Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME

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Envelhecimento e Velhice. Fisiologia. Semiologia Médica.

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Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME

  1. 1. ENVELHECIMENTO E VELHICE PALESTRA PARA A EQUIPE DO PROJETO CUIDAR HULW/UFPB - PROBEX Profa. Rilva Lopes de Sousa Muñoz rilva@ccm.ufpb.br
  2. 2. LONGEVIDADE O que você vai fazer com os seus 100 anos?
  3. 3. Pessoa de maior longevidade registrada: Jeanne Calment, 122 anos e 164 dias (França)
  4. 4. A REVOLUÇÃO DA LONGEVIDADE
  5. 5. 23,8 20,2 16,7 14,7 13,3 9,2 O AVANÇO DOS IDOSOS Porcentagem da população do mundo desenvolvido com 65 anos ou mais Em 30 anos, 1 de cada 4 pessoas no mundo desenvolvido terá 65 anos ou mais Fonte: OMS (1996) 1960 1990 2000 2010 2020 2030
  6. 6. Aumento da Expectativa de Vida FONTE: ONU, Indicadores demográficos (1996)
  7. 7. Fig 1. Envelhecimento populacional mundial: porcentagem de pessoas com mas de 60 anos no decorrer do século XX e início deste século FONTE: McLEAN e COUTEUR Pharmachological Reviews 2004; 53: 163-184
  8. 8. População idosa da Paraíba Atendimento geriátrico • CENSO 2000 (IBGE): 336.160 idosos = 10,2% da população da Paraíba • Atuam 10 geriatras; 5 no SUS (João Pessoa e Campina Grande); demais 221 municípios: 72% dos idosos (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia – PB) • Demanda das enfermarias de clínica médica do HULW/UFPB: 31,6% são idosos [>60 anos] (SOUSA et al., 2002)
  9. 9. Quem é idoso ?
  10. 10. Envelhecemos todos igualmente ? 73 anos 86 anos FONTE: envelhecerbem.com/aulas/geriatria%20bandeira%203-5%20anos.pdf
  11. 11. O que é Envelhecer ? “Crescer em Idade e Plenitude” (Moriguchi; Lafin, 2004)
  12. 12. “Envelhecer é um processo sequencial, individual, cumulativo, irreversível, universal, não patológico, de deterioração de um organismo maduro, próprio a todos os membros de uma espécie, de maneira que o tempo o torne menos capaz de fazer frente ao estresse do meio-ambiente e, portanto, aumente sua possibilidade de morte”. Conceito de Envelhecimento ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE (OPAS)
  13. 13. Conceito Cronológico • 60 anos ou mais (países em desenvolvimento) • 65 anos ou mais (países desenvolvidos)
  14. 14. Categorias Cronológicas • Idoso-jovem (60-74 anos) • Idoso (75-84 anos) • Muito-idoso (85 anos ou mais)
  15. 15. O que produz o envelhecimento?
  16. 16. COMPONENTES DA LONGEVIDADE Herança Ambiente Estilo de vida 50% 30% 20% O que faz com que vivamos mais ou menos?
  17. 17. (Dr. Elliot Joslin) Fatores de risco para doenças crônicas e envelhecimento “Os genes carregam a arma. O estilo de vida puxa o gatilho”.
  18. 18. Princípio da Geriatria para Envelhecer bem: Prevenção de fatores de risco Fatores Genéticos Fatores Ambientais Hábitos de vida •Dieta hipercalórica, rica em gorduras, sal. •Tabagismo. •Vida sedentária. •Repouso inadequado. •Estresse excessivo. •Falta de lazer. •Falta de apoio social •Outros “maus hábitos” História Familial •Hipertensão, DM •D. cardiovasculares •D. cerebrovasculares •Neoplasia malignas •Depressão, demência •Osteoporose FONTE: www.pucrs.br/feecultura/2004/setembro/crescer.ppt
  19. 19. Características gerais do envelhecimento fisiológico • Universal; • Progressivo; • Declinante; • Intrínseco; • Variável entre indivíduos; • Variável entre sistemas de um mesmo indivíduo.
  20. 20. BIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO conhecimento científico • Poucos estudos; • Poucos autores; • Estudos muito recentes; • Testagem das teorias demanda alto custo e técnicas sofisticadas; • O envelhecimento é um processo complexo e mutifatorial.
  21. 21. Biologia do Envelhecimento: Teorias • Teoria dos radicais livres • Teoria da glicosilação • Teoria dos telômeros • Teoria do envelhecimento celular programado •Teoria das ligações cruzadas: dano ao DNA • Teoria neuro-endócrina • Teoria imunológica Nenhuma destas teorias é totalmente aceita; deve haver uma combinação de várias ou de todas
  22. 22. Anatomia e fisiologia do envelhecimento  Senescência = envelhecimento normal  Senilidade = envelhecimento patológico Envelhecimento de órgãos e sistemas
  23. 23. PELE E CABELOS • Perda de tecido subcutâneo • Atrofia da pele • Redução de colágeno e fibras elásticas • Ressecamento de mucosas • Redução de glândulas sudoríparas e sebáceas • Alteração na regulação da temperatura • Alterações da pigmentação • Enfraquecimento dos cabelos
  24. 24. OLHOS E VISÃO • Redução do líquido lacrimal • Opacificação do cristalino • Tendência ao aumento da pressão intraocular • Presbiopia
  25. 25. AUDIÇÃO • Perda neuro- sensorial irreversível com a idade • Presbiacusia • A perda ocorre em faixas de som mais elevadas
  26. 26. SISTEMA RESPIRATÓRIO • Redução da função pulmonar • Os pulmões tornam- se mais rígidos • O número e tamanho dos alvéolos diminui • A capacidade vital diminui • A estrutura da caixa torácica se altera (cifose senil)
  27. 27. SISTEMA CARDIOVASCULAR • O coração torna-se menos elástico • Aos 70 anos, o débito cardíaco está reduzido a 70% • As valvas cardíacas tornam-se escleróticas • Placas ateroscleróticas na aorta • Artérias mais rígidas e estreitadas • Veias mais dilatadas • Infiltração de gordura sino-atrial: maior risco de arritmias
  28. 28. SISTEMA CARDIOVASCULAR FONTE: http://www.intechopen.com/books/senescence-and-senescence-related-disorders/endothelium- aging-and-vascular-diseases
  29. 29. SISTEMA GASTROINTESTINAL • Redução das secreções gastrointestinais: hipocloridria • Redução da motilidade intestinal: constipação • Gastrite atrófica: 33% > 65 anos • Redução da absorção de Vit. B12, cálcio e ferro • Redução da capacidade hepática de metabolização
  30. 30. SISTEMA URINÁRIO • Depois dos 40 anos, há redução da função renal: aos 90, perda = 50% • Redução da filtração glomerular e da reabsorção tubular • Redução do tamanho e número dos néfrons • Alterações musculares da bexiga • Redução da capacidade de clearance renal • Hipertrofia da próstata
  31. 31. SISTEMA REPRODUTIVO Homens: • Redução dos níveis de testosterona • Atrofia testicular • Redução na secreção de esperma • Ereções mais lentas
  32. 32. Mulheres: • Declínio dos níveis de estrógenos e progesterona • Cessação da ovulação • Alterações atróficas vaginais • Atrofia do útero • Redução da elasticidade e trofismo das mamas SISTEMA REPRODUTIVO
  33. 33. Envelhecimento “programado”
  34. 34. SISTEMA NERVOSO • Degeneração de neurônios do sistema nervoso central e periférico • Lentificação da neurotransmissão • Hipotálamo menos efetivo em regular a temperatura corpórea • Redução do sono REM • Depois dos 50, perda de quase 1% de neurônios por ano
  35. 35. SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO • Mudança na composição corporal: aumento do tecido adiposo, redução da massa magra; • Redução da densidade óssea; • Redução da altura: espaços intervertebrais • Redução da resistência do tecido conjuntivo • Desgaste das cartilagens articulares > 70 anos: 1:2 mulheres e 1:3 homens têm uma fratura osteoporótica
  36. 36. Sistemas imunológico e hematológico • Redução da função imune • Menor produção de anticorpos • Redução da resposta inflamatória aguda • Substituição de medula óssea vermelha por gordura • Redução da absorção de vitamina B12 Febre pode estar ausente mesmo em infecções graves
  37. 37. SISTEMA ENDÓCRINO • Redução da tolerância ao estresse: principalmente no metabolismo da glicose • Redução dos níveis de estrógenos • Outros hormônios declinam: testosterona, aldosterona, cortisol, dehidroepiandrostero- na (DHEA), GH
  38. 38. Idade Incidência 20–39 anos 2,2% 40–59 anos 9,2% 60 anos ou mais 19,2% (Dados de 1999-2000) Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/bv.fcgi?rid=healthu s04.table.333 Diabetes tipo II (insulino-resistente)
  39. 39. • Alimentação e nutrição • Acuidade visual e auditiva • Incontinência urinária • Sexualidade • Vacinação • Avaliação cognitiva e do humor • Mobilidade • Quedas • Avaliação funcional AVALIAÇÃO GLOBAL DO PACIENTE IDOSO
  40. 40. • Médica • Mental • Funcional • Social AVALIAÇÃO MULTIDIMENSIONAL DO IDOSO
  41. 41. • Diabetes mellitus • Hipertensão arterial sistêmica • Insuficiências cardíaca e coronariana • Osteoporose e osteoartrose • Acidentes cérebro-vasculares • Depressão • Demências • Doença pulmonar obstrutiva crônica • Câncer AVALIAÇÃO CLÍNICA DO PACIENTE IDOSO Doenças mais prevalentes
  42. 42. Percentual do total de mortes devido a doença cardiovascular por idade e sexo, Canadá, 1997 Division of Aging and Seniors Public Health Agency of Canada
  43. 43. Avaliação médica do idoso: Manifestações clínicas particulares • Atípicas • Sintomas inespecíficos • Início insidioso • Apresentação sub- clínica • Sintomas não- relatados É fácil “perder” um diagnóstico
  44. 44. PERFIL DE MORBIDADE DO IDOSO • 77,6% dos idosos brasileiros tem pelo menos uma doença crônica • 15% destes têm quatro doenças crônicas • Limitações decorrentes: físicas, psíquicas, sociais LESSA, I. (Org.). O adulto brasileiro e as doenças da modernidade. São Paulo, Rio de Janeiro: Hucitec, Abrasco, 1998
  45. 45. 18-24 anos 4,4% 25–44 anos 6,9% 45–54 anos 13,7% 55–64 anos 21,1% 64–74 anos 25,2% 75 anos ou mais 45,1% (Dados de 2002) http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/bv.fcgi?rid=healthus04.table.334 Limitação funcional causada por doenças crônicas Idade Incidência
  46. 46. Compressão da Morbidade (FRIES, 1985) HAS IAM ICC - DPOC - FA AVC-IRC-CA 28 44 52 55 56 58 62 70 HAS IAM ICC CA 28 56 67 68 70 AVC - FA
  47. 47. Os 5 “is” da Geriatria Imobilidade Insuficiência cognitiva Instabilidade e quedas Incontinência Iatrogenia
  48. 48. Os “3 Ds da Geriatria” • Depressão • Delirium • Demência
  49. 49. OUTROS PROBLEMAS CLÍNICOS • Comorbidades: 3,5 - 4,8 - 6,2 diagnósticos por paciente • Polifarmácia: 5 ou mais medicamentos/idoso  “A proporção de idosos que não usa qualquer medicação é de 10-15%. A maioria deles faz uso regular de pelo menos um medicamento, e o número médio de produtos usados pelos idosos está entre dois e cinco” (ROZENFELD, 2003; SAYD, 2000). • Grande suscetibilidade a reações adversas a medicamentos: 61,4% (PASSARELLI, 2005)  Morbidade e mortalidade elevadas  Frequentes prescrições inapropriadas: 10% (CLARFIELD, 1995)  Particularidades farmacológicas dos idosos
  50. 50. USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS • A prescrição do idoso é diferenciada • Revisão periódica dos medicamentos em uso • Respeito à orientação • Cascata de prescrições • Auto-medicação • Efeitos “mágicos” • Critérios de Beers
  51. 51. A história clínica com má evolução (evitável) de uma paciente idosa (CHAIMOWICZ, 1997) CHAIMOWICZ, Flávio. A saúde dos idosos brasileiros às vésperas do século XXI: problemas, projeções e alternativas. Rev. Saúde Pública [online]. 1997, vol.31, n.2 [pp. 184-200 .
  52. 52. • M.C.M.S, feminino, 68, usa hidroclorotiazida (50mg/dia) para hipertensão arterial, retorna ao médico com “sensação de cabeça vazia”. Recebe prescrição de cinarizina e diazepan (10 mg diários). • Evolui com sonolência e 10 dias depois, tem síncope e sofre queda (fratura do fêmur). • Após correção cirúrgica, fica acamada vários dias; úlceras de pressão após 15 dias. • Transferida para um asilo, permanece acamada, passa a apresentar quadro agudo de dispneia e tosse (pneumonia). Iniciado antibiótico. • Piora; é transferida para um CTI, onde morre por embolia pulmonar. (CHAIMOVICZ, 1997)
  53. 53. Atendimento Geriátrico Diretrizes Condições que demandam atendimento geriátrico: . Três ou mais doenças crônicas com complicações; . Transtornos neuropsíquicos (demência, Doença de Parkinson, AVC, depressão); . Instabilidade postural, quedas, alterações da marcha e equilíbrio; . Perdas sensoriais importantes; . Síndrome consumptiva (perda de mais de 5% do peso em 3 meses) . Os mais velhos (80 anos ou mais)
  54. 54. Capacidade funcional: novo paradigma em saúde do idoso ENVELHECIMENTO ATIVO
  55. 55. CAPACIDADE FUNCIONAL • Manter função é o que é importante para a qualidade de vida; • O maior medo do idoso não é morrer, mas perder sua independência; • Incapacidade funcional é um dos fatores mais importantes no impacto sobre mortalidade hospitalar, asilamento, qualidade de vida e custo de saúde.
  56. 56. Capacidade funcional ao longo da vida Idade Limiar de incapacidade Mudança de condicionamento Infância Crescimento e desenvolvimento Vida Adulta Manter o maior nível funcional possível Terceira Idade Manter independência e prevenir incapacidade Reabilitar e garantir qualidade de vida Suporte ambiental
  57. 57. Atividade Física • Aumento de resistência • Aumento de força e flexibilidade • Redução de lesões e quedas • Manutenção da função  Alguma atividade é melhor que nenhuma: jardinagem, caminhadas…
  58. 58. GÊNEROGÊNERO CULTURACULTURA ENVELHECIMENTO ATIVO DETERMINANTES ECONÔMICOS DETERMINANTES ECONÔMICOS DETERMINANTES SOCIAIS DETERMINANTES SOCIAIS DETERMINANTES COMPORTAMENTAIS DETERMINANTES COMPORTAMENTAIS DETERMINANTES PESSOAIS DETERMINANTES PESSOAIS SERVIÇOS SOCIAIS E DE SAÚDE SERVIÇOS SOCIAIS E DE SAÚDE AMBIENTE FÍSICOAMBIENTE FÍSICO GÊNEROGÊNERO CULTURACULTURA ENVELHECIMENTO ATIVO DETERMINANTES ECONÔMICOS DETERMINANTES ECONÔMICOS DETERMINANTES SOCIAIS DETERMINANTES SOCIAIS DETERMINANTES COMPORTAMENTAIS DETERMINANTES COMPORTAMENTAIS DETERMINANTES PESSOAIS DETERMINANTES PESSOAIS SERVIÇOS SOCIAIS E DE SAÚDE SERVIÇOS SOCIAIS E DE SAÚDE AMBIENTE FÍSICOAMBIENTE FÍSICO O DESAFIO DO ENVELHECIMENTO ATIVO É DE TODA A SOCIEDADE
  59. 59. Idosos Independentes Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (2006) “É propósito da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa trabalhar em dois grandes eixos, tendo como paradigma a capacidade funcional da população idosa” Idosos Fragilizados
  60. 60. Habilidade de manter autonomia e independência Envelhecimento ativo: uma política de saúde (OMS, 2005). Autonomia – habilidade de controlar, lidar e tomar decisões pessoais na vida diária, de acordo com suas próprias regras e preferências Independência – habilidade de executar funções relacionadas à vida diária Traçando caminhos para o envelhecimento ativo e saudável
  61. 61. VELHICE DIGNA: Envelhecimento ativo, associado com aposentadoria justa, direitos conquistados e assegurados, combate contra mitos e preconceitos (BARROSO, 2000)
  62. 62. Combate à fantasia atual do “rejuvenescimento” ou da “eterna juventude” EXPECTATIVAS DE “ETERNA JUVENTUDE”
  63. 63. Alguns mitos e Preconceitos • O envelhecimento é um processo crivado de concepções falsas, temores, crenças e mitos. • Mito: O idoso é um peso para a família e a sociedade. • Fato: A maioria dos idosos continua trabalhando, continua na chefia da família e contribui com boa parte da renda familiar. Os aposentados são responsáveis por melhores condições da vida dos familiares (IPEA, 1999)
  64. 64. Mitos e Preconceitos • Mito: Velho deve só descansar. “Não é para a senhora fazer nada, tem que descansar...” • Fato: Projeto de vida; viver não só para descansar, nem para viver só por coisas fúteis.  O velho pode se programar para divertir-se, trabalhar e descansar.
  65. 65. Mitos e Preconceitos • Mito: O velho não aprende, é desatento, “Ele está caduco”, “...é esclerosado”... • Fato: Os velhos aprendem e prestam atenção ao que lhes interessa e que responde às suas necessidades e anseios.  Muitos idosos continuam produzindo econômica, social, cultural, artística e filantropicamente.  É preciso ter uma tarefa, uma missão a cumprir, um objetivo, ou objetivos.
  66. 66. Mitos e Preconceitos • Mito: O velho é assexuado, perde o interesse e a capacidade sexual • Fato: A vida sexual pode ser mantida Ocorre redução da frequência, falta de informação, de interesse, de parceiros Sexualidade: algo mais amplo que genitalidade
  67. 67. “O amor foge a dicionários e a regulamentos vários” (Carlos Drummond de Andrade)
  68. 68. “Deveríamos envelhecer maciamente, e não aos solavancos” (Carlos Drummond de Andrade)

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