SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 180
Prof. Wandick Rocha
wandickrocha@yahoo.com.br
http://contabilidademais.blogspot.com.br/
Práticas de Administrativas
a) Definições de Pessoas Física e Jurídica;
b) Funções Essenciais das Empresas;
c) Tipos de Empresas Constituídas no Brasil;
d) Princípios das Práticas Administrativas.
AULA 1 – Introdução
O que é admistração?
Administração
 Significa direção  gerência  ato de
gerenciar pessoas e recursos  para
alcançar os objetivos.
 Ramo das ciências humanas que se
caracteriza pela aplicação prática de
princípios, normas e funções dentro das
organizações.
Pessoa Física e Pessoa Jurídica
 Pessoa Física é a pessoa natural, todo
indivíduo desde o nascimento até a
morte.
 Pessoa Jurídica consiste num conjunto
de pessoas ou bens, dotado de
personalidade jurídica própria e
constituída na forma da lei.
O que é empresa?
Conceito de Empresa
 Associação de pessoas para a exploração
de um negócio que produz ou oferece
bens e serviços para ter lucro.
 Lucro  sustentabilidade  crescimento
 oportunidades.
Fatores de Produção
Recursos
Naturais
Capital
Trabalho
Administração Científica
 Administração Científica: modelo de
administração criado pelo americano
Frederick Wislow Taylor, no fim do
século XIX e início do século XX.
 Baseia na aplicação do método
científico na administração com o intuito
de garantir o melhor custo x benefício
aos sistemas produtivos.
6 Funções Básicas
Técnica
Comercial
Financeira
Segurança
Contábil
Administrativa
PREVISÃO
ORGANIZAÇÃO
COMANDO
COORDENAÇÃO
CONTROLE
DESCRIÇÃO
SOCIEDADE
LIMITADA
SOCIEDADE
ANÔNIMA
DENOMINAÇÃO LTDA. S. A.
CAPITAL SOCIAL Aberto Fechado
SÓCIOS Quotistas Acionistas
PARTICIPAÇÃO Quotas Ações
NEGOCIAÇÃO Particular
Bolsa de
Valores
Sociedade Limitada x Sociedade Anônima
MEI – Micro Empreendedor Individual
 Faturamento mensal – R$ 5.000,00
anual – R$ 60.000,00
 Pode ter um funcionário fixo com registro na
carteira de trabalho.
 Registro no Cadastro Nacional de Pessoas
Jurídicas (CNPJ).
 A estrutura de negócios é exercida no nome
da pessoa, que será também o nome da
empresa.
 Não há separação entre os bens da pessoa
e os da empresa.
 Pode ser optante do Simples Nacional.
EIRELI - Empresa Individual de
Responsabilidade Limitada
 Faturamento mensal – R$ 5.000,00
anual – R$ 60.000,00
 Pode ter um funcionário fixo com registro na
carteira de trabalho.
 Registro no Cadastro Nacional de Pessoas
Jurídicas (CNPJ).
 A estrutura de negócios é exercida no nome da
pessoa, que será também o nome da empresa.
 Há separação entre os bens da pessoa e os da
empresa  Capital – 100 salários mínimos.
 Pode ser optante do Simples Nacional.
ME – Microempresa
 Faturamento anual: até R$ 360.0000,00.
 Constituição: sociedade limitada (Ltda-ME)
com dois ou mais sócios.
 Registro no Cadastro Nacional de Pessoas
Jurídicas (CNPJ).
 Pode ser optante do Simples Nacional.
 Documento: Contrato social.
EPP – Empresa de Pequeno Porte
 Faturamento anual de R$ 360.0000,01
até R$ 3.600.000,00
 Constituição: sociedade limitada (Ltda.-EPP)
com dois ou mais sócios.
 Registro no Cadastro Nacional de Pessoas
Jurídicas (CNPJ).
 Pode ser optante do Simples Nacional.
 Documento: Contrato social.
 Algumas empresas são vedadas pela lei como:
bancos, sociedades de crédito e corretoras de
valores.
Empresa: Pública, Privada e Mista
 Pública: oriunda de órgãos
governamentais, municipal, estadual ou
federal. Capital Social é 100% público, sem
participação de capital privado.
 Privada: provinda de uma firma individual
ou de sociedade. Capital Social é 100%
particular.
 Mista: junção das empresas públicas com
as empresas privadas. A empresa pública
detém a maior parte das ações, assumindo
o controle administrativo.
Por que as empresas fecham?
“Causa Mortis” das Empresas
 Não conhecer o mercado.
 Não fazer planejamento financeiro.
 Não fazer pesquisa mercadológica.
 Não saber administrar os recursos.
 Não ter visão de futuro.
 Falta de comportamento empreendedor.
 Esperar retorno rápido.
Missão
 A missão de uma empresa corresponde ao
que esta se propõe a fazer e para quem.
 É a razão de sua existência.
Exemplo > Missão da Microlins:
“Transformar os sonhos dos nossos alunos
em realidade, por meio da educação,
formação profissional e encaminhamento
ao mercado de trabalho.”
Visão
 É a direção desejada, o caminho que se
pretende percorrer, uma proposta do que a
empresa deseja ser, a médio e longo prazo,
e como ela espera ser vista por todos.
 Responsável por nortear a organização.
Exemplo > Visão da Microlins:
“Realizar sonhos e cultivar a cidadania por
meio da formação profissional, agregando
valores perceptíveis para o país, os
clientes, acionistas e parceiros.”
Valores
 Podem ser definidos como princípios que
guiam a vida da organização, tendo um
papel tanto de atender seus objetivos
quanto de atender às necessidades de
todos.
 Incidem nas convicções que fundamentam
as escolhas por um modo de conduta tanto
de um indivíduo quanto em uma
organização.
Exemplo > Valores da Microlins:
Realização, Profissionalismo, Iniciativa,
Justiça, Trabalho em Grupo, Comunicação.
Objetivo x Meta
 Objetivo: descrição daquilo que se
pretende alcançar.
 Meta: definição em termos quantitativos e
com um prazo determinado.
a) Constituição de Empresa;
b) Contrato Social;
c) Procedimento de Abertura de Empresa.
AULA 2 – Empresa
Classificação das Empresas
JURÍDICA ECONÔMICA
INDÚSTRIA SETOR PRIMÁRIO
COMÉRCIO SETOR SECUNDÁRIO
PRESTAÇÃO
DE SERVIÇOS
SETOR TERCIÁRIO
Porte das Empresas
EMPRESA INDÚSTRIA
COMÈRCIO
E SERVIÇOS
MICRO
Até 19
empregados
Até 9
empregados
PEQUENA
De 20 a 99
empregados
De 10 a 49
empregados
MÉDIA
De 100 a 499
empregados
De 50 a 99
empregados
GRANDE
Mais de 500
empregados
Mais de 100
empregados
Porte das Empresas
EMPRESA INDÚSTRIA
COMÈRCIO
E SERVIÇOS
FATURAMENTO
ANUAL
MICRO
Até 19
empregados
Até 9
empregados
Até R$ 360.000,00
PEQUENA
De 20 a 99
empregados
De 10 a 49
empregados
R$ 360.000,01 a
R$ 3.600.000,00
MÉDIA
De 100 a 499
empregados
De 50 a 99
empregados
R$ 3.600.000,01 a
R$ 20.000.000,00
GRANDE
Mais de 500
empregados
Mais de 100
empregados
Acima de
20.000.000,00
Plano de Negócio
 Documento que descreve por escrito os
objetivos de um negócio e quais passos
devem ser dados para que esses objetivos
sejam alcançados, diminuindo os riscos e
as incertezas.
 Permite identificar e restringir seus erros no
papel, ao invés de cometê-los no mercado.
 Palavra-chave: Planejamento.
Constituição de Empresa
 1 – Pesquisar nome e o endereço.
 2 – Contratar um contador.
 3 – Elaborar Contrato Social e registrá-lo na
Junta Comercial ou no Cartório de Registro
de Pessoas Jurídicas.
 4 – Cadastrar o CNPJ na Receita Federal.
 5 – Registrar Alvará na Prefeitura.
 6 – Cadastrar a Inscrição Estadual na
Secretaria da Fazenda do Estado.
 7 – Registrar a empresa na Previdência.
Registros
 Junta Comercial: registro do Contrato
Social.
 Receita Federal: registro do CNPJ. (IR)
 Secretaria da Fazenda: registro da
Inscrição Estadual. (ICMS)
 Prefeitura: Alvará de funcionamento.
(ISSQN)
Contrato Social
1. Qualificação completa dos sócios;
2. Indicação do tipo jurídico da sociedade;
3. Nome empresarial;
4. Endereço comercial (sede);
5. Objeto social;
6. Capital social;
7. Responsabilidade dos sócios;
8. Prazo de duração da sociedade.
Contrato Social
9. Administração;
10. Cessão de quotas;
11. Falecimento / interdição de sócio;
12. Data do exercício social;
13. Participação dos sócios;
14. Administrador;
15. Foro;
16. Local e data;
17. Assinatura dos sócios.
a) Comunicação e seus Agentes;
b) Redações Comerciais;
c) Reunião Empresarial.
AULA 5 – Comunicação
O que é comunicação?
Comunicação Empresarial
 Comunicação  ato de transmitir uma
informação e ocorre quando interagimos
com outras pessoas usando linguagem.
 Comunicação Empresarial  ferramenta
estratégica de planejamento utilizada para
melhorar a imagem e os resultados.
 Linguagem  processo comunicativo pelo
qual as pessoas interagem entre si.
Processo de Comunicação
RECEPTOREMISSOR
MENSAGEM
FEEDBACK
RUÍDO
CODIFICAÇÃO
DECODIFICAÇÃO
CANAL
CANAL
Elementos da Comunicação
 Emissor  emite a mensagem;
 Receptor  recebe a mensagem;
 Código  maneira pela qual a mensagem
se organiza;
 Canal  meio físico ou virtual que assegura
a circulação da mensagem;
 Mensagem  conteúdo das informações
transmitidas.
 Feedback  resposta do receptor;
 Contexto  variáveis da comunicação;
 Ruído  elementos que perturbam,
dificultam a compreensão da informação.
Ruídos na Comunicação
 Barreiras mecânicas ou físicas  comunicação é
bloqueada por fatores físicos. Ex.: Barulho.
 Barreiras fisiológicas  problemas genéticos ou de
má formação dos órgãos vitais da fala. Ex.: Gaguez.
 Barreiras semânticas  uso inadequado da
linguagem. Ex.: termos técnicos.
 Barreiras psicológicas  preconceitos e
estereótipos. Ex.: tatuado – drogado.
 Barreiras pessoais  depende da personalidade, das
emoções, dos valores da pessoa. Ex.: nervosismo.
 Barreiras administrativas burocráticas  como as
empresa atua e processa as informações. Ex.: por
escrito.
Tipos de Redações Comerciais
 Carta;
 Ofício;
 Memorando;
 Email
 Declaração;
 Atestado;
 Aviso;
 Edital;
 Relatório
 Formulário
 Procuração;
 Ata.
O que significa reunião?
Reunião Empresarial
 Encontro de pessoas com propósito de
discutir uma assunto e chegar a um
consenso.
 Etapas  planejamento; condução; e
acompanhamento.
 Integrantes  condutor; controlador do
tempo; relator; e convidados.
Condutor da Reunião
 Responsável por:
 Organizar a reunião;
 Convocar os participantes;
 Confirmas as presenças;
 Reservar o local;
 Definir os objetivos;
 Preparar materiais e equipamentos;
 Escolher o controlador do tempo e o
relator;
 Preparar o coffee break.
Controlador do tempo
 Responsável por:
 Cronometrar o tempo que cada um tem
para discursar;
 Alertar os participantes do tempo que falta
para o término da sua fala e o término da
reunião.
Relator da Reunião
 Responsável por:
 Fazer os registros dos assuntos discutidos;
 Acompanhar os pontos da pauta;
 Certificar que todos os pontos foram
discutidos;
 Tomar notas sobre as decisões;
 Elaborar a Ata da Reunião;
 Colher as assinaturas de todos os
participantes na Ata;
Envia cópia da Ata aos participantes.
Convocação da Reunião
 É o convite para que os participantes
compareçam a uma reunião.
 Deve ser enviada com dois dias de
antecedência.
 Deve constar:
 Pauta da reunião;
 Objetivo;
 Local, data e hora da reunião;
Ata da Reunião
 Documento elaborado pelo relator
descrevendo os assuntos tratados e as
decisões que foram tomadas.
 Todos os participantes têm que assinar a
Ata da Reunião.
 Serve para embasar as reuniões que
serão feitas futuramente.
Tipos de Reunião
 Ordinária  reunião planejada e
convocada com antecedência.
 Extraordinária  não estava prevista, não
foi planejada e convocada com urgência.
 Estratégica  para tomada de decisão.
 Informativa  informar novas ações ou
procedimentos.
 Discursiva  melhorias de processos,
planejamento e soluções.
a) Títulos de Crédito;
b) Operações Bancárias;
c) Restrições de Crédito;
d) Protesto.
AULA 6 – Títulos de Crédito
O que são títulos de crédito?
Títulos de Crédito
 “Título de crédito é o documento
necessário para o exercício do direito ,
literal e autônomo , nele mencionado”
Cesar Vivante
 Documento necessário para que se
realize a cobrança de valores
previamente negociados, desde que
tenha a assinatura do devedor.
Elementos do Título de Crédito
 Confiança – promessa de pagamento.
 Tempo – pagamento futuro.
Classificação do Título de Crédito
 Títulos ao Portador  não expressam o
nome da pessoa beneficiada.
 Títulos Nominativos  possuem o nome
do beneficiário.
 Títulos à Ordem  emitidos em favor de
pessoa determinada, transferindo–se pelo
endosso.
Características do Título de Crédito
 Formalismo – o título de crédito é formal,
determina a relação entre o devedor e o
credor.
 Excutividade – existindo um documento
provando o crédito a cobrança judicial é
mais eficiente e rápida.
 Negociabilidade – facilidade com que o
crédito pode circular.
Informações no Título de Crédito
 Cedente – dados do credor.
 Sacado – dados do devedor.
 Vencimento – data de pagamento.
 Valor – quantidade que deve ser pago.
 Registro – diferenciar os títulos.
Tipos de Títulos de Crédito
 Cheque;
 Duplicata;
 Nota Promissória.
 Cartão de Crédito;
 Cartão de Débito;
Cheque
 Ordem de pagamento à vista.
 Pode ser protestado ou executado em
juízo.
 Tipos de relação jurídica:
 Emitente e o banco – baseada na
conta bancária;
 Emitente e o beneficiário.
Cheque ao Portador
 Pagável a quem apresentá-lo no caixa do
banco, pois não tem a inscrição de um
nome.
Cheque Nominativo “à ordem”
 E pagável apenas à pessoa que está
especificada no campo específico ou “à sua
ordem” para um terceiro, mediante a um
endosso.
Endosso
 É o ato pelo qual uma pessoas transfere o
direito de recebimento de um título de crédito
para um terceiro através de assinatura.
Cheque Nominativo “não à ordem”
 É possível para o emitente evitar o endosso
escrevendo após o nome a expressão “não à
ordem”.
Cheque Cruzado em Branco
 É identificado por dois traços paralelos e
transversais que são riscados no ato da
emissão.
 Pode ser depositado em qualquer banco.
Cheque Cruzado em Preto
 É quando entre as linha paralelas está
escrito o nome de um banco e o cheque
somente poderá ser depositado neste banco
identificado.
Cheque Cruzado
“para crédito na conta do favorecido”
 O cheque que não poderá ser apresentado
para pagamento, só poderá ser depositado
em conta de pessoa favorecida.
Cheque Administrativo
 Ordem de pagamento com fundos do próprio
banco  emitido pela instituição financeira e
pagamento garantido.
 Emitido a pedido do cliente  o banco se
certifica que o cliente terá dinheiro para
honrar o pagamento.
 Usado para pagamentos de valores altos.
Duplicata
 Título de crédito emitido pelo credor ao
vender mercadorias ou serviços
representados em uma fatura  Nota
Fiscal.
 O comprador se obriga a pagar, dentro do
prazo combinado, o valor da fatura.
Nota Promissória
 Título de crédito emitido como garantia de
pagamento  o devedor assume a
obrigação de pagar o valor estabelecido
dentro do prazo combinado.
 É um título nominal  assinado pelo
comprador  posse do vendedor  após
o pagamento devolve como recibo.
Modelo de Nota Promissória
Cartões
 Cartão de Débito  o valor é
descontado da conta no momento da
compra.
 Cartão de Crédito  o valor é
predefinido com pagamento futuro
através de uma fatura.
Recibo
 Documento que o credor entrega ao devedor
para comprovar o pagamento da dívida.
Sistema de Pagamento Bancário
 Internet Banking;
 TIB – Transferência Bancária Interna;
 DOC – Documento de Crédito;
 TED – Transferência Eletrônica Disponível;
 DDA – Débito Direto Autorizado.
Restrições ao Crédito
 Inadimplente;
 SPC – Serviço de Proteção ao crédito;
 SERASA – Centralização de Serviços
Bancários;
 CCF – Cadastro de Emitente de Cheque
sem Fundos;
 Dívida ativa – Dívida Pública;
 Protesto de Títulos.
Cartório de Protesto de Títulos
 Intimação de cobrança de títulos de crédito
vencidos  recebimento ou protesto por
falta de pagamento.
 Fornece certidão de protesto utilizada na
análise de crédito dos tomadores de
empréstimo  Certidão Negativa.
a) Noções sobre TI;
b) Hardwere;
c) Softwere;
d) Redes.
AULA 7 – Tecnologia da
Informação
O que é tecnologia da informação?
Tecnologia da Informação
 Informação  conceber ideia, instrução,
treinamento, conhecimento.
 Tecnologia  conjunto dos instrumentos,
métodos e técnicas para aproveitamento do
conhecimento.
 Tecnologia da Informação  conjunto de
recursos tecnológicos e computacionais
para geração, aplicação e uso da
informação.
TI – Tecnologia da Informação
 Tratamento da Informação  estratégica
 tomada de decisão.
 Consequências:
 Padronização;
 Qualidade;
 Produtividade;
 Competitividade.
Surgimento da TI
 Surgiu com o advento dos computadores
nas empresas.
 Analisando os avanços da TI vemos o
quanto a tomada de decisão ficou mais
rápida e precisa.
 A integração tecnológica flexibilizou e
facilitou a troca e o acesso às
informações otimizando o funcionamento
da empresa.
Evolução da TI
 1960 – Processamento de dados;
 1970 – Sistemas de informações;
 1980 – Inovação competitiva;
 1990 – Integração do negócio;
 Atualmente – Tecnologia da Informação.
Softwere
 Software  parte lógica do computador.
 Sistemas Operacionais  Windows.
 Aplicativos  Word, Excel.
 Navegador ou Browser  Firefox.
 Buscadores  Google.
 Antivírus / Antispywere  proteção.
 ERP  planejamento de recursos.
 Cloud Computing  armazenamento de
dados.
 VOIP  teleconferência, ligações.
Hardwere
 Hardware  parte física do computador.
 Datashow  projetor multimídia.
 Computadores portáteis  netbook,
tablet, smartphone.
 Computadores  notebook e PC desktop.
 Modens, Hubs e Roteadores  rede de
computadores e acesso a internet.
 Wireless  acesso sem fio.
 Bluetooth  rádio transmissão.
Rede
 Forma de interação entre vários
computadores.
 Internet  acesso mundial.
 Intranet  rede interna, fechada e
exclusiva  acesso liberado somente no
ambiente de trabalho em computadores
registrados na rede.
 Extranet  algumas informações da
intranet é aberta a clientes ou
fornecedores.
a) Conceito e Ferramentas da Qualidade;
b) Série ISO 9000;
c) Globalização;
d) Sistemas de Suprimento;
e) Modais de Transporte.
AULA 8 – Qualidade
O que é qualidade?
Qualidade
 Conjunto de características de um produto
ou serviço que atende e supera as
expectativas do cliente.
 Produtividade;
 Melhoria de resultados;
 Lucratividade;
 Redução do desperdício;
 Envolvimento;
 Aumento da vendas.
Gestão da Qualidade
 Gerência focada na qualidade dos
produtos ou serviços.
 Objetivo  criar consciência da qualidade
em todos os processos.
 Produtos ou serviços que atendam às
necessidades dos clientes;
 Sustentabilidade da empresa;
 Administrar por processos;
 Não permitir repetição do erro.
Série ISO 9000
 International Organization for Standardization
 Organização Internacional de Normatização
 Cria normas e especificações  diferentes
segmentos e áreas.
 Série 9000  normas que tratam de
sistemas para gestão e garantia da
qualidade.
 ABNT – Associação Brasileiras de
Normas Técnicas  representa a ISO no
Brasil.
PMI e PMBOK
 Project Management Institute (PMI)
Instituto de Gerenciamento de Projetos
Disseminar as melhores práticas de
gerenciamento de projetos.
 Project Management Body of Knowledge
(PMBOK)
Corpo de Conhecimento e Gerenciamento de
Projetos
Guia de melhores práticas do gerenciamento de
projetos elaborado pelo PMI  base de todo o
conhecimento para o gerenciamento de projetos
Ferramentas da Qualidade
Gerenciamento de
Qualidade Total
6 Signa
Ferramenta de Análise de
Modos e Efeitos de Falha
Revisões de Projetos
Voz do Cliente Custo da Qualidade
5S – Housekeeping
Diagrama de Pareto
(Curva ABC)
Diagrama de Causa e
Efeito
Fluxograma
5W2H PDCA
Gráfico de Controle Folha de Verificação
Gerenciamento
de Qualidade Total
 Metodologia de gestão  melhoria
contínua da qualidade.
 Objetivo:
 Satisfação e a confiança dos clientes;
 Crescimento da produtividade;
 Diminui custos internos;
 Qualidade dos produtos e processos;
 Conquista maior do mercado.
6 Signa
 Técnicas para melhorar os processos 
eliminar defeitos  objetivos estratégicos.
 Definir  objetivos;
 Mensurar  medir;
 Analisar  variações;
 Incrementar  melhorias;
 Controlar  desempenho.
Ferramenta de Análise de
Modos e Efeitos de Falha
 Método para prevenir falhas e analisar os
riscos de um processo  causas e efeitos
de falhas.
 Objetivo  identificar as falhas nos
processos causas e efeitos  traçar
ações preventivas.
Revisão de Projeto
 Oportunidade para verificar o
desenvolvimento de cada fase do projeto.
 Alcançou as metas do início da fase;
 Decidir a sequencia do projeto;
 Objetivos e planos para próxima fase.
Voz do Cliente
 Ferramenta de gestão  o que pensa o
cliente  visão dos pontos fortes e fracos
da empresa.
 Ouvir ativamente o cliente;
 Transcrever com exatidão seus
comentários;
 Separar suas colocações relevantes;
 Encaminhar as críticas para análise e
solução.
Custo da Qualidade
 Promover a qualidade através da abordagem
de custos  aspectos financeiro.
Custos de Prevenção: situações
indesejadas  Ex.: treinamento.
Custos de Avaliação: controle da qualidade
 Ex.: investimento em projeto.
Custos de Falhas externas: produto não
conforme  entregue  Ex.: recall.
Custos de Falhas internas: produto não
conforme  não entregue  Ex.: retrabalho.
5S – Housekeeping
 Ferramenta para desenvolver a prática de
bons comportamentos  produtividade,
segurança e competitividade.
 Seiri – Senso de Arrumação;
 Seiton – Senso de Ordenação;
 Seiso – Senso de Limpeza;
 Seiketsu – Senso de Asseio;
 Shitsuke – Senso de Autodisciplina.
Diagrama de Pareto (Curva ABC)
 Princípio de Pareto  80% dos problemas
são causados por 20% dos fatores.
 Curva ABC:
Classe A: maior importância  20%;
Classe B: importância intermediária  30%;
Classe C: menor importância  50%.
Curva ABC
30%20% 50%
80%
15%
5%
Diagrama de Pareto (Curva ABC)
 Princípio de Pareto  80% dos problemas
são causados por 20% dos fatores.
 Curva ABC:
Classe A: maior importância  20%;
Classe B: importância intermediária  30%;
Classe C: menor importância  50%.
Diagrama de Causa e Efeito
 Ferramenta utilizada para gerenciamento da
qualidade  identifica a causa que um efeito
provoca num determinado processo.
 As causas são identificadas e selecionadas
para uma melhor análise.
 Ao examinar cada causa  observar fatos 
desvios de padrões  investigar e eliminar a
causa do problema.
CAUSA
MÁQUINA
CAUSA
MATERIAL
CAUSA
MÃO DE
OBRA
CAUSA
MÉTODO
EFEITO
DEFEITO
NAS
CAMISAS
excesso
de pessoal
molde com
defeito
falta de
treinamento
fadiga
erros
desmotivação
tecido
inadequado
má qualidade
da linha
falta de
manutenção
tesoura
pequena
FÁBRICA
DE CAMISAS
Fluxograma
 Diagrama que representa graficamente
determinado processo  fluxo de trabalho.
 Representação feita a partir de figuras
geométricas e linhas  ilustra etapas do
processo  ordem e forma de interação.
INÍCIO
receber
pedido
Cliente
cadastrado?
cadastrar
cliente
pedido
processado
NÃO
pedido não
aprovado
NÃO
retirar
produto do
estoque
SIM
SIM
Crédito
aprovado?
FIM
embalar o
produto
enviar o
produto ao
cliente
5W2H
 Ferramenta de gestão  checklist de
atividades que precisam ser desenvolvidas
 facilitar o planejamento.
What  o que?  etapa
Who  por quem?  responsabilidade
When  quando?  tempo
Where  onde?  local
Why  por que?  justificativa
How  como?  método
How Much  quanto?  custo
PDCA
 Ferramenta de gestão para controlar e
melhorar processos e produtos  melhoria
contínua das etapas de um processo.
Plan – Planejar;
Do – Executar;
Check – Verificar;
Act – Agir.
Gráfico de Controle
 Ferramenta para examinar se o processo
está sob controle  desempenho do
processo ao longo do tempo.
 Baseado em estatística  todo processo tem
variações  determinar parâmetros dentro
dos limites  máximo e mínimo.
LCS
LCI
X
X
MÉDIA DOS DADOS
LIMITE DE CONTROLE SUPERIORLCS
LCI LIMITE DE CONTROLE INFERIOR
Pontos fora do LCI e LCS  Processo
fora do controle ou instável.
Obs.
Folha de Verificação
 Formulários usados para preencher dados
coletados  amostras de produção 
determinar padrões de qualidade.
 Verificar ocorrências de defeitos num durante
a produção  prevenção  corrigir erros.
CARACTERÍSTICAS LOTE 1 LOTE 2 LOTE 3 LOTE 4
Arranhaduras
Bolhas
Deformações
Fissuras
Manchas
Padrão de qualidade
Com defeito – Lote para análise
Globalização
 Fenômeno mundial  modelo econômico
capitalista  integração do espaço
geográfico  política, social e cultural.
 Integração das relações sociais  escala
mundial  constante evolução e
transformação.
Aspecto negativo – desigualdade social.
Aspecto positivo – evolução tecnológica e
difusão de conhecimentos.
Gerenciamento da
Cadeia de Suprimentos
 SCM - Supply Chain Management
 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos
 Ferramenta que utilizada com a Tecnologia da
Informação (TI)  gerenciar a cadeia de
suprimentos com maior eficácia e eficiência 
melhores padrões de competitividade.
 SCM  coordenação dos fluxos de materiais e
informações aos fornecedores e ao cliente final.
Logística
 Ferramenta de gestão  planejamento da
armazenagem, circulação e distribuição de
produtos.
 Objetivo  criar meios para entrega de
produtos no menor tempo  reduzir custos.
 Importância  mercado competitivo 
aumento da quantidade de mercadorias
produzidas e consumidas  comércio
mundial.
Centros de Distribuição
 Local para armazenar os produtos  facilitar
distribuição para filiais ou clientes.
 Objetivo  redução de custos.
 Otimização da logística  distribuição
eficiente e dinâmica  facilita a ligação com
filiais e clientes .
Centro de Distribuição
Matriz
Filial 1
Filial 2Consumidor Final
INCOTERMS
 International Commercial Terms
 Termos Internacionais de Comércio
 Definir direitos e obrigações recíprocas 
exportador e do importador  contrato de
compra e venda internacional.
Distribuição de custos;
Local de entrega da mercadoria;
Quem suporta o risco do transporte;
Responsabilidade dos direitos aduaneiros.
GRUPOS INCOTERM DESCRIÇÃO
Grupo E
Saída
EXW - Ex
Works
Comprador retira a mercadoria no
estabelecimento do vendedor sem
estar pronta para exportação.
Grupo F
Transporte
principal
não pago
FCA - Free
Carrier
Mercadoria é colocada à
disposição do comprador no local
determinado pronta para a
exportação.
FAS - Free
Alongside
Ship
Mercadoria é colocada à
disposição do comprador ao lado
do navio pronta para a exportação.
FOB - Free
on Board
Mercadoria é colocada à
disposição do comprador dentro do
navio pronta para a exportação.
GRUPOS INCOTERM DESCRIÇÃO
Grupo C
Tranporte
pago +
Seguro
CFR - Costs
and
Freights
Vendedor é responsável pelos
custos do carregamento e frete até o
porto de destino.
CIF - Costs
Insurance
and Freight
Vendedor é responsável pelso
custos do carregamento, frete até o
porto de destino e seguro.
Grupo D
Delicery
DAP -
Delivered
At Place
Vendedor põe a mercadoria à
disposição do comprador – no local
– sem importação.
DAT -
Delivered at
Terminal
Vendedor põe a mercadoria à
disposição do comprador – no
terminal – sem importação.
DDP -
Delivered
Duty Paid
Vendedor põe a mercadoria à
disposição do comprador – assume
todos riscos – com importação.
Modais de Transporte
 Rodoviário  estradas
 Aquaviários mar, rios e lagos
 Mar = marítimo
 Rio = fluvial
 Lagos = lacustre
 Ferroviário  trem
 Aéreo  aviões, aeronaves
 Dutoviário  dutos, tubulações
 Oleodutos = gasolina, álcool, diesel
 Minerodutos = sal-gema, ferro
 Gasodutos = gás natural
Alfândega (ou Aduana)
 Repartição do governo  localizada nas
fronteiras do país  controla entradas e saídas
de mercadorias.
 Receita Federal  responsável pelo
desembaraço aduaneiro, arrecadação de
tributos, controle e liberação das importações e
exportações .
Zona Primária  fronteiras, portos e
aeroportos.
Zona Secundária  armazéns no interior das
cidades e portos secos.
Estoque
 Materiais ou produtos  ficam fisicamente
disponíveis na empresa  produção ou
venda.
 Estoques mínimo  para não faltar.
 Estoque máximo  evitar perdas e capital
de giro parado.
 Matérias-primas, produtos em processos,
produtos acabados, insumos, materiais de
consumo, mercadorias.
Controle de Estoque
 Procedimento de gestão  custos 
registrar e fiscalizar a entrada e saída de
mercadorias.
 Quantidade disponível;
 Consumo médio;
 Custos;
 Inventário;
Just in Time
 Momento certo  nada deve ser produzido,
transportado ou comprado antes da hora
certa.
 Produto ou matéria-prima chega no
momento exato em que for utilizado  não
existe estoque parado.
 Reorganização da produção  eliminação
de desperdícios  melhoria contínua 
gera competitividade  influencia na
qualidade e no preço.
Exportação x Importação
 Exportação  saída de mercadorias do
Brasil  venda para outro país.
 Importação  entrada de mercadorias no
Brasil  compra de outro país.
 Balança Comercial  exportações menos
importações.
Superávit – exportações maiores do que as
importações  balança comercial positiva.
Déficit – importações maiores que as
exportações  balança comercial negativa.
Câmbio
 Operação de troca de moeda de um país
pela moeda de outro país.
 No Brasil  agentes autorizados pelo
Banco Central.
 Taxa de câmbio  preço de uma moeda
estrangeira.
a) Comercial;
b) Clientes;
c) Atendimento;
d) Crédito.
AULA 9 – Setor Comercial
O que é Comércio?
Comércio
 Comércio  negociação  atividade
socioeconômica  compra e venda de
produtos ou serviços  circulação da
riqueza  obtenção de lucro.
 Suporte Comercial  responsável pela
geração de receitas  permitindo a
permanência no mercado 
sustentabilidade  crescimento.
Backoffice
 Retaguarda  departamentos de uma
empresa que não atuam diretamente no
atendimento ao cliente  operacional,
gerencial ou administrativa.
 Objetivo  concentração dos
colaboradores  produtividade e
qualidade no serviço.
Quem é o cliente?
Cliente
 Cliente  alguém que necessita de ajuda
para satisfazer suas necessidades ou
desejos.
 Toda pessoa que entra em contato com a
empresa  que necessita do seu
atendimento por qualquer motivo  não
importando se vai comprar ou fechar um
negócio.
Customer Success
 Sucesso do Cliente  ajudar o cliente a
atingir o seu objetivo  aplicado a todo
tipo de empresa  coletar feedbacks.
 Suporte Técnico  canal reativo.
 Costumer Success  canal proativo.
Fidelizar clientes;
Lembrar do cliente sempre;
Eleva a satisfação.
Tipos de Clientes
 Interno  pessoas que nos relacionamos
dentro da empresa  aqueles que
direcionamos ou recebemos serviços.
 Intermediário  aqueles que adquirem os
produtos para revenda  distribuidores.
 Externo  clientes finais  responsáveis
pela sustentabilidade  compram produtos
ou serviços.
Área comercial
 Estatísticas e controles de vendas;
 Gerenciamento da equipe de vendedores;
 Atendimento e cadastro de clientes;
 Propostas, orçamentos e negociações;
 Análise de mercado e Marketing;
 Pós-venda e satisfação dos clientes;
 Ações promocionais e preços;
 Metas de vendas;
 Compras, estoques e inventários;
 Apresentação do produto.
FUNÇÃO
COMERCIAL
COMPRAS
FORNECEDORES
SUPRIMENTOS
CONTROLES
MARKETING
PRODUTOS
QUALIDADE
PESQUISAS
VENDAS
PROSPECÇÃO
ATENDIMENTO
PÓS-VENDA
CARACTERÍSTICA PRODUTO SERVIÇO
Tangibilidade
Pode ser
observado,
palpado e
experimentado.
Não possui
matéria, só
enxergamos
depois.
Perecibilidade
Pode ser
armazenado e
consumido
posteriormente.
Produção e
consumo se dão
no mesmo
momento.
Separabilidade
Pode ser
fracionado,
dividido em
quantidade.
Integral, sem
possibilidade de
fracionar.
Variabilidade
Tem um padrão na
cadeia produtiva
em larga escala.
Varia o padrão e
qualidade de cada
prestador.
Tratamento x Atendimento
 Tratamento  é genérico  maneira de
se dirigir ao cliente  modo usado para
abordá-lo durante o atendimento.
 Atendimento  é específico 
procedimento personalizado que deve ser
adotado para encontrar a solução ideal,
satisfazendo a necessidade do cliente.
Crédito
 Crédito  derivada de “crer”  confiança
de receber  medido através do histórico
de uma pessoa.
 Aspecto financeiro  dispor a um
tomador recursos financeiros  despesas,
investimentos ou financiamentos 
confiança em uma pessoa que se
compromete pagar.
Análise de Crédito
 Avaliação do cliente  confirmar se tem
condições financeiras para pagar  evitar
riscos caixa  idoneidade e capacidade
financeira.
 Definição para conceder o crédito ao cliente
 quantidade máxima a ser emprestada ou
financiada.
Análise de Crédito
Aspecto Pessoal e Financeiro
 Poder de Compra  determinação para
efetuar o pagamento.
 Capacidade  renda.
 Capital Próprio  patrimônio  garantias.
 Histórico  pessoal e financeiro.
Fluxo de Caixa
 Ferramenta de gestão financeira 
movimentação financeira  entradas e
saídas de dinheiro  saldo do capital.
Valores a receber  direitos;
Valores a pagar  obrigações;
Saldo  direitos menos obrigações.
Tipos de Contas
 Contas à Receber  ATIVO  direitos
 vendas à prazo.
 Contas à Pagar  PASSIVO  obrigações
 empréstimos, financiamentos, compras à
prazo.
Receitas, Despesas e Custos
 Receitas  entrada de dinheiro  vendas
de produtos, prestação de serviços e outras
entradas financeiras.
 Despesas  saída de dinheiro  utilização
de serviços ou bens de consumo.
 Custos  saída de dinheiro  gastos com
produção, venda ou prestação de serviços.
a) Conceitos de Marketing;
b) Ciclo de Vida dos Produtos;
c) Necessidades dos Clientes.
AULA 10 – Marketing
O que é marketing?
Marketing
 Market  Mercado
 Marketing  uso do mercado 
estratégias para agregar valor aos produtos
e à marca  encantar clientes.
 Criar e entregar valor  satisfazer as
necessidades e desejos do cliente  projeta
e promove produtos e serviços adequados 
maior lucratividade.
Marketing Pessoal
 Promoção pessoal  vender a imagem 
fazer-se conhecido  valores e pontos fortes
 alcançar o sucesso.
 Objetivo  apresentar imagem profissional
positiva  aumenta a empregabilidade.
Marketing Direto
 Interesse no público-alvo  sem
intermediários  relacionamento direto entre
clientes e empresa.
Banco de dados  conhecer bem o cliente.
Estabelecer contato  qual melhor maneira
de atingir o cliente.
Campanha  criar estratégia.
Web Marketing (ou Digital)
 Utilização dos recursos disponibilizados na
internet  comunicação e relacionamento 
promover a marca ou produtos  cliente.
 Vantagens:
Agilidade;
Baixo custo;
Maior abrangência;
Interação;
Mareketing viral.
Endomarketing
 Estratégia de marketing  ações internas
na empresa  percepção dos colaboradores
a respeito da empresa.
 Objetivo  fortalecimento da marca 
maior divulgação da empresa  vantagens e
benefícios.
 Motivação  colaboradores passam a se
sentirem importantes dentro da empresa.
4 C’s DO MARKETING 4 P’s DO MARKETING
Cliente Produto
Custo Preço
Comunicação Promoção
Conveniência Ponto / Praça
NECESSIDADES
HUMANAS
SECUNDÁRIAS
Auto Realização
Auto Estima
PRIMÁRIAS
Social
Segurança
Fisiológica
Ciclo de Vida dos Produtos
Introdução
lançamento
Crescimento
aceitação
Maturidade
estabilidade
Declínio
saída
VENDAS
TEMPO
Pesquisa Mercadológica
 Ferramenta de orientação para as decisões
 gera informações do mercado 
identificar problemas e reduzir as incertezas
 oportunidades e ameaças.
Abertura ou expansão de um negócio;
Dimensionar o mercado;
Detectar novas tendências;
Avaliar a performance, volume e preço dos
produtos e serviços.
a) Negociação;
b) Técnicas de Compras;
c) Ferramentas de compras;
AULA 11 – Compras
O que é negocião?
Negociação
 O meio pelo qual as pessoas buscam o
entendimento e o consenso  acordo por
meio do diálogo  relacionamento baseado
em princípios efetivos e duradouros.
 Negociador  pessoa com a capacidade
de entender as necessidades dos clientes
criar valor econômico.
Técnicas de Negociação
 Etapas da Negociação
Preparação  planejamento;
Abertura  clima agradável;
Exploração  pesquisa;
Apresentação  oferta;
Clarificação  esclarecimento;
Ação Final  fechamento;
Controle e Avaliação  acompanhamento.
Resultado esperado  ganha-ganha 
todos ficam satisfeitos.
Atacado x Varejo
 Atacado  modalidade de venda em
grande quantidade.
 Varejo  modalidade de venda em
pequenas quantidades.
 Característica  atacadista geralmente
vende para pessoas jurídicas
(distribuidores) e o varejista vende o
consumidor final.
Compras
 Função responsável pela obtenção do
material  mercado fornecedor  atender
as necessidades da empresa.
 Material Certo  atender as necessidades;
 Preço Certo  alavancar o lucro;
 Hora Certa  condições do mercado;
 Quantidade Certa  estoque mínimo e
máximo.
 Fonte Certa  fornecedor confiável.
Função de Compras
 Cadastramento de fornecedores;
 Coleta de preços;
 Logística e transporte do material;
 Julgamento de propostas;
 Negociação do preço, do prazo e da
qualidade do material;
 Recebimento e colocação da compras;
 Estoque.
Técnicas de Compras
A peneira dos 3 “nãos”
Cotação de Preço
Orçamento;
Qualidade;
Preço;
Quantidade;
Referência do Fornecedor;
Capacidade do Fornecedor
Condições de Pagamento;
Prazo de Entrega.
Tipos de e-commerce
B2B
C2C
B2C B2C
ENTRE EMPRESAS
ENTRE CONSUMIDORES
DE EMPRESAS
PARA CONSUMIDORES
DE EMPRESAS
PARA CONSUMIDORES
a) Técnicas de Vendas;
b) Orçamento;
c) Apresentação do Produto;
d) Apresentação do Vendedor;
e) Atendimento.
AULA 12 – Vendas
O que é vender?
Vender
 É o processo pessoal ou impessoal de
persuadir um possível cliente a adquirir uma
mercadoria ou serviço, procurando atender
suas necessidades e desejos.
 Vender  comunicar o que gera valor 
contribuir para atender as necessidades 
convencer e persuadir  facilitar a vida das
pessoas.
Técnicas de Vendas
1 – Identificar as necessidades do cliente.
2 – Conheça bem o produto ou serviço.
3 – Apresente os benefícios.
4 – Trabalhe a objeção.
5 – Demonstre confiança.
6 – Ofereça um orçamento.
7 – Prepare os materiais necessários.
8 – Tenha senso de organização.
9 – Seja pontual.
10 – Faça o marketing.
Ação Comercial
 Conhecer bem o produto ou serviço que está
oferecendo;
 Conhecer o cliente, suas necessidades e
desejos;
 Ter as informações necessárias para
transmitir confiança;
 Elaborar orçamento adequado às
necessidades do cliente.
Orçamento
 Documento de abertura da venda 
expressa as necessidades do cliente 
cálculo de quanto um produto ou um serviço
custará.
 Objetivos:
Garantir o que foi combinado na
negociação;
Comparativo de preços nos concorrentes;
Ser lembrado na hora da decisão de
compra.
Elaboração do Orçamento
 Papel timbrado;
 Data de emissão;
 Razão social ou nome do cliente;
 Pessoa de contato;
 Assunto e descrição detalhada do produto;
 Quantidade e unidade de medida;
 Valor unitário e valor total;
 Condições de pagamento;
 Prazo de entrega e validade do orçamento;
 Mensagens e observações importantes;
 Identificação do emitente e assinatura.
Produto x Serviço
 Produto  oferecido a um mercado para
aquisição  desejo ou necessidade do
cliente  tangíveis.
 Serviço  ação ou ato  utiliza
conhecimentos e habilidades  realizado
por uma pessoa ou empresa  intangíveis.
Apresentação do Produto
1. Ponto de venda:
 Disposição do produto.
 Divulgação de promoções.
 Diferenciais mais visíveis.
 Recursos de apoio.
2. Conversando com o cliente:
 Informações técnicas.
 Apresentação elaborada.
Apresentação do Produto
3. Vitrines:
 Iluminação e temas.
 Manequins.
4. Apresentação on line:
 Produção de conteúdo e chamada de
ação.
 Site como fonte de informação.
 Imagens atraentes do produto.
 Produtos no celular.
Apresentação do Vendedor
 3 segundos  formação da imagem 
primeira impressão.
Visão – 25%;
Tom da Voz – 18%;
Adequação das palavras – 14%;
Linguagem Corporal – 10%.
Apresentação do Vendedor
 Clientes  empresas de credibilidade 
confiança no vendedor  profissionalismo 
imagem pessoal e postura.
 Competências a serem alcançadas:
Imagem pessoal  traje e aparência geral.
Credibilidade  por meio da sua imagem.
Postura  referência no ambiente.
Comportamento  regras de etiqueta.
Comunicação  tom e velocidade da fala,
linguagem adequada.
Persuasão
 Comunicação estratégica  poder de
influenciar  convencer alguém a acreditar
ou aceitar alguma coisa.
 Conectividade  rapport (relação).
 Expectativa  fazer acontecer.
 Contraste  oferecer opções.
 Escassez  senso de urgência.
 Estima  aceitação e elogios.
Estratégias de Vendas
 Consultor  estudo de mercado,
necessidades do cliente, planejamento de
vendas, divulga produtos ou serviços,
negociação das propostas comerciais.
 Fornecedor  capacidade de entrega,
preços competitivos, estoque, qualidade e
compromisso.
 Provedor de Soluções  SAC, atenção,
solução de problemas.
Atendimento ao Cliente
 A pessoa que está realizando o atendimento
representa a empresa.
 Comprometimento  ajudar o cliente a
atender as expectativas.
 Garantia  acesso e atendimento sempre
quando necessitarem.
 Treinamento  conhecer bem o negócio.
 Diferencial  excelência no atendimento.
 Sinceridade  transparência e satisfação.
 Lado oposto  como você gostaria de ser
tratado.
Atendimento Telefônico
 Atender até o 3º toque;
 Horário para ligação  comercial;
 Identifique o cliente  confirme dados;
 Comprimento, nome da empresa e seu nome;
 Tratamento formal  profissionalismo;
 Papel e caneta  anotar informações;
 Educação, presteza e simpatia;
 Escute com atenção  sem interromper;
 Transmita segurança;
 Atenção  cuidado com conversas paralelas;
Pós-venda
 Etapa após o fechamento do negócio 
satisfação do cliente  manter relação de
proximidade com o cliente.
 Entrar em contato com o cliente  entender
como ele se sente  satisfação do
consumo  fidelização.
 Atendimento bem feito  imagem positiva
da empresa  sustentabilidade e
crescimento.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Abertura de empresa_aula_
Abertura de empresa_aula_Abertura de empresa_aula_
Abertura de empresa_aula_Claudio Parra
 
Introdução à Contabilidade
Introdução à ContabilidadeIntrodução à Contabilidade
Introdução à ContabilidadeEliseu Fortolan
 
Gestão dos recursos humanos
Gestão dos recursos humanosGestão dos recursos humanos
Gestão dos recursos humanosVasco Andorinha
 
Departamento Pessoal
Departamento PessoalDepartamento Pessoal
Departamento PessoalDesiree Melo
 
Aula - Estratégias de Gestão Organizacional
Aula - Estratégias de Gestão OrganizacionalAula - Estratégias de Gestão Organizacional
Aula - Estratégias de Gestão OrganizacionalMichel Moreira
 
Contrato de trabalho
Contrato de trabalhoContrato de trabalho
Contrato de trabalhorosanaserelo
 
27 questoes-comentadas-estruturas-organizacionais
27 questoes-comentadas-estruturas-organizacionais27 questoes-comentadas-estruturas-organizacionais
27 questoes-comentadas-estruturas-organizacionaisValdenisio da Mata
 
Práticas de Recursos Humanos - Aula 1 a 10
Práticas de Recursos Humanos - Aula 1 a 10Práticas de Recursos Humanos - Aula 1 a 10
Práticas de Recursos Humanos - Aula 1 a 10Wandick Rocha de Aquino
 
Passo a passo para abertura de empresa
Passo a passo para abertura de empresaPasso a passo para abertura de empresa
Passo a passo para abertura de empresaGuilherme Carvalho
 
Áreas administrativas e suas funções
Áreas administrativas e suas funçõesÁreas administrativas e suas funções
Áreas administrativas e suas funçõesNyedson Barbosa
 
Treinamento & Desenvolvimento de Equipes: Modelos, Feramentas e estratégias
Treinamento & Desenvolvimento de Equipes: Modelos, Feramentas e estratégiasTreinamento & Desenvolvimento de Equipes: Modelos, Feramentas e estratégias
Treinamento & Desenvolvimento de Equipes: Modelos, Feramentas e estratégiasRicardo Silva Coqueiro
 

Mais procurados (20)

Abertura de empresa_aula_
Abertura de empresa_aula_Abertura de empresa_aula_
Abertura de empresa_aula_
 
Introdução à Contabilidade
Introdução à ContabilidadeIntrodução à Contabilidade
Introdução à Contabilidade
 
Noções de Cultura Organizacional
Noções de Cultura OrganizacionalNoções de Cultura Organizacional
Noções de Cultura Organizacional
 
DP - Admissão
DP - AdmissãoDP - Admissão
DP - Admissão
 
Gestão dos recursos humanos
Gestão dos recursos humanosGestão dos recursos humanos
Gestão dos recursos humanos
 
Departamento Pessoal
Departamento PessoalDepartamento Pessoal
Departamento Pessoal
 
Empreendedorismo
EmpreendedorismoEmpreendedorismo
Empreendedorismo
 
Departamento pessoal
Departamento pessoalDepartamento pessoal
Departamento pessoal
 
Aula - Estratégias de Gestão Organizacional
Aula - Estratégias de Gestão OrganizacionalAula - Estratégias de Gestão Organizacional
Aula - Estratégias de Gestão Organizacional
 
Gestão de Carreira
Gestão de CarreiraGestão de Carreira
Gestão de Carreira
 
Contrato de trabalho
Contrato de trabalhoContrato de trabalho
Contrato de trabalho
 
Auxiliar Financeiro
Auxiliar FinanceiroAuxiliar Financeiro
Auxiliar Financeiro
 
27 questoes-comentadas-estruturas-organizacionais
27 questoes-comentadas-estruturas-organizacionais27 questoes-comentadas-estruturas-organizacionais
27 questoes-comentadas-estruturas-organizacionais
 
Treinamento percepção organizacional
Treinamento   percepção organizacionalTreinamento   percepção organizacional
Treinamento percepção organizacional
 
Práticas de Recursos Humanos - Aula 1 a 10
Práticas de Recursos Humanos - Aula 1 a 10Práticas de Recursos Humanos - Aula 1 a 10
Práticas de Recursos Humanos - Aula 1 a 10
 
Passo a passo para abertura de empresa
Passo a passo para abertura de empresaPasso a passo para abertura de empresa
Passo a passo para abertura de empresa
 
Etapas do Processo Seletivo
Etapas do Processo SeletivoEtapas do Processo Seletivo
Etapas do Processo Seletivo
 
Áreas administrativas e suas funções
Áreas administrativas e suas funçõesÁreas administrativas e suas funções
Áreas administrativas e suas funções
 
Treinamento & Desenvolvimento de Equipes: Modelos, Feramentas e estratégias
Treinamento & Desenvolvimento de Equipes: Modelos, Feramentas e estratégiasTreinamento & Desenvolvimento de Equipes: Modelos, Feramentas e estratégias
Treinamento & Desenvolvimento de Equipes: Modelos, Feramentas e estratégias
 
Aula 1 AUXILIAR ADMINISTRATIVO
Aula 1 AUXILIAR ADMINISTRATIVOAula 1 AUXILIAR ADMINISTRATIVO
Aula 1 AUXILIAR ADMINISTRATIVO
 

Destaque

Qualidade no Trabalho: atendiemento, ética e motivação
Qualidade no Trabalho: atendiemento, ética e motivaçãoQualidade no Trabalho: atendiemento, ética e motivação
Qualidade no Trabalho: atendiemento, ética e motivaçãoWandick Rocha de Aquino
 
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 15 e 16
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 15 e 16Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 15 e 16
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 15 e 16Wandick Rocha de Aquino
 
Atendimento e Vendas: Oferta Qualificada.
Atendimento e Vendas: Oferta Qualificada.Atendimento e Vendas: Oferta Qualificada.
Atendimento e Vendas: Oferta Qualificada.Wandick Rocha de Aquino
 
NEGOCIAÇÃO - 20 características indispensáveis de um bom negociador
NEGOCIAÇÃO - 20 características indispensáveis de um bom negociadorNEGOCIAÇÃO - 20 características indispensáveis de um bom negociador
NEGOCIAÇÃO - 20 características indispensáveis de um bom negociadorWandick Rocha de Aquino
 
NEGOCIAÇÃO - 20 erros de um negociador despreparado
NEGOCIAÇÃO - 20 erros de um negociador despreparadoNEGOCIAÇÃO - 20 erros de um negociador despreparado
NEGOCIAÇÃO - 20 erros de um negociador despreparadoWandick Rocha de Aquino
 
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 13 e 14
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 13 e 14Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 13 e 14
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 13 e 14Wandick Rocha de Aquino
 
Negociation - 20 errors of unprepared negotiator
Negociation - 20 errors of unprepared negotiatorNegociation - 20 errors of unprepared negotiator
Negociation - 20 errors of unprepared negotiatorWandick Rocha de Aquino
 
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 15 e 16
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 15 e 16Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 15 e 16
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 15 e 16Wandick Rocha de Aquino
 
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 3 e 4
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 3 e 4Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 3 e 4
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 3 e 4Wandick Rocha de Aquino
 
30 Things to Start Doing for Yourself…
30 Things to Start Doing  for Yourself…30 Things to Start Doing  for Yourself…
30 Things to Start Doing for Yourself…Wandick Rocha de Aquino
 
Currículo - A chave para o mercado de Trabalho
Currículo - A chave para o mercado de TrabalhoCurrículo - A chave para o mercado de Trabalho
Currículo - A chave para o mercado de TrabalhoWandick Rocha de Aquino
 
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 7 e 8
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 7 e 8Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 7 e 8
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 7 e 8Wandick Rocha de Aquino
 

Destaque (20)

Qualidade no Trabalho: atendiemento, ética e motivação
Qualidade no Trabalho: atendiemento, ética e motivaçãoQualidade no Trabalho: atendiemento, ética e motivação
Qualidade no Trabalho: atendiemento, ética e motivação
 
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 15 e 16
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 15 e 16Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 15 e 16
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 15 e 16
 
Atendimento e Vendas: Oferta Qualificada.
Atendimento e Vendas: Oferta Qualificada.Atendimento e Vendas: Oferta Qualificada.
Atendimento e Vendas: Oferta Qualificada.
 
Práticas Administrativas
Práticas AdministrativasPráticas Administrativas
Práticas Administrativas
 
Liderança
LiderançaLiderança
Liderança
 
NEGOCIAÇÃO - 20 características indispensáveis de um bom negociador
NEGOCIAÇÃO - 20 características indispensáveis de um bom negociadorNEGOCIAÇÃO - 20 características indispensáveis de um bom negociador
NEGOCIAÇÃO - 20 características indispensáveis de um bom negociador
 
NEGOCIAÇÃO - 20 erros de um negociador despreparado
NEGOCIAÇÃO - 20 erros de um negociador despreparadoNEGOCIAÇÃO - 20 erros de um negociador despreparado
NEGOCIAÇÃO - 20 erros de um negociador despreparado
 
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 13 e 14
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 13 e 14Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 13 e 14
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 13 e 14
 
Negociation - 20 errors of unprepared negotiator
Negociation - 20 errors of unprepared negotiatorNegociation - 20 errors of unprepared negotiator
Negociation - 20 errors of unprepared negotiator
 
Como fazer acontecer
Como fazer acontecerComo fazer acontecer
Como fazer acontecer
 
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 15 e 16
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 15 e 16Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 15 e 16
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 15 e 16
 
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 3 e 4
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 3 e 4Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 3 e 4
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 3 e 4
 
Cultura Organizacional
Cultura OrganizacionalCultura Organizacional
Cultura Organizacional
 
Crime de Lavagem de Dinheiro
Crime de Lavagem de DinheiroCrime de Lavagem de Dinheiro
Crime de Lavagem de Dinheiro
 
Produtividade no Trabalho em 30 Passos
Produtividade no Trabalho em 30 PassosProdutividade no Trabalho em 30 Passos
Produtividade no Trabalho em 30 Passos
 
30 Things to Start Doing for Yourself…
30 Things to Start Doing  for Yourself…30 Things to Start Doing  for Yourself…
30 Things to Start Doing for Yourself…
 
Gestão por Processos
Gestão por ProcessosGestão por Processos
Gestão por Processos
 
Currículo - A chave para o mercado de Trabalho
Currículo - A chave para o mercado de TrabalhoCurrículo - A chave para o mercado de Trabalho
Currículo - A chave para o mercado de Trabalho
 
Novo emprego, novos planos
Novo emprego, novos planosNovo emprego, novos planos
Novo emprego, novos planos
 
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 7 e 8
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 7 e 8Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 7 e 8
Gestão e Liderança de Pessoas - Aulas 7 e 8
 

Semelhante a Práticas Administrativas

Classificação e administraçao das empresas e outros temas relacionados
Classificação e administraçao das empresas e outros temas relacionadosClassificação e administraçao das empresas e outros temas relacionados
Classificação e administraçao das empresas e outros temas relacionadosR Gómez
 
Assistente Administrativo aula 2.pdf
Assistente Administrativo aula 2.pdfAssistente Administrativo aula 2.pdf
Assistente Administrativo aula 2.pdfLarissaBarbosa313356
 
Práticas Administrativas - Aulas 1 a 12
Práticas Administrativas - Aulas 1 a 12Práticas Administrativas - Aulas 1 a 12
Práticas Administrativas - Aulas 1 a 12Wandick Rocha de Aquino
 
Ação Integradora ASSISTENTE ADMINISTRATIVO SENAC
Ação Integradora ASSISTENTE ADMINISTRATIVO SENACAção Integradora ASSISTENTE ADMINISTRATIVO SENAC
Ação Integradora ASSISTENTE ADMINISTRATIVO SENACFlávia Maria
 
parte4-organizao-171014133358.pptx
parte4-organizao-171014133358.pptxparte4-organizao-171014133358.pptx
parte4-organizao-171014133358.pptxKamilaRissi1
 
Gestao de novos negocios completo
Gestao de novos negocios completoGestao de novos negocios completo
Gestao de novos negocios completoEduardo Faraco
 
Relatório estágio tópicos 1 e 2.
Relatório estágio tópicos 1 e 2.Relatório estágio tópicos 1 e 2.
Relatório estágio tópicos 1 e 2.Edcléia Ferreira
 
Como contratar e selecionar pessoas.pdf
Como contratar e selecionar pessoas.pdfComo contratar e selecionar pessoas.pdf
Como contratar e selecionar pessoas.pdfAlbertoFrazoTreinado
 
Palestra como montar e gerir uma empresa na visao de um empresario junior
Palestra como montar e gerir uma empresa na visao de um empresario juniorPalestra como montar e gerir uma empresa na visao de um empresario junior
Palestra como montar e gerir uma empresa na visao de um empresario juniorUniversidade de Pernambuco
 
ImportâNcia Da RegulamentaçãO Das ProfissõEs
ImportâNcia Da RegulamentaçãO Das ProfissõEsImportâNcia Da RegulamentaçãO Das ProfissõEs
ImportâNcia Da RegulamentaçãO Das ProfissõEsMira Carvalh
 
ImportâNcia Da RegulamentaçãO Das ProfissõEs
ImportâNcia Da RegulamentaçãO Das ProfissõEsImportâNcia Da RegulamentaçãO Das ProfissõEs
ImportâNcia Da RegulamentaçãO Das ProfissõEsMira Carvalh
 
Como se Tornar um Empresário- de Pedro Francisco
Como se Tornar um Empresário- de Pedro FranciscoComo se Tornar um Empresário- de Pedro Francisco
Como se Tornar um Empresário- de Pedro FranciscoPedro Fifa G Francisco
 
EMPREENDEDORISMO
EMPREENDEDORISMO EMPREENDEDORISMO
EMPREENDEDORISMO MrcioDnis
 
Empreendedorismo teleaula 5_temas_6e7
Empreendedorismo teleaula 5_temas_6e7Empreendedorismo teleaula 5_temas_6e7
Empreendedorismo teleaula 5_temas_6e7Elizabeth Custodio
 
Direito empresaral e tributário1
Direito empresaral e tributário1Direito empresaral e tributário1
Direito empresaral e tributário1iolanda1924
 

Semelhante a Práticas Administrativas (20)

Classificação e administraçao das empresas e outros temas relacionados
Classificação e administraçao das empresas e outros temas relacionadosClassificação e administraçao das empresas e outros temas relacionados
Classificação e administraçao das empresas e outros temas relacionados
 
Assistente Administrativo aula 2.pdf
Assistente Administrativo aula 2.pdfAssistente Administrativo aula 2.pdf
Assistente Administrativo aula 2.pdf
 
Práticas Administrativas - Aulas 1 a 12
Práticas Administrativas - Aulas 1 a 12Práticas Administrativas - Aulas 1 a 12
Práticas Administrativas - Aulas 1 a 12
 
Ação Integradora ASSISTENTE ADMINISTRATIVO SENAC
Ação Integradora ASSISTENTE ADMINISTRATIVO SENACAção Integradora ASSISTENTE ADMINISTRATIVO SENAC
Ação Integradora ASSISTENTE ADMINISTRATIVO SENAC
 
1519678804ebook_plano_de_negocios_smallv3.pdf
1519678804ebook_plano_de_negocios_smallv3.pdf1519678804ebook_plano_de_negocios_smallv3.pdf
1519678804ebook_plano_de_negocios_smallv3.pdf
 
parte4-organizao-171014133358.pptx
parte4-organizao-171014133358.pptxparte4-organizao-171014133358.pptx
parte4-organizao-171014133358.pptx
 
Filosofia e ética empresarial
Filosofia e ética empresarialFilosofia e ética empresarial
Filosofia e ética empresarial
 
Gestao de novos negocios completo
Gestao de novos negocios completoGestao de novos negocios completo
Gestao de novos negocios completo
 
Pf e pj
Pf e pjPf e pj
Pf e pj
 
Relatório estágio tópicos 1 e 2.
Relatório estágio tópicos 1 e 2.Relatório estágio tópicos 1 e 2.
Relatório estágio tópicos 1 e 2.
 
Como contratar e selecionar pessoas.pdf
Como contratar e selecionar pessoas.pdfComo contratar e selecionar pessoas.pdf
Como contratar e selecionar pessoas.pdf
 
Palestra como montar e gerir uma empresa na visao de um empresario junior
Palestra como montar e gerir uma empresa na visao de um empresario juniorPalestra como montar e gerir uma empresa na visao de um empresario junior
Palestra como montar e gerir uma empresa na visao de um empresario junior
 
Aula de gestão empresarial 11 01-2014
Aula de gestão empresarial 11 01-2014Aula de gestão empresarial 11 01-2014
Aula de gestão empresarial 11 01-2014
 
Apresentação
ApresentaçãoApresentação
Apresentação
 
ImportâNcia Da RegulamentaçãO Das ProfissõEs
ImportâNcia Da RegulamentaçãO Das ProfissõEsImportâNcia Da RegulamentaçãO Das ProfissõEs
ImportâNcia Da RegulamentaçãO Das ProfissõEs
 
ImportâNcia Da RegulamentaçãO Das ProfissõEs
ImportâNcia Da RegulamentaçãO Das ProfissõEsImportâNcia Da RegulamentaçãO Das ProfissõEs
ImportâNcia Da RegulamentaçãO Das ProfissõEs
 
Como se Tornar um Empresário- de Pedro Francisco
Como se Tornar um Empresário- de Pedro FranciscoComo se Tornar um Empresário- de Pedro Francisco
Como se Tornar um Empresário- de Pedro Francisco
 
EMPREENDEDORISMO
EMPREENDEDORISMO EMPREENDEDORISMO
EMPREENDEDORISMO
 
Empreendedorismo teleaula 5_temas_6e7
Empreendedorismo teleaula 5_temas_6e7Empreendedorismo teleaula 5_temas_6e7
Empreendedorismo teleaula 5_temas_6e7
 
Direito empresaral e tributário1
Direito empresaral e tributário1Direito empresaral e tributário1
Direito empresaral e tributário1
 

Mais de Wandick Rocha de Aquino

Mais de Wandick Rocha de Aquino (17)

Parte 1 - Habilidades do Líder
Parte 1 - Habilidades do LíderParte 1 - Habilidades do Líder
Parte 1 - Habilidades do Líder
 
Processo Seletivo
Processo Seletivo Processo Seletivo
Processo Seletivo
 
Sped
SpedSped
Sped
 
Comportamento e Postura Profissional
Comportamento e Postura ProfissionalComportamento e Postura Profissional
Comportamento e Postura Profissional
 
DRE - Demonstração do Resultado do Exercício
DRE - Demonstração  do Resultado do ExercícioDRE - Demonstração  do Resultado do Exercício
DRE - Demonstração do Resultado do Exercício
 
Treinamento & Desenvolvimento
Treinamento & DesenvolvimentoTreinamento & Desenvolvimento
Treinamento & Desenvolvimento
 
Qualidade no Trabalho
Qualidade no TrabalhoQualidade no Trabalho
Qualidade no Trabalho
 
Reforma Trabalhista
Reforma TrabalhistaReforma Trabalhista
Reforma Trabalhista
 
Empreendedorismo
EmpreendedorismoEmpreendedorismo
Empreendedorismo
 
Manual do Novo Empregado
Manual do Novo EmpregadoManual do Novo Empregado
Manual do Novo Empregado
 
Trabalho da Mulher
Trabalho da MulherTrabalho da Mulher
Trabalho da Mulher
 
Resiliência: Noção, Conceitos Afins e Considerações Críticas
Resiliência: Noção, Conceitos Afins e Considerações CríticasResiliência: Noção, Conceitos Afins e Considerações Críticas
Resiliência: Noção, Conceitos Afins e Considerações Críticas
 
Conhecimentos Bancários - aulas 1 a 8
Conhecimentos Bancários - aulas 1 a 8Conhecimentos Bancários - aulas 1 a 8
Conhecimentos Bancários - aulas 1 a 8
 
Apostila de Conhecimentos Bancários
Apostila de Conhecimentos BancáriosApostila de Conhecimentos Bancários
Apostila de Conhecimentos Bancários
 
ISO
ISOISO
ISO
 
EMPREGABILIDADE - 20 dicas para se dar bem na dinâmica de grupo
EMPREGABILIDADE - 20 dicas para se dar bem na dinâmica de grupoEMPREGABILIDADE - 20 dicas para se dar bem na dinâmica de grupo
EMPREGABILIDADE - 20 dicas para se dar bem na dinâmica de grupo
 
EMPREGABILIDADE - 20 dicas para se dar bem na entrevista
EMPREGABILIDADE - 20 dicas para se dar bem na entrevistaEMPREGABILIDADE - 20 dicas para se dar bem na entrevista
EMPREGABILIDADE - 20 dicas para se dar bem na entrevista
 

Último

Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPanandatss1
 
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfaulasgege
 
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresLilianPiola
 
activIDADES CUENTO lobo esta CUENTO CUARTO GRADO
activIDADES CUENTO  lobo esta  CUENTO CUARTO GRADOactivIDADES CUENTO  lobo esta  CUENTO CUARTO GRADO
activIDADES CUENTO lobo esta CUENTO CUARTO GRADOcarolinacespedes23
 
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxAula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxBiancaNogueira42
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxIsabellaGomes58
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfPastor Robson Colaço
 
Caixa jogo da onça. para imprimir e jogar
Caixa jogo da onça. para imprimir e jogarCaixa jogo da onça. para imprimir e jogar
Caixa jogo da onça. para imprimir e jogarIedaGoethe
 
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologiaAula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologiaaulasgege
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfEditoraEnovus
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasCassio Meira Jr.
 
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024Jeanoliveira597523
 
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptxAula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptxpamelacastro71
 
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxOsnilReis1
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfHenrique Pontes
 
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)Mary Alvarenga
 

Último (20)

Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SP
 
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
 
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
 
activIDADES CUENTO lobo esta CUENTO CUARTO GRADO
activIDADES CUENTO  lobo esta  CUENTO CUARTO GRADOactivIDADES CUENTO  lobo esta  CUENTO CUARTO GRADO
activIDADES CUENTO lobo esta CUENTO CUARTO GRADO
 
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxAula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
 
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
 
Caixa jogo da onça. para imprimir e jogar
Caixa jogo da onça. para imprimir e jogarCaixa jogo da onça. para imprimir e jogar
Caixa jogo da onça. para imprimir e jogar
 
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologiaAula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
 
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
 
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptxAula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
 
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
 
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)
 

Práticas Administrativas

  • 2. a) Definições de Pessoas Física e Jurídica; b) Funções Essenciais das Empresas; c) Tipos de Empresas Constituídas no Brasil; d) Princípios das Práticas Administrativas. AULA 1 – Introdução
  • 3. O que é admistração?
  • 4. Administração  Significa direção  gerência  ato de gerenciar pessoas e recursos  para alcançar os objetivos.  Ramo das ciências humanas que se caracteriza pela aplicação prática de princípios, normas e funções dentro das organizações.
  • 5. Pessoa Física e Pessoa Jurídica  Pessoa Física é a pessoa natural, todo indivíduo desde o nascimento até a morte.  Pessoa Jurídica consiste num conjunto de pessoas ou bens, dotado de personalidade jurídica própria e constituída na forma da lei.
  • 6. O que é empresa?
  • 7. Conceito de Empresa  Associação de pessoas para a exploração de um negócio que produz ou oferece bens e serviços para ter lucro.  Lucro  sustentabilidade  crescimento  oportunidades.
  • 9. Administração Científica  Administração Científica: modelo de administração criado pelo americano Frederick Wislow Taylor, no fim do século XIX e início do século XX.  Baseia na aplicação do método científico na administração com o intuito de garantir o melhor custo x benefício aos sistemas produtivos.
  • 11. DESCRIÇÃO SOCIEDADE LIMITADA SOCIEDADE ANÔNIMA DENOMINAÇÃO LTDA. S. A. CAPITAL SOCIAL Aberto Fechado SÓCIOS Quotistas Acionistas PARTICIPAÇÃO Quotas Ações NEGOCIAÇÃO Particular Bolsa de Valores Sociedade Limitada x Sociedade Anônima
  • 12. MEI – Micro Empreendedor Individual  Faturamento mensal – R$ 5.000,00 anual – R$ 60.000,00  Pode ter um funcionário fixo com registro na carteira de trabalho.  Registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).  A estrutura de negócios é exercida no nome da pessoa, que será também o nome da empresa.  Não há separação entre os bens da pessoa e os da empresa.  Pode ser optante do Simples Nacional.
  • 13. EIRELI - Empresa Individual de Responsabilidade Limitada  Faturamento mensal – R$ 5.000,00 anual – R$ 60.000,00  Pode ter um funcionário fixo com registro na carteira de trabalho.  Registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).  A estrutura de negócios é exercida no nome da pessoa, que será também o nome da empresa.  Há separação entre os bens da pessoa e os da empresa  Capital – 100 salários mínimos.  Pode ser optante do Simples Nacional.
  • 14. ME – Microempresa  Faturamento anual: até R$ 360.0000,00.  Constituição: sociedade limitada (Ltda-ME) com dois ou mais sócios.  Registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).  Pode ser optante do Simples Nacional.  Documento: Contrato social.
  • 15. EPP – Empresa de Pequeno Porte  Faturamento anual de R$ 360.0000,01 até R$ 3.600.000,00  Constituição: sociedade limitada (Ltda.-EPP) com dois ou mais sócios.  Registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).  Pode ser optante do Simples Nacional.  Documento: Contrato social.  Algumas empresas são vedadas pela lei como: bancos, sociedades de crédito e corretoras de valores.
  • 16. Empresa: Pública, Privada e Mista  Pública: oriunda de órgãos governamentais, municipal, estadual ou federal. Capital Social é 100% público, sem participação de capital privado.  Privada: provinda de uma firma individual ou de sociedade. Capital Social é 100% particular.  Mista: junção das empresas públicas com as empresas privadas. A empresa pública detém a maior parte das ações, assumindo o controle administrativo.
  • 17. Por que as empresas fecham?
  • 18. “Causa Mortis” das Empresas  Não conhecer o mercado.  Não fazer planejamento financeiro.  Não fazer pesquisa mercadológica.  Não saber administrar os recursos.  Não ter visão de futuro.  Falta de comportamento empreendedor.  Esperar retorno rápido.
  • 19. Missão  A missão de uma empresa corresponde ao que esta se propõe a fazer e para quem.  É a razão de sua existência. Exemplo > Missão da Microlins: “Transformar os sonhos dos nossos alunos em realidade, por meio da educação, formação profissional e encaminhamento ao mercado de trabalho.”
  • 20. Visão  É a direção desejada, o caminho que se pretende percorrer, uma proposta do que a empresa deseja ser, a médio e longo prazo, e como ela espera ser vista por todos.  Responsável por nortear a organização. Exemplo > Visão da Microlins: “Realizar sonhos e cultivar a cidadania por meio da formação profissional, agregando valores perceptíveis para o país, os clientes, acionistas e parceiros.”
  • 21. Valores  Podem ser definidos como princípios que guiam a vida da organização, tendo um papel tanto de atender seus objetivos quanto de atender às necessidades de todos.  Incidem nas convicções que fundamentam as escolhas por um modo de conduta tanto de um indivíduo quanto em uma organização. Exemplo > Valores da Microlins: Realização, Profissionalismo, Iniciativa, Justiça, Trabalho em Grupo, Comunicação.
  • 22. Objetivo x Meta  Objetivo: descrição daquilo que se pretende alcançar.  Meta: definição em termos quantitativos e com um prazo determinado.
  • 23. a) Constituição de Empresa; b) Contrato Social; c) Procedimento de Abertura de Empresa. AULA 2 – Empresa
  • 24. Classificação das Empresas JURÍDICA ECONÔMICA INDÚSTRIA SETOR PRIMÁRIO COMÉRCIO SETOR SECUNDÁRIO PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS SETOR TERCIÁRIO
  • 25. Porte das Empresas EMPRESA INDÚSTRIA COMÈRCIO E SERVIÇOS MICRO Até 19 empregados Até 9 empregados PEQUENA De 20 a 99 empregados De 10 a 49 empregados MÉDIA De 100 a 499 empregados De 50 a 99 empregados GRANDE Mais de 500 empregados Mais de 100 empregados
  • 26. Porte das Empresas EMPRESA INDÚSTRIA COMÈRCIO E SERVIÇOS FATURAMENTO ANUAL MICRO Até 19 empregados Até 9 empregados Até R$ 360.000,00 PEQUENA De 20 a 99 empregados De 10 a 49 empregados R$ 360.000,01 a R$ 3.600.000,00 MÉDIA De 100 a 499 empregados De 50 a 99 empregados R$ 3.600.000,01 a R$ 20.000.000,00 GRANDE Mais de 500 empregados Mais de 100 empregados Acima de 20.000.000,00
  • 27. Plano de Negócio  Documento que descreve por escrito os objetivos de um negócio e quais passos devem ser dados para que esses objetivos sejam alcançados, diminuindo os riscos e as incertezas.  Permite identificar e restringir seus erros no papel, ao invés de cometê-los no mercado.  Palavra-chave: Planejamento.
  • 28. Constituição de Empresa  1 – Pesquisar nome e o endereço.  2 – Contratar um contador.  3 – Elaborar Contrato Social e registrá-lo na Junta Comercial ou no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas.  4 – Cadastrar o CNPJ na Receita Federal.  5 – Registrar Alvará na Prefeitura.  6 – Cadastrar a Inscrição Estadual na Secretaria da Fazenda do Estado.  7 – Registrar a empresa na Previdência.
  • 29. Registros  Junta Comercial: registro do Contrato Social.  Receita Federal: registro do CNPJ. (IR)  Secretaria da Fazenda: registro da Inscrição Estadual. (ICMS)  Prefeitura: Alvará de funcionamento. (ISSQN)
  • 30. Contrato Social 1. Qualificação completa dos sócios; 2. Indicação do tipo jurídico da sociedade; 3. Nome empresarial; 4. Endereço comercial (sede); 5. Objeto social; 6. Capital social; 7. Responsabilidade dos sócios; 8. Prazo de duração da sociedade.
  • 31. Contrato Social 9. Administração; 10. Cessão de quotas; 11. Falecimento / interdição de sócio; 12. Data do exercício social; 13. Participação dos sócios; 14. Administrador; 15. Foro; 16. Local e data; 17. Assinatura dos sócios.
  • 32. a) Comunicação e seus Agentes; b) Redações Comerciais; c) Reunião Empresarial. AULA 5 – Comunicação
  • 33. O que é comunicação?
  • 34. Comunicação Empresarial  Comunicação  ato de transmitir uma informação e ocorre quando interagimos com outras pessoas usando linguagem.  Comunicação Empresarial  ferramenta estratégica de planejamento utilizada para melhorar a imagem e os resultados.  Linguagem  processo comunicativo pelo qual as pessoas interagem entre si.
  • 36. Elementos da Comunicação  Emissor  emite a mensagem;  Receptor  recebe a mensagem;  Código  maneira pela qual a mensagem se organiza;  Canal  meio físico ou virtual que assegura a circulação da mensagem;  Mensagem  conteúdo das informações transmitidas.  Feedback  resposta do receptor;  Contexto  variáveis da comunicação;  Ruído  elementos que perturbam, dificultam a compreensão da informação.
  • 37. Ruídos na Comunicação  Barreiras mecânicas ou físicas  comunicação é bloqueada por fatores físicos. Ex.: Barulho.  Barreiras fisiológicas  problemas genéticos ou de má formação dos órgãos vitais da fala. Ex.: Gaguez.  Barreiras semânticas  uso inadequado da linguagem. Ex.: termos técnicos.  Barreiras psicológicas  preconceitos e estereótipos. Ex.: tatuado – drogado.  Barreiras pessoais  depende da personalidade, das emoções, dos valores da pessoa. Ex.: nervosismo.  Barreiras administrativas burocráticas  como as empresa atua e processa as informações. Ex.: por escrito.
  • 38. Tipos de Redações Comerciais  Carta;  Ofício;  Memorando;  Email  Declaração;  Atestado;  Aviso;  Edital;  Relatório  Formulário  Procuração;  Ata.
  • 39. O que significa reunião?
  • 40. Reunião Empresarial  Encontro de pessoas com propósito de discutir uma assunto e chegar a um consenso.  Etapas  planejamento; condução; e acompanhamento.  Integrantes  condutor; controlador do tempo; relator; e convidados.
  • 41. Condutor da Reunião  Responsável por:  Organizar a reunião;  Convocar os participantes;  Confirmas as presenças;  Reservar o local;  Definir os objetivos;  Preparar materiais e equipamentos;  Escolher o controlador do tempo e o relator;  Preparar o coffee break.
  • 42. Controlador do tempo  Responsável por:  Cronometrar o tempo que cada um tem para discursar;  Alertar os participantes do tempo que falta para o término da sua fala e o término da reunião.
  • 43. Relator da Reunião  Responsável por:  Fazer os registros dos assuntos discutidos;  Acompanhar os pontos da pauta;  Certificar que todos os pontos foram discutidos;  Tomar notas sobre as decisões;  Elaborar a Ata da Reunião;  Colher as assinaturas de todos os participantes na Ata; Envia cópia da Ata aos participantes.
  • 44. Convocação da Reunião  É o convite para que os participantes compareçam a uma reunião.  Deve ser enviada com dois dias de antecedência.  Deve constar:  Pauta da reunião;  Objetivo;  Local, data e hora da reunião;
  • 45. Ata da Reunião  Documento elaborado pelo relator descrevendo os assuntos tratados e as decisões que foram tomadas.  Todos os participantes têm que assinar a Ata da Reunião.  Serve para embasar as reuniões que serão feitas futuramente.
  • 46. Tipos de Reunião  Ordinária  reunião planejada e convocada com antecedência.  Extraordinária  não estava prevista, não foi planejada e convocada com urgência.  Estratégica  para tomada de decisão.  Informativa  informar novas ações ou procedimentos.  Discursiva  melhorias de processos, planejamento e soluções.
  • 47. a) Títulos de Crédito; b) Operações Bancárias; c) Restrições de Crédito; d) Protesto. AULA 6 – Títulos de Crédito
  • 48. O que são títulos de crédito?
  • 49. Títulos de Crédito  “Título de crédito é o documento necessário para o exercício do direito , literal e autônomo , nele mencionado” Cesar Vivante  Documento necessário para que se realize a cobrança de valores previamente negociados, desde que tenha a assinatura do devedor.
  • 50. Elementos do Título de Crédito  Confiança – promessa de pagamento.  Tempo – pagamento futuro.
  • 51. Classificação do Título de Crédito  Títulos ao Portador  não expressam o nome da pessoa beneficiada.  Títulos Nominativos  possuem o nome do beneficiário.  Títulos à Ordem  emitidos em favor de pessoa determinada, transferindo–se pelo endosso.
  • 52. Características do Título de Crédito  Formalismo – o título de crédito é formal, determina a relação entre o devedor e o credor.  Excutividade – existindo um documento provando o crédito a cobrança judicial é mais eficiente e rápida.  Negociabilidade – facilidade com que o crédito pode circular.
  • 53. Informações no Título de Crédito  Cedente – dados do credor.  Sacado – dados do devedor.  Vencimento – data de pagamento.  Valor – quantidade que deve ser pago.  Registro – diferenciar os títulos.
  • 54. Tipos de Títulos de Crédito  Cheque;  Duplicata;  Nota Promissória.  Cartão de Crédito;  Cartão de Débito;
  • 55. Cheque  Ordem de pagamento à vista.  Pode ser protestado ou executado em juízo.  Tipos de relação jurídica:  Emitente e o banco – baseada na conta bancária;  Emitente e o beneficiário.
  • 56. Cheque ao Portador  Pagável a quem apresentá-lo no caixa do banco, pois não tem a inscrição de um nome.
  • 57. Cheque Nominativo “à ordem”  E pagável apenas à pessoa que está especificada no campo específico ou “à sua ordem” para um terceiro, mediante a um endosso.
  • 58. Endosso  É o ato pelo qual uma pessoas transfere o direito de recebimento de um título de crédito para um terceiro através de assinatura.
  • 59. Cheque Nominativo “não à ordem”  É possível para o emitente evitar o endosso escrevendo após o nome a expressão “não à ordem”.
  • 60. Cheque Cruzado em Branco  É identificado por dois traços paralelos e transversais que são riscados no ato da emissão.  Pode ser depositado em qualquer banco.
  • 61. Cheque Cruzado em Preto  É quando entre as linha paralelas está escrito o nome de um banco e o cheque somente poderá ser depositado neste banco identificado.
  • 62. Cheque Cruzado “para crédito na conta do favorecido”  O cheque que não poderá ser apresentado para pagamento, só poderá ser depositado em conta de pessoa favorecida.
  • 63. Cheque Administrativo  Ordem de pagamento com fundos do próprio banco  emitido pela instituição financeira e pagamento garantido.  Emitido a pedido do cliente  o banco se certifica que o cliente terá dinheiro para honrar o pagamento.  Usado para pagamentos de valores altos.
  • 64. Duplicata  Título de crédito emitido pelo credor ao vender mercadorias ou serviços representados em uma fatura  Nota Fiscal.  O comprador se obriga a pagar, dentro do prazo combinado, o valor da fatura.
  • 65.
  • 66. Nota Promissória  Título de crédito emitido como garantia de pagamento  o devedor assume a obrigação de pagar o valor estabelecido dentro do prazo combinado.  É um título nominal  assinado pelo comprador  posse do vendedor  após o pagamento devolve como recibo.
  • 67. Modelo de Nota Promissória
  • 68. Cartões  Cartão de Débito  o valor é descontado da conta no momento da compra.  Cartão de Crédito  o valor é predefinido com pagamento futuro através de uma fatura.
  • 69. Recibo  Documento que o credor entrega ao devedor para comprovar o pagamento da dívida.
  • 70. Sistema de Pagamento Bancário  Internet Banking;  TIB – Transferência Bancária Interna;  DOC – Documento de Crédito;  TED – Transferência Eletrônica Disponível;  DDA – Débito Direto Autorizado.
  • 71. Restrições ao Crédito  Inadimplente;  SPC – Serviço de Proteção ao crédito;  SERASA – Centralização de Serviços Bancários;  CCF – Cadastro de Emitente de Cheque sem Fundos;  Dívida ativa – Dívida Pública;  Protesto de Títulos.
  • 72. Cartório de Protesto de Títulos  Intimação de cobrança de títulos de crédito vencidos  recebimento ou protesto por falta de pagamento.  Fornece certidão de protesto utilizada na análise de crédito dos tomadores de empréstimo  Certidão Negativa.
  • 73. a) Noções sobre TI; b) Hardwere; c) Softwere; d) Redes. AULA 7 – Tecnologia da Informação
  • 74. O que é tecnologia da informação?
  • 75. Tecnologia da Informação  Informação  conceber ideia, instrução, treinamento, conhecimento.  Tecnologia  conjunto dos instrumentos, métodos e técnicas para aproveitamento do conhecimento.  Tecnologia da Informação  conjunto de recursos tecnológicos e computacionais para geração, aplicação e uso da informação.
  • 76. TI – Tecnologia da Informação  Tratamento da Informação  estratégica  tomada de decisão.  Consequências:  Padronização;  Qualidade;  Produtividade;  Competitividade.
  • 77. Surgimento da TI  Surgiu com o advento dos computadores nas empresas.  Analisando os avanços da TI vemos o quanto a tomada de decisão ficou mais rápida e precisa.  A integração tecnológica flexibilizou e facilitou a troca e o acesso às informações otimizando o funcionamento da empresa.
  • 78. Evolução da TI  1960 – Processamento de dados;  1970 – Sistemas de informações;  1980 – Inovação competitiva;  1990 – Integração do negócio;  Atualmente – Tecnologia da Informação.
  • 79. Softwere  Software  parte lógica do computador.  Sistemas Operacionais  Windows.  Aplicativos  Word, Excel.  Navegador ou Browser  Firefox.  Buscadores  Google.  Antivírus / Antispywere  proteção.  ERP  planejamento de recursos.  Cloud Computing  armazenamento de dados.  VOIP  teleconferência, ligações.
  • 80. Hardwere  Hardware  parte física do computador.  Datashow  projetor multimídia.  Computadores portáteis  netbook, tablet, smartphone.  Computadores  notebook e PC desktop.  Modens, Hubs e Roteadores  rede de computadores e acesso a internet.  Wireless  acesso sem fio.  Bluetooth  rádio transmissão.
  • 81. Rede  Forma de interação entre vários computadores.  Internet  acesso mundial.  Intranet  rede interna, fechada e exclusiva  acesso liberado somente no ambiente de trabalho em computadores registrados na rede.  Extranet  algumas informações da intranet é aberta a clientes ou fornecedores.
  • 82. a) Conceito e Ferramentas da Qualidade; b) Série ISO 9000; c) Globalização; d) Sistemas de Suprimento; e) Modais de Transporte. AULA 8 – Qualidade
  • 83. O que é qualidade?
  • 84. Qualidade  Conjunto de características de um produto ou serviço que atende e supera as expectativas do cliente.  Produtividade;  Melhoria de resultados;  Lucratividade;  Redução do desperdício;  Envolvimento;  Aumento da vendas.
  • 85. Gestão da Qualidade  Gerência focada na qualidade dos produtos ou serviços.  Objetivo  criar consciência da qualidade em todos os processos.  Produtos ou serviços que atendam às necessidades dos clientes;  Sustentabilidade da empresa;  Administrar por processos;  Não permitir repetição do erro.
  • 86. Série ISO 9000  International Organization for Standardization  Organização Internacional de Normatização  Cria normas e especificações  diferentes segmentos e áreas.  Série 9000  normas que tratam de sistemas para gestão e garantia da qualidade.  ABNT – Associação Brasileiras de Normas Técnicas  representa a ISO no Brasil.
  • 87. PMI e PMBOK  Project Management Institute (PMI) Instituto de Gerenciamento de Projetos Disseminar as melhores práticas de gerenciamento de projetos.  Project Management Body of Knowledge (PMBOK) Corpo de Conhecimento e Gerenciamento de Projetos Guia de melhores práticas do gerenciamento de projetos elaborado pelo PMI  base de todo o conhecimento para o gerenciamento de projetos
  • 88. Ferramentas da Qualidade Gerenciamento de Qualidade Total 6 Signa Ferramenta de Análise de Modos e Efeitos de Falha Revisões de Projetos Voz do Cliente Custo da Qualidade 5S – Housekeeping Diagrama de Pareto (Curva ABC) Diagrama de Causa e Efeito Fluxograma 5W2H PDCA Gráfico de Controle Folha de Verificação
  • 89. Gerenciamento de Qualidade Total  Metodologia de gestão  melhoria contínua da qualidade.  Objetivo:  Satisfação e a confiança dos clientes;  Crescimento da produtividade;  Diminui custos internos;  Qualidade dos produtos e processos;  Conquista maior do mercado.
  • 90. 6 Signa  Técnicas para melhorar os processos  eliminar defeitos  objetivos estratégicos.  Definir  objetivos;  Mensurar  medir;  Analisar  variações;  Incrementar  melhorias;  Controlar  desempenho.
  • 91. Ferramenta de Análise de Modos e Efeitos de Falha  Método para prevenir falhas e analisar os riscos de um processo  causas e efeitos de falhas.  Objetivo  identificar as falhas nos processos causas e efeitos  traçar ações preventivas.
  • 92. Revisão de Projeto  Oportunidade para verificar o desenvolvimento de cada fase do projeto.  Alcançou as metas do início da fase;  Decidir a sequencia do projeto;  Objetivos e planos para próxima fase.
  • 93. Voz do Cliente  Ferramenta de gestão  o que pensa o cliente  visão dos pontos fortes e fracos da empresa.  Ouvir ativamente o cliente;  Transcrever com exatidão seus comentários;  Separar suas colocações relevantes;  Encaminhar as críticas para análise e solução.
  • 94. Custo da Qualidade  Promover a qualidade através da abordagem de custos  aspectos financeiro. Custos de Prevenção: situações indesejadas  Ex.: treinamento. Custos de Avaliação: controle da qualidade  Ex.: investimento em projeto. Custos de Falhas externas: produto não conforme  entregue  Ex.: recall. Custos de Falhas internas: produto não conforme  não entregue  Ex.: retrabalho.
  • 95. 5S – Housekeeping  Ferramenta para desenvolver a prática de bons comportamentos  produtividade, segurança e competitividade.  Seiri – Senso de Arrumação;  Seiton – Senso de Ordenação;  Seiso – Senso de Limpeza;  Seiketsu – Senso de Asseio;  Shitsuke – Senso de Autodisciplina.
  • 96. Diagrama de Pareto (Curva ABC)  Princípio de Pareto  80% dos problemas são causados por 20% dos fatores.  Curva ABC: Classe A: maior importância  20%; Classe B: importância intermediária  30%; Classe C: menor importância  50%.
  • 98. Diagrama de Pareto (Curva ABC)  Princípio de Pareto  80% dos problemas são causados por 20% dos fatores.  Curva ABC: Classe A: maior importância  20%; Classe B: importância intermediária  30%; Classe C: menor importância  50%.
  • 99. Diagrama de Causa e Efeito  Ferramenta utilizada para gerenciamento da qualidade  identifica a causa que um efeito provoca num determinado processo.  As causas são identificadas e selecionadas para uma melhor análise.  Ao examinar cada causa  observar fatos  desvios de padrões  investigar e eliminar a causa do problema.
  • 100. CAUSA MÁQUINA CAUSA MATERIAL CAUSA MÃO DE OBRA CAUSA MÉTODO EFEITO DEFEITO NAS CAMISAS excesso de pessoal molde com defeito falta de treinamento fadiga erros desmotivação tecido inadequado má qualidade da linha falta de manutenção tesoura pequena FÁBRICA DE CAMISAS
  • 101. Fluxograma  Diagrama que representa graficamente determinado processo  fluxo de trabalho.  Representação feita a partir de figuras geométricas e linhas  ilustra etapas do processo  ordem e forma de interação.
  • 103. 5W2H  Ferramenta de gestão  checklist de atividades que precisam ser desenvolvidas  facilitar o planejamento. What  o que?  etapa Who  por quem?  responsabilidade When  quando?  tempo Where  onde?  local Why  por que?  justificativa How  como?  método How Much  quanto?  custo
  • 104. PDCA  Ferramenta de gestão para controlar e melhorar processos e produtos  melhoria contínua das etapas de um processo. Plan – Planejar; Do – Executar; Check – Verificar; Act – Agir.
  • 105.
  • 106. Gráfico de Controle  Ferramenta para examinar se o processo está sob controle  desempenho do processo ao longo do tempo.  Baseado em estatística  todo processo tem variações  determinar parâmetros dentro dos limites  máximo e mínimo.
  • 107. LCS LCI X X MÉDIA DOS DADOS LIMITE DE CONTROLE SUPERIORLCS LCI LIMITE DE CONTROLE INFERIOR Pontos fora do LCI e LCS  Processo fora do controle ou instável. Obs.
  • 108. Folha de Verificação  Formulários usados para preencher dados coletados  amostras de produção  determinar padrões de qualidade.  Verificar ocorrências de defeitos num durante a produção  prevenção  corrigir erros.
  • 109. CARACTERÍSTICAS LOTE 1 LOTE 2 LOTE 3 LOTE 4 Arranhaduras Bolhas Deformações Fissuras Manchas Padrão de qualidade Com defeito – Lote para análise
  • 110. Globalização  Fenômeno mundial  modelo econômico capitalista  integração do espaço geográfico  política, social e cultural.  Integração das relações sociais  escala mundial  constante evolução e transformação. Aspecto negativo – desigualdade social. Aspecto positivo – evolução tecnológica e difusão de conhecimentos.
  • 111. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos  SCM - Supply Chain Management  Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos  Ferramenta que utilizada com a Tecnologia da Informação (TI)  gerenciar a cadeia de suprimentos com maior eficácia e eficiência  melhores padrões de competitividade.  SCM  coordenação dos fluxos de materiais e informações aos fornecedores e ao cliente final.
  • 112. Logística  Ferramenta de gestão  planejamento da armazenagem, circulação e distribuição de produtos.  Objetivo  criar meios para entrega de produtos no menor tempo  reduzir custos.  Importância  mercado competitivo  aumento da quantidade de mercadorias produzidas e consumidas  comércio mundial.
  • 113. Centros de Distribuição  Local para armazenar os produtos  facilitar distribuição para filiais ou clientes.  Objetivo  redução de custos.  Otimização da logística  distribuição eficiente e dinâmica  facilita a ligação com filiais e clientes .
  • 114. Centro de Distribuição Matriz Filial 1 Filial 2Consumidor Final
  • 115. INCOTERMS  International Commercial Terms  Termos Internacionais de Comércio  Definir direitos e obrigações recíprocas  exportador e do importador  contrato de compra e venda internacional. Distribuição de custos; Local de entrega da mercadoria; Quem suporta o risco do transporte; Responsabilidade dos direitos aduaneiros.
  • 116. GRUPOS INCOTERM DESCRIÇÃO Grupo E Saída EXW - Ex Works Comprador retira a mercadoria no estabelecimento do vendedor sem estar pronta para exportação. Grupo F Transporte principal não pago FCA - Free Carrier Mercadoria é colocada à disposição do comprador no local determinado pronta para a exportação. FAS - Free Alongside Ship Mercadoria é colocada à disposição do comprador ao lado do navio pronta para a exportação. FOB - Free on Board Mercadoria é colocada à disposição do comprador dentro do navio pronta para a exportação.
  • 117. GRUPOS INCOTERM DESCRIÇÃO Grupo C Tranporte pago + Seguro CFR - Costs and Freights Vendedor é responsável pelos custos do carregamento e frete até o porto de destino. CIF - Costs Insurance and Freight Vendedor é responsável pelso custos do carregamento, frete até o porto de destino e seguro. Grupo D Delicery DAP - Delivered At Place Vendedor põe a mercadoria à disposição do comprador – no local – sem importação. DAT - Delivered at Terminal Vendedor põe a mercadoria à disposição do comprador – no terminal – sem importação. DDP - Delivered Duty Paid Vendedor põe a mercadoria à disposição do comprador – assume todos riscos – com importação.
  • 118. Modais de Transporte  Rodoviário  estradas  Aquaviários mar, rios e lagos  Mar = marítimo  Rio = fluvial  Lagos = lacustre  Ferroviário  trem  Aéreo  aviões, aeronaves  Dutoviário  dutos, tubulações  Oleodutos = gasolina, álcool, diesel  Minerodutos = sal-gema, ferro  Gasodutos = gás natural
  • 119. Alfândega (ou Aduana)  Repartição do governo  localizada nas fronteiras do país  controla entradas e saídas de mercadorias.  Receita Federal  responsável pelo desembaraço aduaneiro, arrecadação de tributos, controle e liberação das importações e exportações . Zona Primária  fronteiras, portos e aeroportos. Zona Secundária  armazéns no interior das cidades e portos secos.
  • 120. Estoque  Materiais ou produtos  ficam fisicamente disponíveis na empresa  produção ou venda.  Estoques mínimo  para não faltar.  Estoque máximo  evitar perdas e capital de giro parado.  Matérias-primas, produtos em processos, produtos acabados, insumos, materiais de consumo, mercadorias.
  • 121. Controle de Estoque  Procedimento de gestão  custos  registrar e fiscalizar a entrada e saída de mercadorias.  Quantidade disponível;  Consumo médio;  Custos;  Inventário;
  • 122. Just in Time  Momento certo  nada deve ser produzido, transportado ou comprado antes da hora certa.  Produto ou matéria-prima chega no momento exato em que for utilizado  não existe estoque parado.  Reorganização da produção  eliminação de desperdícios  melhoria contínua  gera competitividade  influencia na qualidade e no preço.
  • 123. Exportação x Importação  Exportação  saída de mercadorias do Brasil  venda para outro país.  Importação  entrada de mercadorias no Brasil  compra de outro país.  Balança Comercial  exportações menos importações. Superávit – exportações maiores do que as importações  balança comercial positiva. Déficit – importações maiores que as exportações  balança comercial negativa.
  • 124. Câmbio  Operação de troca de moeda de um país pela moeda de outro país.  No Brasil  agentes autorizados pelo Banco Central.  Taxa de câmbio  preço de uma moeda estrangeira.
  • 125. a) Comercial; b) Clientes; c) Atendimento; d) Crédito. AULA 9 – Setor Comercial
  • 126. O que é Comércio?
  • 127. Comércio  Comércio  negociação  atividade socioeconômica  compra e venda de produtos ou serviços  circulação da riqueza  obtenção de lucro.  Suporte Comercial  responsável pela geração de receitas  permitindo a permanência no mercado  sustentabilidade  crescimento.
  • 128. Backoffice  Retaguarda  departamentos de uma empresa que não atuam diretamente no atendimento ao cliente  operacional, gerencial ou administrativa.  Objetivo  concentração dos colaboradores  produtividade e qualidade no serviço.
  • 129. Quem é o cliente?
  • 130. Cliente  Cliente  alguém que necessita de ajuda para satisfazer suas necessidades ou desejos.  Toda pessoa que entra em contato com a empresa  que necessita do seu atendimento por qualquer motivo  não importando se vai comprar ou fechar um negócio.
  • 131. Customer Success  Sucesso do Cliente  ajudar o cliente a atingir o seu objetivo  aplicado a todo tipo de empresa  coletar feedbacks.  Suporte Técnico  canal reativo.  Costumer Success  canal proativo. Fidelizar clientes; Lembrar do cliente sempre; Eleva a satisfação.
  • 132. Tipos de Clientes  Interno  pessoas que nos relacionamos dentro da empresa  aqueles que direcionamos ou recebemos serviços.  Intermediário  aqueles que adquirem os produtos para revenda  distribuidores.  Externo  clientes finais  responsáveis pela sustentabilidade  compram produtos ou serviços.
  • 133. Área comercial  Estatísticas e controles de vendas;  Gerenciamento da equipe de vendedores;  Atendimento e cadastro de clientes;  Propostas, orçamentos e negociações;  Análise de mercado e Marketing;  Pós-venda e satisfação dos clientes;  Ações promocionais e preços;  Metas de vendas;  Compras, estoques e inventários;  Apresentação do produto.
  • 135. CARACTERÍSTICA PRODUTO SERVIÇO Tangibilidade Pode ser observado, palpado e experimentado. Não possui matéria, só enxergamos depois. Perecibilidade Pode ser armazenado e consumido posteriormente. Produção e consumo se dão no mesmo momento. Separabilidade Pode ser fracionado, dividido em quantidade. Integral, sem possibilidade de fracionar. Variabilidade Tem um padrão na cadeia produtiva em larga escala. Varia o padrão e qualidade de cada prestador.
  • 136. Tratamento x Atendimento  Tratamento  é genérico  maneira de se dirigir ao cliente  modo usado para abordá-lo durante o atendimento.  Atendimento  é específico  procedimento personalizado que deve ser adotado para encontrar a solução ideal, satisfazendo a necessidade do cliente.
  • 137. Crédito  Crédito  derivada de “crer”  confiança de receber  medido através do histórico de uma pessoa.  Aspecto financeiro  dispor a um tomador recursos financeiros  despesas, investimentos ou financiamentos  confiança em uma pessoa que se compromete pagar.
  • 138. Análise de Crédito  Avaliação do cliente  confirmar se tem condições financeiras para pagar  evitar riscos caixa  idoneidade e capacidade financeira.  Definição para conceder o crédito ao cliente  quantidade máxima a ser emprestada ou financiada.
  • 139. Análise de Crédito Aspecto Pessoal e Financeiro  Poder de Compra  determinação para efetuar o pagamento.  Capacidade  renda.  Capital Próprio  patrimônio  garantias.  Histórico  pessoal e financeiro.
  • 140. Fluxo de Caixa  Ferramenta de gestão financeira  movimentação financeira  entradas e saídas de dinheiro  saldo do capital. Valores a receber  direitos; Valores a pagar  obrigações; Saldo  direitos menos obrigações.
  • 141. Tipos de Contas  Contas à Receber  ATIVO  direitos  vendas à prazo.  Contas à Pagar  PASSIVO  obrigações  empréstimos, financiamentos, compras à prazo.
  • 142. Receitas, Despesas e Custos  Receitas  entrada de dinheiro  vendas de produtos, prestação de serviços e outras entradas financeiras.  Despesas  saída de dinheiro  utilização de serviços ou bens de consumo.  Custos  saída de dinheiro  gastos com produção, venda ou prestação de serviços.
  • 143. a) Conceitos de Marketing; b) Ciclo de Vida dos Produtos; c) Necessidades dos Clientes. AULA 10 – Marketing
  • 144. O que é marketing?
  • 145. Marketing  Market  Mercado  Marketing  uso do mercado  estratégias para agregar valor aos produtos e à marca  encantar clientes.  Criar e entregar valor  satisfazer as necessidades e desejos do cliente  projeta e promove produtos e serviços adequados  maior lucratividade.
  • 146. Marketing Pessoal  Promoção pessoal  vender a imagem  fazer-se conhecido  valores e pontos fortes  alcançar o sucesso.  Objetivo  apresentar imagem profissional positiva  aumenta a empregabilidade.
  • 147. Marketing Direto  Interesse no público-alvo  sem intermediários  relacionamento direto entre clientes e empresa. Banco de dados  conhecer bem o cliente. Estabelecer contato  qual melhor maneira de atingir o cliente. Campanha  criar estratégia.
  • 148. Web Marketing (ou Digital)  Utilização dos recursos disponibilizados na internet  comunicação e relacionamento  promover a marca ou produtos  cliente.  Vantagens: Agilidade; Baixo custo; Maior abrangência; Interação; Mareketing viral.
  • 149. Endomarketing  Estratégia de marketing  ações internas na empresa  percepção dos colaboradores a respeito da empresa.  Objetivo  fortalecimento da marca  maior divulgação da empresa  vantagens e benefícios.  Motivação  colaboradores passam a se sentirem importantes dentro da empresa.
  • 150. 4 C’s DO MARKETING 4 P’s DO MARKETING Cliente Produto Custo Preço Comunicação Promoção Conveniência Ponto / Praça
  • 152. Ciclo de Vida dos Produtos Introdução lançamento Crescimento aceitação Maturidade estabilidade Declínio saída VENDAS TEMPO
  • 153. Pesquisa Mercadológica  Ferramenta de orientação para as decisões  gera informações do mercado  identificar problemas e reduzir as incertezas  oportunidades e ameaças. Abertura ou expansão de um negócio; Dimensionar o mercado; Detectar novas tendências; Avaliar a performance, volume e preço dos produtos e serviços.
  • 154. a) Negociação; b) Técnicas de Compras; c) Ferramentas de compras; AULA 11 – Compras
  • 155. O que é negocião?
  • 156. Negociação  O meio pelo qual as pessoas buscam o entendimento e o consenso  acordo por meio do diálogo  relacionamento baseado em princípios efetivos e duradouros.  Negociador  pessoa com a capacidade de entender as necessidades dos clientes criar valor econômico.
  • 157. Técnicas de Negociação  Etapas da Negociação Preparação  planejamento; Abertura  clima agradável; Exploração  pesquisa; Apresentação  oferta; Clarificação  esclarecimento; Ação Final  fechamento; Controle e Avaliação  acompanhamento. Resultado esperado  ganha-ganha  todos ficam satisfeitos.
  • 158. Atacado x Varejo  Atacado  modalidade de venda em grande quantidade.  Varejo  modalidade de venda em pequenas quantidades.  Característica  atacadista geralmente vende para pessoas jurídicas (distribuidores) e o varejista vende o consumidor final.
  • 159. Compras  Função responsável pela obtenção do material  mercado fornecedor  atender as necessidades da empresa.  Material Certo  atender as necessidades;  Preço Certo  alavancar o lucro;  Hora Certa  condições do mercado;  Quantidade Certa  estoque mínimo e máximo.  Fonte Certa  fornecedor confiável.
  • 160. Função de Compras  Cadastramento de fornecedores;  Coleta de preços;  Logística e transporte do material;  Julgamento de propostas;  Negociação do preço, do prazo e da qualidade do material;  Recebimento e colocação da compras;  Estoque.
  • 161. Técnicas de Compras A peneira dos 3 “nãos”
  • 162. Cotação de Preço Orçamento; Qualidade; Preço; Quantidade; Referência do Fornecedor; Capacidade do Fornecedor Condições de Pagamento; Prazo de Entrega.
  • 163. Tipos de e-commerce B2B C2C B2C B2C ENTRE EMPRESAS ENTRE CONSUMIDORES DE EMPRESAS PARA CONSUMIDORES DE EMPRESAS PARA CONSUMIDORES
  • 164. a) Técnicas de Vendas; b) Orçamento; c) Apresentação do Produto; d) Apresentação do Vendedor; e) Atendimento. AULA 12 – Vendas
  • 165. O que é vender?
  • 166. Vender  É o processo pessoal ou impessoal de persuadir um possível cliente a adquirir uma mercadoria ou serviço, procurando atender suas necessidades e desejos.  Vender  comunicar o que gera valor  contribuir para atender as necessidades  convencer e persuadir  facilitar a vida das pessoas.
  • 167. Técnicas de Vendas 1 – Identificar as necessidades do cliente. 2 – Conheça bem o produto ou serviço. 3 – Apresente os benefícios. 4 – Trabalhe a objeção. 5 – Demonstre confiança. 6 – Ofereça um orçamento. 7 – Prepare os materiais necessários. 8 – Tenha senso de organização. 9 – Seja pontual. 10 – Faça o marketing.
  • 168. Ação Comercial  Conhecer bem o produto ou serviço que está oferecendo;  Conhecer o cliente, suas necessidades e desejos;  Ter as informações necessárias para transmitir confiança;  Elaborar orçamento adequado às necessidades do cliente.
  • 169. Orçamento  Documento de abertura da venda  expressa as necessidades do cliente  cálculo de quanto um produto ou um serviço custará.  Objetivos: Garantir o que foi combinado na negociação; Comparativo de preços nos concorrentes; Ser lembrado na hora da decisão de compra.
  • 170. Elaboração do Orçamento  Papel timbrado;  Data de emissão;  Razão social ou nome do cliente;  Pessoa de contato;  Assunto e descrição detalhada do produto;  Quantidade e unidade de medida;  Valor unitário e valor total;  Condições de pagamento;  Prazo de entrega e validade do orçamento;  Mensagens e observações importantes;  Identificação do emitente e assinatura.
  • 171. Produto x Serviço  Produto  oferecido a um mercado para aquisição  desejo ou necessidade do cliente  tangíveis.  Serviço  ação ou ato  utiliza conhecimentos e habilidades  realizado por uma pessoa ou empresa  intangíveis.
  • 172. Apresentação do Produto 1. Ponto de venda:  Disposição do produto.  Divulgação de promoções.  Diferenciais mais visíveis.  Recursos de apoio. 2. Conversando com o cliente:  Informações técnicas.  Apresentação elaborada.
  • 173. Apresentação do Produto 3. Vitrines:  Iluminação e temas.  Manequins. 4. Apresentação on line:  Produção de conteúdo e chamada de ação.  Site como fonte de informação.  Imagens atraentes do produto.  Produtos no celular.
  • 174. Apresentação do Vendedor  3 segundos  formação da imagem  primeira impressão. Visão – 25%; Tom da Voz – 18%; Adequação das palavras – 14%; Linguagem Corporal – 10%.
  • 175. Apresentação do Vendedor  Clientes  empresas de credibilidade  confiança no vendedor  profissionalismo  imagem pessoal e postura.  Competências a serem alcançadas: Imagem pessoal  traje e aparência geral. Credibilidade  por meio da sua imagem. Postura  referência no ambiente. Comportamento  regras de etiqueta. Comunicação  tom e velocidade da fala, linguagem adequada.
  • 176. Persuasão  Comunicação estratégica  poder de influenciar  convencer alguém a acreditar ou aceitar alguma coisa.  Conectividade  rapport (relação).  Expectativa  fazer acontecer.  Contraste  oferecer opções.  Escassez  senso de urgência.  Estima  aceitação e elogios.
  • 177. Estratégias de Vendas  Consultor  estudo de mercado, necessidades do cliente, planejamento de vendas, divulga produtos ou serviços, negociação das propostas comerciais.  Fornecedor  capacidade de entrega, preços competitivos, estoque, qualidade e compromisso.  Provedor de Soluções  SAC, atenção, solução de problemas.
  • 178. Atendimento ao Cliente  A pessoa que está realizando o atendimento representa a empresa.  Comprometimento  ajudar o cliente a atender as expectativas.  Garantia  acesso e atendimento sempre quando necessitarem.  Treinamento  conhecer bem o negócio.  Diferencial  excelência no atendimento.  Sinceridade  transparência e satisfação.  Lado oposto  como você gostaria de ser tratado.
  • 179. Atendimento Telefônico  Atender até o 3º toque;  Horário para ligação  comercial;  Identifique o cliente  confirme dados;  Comprimento, nome da empresa e seu nome;  Tratamento formal  profissionalismo;  Papel e caneta  anotar informações;  Educação, presteza e simpatia;  Escute com atenção  sem interromper;  Transmita segurança;  Atenção  cuidado com conversas paralelas;
  • 180. Pós-venda  Etapa após o fechamento do negócio  satisfação do cliente  manter relação de proximidade com o cliente.  Entrar em contato com o cliente  entender como ele se sente  satisfação do consumo  fidelização.  Atendimento bem feito  imagem positiva da empresa  sustentabilidade e crescimento.