Este documento discute a tendência atual de medicalizar problemas sociais e de comportamento. A autora faz um paralelo com a história de O Mágico de Oz para ilustrar como as pessoas tendem a buscar respostas externas em vez de cultivar sua inteligência, sensibilidade e coragem internas. A medicalização silencia a expressão e a dissidência, tratando-as como doenças. A autora defende valorizar a livre expressão do pensamento, sentimento e ação transformadora.