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ENVELHECIMENTO
E VELHICE
PALESTRA PARA A EQUIPE DO PROJETO CUIDAR
HULW/UFPB - PROBEX
Profa. Rilva Lopes de Sousa Muñoz
rilva@ccm.ufpb.br
LONGEVIDADE
O que você vai fazer com os seus
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Pessoa de maior longevidade registrada:
Jeanne Calment, 122 anos e 164 dias
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A REVOLUÇÃO DA
LONGEVIDADE
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14,7
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O AVANÇO DOS IDOSOS
Porcentagem da população do mundo desenvolvido com
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Em 30 anos, 1 de cada 4 pessoas no
mundo desenvolvido terá 65 anos ou
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Fonte: OMS (1996)
1960
1990
2000
2010
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Aumento da Expectativa de Vida
FONTE: ONU, Indicadores demográficos (1996)
Fig 1. Envelhecimento populacional mundial: porcentagem de
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início deste século
FONTE: McLEAN e COUTEUR Pharmachological Reviews 2004;
53: 163-184
População idosa da Paraíba
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• CENSO 2000 (IBGE): 336.160 idosos =
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Gerontologia – PB)
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médica do HULW/UFPB: 31,6% são
idosos [>60 anos] (SOUSA et al.,
2002)
Quem é idoso ?
Envelhecemos todos igualmente ?
73 anos 86 anos
FONTE: envelhecerbem.com/aulas/geriatria%20bandeira%203-5%20anos.pdf
O que é Envelhecer ?
“Crescer em Idade e Plenitude”
(Moriguchi; Lafin, 2004)
“Envelhecer é um processo sequencial,
individual, cumulativo, irreversível,
universal, não patológico, de deterioração
de um organismo maduro, próprio a todos os
membros de uma espécie, de maneira que o
tempo o torne menos capaz de fazer frente
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aumente sua possibilidade de morte”.
Conceito de
Envelhecimento
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Características gerais do
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• Variável entre indivíduos;
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mesmo indivíduo.
BIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO
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Biologia do Envelhecimento: Teorias
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envelhecimento
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envelhecimento
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Envelhecimento de
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PELE E CABELOS
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OLHOS E VISÃO
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líquido
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do cristalino
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pressão
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AUDIÇÃO
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sensorial
irreversível com
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• Presbiacusia
• A perda ocorre
em faixas de
som mais
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SISTEMA RESPIRATÓRIO
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pulmonar
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• A capacidade vital
diminui
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torácica se altera
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• O coração torna-se menos elástico
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• As valvas cardíacas tornam-se
escleróticas
• Placas ateroscleróticas na aorta
• Artérias mais rígidas e estreitadas
• Veias mais dilatadas
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maior risco de arritmias
SISTEMA CARDIOVASCULAR
FONTE: http://www.intechopen.com/books/senescence-and-senescence-related-disorders/endothelium-
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SISTEMA GASTROINTESTINAL
• Redução das secreções
gastrointestinais:
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• Redução da motilidade
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• Redução da absorção de
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• Redução da capacidade
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SISTEMA URINÁRIO
• Depois dos 40 anos, há
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• Redução da filtração
glomerular e da
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• Redução do tamanho e
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• Alterações musculares da
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• Redução da capacidade de
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SISTEMA REPRODUTIVO
Homens:
• Redução dos níveis de
testosterona
• Atrofia testicular
• Redução na secreção
de esperma
• Ereções mais lentas
Mulheres:
• Declínio dos níveis de
estrógenos e
progesterona
• Cessação da ovulação
• Alterações atróficas
vaginais
• Atrofia do útero
• Redução da
elasticidade e
trofismo das mamas
SISTEMA REPRODUTIVO
Envelhecimento
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SISTEMA NERVOSO
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sistema nervoso central e
periférico
• Lentificação da neurotransmissão
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regular a temperatura corpórea
• Redução do sono REM
• Depois dos 50, perda de quase
1% de neurônios por ano
SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO
• Mudança na composição corporal: aumento
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• Redução da densidade óssea;
• Redução da altura: espaços intervertebrais
• Redução da resistência do tecido conjuntivo
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> 70 anos: 1:2 mulheres e 1:3 homens
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• Redução da função
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inflamatória aguda
• Substituição de
medula óssea
vermelha por gordura
• Redução da absorção
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Febre pode estar ausente mesmo em infecções
graves
SISTEMA ENDÓCRINO
• Redução da tolerância
ao estresse:
principalmente no
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• Redução dos níveis de
estrógenos
• Outros hormônios
declinam:
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aldosterona, cortisol,
dehidroepiandrostero-
na (DHEA), GH
Idade Incidência
20–39 anos 2,2%
40–59 anos 9,2%
60 anos ou mais 19,2%
(Dados de 1999-2000)
Fonte:
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/bv.fcgi?rid=healthu
s04.table.333
Diabetes tipo II (insulino-resistente)
• Alimentação e nutrição
• Acuidade visual e auditiva
• Incontinência urinária
• Sexualidade
• Vacinação
• Avaliação cognitiva e do
humor
• Mobilidade
• Quedas
• Avaliação funcional
AVALIAÇÃO GLOBAL DO PACIENTE IDOSO
• Médica
• Mental
• Funcional
• Social
AVALIAÇÃO
MULTIDIMENSIONAL
DO IDOSO
• Diabetes mellitus
• Hipertensão arterial sistêmica
• Insuficiências cardíaca e coronariana
• Osteoporose e osteoartrose
• Acidentes cérebro-vasculares
• Depressão
• Demências
• Doença pulmonar obstrutiva crônica
• Câncer
AVALIAÇÃO CLÍNICA DO PACIENTE IDOSO
Doenças mais prevalentes
Percentual do total de mortes devido a doença
cardiovascular por idade e sexo, Canadá, 1997
Division of Aging and Seniors
Public Health Agency of Canada
Avaliação médica do idoso:
Manifestações clínicas particulares
• Atípicas
• Sintomas
inespecíficos
• Início insidioso
• Apresentação sub-
clínica
• Sintomas não-
relatados
É fácil “perder” um diagnóstico
PERFIL DE MORBIDADE DO IDOSO
• 77,6% dos idosos brasileiros tem
pelo menos uma doença crônica
• 15% destes têm quatro doenças
crônicas
• Limitações decorrentes: físicas,
psíquicas, sociais
LESSA, I. (Org.). O adulto brasileiro e as doenças da modernidade. São
Paulo, Rio de Janeiro: Hucitec, Abrasco, 1998
18-24 anos 4,4%
25–44 anos 6,9%
45–54 anos 13,7%
55–64 anos 21,1%
64–74 anos 25,2%
75 anos ou mais 45,1%
(Dados de 2002)
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/bv.fcgi?rid=healthus04.table.334
Limitação funcional causada por
doenças crônicas
Idade Incidência
Compressão da Morbidade
(FRIES, 1985)
HAS IAM ICC - DPOC - FA AVC-IRC-CA
28 44 52 55 56 58 62 70
HAS IAM ICC CA
28 56 67 68 70
AVC - FA
Os 5 “is” da Geriatria
Imobilidade
Insuficiência
cognitiva
Instabilidade
e quedas
Incontinência
Iatrogenia
Os “3 Ds da
Geriatria”
• Depressão
• Delirium
• Demência
OUTROS PROBLEMAS CLÍNICOS
• Comorbidades: 3,5 - 4,8 - 6,2 diagnósticos
por paciente
• Polifarmácia: 5 ou mais medicamentos/idoso
 “A proporção de idosos que não usa qualquer
medicação é de 10-15%. A maioria deles faz uso
regular de pelo menos um medicamento, e o número
médio de produtos usados pelos idosos está entre dois
e cinco” (ROZENFELD, 2003; SAYD, 2000).
• Grande suscetibilidade a reações adversas a
medicamentos: 61,4% (PASSARELLI, 2005)
 Morbidade e mortalidade elevadas
 Frequentes prescrições inapropriadas: 10%
(CLARFIELD, 1995)
 Particularidades farmacológicas dos idosos
USO RACIONAL DE
MEDICAMENTOS
• A prescrição do idoso é
diferenciada
• Revisão periódica dos
medicamentos em uso
• Respeito à orientação
• Cascata de prescrições
• Auto-medicação
• Efeitos “mágicos”
• Critérios de Beers
A história clínica com má evolução
(evitável) de uma paciente idosa
(CHAIMOWICZ, 1997)
CHAIMOWICZ, Flávio. A saúde dos idosos brasileiros às vésperas do século XXI:
problemas, projeções e alternativas. Rev. Saúde Pública [online]. 1997, vol.31, n.2
[pp. 184-200 .
• M.C.M.S, feminino, 68, usa hidroclorotiazida
(50mg/dia) para hipertensão arterial, retorna
ao médico com “sensação de cabeça vazia”.
Recebe prescrição de cinarizina e diazepan (10
mg diários).
• Evolui com sonolência e 10 dias depois, tem
síncope e sofre queda (fratura do fêmur).
• Após correção cirúrgica, fica acamada vários
dias; úlceras de pressão após 15 dias.
• Transferida para um asilo, permanece acamada,
passa a apresentar quadro agudo de dispneia e
tosse (pneumonia). Iniciado antibiótico.
• Piora; é transferida para um CTI, onde morre
por embolia pulmonar.
(CHAIMOVICZ, 1997)
Atendimento Geriátrico
Diretrizes
Condições que demandam atendimento
geriátrico:
. Três ou mais doenças crônicas com
complicações;
. Transtornos neuropsíquicos (demência,
Doença de Parkinson, AVC, depressão);
. Instabilidade postural, quedas, alterações
da marcha e equilíbrio;
. Perdas sensoriais importantes;
. Síndrome consumptiva (perda de mais de
5% do peso em 3 meses)
. Os mais velhos (80 anos ou mais)
Capacidade funcional: novo
paradigma em saúde do
idoso
ENVELHECIMENTO ATIVO
CAPACIDADE FUNCIONAL
• Manter função é o que é importante para
a qualidade de vida;
• O maior medo do idoso não é morrer,
mas perder sua independência;
• Incapacidade funcional é um dos fatores
mais importantes no impacto sobre
mortalidade hospitalar, asilamento,
qualidade de vida e custo de saúde.
Capacidade funcional ao longo da
vida
Idade
Limiar de incapacidade
Mudança de
condicionamento
Infância
Crescimento e
desenvolvimento
Vida Adulta
Manter o maior nível
funcional possível
Terceira Idade
Manter independência e
prevenir incapacidade
Reabilitar e garantir
qualidade de vida
Suporte
ambiental
Atividade Física
• Aumento de resistência
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• Redução de lesões e quedas
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 Alguma atividade é melhor que nenhuma:
jardinagem, caminhadas…
GÊNEROGÊNERO
CULTURACULTURA
ENVELHECIMENTO
ATIVO
DETERMINANTES
ECONÔMICOS
DETERMINANTES
ECONÔMICOS
DETERMINANTES
SOCIAIS
DETERMINANTES
SOCIAIS
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“É propósito da Política Nacional de
Saúde da Pessoa Idosa trabalhar em
dois grandes eixos, tendo como
paradigma a capacidade funcional
da população idosa”
Idosos
Fragilizados
Habilidade de manter
autonomia e
independência
Envelhecimento ativo: uma política de saúde (OMS, 2005).
Autonomia – habilidade de controlar, lidar e tomar decisões
pessoais na vida diária, de acordo com suas próprias regras e
preferências
Independência – habilidade de executar funções relacionadas à
vida diária
Traçando caminhos para o
envelhecimento ativo e saudável
VELHICE DIGNA:
Envelhecimento ativo,
associado com aposentadoria
justa, direitos conquistados e
assegurados, combate contra
mitos e preconceitos
(BARROSO, 2000)
Combate à fantasia
atual do
“rejuvenescimento”
ou da “eterna
juventude”
EXPECTATIVAS DE “ETERNA JUVENTUDE”
Alguns mitos e Preconceitos
• O envelhecimento é um processo
crivado de concepções falsas,
temores, crenças e mitos.
• Mito: O idoso é um peso para a
família e a sociedade.
• Fato: A maioria dos idosos continua
trabalhando, continua na chefia da
família e contribui com boa parte da
renda familiar.
Os aposentados são responsáveis por
melhores condições da vida dos
familiares (IPEA, 1999)
Mitos e Preconceitos
• Mito: Velho deve só descansar.
“Não é para a senhora fazer nada,
tem que descansar...”
• Fato: Projeto de vida; viver não só
para descansar, nem para viver só
por coisas fúteis.
 O velho pode se programar para
divertir-se, trabalhar e descansar.
Mitos e Preconceitos
• Mito: O velho não aprende, é desatento,
“Ele está caduco”, “...é esclerosado”...
• Fato: Os velhos aprendem e prestam
atenção ao que lhes interessa e que
responde às suas necessidades e
anseios.
 Muitos idosos continuam produzindo
econômica, social, cultural, artística e
filantropicamente.
 É preciso ter uma tarefa, uma missão a
cumprir, um objetivo, ou objetivos.
Mitos e Preconceitos
• Mito: O velho é assexuado, perde o
interesse e a capacidade sexual
• Fato: A vida sexual pode ser
mantida
Ocorre redução da frequência, falta
de informação, de interesse, de
parceiros
Sexualidade: algo mais amplo que
genitalidade
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Velhice e Envelhecimento - Profa. Rilva Muñoz / GESME

  • 1. ENVELHECIMENTO E VELHICE PALESTRA PARA A EQUIPE DO PROJETO CUIDAR HULW/UFPB - PROBEX Profa. Rilva Lopes de Sousa Muñoz rilva@ccm.ufpb.br
  • 2. LONGEVIDADE O que você vai fazer com os seus 100 anos?
  • 3. Pessoa de maior longevidade registrada: Jeanne Calment, 122 anos e 164 dias (França)
  • 5. 23,8 20,2 16,7 14,7 13,3 9,2 O AVANÇO DOS IDOSOS Porcentagem da população do mundo desenvolvido com 65 anos ou mais Em 30 anos, 1 de cada 4 pessoas no mundo desenvolvido terá 65 anos ou mais Fonte: OMS (1996) 1960 1990 2000 2010 2020 2030
  • 6. Aumento da Expectativa de Vida FONTE: ONU, Indicadores demográficos (1996)
  • 7. Fig 1. Envelhecimento populacional mundial: porcentagem de pessoas com mas de 60 anos no decorrer do século XX e início deste século FONTE: McLEAN e COUTEUR Pharmachological Reviews 2004; 53: 163-184
  • 8. População idosa da Paraíba Atendimento geriátrico • CENSO 2000 (IBGE): 336.160 idosos = 10,2% da população da Paraíba • Atuam 10 geriatras; 5 no SUS (João Pessoa e Campina Grande); demais 221 municípios: 72% dos idosos (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia – PB) • Demanda das enfermarias de clínica médica do HULW/UFPB: 31,6% são idosos [>60 anos] (SOUSA et al., 2002)
  • 10. Envelhecemos todos igualmente ? 73 anos 86 anos FONTE: envelhecerbem.com/aulas/geriatria%20bandeira%203-5%20anos.pdf
  • 11. O que é Envelhecer ? “Crescer em Idade e Plenitude” (Moriguchi; Lafin, 2004)
  • 12. “Envelhecer é um processo sequencial, individual, cumulativo, irreversível, universal, não patológico, de deterioração de um organismo maduro, próprio a todos os membros de uma espécie, de maneira que o tempo o torne menos capaz de fazer frente ao estresse do meio-ambiente e, portanto, aumente sua possibilidade de morte”. Conceito de Envelhecimento ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE (OPAS)
  • 13. Conceito Cronológico • 60 anos ou mais (países em desenvolvimento) • 65 anos ou mais (países desenvolvidos)
  • 14. Categorias Cronológicas • Idoso-jovem (60-74 anos) • Idoso (75-84 anos) • Muito-idoso (85 anos ou mais)
  • 15. O que produz o envelhecimento?
  • 16. COMPONENTES DA LONGEVIDADE Herança Ambiente Estilo de vida 50% 30% 20% O que faz com que vivamos mais ou menos?
  • 17. (Dr. Elliot Joslin) Fatores de risco para doenças crônicas e envelhecimento “Os genes carregam a arma. O estilo de vida puxa o gatilho”.
  • 18. Princípio da Geriatria para Envelhecer bem: Prevenção de fatores de risco Fatores Genéticos Fatores Ambientais Hábitos de vida •Dieta hipercalórica, rica em gorduras, sal. •Tabagismo. •Vida sedentária. •Repouso inadequado. •Estresse excessivo. •Falta de lazer. •Falta de apoio social •Outros “maus hábitos” História Familial •Hipertensão, DM •D. cardiovasculares •D. cerebrovasculares •Neoplasia malignas •Depressão, demência •Osteoporose FONTE: www.pucrs.br/feecultura/2004/setembro/crescer.ppt
  • 19. Características gerais do envelhecimento fisiológico • Universal; • Progressivo; • Declinante; • Intrínseco; • Variável entre indivíduos; • Variável entre sistemas de um mesmo indivíduo.
  • 20. BIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO conhecimento científico • Poucos estudos; • Poucos autores; • Estudos muito recentes; • Testagem das teorias demanda alto custo e técnicas sofisticadas; • O envelhecimento é um processo complexo e mutifatorial.
  • 21. Biologia do Envelhecimento: Teorias • Teoria dos radicais livres • Teoria da glicosilação • Teoria dos telômeros • Teoria do envelhecimento celular programado •Teoria das ligações cruzadas: dano ao DNA • Teoria neuro-endócrina • Teoria imunológica Nenhuma destas teorias é totalmente aceita; deve haver uma combinação de várias ou de todas
  • 22.
  • 23. Anatomia e fisiologia do envelhecimento  Senescência = envelhecimento normal  Senilidade = envelhecimento patológico Envelhecimento de órgãos e sistemas
  • 24. PELE E CABELOS • Perda de tecido subcutâneo • Atrofia da pele • Redução de colágeno e fibras elásticas • Ressecamento de mucosas • Redução de glândulas sudoríparas e sebáceas • Alteração na regulação da temperatura • Alterações da pigmentação • Enfraquecimento dos cabelos
  • 25. OLHOS E VISÃO • Redução do líquido lacrimal • Opacificação do cristalino • Tendência ao aumento da pressão intraocular • Presbiopia
  • 26. AUDIÇÃO • Perda neuro- sensorial irreversível com a idade • Presbiacusia • A perda ocorre em faixas de som mais elevadas
  • 27. SISTEMA RESPIRATÓRIO • Redução da função pulmonar • Os pulmões tornam- se mais rígidos • O número e tamanho dos alvéolos diminui • A capacidade vital diminui • A estrutura da caixa torácica se altera (cifose senil)
  • 28. SISTEMA CARDIOVASCULAR • O coração torna-se menos elástico • Aos 70 anos, o débito cardíaco está reduzido a 70% • As valvas cardíacas tornam-se escleróticas • Placas ateroscleróticas na aorta • Artérias mais rígidas e estreitadas • Veias mais dilatadas • Infiltração de gordura sino-atrial: maior risco de arritmias
  • 30. SISTEMA GASTROINTESTINAL • Redução das secreções gastrointestinais: hipocloridria • Redução da motilidade intestinal: constipação • Gastrite atrófica: 33% > 65 anos • Redução da absorção de Vit. B12, cálcio e ferro • Redução da capacidade hepática de metabolização
  • 31. SISTEMA URINÁRIO • Depois dos 40 anos, há redução da função renal: aos 90, perda = 50% • Redução da filtração glomerular e da reabsorção tubular • Redução do tamanho e número dos néfrons • Alterações musculares da bexiga • Redução da capacidade de clearance renal • Hipertrofia da próstata
  • 32. SISTEMA REPRODUTIVO Homens: • Redução dos níveis de testosterona • Atrofia testicular • Redução na secreção de esperma • Ereções mais lentas
  • 33. Mulheres: • Declínio dos níveis de estrógenos e progesterona • Cessação da ovulação • Alterações atróficas vaginais • Atrofia do útero • Redução da elasticidade e trofismo das mamas SISTEMA REPRODUTIVO
  • 35. SISTEMA NERVOSO • Degeneração de neurônios do sistema nervoso central e periférico • Lentificação da neurotransmissão • Hipotálamo menos efetivo em regular a temperatura corpórea • Redução do sono REM • Depois dos 50, perda de quase 1% de neurônios por ano
  • 36. SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO • Mudança na composição corporal: aumento do tecido adiposo, redução da massa magra; • Redução da densidade óssea; • Redução da altura: espaços intervertebrais • Redução da resistência do tecido conjuntivo • Desgaste das cartilagens articulares > 70 anos: 1:2 mulheres e 1:3 homens têm uma fratura osteoporótica
  • 37. Sistemas imunológico e hematológico • Redução da função imune • Menor produção de anticorpos • Redução da resposta inflamatória aguda • Substituição de medula óssea vermelha por gordura • Redução da absorção de vitamina B12 Febre pode estar ausente mesmo em infecções graves
  • 38. SISTEMA ENDÓCRINO • Redução da tolerância ao estresse: principalmente no metabolismo da glicose • Redução dos níveis de estrógenos • Outros hormônios declinam: testosterona, aldosterona, cortisol, dehidroepiandrostero- na (DHEA), GH
  • 39. Idade Incidência 20–39 anos 2,2% 40–59 anos 9,2% 60 anos ou mais 19,2% (Dados de 1999-2000) Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/bv.fcgi?rid=healthu s04.table.333 Diabetes tipo II (insulino-resistente)
  • 40. • Alimentação e nutrição • Acuidade visual e auditiva • Incontinência urinária • Sexualidade • Vacinação • Avaliação cognitiva e do humor • Mobilidade • Quedas • Avaliação funcional AVALIAÇÃO GLOBAL DO PACIENTE IDOSO
  • 41. • Médica • Mental • Funcional • Social AVALIAÇÃO MULTIDIMENSIONAL DO IDOSO
  • 42. • Diabetes mellitus • Hipertensão arterial sistêmica • Insuficiências cardíaca e coronariana • Osteoporose e osteoartrose • Acidentes cérebro-vasculares • Depressão • Demências • Doença pulmonar obstrutiva crônica • Câncer AVALIAÇÃO CLÍNICA DO PACIENTE IDOSO Doenças mais prevalentes
  • 43. Percentual do total de mortes devido a doença cardiovascular por idade e sexo, Canadá, 1997 Division of Aging and Seniors Public Health Agency of Canada
  • 44. Avaliação médica do idoso: Manifestações clínicas particulares • Atípicas • Sintomas inespecíficos • Início insidioso • Apresentação sub- clínica • Sintomas não- relatados É fácil “perder” um diagnóstico
  • 45. PERFIL DE MORBIDADE DO IDOSO • 77,6% dos idosos brasileiros tem pelo menos uma doença crônica • 15% destes têm quatro doenças crônicas • Limitações decorrentes: físicas, psíquicas, sociais LESSA, I. (Org.). O adulto brasileiro e as doenças da modernidade. São Paulo, Rio de Janeiro: Hucitec, Abrasco, 1998
  • 46. 18-24 anos 4,4% 25–44 anos 6,9% 45–54 anos 13,7% 55–64 anos 21,1% 64–74 anos 25,2% 75 anos ou mais 45,1% (Dados de 2002) http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/bv.fcgi?rid=healthus04.table.334 Limitação funcional causada por doenças crônicas Idade Incidência
  • 47. Compressão da Morbidade (FRIES, 1985) HAS IAM ICC - DPOC - FA AVC-IRC-CA 28 44 52 55 56 58 62 70 HAS IAM ICC CA 28 56 67 68 70 AVC - FA
  • 48. Os 5 “is” da Geriatria Imobilidade Insuficiência cognitiva Instabilidade e quedas Incontinência Iatrogenia
  • 49. Os “3 Ds da Geriatria” • Depressão • Delirium • Demência
  • 50. OUTROS PROBLEMAS CLÍNICOS • Comorbidades: 3,5 - 4,8 - 6,2 diagnósticos por paciente • Polifarmácia: 5 ou mais medicamentos/idoso  “A proporção de idosos que não usa qualquer medicação é de 10-15%. A maioria deles faz uso regular de pelo menos um medicamento, e o número médio de produtos usados pelos idosos está entre dois e cinco” (ROZENFELD, 2003; SAYD, 2000). • Grande suscetibilidade a reações adversas a medicamentos: 61,4% (PASSARELLI, 2005)  Morbidade e mortalidade elevadas  Frequentes prescrições inapropriadas: 10% (CLARFIELD, 1995)  Particularidades farmacológicas dos idosos
  • 51. USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS • A prescrição do idoso é diferenciada • Revisão periódica dos medicamentos em uso • Respeito à orientação • Cascata de prescrições • Auto-medicação • Efeitos “mágicos” • Critérios de Beers
  • 52. A história clínica com má evolução (evitável) de uma paciente idosa (CHAIMOWICZ, 1997) CHAIMOWICZ, Flávio. A saúde dos idosos brasileiros às vésperas do século XXI: problemas, projeções e alternativas. Rev. Saúde Pública [online]. 1997, vol.31, n.2 [pp. 184-200 .
  • 53. • M.C.M.S, feminino, 68, usa hidroclorotiazida (50mg/dia) para hipertensão arterial, retorna ao médico com “sensação de cabeça vazia”. Recebe prescrição de cinarizina e diazepan (10 mg diários). • Evolui com sonolência e 10 dias depois, tem síncope e sofre queda (fratura do fêmur). • Após correção cirúrgica, fica acamada vários dias; úlceras de pressão após 15 dias. • Transferida para um asilo, permanece acamada, passa a apresentar quadro agudo de dispneia e tosse (pneumonia). Iniciado antibiótico. • Piora; é transferida para um CTI, onde morre por embolia pulmonar. (CHAIMOVICZ, 1997)
  • 54. Atendimento Geriátrico Diretrizes Condições que demandam atendimento geriátrico: . Três ou mais doenças crônicas com complicações; . Transtornos neuropsíquicos (demência, Doença de Parkinson, AVC, depressão); . Instabilidade postural, quedas, alterações da marcha e equilíbrio; . Perdas sensoriais importantes; . Síndrome consumptiva (perda de mais de 5% do peso em 3 meses) . Os mais velhos (80 anos ou mais)
  • 55. Capacidade funcional: novo paradigma em saúde do idoso ENVELHECIMENTO ATIVO
  • 56. CAPACIDADE FUNCIONAL • Manter função é o que é importante para a qualidade de vida; • O maior medo do idoso não é morrer, mas perder sua independência; • Incapacidade funcional é um dos fatores mais importantes no impacto sobre mortalidade hospitalar, asilamento, qualidade de vida e custo de saúde.
  • 57. Capacidade funcional ao longo da vida Idade Limiar de incapacidade Mudança de condicionamento Infância Crescimento e desenvolvimento Vida Adulta Manter o maior nível funcional possível Terceira Idade Manter independência e prevenir incapacidade Reabilitar e garantir qualidade de vida Suporte ambiental
  • 58. Atividade Física • Aumento de resistência • Aumento de força e flexibilidade • Redução de lesões e quedas • Manutenção da função  Alguma atividade é melhor que nenhuma: jardinagem, caminhadas…
  • 59. GÊNEROGÊNERO CULTURACULTURA ENVELHECIMENTO ATIVO DETERMINANTES ECONÔMICOS DETERMINANTES ECONÔMICOS DETERMINANTES SOCIAIS DETERMINANTES SOCIAIS DETERMINANTES COMPORTAMENTAIS DETERMINANTES COMPORTAMENTAIS DETERMINANTES PESSOAIS DETERMINANTES PESSOAIS SERVIÇOS SOCIAIS E DE SAÚDE SERVIÇOS SOCIAIS E DE SAÚDE AMBIENTE FÍSICOAMBIENTE FÍSICO GÊNEROGÊNERO CULTURACULTURA ENVELHECIMENTO ATIVO DETERMINANTES ECONÔMICOS DETERMINANTES ECONÔMICOS DETERMINANTES SOCIAIS DETERMINANTES SOCIAIS DETERMINANTES COMPORTAMENTAIS DETERMINANTES COMPORTAMENTAIS DETERMINANTES PESSOAIS DETERMINANTES PESSOAIS SERVIÇOS SOCIAIS E DE SAÚDE SERVIÇOS SOCIAIS E DE SAÚDE AMBIENTE FÍSICOAMBIENTE FÍSICO O DESAFIO DO ENVELHECIMENTO ATIVO É DE TODA A SOCIEDADE
  • 60. Idosos Independentes Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (2006) “É propósito da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa trabalhar em dois grandes eixos, tendo como paradigma a capacidade funcional da população idosa” Idosos Fragilizados
  • 61. Habilidade de manter autonomia e independência Envelhecimento ativo: uma política de saúde (OMS, 2005). Autonomia – habilidade de controlar, lidar e tomar decisões pessoais na vida diária, de acordo com suas próprias regras e preferências Independência – habilidade de executar funções relacionadas à vida diária Traçando caminhos para o envelhecimento ativo e saudável
  • 62. VELHICE DIGNA: Envelhecimento ativo, associado com aposentadoria justa, direitos conquistados e assegurados, combate contra mitos e preconceitos (BARROSO, 2000)
  • 63. Combate à fantasia atual do “rejuvenescimento” ou da “eterna juventude” EXPECTATIVAS DE “ETERNA JUVENTUDE”
  • 64. Alguns mitos e Preconceitos • O envelhecimento é um processo crivado de concepções falsas, temores, crenças e mitos. • Mito: O idoso é um peso para a família e a sociedade. • Fato: A maioria dos idosos continua trabalhando, continua na chefia da família e contribui com boa parte da renda familiar. Os aposentados são responsáveis por melhores condições da vida dos familiares (IPEA, 1999)
  • 65. Mitos e Preconceitos • Mito: Velho deve só descansar. “Não é para a senhora fazer nada, tem que descansar...” • Fato: Projeto de vida; viver não só para descansar, nem para viver só por coisas fúteis.  O velho pode se programar para divertir-se, trabalhar e descansar.
  • 66. Mitos e Preconceitos • Mito: O velho não aprende, é desatento, “Ele está caduco”, “...é esclerosado”... • Fato: Os velhos aprendem e prestam atenção ao que lhes interessa e que responde às suas necessidades e anseios.  Muitos idosos continuam produzindo econômica, social, cultural, artística e filantropicamente.  É preciso ter uma tarefa, uma missão a cumprir, um objetivo, ou objetivos.
  • 67. Mitos e Preconceitos • Mito: O velho é assexuado, perde o interesse e a capacidade sexual • Fato: A vida sexual pode ser mantida Ocorre redução da frequência, falta de informação, de interesse, de parceiros Sexualidade: algo mais amplo que genitalidade
  • 68. “O amor foge a dicionários e a regulamentos vários” (Carlos Drummond de Andrade)
  • 69. “Deveríamos envelhecer maciamente, e não aos solavancos” (Carlos Drummond de Andrade)