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O Relatório Global Para Prevenção do
Suicídio da OMS aponta que mais de
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ao redor do mundo, perfazendo uma
taxa de 11,4 mortes para cada 100 mil
habitantes. Isso equivale a uma morte a
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Brasil no ranking como 8º país em
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No Brasil a mortalidade anual
decorrente de suicídios vem
se aproximando do número
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pessoas de 15 e 29 anos,
ficando atrás dos acidentes
de trânsito, que são
responsáveis pelo maior
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Há um
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suicida que envolve
a tomada de
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Todo um comportamento suicida
envolve um processo de
tomada de decisão, que se
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A intenção pode
desencadear o
processo de tomada
de decisão. Pode ter
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primeiro estágio do
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etapa de elaboração de
um plano, um
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Fase em que o indivíduo
utiliza meios capazes de
ceifar sua vida.
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O grau de intenção
manifesta de morrer;
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ato pretendido;
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indivíduo na sua tentativa
de ceifar a própria vida, é a
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apenas 10% dos tentantes
obtenham êxito.
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dilemas: do que são feitos os novos policiais
militares
de SP.).
A intenção pode
desencadear o
processo de tomada
de decisão. Pode ter
nexo causal.
Caracterizado pela fraca interação do agente
com seu meio social. Seus vínculos são tão
frágeis que o levam a uma grande
desmotivação, o que progride para a
depressão.
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de afeto.
Marcado pela interação
social extremamente forte
agente para com a
comunidade que o cerca.
Assim, sua ocorrência se
dá por um motivo maior
que o
próprio indivíduo, o suicida
atua em prol da
comunidade a que
pertence, de modo que tira
a própria vida para não
representar um fardo em
seu meio social.
Quando a sociedade deixa
de regular a vida do
indivíduo e suas
demandas pessoais,
financeiras, emocionais ou
afetivas não se sustentam
mais na situação social
que se apresenta.
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brusca de um padrão
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sustenta diante de uma
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Natureza da sua profissão;
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policiais estão mais
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Além dos fatores pessoais
que podem levar qualquer
pessoa ao cometimento do
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lidam com fatores
organizacionais que
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organizacional das
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limita a liberdade
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levando-os, por fim, à
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constante pode trazer
prejuízo em outros
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sociais.
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1. O primeiro passo é achar um lugar adequado,
onde uma conversa tranquila possa ser mantida com
privacidade razoável. Preocupar-se com o local já é
uma forma de demonstrar acolhimento.
2. Reserve o tempo necessário e apropriado.
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necessitam de mais tempo e paciência para deixar
de se sentirem um fardo. É preciso também estar
disponível emocionalmente para lhes dar atenção.
3. Ouça com atenção. A escuta é por si só o maior
passo para reduzir o nível de desespero suicida. O
objetivo é preencher uma lacuna criada pela
desconfiança, pelo desespero e pela perda de
esperança e dar à pessoa um acolhimento no
presente, um conforto diante de sua dor
existencial.
Uma abordagem calma, aberta, de aceitação e de
não-julgamento é fundamental para facilitar a
comunicação.
4.Entenda os sentimentos da pessoa (empatia).
• Dê mensagens não verbais de aceitação e respeito.
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pessoa.
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•Tente não interromper
frequentemente.
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ou muito emocionado.
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trivial.
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que possa colocá-la numa posição
de
inferioridade.
• Não diga simplesmente que tudo
vai ficar bem. Opte em dizer que
entende a dor e a situação que a
5. Jamais emita qualquer juízo de valor e qualquer
julgamento;
1) Preste atenção nas frases de
alerta, como: “Eu preferia estar
morto”; “Eu não aguento mais”,
entre outras;
2) Providencie um ambiente
reservado e seguro para
conversar com a pessoa;
3) Ouça atentamente os
problemas, buscando identificar
aspectos do estado mental do
agente, do seu plano suicida e
de seu sistema de apoio social;
4) Emita sinais não verbais de
aprovação durante o diálogo,
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policial está contando; e olhe
sempre nos olhos dele.
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empática, demonstrando
interesse pelo que está sendo
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6) Tente apresentar perspectivas
positivas para a situação sem,
contudo, fazer o sofrimento
parecer algo trivial;
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sofrimento apresentado e nem
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inferiorizem;
8) Nunca utilize a hierarquia
para tentar impor sua forma de
pensar;
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ORIENTAÇÕES EM CRISES ENVOLVENDO PESSOAS EM IDEAÇÃO SUICIDA

  • 1.
  • 3. O Relatório Global Para Prevenção do Suicídio da OMS aponta que mais de 800 mil pessoas se matam anualmente ao redor do mundo, perfazendo uma taxa de 11,4 mortes para cada 100 mil habitantes. Isso equivale a uma morte a cada 40 segundos. Brasil no ranking como 8º país em número de suicídios. 11.821 suicídios registrados de 9.198 homens e 2.623 mulheres. Índia - 258 mil óbitos. China - 120,7 mil. EUA - 43 mil. Rússia - 31 mil. Japão - 29 mil. Coreia do Sul - 17 mil. Paquistão -13 mil.
  • 4. No Brasil a mortalidade anual decorrente de suicídios vem se aproximando do número de óbitos decorrentes da Aids. Em 2014 a Aids matou 12.575. No mesmo período suicidaram 11.821 pessoas. No mundo, o suicídio foi a 2ª causa de morte entre pessoas de 15 e 29 anos, ficando atrás dos acidentes de trânsito, que são responsáveis pelo maior número de mortes nesta faixa etária. (PERASSO, 2015).
  • 5. Todo caso de morte que resulta direta ou indiretamente de um ato, positivo ou negativo, realizado pela própria vítima e que ela saiba que produziria esse resultado. Há um comportamento suicida que envolve a tomada de decisão. A tentativa se enquadra como o ato suicida interrompido.
  • 6.
  • 7. Todo um comportamento suicida envolve um processo de tomada de decisão, que se dá através da: Intenção suicida; Ideação manifestada; Tentativa; Consumação. (Suicídio nas forças policiais: um estudo comparativo na PSP, GNRe PJ. Porto, 2007).
  • 8. Propensão; Desejo; Vontade continuada. A intenção pode desencadear o processo de tomada de decisão. Pode ter nexo causal.
  • 9. Pensamento, ameaças e plano: Trata-se do primeiro estágio do comportamento suicida e engloba dois momentos distintos: a formulação de pensamentos e ameaças de autodestruição objetivando a morte e a etapa de elaboração de um plano, um planejamento para que o
  • 10. Fase em que o indivíduo utiliza meios capazes de ceifar sua vida. Observa-se: O grau de intenção manifesta de morrer; A gravidade médica do ato pretendido; O método empregado.
  • 11. Representa o sucesso do indivíduo na sua tentativa de ceifar a própria vida, é a tentativa bem-sucedida. Estima-se ainda que apenas 10% dos tentantes obtenham êxito. A consecução não significa que a ajuda ofertada foi falha. (CORDEIRO,2010, p. 47-48 apud NUNES DA SILVA, 2014, p. 23 Marcha soldado - sonhos, pressão de dilemas: do que são feitos os novos policiais militares de SP.).
  • 12. A intenção pode desencadear o processo de tomada de decisão. Pode ter nexo causal.
  • 13. Caracterizado pela fraca interação do agente com seu meio social. Seus vínculos são tão frágeis que o levam a uma grande desmotivação, o que progride para a depressão. Falta razão de ser. Baixa frustração à perda de pessoas ou objetos de afeto.
  • 14. Marcado pela interação social extremamente forte agente para com a comunidade que o cerca. Assim, sua ocorrência se dá por um motivo maior que o próprio indivíduo, o suicida atua em prol da comunidade a que pertence, de modo que tira a própria vida para não representar um fardo em seu meio social.
  • 15. Quando a sociedade deixa de regular a vida do indivíduo e suas demandas pessoais, financeiras, emocionais ou afetivas não se sustentam mais na situação social que se apresenta. Diante de uma quebra brusca de um padrão social, o qual implica na imagem que a pessoa sustenta diante de uma coletividade. Mais recorrente entre os policiais
  • 16.
  • 18. relacionam-se com o nível de consciência do agente. Através do seu discurso é possível avaliar o estado de saúde mental atual (níveis de consciência e estado e de juízo). Pensamento e planejamento
  • 19. Tentativa e Execução Deve-se observar o grau de ação sobre o planejamento e quão cedo o ato está para ser realizado. É importante acionar o sistema de apoio social da pessoa (família, amigos etc.) (BRASIL, 2006, p. 57Prevenção do suicídio Vídeo socorro
  • 20.
  • 21. Natureza da sua profissão; O risco de vida; A desregulação do sono; A privação de convívio familiar; Por conta de fatores estressores os policiais estão mais propensos ao cometimento do suicídio que a maioria das demais profissões.
  • 22. Além dos fatores pessoais que podem levar qualquer pessoa ao cometimento do ato suicida, os policiais lidam com fatores organizacionais que influenciam esse comportamento. A estrutura organizacional; A cultura policial; O isolamento social; A imagem pública negativa; O stress; O acesso à arma.
  • 23. a estrutura organizacional das corporações policiais limita a liberdade (inclusive de expressão) dos integrantes da força, gerando frustração nos policiais e, consequentemente, remetendo os agentes a pensamentos negativos, levando-os, por fim, à infelicidade.
  • 24. O status de polícia constante pode trazer prejuízo em outros papéis ou identidades sociais. Pode proporcionar um afastamento da sociedade e enfraquecer importantes vínculos que funcionariam como fatores protetores do suicídio policial.
  • 25. A atividade repressora da força estatal tende a causar uma resistência por uma parcela da sociedade. O avanço de políticas liberais também favorece a perda da tradição de legitimidade, culminando com o aumento da hostilização por parte de alguns setores da comunidade. O fato dos agentes constituírem a última barreira entre o cumprimento da lei e a consecução do ato delituoso, põe a ação policial em cheque, principalmente quando a mídia enfatiza os aspectos negativos da atuação policial.
  • 26. O perigo; O sentimento de inutilidade; O convívio com as mazelas sociais; O desprezo social; O trabalho por turnos de serviço; A morte de parceiros em serviço. O stress desencadeia uma série de desequilíbrios químicos no organismo, responsáveis pelo aparecimento de várias doenças físicas e mentais.
  • 27. As armas são o método eleito em 95% dos suicídios na polícia. O policial que decide tirar a própria vida possui um meio de alta letalidade para atingir seu intento, o que afasta o medo de sobreviver com sequelas e sofrer ainda mais do que já vinha sofrendo. Acredita que o suicídio porá fim aos seus problemas e a arma o ajuda a resolver isso com mais facilidade. Fica, portanto, encorajado a se matar. O acesso à arma em tempo integral também influencia na prática suicida por policiais
  • 28.
  • 29. Os sentimentos indicativos de risco suicida: • Depressão; • Desesperança; • Desamparo; • Desespero 4D do suicídio
  • 30. • Status socioeconômico e nível de educação baixos; • Perda de emprego; • Stress social; • Problemas com o funcionamento da família, relações sociais e sistemas de apoio; • Trauma, tal como abuso físico e sexual; • Perdas pessoais; • Perturbações mentais tais como depressão, perturbações da personalidade, esquizofrenia e abuso de álcool e de substâncias; • Sentimentos de baixa autoestima ou de desesperança; • Questões de orientação sexual (tais como homossexualidade);
  • 31. • Comportamentos idiossincráticos; • Pouco discernimento, falta de controle da impulsividade, e comportamentos autodestrutivos; • Poucas competências para enfrentar problemas; • Doença física e dor crônica; • Exposição ao suicídio de outras pessoas; • Acesso a meios para conseguir fazer-se mal; • Acontecimentos destrutivos e violentos (tais como guerra ou desastres catastróficos).
  • 32.
  • 33. Vínculos saudáveis com pessoas, família e instituições; Existência de um projeto de vida com metas alcançáveis; Modelos sociais que promovam a valorização da vida e da saúde física e mental; Ambiente de trabalho saudável; Autoestima elevada; Exercício da espiritualidade; Manejo razoável do humor e do estado de ansiedade;
  • 34.
  • 35. 1. O primeiro passo é achar um lugar adequado, onde uma conversa tranquila possa ser mantida com privacidade razoável. Preocupar-se com o local já é uma forma de demonstrar acolhimento.
  • 36. 2. Reserve o tempo necessário e apropriado. Pessoas com ideação suicida usualmente necessitam de mais tempo e paciência para deixar de se sentirem um fardo. É preciso também estar disponível emocionalmente para lhes dar atenção.
  • 37. 3. Ouça com atenção. A escuta é por si só o maior passo para reduzir o nível de desespero suicida. O objetivo é preencher uma lacuna criada pela desconfiança, pelo desespero e pela perda de esperança e dar à pessoa um acolhimento no presente, um conforto diante de sua dor existencial. Uma abordagem calma, aberta, de aceitação e de não-julgamento é fundamental para facilitar a comunicação.
  • 38. 4.Entenda os sentimentos da pessoa (empatia). • Dê mensagens não verbais de aceitação e respeito. • Expresse respeito pelas opiniões e pelos valores da pessoa. • Converse honestamente e com autenticidade. • Mostre sua preocupação, seu cuidado e sua afeição. • Focalize nos sentimentos da pessoa.
  • 39. •Tente não interromper frequentemente. • Não demonstre que está chocado ou muito emocionado. • Não diga que você está ocupado. • Não Faça o problema parecer trivial. • Não trate a pessoa de uma maneira que possa colocá-la numa posição de inferioridade. • Não diga simplesmente que tudo vai ficar bem. Opte em dizer que entende a dor e a situação que a 5. Jamais emita qualquer juízo de valor e qualquer julgamento;
  • 40.
  • 41. 1) Preste atenção nas frases de alerta, como: “Eu preferia estar morto”; “Eu não aguento mais”, entre outras; 2) Providencie um ambiente reservado e seguro para conversar com a pessoa; 3) Ouça atentamente os problemas, buscando identificar aspectos do estado mental do agente, do seu plano suicida e de seu sistema de apoio social; 4) Emita sinais não verbais de aprovação durante o diálogo, como um breve aceno de cabeça validando o que o policial está contando; e olhe sempre nos olhos dele. 5) Promova uma comunicação empática, demonstrando interesse pelo que está sendo dito.
  • 42. 6) Tente apresentar perspectivas positivas para a situação sem, contudo, fazer o sofrimento parecer algo trivial; 7) Jamais menospreze o sofrimento apresentado e nem use expressões que o inferiorizem; 8) Nunca utilize a hierarquia para tentar impor sua forma de pensar; 9) Nunca emita julgamentos acerca da situação, mesmo que de forma não-verbal;
  • 43. Cabo PM Rafael Almeida Psicólogo clínico - CRP04/45541 almeidaquerfalar@gmail.com