O documento discute o conhecimento sobre morte encefálica entre estudantes e médicos intensivistas no Brasil. Mostra que a maioria dos estudantes sabe identificar pacientes candidatos, mas poucos acertam os testes clínicos e complementares necessários. Intensivistas pediátricos têm menos conhecimento que adultos. Também discute as etapas para diagnóstico e doação de órgãos após morte encefálica.