SlideShare uma empresa Scribd logo
EPIDEMIAS, PANDEMIAS E ENDEMIAS

  Epidemia: é a ocorrência, numa
  coletividade ou região,de casos que
  ultrapassam nitidamente a incidência
  normalmente esperada de uma doença e
  derivada de uma fonte comum de infecção
  ou propagação.
EPIDEMIAS, PANDEMIAS E ENDEMIAS

 Endemia: é a prevalência usual de
  determinada doença com relação à
  área.Doença cuja incidência permanece
  constante por vários anos, dando uma idéia
  de equilíbrio entre a doença e a população
EPIDEMIAS, PANDEMIAS E ENDEMIAS

Pandemia: Uma pandemia é uma epidemia
 que atinge proporções mundiais.
Doenças Emergentes

 São aquelas identificadas em
 determinada população sem nunca
 a ter afetado antes.
Doenças Reemergentes

 São aquelas que reaparecem após
 sua erradicação, em geral
 indicando falta de vigilância
 sanitária adequada.
EPIDEMIAS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE


          VARÍOLA
VARÍOLA
EPIDEMIAS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE

 1347 a 1351 Peste Negra
Transmitida pelas pulgas dos roedores.
Bactéria : Yersinia pestis
25 milhões de mortos
EUROPA
 1918 a 1919 Gripe espanhola
Vírus
40 milhões
EUROPA
EPIDEMIAS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE

   1959/1980 AIDS
    75 milhões contraíram o vírus e 20 milhões
    morreram
    1ºs casos: República democrática do Congo e EUA
    nos anos 80
SARCOMA DE KAPOSI
EPIDEMIAS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE

 1976 Ebola
no Zaire, perto do Rio Ébola
EPIDEMIAS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE
EPIDEMIAS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE

 1997 Gripe do Frango
Vírus H5N1

 2003 SARS
800 mortes
ÁSIA
 2003 DIFILOBOTRÍASE (Tênia do peixe)
  Doença intestinal de longa duração, causada por um
  cestódio.
Tênia do peixe
EPIDEMIAS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE

2009- GRIPE SÚINA
EBOLA

   A Febre Hemorrágica Ébola (FHE), Ébola é
    uma doença infecciosa grave muito rara,
    frequentemente fatal, causada pelo vírus
    Ébola. Ao contrário dos relatos de ficção é
    apenas moderadamente contagioso. Ele foi
    identificado pela primeira vez em 1976 no
    Zaire, perto do Rio Ébola, e acabou servindo
    de nome para o vírus.
     ÁFRICA
HANTAVIROSE

Agente etiológico:
Hantavirose é causada por um vírus, da família
Bunyaviridiae
Agente transmissor roedores silvestres. O
vírus se encontra nas fezes, urina e saliva desses
animais, e quando esses produtos secam, o vírus
permanece viável no meio ambiente, desde que
este seja favorável (pouca iluminação e abafado).
HANTAVIROSE

 Transmissão:
 inalação de aerossóis contaminados, excrementos
  de roedores (diretamente ao colocar a mão em local
  contaminado e levar a mão à boca ou indiretamente
  através de água e alimentos contaminados)
 mordedura de roedor contaminado
 contato direto com mucosas (olhos, boca) e por
  escoriações na pele, principalmente de
  trabalhadores rurais sem vestimenta apropriada
  (sandálias, bermudas, etc.).
HANTAVIROSE

Sintomas:
Febre alta (acima de 38º), dores no corpo, dor
abdominal, dor de cabeça, tosse seca, taquicardia e
dificuldade para respirar. Essa fase dura em média
de 3 a 5 dias, podendo evoluir para a fase cardio-
pulmonar. A fase cardio-pulmonar caracteriza-se por
insuficiência respiratória aguda grave e choque
circulatório, apresentando alta taxa de letalidade
(45%).
FEBRE AMARELA

 A febre amarela é uma doença infecciosa
causada por um vírus conhecido como
flavivírus.
O contágio ocorre através do mosquito que
após picar uma pessoa infectada, pica outra,
se essa não for vacinada contrai a doença.
FEBRE AMARELA

Vetor: Em áreas silvestres a transmissão é
 realizada pelo mosquito do gênero
 Haemagogus, que picam os macacos,
 principais hospedeiros e posteriormente o
 homem.
Em áreas urbanas a transmissão é realizada
 pela pessoa não imunizada, que uma vez
 infectada em áreas silvestres, serve como
 fonte de infecção para o Aedes aegypty
FEBRE AMARELA

Sintomas: A pessoa sente febre, dor de
 cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no
 corpo, icterícia e hemorragias de gengivas,
 nariz, estômago, intestino e urina.
 Apresenta curta duração, no máximo dez
 dias.
FEBRE AMARELA

Profilaxia: A vacina é uma forma de evitar a
 doença. A primeira dose deve ser tomada a
 partir de 1 ano de idade e reforço a cada dez
 anos.
 Outra forma de prevenção é informar a
 população sobre a doença e como evitá-la:
 não deixando águas paradas se acumularem
 em cisternas, caixas d’água, lata, pneus e
 vasos de plantas.
FEBRE AMARELA
GRIPE AVIÁRIA



H5N1
GRIPE AVIÁRIA
GRIPE AVIÁRIA - H5N1
GRIPE AVIÁRIA

O que é?
  H5N1 é um subtipo do vírus influenza das aves,
  sendo por esta razão também denominado por
  "gripe aviária" .
  (H5= quinto tipo de proteína hemaglutinina
  identificada,
   N1= primeiro tipo de proteína neuraminidase
  identificado).
  A hemaglutinina (H) permite a ligação do vírus na
  célula.
  A neuraminidase permite a ligação dos vírus recém-
  formados. Para o vírus da gripe foram identificados
  16 hemaglutininas e 9 neuraminidases.
GRIPE AVIÁRIA

Pandemias históricas causadas por vírus
  influenza.
1918-1919 - gripe espanhola (H1N1) 20-40
  milhões de mortes
1957-1958 - gripe asiática (H2N2) 2 milhões de
  mortes
1968-1969 - gripe de Hong Kong (H3N2) 1
  milhão de mortes
INFLUENZA- H5N1

Transmissão e infecção.
  É feita através da saliva, secreções nasais e
  fezes. Os especialistas nesta matéria
  acreditam que a transmissão entre humanos
  (muito rara) possa ocorrer facilmente se o
  vírus sofrer uma mutação. Uma vez que as
  aves migratórias estão entre os portadores
  do vírus, a sua disseminação poderá ocorrer
  em nível mundial. O reservatório natural do
  H5N1 são as aves aquáticas migratórias
  (patos selvagens).
INFLUENZA- H5N1

Sintomas:

Uma vez que o H5N1 é um vírus influenza,
os sintomas são idênticos aos de uma gripe
vulgar: febre alta (T> 38 ºC), tosse, catarro
óculo-nasal, prostração, dores de garganta,
dores musculares e cefaléias. O período de
incubação é de 2-8 dias (pode ir até 17 dias).
A excreção viral inicia-se 1 dia antes dos
sintomas, é máxima ao 3º dia e mantém-se
até ao 7º dia.
GRIPE AVIÁRIA

                    PREVENÇÃO:
   Máscara cirúrgica colocada pelo próprio,
    ajustada à face e orelhas.
   Os sabões e desinfetante inativam o vírus
    pelo que não é necessário recorrer a anti-
    sépticos para lavar as mãos.
   Alternativamente podem ser usados
    desinfetantes à base de álcool.
GRIPE AVIÁRIA
CAUSAS DA EMERGÊNCIA E REEMERGÊNCIA DAS
 DOENÇAS

   Mudanças ambientais: fertilizantes e
    inseticidas;desmatamento; enchentes; secas ;
    furacões;queimadas etc.
    Crescimento populacional

   As mudanças de comportamento sexual
CAUSAS DA EMERGÊNCIA E REEMERGÊNCIA DAS
  DOENÇAS


   O uso compartilhado de drogas ilícitas, por via
    endovenosa e as transfusões de sangue e
    derivados sem controle técnico, o que pode
    determinar contaminação.

   As migrações e o aumento do número de
    refugiados
CAUSAS DA EMERGÊNCIA E REEMERGÊNCIA DAS
  DOENÇAS



   Os constantes colapsos nas medidas de saúde
    pública, como saneamento básico deficiente,
    diminuição da cobertura vacinal e diminuição
    de serviços de saúde;
CAUSAS DA EMERGÊNCIA E REEMERGÊNCIA DAS
  DOENÇAS



   Hábitos higiênicos inadequados e má
    industrialização dos alimentos

   O inadequado de antibióticos
CAUSAS DA EMERGÊNCIA E REEMERGÊNCIA DAS
  DOENÇAS

   Guerras e o emprego de armas biológicas como
    o antrax, botulismo, varíola, dentre outras;

   A intolerância, o estigma, o preconceito e a falta
    de informação
CAUSAS DA EMERGÊNCIA E REEMERGÊNCIA DAS DOENÇAS




   As mutações de agentes etiológicos, como
    no caso da tuberculose multirresistente, o
    vírus da Aids multirresistente, as epidemias
    povocadas por vírus da gripe mutantes,
    coronavírus causador da epidemia atual de
    Sars.
Estratégias para controle dessas
doenças
   Condutos preventivas = vacinação
   Maior vigilância sanitária
   Melhoria das condições de vida da população
               saneamento básico
               tratamento da água
               atendimento em nutrição e saúde
               casa de alvenaria
   Informação
   Campanhas mais direcionadas no que diz respeito
    as DSTs
1-UFMG 1999
1-UFMG 1999

   1. CITE a principal causa da diminuição da
    imunidade entre os portadores do HIV.
   2. IDENTIFIQUE a fase, indicada no gráfico,
    que possibilita o surgimento de doenças
    oportunistas, como, por exemplo, a
    tuberculose.
   Fase:
    ____________________________________
    ____________________________
1-UFMG 1999

   3. CITE as fases, indicadas no gráfico, em
    que há maior risco de transmissão do vírus
    HIV nas populações.
   JUSTIFIQUE sua resposta.
   Fases:
    ____________________________________
    _______________________________
   Justificativa:
1-UFMG 1999

4. EXPLIQUE por que, embora não exista cura
  para a AIDS, as autoridades de Saúde
  Pública se empenharam na busca de um
  teste laboratorial para a identificação de
  pessoas soropositivas.
1-UFMG 1999
   5. Atualmente, a maior preocupação do Ministério da Saúde
    em relação à AIDS concentra-se nas mulheres. Em 1985, a
    relação homem/mulher contaminados era de 25 para 1. Hoje,
    essa relação é de 2 para 1 e, curiosamente, a maior incidência
    da doença na mulher observa-se em casais com mais de cinco
    anos de união e que não fazem uso de drogas injetáveis.
    Com base nessas informações APRESENTE uma explicação
    plausível para o aumento do número de mulheres
    soropositivas na atualidade.

    __________________________________________________
    __________________________________________________
    __________________________________________________
    _____
VÍRUS

O genoma viral pode ser um ácido nucléico de cadeia
 simples ou de cadeia dupla. Exemplos de vírus de
 DNA com cadeia simples são o bacteriófago, um
 vírus que ataca bactérias, e o parvovírus, causador
 de uma virose em cães. No caso dos vírus de RNA,
 a maioria tem cadeia simples. Apesar de existirem
 alguns de cadeia dupla, como grande parte dos
 vírus que atacam plantas e ainda um vírus que
 causa diarréia em seres humanos. Os vírus de RNA
 de cadeia simples podem ser divididos em dois três
 tipos básicos, conhecidos como: vírus de cadeia +,
 vírus de cadeia – e retrovírus.
VÍRUS

VÍRUS DE CADEIA + São aqueles cujo RNA do genoma tem a
   mesma seqüência de bases nitrogenadas que os RNAs por ele
   produzidos. Na célula hospedeira, a molécula de RNA viral
   (chamada cadeia+) serve de modelo para síntese de
   moléculas de RNA complementares a elas (cadeias -) que, por
   sua vez, atuam como modelos para a produção de inúmeras
   cadeias complementares (cadeia +). Algumas dessas cadeias
   + são utilizadas como RNA m, comandando a síntese das
   proteínas virais enquanto outras serão empacotadas e
   constituirão o genoma dos novos vírus formados na célula
   infectada. São exemplos de vírus de cadeia + o vírus da
   rubéola e o vírus da dengue.
VÍRUS

VIRUS DE CADEIA – São aqueles cujo RNA genômico tem
   seqüência de bases nitrogenadas complementar à dos RNAm
   formados. Na célula hospedeira, a molécula de RNA viral
   (chamada cadeia-) serve de modelo para a síntese de
   moléculas de RNA complementares de cadeia +. Parte dessas
   moléculas atua diretamente como RNA mensageiro na síntese
   de proteínas virais. Outra parte das cadeias + é usada como
   modelo para a síntese de cadeias -, as quais serão
   empacotadas e constituirão o genoma dos novos vírus
   formados na célula infectada. Exemplos de vírus de cadeia –
   são os hantavírus, que causam febre hemorrágica, e o vírus de
   gripe.
   Uma das maiores preocupações a respeito da gripe aviária, ou gripe do frango,
    é o risco de uma mistura entre o vírus que causa tal doença e o vírus da gripe
    humana comum, o que facilitaria a transmissão da gripe aviária entre as
    pessoas. O vírus da gripe aviária é o H5N1, e o tipo mais comum da gripe
    humana é causado pelo vírus H3N2. Suponha que um laboratório obteve um
    vírus “híbrido”, com capa protéica de H5N1 e material genético de H3N2. Esse
    vírus foi inoculado em embrião de galinha, no qual se reproduziu. Os vírus
    obtidos foram isolados e inoculados em galinhas adultas sadias, nas quais
    também se reproduziram.
   Pode-se dizer que essas galinhas
   a) devem permanecer isoladas de qualquer contato com humanos, pois podem
    transmitir a esses o vírus que desenvolve a gripe aviária e que já provocou a
    morte de algumas dezenas de pessoas.
   b) devem permanecer isoladas de qualquer contato com humanos, pois podem
    adquirir destes o vírus H3N2, o qual pode hibridizar com o vírus das aves,
    produzindo uma forma infectante para o homem.
   c) devem permanecer isoladas de qualquer contato com humanos, pois
    apresentam em seu organismo ambos os tipos de vírus, H3N2 e H5N1, sendo
    este último capaz de infectar o organismo humano.
   d) apresentam em seu organismo apenas vírus do tipo H3N2 e, muito embora
    devam ser mantidas isoladas do contato humano, não apresentam riscos de
    serem transmissoras da gripe aviária.
   A charge representa a intensa preocupação em abater
    rapidamente aves que apresentem os sintomas da Gripe
    Aviária. Trata-se de uma doença viral que, se transmitida ao
    homem, pode ser letal.
   A esse respeito, é CORRETO afirmar:
   a) O abate de aves doentes ou suspeitas da infecção é
    profilático.
   b) O alto custo do tratamento das aves com antibióticos
    favorece o abate.
   c) O patógeno desenvolveu resistência aos antibióticos
    normalmente utilizados no combate à gripe.
   d) O hospedeiro desenvolveu resistência ao tratamento
    convencional com antivirais.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Semninário Febre Amarela
Semninário Febre AmarelaSemninário Febre Amarela
Semninário Febre Amarela
Nathy Oliveira
 
Saúde Pública aula 1
Saúde Pública aula 1Saúde Pública aula 1
Saúde Pública aula 1
profsempre
 
Trabalho de chagas. power point
Trabalho de chagas. power pointTrabalho de chagas. power point
Trabalho de chagas. power point
Geovanna Borges
 
Indicadores de Saúde
Indicadores de SaúdeIndicadores de Saúde
Indicadores de Saúde
Wanderson Oliveira
 
Higiene e profilaxia
Higiene e profilaxiaHigiene e profilaxia
Higiene e profilaxia
Soraya Lima
 
Doença de chagas
Doença de chagasDoença de chagas
Doença de chagas
Laís Hildebrand
 
TUBERCULOSE
TUBERCULOSETUBERCULOSE
TUBERCULOSE
Flávia Salame
 
Epidemiologia das doenças transmissíveis
Epidemiologia das doenças transmissíveisEpidemiologia das doenças transmissíveis
Epidemiologia das doenças transmissíveis
Ricardo Alanís
 
Tuberculose
TuberculoseTuberculose
Tuberculose
Cláudia Sofia
 
Vigilância Sanitária
Vigilância SanitáriaVigilância Sanitária
Vigilância Sanitária
Ghiordanno Bruno
 
Tuberculose
TuberculoseTuberculose
Tuberculose
Marco Antonio
 
Aula 01 Introdução a Microbiologia
Aula 01   Introdução a MicrobiologiaAula 01   Introdução a Microbiologia
Aula 01 Introdução a Microbiologia
Tiago da Silva
 
EPIDEMIOLOGIA
EPIDEMIOLOGIAEPIDEMIOLOGIA
EPIDEMIOLOGIA
Ana Carolina Costa
 
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saberIMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
Prof. Marcus Renato de Carvalho
 
Vigilancia em saude
Vigilancia em saude Vigilancia em saude
Indicadores de Saúde - parte 1
Indicadores de Saúde  - parte 1Indicadores de Saúde  - parte 1
Indicadores de Saúde - parte 1
comunidadedepraticas
 
Apresentação malária
Apresentação maláriaApresentação malária
Apresentação malária
Jakelyne Bezerra
 
Apresentação aids
Apresentação aidsApresentação aids
Apresentação aids
letosgirl
 
Ist
IstIst
Surto, Epidemia, Pandemia e Endemia
Surto, Epidemia, Pandemia e EndemiaSurto, Epidemia, Pandemia e Endemia
Surto, Epidemia, Pandemia e Endemia
Governo do Estado do Rio Grande do Sul
 

Mais procurados (20)

Semninário Febre Amarela
Semninário Febre AmarelaSemninário Febre Amarela
Semninário Febre Amarela
 
Saúde Pública aula 1
Saúde Pública aula 1Saúde Pública aula 1
Saúde Pública aula 1
 
Trabalho de chagas. power point
Trabalho de chagas. power pointTrabalho de chagas. power point
Trabalho de chagas. power point
 
Indicadores de Saúde
Indicadores de SaúdeIndicadores de Saúde
Indicadores de Saúde
 
Higiene e profilaxia
Higiene e profilaxiaHigiene e profilaxia
Higiene e profilaxia
 
Doença de chagas
Doença de chagasDoença de chagas
Doença de chagas
 
TUBERCULOSE
TUBERCULOSETUBERCULOSE
TUBERCULOSE
 
Epidemiologia das doenças transmissíveis
Epidemiologia das doenças transmissíveisEpidemiologia das doenças transmissíveis
Epidemiologia das doenças transmissíveis
 
Tuberculose
TuberculoseTuberculose
Tuberculose
 
Vigilância Sanitária
Vigilância SanitáriaVigilância Sanitária
Vigilância Sanitária
 
Tuberculose
TuberculoseTuberculose
Tuberculose
 
Aula 01 Introdução a Microbiologia
Aula 01   Introdução a MicrobiologiaAula 01   Introdução a Microbiologia
Aula 01 Introdução a Microbiologia
 
EPIDEMIOLOGIA
EPIDEMIOLOGIAEPIDEMIOLOGIA
EPIDEMIOLOGIA
 
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saberIMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
 
Vigilancia em saude
Vigilancia em saude Vigilancia em saude
Vigilancia em saude
 
Indicadores de Saúde - parte 1
Indicadores de Saúde  - parte 1Indicadores de Saúde  - parte 1
Indicadores de Saúde - parte 1
 
Apresentação malária
Apresentação maláriaApresentação malária
Apresentação malária
 
Apresentação aids
Apresentação aidsApresentação aids
Apresentação aids
 
Ist
IstIst
Ist
 
Surto, Epidemia, Pandemia e Endemia
Surto, Epidemia, Pandemia e EndemiaSurto, Epidemia, Pandemia e Endemia
Surto, Epidemia, Pandemia e Endemia
 

Destaque

Aspectos epidemiológicos das doenças transmissiveis
Aspectos epidemiológicos das doenças transmissiveisAspectos epidemiológicos das doenças transmissiveis
Aspectos epidemiológicos das doenças transmissiveis
Maria Luiza
 
Medidas de saúde coletiva
Medidas de saúde coletivaMedidas de saúde coletiva
Medidas de saúde coletiva
ligiatonuci
 
Distribuição das doenças no espaço e no tempo
Distribuição das doenças no espaço e no tempoDistribuição das doenças no espaço e no tempo
Distribuição das doenças no espaço e no tempo
roseanecordeiro
 
Tipos e estrutura das variáveis utilizadas em epidemiologia e informática
Tipos e estrutura das variáveis utilizadas em epidemiologia e informáticaTipos e estrutura das variáveis utilizadas em epidemiologia e informática
Tipos e estrutura das variáveis utilizadas em epidemiologia e informática
Wanderson Oliveira
 
Epidemiologia das Doenças aula 3
Epidemiologia das Doenças   aula 3Epidemiologia das Doenças   aula 3
Epidemiologia das Doenças aula 3
profsempre
 
Epidemiologia descritiva 4º aula
Epidemiologia descritiva 4º aulaEpidemiologia descritiva 4º aula
Epidemiologia descritiva 4º aula
Fernando Henrique
 
Identificação convencional de fungos filamentosos1
Identificação convencional de fungos filamentosos1Identificação convencional de fungos filamentosos1
Identificação convencional de fungos filamentosos1
Marcos Alan
 
Doenças Do Sistema Respiratório Inferior - www.veterinariodeaves.blogspot.com
Doenças Do Sistema Respiratório Inferior - www.veterinariodeaves.blogspot.comDoenças Do Sistema Respiratório Inferior - www.veterinariodeaves.blogspot.com
Doenças Do Sistema Respiratório Inferior - www.veterinariodeaves.blogspot.com
Antonio Silva
 
Lesão bucal
Lesão bucalLesão bucal
Lesão bucal
morilhas
 
Candidíase
CandidíaseCandidíase
Trabalho pronto
Trabalho prontoTrabalho pronto
Trabalho pronto
2° Ta - cotuca
 
Luís vitorino
Luís vitorinoLuís vitorino
Luís vitorino
profspief2
 
Candidíase
CandidíaseCandidíase
Candidíase
Tomás Chagas
 
Candidíase
CandidíaseCandidíase
Candidíase
Ana Noronha
 
Apostila micologia
Apostila micologiaApostila micologia
Apostila micologia
Bia' Almeida
 
Candidíase 1.1
Candidíase 1.1Candidíase 1.1
Candidíase 1.1
Stephani Coelho
 
Princípios do diagnóstico laboratorial das micoses
Princípios do diagnóstico laboratorial das micosesPrincípios do diagnóstico laboratorial das micoses
Princípios do diagnóstico laboratorial das micoses
Universidade de Brasília
 
Programa Nacional de Seguridade Aviaria - PNSA
Programa Nacional de Seguridade Aviaria - PNSAPrograma Nacional de Seguridade Aviaria - PNSA
Programa Nacional de Seguridade Aviaria - PNSA
Gislaine Serino
 
Epidemiologia Resumos
Epidemiologia ResumosEpidemiologia Resumos
Epidemiologia Resumos
Celene Longo
 
Candidíase
CandidíaseCandidíase
Candidíase
9aGrupo7
 

Destaque (20)

Aspectos epidemiológicos das doenças transmissiveis
Aspectos epidemiológicos das doenças transmissiveisAspectos epidemiológicos das doenças transmissiveis
Aspectos epidemiológicos das doenças transmissiveis
 
Medidas de saúde coletiva
Medidas de saúde coletivaMedidas de saúde coletiva
Medidas de saúde coletiva
 
Distribuição das doenças no espaço e no tempo
Distribuição das doenças no espaço e no tempoDistribuição das doenças no espaço e no tempo
Distribuição das doenças no espaço e no tempo
 
Tipos e estrutura das variáveis utilizadas em epidemiologia e informática
Tipos e estrutura das variáveis utilizadas em epidemiologia e informáticaTipos e estrutura das variáveis utilizadas em epidemiologia e informática
Tipos e estrutura das variáveis utilizadas em epidemiologia e informática
 
Epidemiologia das Doenças aula 3
Epidemiologia das Doenças   aula 3Epidemiologia das Doenças   aula 3
Epidemiologia das Doenças aula 3
 
Epidemiologia descritiva 4º aula
Epidemiologia descritiva 4º aulaEpidemiologia descritiva 4º aula
Epidemiologia descritiva 4º aula
 
Identificação convencional de fungos filamentosos1
Identificação convencional de fungos filamentosos1Identificação convencional de fungos filamentosos1
Identificação convencional de fungos filamentosos1
 
Doenças Do Sistema Respiratório Inferior - www.veterinariodeaves.blogspot.com
Doenças Do Sistema Respiratório Inferior - www.veterinariodeaves.blogspot.comDoenças Do Sistema Respiratório Inferior - www.veterinariodeaves.blogspot.com
Doenças Do Sistema Respiratório Inferior - www.veterinariodeaves.blogspot.com
 
Lesão bucal
Lesão bucalLesão bucal
Lesão bucal
 
Candidíase
CandidíaseCandidíase
Candidíase
 
Trabalho pronto
Trabalho prontoTrabalho pronto
Trabalho pronto
 
Luís vitorino
Luís vitorinoLuís vitorino
Luís vitorino
 
Candidíase
CandidíaseCandidíase
Candidíase
 
Candidíase
CandidíaseCandidíase
Candidíase
 
Apostila micologia
Apostila micologiaApostila micologia
Apostila micologia
 
Candidíase 1.1
Candidíase 1.1Candidíase 1.1
Candidíase 1.1
 
Princípios do diagnóstico laboratorial das micoses
Princípios do diagnóstico laboratorial das micosesPrincípios do diagnóstico laboratorial das micoses
Princípios do diagnóstico laboratorial das micoses
 
Programa Nacional de Seguridade Aviaria - PNSA
Programa Nacional de Seguridade Aviaria - PNSAPrograma Nacional de Seguridade Aviaria - PNSA
Programa Nacional de Seguridade Aviaria - PNSA
 
Epidemiologia Resumos
Epidemiologia ResumosEpidemiologia Resumos
Epidemiologia Resumos
 
Candidíase
CandidíaseCandidíase
Candidíase
 

Semelhante a Doencas emergentes e reemergentes 2008-novo

Influenza
InfluenzaInfluenza
Influenza
guest265e2b9
 
Aprendendo mais sobre "H1N1"
Aprendendo mais sobre "H1N1"Aprendendo mais sobre "H1N1"
Aprendendo mais sobre "H1N1"
Emei Leonor Jacinto de Campos Pietrobom
 
GRIPE SUÍNA TIPO H1 N1 - INFLUENZA
GRIPE SUÍNA TIPO H1 N1 - INFLUENZAGRIPE SUÍNA TIPO H1 N1 - INFLUENZA
GRIPE SUÍNA TIPO H1 N1 - INFLUENZA
Clodomir Araújo
 
Influenza h1 n1
Influenza h1 n1Influenza h1 n1
Influenza h1 n1
Rafaela Dantas
 
viroses
virosesviroses
Gripe SuíNa
Gripe SuíNaGripe SuíNa
Gripe SuíNa
Augusto Mello
 
Dssms Gripe SuíNa
Dssms   Gripe SuíNaDssms   Gripe SuíNa
Dssms Gripe SuíNa
Milene Cristina
 
Gripe Suina - Elaborado pela Petrobras
Gripe Suina - Elaborado pela PetrobrasGripe Suina - Elaborado pela Petrobras
Gripe Suina - Elaborado pela Petrobras
Padua Carobrez
 
Gripe SuíNa
Gripe SuíNaGripe SuíNa
Gripe SuíNa
izabelfonseca
 
Epidemiol..
Epidemiol..Epidemiol..
Epidemiol..
Thúlio Bezerra
 
Epidemiol..
Epidemiol..Epidemiol..
Epidemiol..
Thúlio Bezerra
 
FEBRE AMARELA - AULA 2 OK.ppt
FEBRE AMARELA - AULA 2 OK.pptFEBRE AMARELA - AULA 2 OK.ppt
FEBRE AMARELA - AULA 2 OK.ppt
AtualizeSade
 
Gripe Virus H5 N1[1]
Gripe Virus H5 N1[1]Gripe Virus H5 N1[1]
Gripe Virus H5 N1[1]
guesta606d9
 
Aula 14
Aula 14Aula 14
Gripe, Febre Amarela, AIDS, Dengue.
Gripe, Febre Amarela, AIDS, Dengue.Gripe, Febre Amarela, AIDS, Dengue.
Gripe, Febre Amarela, AIDS, Dengue.
Bruna Medeiros
 
Gripe A
Gripe AGripe A
Gripe A
Ana Rita
 
Doenças infeciosas
Doenças infeciosas Doenças infeciosas
Doenças infeciosas
Alcina Barbosa
 
Resumo da Dengue
Resumo da Dengue Resumo da Dengue
Resumo da Dengue
Mylla Marques
 
Influenza a
Influenza aInfluenza a
Influenza a
carlasilvavellar
 
FEBRE TIFÓIDE
FEBRE TIFÓIDEFEBRE TIFÓIDE
FEBRE TIFÓIDE
Nelmidia Alves
 

Semelhante a Doencas emergentes e reemergentes 2008-novo (20)

Influenza
InfluenzaInfluenza
Influenza
 
Aprendendo mais sobre "H1N1"
Aprendendo mais sobre "H1N1"Aprendendo mais sobre "H1N1"
Aprendendo mais sobre "H1N1"
 
GRIPE SUÍNA TIPO H1 N1 - INFLUENZA
GRIPE SUÍNA TIPO H1 N1 - INFLUENZAGRIPE SUÍNA TIPO H1 N1 - INFLUENZA
GRIPE SUÍNA TIPO H1 N1 - INFLUENZA
 
Influenza h1 n1
Influenza h1 n1Influenza h1 n1
Influenza h1 n1
 
viroses
virosesviroses
viroses
 
Gripe SuíNa
Gripe SuíNaGripe SuíNa
Gripe SuíNa
 
Dssms Gripe SuíNa
Dssms   Gripe SuíNaDssms   Gripe SuíNa
Dssms Gripe SuíNa
 
Gripe Suina - Elaborado pela Petrobras
Gripe Suina - Elaborado pela PetrobrasGripe Suina - Elaborado pela Petrobras
Gripe Suina - Elaborado pela Petrobras
 
Gripe SuíNa
Gripe SuíNaGripe SuíNa
Gripe SuíNa
 
Epidemiol..
Epidemiol..Epidemiol..
Epidemiol..
 
Epidemiol..
Epidemiol..Epidemiol..
Epidemiol..
 
FEBRE AMARELA - AULA 2 OK.ppt
FEBRE AMARELA - AULA 2 OK.pptFEBRE AMARELA - AULA 2 OK.ppt
FEBRE AMARELA - AULA 2 OK.ppt
 
Gripe Virus H5 N1[1]
Gripe Virus H5 N1[1]Gripe Virus H5 N1[1]
Gripe Virus H5 N1[1]
 
Aula 14
Aula 14Aula 14
Aula 14
 
Gripe, Febre Amarela, AIDS, Dengue.
Gripe, Febre Amarela, AIDS, Dengue.Gripe, Febre Amarela, AIDS, Dengue.
Gripe, Febre Amarela, AIDS, Dengue.
 
Gripe A
Gripe AGripe A
Gripe A
 
Doenças infeciosas
Doenças infeciosas Doenças infeciosas
Doenças infeciosas
 
Resumo da Dengue
Resumo da Dengue Resumo da Dengue
Resumo da Dengue
 
Influenza a
Influenza aInfluenza a
Influenza a
 
FEBRE TIFÓIDE
FEBRE TIFÓIDEFEBRE TIFÓIDE
FEBRE TIFÓIDE
 

Doencas emergentes e reemergentes 2008-novo

  • 1. EPIDEMIAS, PANDEMIAS E ENDEMIAS Epidemia: é a ocorrência, numa coletividade ou região,de casos que ultrapassam nitidamente a incidência normalmente esperada de uma doença e derivada de uma fonte comum de infecção ou propagação.
  • 2. EPIDEMIAS, PANDEMIAS E ENDEMIAS  Endemia: é a prevalência usual de determinada doença com relação à área.Doença cuja incidência permanece constante por vários anos, dando uma idéia de equilíbrio entre a doença e a população
  • 3. EPIDEMIAS, PANDEMIAS E ENDEMIAS Pandemia: Uma pandemia é uma epidemia que atinge proporções mundiais.
  • 4. Doenças Emergentes  São aquelas identificadas em determinada população sem nunca a ter afetado antes.
  • 5. Doenças Reemergentes  São aquelas que reaparecem após sua erradicação, em geral indicando falta de vigilância sanitária adequada.
  • 6. EPIDEMIAS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE VARÍOLA
  • 8. EPIDEMIAS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE  1347 a 1351 Peste Negra Transmitida pelas pulgas dos roedores. Bactéria : Yersinia pestis 25 milhões de mortos EUROPA  1918 a 1919 Gripe espanhola Vírus 40 milhões EUROPA
  • 9. EPIDEMIAS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE  1959/1980 AIDS 75 milhões contraíram o vírus e 20 milhões morreram 1ºs casos: República democrática do Congo e EUA nos anos 80
  • 11. EPIDEMIAS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE  1976 Ebola no Zaire, perto do Rio Ébola
  • 12. EPIDEMIAS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE
  • 13. EPIDEMIAS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE  1997 Gripe do Frango Vírus H5N1  2003 SARS 800 mortes ÁSIA  2003 DIFILOBOTRÍASE (Tênia do peixe) Doença intestinal de longa duração, causada por um cestódio.
  • 15. EPIDEMIAS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE 2009- GRIPE SÚINA
  • 16. EBOLA  A Febre Hemorrágica Ébola (FHE), Ébola é uma doença infecciosa grave muito rara, frequentemente fatal, causada pelo vírus Ébola. Ao contrário dos relatos de ficção é apenas moderadamente contagioso. Ele foi identificado pela primeira vez em 1976 no Zaire, perto do Rio Ébola, e acabou servindo de nome para o vírus. ÁFRICA
  • 17. HANTAVIROSE Agente etiológico: Hantavirose é causada por um vírus, da família Bunyaviridiae Agente transmissor roedores silvestres. O vírus se encontra nas fezes, urina e saliva desses animais, e quando esses produtos secam, o vírus permanece viável no meio ambiente, desde que este seja favorável (pouca iluminação e abafado).
  • 18. HANTAVIROSE Transmissão:  inalação de aerossóis contaminados, excrementos de roedores (diretamente ao colocar a mão em local contaminado e levar a mão à boca ou indiretamente através de água e alimentos contaminados)  mordedura de roedor contaminado  contato direto com mucosas (olhos, boca) e por escoriações na pele, principalmente de trabalhadores rurais sem vestimenta apropriada (sandálias, bermudas, etc.).
  • 19. HANTAVIROSE Sintomas: Febre alta (acima de 38º), dores no corpo, dor abdominal, dor de cabeça, tosse seca, taquicardia e dificuldade para respirar. Essa fase dura em média de 3 a 5 dias, podendo evoluir para a fase cardio- pulmonar. A fase cardio-pulmonar caracteriza-se por insuficiência respiratória aguda grave e choque circulatório, apresentando alta taxa de letalidade (45%).
  • 20. FEBRE AMARELA A febre amarela é uma doença infecciosa causada por um vírus conhecido como flavivírus. O contágio ocorre através do mosquito que após picar uma pessoa infectada, pica outra, se essa não for vacinada contrai a doença.
  • 21. FEBRE AMARELA Vetor: Em áreas silvestres a transmissão é realizada pelo mosquito do gênero Haemagogus, que picam os macacos, principais hospedeiros e posteriormente o homem. Em áreas urbanas a transmissão é realizada pela pessoa não imunizada, que uma vez infectada em áreas silvestres, serve como fonte de infecção para o Aedes aegypty
  • 22. FEBRE AMARELA Sintomas: A pessoa sente febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia e hemorragias de gengivas, nariz, estômago, intestino e urina. Apresenta curta duração, no máximo dez dias.
  • 23. FEBRE AMARELA Profilaxia: A vacina é uma forma de evitar a doença. A primeira dose deve ser tomada a partir de 1 ano de idade e reforço a cada dez anos. Outra forma de prevenção é informar a população sobre a doença e como evitá-la: não deixando águas paradas se acumularem em cisternas, caixas d’água, lata, pneus e vasos de plantas.
  • 28. GRIPE AVIÁRIA O que é? H5N1 é um subtipo do vírus influenza das aves, sendo por esta razão também denominado por "gripe aviária" . (H5= quinto tipo de proteína hemaglutinina identificada, N1= primeiro tipo de proteína neuraminidase identificado). A hemaglutinina (H) permite a ligação do vírus na célula. A neuraminidase permite a ligação dos vírus recém- formados. Para o vírus da gripe foram identificados 16 hemaglutininas e 9 neuraminidases.
  • 29. GRIPE AVIÁRIA Pandemias históricas causadas por vírus influenza. 1918-1919 - gripe espanhola (H1N1) 20-40 milhões de mortes 1957-1958 - gripe asiática (H2N2) 2 milhões de mortes 1968-1969 - gripe de Hong Kong (H3N2) 1 milhão de mortes
  • 30. INFLUENZA- H5N1 Transmissão e infecção. É feita através da saliva, secreções nasais e fezes. Os especialistas nesta matéria acreditam que a transmissão entre humanos (muito rara) possa ocorrer facilmente se o vírus sofrer uma mutação. Uma vez que as aves migratórias estão entre os portadores do vírus, a sua disseminação poderá ocorrer em nível mundial. O reservatório natural do H5N1 são as aves aquáticas migratórias (patos selvagens).
  • 31. INFLUENZA- H5N1 Sintomas: Uma vez que o H5N1 é um vírus influenza, os sintomas são idênticos aos de uma gripe vulgar: febre alta (T> 38 ºC), tosse, catarro óculo-nasal, prostração, dores de garganta, dores musculares e cefaléias. O período de incubação é de 2-8 dias (pode ir até 17 dias). A excreção viral inicia-se 1 dia antes dos sintomas, é máxima ao 3º dia e mantém-se até ao 7º dia.
  • 32.
  • 33.
  • 34. GRIPE AVIÁRIA PREVENÇÃO:  Máscara cirúrgica colocada pelo próprio, ajustada à face e orelhas.  Os sabões e desinfetante inativam o vírus pelo que não é necessário recorrer a anti- sépticos para lavar as mãos.  Alternativamente podem ser usados desinfetantes à base de álcool.
  • 36. CAUSAS DA EMERGÊNCIA E REEMERGÊNCIA DAS DOENÇAS  Mudanças ambientais: fertilizantes e inseticidas;desmatamento; enchentes; secas ; furacões;queimadas etc.  Crescimento populacional  As mudanças de comportamento sexual
  • 37. CAUSAS DA EMERGÊNCIA E REEMERGÊNCIA DAS DOENÇAS  O uso compartilhado de drogas ilícitas, por via endovenosa e as transfusões de sangue e derivados sem controle técnico, o que pode determinar contaminação.  As migrações e o aumento do número de refugiados
  • 38. CAUSAS DA EMERGÊNCIA E REEMERGÊNCIA DAS DOENÇAS  Os constantes colapsos nas medidas de saúde pública, como saneamento básico deficiente, diminuição da cobertura vacinal e diminuição de serviços de saúde;
  • 39. CAUSAS DA EMERGÊNCIA E REEMERGÊNCIA DAS DOENÇAS  Hábitos higiênicos inadequados e má industrialização dos alimentos  O inadequado de antibióticos
  • 40. CAUSAS DA EMERGÊNCIA E REEMERGÊNCIA DAS DOENÇAS  Guerras e o emprego de armas biológicas como o antrax, botulismo, varíola, dentre outras;  A intolerância, o estigma, o preconceito e a falta de informação
  • 41. CAUSAS DA EMERGÊNCIA E REEMERGÊNCIA DAS DOENÇAS  As mutações de agentes etiológicos, como no caso da tuberculose multirresistente, o vírus da Aids multirresistente, as epidemias povocadas por vírus da gripe mutantes, coronavírus causador da epidemia atual de Sars.
  • 42. Estratégias para controle dessas doenças  Condutos preventivas = vacinação  Maior vigilância sanitária  Melhoria das condições de vida da população saneamento básico tratamento da água atendimento em nutrição e saúde casa de alvenaria  Informação  Campanhas mais direcionadas no que diz respeito as DSTs
  • 44. 1-UFMG 1999  1. CITE a principal causa da diminuição da imunidade entre os portadores do HIV.  2. IDENTIFIQUE a fase, indicada no gráfico, que possibilita o surgimento de doenças oportunistas, como, por exemplo, a tuberculose.  Fase: ____________________________________ ____________________________
  • 45. 1-UFMG 1999  3. CITE as fases, indicadas no gráfico, em que há maior risco de transmissão do vírus HIV nas populações.  JUSTIFIQUE sua resposta.  Fases: ____________________________________ _______________________________  Justificativa:
  • 46. 1-UFMG 1999 4. EXPLIQUE por que, embora não exista cura para a AIDS, as autoridades de Saúde Pública se empenharam na busca de um teste laboratorial para a identificação de pessoas soropositivas.
  • 47. 1-UFMG 1999  5. Atualmente, a maior preocupação do Ministério da Saúde em relação à AIDS concentra-se nas mulheres. Em 1985, a relação homem/mulher contaminados era de 25 para 1. Hoje, essa relação é de 2 para 1 e, curiosamente, a maior incidência da doença na mulher observa-se em casais com mais de cinco anos de união e que não fazem uso de drogas injetáveis. Com base nessas informações APRESENTE uma explicação plausível para o aumento do número de mulheres soropositivas na atualidade. __________________________________________________ __________________________________________________ __________________________________________________ _____
  • 48. VÍRUS O genoma viral pode ser um ácido nucléico de cadeia simples ou de cadeia dupla. Exemplos de vírus de DNA com cadeia simples são o bacteriófago, um vírus que ataca bactérias, e o parvovírus, causador de uma virose em cães. No caso dos vírus de RNA, a maioria tem cadeia simples. Apesar de existirem alguns de cadeia dupla, como grande parte dos vírus que atacam plantas e ainda um vírus que causa diarréia em seres humanos. Os vírus de RNA de cadeia simples podem ser divididos em dois três tipos básicos, conhecidos como: vírus de cadeia +, vírus de cadeia – e retrovírus.
  • 49. VÍRUS VÍRUS DE CADEIA + São aqueles cujo RNA do genoma tem a mesma seqüência de bases nitrogenadas que os RNAs por ele produzidos. Na célula hospedeira, a molécula de RNA viral (chamada cadeia+) serve de modelo para síntese de moléculas de RNA complementares a elas (cadeias -) que, por sua vez, atuam como modelos para a produção de inúmeras cadeias complementares (cadeia +). Algumas dessas cadeias + são utilizadas como RNA m, comandando a síntese das proteínas virais enquanto outras serão empacotadas e constituirão o genoma dos novos vírus formados na célula infectada. São exemplos de vírus de cadeia + o vírus da rubéola e o vírus da dengue.
  • 50. VÍRUS VIRUS DE CADEIA – São aqueles cujo RNA genômico tem seqüência de bases nitrogenadas complementar à dos RNAm formados. Na célula hospedeira, a molécula de RNA viral (chamada cadeia-) serve de modelo para a síntese de moléculas de RNA complementares de cadeia +. Parte dessas moléculas atua diretamente como RNA mensageiro na síntese de proteínas virais. Outra parte das cadeias + é usada como modelo para a síntese de cadeias -, as quais serão empacotadas e constituirão o genoma dos novos vírus formados na célula infectada. Exemplos de vírus de cadeia – são os hantavírus, que causam febre hemorrágica, e o vírus de gripe.
  • 51.
  • 52. Uma das maiores preocupações a respeito da gripe aviária, ou gripe do frango, é o risco de uma mistura entre o vírus que causa tal doença e o vírus da gripe humana comum, o que facilitaria a transmissão da gripe aviária entre as pessoas. O vírus da gripe aviária é o H5N1, e o tipo mais comum da gripe humana é causado pelo vírus H3N2. Suponha que um laboratório obteve um vírus “híbrido”, com capa protéica de H5N1 e material genético de H3N2. Esse vírus foi inoculado em embrião de galinha, no qual se reproduziu. Os vírus obtidos foram isolados e inoculados em galinhas adultas sadias, nas quais também se reproduziram.  Pode-se dizer que essas galinhas  a) devem permanecer isoladas de qualquer contato com humanos, pois podem transmitir a esses o vírus que desenvolve a gripe aviária e que já provocou a morte de algumas dezenas de pessoas.  b) devem permanecer isoladas de qualquer contato com humanos, pois podem adquirir destes o vírus H3N2, o qual pode hibridizar com o vírus das aves, produzindo uma forma infectante para o homem.  c) devem permanecer isoladas de qualquer contato com humanos, pois apresentam em seu organismo ambos os tipos de vírus, H3N2 e H5N1, sendo este último capaz de infectar o organismo humano.  d) apresentam em seu organismo apenas vírus do tipo H3N2 e, muito embora devam ser mantidas isoladas do contato humano, não apresentam riscos de serem transmissoras da gripe aviária.
  • 53. A charge representa a intensa preocupação em abater rapidamente aves que apresentem os sintomas da Gripe Aviária. Trata-se de uma doença viral que, se transmitida ao homem, pode ser letal.  A esse respeito, é CORRETO afirmar:  a) O abate de aves doentes ou suspeitas da infecção é profilático.  b) O alto custo do tratamento das aves com antibióticos favorece o abate.  c) O patógeno desenvolveu resistência aos antibióticos normalmente utilizados no combate à gripe.  d) O hospedeiro desenvolveu resistência ao tratamento convencional com antivirais.