O documento discute a evolução histórica da percepção da morte na medicina e sociedade, desde a Idade Média até os dias atuais. A morte era algo público até o século XIX, quando passou a ser vista cientificamente como instrumento para se aprender sobre a vida e doenças. Nos anos 1960, pesquisadores passaram a estudar as mudanças nas práticas e representações sobre a morte. Atualmente, a psicologia estuda temas como a morte na família, ensino e compreensão da mortalidade.