o paciente para verificar
lesões ocultas e controlar a temperatura
corporal, especialmente em casos de
hipotermia ou hipertermia. O paciente deve ser
mantido aquecido com cobertores e outros
dispositivos de aquecimento, se necessário,
para prevenir a hipotermia, especialmente em
ambiente externo.
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QUEIMADURAS
As queimaduras são lesões na pele e
tecidos subjacentes que ocorrem quando
esses tecidos são expostos a fontes de
calor, radiação, produtos químicos,
eletricidade ou fricção. Elas podem variar
em gravidade, desde queimaduras leves
que afetam apenas a camada mais
superficial da pele até queimaduras graves
que afetam múltiplas camadas de tecidos e
podem ser potencialmente fatais.
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CONVULSÕES
Uma convulsão é um distúrbio neurológico temporário
caracterizado por atividade elétrica anormal no cérebro, que
leva a sintomas físicos e comportamentais distintos. Durante
uma convulsão, as células nervosas no cérebro disparam
rapidamente e de forma descontrolada, o que pode resultar
em movimentos musculares involuntários, alterações no
estado de consciência e sintomas sensoriais ou emocionais.
As convulsões podem variar em
gravidade e duração, desde episódios
breves e discretos até convulsões
prolongadas e potencialmente perigosas.
Elas podem ser classificadas em dois
tipos principais:
Convulsões generalizadas: Neste tipo de
convulsão, a atividade elétrica anormal ocorre
em toda a extensão do cérebro, afetando
ambos os hemisférios cerebrais. Isso pode
resultar em perda de consciência e
movimentos convulsivos generalizados, como
tremores ou rigidez muscular. Exemplos de
convulsões generalizadas incluem
convulsões tônico-clônicas (anteriormente
conhecidas como "grande mal"), convulsões
ausentes (anteriormente conhecidas como
"pequeno mal") e convulsões mioclônicas.
• Convulsões parciais (ou focais): Neste tipo
de convulsão, a atividade elétrica anormal é
localizada em uma área específica do
cérebro. Isso pode resultar em sintomas
motores, sensoriais, emocionais ou
cognitivos localizados, dependendo da região
afetada. As convulsões parciais podem ser
simples, quando não há perda de
consciência, ou complexas, quando há
alteração da consciência. Se a convulsão
parcial se espalhar para envolver ambos os
hemisférios cerebrais, pode se tornar uma
convulsão generalizada.
ATENÇÃO
• As convulsões podem ser
causadas por uma variedade de
fatores, incluindo epilepsia (um
distúrbio neurológico crônico
caracterizado por convulsões
recorrentes), lesões cerebrais
traumáticas, infecções
cerebrais, distúrbios
metabólicos, acidente vascular
cerebral, tumores cerebrais,
abstinência de drogas ou álcool
e febre alta em crianças
(convulsões febris).
Os primeiros
socorros para
convulsão
visam garantir
a segurança
do paciente
durante o
episódio e
minimizar o
risco de
lesões.
Mantenha a calma: É importante permanecer calmo e manter a
calma durante a convulsão. Isso ajudará a evitar pânico e a lidar
eficazmente com a situação.
Proteja o paciente: Evite que o paciente se machuque durante
a convulsão. Afaste objetos afiados, móveis ou outros objetos
perigosos que possam representar um risco de lesão. Se
possível, coloque uma almofada ou algo macio sob a cabeça do
paciente para protegê-la de lesões.
Posicione o paciente de lado: Coloque o paciente de lado
para ajudar a manter as vias aéreas desobstruídas e permitir
que a saliva ou outros fluidos escorram da boca. Isso também
pode ajudar a prevenir a aspiração de vômito ou saliva.
Não restrinja os movimentos: Não tente segurar ou restringir
os movimentos do paciente durante a convulsão. Isso pode
causar lesões ao
Não coloque nada na boca: Não tente colocar nada na boca do
paciente durante a convulsão. Isso pode causar danos aos dentes,
língua ou mandíbula do paciente. A convulsão geralmente é
autolimitada e não requer intervenção na boca.
Observe a duração da convulsão: Faça uma nota mental ou
cronometre a duração da convulsão. Se a convulsão durar mais de
cinco minutos, ou se houver múltiplas convulsões sem recuperação da
consciência entre elas, chame imediatamente uma ambulância ou
serviço médico de emergência.
Ofereça apoio e conforto: Após o término da convulsão, ofereça
apoio e conforto ao paciente. Mantenha a calma e tranquilize o
paciente. Explique o que aconteceu e forneça orientação sobre os
próximos passos.
Observe sinais de emergência: Observe sinais de emergência, como
dificuldade respiratória, lesões graves, convulsões prolongadas ou
recorrentes, ou alterações na consciência após a convulsão. Se houver
sinais de emergência, procure ajuda médica imediata
CONDUTA COM CRISES CONVULSIVAS
NO AMBIENTE HOSPITALAR
1. Chame ajuda: Se você estiver sozinho, chame imediatamente por ajuda de
outros profissionais de saúde para assistência. Caso contrário, comunique
a equipe de emergência sobre a situação e solicite assistência adicional,
incluindo médicos e enfermeiros.
2. Proteja o paciente: Coloque o paciente deitado em uma superfície segura
e remova quaisquer objetos ou obstáculos ao redor que possam
representar um risco de lesão durante a convulsão.
3. Posicione o paciente adequadamente: Vire o paciente de lado para
ajudar a manter as vias aéreas desobstruídas e evitar a aspiração de
saliva, vômito ou secreções. Isso também ajuda a prevenir lesões na boca
e nos dentes.
4. Evite restringir os movimentos: Não tente segurar ou restringir os
movimentos do paciente durante a convulsão, a menos que seja necessário
para evitar lesões. Permita que o paciente se mova livremente, mas
mantenha a segurança dele em mente.
5. Observe e documente: Faça observações cuidadosas do episódio de
convulsão, incluindo a duração, características dos movimentos, alterações
na consciência e quaisquer outros sintomas associados. Documente essas
informações para fornecer um registro preciso ao médico.
6. Administre oxigênio, se necessário: Se o paciente estiver com
dificuldade respiratória durante a convulsão, administre oxigênio
suplementar conforme necessário para garantir uma ventilação
adequada.
7. Mantenha a calma e tranquilize o paciente: Mantenha-se calmo e
tranquilo durante o episódio de convulsão para ajudar a acalmar o
paciente. Fale com o paciente em um tom suave e tranquilizador,
fornecendo apoio emocional durante o episódio.
8. Avalie sinais de emergência: Observe qualquer sinal de emergência
durante a convulsão, como dificuldade respiratória, convulsões prolongadas ou
recorrentes, ou alterações na consciência após o episódio. Se houver sinais de
emergência, chame ajuda médica imediata.
9. Após a convulsão: Após o término da convulsão, verifique os sinais
vitais do paciente, incluindo frequência cardíaca, respiratória, pressão arterial e
saturação de oxigênio. Avalie o estado de consciência do paciente e forneça
apoio emocional conforme necessário.
10. Comunique-se com a equipe médica: Relate os eventos do episódio de
convulsão à equipe médica para que possam ser avaliados adequadamente e
o tratamento apropriado possa ser iniciado.
AVC
CONCEITO
Um acidente vascular
cerebral (AVC),
também conhecido
como derrame
cerebral, é uma
condição médica que
ocorre quando o
suprimento de sangue
para uma parte do
cérebro é interrompido,
resultando em danos
ou morte das células
cerebrais.
• Tipos de AVC:
• AVC isquêmico: É causado pela obstrução
de um vaso sanguíneo no cérebro devido
a um coágulo sanguíneo ou estreitamento
das artérias.
• AVC hemorrágico: Ocorre quando um
vaso sanguíneo no cérebro se rompe,
resultando em sangramento no tecido
cerebral.
Fatores de risco
• Hipertensão arterial.
• Diabetes.
• Colesterol elevado.
• Tabagismo.
• Obesidade.
• Sedentarismo.
• Idade avançada.
• Histórico familiar de AVC.
Sinais e sintomas
• Fraqueza ou dormência em um lado do
corpo.
• Dificuldade para falar ou compreender a
fala.
• Alterações na visão.
• Dor de cabeça súbita e intensa.
• Tonturas ou perda de equilíbrio.
• Confusão mental ou dificuldade de
raciocínio.
Avaliação e diagnóstico
• Exame neurológico para avaliar a função
cerebral, incluindo a força muscular,
reflexos, sensibilidade e fala.
• Exames de imagem, como tomografia
computadorizada (TC) ou ressonância
magnética (RM) do cérebro, para
identificar áreas de dano cerebral e
determinar o tipo de AVC.
Tratamento agudo
• Administração de medicamentos
trombolíticos, como o alteplase, para
dissolver coágulos sanguíneos em casos
de AVC isquêmico.
• Cirurgia para remover coágulos
sanguíneos ou reparar vasos sanguíneos
danificados em casos de AVC
hemorrágico.
• Controle da pressão arterial e
monitoramento contínuo dos sinais vitais.
Cuidados de enfermagem:
Monitoramento frequente dos sinais vitais, incluindo pressão arterial,
frequência cardíaca, respiração e oxigenação.
Posicionamento adequado do paciente para prevenir complicações,
como aspiração e úlceras de pressão.
Administração de medicamentos conforme prescrição médica,
incluindo anticoagulantes, anti-hipertensivos e analgésicos.
Avaliação da função neurológica regularmente para detectar
alterações no estado do paciente.
Educação do paciente e da família sobre os sinais e sintomas de AVC,
fatores de risco e medidas de prevenção.
Crise Asmática
Definição de Asma
A asma é uma doença crônica das vias
respiratórias caracterizada por
inflamação e estreitamento dos
brônquios, que são os tubos que
transportam o ar para dentro e para fora
dos pulmões. Essa condição pode
resultar em episódios recorrentes de
falta de ar, chiado no peito, tosse e
sensação de aperto no peito.
1. Inflamação das Vias Aéreas: As vias aéreas ficam inflamadas devido
a uma resposta exagerada do sistema imunológico a certos
estímulos, como alérgenos (poeira, pólen, pelos de animais),
irritantes (fumaça, poluição do ar), infecções virais, exercício físico ou
condições climáticas.
2. Contração dos Músculos Brônquicos: Os músculos ao redor dos
brônquios se contraem (broncoconstrição), estreitando as vias
aéreas e dificultando a passagem do ar.
3. Produção de Muco Excessivo: As células das vias aéreas produzem
muco em excesso, obstruindo ainda mais as vias respiratórias.
• Os principais sintomas da
asma incluem:
• Falta de ar ou dificuldade
para respirar
• Chiado no peito (sibilância),
que é mais comum durante
a expiração
• Tosse, especialmente à
noite ou de manhã cedo;
• Sensação de aperto ou
opressão no peito.
• Os sintomas da asma podem variar de
leves a graves e podem ser
desencadeados por diferentes fatores em
cada indivíduo. Algumas pessoas com
asma podem ter episódios ocasionais e
leves, enquanto outras podem
experimentar crises mais frequentes e
severas que interferem significativamente
em suas atividades diárias.
A asma é uma condição crônica
que requer cuidados contínuos e
acompanhamento médico regular para
garantir o controle adequado dos sintomas e
melhor qualidade de vida para os pacientes.
AGORA UM VÍDEO RÁPIDO SOBRE ASMA.
https://www.youtube.com/watch?v=mx2AoDd7
Cl4
• O tratamento da asma envolve o uso de
medicamentos para aliviar os sintomas agudos
(como broncodilatadores para abrir as vias
aéreas) e para controlar a inflamação das vias
respiratórias a longo prazo (como
corticosteroides inalatórios). Além disso,
estratégias de prevenção e manejo dos gatilhos
desencadeantes são fundamentais para reduzir a
frequência e a gravidade dos ataques de asma.
Medicação muito usada na ASMA
• Albuterol (Salbutamol):
• Via de Administração: Administrado por via inalatória
(aerossol), nebulização ou por via intravenosa (em casos
graves).
• Grupos Farmacológicos: Agonista beta-2 adrenérgico
(broncodilatador).
• Farmacocinética: Ação rápida com efeitos de curta duração,
metabolizado no fígado.
• Farmacodinâmica: Relaxa os músculos bronquiais,
facilitando a respiração em casos de broncoespasmo.
• Reações Adversas: Taquicardia, tremores, palpitações.
• Cuidados de Enfermagem: Monitorar frequência cardíaca,
observar sinais de tremores, orientar sobre a técnica correta
de administração por inalação.
ABDOME AGUDO
• As causas mais comuns de abdome agudo incluem:
1. Apendicite: Inflamação do apêndice, geralmente devido a
obstrução por fezes ou outros materiais.
2. Peritonite: Inflamação do peritônio (membrana que reveste os
órgãos abdominais), geralmente causada por infecção bacteriana
devido a perfuração gastrointestinal, como úlcera perfurada ou
apendicite perfurada.
3. Obstrução Intestinal: Bloqueio do intestino devido a aderências,
hérnias ou tumores.
4. Colelitíase (Cálculos na Vesícula): Presença de cálculos biliares
na vesícula biliar que podem causar cólica biliar ou colecistite
aguda.
5. Pancreatite Aguda: Inflamação súbita do pâncreas, muitas vezes
associada ao consumo excessivo de álcool ou cálculos biliares.
6. Ruptura de Aneurisma da Aorta Abdominal: Ruptura de uma
dilatação anormal na parede da aorta abdominal, resultando em
uma emergência médica com risco de vida.
• O diagnóstico de abdome agudo geralmente
requer uma avaliação médica completa, incluindo
história clínica detalhada, exame físico cuidadoso
e exames complementares, como exames de
sangue, ultrassonografia abdominal, tomografia
computadorizada (TC) ou radiografia abdominal.
• O tratamento do abdome agudo depende da
causa subjacente e pode incluir medidas como
antibioticoterapia, cirurgia de emergência (como
apendicectomia para apendicite aguda) ou outras
intervenções médicas direcionadas para tratar a
condição específica identificada.
“As mãos que ajudam a curar,
podem matar por
desconhecimento”

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  • 3. Ética • Na emergência, o trabalho é longo, duro, estressante, sem adequado repouso e alimentação. • Os profissionais devem atuar com agilidade e abordagem humana​ no atendimento de pacientes adultos, crianças e idosos em situações de emergência e urgência, tanto no pré- hospitalar quanto no intra-hospitalar.
  • 4. Ética • A enfermagem trabalha diariamente com pacientes em risco de morte e que dependem deste cuidado para que mantenham suas vidas. • Estudar, capacitar, praticar são ações essenciais para o desenvolvimento profissional
  • 5. • Situações de urgência e emergência sempre aconteceram durante e história • O conhecimento salva vidas. • O aprimoramento é essencial para a conduta exata
  • 6. Contexto Histórico • O atendimento pré-hospitalar teve início no final dos anos 1700 através do médico chefe militar francês de Napoleão, o Barão Dominique Jean Larrey (o pai do APH). • O “Barão Larrey” é conhecido como o pai dos serviços de emergência médica na era moderna e conseguiu reconhecer a necessidade de atendimento pré- hospitalar imediato.
  • 8. Estrutura, organização e Funcionamento Unidades de emergências são locais apropriados para o atendimento dos pacientes com afecções agudas específicas com ou sem risco de vida, cujos agravos à saúde necessitam de atendimento imediato
  • 9. Tudo que esta no pronto Socorro é urgência e emergência?
  • 11. URGÊNCIA • É quando há uma situação que não pode ser adiada, que deve ser resolvida rapidamente. • Ocorrências de caráter urgente necessitam de tratamento médico e muitas vezes de cirurgia, contudo, possuem um caráter menos imediatista. • Esta palavra vem do verbo “urgir” que tem sentido de “não aceita demora” Urgência é uma ameaça em um futuro próximo, que pode vir a se tornar uma emergência se não for solucionada.
  • 12. Emergência • Équando há uma situação crítica ou algo iminente, com ocorrência de perigo; incidente; imprevisto. • Circunstância que exige uma cirurgia ou intervenção médica de imediato. • Emergência apresenta ameaça imediata para a vida do paciente
  • 13. Urgência • Fraturas, luxações ou cortes profundos sem hemorragia grave; • Crise de asma brônquica sem falta de ar grave; • Transtornos psiquiátricos, confusão mental ou sonolência; • Dor abdominal de moderada intensidade; • Retenção urinária em pacientes idosos; • Dor de cabeça forte sem alteração do nível de consciência; • Dor intensa em qualquer parte do corpo; • Idoso debilitado e em mau estado geral. Emergência • Perda aguda da consciência, convulsões ou sintomas de acidente vascular cerebral – AVC; • Parada cardíaca; • Dor forte no peito; • Redução importante da pressão, sobretudo de associada a palidez e sudorese; • Frequência de pulso menor que 40/min ou maior que 150 por min; • Falta de ar intensa ou saturação de oxigênio ; • Hemorragia intensa, indicada não só pelo volume de sangue perdido, mas também por palidez e sudorese;
  • 15. • • Caracterização da Unidade de Emergência: • Recepção e sala de espera onde a ficha clinica é realizada. • Salas das emergências. • Posto de enfermagem-local onde as medicações são preparadas • Sala de traumatologia-local específico • Salas de observação-quando o paciente necessita de um período mais prolongado de observação;
  • 16. • O setor de RX, o Centro Cirúrgico e a UTI devem ser localizadas próximo à unidade de emergência. • Paredes revestidas com material: lisas, impermeável, resistente, ausente de solução de continuidade. • Piso revestido com material liso, impermeável, antiderrapante, resistente aos produtos de limpeza e desinfetantes e com ausência de soluções de continuidade.
  • 17. TRIAGEM É um método utilizado para classificar os clientes de acordo com a gravidade dos traumas ou doenças. Consiste numa avaliação sucinta dos clientes, a fim de determinar o nível de gravidade ou prioridade da assistência.
  • 18. EMERGÊNCIA Estas condições são potencialmente ameaçadoras à vida ou à ação normal de qualquer órgão; apresentam a mais alta prioridade. URGÊNCIA Estas condições são graves, mas geralmente não perigosas, podemos considerá-las com segunda prioridade. CLASSIFICAÇÃO NA TRIAGEM
  • 19. TRIAGEM A triagem consiste na obtenção de um histórico focalizado na principal queixa do paciente. SSVV: TAX FC, P.A, FR, DEXTRO SPO2 Nível de consciência.
  • 24. PRIORIDADE MÁXIMA o Parada cardíaca e respiratória. o Artéria seccionada. o Ferimento torácico fechado com aparente perfuração de pulmão. o Ferimentos torácicos e abdominais abertos. o Ferimento aberto do olho. o Hipotensão grave (choque) o Hipertensão grave. o Inconsciência. o Intoxicação medicamentosa severa. o Inalação de substâncias tóxicas. o Perda de um membro. o Politraumatismo. o Queimaduras extensas. o Queimadura química no olho.
  • 25. PRIORIDADE MODERADA o Alteração da consciência; o Anomalias do ritmo cardíaco. o Dificuldade respiratória. o Dor nas costas com ou sem suspeita de lesão da coluna cervical. o Dor abdominal ou dorsal aguda. o Comportamento violento. o Confusão súbita. o Hematúria grave. o Hemoptise (Secreções com sangue) hematêmese (vômito com sangue) melena(sangue nas fezes) o Corpo estranho no olho. o Síncope(perda do sentido devido a deficiência de irrigação sanguínea. o Paresia e parestesia.
  • 26. PRIORIDADE MÍNIMA o Ansiedade. o Abscesso. o Dispnéia leve. o Dor dorsal após traumatismo, sem déficitneurológico. o Fraturas simples. o Luxações. o Pequena laceração de tecidos moles. o Perda significante de peso. o Fraqueza crônica. o Cefaléia crônica.
  • 27. Habilidades a serem desenvolvidas para o atendimento de urgência e emergência: • Reconhecer situações de urgência e emergência, aplicando suporte básico e/ou avançado de vida. • Utilizando medidas de prevenção aos riscos ocupacionais. • Prestar cuidados de enfermagem ao paciente em situaçãodeDOR naurgência eemergência
  • 28. Habilidades a serem desenvolvidas para o atendimento de urgência e emergência: Prestar cuidados de enfermagem em urgência e emergência, junto com a equipe multiprofissional em saúde, a clientes em situações de emergências obstétricas;  Identificar situações de urgência e emergência em saúde mental e prestar cuidados específicos;
  • 29. Habilidadesa seremdesenvolvidaspara o atendimentodeurgênciae emergência: Prestar cuidados ao cliente em situação de eventos com múltiplas vítimas, desastres e catástrofes; Preparar e orientar o cliente para a realização de procedimentos e exames em urgência e Emergência, garantindo segurança, conforto e privacidade.
  • 30. Pré-hospitalar fixo: Unidades Básicas de Saúde (UBSs); Ambulatórios especializados, Unidade de ProntoAtendimento (UPA); Pré-hospitalar móvel: Samu 192, Sistema Resgate e ambulâncias da iniciativa privada, entre outros. Redehospitalar: Média e alta complexidade.
  • 31. DEFINIÇÕES • Primeiros Socorros: • Atendimento prestado, inclusive por leigos, para manter a vida e evitar o agravamento das condições até o recebimento da assistência especializada.
  • 32. São os cuidados imediatos prestados a alguém doente ou ferido, com o objetivo de manter as suas funções vitais e evitar o agravamento de suas condições, até que receba assistência médica especializada. PRIMEIROS SOCORROS PRÉ HOSPITALAR
  • 33. AtendimentoPréHospitalar Atendimento prestado por profissionais da área da saúde, treinados e capacitados para prover os cuidados iniciais ao cliente, de forma organizada e sistematizada, seguido de transporte até serviço de saúde que proporcionará o tratamento definitivo.
  • 34. RESGATE • Consiste na retirada do indivíduo de um local, por vezes de difícil acesso, de onde o mesmo não possasair sozinho em segurança. • Pode ser necessário o uso de materiais e equipamentos especiais para efetuar a retirada, além de treinamento específico para realizar essesprocedimentos.
  • 44. TIPOSDEAMBULÂNCIAS Tipo A – Ambulância de Transporte: veículo destinado ao transporte em decúbito horizontal de pacientes que não apresentam risco de vida, para remoções simples e de carátereletivo. Tipo B – Ambulância de Suporte Básico: veículo destinado ao transporte inter-hospitalar de pacientes com risco de vida conhecido e ao atendimento pré- desconhecido, não classificado com potencial hospitalar de pacientes com risco de vida de necessitar de intervenção médica no local e/oudurante transporteaté o serviço de destino.
  • 45. Tipo C – Ambulância de Resgate: veículo de atendimento de urgências pré-hospitalares de pacientes vítimas de acidentes ou pacientes em locais de difícil acesso, com equipamentos de salvamento (terrestre aquático ealturas). Tipo D – Ambulância de Suporte Avançado: veículo destinado ao atendimento e transporte de pacientes de alto risco em emergências pré- hospitalares e/ou de transporte interhospitalar que necessitam de cuidados médicos intensivos. Deve contar com os equipamentos médicos necessários para estafunção.
  • 46. TIPO E – Aeronave de Transporte Médico: de asa fixa ou rotativa, utilizada para transporte inter- hospitalar de pacientes; e aeronave de asa equipamentos médicos homologados rotativa para ações de resgate, dotada de pelo Departamento de Aviação Civil(DAC). TIPO F – Embarcação de Transporte Médico: veículo motorizado aquaviário, transporte por via marítima ou médicos de pacientes necessários conforme destinado ao fluvial, com ao sua equipamentos atendimento gravidade.
  • 52. o socorrista, parentes da vítima ou a própria vítima recebe orientações do médico regulador que decide pelo envio de ambulância de suporte básico ou avançado com equipe habilitada em atendimento a situações de urgência, caso avalie que seja necessáriodisponibilizar esserecurso. Ao pedir ajuda por meio da CENTRAL DE REGULAÇÃO SAMU 192 ou CORPO DE BOMBEIRO 193
  • 53. REGULAÇÃO O médico regulador autoriza o transporte do cliente diante do problema de saúde relatado pela equipe local de atendimento pré- hospitalar (APH), por meio de comunicação por telefone ourádio.
  • 54. EQUIPE DO APH esta Médico, Enfermeiro, Técnicoe/ou auxiliar deenfermagem, Recebem habilitação específica para atividade.
  • 55. materiais e Cada veículo é equipado com equipamentos específicos, tripulado por profissionais com diferentes atribuições que compõem as equipes, segundo o tipo de caso, suporte atendimento destinado aprestar, no suporte básico de vida (SBV) ou avançado de vida (SAV).
  • 56. Os veículos de SA V são equipados com materiais médico-hospitalar, equipamentos e medicamentos, permitindo a estabilização do cliente e seu transporte para o hospital. Profissionais da área de segurança, como policiais rodoviários e bombeiros identificam situações de risco e realizam manobras de salvamento, resgate e, quando necessário, o suporte básico de vida (SBV).
  • 57. ATENDIMENTO HOSPITALAR As unidades de emergência hospitalares ou pronto-socorros oferecem atendimento imediato e ininterrupto aos pacientes adultos ou crianças em estado crítico ou potencialmente crítico.
  • 58. ATENDIMENTO HOSPITALAR • A unidade de emergência é caracterizada pelo fluxo intenso de pessoas, rotatividade de pacientes que procuram o serviço devido a gravidade das condições em que e encontram. • Aestrutura física adequada é normatizada pela Resoluçãode Diretoria Colegiada (RDC), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
  • 78. RX
  • 81. Tecnologias e equipamentos em urgências e emergências: SHIRLEI E LÚCIA: tipos (monitor multiparâmetros, carro de emergência MÁRCIA E ROSI: oxímetro de pulso, ventilador mecânico, cardioversor, desfibriladores (DEA) MARIA APARECIDA E JOSIANE: pranchas rígidas, colar cervical, aspirador, unidade manual de ventilação artificial (AMBU) e manta de aquecimento) TRABALHO PARA APRESENTAR 05/04/2024  Pode ser em slide, cartolina, ou quadro No trabalho de tecnologias e equipamentos em urgência e emergências, deve conter : aplicabilidade, indicação e assistência de enfermagem.
  • 82. Manejo de emergências infecto-contagiosas ADRIANA E DAMARIS: Influenza, meningite, tuberculose. ELLEN E TATIANE: encefalite, febre amarela e dengue No trabalho de manejo de emergências infecto- contagiosas deve ter : Conceito, fluxo de atendimento, protocolos, precauções, notificações e assistência de enfermagem.
  • 83. FRANCIS E ANA PAULA : Equipe de enfermagem: limite de atuação nos atendimentos intra e extrahospitalar, riscos ocupacionais, equipamentos de proteção individual e coletiva e descarte de resíduos. MARIA EUNICE E ROSICLÉIA: Escala de Glasgow: definição, aplicabilidade e limite de atuação
  • 84. URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS QUE MAIS CHEGAM NO BOX DE EMERGÊNCIA
  • 85. POLITRAUMATISMO • ocorrência de múltiplas lesões graves em diferentes partes do corpo de um paciente, geralmente resultantes de um único evento traumático, como acidentes de trânsito, quedas de altura, agressões físicas, entre outros. Essas lesões podem envolver sistemas orgânicos variados, como o sistema musculoesquelético, o sistema nervoso central, o sistema cardiovascular, o sistema respiratório, entre outros. • O politraumatismo pode ser caracterizado por uma combinação de lesões, incluindo fraturas ósseas, lesões cerebrais traumáticas, lesões torácicas, lesões abdominais, lesões na coluna vertebral, entre outras. Esse tipo de trauma é considerado uma emergência médica grave devido à complexidade e gravidade das lesões envolvidas, podendo representar risco imediato para a vida do paciente.
  • 86. A assistência do técnico de enfermagem a um paciente vítima de politraumatismo
  • 87. 1. Avaliação inicial: O técnico de enfermagem auxilia na avaliação inicial do paciente, ajudando a coletar dados vitais, histórico médico e informações sobre o evento traumático. Isso inclui verificar os sinais vitais, avaliar a consciência do paciente e identificar lesões evidentes. 2. Assistência na estabilização: O técnico de enfermagem auxilia na estabilização do paciente, seguindo as orientações da equipe médica. Isso pode incluir auxiliar na manutenção de uma via aérea desobstruída, aplicar curativos para controlar hemorragias, imobilizar fraturas ou lesões ósseas e ajudar na administração de oxigênio, se necessário.
  • 88. 3. Monitoramento contínuo: O técnico de enfermagem realiza um monitoramento contínuo dos sinais vitais do paciente, incluindo frequência cardíaca, pressão arterial, frequência respiratória e saturação de oxigênio. Eles também podem monitorar o nível de consciência e a resposta neurológica do paciente. 4. Administração de medicamentos: O técnico de enfermagem administra medicamentos conforme prescrição médica, incluindo analgésicos para alívio da dor, medicamentos para controle da pressão arterial ou outros medicamentos necessários para estabilizar o paciente.
  • 89. 5. Assistência na mobilização: O técnico de enfermagem auxilia na mobilização do paciente dentro dos limites de segurança, ajudando-o a se reposicionar na cama, realizar exercícios de mobilidade e higiene pessoal, conforme necessário. 6. Suporte emocional: O técnico de enfermagem fornece suporte emocional ao paciente e à família, demonstrando empatia, oferecendo conforto e ajudando-os a lidar com o estresse emocional associado ao trauma.
  • 90. 7.Registro de informações: O técnico de enfermagem mantém registros precisos de todas as intervenções realizadas, incluindo dados vitais, administração de medicamentos, resposta do paciente ao tratamento e outras observações relevantes. 8. Colaboração na equipe multidisciplinar: O técnico de enfermagem colabora com outros profissionais de saúde, incluindo médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e assistentes sociais, para garantir uma abordagem integrada e abrangente ao cuidado do paciente.
  • 93. XABCDE DO TRAUMA • O protocolo "ABCDE do Trauma" é uma abordagem sistemática para o atendimento ao paciente politraumatizado em situações de emergência. Embora os princípios fundamentais do protocolo permaneçam os mesmos, ao longo do tempo, houve algumas mudanças e otimizações para melhorar a eficácia e a segurança no atendimento ao trauma. Adição do "X" (Exposure/Environment): Uma das principais mudanças foi a adição da letra "X" ao protocolo, representando "Exposure" (Exposição) ou "Environment" (Ambiente). Esta etapa enfatiza a importância de expor completamente o paciente para verificar lesões ocultas e controlar a temperatura corporal. Além disso, esta etapa também inclui a avaliação inicial do ambiente do paciente para identificar quaisquer riscos adicionais à sua segurança e bem- estar.
  • 94. • Avaliação da via aérea (Airway): A primeira prioridade é garantir que as vias respiratórias do paciente estejam desobstruídas e permeáveis. Isso envolve avaliar a presença de corpos estranhos, sangue ou outros obstáculos na boca ou garganta do paciente. Se houver obstrução, devem ser realizadas manobras para remoção, como a posição de recuperação ou a manobra de desobstrução das vias aéreas. Em casos de obstrução severa, pode ser necessária a intubação endotraqueal para manter as vias aéreas abertas.
  • 95. Respiração (Breathing): Após garantir a permeabilidade das vias aéreas, a próxima etapa é avaliar a respiração do paciente. Isso envolve verificar a presença e a qualidade da respiração, bem como a frequência respiratória. Se o paciente estiver com dificuldades respiratórias, pode ser necessário administrar oxigênio suplementar, ventilar manualmente ou até mesmo realizar intubação endotraqueal para garantir uma ventilação adequada.
  • 96. Circulação (Circulation): Em seguida, é realizada uma avaliação da circulação do paciente, verificando a presença de pulso, cor e temperatura da pele e a presença de sangramento externo. Se houver sinais de choque ou hemorragia, medidas imediatas devem ser tomadas para controlar o sangramento, como a aplicação de pressão direta sobre a ferida, elevação do membro afetado e a administração de fluidos intravenosos.
  • 97. Disfunção neurológica (Disability): Após avaliar a via aérea, respiração e circulação, é importante realizar uma avaliação neurológica para verificar a presença de disfunção neurológica, como perda de consciência, alteração do estado mental, fraqueza ou dormência em membros. Isso pode ser feito utilizando a escala de coma de Glasgow (ECG) ou outras ferramentas de avaliação neurológica. Qualquer alteração neurológica deve ser prontamente investigada e tratada, conforme necessário.
  • 98. Exposição e controle da temperatura (Exposure/Environment): Por fim, é importante expor o paciente para verificar lesões ocultas e controlar a temperatura corporal, especialmente em casos de hipotermia ou hipertermia. O paciente deve ser mantido aquecido com cobertores e outros dispositivos de aquecimento, se necessário, para prevenir a hipotermia, especialmente em ambiente externo.
  • 100. QUEIMADURAS As queimaduras são lesões na pele e tecidos subjacentes que ocorrem quando esses tecidos são expostos a fontes de calor, radiação, produtos químicos, eletricidade ou fricção. Elas podem variar em gravidade, desde queimaduras leves que afetam apenas a camada mais superficial da pele até queimaduras graves que afetam múltiplas camadas de tecidos e podem ser potencialmente fatais.
  • 103. CONVULSÕES Uma convulsão é um distúrbio neurológico temporário caracterizado por atividade elétrica anormal no cérebro, que leva a sintomas físicos e comportamentais distintos. Durante uma convulsão, as células nervosas no cérebro disparam rapidamente e de forma descontrolada, o que pode resultar em movimentos musculares involuntários, alterações no estado de consciência e sintomas sensoriais ou emocionais.
  • 104. As convulsões podem variar em gravidade e duração, desde episódios breves e discretos até convulsões prolongadas e potencialmente perigosas. Elas podem ser classificadas em dois tipos principais:
  • 105. Convulsões generalizadas: Neste tipo de convulsão, a atividade elétrica anormal ocorre em toda a extensão do cérebro, afetando ambos os hemisférios cerebrais. Isso pode resultar em perda de consciência e movimentos convulsivos generalizados, como tremores ou rigidez muscular. Exemplos de convulsões generalizadas incluem convulsões tônico-clônicas (anteriormente conhecidas como "grande mal"), convulsões ausentes (anteriormente conhecidas como "pequeno mal") e convulsões mioclônicas.
  • 106. • Convulsões parciais (ou focais): Neste tipo de convulsão, a atividade elétrica anormal é localizada em uma área específica do cérebro. Isso pode resultar em sintomas motores, sensoriais, emocionais ou cognitivos localizados, dependendo da região afetada. As convulsões parciais podem ser simples, quando não há perda de consciência, ou complexas, quando há alteração da consciência. Se a convulsão parcial se espalhar para envolver ambos os hemisférios cerebrais, pode se tornar uma convulsão generalizada.
  • 107. ATENÇÃO • As convulsões podem ser causadas por uma variedade de fatores, incluindo epilepsia (um distúrbio neurológico crônico caracterizado por convulsões recorrentes), lesões cerebrais traumáticas, infecções cerebrais, distúrbios metabólicos, acidente vascular cerebral, tumores cerebrais, abstinência de drogas ou álcool e febre alta em crianças (convulsões febris).
  • 108. Os primeiros socorros para convulsão visam garantir a segurança do paciente durante o episódio e minimizar o risco de lesões.
  • 109. Mantenha a calma: É importante permanecer calmo e manter a calma durante a convulsão. Isso ajudará a evitar pânico e a lidar eficazmente com a situação. Proteja o paciente: Evite que o paciente se machuque durante a convulsão. Afaste objetos afiados, móveis ou outros objetos perigosos que possam representar um risco de lesão. Se possível, coloque uma almofada ou algo macio sob a cabeça do paciente para protegê-la de lesões. Posicione o paciente de lado: Coloque o paciente de lado para ajudar a manter as vias aéreas desobstruídas e permitir que a saliva ou outros fluidos escorram da boca. Isso também pode ajudar a prevenir a aspiração de vômito ou saliva. Não restrinja os movimentos: Não tente segurar ou restringir os movimentos do paciente durante a convulsão. Isso pode causar lesões ao
  • 110. Não coloque nada na boca: Não tente colocar nada na boca do paciente durante a convulsão. Isso pode causar danos aos dentes, língua ou mandíbula do paciente. A convulsão geralmente é autolimitada e não requer intervenção na boca. Observe a duração da convulsão: Faça uma nota mental ou cronometre a duração da convulsão. Se a convulsão durar mais de cinco minutos, ou se houver múltiplas convulsões sem recuperação da consciência entre elas, chame imediatamente uma ambulância ou serviço médico de emergência. Ofereça apoio e conforto: Após o término da convulsão, ofereça apoio e conforto ao paciente. Mantenha a calma e tranquilize o paciente. Explique o que aconteceu e forneça orientação sobre os próximos passos. Observe sinais de emergência: Observe sinais de emergência, como dificuldade respiratória, lesões graves, convulsões prolongadas ou recorrentes, ou alterações na consciência após a convulsão. Se houver sinais de emergência, procure ajuda médica imediata
  • 111. CONDUTA COM CRISES CONVULSIVAS NO AMBIENTE HOSPITALAR 1. Chame ajuda: Se você estiver sozinho, chame imediatamente por ajuda de outros profissionais de saúde para assistência. Caso contrário, comunique a equipe de emergência sobre a situação e solicite assistência adicional, incluindo médicos e enfermeiros. 2. Proteja o paciente: Coloque o paciente deitado em uma superfície segura e remova quaisquer objetos ou obstáculos ao redor que possam representar um risco de lesão durante a convulsão. 3. Posicione o paciente adequadamente: Vire o paciente de lado para ajudar a manter as vias aéreas desobstruídas e evitar a aspiração de saliva, vômito ou secreções. Isso também ajuda a prevenir lesões na boca e nos dentes. 4. Evite restringir os movimentos: Não tente segurar ou restringir os movimentos do paciente durante a convulsão, a menos que seja necessário para evitar lesões. Permita que o paciente se mova livremente, mas mantenha a segurança dele em mente. 5. Observe e documente: Faça observações cuidadosas do episódio de convulsão, incluindo a duração, características dos movimentos, alterações na consciência e quaisquer outros sintomas associados. Documente essas informações para fornecer um registro preciso ao médico.
  • 112. 6. Administre oxigênio, se necessário: Se o paciente estiver com dificuldade respiratória durante a convulsão, administre oxigênio suplementar conforme necessário para garantir uma ventilação adequada. 7. Mantenha a calma e tranquilize o paciente: Mantenha-se calmo e tranquilo durante o episódio de convulsão para ajudar a acalmar o paciente. Fale com o paciente em um tom suave e tranquilizador, fornecendo apoio emocional durante o episódio. 8. Avalie sinais de emergência: Observe qualquer sinal de emergência durante a convulsão, como dificuldade respiratória, convulsões prolongadas ou recorrentes, ou alterações na consciência após o episódio. Se houver sinais de emergência, chame ajuda médica imediata. 9. Após a convulsão: Após o término da convulsão, verifique os sinais vitais do paciente, incluindo frequência cardíaca, respiratória, pressão arterial e saturação de oxigênio. Avalie o estado de consciência do paciente e forneça apoio emocional conforme necessário. 10. Comunique-se com a equipe médica: Relate os eventos do episódio de convulsão à equipe médica para que possam ser avaliados adequadamente e o tratamento apropriado possa ser iniciado.
  • 113. AVC
  • 114. CONCEITO Um acidente vascular cerebral (AVC), também conhecido como derrame cerebral, é uma condição médica que ocorre quando o suprimento de sangue para uma parte do cérebro é interrompido, resultando em danos ou morte das células cerebrais.
  • 115. • Tipos de AVC: • AVC isquêmico: É causado pela obstrução de um vaso sanguíneo no cérebro devido a um coágulo sanguíneo ou estreitamento das artérias. • AVC hemorrágico: Ocorre quando um vaso sanguíneo no cérebro se rompe, resultando em sangramento no tecido cerebral.
  • 116. Fatores de risco • Hipertensão arterial. • Diabetes. • Colesterol elevado. • Tabagismo. • Obesidade. • Sedentarismo. • Idade avançada. • Histórico familiar de AVC.
  • 117. Sinais e sintomas • Fraqueza ou dormência em um lado do corpo. • Dificuldade para falar ou compreender a fala. • Alterações na visão. • Dor de cabeça súbita e intensa. • Tonturas ou perda de equilíbrio. • Confusão mental ou dificuldade de raciocínio.
  • 118. Avaliação e diagnóstico • Exame neurológico para avaliar a função cerebral, incluindo a força muscular, reflexos, sensibilidade e fala. • Exames de imagem, como tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM) do cérebro, para identificar áreas de dano cerebral e determinar o tipo de AVC.
  • 119. Tratamento agudo • Administração de medicamentos trombolíticos, como o alteplase, para dissolver coágulos sanguíneos em casos de AVC isquêmico. • Cirurgia para remover coágulos sanguíneos ou reparar vasos sanguíneos danificados em casos de AVC hemorrágico. • Controle da pressão arterial e monitoramento contínuo dos sinais vitais.
  • 120. Cuidados de enfermagem: Monitoramento frequente dos sinais vitais, incluindo pressão arterial, frequência cardíaca, respiração e oxigenação. Posicionamento adequado do paciente para prevenir complicações, como aspiração e úlceras de pressão. Administração de medicamentos conforme prescrição médica, incluindo anticoagulantes, anti-hipertensivos e analgésicos. Avaliação da função neurológica regularmente para detectar alterações no estado do paciente. Educação do paciente e da família sobre os sinais e sintomas de AVC, fatores de risco e medidas de prevenção.
  • 122. Definição de Asma A asma é uma doença crônica das vias respiratórias caracterizada por inflamação e estreitamento dos brônquios, que são os tubos que transportam o ar para dentro e para fora dos pulmões. Essa condição pode resultar em episódios recorrentes de falta de ar, chiado no peito, tosse e sensação de aperto no peito.
  • 123. 1. Inflamação das Vias Aéreas: As vias aéreas ficam inflamadas devido a uma resposta exagerada do sistema imunológico a certos estímulos, como alérgenos (poeira, pólen, pelos de animais), irritantes (fumaça, poluição do ar), infecções virais, exercício físico ou condições climáticas. 2. Contração dos Músculos Brônquicos: Os músculos ao redor dos brônquios se contraem (broncoconstrição), estreitando as vias aéreas e dificultando a passagem do ar. 3. Produção de Muco Excessivo: As células das vias aéreas produzem muco em excesso, obstruindo ainda mais as vias respiratórias.
  • 124. • Os principais sintomas da asma incluem: • Falta de ar ou dificuldade para respirar • Chiado no peito (sibilância), que é mais comum durante a expiração • Tosse, especialmente à noite ou de manhã cedo; • Sensação de aperto ou opressão no peito.
  • 125. • Os sintomas da asma podem variar de leves a graves e podem ser desencadeados por diferentes fatores em cada indivíduo. Algumas pessoas com asma podem ter episódios ocasionais e leves, enquanto outras podem experimentar crises mais frequentes e severas que interferem significativamente em suas atividades diárias.
  • 126. A asma é uma condição crônica que requer cuidados contínuos e acompanhamento médico regular para garantir o controle adequado dos sintomas e melhor qualidade de vida para os pacientes.
  • 127. AGORA UM VÍDEO RÁPIDO SOBRE ASMA. https://www.youtube.com/watch?v=mx2AoDd7 Cl4
  • 128. • O tratamento da asma envolve o uso de medicamentos para aliviar os sintomas agudos (como broncodilatadores para abrir as vias aéreas) e para controlar a inflamação das vias respiratórias a longo prazo (como corticosteroides inalatórios). Além disso, estratégias de prevenção e manejo dos gatilhos desencadeantes são fundamentais para reduzir a frequência e a gravidade dos ataques de asma.
  • 129. Medicação muito usada na ASMA • Albuterol (Salbutamol): • Via de Administração: Administrado por via inalatória (aerossol), nebulização ou por via intravenosa (em casos graves). • Grupos Farmacológicos: Agonista beta-2 adrenérgico (broncodilatador). • Farmacocinética: Ação rápida com efeitos de curta duração, metabolizado no fígado. • Farmacodinâmica: Relaxa os músculos bronquiais, facilitando a respiração em casos de broncoespasmo. • Reações Adversas: Taquicardia, tremores, palpitações. • Cuidados de Enfermagem: Monitorar frequência cardíaca, observar sinais de tremores, orientar sobre a técnica correta de administração por inalação.
  • 131. • As causas mais comuns de abdome agudo incluem: 1. Apendicite: Inflamação do apêndice, geralmente devido a obstrução por fezes ou outros materiais. 2. Peritonite: Inflamação do peritônio (membrana que reveste os órgãos abdominais), geralmente causada por infecção bacteriana devido a perfuração gastrointestinal, como úlcera perfurada ou apendicite perfurada. 3. Obstrução Intestinal: Bloqueio do intestino devido a aderências, hérnias ou tumores. 4. Colelitíase (Cálculos na Vesícula): Presença de cálculos biliares na vesícula biliar que podem causar cólica biliar ou colecistite aguda. 5. Pancreatite Aguda: Inflamação súbita do pâncreas, muitas vezes associada ao consumo excessivo de álcool ou cálculos biliares. 6. Ruptura de Aneurisma da Aorta Abdominal: Ruptura de uma dilatação anormal na parede da aorta abdominal, resultando em uma emergência médica com risco de vida.
  • 132. • O diagnóstico de abdome agudo geralmente requer uma avaliação médica completa, incluindo história clínica detalhada, exame físico cuidadoso e exames complementares, como exames de sangue, ultrassonografia abdominal, tomografia computadorizada (TC) ou radiografia abdominal. • O tratamento do abdome agudo depende da causa subjacente e pode incluir medidas como antibioticoterapia, cirurgia de emergência (como apendicectomia para apendicite aguda) ou outras intervenções médicas direcionadas para tratar a condição específica identificada.
  • 133. “As mãos que ajudam a curar, podem matar por desconhecimento”