SlideShare uma empresa Scribd logo
Contextualização do tema
A morte X o avanço científico
A contemporaneidade X O conflito existencial e o medo de
morrer( o temor da morte)
Atitudes diante da morte e do morrer
Rafael
Rafael Almeida
Iracema Elias
Keila Cristina
Natany Moraes
Rayane Evellyn
Não tenho medo da morte,
mas sim medo de morrer.
Qual seria a diferença?
você há de perguntar.
É que a morte já é depois
que eu deixar de respirar.
Morrer ainda é aqui,
na vida, no sol, no ar.
Ainda pode haver dor
ou vontade de mijar.
A morte já é depois,
já não haverá ninguém.
Como eu aqui agora
pensando sobre o além.
Já não haverá o além,
o além já será então.
Não terei pé nem cabeça,
nem fígado, nem pulmão.
Como poderei ter medo
se não terei coração?
Não tenho medo da morte,
mas medo de morrer, sim!
A morte é depois de mim.
Mas quem vai morrer sou eu,
o derradeiro ato meu,
e eu terei de estar presente,
assim como um presidente,
dando posse ao sucessor.
Terei que morrer vivendo
sabendo que já me vou.
Então nesse instante sim,
sofrerei quem sabe um choque...
um piripaque, ou um baque,
um calafrio ou um toque.
Coisas naturais da vida,
como comer, caminhar,
morrer de morte matada,
morrer de morte morrida.
Quem sabe eu sinta saudade,
como em qualquer despedida.
Diversas situações em que
indivíduos por algum motivo
deparam com a morte, seja ele um
moribundo ou um ente que
acompanha o estágio final de
alguém querido.
A medicina e a educação visando boas práticas progrediu nas últimas
décadas.
Cresce a população idosa,
uma parcela que procura
enfrentar a solidão e o
isolamento em que vivem.
As mudanças ocorridas
nas últimas décadas são
responsáveis pelo
crescente medo de
morrer.
Em nosso inconsciente, a
morte nunca é possível
quando se trata de nós
mesmos. É inconcebível
morrer de causa natural ou
idade avançada. A morte
está ligada a uma ação má,
a um acontecimento
medonho.
A criança vê a morte como algo não permanente, como um
desagrado passageiro, porém quando cresce, percebe que nem
os desejos mais fortes, não tem força suficiente para tornar
possível o impossível.
Com isso, desaparece o medo de ter contribuído para a
morte de um ente querido e, consequentemente some
a culpa, mas, o medo de morrer permanece “escondido”,
só enquanto não for fortemente despertado.
Uma criança de cinco anos que perde a mãe tanto se culpa
pelo desaparecimento dela, como se zanga porque ela a
abandonou.
O relacionamento humano e interpessoal vem perdendo cada vez mais espaço na
nossa sociedade.
A tecnologia aqueceu e acelerou o desenvolvimento da humanidade, só que
infelizmente, esfriou e enfraqueceu as relações afetivas.
Com o avanço rápido da
tecnologia e novas conquistas
científicas, os homens tornaram-
se capazes de desenvolver novas
armas aumentando seu poder de
destruição em massa. Assim,
somos forçados a lidar com a
morte em grande escala em
várias oportunidades, onde não
paramos para refletir sobre tal
condição e muitas vezes em
nosso subconsciente,
agradecemos por não ter
acontecido conosco. Não
pensamos em nossa própria
morte. Não somos capazes de
enfrentar essa possibilidade.
Na maioria das vezes a equipe médica não desenvolve o hábito de
esclarecer o paciente sobre a sua real situação, se esquivando da
responsabilidade de comunicar-lhes os rumos do tratamento, como se
essa atitude fosse diminuir tal sofrimento. Porém, o que foi percebido foi
justamente o contrário, os pacientes desejavam relatar suas experiências,
suas angústias e anseios diante da morte.
A autora realizou um trabalho com
auxílio dos padres e estudantes,
coletando inúmeros relatos e depois
discutindo- os sob perspectivas,
religiosas, filosóficas e psicológicas,
buscando avaliar o fenômeno sob
diferentes visões.
Através dessas entrevistas foi feita
uma sequência de fases pelas quais
o paciente passa, diante da morte e
do morrer.
A família do paciente - mudanças no
lar e efeitos sobre a família.
Terapia com os doentes em fase terminal
Pira
AFLIÇÃO INICIAL NA QUAL O PACIENTE EM
FASE TERMINAL E OBRIGADO A SUBMETER
PARA DEIXAR ESTE MUNDO. UMA PESSOA
COMPEREENSIVA NÃO TERÁ DIFICULDADES
EM DETECTAR A CAUSA DA DEPRESSÃO.A
MELHOR AÇÃO COM AS PESSOAS QUE ESTÃO
TRISTES E TENTAR ANIMA-LAS E ENCORAJA-
LAS.
“Não tenho medo da morte porque cada coisa tem
seu tempo. O que estou fazendo, me tratando, é
cumprir a minha parte com responsabilidade. Não
estou entregue. Estou entregue a quem sempre
estive: às mãos de Deus”.
(José Alencar)
• Fase terminal: a interação da família com a equipe é fundamental para ajudar
o paciente;
• O apoio familiar, amigos íntimos e médicos de confiança ajudarão
positivamente na reação do paciente, ou seja, proporcionar-lhe um ambiente
harmonioso;
• A comunicação entre os familiares é de suma importância, não havendo
segredos e possibilitando a aceitação da morte por ambas as partes;
• Esclarecer e solucionar desavenças entre o paciente e seus familiares, ou seja,
culpa sentimento de falhas de uns para com os outros;
• A acomodação dos familiares ou acompanhantes do paciente
deve ser confortável e é relevante quanto troca de
experiências com outros familiares que estão atravessando o
mesmo processo;
• É importante ressaltar que o paciente nessa fase sensível
percebe o ambiente que o permeia;
• Os familiares, equipes de saúde devem se ater ao sofrimento
do paciente tendo uma postura pautada na sensibilidade e
empatia;
O significado pessoal da morte
muda de acordo como
amadurecimento emocional e
cognitivo da pessoa. 
• Diminuir o medo da morte e levar a preparação para o processo
de morrer.
• Compreensão da morte do ponto de vista pessoal.
• Ajudar a lidar com pessoas (paciente, familiar e equipe) diante do
morrer.
• Preparação para enfrentamento do inevitável.
A Morte é a única certeza que temos. Vemos neste fenômeno biológico
natural, uma certeza carregada de símbolos que vão desde a biologia às
ciências sociais, pois o conceito de Morte passou por grandes transformações
no decorrer do tempo e seguirá até onde existirmos sendo investigada. A
Tanatologia é a ciência que estuda e aborda a morte, dentro das esferas
humanas, seja no contexto sociocultural, histórico ou psicológico.
A família de um motoboy porto-riquenho
assassinado Em abril de 2010
protagonizou uma cerimônia fúnebre
insólita na qual o corpo sem vida do
jovem aparecia montado em uma
motocicleta. O cadáver embalsamado foi
colocado em cima da sua moto esportiva.
Ao que parece, foi o próprio rapaz que,
ainda em vida, pediu a seus familiares
que o velassem desta forma tão pouco
usual. O cadáver foi exposto ao público,
que o visitou em massa durante dois dias.
No entanto, não foi enterrado com a
moto, que está avaliada em 14.000
dólares.
“Eu quero morrer em paz, durante o
sono, como o meu avô, e não gritando
aterrorizado, como os seus
passageiros...”
(neto do finado motorista)
• KÜBLER-ROSS, Elisabeth. Sobre a Morte e o
Morrer: o que os doentes terminais têm para
ensinar a médicos, enfermeiras, religiosos e aos
seus próprios parentes
• www.ebah.com.br/content/ABAAABLIUAC/1652
3193-resumo-sobre-a-morte-morrer
• http://fla.matrix.com.br/jung/revista/morte.htm
• http://literatortura.com/2013/06/a-sete-palmos-
da-terra-alguns-fatos-e-curiosidades-sobre-a-
certeza-indesejavel/

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Psicologia e morte
Psicologia e mortePsicologia e morte
Psicologia e morte
Ana Patricia Borges
 
Morte E Luto No Contexto Hospitalar
Morte E Luto No Contexto HospitalarMorte E Luto No Contexto Hospitalar
Morte E Luto No Contexto Hospitalar
Washington Costa
 
Finitude nossa de cada dia
Finitude nossa de cada diaFinitude nossa de cada dia
Finitude nossa de cada dia
Mara Suassuna
 
Psicologia aula 4 resumo aulas 1 2-3
Psicologia aula 4 resumo aulas 1 2-3Psicologia aula 4 resumo aulas 1 2-3
Psicologia aula 4 resumo aulas 1 2-3
Cintia Colotoni
 
Urgência e emergência
Urgência e emergênciaUrgência e emergência
Urgência e emergência
Alexandre Donha
 
Cuidador de Idoso
Cuidador de Idoso Cuidador de Idoso
Cuidador de Idoso
Ana Hollanders
 
Psicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagem Psicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagem
Maria Gabriela Gomes Cavalcante
 
O Cuidar
O CuidarO Cuidar
Aula 1 introdução à psicologia aplicada ao cuidado
Aula 1   introdução à psicologia aplicada ao cuidadoAula 1   introdução à psicologia aplicada ao cuidado
Aula 1 introdução à psicologia aplicada ao cuidado
Felipe Saraiva Nunes de Pinho
 
Curso Cuidador de Idoso (slides)
Curso Cuidador de Idoso (slides)Curso Cuidador de Idoso (slides)
Curso Cuidador de Idoso (slides)
Ana Hollanders
 
1ª aula introducao de-enfermagem
1ª aula introducao de-enfermagem1ª aula introducao de-enfermagem
1ª aula introducao de-enfermagem
Elter Alves
 
Palestra sobre suicídio original
Palestra sobre suicídio originalPalestra sobre suicídio original
Palestra sobre suicídio original
Alinebrauna Brauna
 
Enfermagem psiquiatrica
Enfermagem psiquiatricaEnfermagem psiquiatrica
Enfermagem psiquiatrica
Jose Roberto
 
Enfermagem o papel e a importância
Enfermagem   o papel e a importânciaEnfermagem   o papel e a importância
Enfermagem o papel e a importância
Célia Costa
 
Aula Saúde Mental
Aula Saúde MentalAula Saúde Mental
Aula Saúde Mental
Simone Elisa Heitor
 
Aula 11 a morte e o luto2
Aula 11 a morte e o luto2Aula 11 a morte e o luto2
Aula 11 a morte e o luto2
Futuros Medicos
 
0506 Luto - Daniela
0506 Luto - Daniela 0506 Luto - Daniela
0506 Luto - Daniela
laiscarlini
 
Não se mate você não morre
Não se mate você não morreNão se mate você não morre
Não se mate você não morre
Valter Luiz Matao Lemos
 
Fundamentos de enfermagem
Fundamentos de enfermagemFundamentos de enfermagem
Fundamentos de enfermagem
Jardiel7
 
Luto
LutoLuto

Mais procurados (20)

Psicologia e morte
Psicologia e mortePsicologia e morte
Psicologia e morte
 
Morte E Luto No Contexto Hospitalar
Morte E Luto No Contexto HospitalarMorte E Luto No Contexto Hospitalar
Morte E Luto No Contexto Hospitalar
 
Finitude nossa de cada dia
Finitude nossa de cada diaFinitude nossa de cada dia
Finitude nossa de cada dia
 
Psicologia aula 4 resumo aulas 1 2-3
Psicologia aula 4 resumo aulas 1 2-3Psicologia aula 4 resumo aulas 1 2-3
Psicologia aula 4 resumo aulas 1 2-3
 
Urgência e emergência
Urgência e emergênciaUrgência e emergência
Urgência e emergência
 
Cuidador de Idoso
Cuidador de Idoso Cuidador de Idoso
Cuidador de Idoso
 
Psicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagem Psicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagem
 
O Cuidar
O CuidarO Cuidar
O Cuidar
 
Aula 1 introdução à psicologia aplicada ao cuidado
Aula 1   introdução à psicologia aplicada ao cuidadoAula 1   introdução à psicologia aplicada ao cuidado
Aula 1 introdução à psicologia aplicada ao cuidado
 
Curso Cuidador de Idoso (slides)
Curso Cuidador de Idoso (slides)Curso Cuidador de Idoso (slides)
Curso Cuidador de Idoso (slides)
 
1ª aula introducao de-enfermagem
1ª aula introducao de-enfermagem1ª aula introducao de-enfermagem
1ª aula introducao de-enfermagem
 
Palestra sobre suicídio original
Palestra sobre suicídio originalPalestra sobre suicídio original
Palestra sobre suicídio original
 
Enfermagem psiquiatrica
Enfermagem psiquiatricaEnfermagem psiquiatrica
Enfermagem psiquiatrica
 
Enfermagem o papel e a importância
Enfermagem   o papel e a importânciaEnfermagem   o papel e a importância
Enfermagem o papel e a importância
 
Aula Saúde Mental
Aula Saúde MentalAula Saúde Mental
Aula Saúde Mental
 
Aula 11 a morte e o luto2
Aula 11 a morte e o luto2Aula 11 a morte e o luto2
Aula 11 a morte e o luto2
 
0506 Luto - Daniela
0506 Luto - Daniela 0506 Luto - Daniela
0506 Luto - Daniela
 
Não se mate você não morre
Não se mate você não morreNão se mate você não morre
Não se mate você não morre
 
Fundamentos de enfermagem
Fundamentos de enfermagemFundamentos de enfermagem
Fundamentos de enfermagem
 
Luto
LutoLuto
Luto
 

Destaque

Morte cerebral
Morte cerebralMorte cerebral
Morte cerebral
ctisaolucascopacabana
 
Terapia Nutricional Em Uti Final
Terapia Nutricional Em Uti    FinalTerapia Nutricional Em Uti    Final
Terapia Nutricional Em Uti Final
galegoo
 
Morte encefálica ii
Morte encefálica iiMorte encefálica ii
Morte encefálica ii
Girlene Sotero
 
Doação de Órgãos entre Parentes - Deontologia
Doação de Órgãos entre Parentes - DeontologiaDoação de Órgãos entre Parentes - Deontologia
Doação de Órgãos entre Parentes - Deontologia
Enfº Ícaro Araújo
 
Morte encefálica enfermagem farec
Morte encefálica   enfermagem farecMorte encefálica   enfermagem farec
Morte encefálica enfermagem farec
Estephane ingrid Souza Pessoa
 
Morte Encefálica
Morte EncefálicaMorte Encefálica
Morte Encefálica
David Nordon
 
Aula doação de órgãos
Aula doação de órgãosAula doação de órgãos
Aula doação de órgãos
PrLinaldo Junior
 
transplante de orgãos
transplante de orgãostransplante de orgãos
transplante de orgãos
Roseclaudia
 

Destaque (8)

Morte cerebral
Morte cerebralMorte cerebral
Morte cerebral
 
Terapia Nutricional Em Uti Final
Terapia Nutricional Em Uti    FinalTerapia Nutricional Em Uti    Final
Terapia Nutricional Em Uti Final
 
Morte encefálica ii
Morte encefálica iiMorte encefálica ii
Morte encefálica ii
 
Doação de Órgãos entre Parentes - Deontologia
Doação de Órgãos entre Parentes - DeontologiaDoação de Órgãos entre Parentes - Deontologia
Doação de Órgãos entre Parentes - Deontologia
 
Morte encefálica enfermagem farec
Morte encefálica   enfermagem farecMorte encefálica   enfermagem farec
Morte encefálica enfermagem farec
 
Morte Encefálica
Morte EncefálicaMorte Encefálica
Morte Encefálica
 
Aula doação de órgãos
Aula doação de órgãosAula doação de órgãos
Aula doação de órgãos
 
transplante de orgãos
transplante de orgãostransplante de orgãos
transplante de orgãos
 

Semelhante a MORTE E MORRER

Suicídio conhecer para prevenir
Suicídio conhecer para prevenirSuicídio conhecer para prevenir
Suicídio conhecer para prevenir
Abel Sidney Souza
 
Revista Grito de Alerta -Tema Suicídio.
Revista Grito de Alerta -Tema Suicídio.Revista Grito de Alerta -Tema Suicídio.
Revista Grito de Alerta -Tema Suicídio.
NEPP- Estudos Em Psicanálise
 
Como lidar com a morte
Como lidar com a morte Como lidar com a morte
Como lidar com a morte
Felipe Cruz
 
Capelania home care
Capelania  home careCapelania  home care
Capelania home care
PrLinaldo Junior
 
13-triunfo-pessoal.pdf
13-triunfo-pessoal.pdf13-triunfo-pessoal.pdf
13-triunfo-pessoal.pdf
GeraldoVenerosoJr
 
Visita ao paciente terminal sobreotemordamorte veranog 010607.pp
Visita ao paciente terminal sobreotemordamorte veranog 010607.ppVisita ao paciente terminal sobreotemordamorte veranog 010607.pp
Visita ao paciente terminal sobreotemordamorte veranog 010607.pp
PrLinaldo Junior
 
Instituto Espírita de Educação - Perdas e Luto
Instituto Espírita de Educação - Perdas e LutoInstituto Espírita de Educação - Perdas e Luto
Instituto Espírita de Educação - Perdas e Luto
Instituto Espírita de Educação
 
Sentido da vida
Sentido da vidaSentido da vida
Sentido da vida
Vitor Peixoto
 
A morte - Curso de Escatologia (6)
A morte - Curso de Escatologia (6)A morte - Curso de Escatologia (6)
A morte - Curso de Escatologia (6)
Afonso Murad (FAJE)
 
Ansiedade, Depressão & superação
Ansiedade, Depressão & superaçãoAnsiedade, Depressão & superação
Ansiedade, Depressão & superação
Rafael Almeida
 
3 visao crianca_sobre_morte
3 visao crianca_sobre_morte3 visao crianca_sobre_morte
3 visao crianca_sobre_morte
Marcelo Oliveira Borges
 
Aula 1 tanatologia christus introdução
Aula 1 tanatologia christus introduçãoAula 1 tanatologia christus introdução
Aula 1 tanatologia christus introdução
Erasmo Ruiz
 
Até que a morte nos separe
Até que a morte nos separeAté que a morte nos separe
Até que a morte nos separe
Adriana Soczek Sampaio
 
Suicídio: aspectos gerais e o papel da psicologia na sua compreensão e prevenção
Suicídio: aspectos gerais e o papel da psicologia na sua compreensão e prevençãoSuicídio: aspectos gerais e o papel da psicologia na sua compreensão e prevenção
Suicídio: aspectos gerais e o papel da psicologia na sua compreensão e prevenção
Washington Costa
 
Valorização da vida - Wilma Badan CG
Valorização da vida - Wilma Badan CGValorização da vida - Wilma Badan CG
Valorização da vida - Wilma Badan CG
Mima Badan
 
Morte e Luto
Morte e Luto Morte e Luto
Morte e Luto
KARINA ROCHA GALDF
 
Ciclo vitais finitude humana primeira aula
Ciclo vitais finitude humana primeira aulaCiclo vitais finitude humana primeira aula
Ciclo vitais finitude humana primeira aula
Erasmo Ruiz
 
5 o jovem_sua_visao_imortalidade
5 o jovem_sua_visao_imortalidade5 o jovem_sua_visao_imortalidade
5 o jovem_sua_visao_imortalidade
Marcelo Oliveira Borges
 
A elaboração da morte
A elaboração da morteA elaboração da morte
A elaboração da morte
Doroteia Múrcia Souza
 
125185642 o enfermeiro_e_a_morte
125185642 o enfermeiro_e_a_morte125185642 o enfermeiro_e_a_morte
125185642 o enfermeiro_e_a_morte
Pelo Siro
 

Semelhante a MORTE E MORRER (20)

Suicídio conhecer para prevenir
Suicídio conhecer para prevenirSuicídio conhecer para prevenir
Suicídio conhecer para prevenir
 
Revista Grito de Alerta -Tema Suicídio.
Revista Grito de Alerta -Tema Suicídio.Revista Grito de Alerta -Tema Suicídio.
Revista Grito de Alerta -Tema Suicídio.
 
Como lidar com a morte
Como lidar com a morte Como lidar com a morte
Como lidar com a morte
 
Capelania home care
Capelania  home careCapelania  home care
Capelania home care
 
13-triunfo-pessoal.pdf
13-triunfo-pessoal.pdf13-triunfo-pessoal.pdf
13-triunfo-pessoal.pdf
 
Visita ao paciente terminal sobreotemordamorte veranog 010607.pp
Visita ao paciente terminal sobreotemordamorte veranog 010607.ppVisita ao paciente terminal sobreotemordamorte veranog 010607.pp
Visita ao paciente terminal sobreotemordamorte veranog 010607.pp
 
Instituto Espírita de Educação - Perdas e Luto
Instituto Espírita de Educação - Perdas e LutoInstituto Espírita de Educação - Perdas e Luto
Instituto Espírita de Educação - Perdas e Luto
 
Sentido da vida
Sentido da vidaSentido da vida
Sentido da vida
 
A morte - Curso de Escatologia (6)
A morte - Curso de Escatologia (6)A morte - Curso de Escatologia (6)
A morte - Curso de Escatologia (6)
 
Ansiedade, Depressão & superação
Ansiedade, Depressão & superaçãoAnsiedade, Depressão & superação
Ansiedade, Depressão & superação
 
3 visao crianca_sobre_morte
3 visao crianca_sobre_morte3 visao crianca_sobre_morte
3 visao crianca_sobre_morte
 
Aula 1 tanatologia christus introdução
Aula 1 tanatologia christus introduçãoAula 1 tanatologia christus introdução
Aula 1 tanatologia christus introdução
 
Até que a morte nos separe
Até que a morte nos separeAté que a morte nos separe
Até que a morte nos separe
 
Suicídio: aspectos gerais e o papel da psicologia na sua compreensão e prevenção
Suicídio: aspectos gerais e o papel da psicologia na sua compreensão e prevençãoSuicídio: aspectos gerais e o papel da psicologia na sua compreensão e prevenção
Suicídio: aspectos gerais e o papel da psicologia na sua compreensão e prevenção
 
Valorização da vida - Wilma Badan CG
Valorização da vida - Wilma Badan CGValorização da vida - Wilma Badan CG
Valorização da vida - Wilma Badan CG
 
Morte e Luto
Morte e Luto Morte e Luto
Morte e Luto
 
Ciclo vitais finitude humana primeira aula
Ciclo vitais finitude humana primeira aulaCiclo vitais finitude humana primeira aula
Ciclo vitais finitude humana primeira aula
 
5 o jovem_sua_visao_imortalidade
5 o jovem_sua_visao_imortalidade5 o jovem_sua_visao_imortalidade
5 o jovem_sua_visao_imortalidade
 
A elaboração da morte
A elaboração da morteA elaboração da morte
A elaboração da morte
 
125185642 o enfermeiro_e_a_morte
125185642 o enfermeiro_e_a_morte125185642 o enfermeiro_e_a_morte
125185642 o enfermeiro_e_a_morte
 

Mais de Rafael Almeida

EDUCAÇÃO EMOCIONAL
EDUCAÇÃO EMOCIONALEDUCAÇÃO EMOCIONAL
EDUCAÇÃO EMOCIONAL
Rafael Almeida
 
ORIENTAÇÕES EM CRISES ENVOLVENDO PESSOAS EM IDEAÇÃO SUICIDA
ORIENTAÇÕES EM CRISES ENVOLVENDO PESSOAS EM IDEAÇÃO SUICIDAORIENTAÇÕES EM CRISES ENVOLVENDO PESSOAS EM IDEAÇÃO SUICIDA
ORIENTAÇÕES EM CRISES ENVOLVENDO PESSOAS EM IDEAÇÃO SUICIDA
Rafael Almeida
 
FENOMENOLOGIA E AS IMPLICAÇÕES DA CONSCIÊNCIA
FENOMENOLOGIA E AS IMPLICAÇÕES DA CONSCIÊNCIAFENOMENOLOGIA E AS IMPLICAÇÕES DA CONSCIÊNCIA
FENOMENOLOGIA E AS IMPLICAÇÕES DA CONSCIÊNCIA
Rafael Almeida
 
Defesa civil volume II
Defesa civil volume IIDefesa civil volume II
Defesa civil volume II
Rafael Almeida
 
INSTÂNCIAS PSÍQUICAS E ESTRUTURAS DA PERSONALIDADE À LUZ DA PSICANÁLISE
INSTÂNCIAS PSÍQUICAS E ESTRUTURAS DA PERSONALIDADE À LUZ DA PSICANÁLISEINSTÂNCIAS PSÍQUICAS E ESTRUTURAS DA PERSONALIDADE À LUZ DA PSICANÁLISE
INSTÂNCIAS PSÍQUICAS E ESTRUTURAS DA PERSONALIDADE À LUZ DA PSICANÁLISE
Rafael Almeida
 
DEFESA CIVIL
DEFESA CIVILDEFESA CIVIL
DEFESA CIVIL
Rafael Almeida
 
FENOMENOLOGIA
FENOMENOLOGIA FENOMENOLOGIA
FENOMENOLOGIA
Rafael Almeida
 
LIDERANÇA
LIDERANÇALIDERANÇA
LIDERANÇA
Rafael Almeida
 
PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
PSICOLOGIA ORGANIZACIONALPSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
Rafael Almeida
 
Aconselhamento Cristão nas questões pessoais
Aconselhamento Cristão nas questões pessoaisAconselhamento Cristão nas questões pessoais
Aconselhamento Cristão nas questões pessoais
Rafael Almeida
 
PSICOLOGIA DA CRIATIVIDADE
PSICOLOGIA DA CRIATIVIDADEPSICOLOGIA DA CRIATIVIDADE
PSICOLOGIA DA CRIATIVIDADE
Rafael Almeida
 
PRONTOS PARA MATAR E PARA MORRER
PRONTOS PARA MATAR E PARA MORRERPRONTOS PARA MATAR E PARA MORRER
PRONTOS PARA MATAR E PARA MORRER
Rafael Almeida
 
Estresse e Alcoolismo na Atividade Policial
Estresse e Alcoolismo na Atividade PolicialEstresse e Alcoolismo na Atividade Policial
Estresse e Alcoolismo na Atividade Policial
Rafael Almeida
 
MOTIVAÇÃO
MOTIVAÇÃOMOTIVAÇÃO
MOTIVAÇÃO
Rafael Almeida
 
EU E OS OUTROS - UM ENSAIO SOBRE A COMPETÊNCIA INTERPESSOAL BASEADO NO SERIAD...
EU E OS OUTROS - UM ENSAIO SOBRE A COMPETÊNCIA INTERPESSOAL BASEADO NO SERIAD...EU E OS OUTROS - UM ENSAIO SOBRE A COMPETÊNCIA INTERPESSOAL BASEADO NO SERIAD...
EU E OS OUTROS - UM ENSAIO SOBRE A COMPETÊNCIA INTERPESSOAL BASEADO NO SERIAD...
Rafael Almeida
 
RELAÇÕES INTERPESSOAIS
RELAÇÕES INTERPESSOAISRELAÇÕES INTERPESSOAIS
RELAÇÕES INTERPESSOAIS
Rafael Almeida
 
ORIENTAÇÕES PARA PAIS E ADOLESCENTES - JOGO DA BALEIA AZUL
ORIENTAÇÕES PARA PAIS E ADOLESCENTES - JOGO DA BALEIA AZULORIENTAÇÕES PARA PAIS E ADOLESCENTES - JOGO DA BALEIA AZUL
ORIENTAÇÕES PARA PAIS E ADOLESCENTES - JOGO DA BALEIA AZUL
Rafael Almeida
 
Comunicação organizacional
Comunicação organizacionalComunicação organizacional
Comunicação organizacional
Rafael Almeida
 
Relato de uma vivência sob a ótica do Existencialismo. Estudo de caso sobre M...
Relato de uma vivência sob a ótica do Existencialismo. Estudo de caso sobre M...Relato de uma vivência sob a ótica do Existencialismo. Estudo de caso sobre M...
Relato de uma vivência sob a ótica do Existencialismo. Estudo de caso sobre M...
Rafael Almeida
 
Depressão: Quando a fraqueza ganha força!
Depressão: Quando a fraqueza ganha força!Depressão: Quando a fraqueza ganha força!
Depressão: Quando a fraqueza ganha força!
Rafael Almeida
 

Mais de Rafael Almeida (20)

EDUCAÇÃO EMOCIONAL
EDUCAÇÃO EMOCIONALEDUCAÇÃO EMOCIONAL
EDUCAÇÃO EMOCIONAL
 
ORIENTAÇÕES EM CRISES ENVOLVENDO PESSOAS EM IDEAÇÃO SUICIDA
ORIENTAÇÕES EM CRISES ENVOLVENDO PESSOAS EM IDEAÇÃO SUICIDAORIENTAÇÕES EM CRISES ENVOLVENDO PESSOAS EM IDEAÇÃO SUICIDA
ORIENTAÇÕES EM CRISES ENVOLVENDO PESSOAS EM IDEAÇÃO SUICIDA
 
FENOMENOLOGIA E AS IMPLICAÇÕES DA CONSCIÊNCIA
FENOMENOLOGIA E AS IMPLICAÇÕES DA CONSCIÊNCIAFENOMENOLOGIA E AS IMPLICAÇÕES DA CONSCIÊNCIA
FENOMENOLOGIA E AS IMPLICAÇÕES DA CONSCIÊNCIA
 
Defesa civil volume II
Defesa civil volume IIDefesa civil volume II
Defesa civil volume II
 
INSTÂNCIAS PSÍQUICAS E ESTRUTURAS DA PERSONALIDADE À LUZ DA PSICANÁLISE
INSTÂNCIAS PSÍQUICAS E ESTRUTURAS DA PERSONALIDADE À LUZ DA PSICANÁLISEINSTÂNCIAS PSÍQUICAS E ESTRUTURAS DA PERSONALIDADE À LUZ DA PSICANÁLISE
INSTÂNCIAS PSÍQUICAS E ESTRUTURAS DA PERSONALIDADE À LUZ DA PSICANÁLISE
 
DEFESA CIVIL
DEFESA CIVILDEFESA CIVIL
DEFESA CIVIL
 
FENOMENOLOGIA
FENOMENOLOGIA FENOMENOLOGIA
FENOMENOLOGIA
 
LIDERANÇA
LIDERANÇALIDERANÇA
LIDERANÇA
 
PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
PSICOLOGIA ORGANIZACIONALPSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
 
Aconselhamento Cristão nas questões pessoais
Aconselhamento Cristão nas questões pessoaisAconselhamento Cristão nas questões pessoais
Aconselhamento Cristão nas questões pessoais
 
PSICOLOGIA DA CRIATIVIDADE
PSICOLOGIA DA CRIATIVIDADEPSICOLOGIA DA CRIATIVIDADE
PSICOLOGIA DA CRIATIVIDADE
 
PRONTOS PARA MATAR E PARA MORRER
PRONTOS PARA MATAR E PARA MORRERPRONTOS PARA MATAR E PARA MORRER
PRONTOS PARA MATAR E PARA MORRER
 
Estresse e Alcoolismo na Atividade Policial
Estresse e Alcoolismo na Atividade PolicialEstresse e Alcoolismo na Atividade Policial
Estresse e Alcoolismo na Atividade Policial
 
MOTIVAÇÃO
MOTIVAÇÃOMOTIVAÇÃO
MOTIVAÇÃO
 
EU E OS OUTROS - UM ENSAIO SOBRE A COMPETÊNCIA INTERPESSOAL BASEADO NO SERIAD...
EU E OS OUTROS - UM ENSAIO SOBRE A COMPETÊNCIA INTERPESSOAL BASEADO NO SERIAD...EU E OS OUTROS - UM ENSAIO SOBRE A COMPETÊNCIA INTERPESSOAL BASEADO NO SERIAD...
EU E OS OUTROS - UM ENSAIO SOBRE A COMPETÊNCIA INTERPESSOAL BASEADO NO SERIAD...
 
RELAÇÕES INTERPESSOAIS
RELAÇÕES INTERPESSOAISRELAÇÕES INTERPESSOAIS
RELAÇÕES INTERPESSOAIS
 
ORIENTAÇÕES PARA PAIS E ADOLESCENTES - JOGO DA BALEIA AZUL
ORIENTAÇÕES PARA PAIS E ADOLESCENTES - JOGO DA BALEIA AZULORIENTAÇÕES PARA PAIS E ADOLESCENTES - JOGO DA BALEIA AZUL
ORIENTAÇÕES PARA PAIS E ADOLESCENTES - JOGO DA BALEIA AZUL
 
Comunicação organizacional
Comunicação organizacionalComunicação organizacional
Comunicação organizacional
 
Relato de uma vivência sob a ótica do Existencialismo. Estudo de caso sobre M...
Relato de uma vivência sob a ótica do Existencialismo. Estudo de caso sobre M...Relato de uma vivência sob a ótica do Existencialismo. Estudo de caso sobre M...
Relato de uma vivência sob a ótica do Existencialismo. Estudo de caso sobre M...
 
Depressão: Quando a fraqueza ganha força!
Depressão: Quando a fraqueza ganha força!Depressão: Quando a fraqueza ganha força!
Depressão: Quando a fraqueza ganha força!
 

Último

A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptxA dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
ReinaldoSouza57
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
RenanSilva991968
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Biblioteca UCS
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
LucianaCristina58
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
DanielCastro80471
 
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
IslanderAndrade
 
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
DeuzinhaAzevedo
 
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
1000a
 
0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática
Giovana Gomes da Silva
 
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdfUFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
Manuais Formação
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
jbellas2
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
MateusTavares54
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Érika Rufo
 
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptxApresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
JulianeMelo17
 

Último (20)

A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptxA dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
 
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
 
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
 
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
 
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
 
0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática
 
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdfUFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
 
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptxApresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
 

MORTE E MORRER

  • 1. Contextualização do tema A morte X o avanço científico A contemporaneidade X O conflito existencial e o medo de morrer( o temor da morte) Atitudes diante da morte e do morrer Rafael Rafael Almeida Iracema Elias Keila Cristina Natany Moraes Rayane Evellyn
  • 2. Não tenho medo da morte, mas sim medo de morrer. Qual seria a diferença? você há de perguntar. É que a morte já é depois que eu deixar de respirar. Morrer ainda é aqui, na vida, no sol, no ar. Ainda pode haver dor ou vontade de mijar. A morte já é depois, já não haverá ninguém. Como eu aqui agora pensando sobre o além. Já não haverá o além, o além já será então. Não terei pé nem cabeça, nem fígado, nem pulmão. Como poderei ter medo se não terei coração? Não tenho medo da morte, mas medo de morrer, sim! A morte é depois de mim. Mas quem vai morrer sou eu, o derradeiro ato meu, e eu terei de estar presente, assim como um presidente, dando posse ao sucessor. Terei que morrer vivendo sabendo que já me vou. Então nesse instante sim, sofrerei quem sabe um choque... um piripaque, ou um baque, um calafrio ou um toque. Coisas naturais da vida, como comer, caminhar, morrer de morte matada, morrer de morte morrida. Quem sabe eu sinta saudade, como em qualquer despedida.
  • 3. Diversas situações em que indivíduos por algum motivo deparam com a morte, seja ele um moribundo ou um ente que acompanha o estágio final de alguém querido. A medicina e a educação visando boas práticas progrediu nas últimas décadas. Cresce a população idosa, uma parcela que procura enfrentar a solidão e o isolamento em que vivem.
  • 4. As mudanças ocorridas nas últimas décadas são responsáveis pelo crescente medo de morrer. Em nosso inconsciente, a morte nunca é possível quando se trata de nós mesmos. É inconcebível morrer de causa natural ou idade avançada. A morte está ligada a uma ação má, a um acontecimento medonho.
  • 5. A criança vê a morte como algo não permanente, como um desagrado passageiro, porém quando cresce, percebe que nem os desejos mais fortes, não tem força suficiente para tornar possível o impossível. Com isso, desaparece o medo de ter contribuído para a morte de um ente querido e, consequentemente some a culpa, mas, o medo de morrer permanece “escondido”, só enquanto não for fortemente despertado. Uma criança de cinco anos que perde a mãe tanto se culpa pelo desaparecimento dela, como se zanga porque ela a abandonou.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9.
  • 10. O relacionamento humano e interpessoal vem perdendo cada vez mais espaço na nossa sociedade. A tecnologia aqueceu e acelerou o desenvolvimento da humanidade, só que infelizmente, esfriou e enfraqueceu as relações afetivas. Com o avanço rápido da tecnologia e novas conquistas científicas, os homens tornaram- se capazes de desenvolver novas armas aumentando seu poder de destruição em massa. Assim, somos forçados a lidar com a morte em grande escala em várias oportunidades, onde não paramos para refletir sobre tal condição e muitas vezes em nosso subconsciente, agradecemos por não ter acontecido conosco. Não pensamos em nossa própria morte. Não somos capazes de enfrentar essa possibilidade.
  • 11.
  • 12.
  • 13. Na maioria das vezes a equipe médica não desenvolve o hábito de esclarecer o paciente sobre a sua real situação, se esquivando da responsabilidade de comunicar-lhes os rumos do tratamento, como se essa atitude fosse diminuir tal sofrimento. Porém, o que foi percebido foi justamente o contrário, os pacientes desejavam relatar suas experiências, suas angústias e anseios diante da morte. A autora realizou um trabalho com auxílio dos padres e estudantes, coletando inúmeros relatos e depois discutindo- os sob perspectivas, religiosas, filosóficas e psicológicas, buscando avaliar o fenômeno sob diferentes visões. Através dessas entrevistas foi feita uma sequência de fases pelas quais o paciente passa, diante da morte e do morrer.
  • 14.
  • 15.
  • 16. A família do paciente - mudanças no lar e efeitos sobre a família. Terapia com os doentes em fase terminal Pira
  • 17.
  • 18.
  • 19. AFLIÇÃO INICIAL NA QUAL O PACIENTE EM FASE TERMINAL E OBRIGADO A SUBMETER PARA DEIXAR ESTE MUNDO. UMA PESSOA COMPEREENSIVA NÃO TERÁ DIFICULDADES EM DETECTAR A CAUSA DA DEPRESSÃO.A MELHOR AÇÃO COM AS PESSOAS QUE ESTÃO TRISTES E TENTAR ANIMA-LAS E ENCORAJA- LAS.
  • 20. “Não tenho medo da morte porque cada coisa tem seu tempo. O que estou fazendo, me tratando, é cumprir a minha parte com responsabilidade. Não estou entregue. Estou entregue a quem sempre estive: às mãos de Deus”. (José Alencar)
  • 21.
  • 22. • Fase terminal: a interação da família com a equipe é fundamental para ajudar o paciente; • O apoio familiar, amigos íntimos e médicos de confiança ajudarão positivamente na reação do paciente, ou seja, proporcionar-lhe um ambiente harmonioso; • A comunicação entre os familiares é de suma importância, não havendo segredos e possibilitando a aceitação da morte por ambas as partes; • Esclarecer e solucionar desavenças entre o paciente e seus familiares, ou seja, culpa sentimento de falhas de uns para com os outros;
  • 23. • A acomodação dos familiares ou acompanhantes do paciente deve ser confortável e é relevante quanto troca de experiências com outros familiares que estão atravessando o mesmo processo; • É importante ressaltar que o paciente nessa fase sensível percebe o ambiente que o permeia; • Os familiares, equipes de saúde devem se ater ao sofrimento do paciente tendo uma postura pautada na sensibilidade e empatia;
  • 24.
  • 25.
  • 26.
  • 27. O significado pessoal da morte muda de acordo como amadurecimento emocional e cognitivo da pessoa. 
  • 28.
  • 29.
  • 30. • Diminuir o medo da morte e levar a preparação para o processo de morrer. • Compreensão da morte do ponto de vista pessoal. • Ajudar a lidar com pessoas (paciente, familiar e equipe) diante do morrer. • Preparação para enfrentamento do inevitável.
  • 31.
  • 32.
  • 33. A Morte é a única certeza que temos. Vemos neste fenômeno biológico natural, uma certeza carregada de símbolos que vão desde a biologia às ciências sociais, pois o conceito de Morte passou por grandes transformações no decorrer do tempo e seguirá até onde existirmos sendo investigada. A Tanatologia é a ciência que estuda e aborda a morte, dentro das esferas humanas, seja no contexto sociocultural, histórico ou psicológico.
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38. A família de um motoboy porto-riquenho assassinado Em abril de 2010 protagonizou uma cerimônia fúnebre insólita na qual o corpo sem vida do jovem aparecia montado em uma motocicleta. O cadáver embalsamado foi colocado em cima da sua moto esportiva. Ao que parece, foi o próprio rapaz que, ainda em vida, pediu a seus familiares que o velassem desta forma tão pouco usual. O cadáver foi exposto ao público, que o visitou em massa durante dois dias. No entanto, não foi enterrado com a moto, que está avaliada em 14.000 dólares.
  • 39. “Eu quero morrer em paz, durante o sono, como o meu avô, e não gritando aterrorizado, como os seus passageiros...” (neto do finado motorista) • KÜBLER-ROSS, Elisabeth. Sobre a Morte e o Morrer: o que os doentes terminais têm para ensinar a médicos, enfermeiras, religiosos e aos seus próprios parentes • www.ebah.com.br/content/ABAAABLIUAC/1652 3193-resumo-sobre-a-morte-morrer • http://fla.matrix.com.br/jung/revista/morte.htm • http://literatortura.com/2013/06/a-sete-palmos- da-terra-alguns-fatos-e-curiosidades-sobre-a- certeza-indesejavel/