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Saúde do IdosoSão seis as prioridades pactuadas: Saúde do Idoso; Controle do câncer do colo do útero e da  mama; Reduçã...
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Saúde do IdosoObjetivos Principais Promover o envelhecimento ativo e saudável – bem-    sucedido.   Estruturar a atenção...
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Saúde do IdosoMobilidadeCapacidade de um indivíduo se mover em um dado ambiente, funçãobásica para a execução de tarefas, ...
Saúde do IdosoAutonomiaCapacidade e direito do indivíduo de poder eleger, por si próprio, as regrasde conduta, a orientaçã...
Saúde do IdosoO envelhecimento não é uniforme, portanto não é possível escolherum indicador único, pode-se dizer que é o c...
Comunicação Use frases curtas e objetivas. Chame-o pelo próprio nome ou da forma como ele preferir. Evite infantilizá-l...
Práticas corporais Melhor funcionamento corporal, diminuindo as perdas  funcionais,    favorecendo      a   preservação  ...
Práticas corporais Melhora a enfermidade venosa periférica Melhora a função intestinal Melhora de quadros álgicos Melh...
Avaliação Global do Idoso
Avaliação Global do Idoso
Gigantes da geriatria Incapacidade cognitiva Instabilidade postural Imobilidade Incontinência esfincteriana Iatrogeni...
Áreas de atuação Demência, depressão, diabetes mellitus, hipertensão  arterial sistêmica, doença arterial coronariana,  i...
Efeito cascata uma pessoa idosa portadora de doença pulmonar obstrutiva  crônica (DPOC) pode, após um quadro gripal, dese...
Sempre investigar e descartar 1. afecções cardiovasculares, em especial doença    hipertensiva;   2. diabetes e suas com...
Alimentação e nutrição IMC       - limites 22 e 27   Perda da autonomia para comprar os alimentos, inclusive financeira;...
Acuidade visual O processo natural de envelhecimento associa-se à  uma redução da acuidade visual devido às alterações  f...
JAEGERO cartão é colocado auma distância de 35cm da pessoa idosaque se possuir óculosdeve        mantê-losdurante o exame....
Acuidade auditiva Cerca de um terço das pessoas idosas referem algum grau de declínio na acuidade auditiva. A presbiacusi...
TESTE DO SUSSURRO: O examinador deve ficar fora do campovisual da pessoa idosa, a uma distância de aproximadamente 33cme “...
Incontinência Urinária Muitas das causas são reversíveis – transtornos  mentais, restrição de mobilidade, retenção urinár...
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Ações terapêuticasTIPO                TRATAMENTODelírio             Não utilize sondas vesicais, pois podem causar ou exac...
Kegel podem ser realizados em qualquer lugar, sentada, em pé ou deitada.  Primeiro, a pessoa deve identificar onde se loc...
Drogas envolvidas com a incontinência Antagonistas alfa-adrenérgicos      - Diminuição da resistência uretral   Opióides...
Medicamentos Oxibutinina     e Tolterodina:       redução das  contrações involuntárias do detrusor, por  mediação      d...
Sexualidade A grande maioria mantém vida sexual ativa! Muitas das alterações sexuais que ocorrem com o  avançar da idade...
Vacinação Influenza sazonal– anual Pneumocócica 23 valente - 1 dose após os 60 anos.  Institucionalizados - 1 reforço co...
Avaliação cognitiva Mini exame do estado mental Desenho do relógio Teste de fluência verbal QPAF – questionário Pfeffe...
Mini-mental
Mini-mental
Desenho do relógio
Teste de fluência verbal TESTE DE FLUÊNCIA VERBAL POR CATEGORIAS SEMÂNTICAS Consiste em solicitar à pessoa idosa que dig...
Questionário de Pfeffer Escala de 11 questões aplicada ao acompanhante ou cuidador da pessoa  idosa discorrendo sobre a c...
Depressão Mulheres.       Institucionalizados.   Antecedentes depressivos prévios.    Doença incapacitante, sobretudo s...
Mobilidade Instabilidade postural Alteração da marcha Poliartroses Obesidade Sequelas de AVC Escala de Avaliação do ...
Quedas Presença de tapetes pequenos e capachos em superfícies    lisas.   Carpetes soltos ou com dobras.   Bordas de ta...
Quedas Uso de chinelos, sapatos desamarrados ou mal  ajustados ou com solado escorregadio. Roupas compridas, arrastando ...
Avaliação Funcional Atividades de Vida Diária (AVDs) Alimentar-se Banhar-se Vestir-se Mobilizar-se Deambular Ir ao ...
Avaliação Funcional Atividades Instrumentais da Vida Diária (AIVD) que  são as relacionadas à participação do idoso em seu...
Escalas de avaliação AVD Escala de Katz - AVD Lawton –AIVD Medida de Independência Funcional
Avaliação da funcionalidade            familiar Abordagem sistêmica APGAR familiar GENOGRAMA ECOMAPA
Avaliação do estresse do             cuidador O ato de cuidar é voluntário e complexo, tomado por  sentimentos diversos e...
Violência Estrutural Interpessoal – comunitária Trabalho Institucional Intrafamiliar Lei nº 10.741/2003, art. 19, es...
Violência Física Psicológica Sexual Econômica, financeira ou patrimonial Institucional Negligência ou abandono Auto...
AVALIAÇÃO MULTIFUNCIONAL         INICIAL
ÁREA       AVALIAÇÃO BREVE                               ENCAMINHAMENTOSAVALIADANutrição   O/A Sr/a perdeu mais de 4 kg no...
ÁREA          AVALIAÇÃO BREVE                            ENCAMINHAMENTOSAVALIADAIncontinênci O/A Sr/a, às vezes, perde uri...
ÁREA         AVALIAÇÃO BREVE                              ENCAMINHAMENTOSAVALIADACognição e   Solicitar à pessoa idosa que...
ÁREA         AVALIAÇÃO BREVE                               ENCAMINHAMENTOSAVALIADAAtividades   Sem auxílio, o/a Sr/a é cap...
Fragilidade síndrome multidimensional envolvendo uma interação  complexa dos fatores biológicos, psicológicos e sociais n...
Causas primáriasAlteração na expressão dos          genes Dano oxidativo do DNAEncurtamento do telômero                   ...
Fragilidade 1. perda de peso não intencional: = 4,5 kg ou = 5% do peso  corporal no último ano; 2. fadiga auto referida ...
Osteoporose No Brasil, somente uma a cada três pessoas com  osteoporose é diagnosticada e, dessas, somente uma  em cada c...
Osteoporose – fatores de risco fratura anterior causada por pequeno trauma; sexo feminino; baixa massa óssea; raça bra...
Osteoporose doenças que induzam à perda de massa óssea; amenorréia primária ou secundária; menarca tardia, nuliparidade...
Protocolo SUS a - Densitometria óssea recente  (realizada há, no máximo, 01 ano); b - Calcemia; c - Calciúria de 24 horas
Indicações densitometria Mulheres acima de 65 anos Mulheres com deficiência estrogênica com menos de 45 anos Mulheres p...
Problemas crônicos HAS DM – filtração renal, raramente desenvolvem  cetoacidose, mas podem entrar em estado de  hiperosm...
DemênciaTIPOS                      CARACTERÍSTICASALZHEIMER                  Início insidioso, perda de memória e declínio...
Causas reversíveis - demência Uso de medicamentos (psicotrópicos e analgésicos narcóticos). Metabólica (distúrbio hidroe...
Portaria nº 843 que aprovou o Protocolo Clínico e   DiretrizesTerapêuticas – Demência por doença de                       ...
Drogas - Alzheimer
Anamnese : Avaliação da Saúde bucal do Idoso                Aplicar o questionário                  Nos últimos 3 meses o(...
Saúde do IdosoSinais de Alerta em Saúde Bucal Dor Hemorragia Abscesso Traumatismo Lesão de tecidos moles Necessidade...
EstudarPáginas 30 a 70 – Manual 19 – Envelhecimento e saúde da pessoa idosa
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Apresentação saude do idoso coletiva

  1. 1. Saúde do IdosoPacto pela VidaO Pacto pela Vida é o compromisso entre os gestores do SUSem torno de prioridades que apresentam impacto sobre asituação de saúde da população brasileira (MS, 2006) . O pactofoi renovado em 2011.Os estados/regiões/municípios devem pactuar as açõesnecessárias para o alcance das metas e dos objetivospropostos.
  2. 2. Saúde do IdosoSão seis as prioridades pactuadas: Saúde do Idoso; Controle do câncer do colo do útero e da mama; Redução da mortalidade infantil e materna; Fortalecimento da capacidade de resposta às doenças emergentes e endemias, com ênfase na dengue, hanseníase, tuberculose, malária e influenza; Promoção a Saúde Fortalecimento da Atenção Básica.
  3. 3. Saúde do IdosoAções estratégicas: Caderneta de saúde da Pessoa Idosa - instrumento de cidadania com informações relevantes sobre a saúde da pessoa idosa, possibilitando um melhor acompanhamento por parte dos profissionais de saúde. Manual de Atenção Básica à Saúde da Pessoa Idosa – para indução de ações de saúde, tendo por preferência as diretrizes contidas na Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa.
  4. 4. Saúde do IdosoEm 25 anos seremos a 6ª maior população de idosos domundo.Até 2050 anos – 63 milhões de idosos.Hoje aproximadamente 17,6 milhões.Mortalidade hoje (DataSUS 2008)Doenças cardiovasculares 37%Neoplasias 16,7%Doenças respiratórias 13%Doenças metabólicas 7,5%Causa externa / acidentes 3% (fraturas)
  5. 5. Saúde do IdosoObjetivos Principais Promover o envelhecimento ativo e saudável – bem- sucedido. Estruturar a atenção integral e integrada à saúde da pessoa idosa. Fortalecer a participação social. Monitorar o processo de envelhecimento. Identificar os fatores de risco de doenças e agravos. Envolver a família e a comunidade no processo do cuidado. Promover a formação e a educação permanente para os profissionais de saúde que trabalham com idosos no SUS. Identificar e promover os fatores de proteção e recuperação da saúde.
  6. 6. Saúde do IdosoAvaliação de Saúde do IdosoO conceito de saúde nessa faixa populacional é abrangente e não serestringe à presença ou ausência de doença ou agravo e é estimadapelo nível de independência e autonomia. A avaliação deve sermultidimensional, levando-se em conta o bem-estarbiopsicossocial e a necessidade de ações integradas da equipemultidisciplinar.Senescência X SenilidadeÉ de suma importância para os profissionais de saúde que lidamcom pacientes idosos conhecer e distinguir as alteraçõesfisiológicas do envelhecimento, denominadas senescência,daquelas do envelhecimento patológico ou senilidade.
  7. 7. Saúde do IdosoMobilidadeCapacidade de um indivíduo se mover em um dado ambiente, funçãobásica para a execução de tarefas, realizar atividades de vida diária – AVDs emanter sua independência.IndependênciaCapacidade de autocuidar e realizar as atividades da vida diária – AVDs semauxílio de outra pessoa.DependênciaIncapacidade de realizar uma ou mais atividade da vida diária – AVDs, semauxílio. É definida em graus, moderada e avançada.
  8. 8. Saúde do IdosoAutonomiaCapacidade e direito do indivíduo de poder eleger, por si próprio, as regrasde conduta, a orientação de seus atos e os riscos que está disposto a correrdurante sua vida. Conceito amplo: inclui poder decisório (integridadecognitiva).Capacidade FuncionalDefine-se como a manutenção plena das habilidades físicas e mentaisdesenvolvidas ao longo da vida, necessárias e suficientes para uma vidacom independência e autonomia.É o grau de preservação da capacidade de realizar as Atividades Básicas deVida Diária – AVDs ou autocuidado e o grau de capacidade paradesempenhar Atividades Instrumentais de Vida Diária - AIVDs. Relaçãoestreita com a avaliação funcional (Neri, 2001).
  9. 9. Saúde do IdosoO envelhecimento não é uniforme, portanto não é possível escolherum indicador único, pode-se dizer que é o conjunto das alteraçõesestruturais e funcionais do organismo que se acumulamprogressiva e especificamente com a idade.A avaliação do idoso deve contemplar todas asdimensões envolvidas no processo saúde-doença. Deveser, portanto, multidimensional. Apresenta comoprincipal objetivo a definição do diagnóstico funcionalglobal e etiológico (disfunções/doenças) e elaboraçãodo Plano de Cuidados (Moraes EM, 2006).
  10. 10. Comunicação Use frases curtas e objetivas. Chame-o pelo próprio nome ou da forma como ele preferir. Evite infantilizá-lo utilizando termos inapropriados como “vovô”, “querido”, ou ainda, utilizando termos diminutivos desnecessários Pergunte se entendeu bem a explicação, se houve alguma dúvida. Repita a informação, quando essa for erroneamente interpretada, utilizando palavras diferentes e, de preferência, uma linguagem mais apropriada à sua compreensão. Fale de frente, sem cobrir sua boca e, não se vire ou se afaste enquanto fala. Aguarde a resposta da primeira pergunta antes de elaborar a segunda, pois, a pessoa idosa pode necessitar de um tempo maior para responder. Não interrompa a pessoa idosa no meio de sua fala, demonstrando pressa ou impaciência. É necessário permitir que ele conclua o seu próprio pensamento.
  11. 11. Práticas corporais Melhor funcionamento corporal, diminuindo as perdas funcionais, favorecendo a preservação da independência Redução no risco de morte por doenças cardiovasculares Melhora do controle da pressão arterial Manutenção da densidade mineral óssea, com ossos e articulações mais saudáveis Melhora a postura e o equilíbrio Melhor controle do peso corporal Melhora o perfil lipídico Melhor utilização da glicose
  12. 12. Práticas corporais Melhora a enfermidade venosa periférica Melhora a função intestinal Melhora de quadros álgicos Melhora a resposta imunológica Melhora a qualidade do sono Ampliação do contato social Correlações favoráveis com redução do tabagismo e abuso de álcool e drogas Diminuição da ansiedade, do estresse, melhora do estado de humor e da autoestima  EXCELENTE PÚBLICO PARA O TRABALHO EM GRUPOS
  13. 13. Avaliação Global do Idoso
  14. 14. Avaliação Global do Idoso
  15. 15. Gigantes da geriatria Incapacidade cognitiva Instabilidade postural Imobilidade Incontinência esfincteriana Iatrogenia Incapacidade comunicativa Insuficiência familiar
  16. 16. Áreas de atuação Demência, depressão, diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica, doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca (ICC), acidente vascular encefálico/fibrilação atrial, subnutrição, osteoartrite, osteoporose, pneumonia/influenza, ulcera por pressão, quedas e instabilidade postural, incontinência urinária,déficit visual, déficit auditivo, dor crônica, continuidade do cuidado, estratégias de prevenção, manejo de medicamentos, cuidado hospitalar e cuidado paliativo, DPOC, câncer colorretal, câncer de mama, distúrbios do sono e hiperplasia prostática benigna.
  17. 17. Efeito cascata uma pessoa idosa portadora de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) pode, após um quadro gripal, desenvolver insuficiência respiratória; uma pessoa idosa, normalmente muito comunicativa, de repente passa a ficar mais quieta, conversando menos e, após algum tempo, começa a apresentar períodos de confusão mental. Nesse caso, é importante avaliar a presença de infecções; um idoso com osteoartrose que apresente dor, tende a reduzir sua participação em atividades externas à sua residência. Isso pode ocasionar um maior isolamento que, com o passar do tempo, pode levá-lo a desenvolver um quadro depressivo.
  18. 18. Sempre investigar e descartar 1. afecções cardiovasculares, em especial doença hipertensiva; 2. diabetes e suas complicações; 3. déficits sensoriais (auditivo e visual); 4. afecções osteoarticulares; 5. déficits cognitivos. Especial atenção a interação medicamentos. Perguntar sobre todos os sistemas e incluir questões que abordem mudanças no estado funcional no último ano, alterações de peso não intencionais, fadiga, mal estar inespecífico, quedas, transtornos do sono, alterações cardiovasculares, alterações miccionais ou intestinais, presença de incontinência, afecções osteoarticulares, dor e problemas sexuais. USAR A CADERNETA SEMPRE!
  19. 19. Alimentação e nutrição IMC - limites 22 e 27 Perda da autonomia para comprar os alimentos, inclusive financeira; Perda da capacidade/autonomia para preparar os alimentos e para alimentar-se; Perda de apetite e diminuição da sensação de sede e da percepção da temperatura dos alimento; Perda parcial ou total da visão que dificulte a seleção, preparo e consumo dos alimentos; Perda ou redução da capacidade olfativa, interferindo no seu apetite; Algum motivo que a faça restringir determinados tipos de alimentos, como dietas para perda de peso, diabetes, hipertensão, hipercolesterolemia; Alterações de peso recentes; Dificuldade de mastigação por lesão oral, uso de prótese dentária ou problemas digestivos.
  20. 20. Acuidade visual O processo natural de envelhecimento associa-se à uma redução da acuidade visual devido às alterações fisiológicas das lentes oculares, déficit de campo visual e doenças de retina. Cerca de 90% das pessoas idosas necessitam do uso de lentes corretivas para enxergar adequadamente. Ao avaliar essa função, pergunte à pessoa idosa se ela sente dificuldade ao ler, assistir televisão, dirigir ou para executar qualquer outra atividade da vida cotidiana. Aqueles que responderem afirmativamente devem ser avaliados com o uso do Cartão de Jaeger
  21. 21. JAEGERO cartão é colocado auma distância de 35cm da pessoa idosaque se possuir óculosdeve mantê-losdurante o exame. Avisão deve ser testadaem cada olhoseparado e depois emconjunto. Os olhosdevem ser vendadoscom as mãos emforma de concha. Avaliações dos resultados: as pessoas que lerem até o nível 20/40 serão consideradas sem disfunção.
  22. 22. Acuidade auditiva Cerca de um terço das pessoas idosas referem algum grau de declínio na acuidade auditiva. A presbiacusia - perda progressiva da capacidade de diferenciar os sons de alta freqüência – é uma das causa mais comuns relacionadas a essa queixa. Muitas vezes, o idoso pode não perceber essa perda e, por essa razão, não referi-la. Para auxiliar nessa verificação pode-se utilizar o “teste do sussurro”,
  23. 23. TESTE DO SUSSURRO: O examinador deve ficar fora do campovisual da pessoa idosa, a uma distância de aproximadamente 33cme “sussurrar”, em cada ouvido, uma questão breve e simples como,por exemplo, “qual o seu nome?”  Compreende a fala em situações sociais?  Consegue entender o que ouve no rádio ou televisão?  Tem necessidade que as pessoas repitam o que lhe é falado?  Sente zumbido ou algum tipo de barulho no ouvido ou cabeça?  Fala alto demais?  Evita conversar? Prefere ficar só?
  24. 24. Incontinência Urinária Muitas das causas são reversíveis – transtornos mentais, restrição de mobilidade, retenção urinária, infecção e efeito medicamentoso - e devem ser investigadas. Perguntar diretamente se a pessoa idosa perdeu urina recentemente ou sentiu-se molhada é uma forma rápida de verificar o problema. Agudas: endócrinas ( vaginite atrófica), psicológicas, farmacológicas, infecciosas (ITU), neurológicas, excesso de débito urinário, constipação intestinal “perda de urina em quantidade e freqüência suficientes para causar um problema social ou higiênico”
  25. 25. ÇO em pequenas quantidades) com aumentos da assoalho pélvico,que provoca pressão intra-abdominal (p.ex., tosse, risos ou hipermobilidade da base exercício) vesical e da uretra proximal. Debilidade do esfícnter uretral ou da saída da bexiga, quase sempre por cirurgia ou traumatismo.URGÊN- Extravasamento de urina (quase sempre Hiperatividade do detrusor,CIA volumes grandes, ainda que seja variável) pela isolada ou associada a: incapacidade para retardar a micção após Condições locais como uretrite, perceber a sensação de plenitude vesical. cistite, tumores, litíase, diverticulose. Alterações do SNC como AVC, demência, parkinsonismo, lesão espinhal.SOBRE- Escape de urina (quase sempre em pequenas Obstrução anatômica: pelaFLUXO quantidades) secundária a esforço mecânico próstata ou por uma cistocele sobre a bexiga distendida ou por outros efeitos grande. Bexiga hipocontratil da retenção urinária e a função esfincteriana. associada a diabetes mellitus ou lesão medular.FUNCIO Escape de urina relacionado com a • Demência grave.NAL incapacidade para usar o vaso sanitário por • Imobilidade. dano da função cognitiva ou física, falta de • Ataduras. disposição psicológica ou barreiras no • Depressão. ambiente.
  26. 26. Ações terapêuticasTIPO TRATAMENTODelírio Não utilize sondas vesicais, pois podem causar ou exacerbar o delirium. Busque e trate a causa.Vaginite atrófica Tratamento local baseado em aplicações locais de estrógenos com creme vaginal, preferencialmente a base de estriol, 2cc, 1 a 2 x por semana.Infecção Antibioticoterapia. Se ao término do tratamento a incontinência não se resolver, buscar outras causas e não repetir tratamento a menos que haja documentação de resistência bacteriana.Fármacos Se possível, retirar todos os fármacos que possam causar incontinência. Em caso de antihipertensivo mude para outra classe. Em caso de antidepressivos tricíclicos, mude para inibidores de recaptação de serotonina.Psicológicas Limitar a ingestão de líquidos a 1,5 litros/dia e orientar a não tomá-los após as 20 horas.Outras causas, encaminhar ao especialista.Endocrinológicas Em caso de diabetes mellitus, dê tratamento específico. Nos outros casos, encaminhe ao especialistaRestrição de Fisioterapia e modificações no domicílio tendem a facilitar o deslocamento da pessoa. Ouso de papagaios ou comadres pode auxiliar.mobilidadeImpactação fecal Tratar a obstipação e remover fecaloma quando existente.
  27. 27. Kegel podem ser realizados em qualquer lugar, sentada, em pé ou deitada. Primeiro, a pessoa deve identificar onde se localizam os seus músculos pélvicos. Uma maneira de fazê-lo é começar a urinar e então tentar prender a urina. Se conseguir pelo menos diminuir o jato de urina, é porque está usando os músculos corretos. A pessoa não deve contrair os músculos das nádegas ou os músculos abdominais. Para um treinamento de força eficaz, recomenda-se de 8 a12 contrações lentas e próximas da força máxima, com período de manutenção da contração de pelo menos 6 segundos, em três séries, 3 a 4 vezes por semana. TREINAMENTO VESICAL para melhorar a urgência FISIOTERAPIA
  28. 28. Drogas envolvidas com a incontinência Antagonistas alfa-adrenérgicos - Diminuição da resistência uretral Opióides - Constipação intestinal Anticonvulsivantes - Confusão mental / Ataxia Antihipertensivos - Hipotensão arterial – mobilidade diminuída Antiparkinsonianos - Confusão mental / Hipotensão postural Antagonistas H2 - Confusão mental Diuréticos potentes de alça - Aumento da freqüência / Urgência miccional Sedativos / Hipnóticos - Sedação excessiva Anestésicos, raquianestesia, peridural - Paralisia detrusora Antagonistas dos canais de cálcio - Constipação intestinal / retenção urinária Relaxantes musculares - Constipação intestinal / retenção urinária Inibidores da enzima conversora - Tosse – Incontinência urinária de estresse Álcool / Cafeína Poliúria – aumento da freqüência e urgência
  29. 29. Medicamentos Oxibutinina e Tolterodina: redução das contrações involuntárias do detrusor, por mediação dos receptores muscarínicos. Aumentam a capacidade da bexiga. Baixa tolerância pelos efeitos colaterais: Retenção aguda de urina. Constipação. Deterioração da cognição. Xerostomia (redução da saliva) Terazocina: Hipotensão
  30. 30. Sexualidade A grande maioria mantém vida sexual ativa! Muitas das alterações sexuais que ocorrem com o avançar da idade podem ser resolvidas com orientação e educação. Alguns problemas comuns também podem afetar o desempenho sexual: artrites, diabetes, fadiga, medo de infarto, efeitos colaterais de fármacos e álcool. Desconforto feminino – atrofia de mucosa vaginal Disfunção erétil masculina
  31. 31. Vacinação Influenza sazonal– anual Pneumocócica 23 valente - 1 dose após os 60 anos. Institucionalizados - 1 reforço com 5 anos DT – a cada 10 anos Febre Amarela – a cada 10 anos Hepatite B – 3 doses Registrar na caderneta de vacina
  32. 32. Avaliação cognitiva Mini exame do estado mental Desenho do relógio Teste de fluência verbal QPAF – questionário Pfeffer de avaliação funcional – ao cuidador
  33. 33. Mini-mental
  34. 34. Mini-mental
  35. 35. Desenho do relógio
  36. 36. Teste de fluência verbal TESTE DE FLUÊNCIA VERBAL POR CATEGORIAS SEMÂNTICAS Consiste em solicitar à pessoa idosa que diga o maior número possível de animais em 1(um) minuto. Objetivo : verificar declínio cognitivo. Avaliações dos resultados: É importante verificar como a pessoa idosa utilizou o tempo disponível para a execução da tarefa. Pacientes com demência, além de produzirem escores baixos, tendem a interromper a geração de palavras após 20 segundos do teste. Pacientes deprimidos podem apresentar escores baixos, mas tendem a gerar palavras durante todo o minuto. O escore esperado é de 14 ou 15 animais citados. Providências com os achados/resultados: escores muito baixos associados aos outros testes de função cognitiva sugerem encaminhamento para avaliação neuropsicológica específica.
  37. 37. Questionário de Pfeffer Escala de 11 questões aplicada ao acompanhante ou cuidador da pessoa idosa discorrendo sobre a capacidade desse em desempenhar determinadas funções. As respostas seguem um padrão: sim é capaz (0); nunca o fez, mas poderia fazer agora(0); com alguma dificuldade, mas faz (1); nunca fez e teria dificuldade agora (1); necessita de ajuda (2); não é capaz (3). A pontuação de seis ou mais sugere maior dependência.A pontuação máxima é igual a 33 pontos. Objetivo: Verificar a presença e a severidade de declínio cognitivo por meio da avaliação da funcionalidade e consequentemente da assistência requerida.A combinação do MEEM com o Questionário de Pfeffer indica uma maior especificidade para a medida de declínio cognitivo mais grave. Ainda considerando o viés produzido pela baixa escolaridade nos resultados do MEEM parece ser adequada a associação do QPAF para se obter a confirmação do declínio cognitivo acompanhado de limitações funcionais sugerindo a presença de demência ou outros transtornos associados. Escores ≥ 6 associados aos outros testes de função cognitiva alterados sugerem encaminhamento para avaliação neuropsicológica específica.
  38. 38. Depressão Mulheres. Institucionalizados. Antecedentes depressivos prévios. Doença incapacitante, sobretudo se há deterioração funcional implicando numamudança brusca e rápida. Doença dolorosa (neoplasia, doença osteoarticular deformante). Morte de cônjuge, familiar ou amigo próximo. Uso de medicamentos como os benzodiazepínicos, betabloqueadores, metildopa, reserpina, clonidina, cinarizina, flunarizina, digoxina e esteróides. ESCALA DE DEPRESSÃO GERIÁTRICA
  39. 39. Mobilidade Instabilidade postural Alteração da marcha Poliartroses Obesidade Sequelas de AVC Escala de Avaliação do Equilíbrio e da Marcha - Tinnet ou POMA Brasil
  40. 40. Quedas Presença de tapetes pequenos e capachos em superfícies lisas. Carpetes soltos ou com dobras. Bordas de tapetes, principalmente, dobradas. Pisos escorregadios (encerados, por exemplo). Cordas, cordões e fios no chão (elétricos ou não). Ambientes desorganizados com móveis fora do lugar, móveis baixos ou objetos deixados no chão (sapatos, roupas, brinquedos, etc). Móveis instáveis ou deslizantes. Degraus da escada com altura ou largura irregulares. Degraus sem sinalização de término. Escadas com piso muito desenhado (dificultando a visualização de cada degrau).
  41. 41. Quedas Uso de chinelos, sapatos desamarrados ou mal ajustados ou com solado escorregadio. Roupas compridas, arrastando pelo chão. Má iluminação. Cadeira, camas e vasos sanitários muito baixos; Cadeiras sem braços; Animais, entulhos e lixo em locais inapropriados. Objetos estocados em lugares de difícil acesso (sobe-se numa cadeira ou banco para alcançá-los). Escadas com iluminação frontal.
  42. 42. Avaliação Funcional Atividades de Vida Diária (AVDs) Alimentar-se Banhar-se Vestir-se Mobilizar-se Deambular Ir ao banheiro Manter controle sobre suas necessidades fisiológicas.
  43. 43. Avaliação Funcional Atividades Instrumentais da Vida Diária (AIVD) que são as relacionadas à participação do idoso em seu entorno social e indicam a capacidade de um indivíduo em levar uma vida independente dentro da comunidade. Utilizar meios de transporte Manipular medicamentos Realizar compras Realizar tarefas domésticas leves e pesadas Utilizar o telefone Preparar refeições Cuidar das próprias finanças
  44. 44. Escalas de avaliação AVD Escala de Katz - AVD Lawton –AIVD Medida de Independência Funcional
  45. 45. Avaliação da funcionalidade familiar Abordagem sistêmica APGAR familiar GENOGRAMA ECOMAPA
  46. 46. Avaliação do estresse do cuidador O ato de cuidar é voluntário e complexo, tomado por sentimentos diversos e contraditórios como raiva, culpa, medo, angústia, confusão, cansaço, estresse, tristeza, nervosismo, irritação e choro. Esses sentimentos podem ser simultâneos e devem ser compreendidos, fazendo parte da relação entre o cuidador e a pessoa cuidada. É importante avaliar a presença de estresse entre os cuidadores. Instrumento de avaliação - ZARIT
  47. 47. Violência Estrutural Interpessoal – comunitária Trabalho Institucional Intrafamiliar Lei nº 10.741/2003, art. 19, está previsto que os casos de suspeita ou confirmação de maus tratos contra idoso são de notificação obrigatória ao Conselho Municipal ou Estadual dos Direitos do Idoso, Delegacias de Polícia e Ministério Público.
  48. 48. Violência Física Psicológica Sexual Econômica, financeira ou patrimonial Institucional Negligência ou abandono Auto-negligência
  49. 49. AVALIAÇÃO MULTIFUNCIONAL INICIAL
  50. 50. ÁREA AVALIAÇÃO BREVE ENCAMINHAMENTOSAVALIADANutrição O/A Sr/a perdeu mais de 4 kg no último Refere perda de peso ou ano, sem razão específica? _____ apresenta IMC alterado nos Peso atual: ____ kg Altura: _____ cm extremos (desnutrição ou IMC = ______ obesidade). Encaminhar ao nutricionista para a avaliação nutricional detalhadaVisão O/a Sr/a tem dificuldade para dirigir, ver Se houver incapacidade de TV ou fazer qualquer outra atividade de ler alem de vida diária devido a problemas visuais?Se 20/40 no cartão de Jaeger, sim, aplicar o cartão de Jaeger:Olho encaminhar Direito: ______ Olho Esquerdo:________ ao oftalmologistaAudição Aplicar o teste do sussurro. A pessoa idosa Na ausência de cerume e responde a pergunta feita? caso a pessoa Ouvido Direito: __ Ouvido Esquerdo: idosa não responda ao _____Se não, verificar a presença de teste, cerumen. OD: _____ OE: _____ encaminhar ao otorrinolaringologista
  51. 51. ÁREA AVALIAÇÃO BREVE ENCAMINHAMENTOSAVALIADAIncontinênci O/A Sr/a, às vezes, perde urina ou fica Pesquisar a causas.a molhado/a? Referenciar s/n Se sim, pergunte: Quantas vezes? ___ Isso provoca algum incomodo ou embaraço? ___ Definir quantidade e freqüência.Atividade O/A Sr/a tem algum problemas na Se sim, fornecersexual capacidade de desfrutar informações essenciais do prazer nas relações sexuais? sobre as alterações da sexualidade. Identificar problemas fisiológicos e/ou psicológicos relacionados.Humor/depr O/A Sr/a se sente triste ou desanimado/a Se sim, Aplicar a Escala deessão frequentemente? Depressão Geriátrica . Referenciar se episódios frequentes e graves.
  52. 52. ÁREA AVALIAÇÃO BREVE ENCAMINHAMENTOSAVALIADACognição e Solicitar à pessoa idosa que repita o nome Se for incapaz de repetir os 3memória dos objetos: Mesa Maça Dinheiro nomes,aplique o MEEM. Após 3 minutos pedir que os repita. Complementando esse, pode ser aplicado o teste do Relógio, Teste de Fluência verbal e o Questionário de Pfeffer. Alterados: neuroFunção dos Proximal: Ver se a pessoa idosa é capaz de Incapacidade de realizar oMMSS tocar a nuca com ambas as mãos. Distal: teste – fazer exame completo Ver se a pessoa idosa é capaz de apanhar dos MMSS. Atenção para dor, um lápis sobre a mesa com cada uma das fraqueza muscular e limitação mãos e colocá-lo de volta. de movimentos. Considerar possibilidade de fisioterapiaFunção dos Ver se a pessoa idosa é capaz de: Incapacidade de realizar oMMII Levantar da cadeira: ___ Caminhar 3,5m: teste – fazer exame completo ___ Voltar e sentar: ___ dos MMII. Atenção parador, Atenção para dor, amplitude de fraqueza muscular e limitação movimentos, equilíbrio e avaliação da de movimentos. Aplicar marcha. escala da marcha de Tinneti e MIF.Fisioterapia s/n.
  53. 53. ÁREA AVALIAÇÃO BREVE ENCAMINHAMENTOSAVALIADAAtividades Sem auxílio, o/a Sr/a é capaz de: Na presença de limitações,diárias Sair da cama? ___ Vestir-se? ___ Preparar instituir intervenções de suas refeições? ___ Fazer compras? ___ saúde, sociais e ambientais Se não, Determinar as razões da apropriadas. Aplicar escala incapacidade(comparar limitação física com de avaliação de MIF,de Katz motivação), solicitar informações junto aos e escala de Lawton . familiares.Domicílio Na sua casa há: Escadas? ____ Tapetes Sim para escada ou tapete e soltos? ____Corrimão no banheiro? ____ Não para corrimão – Avaliar a segurança domiciliar e instituir adaptações necessárias.Quedas Quantas vezes? ____ Orientar prevenção)Suporte Alguém poderia ajudá-lo/a caso fique Identificar, com o agentesocial doente ou incapacitado? ___ comunitário de saúde ou em Quem poderia ajudá-lo/a? ____ visita domiciliar, a Quem seria capaz de tomar decisões de família/rede de pessoas que saúde pelo/a Sr/acaso não seja capaz de possam apoiá-lo/a. Realizar fazê-lo? ___ APGAR de família e ECOMAPA.
  54. 54. Fragilidade síndrome multidimensional envolvendo uma interação complexa dos fatores biológicos, psicológicos e sociais no curso de vida individual, que culmina com um estado de maior vulnerabilidade, associado ao maior risco de ocorrência de desfechos clínicos adversos- declínio funcional, quedas, hospitalização, institucionalização e morte.a) nem todas as pessoas com declínio funcional são frágeis;b) nem todas as pessoas frágeis apresentam declínio funcional;c) medidas preventivas parecem interferir na instalação dessa síndrome.
  55. 55. Causas primáriasAlteração na expressão dos genes Dano oxidativo do DNAEncurtamento do telômero FRAGILIDADE Desregulação neuroendócrina Alterações neuromusculares sarcopenia Disfunção imune Causas secundárias Perda de peso Depressão Fadiga Neoplasias Menor força de Infecção crônica preensão, velocidade Insuficiência cardíaca da marcha e congestiva atividade física – pelo menos 3 desses
  56. 56. Fragilidade 1. perda de peso não intencional: = 4,5 kg ou = 5% do peso corporal no último ano; 2. fadiga auto referida utilizando duas questões: com que freqüência na última semana o(a)sr(a) sentiu que tudo que fez exigiu um grande esforço ou que não pode fazer nada; 3. diminuição da força de preensão 4. baixo nível de atividade física medido pelo dispêndio semanal de energia em kcal(com base no auto relato das atividades e exercícios físicos realizados) e ajustado segundo o gênero; 5. diminuição da velocidade da marcha em segundos: distância de 4,5m ajustada para gênero e altura.
  57. 57. Osteoporose No Brasil, somente uma a cada três pessoas com osteoporose é diagnosticada e, dessas, somente uma em cada cinco recebe algum tipo de tratamento, com uma taxa anual de aproximadamente 100 mil fraturas de quadril. Cerca de 10 milhões de brasileiros (as) sofrem com osteoporose e 24 milhões de pessoas terão fraturas a cada ano, sendo que 200 mil indivíduos morrerão como conseqüência direta de suas fraturas.
  58. 58. Osteoporose – fatores de risco fratura anterior causada por pequeno trauma; sexo feminino; baixa massa óssea; raça branca ou asiática; idade avançada em ambos os sexos; história familiar de osteoporose ou fratura do colo do fêmur; menopausa precoce (antes dos 40 anos) não tratada; uso de corticóides
  59. 59. Osteoporose doenças que induzam à perda de massa óssea; amenorréia primária ou secundária; menarca tardia, nuliparidade; hipogonadismo primário ou secundário; baixa estatura e peso (IMC <19kg/m²); perda importante de peso após os 25 anos; baixa ingestão de cálcio, alta ingestão de sódio; alta ingestão de proteína animal; pouca exposição ao sol, imobilização prolongada, quedas freqüentes; sedentarismo, tabagismo e alcoolismo; medicamentos (como heparina, ciclosporina, hormônios tireoidianos, anticonvulsivantes e lítio); alto consumo de xantinas (café, refrigerantes à base de cola, chá preto).
  60. 60. Protocolo SUS a - Densitometria óssea recente (realizada há, no máximo, 01 ano); b - Calcemia; c - Calciúria de 24 horas
  61. 61. Indicações densitometria Mulheres acima de 65 anos Mulheres com deficiência estrogênica com menos de 45 anos Mulheres peri e pós-menopausa com fatores de risco (um maior ou dois menores, conforme quadro II) Mulheres com amenorréia secundária prolongada (por mais de 1 ano) Todos indivíduos que tenham apresentado fratura por trauma mínimo ou atraumática Indivíduos com evidência radiológica de osteopenia ou fraturas vertebrais Homens acima de 70 anos Indivíduos que apresentem perda de estatura (maior do que 2,5cm) ou hipercifose torácica Indivíduos em uso de corticosteróides por três meses ou mais (doses superiores ao equivalente de 5 mg de prednisona) Mulheres com índice de massa corporal abaixo de 19kg/m2 Portadores de doenças ou uso de medicações associadas à perda de massa óssea Monitoramento de tratamento do osteoporose ABAIXO DE – 2.5 DP
  62. 62. Problemas crônicos HAS DM – filtração renal, raramente desenvolvem cetoacidose, mas podem entrar em estado de hiperosmolaridade e fazer sua apresentação inicial com confusão, coma ou sinais neurológicos focais. Podem ainda apresentar queixas inespecíficas como: fraqueza, fadiga, perda da vitalidade ou infecções menos importantes da pele e tecidos moles, como a monilíase vulvo-vaginal. Como regra, na presença de prurido vulvar pense em monilíase; na presença de monilíase, pense em diabetes. Cuidar a hipoglicemia e a desnutrição
  63. 63. DemênciaTIPOS CARACTERÍSTICASALZHEIMER Início insidioso, perda de memória e declínio cognitivo lento e progressivo. No início, a pessoa apresenta dificuldade para lembrar-se de fatos recentes e para aprender coisas novas, e lembra-se de coisas de ocorreram num passado mais distante.DEMÊNCIA VASCULAR Início abrupto, geralmente, após um episódio vascular, com deterioração em degraus (alguma recuperação depois da piora) e flutuação do déficit cognitivo (dias de melhor e pior performance). Apresenta sinais focais, de acordo com a região cerebral acometida.DEMÊNCIA DOS CORPÚSCULOS Flutuação na cognição, alucinações visuaisDE LEWY recorrentes bem formadas (p.ex., a descrição de uma pessoa, produto da alucinação, com detalhes) e parkinsonismo precoce (rigidez, acinesia e fácies amímica)
  64. 64. Causas reversíveis - demência Uso de medicamentos (psicotrópicos e analgésicos narcóticos). Metabólica (distúrbio hidroeletrolítco, desidratação, insuficiência renal ou hepática e hipoxemia). Neurológica (hidrocefalia de pressão normal, tumor e hematoma subdural crônico). Infecciosas (Meningite crônica, AIDS, neurossífilis). Colágeno-Vascular (lúpus eritematoso sistêmico, arterite temporal, vasculitereumatóide, sarcoidose e púrpura trombocitopênica trombótica). Endócrinas (doença tireoidiana, doença paratireoidiana, doença da adrenal edoença da pituitária). Nutricionais (deficiência de vitamina B12, ácido fólico, tiamina e niacina). Alcoolismo crônico. Outras (DPOC, insuficiência cardíaca congestiva e apnéia do sono).
  65. 65. Portaria nº 843 que aprovou o Protocolo Clínico e DiretrizesTerapêuticas – Demência por doença de Alzheimer. TSH B12 Ácido Fólico Sorologia para sífilis Hemograma Creatinina Sódio Potássio Neuro-imagem:Tomografia Computadorizada Ressonância Magnética
  66. 66. Drogas - Alzheimer
  67. 67. Anamnese : Avaliação da Saúde bucal do Idoso Aplicar o questionário Nos últimos 3 meses o(a) senhor(a)1 Diminuiu a quantidade de alimentos ou mudou o tipo de alimentação por causa dos seus dentes?2 Teve problemas para mastigar os alimentos?3 Teve dou ou desconforto para engolir os alimentos?4 Mudou o jeito de falar por causa dos problemas de sua boca?5 Teve algum desconforto ao comer algum alimento?6 Evitou encontrar com outras pessoas por causa de sua boca?7 Sentiu-se insatisfeito(a) com a aparência de sua boca?8 Tomou remédio para dor ou desconforto de sua boca?9 Algum problema bucal o deixou preocupado(a)?10 Chegou a se sentir nervoso(a) por problemas na sua boca?11 Evitou comer com outras pessoas por problemas bucais?12 Teve dentes ou gengivas sensíveis a alimentos ou líquidos?
  68. 68. Saúde do IdosoSinais de Alerta em Saúde Bucal Dor Hemorragia Abscesso Traumatismo Lesão de tecidos moles Necessidade de intervenção – cirurgião dentista ou reparo protética.
  69. 69. EstudarPáginas 30 a 70 – Manual 19 – Envelhecimento e saúde da pessoa idosa

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