Práticas Administrativas - Aulas 1 a 12

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AULA 1
Definições de Pessoas Física e Jurídica;
Funções essenciais das Empresas;
Tipos de empresas Constituídas no Brasil;
Princípios das Práticas Administrativas

AULA 2
Constituição de Empresa;
Contrato Social;
Procedimento de Abertura de Empresa.

AULA 3
Empreendedorismo;
Perfil do Empreendedor;
Planejamento ;
Gerenciamento do Tempo;
Brainstorming.

AULA 4
Empreendedorismo;
Perfil do Empreendedor;
Planejamento ;
Gerenciamento do Tempo;
Brainstorming.

AULA 5
Comunicação e seus agentes;
Redações Comerciais;
Reunião Empresarial.

AULA 6
Títulos de Crédito;
Operações Bancárias;
Restrições de Crédito;
Protesto.

AULA 7
Noções sobre TI;
Hardwere;
Softwere;
Redes.

AULA 8
Conceito e ferramentas da qualidade;
Série ISO 9000;
Globalização;
Sistemas de Suprimento;
Modais de Transporte.

AULA 9
Comercial;
Clientes;
Atendimento;
Crédito.

AULA 10
Conceitos de Marketing;
Ciclo de Vida dos Produtos;
Necessidades dos Clientes.

AULA 11
Negociação;
Técnicas de Compras;
Ferramentas de Compras.

AULA 12
Técnicas de Vendas;
Orçamento;
Apresentação do Produto;
Apresentação do Vendedor;
Atendimento.

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Práticas Administrativas - Aulas 1 a 12

  1. 1. Prof. Wandick Rocha wandickrocha@yahoo.com.br http://contabilidademais.blogspot.com.br/ Práticas de Administrativas
  2. 2. a) Definições de Pessoas Física e Jurídica; b) Funções essenciais das empresas; c) Tipos de empresas constituídas no Brasil; d) Princípios das Práticas Administrativas. AULA 1 – Introdução
  3. 3. O que é admistração?
  4. 4. Administração  Do Latim “administratione”  significa direção, gerência.  É o ato de gerenciar pessoas e recursos a fim de alcançar objetivos definidos.  A administração é um ramo das ciências humanas que se caracteriza pela aplicação prática de um conjunto de princípios, normas e funções dentro das organizações.
  5. 5. 6 Funções Básicas Técnica Comercial Financeira Segurança Contábil Administrativa PREVISÃO ORGANIZAÇÃO COMANDO COORDENAÇÃO CONTROLE
  6. 6. Fatores de Produção Recursos Naturais Capital Trabalho
  7. 7. Pessoa Física e Pessoa Jurídica  Pessoa Física é a pessoa natural, todo indivíduo desde o nascimento até a morte.  Pessoa Jurídica consiste num conjunto de pessoas ou bens, dotado de personalidade jurídica própria e constituída na forma da lei.
  8. 8. Classificação da Pessoa Jurídica  Pessoa Jurídica de Direito Público Interno Entes Diretos: União, Estados, DF e Municípios. Entes Indiretos: Autarquias e Fundações Públicas.  Pessoa Jurídica de Direito Público Externo Estados estrangeiros, ONU, OEA, União Européia, MERCOSUL.  Pessoa Jurídica de Direito Privado Associações, Sociedades, Fundações, Organizações religiosas, Partidos políticos e Empresas.
  9. 9. O que é empresa?
  10. 10. Conceito de Empresa  Uma empresa é uma associação de pessoas para a exploração de um negócio que produz e/ou oferece bens e serviços, com vistas, em geral, à obtenção de lucros.  Uma empresa é uma entidade jurídica que tem como obrigação apresentar lucro, e este deve ser suficiente para permitir sua expansão e o atendimento das necessidades sociais.
  11. 11. Classificação das Empresas  Por Setor Comercial Industrial Rural Prestação de Serviços;  Pela Forma Jurídica Sociedade Limitada (Ltda.) Sociedade Anônima (S.A.)
  12. 12. Classificação das Empresas  Pela Atividade Econômica Setor Primário – recursos naturais Setor Secundário – indústria Setor Terciário – comércio e prestação de serviços  Pela Titularidade de Capital Pública Privada Mista
  13. 13. Porte da Empresa Classificação da Empresa Faturamento Anual Grupo I - Grande Superior a R$ 50.000.000,00. Grupo II - Grande Igual ou inferior a R$ 50.000.000,00 e superior a R$ 20.000.000,00. Grupo III - Média Igual ou inferior a R$ 20.000.000,00 e superior a R$ 6.000.000,00. Grupo IV - Média Igual ou inferior a R$ 6.000.000,00. Empresa de Pequeno Porte (EPP) Igual ou inferior a R$ 3.600.000,00 e superior a R$ 360.000,00. Microempresa (ME) Igual ou inferior a R$ 360.000,00.
  14. 14. Missão  A missão de uma empresa corresponde ao que esta se propõe a fazer e para quem.  É o propósito de sua existência. Exemplo > Missão da Microlins: “Transformar os sonhos dos nossos alunos em realidade, por meio da educação, formação profissional e encaminhamento ao mercado de trabalho.”
  15. 15. Visão  Como a empresa enxerga as situações de sobrevivência após a definição dos cenários futuros.  É o planejamento. Exemplo > Visão da Microlins: “Realizar sonhos e cultivar a cidadania por meio da formação profissional, agregando valores perceptíveis para o país, os clientes, acionistas e parceiros.”
  16. 16. Valores  Os valores de uma empresa devem ser a base de sua administração, cada ação da organização deve ser confrontada com os princípios determinados para garantir que o mesmos existem e não estão lá apenas por simples modismo. Exemplo > Valores da Microlins: Realização – Profissionalismo Iniciativa Justiça – Trabalho em Grupo Prosperidade – Comunicação
  17. 17. Objetivo  Objetivo diz respeito a um fim que se quer atingir. A razão de uma organização está nos objetivos que ela persegue e, para atingi-los, é preciso alocar recursos que possibilitem alcançá-los ou realizá-los. Exemplo: “Aumentar o faturamento da organização em 30% para o ano de 2015 com base no ano de 2013 e 2014 a fim de alcançar a auto-sustentabilidade financeira.”
  18. 18. Meta  São determinantes para atingir os objetivos da empresa.  As metas devem ser mensuráveis, para que possam fornecer orientação e controle. Exemplo: 1- incrementar a arrecadação de associados de aparelhos móveis em 26% em relação ao ano de 2008; 2- incrementar a receita de serviços e produtos em 33% em relação ao ano de 2008.  Ver vídeo neste link: http://www.youtube.com/watch?v=bRb5Yhv7Mco
  19. 19. a) Constituição de Empresa; b) Contrato Social; c) Procedimento de abertura de Empresa. AULA 2 – Empresa
  20. 20. Constituição de Empresa  A constituição de uma sociedade empresária surge a partir da vontade de duas ou mais pessoas, para desenvolver uma atividade, quer seja na área da indústria, do comércio ou na de prestação de serviço.  As pessoas acordadas a constituírem uma sociedade devem contribuir com capital serviços para o desenvolvimento das atividades e dividir os resultados entre si.  Ver vídeo neste link: http://www.youtube.com/watch?v=6dnTYssluiA
  21. 21. Contrato Social 1. Qualificação completa dos sócios; 2. Indicação do tipo jurídico da sociedade; 3. Nome empresarial; 4. Endereço comercial (sede); 5. Objeto social; 6. Capital social; 7. Responsabilidade dos sócios; 8. Prazo de duração da sociedade.
  22. 22. Contrato Social 9. Administração; 10. Cessão de quotas; 11. Falecimento / interdição de sócio; 12. Data do exercício social; 13. Participação dos sócios; 14. Administrador; 15. Foro; 16. Local e data; 17. Assinatura dos sócios.
  23. 23. Registros - Junta Comercial: registro do Contrato Social. - Receita Federal: registro do CNPJ. (IR) - Secretaria da Fazenda: registro da Inscrição Estadual. (ICMS) - Prefeitura: Alvará de funcionamento. (ISSQN)
  24. 24. Classificação Jurídica da Empresa  Indústria;  Comércio;  Prestação de Serviços.
  25. 25. Classificação Econômica da Empresa  Setor Primário  Indústria.  Setor Secundário  Comércio.  Setor Terciário  Prestação de Serviços.
  26. 26. a) Empreendedorismo; b) Perfil do Empreendedor; c) Planejamento ; d) Gerenciamento do tempo; e) Brainstorming. AULA 3 – Técnicas Administrativas
  27. 27. O que é empreendedorismo?
  28. 28. Empreendedorismo  Empreender é ter vontade de fazer algo, é inovar com ideias, é identificar oportunidades e aproveitá-las, é saber assumir riscos e desafios.  Qualidades do Empreendedor: Iniciativa, visão de futuro, capacidade de inovar, honestidade, criatividade, perseverança, compromisso, determinação, organização, liderança, ousadia, tolerância, confiança.  Ver vídeo neste link: http://www.youtube.com/watch?v=-kxqwg4WYoA
  29. 29. Perfil Empreendedor 1. Busca de oportunidade e iniciativa; 2. Risco calculado; 3. Exigência de qualidade e eficiência; 4. Persistência e comprometimento; 5. Busca de informações; 6. Estabelecimento de metas; 7. Planejamento e monitoramento; 8. Persuasão e rede de contatos; 9. Independência e autoconfiança; 10.Liderança e trabalho.
  30. 30. O que é planejamento?
  31. 31. Planejamento  Planejamento é um processo contínuo e dinâmico que consiste em um conjunto de ações intencionais, integradas, coordenadas e orientadas para tornar realidade um objetivo futuro, de forma a possibilitar a tomada de decisões antecipadamente.  Ver vídeo neste link: http://www.youtube.com/watch?v=i9IIWo5qsnU
  32. 32. Gerenciamento do tempo  O gerenciamento do tempo é fundamental planejar as atividades, pois ao listar e visualizar o que tem a ser feito, você pode controlar melhor suas demandas e cumprir horários e prazos com sucesso.  O objetivo é: Melhorar o desenvolvimento do trabalho; Maximizar a produtividade; Expandir projetos.
  33. 33. Gerenciamento do Tempo  O primeiro passo é organizar as tarefas que realmente precisam ser realizadas naquele dia, não se esquecendo de relacionar as atividades pessoais.  Para isto responda as perguntas: 1. O que faço no meu dia-dia que não precisaria ser feito? 2. Tem alguma coisa que eu faço que possa ser feito por outra pessoa? 3. Só eu posso fazer aquilo que estou fazendo? 4. O que eu deveria fazer que não estou fazendo?
  34. 34. Desperdício de Tempo 1. Falta de planejamento e organização; 2. Fluxo de telefonemas desnecessários; 3. Emails sem importância; 4. Constantes interrupções; 5. Marcar vários compromissos ao mesmo tempo; 6. Executar o mesmo trabalho várias vezes; 7. Não ter autodisciplina; 8. Adiar tarefas importantes; 9. Não estabelecer prioridades e controles.
  35. 35. Brainstorming  A técnica de brainstorming propõe que um grupo de pessoas se reúnem e utilizem seus pensamentos para que possam chegar a um denominador comum, gerando ideias inovadoras.  Nenhuma idéia deve ser descartada, julgada como errada ou absurda.
  36. 36. a) 5S; b) Organograma; c) Fluxograma; d) Manual de Rotinas e) Regulamento Interno; f) ]Técnicas de Arquivamento. AULA 4 – Ferramentas Administrativas
  37. 37. O que é 5S?
  38. 38. O que é 5S? “5S” é o nome de um método (ou uma filosofia) de administração japonesa e se refere à inicial de cinco palavras: Seiri Seiton Seiso Shitsuke Seiketsu Arrumação Ordem Limpeza Padrão Disciplina
  39. 39. Filosofia do 5S  A filosofia dos 5S busca promover, através da consciência e responsabilidade de todos, disciplina, segurança e produtividade no ambiente de trabalho.  Cada uma das cinco palavras representa uma etapa do programa de implantação do 5S, ou então, como também podem ser chamados os cinco “sensos”.
  40. 40. Objetivos do 5S  Melhoria do ambiente de trabalho;  Prevenção de acidentes;  Incentivo à criatividade;  Redução de custos;  Eliminação de desperdício;  Desenvolvimento do trabalho em equipe;  Melhoria das relações humanas;  Melhoria da qualidade de produtos e serviços.
  41. 41. Seiri – Utilização  Esse conceito estimula os colaboradores da empresa a separar o útil do inútil, ou seja, retirar da empresa tudo que não é mais necessário.
  42. 42. Seiton – Arrumação  Depois que os colaboradores separaram tudo o que é necessário, é importante organizar corretamente, de forma que todos os itens possam estar sempre à mão quando necessário.
  43. 43. Seiso – Limpeza  O local sempre limpo estimula a conservação.  É importante que todos participem desta etapa, para que seja uma obrigação de todos a manutenção do local sempre limpo.
  44. 44. Seiketsu – Padronização  Todos os objetos e os hábitos devem ser padronizados.  Os processos devem ser redigidos de forma que todos possam compreender e os objetos marcados com recursos visuais para facilitar a pesquisa.
  45. 45. Shitsuke – Autodisciplina  É importante, na implantação do 5S que todos os colaboradores da empresa tenham ciência de suas responsabilidades.  Esse é o objetivo principal para que o 5S tenha sucesso.
  46. 46. Organograma  Organograma é uma representação feita em gráficos para definir de forma hierárquica a organização de uma empresa.  A finalidade de um organograma é definir com perfeita ordem a função que desempenha cada um na organização.
  47. 47. Fluxograma  Fluxograma é uma técnica de representação gráfica que se utiliza símbolos previamente convencionados, permitindo a descrição clara e precisa do fluxo ou sequencia de um processo, bem como sua análise.
  48. 48. Manual de Rotinas  O Manual de Rotinas é um instrumento de orientação e utilidade que tem por objetivo orientar os empregados sobre o trabalho a ser desenvolvido.  Deve apresentar uma metodologia clara, objetiva e informativa para atender a missão da empresa, buscando harmonizar, uniformizar, racionalizar e otimizar os procedimentos para a execução de uma atividade ou serviço.
  49. 49. Regulamento Interno  O Regulamento Interno é o instrumento pelo qual o empregador pode se valer para estabelecer regras (direitos e obrigações) aos empregados.  Muitas empresas se utilizam deste instrumento para determinar as diretrizes da empresa e as condutas internas.  De forma geral, o regulamento interno estabelece o que é permitido ou não dentro da organização.  Ver vídeo neste link: https://www.youtube.com/watch?v=QEf5sbaA_iE
  50. 50. O que é arquivo?
  51. 51. Arquivo  Arquivo é o conjunto de documentos que, independentemente da natureza ou do suporte, são reunidos por acumulação ao longo das atividades de pessoas físicas ou jurídicas, guardados para consulta, salvaguarda ou por força da lei.  Arquivo também é conhecido como móvel ou armário que guarda os documentos.
  52. 52. O que é documento?
  53. 53. Documento  É a unidade constituída pela informação (elemento referencial ou dado) e seu suporte (material ou base), produzida em decorrência do cumprimento de uma atividade.  O documento pode ser: a) Simples – ofício, relatório, ficha. b) Composto – processo.
  54. 54. Técnicas de Arquivamento  Os documentos representam um importante papel na empresa e por isso devem ser tratados com funcionalidade e qualidade.  Antes de destruir qualquer documento é preciso avaliar a sua importância e valor, e deverão ser armazenados com segurança, precisão e simplicidade.  Arquivo é o conjunto de documentos que, independentemente da natureza ou do suporte, são reunidos por acumulação ao longo das atividades da empresa.
  55. 55. Tipos de Arquivo  Ativo: documentos de consulta constantes e atuais, que se encontram em fase de conclusão.  Inativo: documentos que oferecem menor frequência de uso ou consulta.  Morto: documentos que possivelmente poderão ser utilizados no futuro.
  56. 56. Método de Arquivamento  A escolha do método de arquivamento deve considerar as características dos documentos a serem classificados.  Os métodos de arquivamento utilizados são: a) Alfabético - sequencia alfabética. b) Geográfico - local ou procedência. c) Numérico simples - sequencia numérica. d) Numérico cronológico - sequencia por data. e) Específico ou Ideográfico - por assunto.
  57. 57. Instalações do Arquivo 1. Localização: acessível e com capacidade de expansão. 2. Iluminação: ampla e difusa. 3. Arejamento: ventilação natural, constante e regulável. 4. Higienização: Limpo, bem cuidado e com dedetização periódica. 5. Disposição: espaço livre para locomoção; fácil consulta e conservação do acervo. 6. Segurança: contra incêndio, roubo, infiltrações. 7. Organização: métodos de arquivamento.
  58. 58. Recursos Materiais  Mobiliário: ideal para os formatos de documentos produzidos que economize espaço, que permita arrumação racional. Tem que ter capacidade de expansão e que seja seguro e resistente;  Acessórios: Pastas suspensas (frontais ou laterais); Pastas intercaladoras; Pastas A/Z; Caixas; Etiquetas.
  59. 59. Empréstimo de Documentos  Para controlar e garantir a integridade dos documentos que saem do arquivo é interessante que se adote um sistema de empréstimo de documentos através de um Formulário de Requisição de Documentos com os seguintes dados: Identificação do documento; Classificação ou pasta a qual pertence; O nome do requisitante e o setor; Assinatura e datas de empréstimo e devolução.
  60. 60. a) Comunicação e seus agentes; b) Redações Comerciais; c) Reunião Empresarial. AULA 5 – Comunicação
  61. 61. O que é comunicação?
  62. 62. Comunicação  Do latim “communicare”  significa partilhar, participar algo, tornar comum.  A comunicação é um processo que envolve a troca de informações e utiliza meios para este fim.  Estão envolvidos neste processo uma infinidade de maneiras de se comunicar como a fala, a escrita, os gestos e as figuras que permitem interagir com as outras pessoas através dessa troca de informações.
  63. 63. Objetivos da Comunicação  Divulgar a missão da empresa;  Divulgar os valores e objetivos;  Divulgar assuntos internos;  Divulgar a marca e a imagem da empresa.  Ver vídeo neste link: https://www.youtube.com/watch?v=b8bP08ryzZs
  64. 64. Processo de Comunicação RECEPTOREMISSOR MENSAGEM FEEDBACK RUÍDO CODIFICAÇÃO DECODIFICAÇÃO CANAL CANAL
  65. 65. Comunicação Empresarial  Comunicação empresarial é uma ferramenta estratégica de planejamento usada no âmbito de uma empresa com o objetivo de melhorar a imagem da empresa e os resultados obtidos.  Comunicação empresarial busca contato, entendimento e compreensão dos colaboradores, ou seja, uma ligação, transmissão de sentimentos e de ideias.
  66. 66. Tipos de Redações Comerciais  Carta;  Ofício;  Memorando;  Email  Declaração;  Atestado;  Aviso;  Edital;  Relatório  Formulário  Procuração;  Ata.
  67. 67. O que significa reunião?
  68. 68. Reunião  Reunião é o encontro de pessoas com propósito de discutir uma assunto e chegar a um consenso.  É essencial que as reuniões consistam de três etapas: planejamento, condução e acompanhamento.  Durante o planejamento é indicado focar em no máximo dois objetivos para discutir.
  69. 69. Condutor da Reunião  O condutor é a pessoa responsável por organizar, convocar os participantes, reservar o local, definir os objetivos, preparar materiais e equipamentos, escolher o controlador do tempo e o relator, para que a reunião tenha sucesso.  O condutor tem que ser uma pessoa tranquila, objetiva, com espírito de liderança e que tenha conhecimento detalhado do assunto a ser discutido.
  70. 70. Controlador do tempo  A função do controlador é marcar o tempo que cada um tem para discursar e alertar os participantes do tempo que falta para o término da reunião.  Desta forma os participantes podem ficar tranquilos em enfocar no objetivo principal da reunião.
  71. 71. Relator da Reunião  O relator pode ser um dos participantes ou uma secretária que fica encarregada de fazer os registros dos assuntos discutidos.  O relator fica encarregado de acompanhar os pontos da pauta para certificar-se de que serão todos discutidos, tomar notas sobre as decisões relacionadas e, posteriormente, confeccionar a ata da reunião.
  72. 72. Convocação da Reunião  A convocação é o ato pelo qual se faz o convite para que os participantes compareçam a uma reunião.  A convocação de ser enviada dois dias antes da data da reunião.  Na convocação deve constar: Pauta da reunião; Assuntos a serem discutidos; Local, data e hora da reunião;
  73. 73. Ata da Reunião  Todos os assuntos tratados em uma reunião são colocados em uma ata que é o documento elaborado pelo relator após o término da reunião.  Todos os participantes assinam a ata da reunião e o relator entrega uma cópia para cada um.  O objetivo da ata é reforçar as decisões tomadas pelo consenso dos participantes da reunião.
  74. 74. Reunião Ordinária e Extraordinária  Reunião Ordinária é aquela convocada com antecedência e que foi planejada;  Reunião Extraordinária é aquela convocada com urgência e que não foi prevista.
  75. 75. a) Títulos de Crédito ; b) Operações Bancárias; c) Restrições de Crédito; d) Protesto. AULA 6 – Títulos de Crédito
  76. 76. O que são títulos de crédito?
  77. 77. Títulos de Crédito  Título de crédito é o documento necessário para que seja realizada a cobrança de valores previamente negociados desde que tenha a assinatura do devedor.  É um documento permutável por valores.  Ver vídeo neste link: https://www.youtube.com/watch?v=vHcRs4yVTdI
  78. 78. Tipos de Títulos de Crédito  Cheque;  Duplicata;  Nota Promissória.  Cartão de Crédito;  Cartão de Débito;
  79. 79. Cheque  Cheque é ordem de pagamento à vista, emitida contra um banco, em razão de provisão que o emitente possui junto ao sacado.  Essa ordem de pagamento é proveniente de contrato de depósito bancário ou de abertura de crédito.
  80. 80. Cheque ao Portador  Pagável a quem apresentá-lo no caixa do banco, pois não tem a inscrição de um nome.
  81. 81. Cheque Nominativo “à ordem”  E pagável apenas à pessoa que está especificada no campo específico ou “à sua ordem” para um terceiro, mediante a um endosso.
  82. 82. Endosso  É o ato pelo qual uma pessoas transfere o direito de recebimento de um título de crédito para um terceiro através de assinatura.
  83. 83. Cheque Nominativo “não à ordem”  É possível para o emitente evitar o endosso escrevendo após o nome a expressão “não à ordem”.
  84. 84. Cheque Cruzado em Branco  É identificado por dois traços paralelos e transversais que são riscados no ato da emissão.  Pode ser depositado em qualquer banco.
  85. 85. Cheque Cruzado em Preto  É quando entre as linha paralelas está escrito o nome de um banco e o cheque somente poderá ser depositado neste banco identificado.
  86. 86. Cheque Cruzado “para crédito na conta do favorecido”  O cheque que não poderá ser apresentado para pagamento, só poderá ser depositado em conta de pessoa favorecida.
  87. 87. Cheque Administrativo  É o cheque emitido pelo próprio banco. Pode ser comprado pelo cliente em qualquer agência bancária.  O banco o emite em nome de quem o cliente efetuará o pagamento.
  88. 88. Duplicata  A duplicata é um título de crédito emitido pelo credor ao vender uma mercadoria ou serviço que prestou e que estão representados em uma fatura.  Duplicata é um título de crédito, pelo qual o comprador se obriga a pagar dentro do prazo a importância representada na fatura.
  89. 89. Nota Promissória  A Nota Promissória é um título de crédito emitido como garantia de pagamento, em que o devedor assume a obrigação de pagar o valor estabelecido na data determinada.  É um título nominal, assinado pelo comprador, que fica de posse do vendedor; após o pagamento devolve ao comprador como recibo.
  90. 90. Modelo de Nota Promissória
  91. 91. Cartões de Débito e de Crédito  O cartão de débito tem ligação com sua conta corrente, pois, ao usa-lo o valor é descontado da conta na hora.  O cartão de crédito é um empréstimo oferecido por uma instituição financeira, pois, ao usa-lo o valor é pago em uma data pré-definida.
  92. 92. Recibo  O recibo é um documento escrito que se entrega para registrar e certificar que alguém pagou o valor que devia.
  93. 93. Sistema de Pagamento Bancário  Internet Banking;  TIB – Transferência Bancária Interna;  DOC – Documento de Crédito;  TED – Transferência Eletrônica Disponível;  DDA – Débito Direto Autorizado.
  94. 94. Restrições ao Crédito  Inadimplente;  SPC – Serviço de Proteção ao crédito;  SERASA – Centralização de Serviços Bancários;  Dívida ativa – Dívida Pública;  Protesto de Títulos.
  95. 95. Cartório de Protesto de Títulos  Estes cartórios procedem à intimação de cobrança de títulos vencidos, como cheque, duplicata, letra de câmbio e nota promissória, fazendo seu recebimento ou efetuando o protesto por falta de pagamento.  Fornecem certidões de protesto utilizadas na análise de fichas cadastrais dos tomadores de empréstimo.
  96. 96. Cartório de Registro Civil de Pessoas Naturais  Cuidam dos assuntos referentes às pessoas físicas, como: -Registros de nascimento, de casamento e de óbito; -Emancipações de menores de idade; -Opções de nacionalidade; -Averbam sentenças judiciais como de anulação de casamento, de divórcio e de alterações ou correções de nome.
  97. 97. Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas  Cuidam dos registros dos atos constitutivos e contratos societários das pessoas jurídicas como as sociedades civis, religiosas, científicas, literárias, fundações, associações de utilidade pública, partidos políticos, empresas de radiodifusão, agências de notícias e oficinas impressoras.  Já no caso das empresas comerciais ou industriais, o órgão que cuida do registro de suas documentações societárias é a Junta Comercial estadual.
  98. 98. Cartório de Registro de Títulos e Documentos  Realização de quaisquer registros não atribuídos por lei a outro cartório.  Sempre que se desejar dar publicidade a um documento, para que não se possa alegar desconhecimento de sua existência ou para a sua conservação.  Há documentos que, obrigatoriamente, devem ser levados a registro para que tenham validade como os contratos que criam obrigações entre.
  99. 99. Cartório de Notas  Destinam-se a escriturar e registrar instrumentos como contrato, escritura, procuração, testamento e declaração  Efetuam também o reconhecimento de firmas e a autenticação de cópias.  Adoção e reconhecimento de filho.  Cessão de direito ou renúncia de herança.  Escrituras definitivas de compra, venda ou transferência de imóvel;  Quitação de títulos sem sua entrega ao pagador;
  100. 100. Cartório de Registro de Imóveis  Promovem o registro da documentação da propriedade imobiliária, assegurando os direitos de propriedade ou os direitos reais sobre ela incidentes, como, por exemplo, uma hipoteca.
  101. 101. a) Noções sobre TI; b) Hardwere; c) Softwere; d) Redes. AULA 7 – Tecnologia da Informação
  102. 102. O que significa informação?
  103. 103. Informação  Palavra derivado do latim informatio + onis  delinear, conceber ideia, ou seja, dar forma ou moldar na mente, instrução ou treinamento.  Informação é o resultado do processamento, manipulação e organização de dados, de tal forma que represente uma modificação, quantitativa ou qualitativa, no conhecimento da pessoa que a recebe.
  104. 104. O que é tecnologia da informação?
  105. 105. TI – Tecnologia da Informação  TI é a área de conhecimento responsável por criar, administrar e manter a gestão da informação através de dispositivos e equipamentos para acesso, operação e armazenamento dos dados, de forma a gerar informações para tomada de decisão.  É o conjunto de recursos tecnológicos e computacionais para geração, aplicação e uso da informação.
  106. 106. Surgimento da TI  Foi a partir de 1990 que as TI se popularizou e ao longo de 20 anos percebemos a evolução de ferramentas e processos desenvolvidos no auxílio à gestão das empresas.  A TI vem atender a necessidade de integrar os mercados e clientes aos processos, otimizando o fluxo de informações e melhorando significativamente a tomada de decisão.
  107. 107. Evolução da TI  1960 – Processamento de dados;  1970 – Sistemas de informações;  1980 – Inovação competitiva;  1990 – Integração do negócio;  Atualmente - TI
  108. 108. Importância da TI  A Gestão de Serviços de TI traz a melhoria de qualidade de serviços, ajudando fidelização dos clientes.  O objetivo é colocar uma ponte entre os negócios e as informações.
  109. 109. O Profissional de TI  O perfil do profissional de TI deixa de ser estritamente tecnológico e passa a ser estratégico.  O profissional de TI precisa identificar oportunidades para a aplicação das novas ferramentas tecnológicas, além de administrar equipes e interagir com outras áreas de negócio.  Ver filme neste link: https://www.youtube.com/watch?v=Vjnp_4VZPR0
  110. 110. Hardwere  Hardware é a parte física do computador, ou seja, o conjunto de aparatos eletrônicos, peças e equipamentos que fazem o computador funcionar.  A palavra hardware pode se referir também como o conjunto de equipamentos acoplados em produtos que precisam de algum tipo de processamento computacional.
  111. 111. Software  Software é a parte lógica do computador, ou seja, é a manipulação, instrução de execução, redirecionamento e execução das atividades lógicas das máquinas.  Os softwares podem ainda ser classificados em: Softwares de Sistemas; Softwares Aplicativos.
  112. 112. Sistema Operacional  O sistema operacional é uma coleção de programas que: inicializam o hardware do computador. Fornece rotinas básicas para controle de dispositivos; Fornece gerência, escalonamento e interação de tarefas; Mantém a integridade de sistema.
  113. 113. Aplicativos  Aplicativo é um programa de computador que tem por objetivo ajudar o seu usuário a desempenhar uma tarefa específica, em geral ligada a processamento de dados.  São softweres feitos para serem utilizados dentro dos sistemas operacionais e são ferramentas que necessitamos para diversos tipos de trabalho.
  114. 114. Navegadores ou Browser  Um navegador ou browser é um programa que habilita seus usuários a interagirem com documentos HTML hospedados em um servidor Web.  É um programa desenvolvido para a navegação na internet.
  115. 115. Buscadores  Um buscador nada mais é que um website especializado em buscar e listar páginas da internet a partir de palavras-chave.  Os buscadores surgiram logo após o aparecimento da internet com a intenção de prestar um serviço extremamente importante: a busca de qualquer informação na web, apresentando os resultados de uma forma organizada, com a proposta de fazer isto de uma maneira rápida e eficiente.
  116. 116. Sistemas de Proteção  Firewall é um dispositivo de uma rede de computadores que tem por objetivo aplicar uma política de segurança a um determinado ponto da rede.  Antivírus são os programas criados proteger o computador de programas maliciosos com o intuito de estragar, deletar ou roubar dados de seu computador.  Internet Security Sistem é um sistema envolvendo a segurança do navegador estabelecendo regras e medidas contra ataques através da Internet.  Antispyware é um software de segurança contra programas espiões que roubam informações sigilosas do computador.  Antimalware serve para remover os malwares que são programas malignos que prejudicam o seu computador.
  117. 117. ERP – Enterprise Resources Planning  Sistemas Integrados de Gestão Empresarial são sistemas de informação que integram todos os dados e processos de uma organização em um único sistema.  Perspectiva funcional – sistemas de finanças, contabilidade, recursos humanos, fabricação, marketing, vendas e compras.  Perspectiva sistêmica – sistema de processamento de transações, sistemas de informações gerenciais e sistemas de apoio a decisão.  Plataforma de softwere desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa possibilitando a automação e armazenamento de todas as informações de negócios.
  118. 118. Sistema WEB  A World Wide Web se traduz literalmente por "teia mundial” é um sistema de documentos em hipermídia e são interligados e executados na Internet.  Os documentos podem estar na forma de vídeos, sons, hipertextos e figuras.  Para visualizar a informação pode-se usar um navegador.  O usuário pode seguir as hiperligações, chamado "navegar" ou "surfar" na Web.
  119. 119. Acesso Remoto  Utilizado para descrever ferramentas de TI, serviços ou software que permita um técnico se conectar a um computador através da Internet e dar um suporte à distância.  Seu propósito é o acesso a computadores localizados em qualquer parte do mundo.  As aplicações de suporte remoto são encaradas como ferramentas do negócio de assistência técnica para que solucionar as ocorrências relatadas pelos clientes.
  120. 120. Cloud Computing  Computação em nuvem refere-se à utilização da memória e armazenamento de computadores e servidores compartilhados por meio da Internet.  O armazenamento de dados é feito em serviços que poderão ser acessados de qualquer lugar do mundo, não havendo necessidade de instalação de programas ou de armazenar dados.  O acesso a programas, serviços e arquivos é remoto através da Internet.
  121. 121. VOIP - Voice over Internet Protocol  Voz sobre IP, telefonia IP, telefonia Internet, telefonia em banda larga ou voz sobre banda larga é o roteamento de conversação humana usando a Internet tornando a transmissão de voz mais um dos serviços suportados pela rede de dados.
  122. 122. Redes – Internet  Internet é um conglomerado de redes locais espalhadas pelo mundo, o que torna possível e interligação entre os computadores utilizando o protocolo de internet.
  123. 123. Vídeo e Teleconferência  Videoconferência é uma tecnologia que permite o contacto visual e sonoro entre pessoas que estão em lugares diferentes, dando a sensação de que os interlocutores encontram-se no mesmo local.  Permite não só a comunicação entre duas ou mais pessoas.
  124. 124. Redes – Extranet  Extranet é quando alguma informação da intranet é aberta a clientes ou fornecedores da empresa.  Quando a empresa abre uma parte de sua rede para contato com o cliente ou permite uma interface de acesso dos fornecedores essa rede com ele é chamada de extranet.
  125. 125. Redes – Intranet  Intranet é uma rede interna, fechada e exclusiva, com acesso somente para os colaboradores de uma empresa, liberado somente no ambiente de trabalho em computadores registrados na rede.
  126. 126. Equipamentos de Informática  Datashow;  Netbooks, Tablets e Smartphones;  Notebooks;  PC Desktop;  Modens, Routers e Hubs;  Wireless;  Bluetooth.
  127. 127. a) Conceito e ferramentas da qualidade; b) Série ISO 9000; c) Globalização; d) Sistemas de suprimento; e) Modais de transporte. AULA 8 – Qualidade
  128. 128. O que é qualidade?
  129. 129. Qualidade  É o conjunto de características de desempenho de um produto ou serviço que, em conformidade com as especificações, atende e supera as expectativas e anseios do cliente.  A qualidade está ligada à produtividade, à melhoria de resultados e ao aumento de lucro, através de redução do desperdício e com envolvimento de todos colaboradores da empresa.  Ver vídeo neste link: https://www.youtube.com/watch?v=xukcMaHqT6c
  130. 130. Gestão da Qualidade  A gestão da qualidade tem sido utilizada nas empresas de qualquer porte em materiais, produtos, processos ou serviços, pois é indispensável uma vez que: Aumenta a satisfação Gera confiança; Aumenta a produtividade; Reduz os custos; Melhora a imagem; Melhora os processos;
  131. 131. Ferramentas da Qualidade  As ferramentas da qualidade são uma designação dada a um conjunto de técnicas muito úteis para identificação de qualidade.  5S;  Fluxograma.  Diagrama de Pareto;  Diagrama de Causa e Efeito;  Histograma;  Gráfico de Controle;  Folha de Verificação;  5W2H e PDCA.
  132. 132. Diagrama de Pareto  Diagrama de Pareto é um gráfico de colunas que ordena as frequências das ocorrências, da maior para a menor, permitindo a priorização dos problemas, procurando levar a cabo o princípio de Pareto (80% das consequências advêm de 20% das causas).  Permite uma fácil visualização e identificação das causas ou problemas mais importantes, possibilitando a concentração de esforços sobre os mesmos.
  133. 133. Diagrama de Causa e Efeito  Diagrama de Causa e Efeito é uma ferramenta gráfica utilizada para o gerenciamento e controle da qualidade em diversos processos, especialmente na produção industrial.  A partir de uma definida lista de possíveis causas, as mais prováveis são identificadas e selecionadas para uma melhor análise.  Ao examinar cada causa, deve-se observar fatos que mudaram, como desvios de norma ou de padrões para investigar e eliminar a causa do problema.
  134. 134. Histograma  Histograma é uma representação gráfica na qual um conjunto de dados é agrupado em classes uniformes, representado por um retângulo cuja base horizontal são as classes e seu intervalo e a altura vertical representa a frequência com que os valores desta classe estão presente no conjunto de dados.  Tem caráter indicador da distribuição de dados, informando se uma distribuição aproxima-se de uma função normal.
  135. 135. Gráfico de Controle  Gráfico de controle é uma ferramenta da qualidade muito útil no controle de processos e produtos.  É baseada em estatística, considerando como princípio que todo processo tem variações estatísticas.  A partir dessas variações é possível determinar parâmetros que informem se o processo está ocorrendo dentro dos limites esperados ou se existe algum fator deixando os processos fora de controle.
  136. 136. Folha de Verificação  Uma Folha de Verificação é um meio bastante simples de coleta de dados, através de um conjunto de itens que podem aparecer em um processo, para o qual se deve verificar a ocorrência ou não de problemas.  Pode ser utilizada para verificar se houve ocorrência ou não de alguns dos defeitos mais comuns para uma peça que tenha sofrido algum tipo de processo.
  137. 137. 5W2H  É um checklist de determinadas atividades que precisam ser desenvolvidas com o máximo de clareza possível, onde ficará estabelecido:  What  o que será feito – etapa;  Who  por quem será feito – responsabilidade;  When  quando será feito – tempo;  Where  onde será feito – local;  Why  por que será feito – justificativa;  How  como será feito – método;  How Much  quando custará para fazer – custo.
  138. 138. PDCA  É um método iterativo de gestão de qualidade utilizado para o controle e melhoria contínua de processos e produtos, efetuado em 4 etapas:  Plan – Planejar;  Do – Executar;  Check – Verificar;  Act – Agir.
  139. 139. ISO • ISO é a sigla de International Organization for Standardization - Organização Internacional para Padronização. • É uma entidade de padronização e normatização criada em 1947 em Genebra na Suíça. • A ISO promove a normatização de empresas e produtos, para manter a qualidade permanente.
  140. 140. Objetivo da ISO  A ISO tem como objetivo principal aprovar normas internacionais em todos os campos técnicos para garantir que os produtos e serviços são seguros, confiáveis ​​e de boa qualidade.  Para as empresas é uma ferramenta estratégica que reduz os custos, minimizando desperdícios, eliminando erros e aumentando a produtividade.
  141. 141. ISO no Brasil  No Brasil a ISO é representada pela ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas.  A ABNT é uma entidade privada, sem fins lucrativos e de utilidade pública, fundada em 1940.  É órgão responsável pela normatização técnica fornecendo a base necessária ao desenvolvimento brasileiro.
  142. 142. ISO – Série 9000  A expressão ISO 9000 designa um grupo de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão de qualidade para organizações em geral, qualquer que seja o seu tipo ou dimensão.  As normas ISO 9001, 9002 e 9003 se aplicam em situações contratuais, que exijam demonstração de que a empresa é administrada com qualidade.  ISO 9004 - fornece diretrizes para implantar e implementar o sistema da qualidade.
  143. 143. O que é globalização?
  144. 144. Globalização  A globalização é um fenômeno social que ocorre em escala mundial que consiste em um processo de integração em caráter econômico, social, cultural e político entre os países.  O processo de globalização surgiu para atender ao capitalismo de modo que os países pudessem buscar novos mercados.
  145. 145. Gestão de Suprimentos  É o processo de planejar, implementar e controlar, eficientemente, a aquisição, a estocagem, a movimentação dos materiais e as informações relativas a estas atividades.  A gestão de suprimentos é tem como objetivos o combate ao desperdício e a racionalização da aquisição de produtos e serviços.  Suprimento é o item administrado, movimentado,armazenado, processado e transportado pela logística.
  146. 146. Logística  Logística é um ramo da gestão cujas atividades estão voltadas para o planejamento da armazenagem, circulação e distribuição de produtos.  O objetivo da logística é conseguir criar mecanismos para entregar os produtos num tempo mais curto possível, reduzindo os custos.  Com a globalização da economia, a logística atua como elo para importação e exportação.
  147. 147. Centros de Distribuição  Um centro de distribuição é uma unidade construída pelas empresas para armazenar os produtos, fabricados ou adquiridos para revenda, com a finalidade de despachá-los para filiais ou clientes.  A implementação de centros de distribuição na cadeia de suprimentos surge na necessidade de se obter uma distribuição mais eficiente, flexível e dinâmica.  A redução de custos é um dos principais objetivos.
  148. 148. Centro de Distribuição Matriz Filial 1 Filial 2Consumidor Final
  149. 149. Incoterms  Os chamados Incoterms (International Commercial Terms / Termos Internacionais de Comércio) servem para definir, dentro da estrutura de um contrato de compra e venda internacional, os direitos e obrigações recíprocos do exportador e do importador, estabelecendo um padrão de definições.  São utilizados para dividir os custos e a responsabilidade no transporte entre a figura do comprador e do vendedor.
  150. 150. FOB - Free On Board  A sigla FOB em português pode ser traduzida por “Livre a bordo”.  Neste tipo de frete, o comprador assume todos os riscos e custos com o transporte da mercadoria, assim que ela é colocada a bordo do navio.  Por conta e risco do fornecedor fica a obrigação de colocar a mercadoria a bordo, no porto de embarque designado pelo importador.
  151. 151. CIF (Cost, Insurance and Freight)  A sigla CIF em português significa “Custo, Seguros e Frete”.  Neste tipo de frete, o fornecedor é responsável por todos os custos e riscos com a entrega da mercadoria, incluindo o seguro marítimo e frete.  Esta responsabilidade finda quando a mercadoria chega ao porto de destino designado pelo comprador.
  152. 152. Modais de Transporte  Rodoviário  estradas  Aquaviários mar, rios e lagos  Mar = marítimo  Rio = fluvial  Lagos = lacustre  Ferroviário  trem  Aéreo  aviões, aeronaves  Dutoviário  dutos, tubulações  Oleodutos = gasolina, álcool, diesel  Minerodutos = sal-gema, ferro  Gasodutos = gás natural
  153. 153. Alfândega  Alfândega ou aduana é uma repartição governamental oficial, localizada nas fronteiras do país, que controla o movimento de entradas e saídas de mercadorias.  Controlada pela Receita Federal, responsável pelo desembaraço aduaneiro, arrecadação de tributos, controle e liberação das importações e exportações .  Divida em zona primária (fronteiras, portos e aeroportos) e zona secundária (armazéns no interior das cidades, portos secos).
  154. 154. Desembaraço Aduaneiro  Desembaraço aduaneiro é a liberação de uma mercadoria pela alfândega para a entrada no país (importação) ou sua saída (exportação).  Define-se como sendo o ato final ao despacho aduaneiro, ou seja, é o procedimento pelo qual a Receita Federal considera a operação de importação terminada.  A partir deste momento as mercadorias podem ser liberadas ao importador.
  155. 155. Importação  Importação é o processo comercial e fiscal que consiste em comprar um bem (entrada), que pode ser um produto ou um serviço, do exterior para o Brasil.  O procedimento deve ser efetuado via nacionalização do produto ou serviço, que ocorre a partir do desembaraço aduaneiro pela Receita Federal na alfândega, durante o descarregamento e entrega, que pode se dar pelos modais de transportes.
  156. 156. Exportação  Exportação é o processo comercial e fiscal que consiste em vender um bem (saída), que pode ser um produto ou um serviço, do Brasil para o exterior.  Exportação direta ocorre quando a própria empresa faz a exportação, sem a utilização de intermediários.  Exportação indireta ocorre quando uma empresa intermediária faz a exportação e inicia o processo de internacionalização.
  157. 157. Balança Comercial  Balança comercial é definida como a diferença entre o total de exportações e o total das importações que são realizadas em cada país.  Superávit comercial ocorre quando as exportações são maiores do que as importações  balança comercial positiva.  Déficit comercial ocorre quando as importações são maiores que as exportações  balança comercial negativa.
  158. 158. I E E I Exportação > Importação Superávit comercial Balança comercial positiva Exportação < Importação Déficit comercial Balança comercial negativa
  159. 159. Câmbio  Câmbio é a operação de troca de moeda de um país pela moeda de outro país.  No Brasil, o mercado de câmbio é o ambiente onde se realizam as operações de câmbio entre os agentes autorizados pelo Banco Central.  Taxa de câmbio é o preço de uma moeda estrangeira, medido em unidades ou frações (centavos) da moeda nacional.
  160. 160. Estoque  Estoques são materiais ou produtos que ficam fisicamente disponíveis pela empresa, para a produção ou comercialização.  Os estoques podem ser de matérias-primas, insumos, produtos em processos, produtos acabados, materiais de consumo.  Para evitar a falta de mercadorias e mediante a incerteza ou risco na previsão da demanda, as empresas utilizam-se dos estoques mínimo e máximo, mantendo determinada quantidade de mercadorias.
  161. 161. Controle de Estoque  Controle de estoque é o procedimento adotado para registrar, fiscalizar e gerir a entrada e saída de mercadorias e produtos da empresa.  O Controle de estoque deve ser utilizado tanto para matéria-prima, mercadorias produzidas e mercadorias vendidas.  Administrar estoques significa decidir os níveis de estoques que podem ser mantidos, de forma prática e objetiva, de modo que a empresa consiga o melhor retorno de seus investimentos.
  162. 162. Just in Time  É um sistema de administração da produção que determina que nada deve ser produzido, transportado ou comprado antes da hora certa.  Com este sistema o produto ou matéria prima chega ao local de utilização somente no momento exato em que for necessário, ou seja, não existe estoque parado.  Os fornecedores devem ser fazer entregas de pequenos lotes na frequência desejada e na hora certa.
  163. 163. a) Comercial; b) Clientes; c) Atendimento; d) Crédito. AULA 9 – Setor Comercial
  164. 164. O que é Comércio?
  165. 165. Comércio  Comércio  do latim commercĭum  refere-se à negociação.  Comércio é a atividade socioeconômica que consiste na compra e na venda de bens, produtos ou serviços, sendo como a atividade humana destinada a colocar em circulação a riqueza.  Comerciante é toda pessoa que pratica profissionalmente intermediação na venda ou troca de produtos com intuito de lucro.
  166. 166. Setor comercial  Estatísticas e controles de vendas;  Gerenciamento da equipe de vendedores;  Atendimento e cadastro de clientes;  Propostas, orçamentos e negociações;  Análise de mercado e Marketing;  Pós-venda e satisfação dos clientes;  Ações promocionais e preços;  Metas de vendas;  Compras, estoques e inventários;  Apresentação do produto.
  167. 167. Quem realmente é o cliente?
  168. 168. Cliente  Cliente é alguém que necessita de ajuda para satisfazer suas necessidades.  Toda pessoa que entra em contato com a empresa tem que ser tratada como um cliente em potencial, alguém muito importante para a sobrevivência do negócio.  É o cliente quem paga o salário, é ele quem traz o crescimento e a rentabilidade.
  169. 169. Qual é a importância de um cliente satisfeito?
  170. 170. Cliente Satisfeito  Cria fidelidade;  Indica a empresa como referência;  Faz o marketing direto;  Sinônimo de empresa bem sucedida;  Sente que está fazendo sempre um bom negócio;  Sente segurança na empresa;  Tem credibilidade;  Consome mais.
  171. 171. O que afasta um cliente?
  172. 172. Razões que Afastam Clientes a) Falta de informação; b) Erros; c) Morosidade; d) Indiferença; e) Descortesia; f) Desinteresse; g) Desrespeito; h) Falta de qualidade; i) Falta de produtos.  Ver filme neste link: https://www.youtube.com/watch?v=jM7Ae6DVOfs
  173. 173. Tipos de Clientes  Interno: São as pessoas a quem nos relacionamos na empresa e que direcionamos ou que recebemos serviços necessários a realização do nosso trabalho.  Intermediário: são aqueles que adquirem os produtos para revenda ou para industrialização.  Externo: Também conhecidos como clientes finais; são os que mantém financeiramente a organização, adquirindo produtos ou serviços.
  174. 174. Produto x Serviço  Produto: é tudo aquilo que pode ser oferecido a um mercado para apreciação, aquisição, uso ou consumo e para satisfazer um desejo ou uma necessidade do consumidor.  Serviço: é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e secundária.
  175. 175. Atendimento x Tratamento  Atendimento: é a resolução, a providência, o procedimento que deve ser adotado para encontrar a solução e satisfazer a necessidade do cliente.  Tratamento: é a forma de se dirigir ao cliente, o modo usado para abordá-lo durante o atendimento.
  176. 176. O que significa crédito?
  177. 177. Atendimento x Tratamento  Atendimento: é a resolução, a providência, o procedimento que deve ser adotado para encontrar a solução e satisfazer a necessidade do cliente.  Tratamento: é a forma de se dirigir ao cliente, o modo usado para abordá-lo durante o atendimento.
  178. 178. Crédito  Crédito é um termo que traduz confiança, e deriva da expressão “crer”, acreditar em algo ou alguém.  O crédito, sob o aspecto financeiro, significa dispor a um tomador, recursos financeiros para fazer frente a despesas, investimentos ou financiamentos, ou seja, é confiança em uma pessoa que hoje se compromete a cumprir uma obrigação futura.
  179. 179. Análise de Crédito  A análise de crédito é um processo que envolve a reunião de todas as informações disponíveis a respeito de um tomador de crédito, que pode ser pessoa física ou jurídica, com o objetivo de decidir sobre a concessão ou não de crédito para o solicitante.  O principal objetivo da análise de crédito é o de identificar os riscos nas diversas situações.
  180. 180. Análise de Crédito  Caráter do cliente;  Poder de compra;  Capacidade de pagamento;  Capital próprio;  Patrimônio;  Histórico de compras  SPC e SERASA.
  181. 181. Fluxo de Caixa  Fluxo de caixa é uma ferramenta que controla a movimentação financeira, as entradas e saídas de recursos financeiros, em um determinado período de uma empresa.  O fluxo de caixa facilita a gestão de uma empresa no sentido de saber:  O valor a pagar (obrigações);  O valor a receber (direitos)  O saldo disponível (diferença entre os recebimentos e os pagamentos).
  182. 182. Tipos de Contas  Contas à Pagar: Obrigações que a empresa assume (empréstimos, financiamentos, compras à prazo).  Contas à Receber: direitos que a empresa adquire (vendas à prazo).
  183. 183. Receitas, Despesas e Custos  Receitas: decorrente da venda de produtos ou prestação de serviços e outras entradas financeiras.  Despesas: decorrente da utilização de serviços ou bens de consumo.  Custos: são gastos que tem relação direta com produção, revenda ou prestação de serviços.
  184. 184. a) Conceitos de Marketing; b) Ciclo de vida dos produtos; c) Necessidades dos clientes. AULA 10 – Marketing
  185. 185. O que é marketing?
  186. 186. Marketing  Em inglês, market significa "mercado“; por isso o marketing pode ser compreendido como o uso do mercado.  Marketing é o conjunto de técnicas e métodos destinados ao desenvolvimento das vendas, mediante quatro possibilidades: preço, distribuição, comunicação e produto.  Estuda as causas e os mecanismos que regem as relações de troca e pretende que o resultado seja uma transação satisfatória para todas as partes.
  187. 187. 4 P’s do Marketing MERCADO PRODUTO PREÇO PRAÇA PROMOÇÃO
  188. 188. Ferramentas de Marketing Produto – Preço – Praça – Promoção  Produto: algo que pode ser oferecido em um mercado para satisfazer um desejo ou necessidade.  Preço: quantidade de dinheiro que deve ser dada para se adquirir a propriedade ou uso de um produto.  Praça: é um ponto de venda onde um produto é exposto.  Promoção: incentivo que visa estimular a venda de um produto ou serviço.
  189. 189. Ferramentas de Marketing Pesquisa de Mercado  A Pesquisa de Mercado tem como objetivo levantar as principais características de um mercado, fornecendo maior conhecimento sobre as características e peculiaridades da concorrência.  Mensura o grau de aceitação que um novo empreendimento teria perante seu público- alvo.
  190. 190. Ferramentas de Marketing Análise de Mercado  Na análise de mercado você identificará as características dos clientes, conforme alguns critérios para descrever o padrão de seus clientes.  Serve para conhecer o perfil do cliente como: gostos, atitudes, preferências, hábitos, costumes, relações sociais e poder econômico.
  191. 191. Ferramentas de Marketing Propaganda – Publicidade – Merchandising  Propaganda: modo específico de se apresentar uma informação, ou seja, disseminação de uma ideologia sem fins lucrativos.  Publicidade: divulgação de um produto ou serviço com o objetivo de obter lucro.  Merchandising: é a ação que usa a comunicação de marketing em espaços editoriais na televisão, mídia, imprensa, filmes, telenovelas e outros.
  192. 192. Ferramentas de Marketing Relações Públicas – Assessoria de Imprensa  Relações Públicas: atividade planejada e contínua para estabelecer e manter a compreensão mútua entre uma instituição pública ou privada e os grupos de pessoas a que esteja direta ou indiretamente ligada.  Assessoria de Imprensa: instrumento dentro do composto de comunicação desenvolvida para as organizações, fazendo parte das atividades da área de comunicação.
  193. 193. Ferramentas de Marketing Marketing Pessoal  Com o Marketing Pessoal podemos construir um contexto favorável para que nossa mensagem possa influenciar positivamente através de nossa sensibilidade na observação do comportamento e na utilização do feedback.  O objetivo é obtermos uma empatia com quem nos comunicamos de uma maneira sintonizada com nosso interlocutor.  Ver filme neste link: https://www.youtube.com/watch?v=uM8xEcX4Fv4
  194. 194. Ferramentas de Marketing Marca  Imagem da marca representa como o consumidor percebe a empresa, ou seja, o que o cliente pensa quando é exposto à marca por meio de qualquer programa de marketing ou vendas.  A melhor forma de compreender a personalidade da marca é mediante uma pesquisa formal na própria base de clientes da empresa.
  195. 195. Ferramentas de Marketing Marketing Direto  Marketing Direto permite um contato direto com seu público alvo e abre uma grande oportunidade de relacionamento duradouro, oferecendo os produtos ou serviços corretos, através das mídias corretas.  Visa criar um relacionamento com um cliente, através de um dialogo, pois a empresa têm que ouvir a opinião de seus clientes para poder criar boas campanhas publicitárias.
  196. 196. Ferramentas de Marketing Telemarketing  Telemarketing designa a promoção de vendas e serviços via telefone.  Abrange também a telecobrança, atendimento ao consumidor e o suporte técnico.  Pode-se dizer que o telemarketing é um atendimento telefônico comercial que segue certos roteiros (scripts) de atendimento.
  197. 197. Ferramentas de Marketing Franchising – Franquia  Franquia ou franchising é uma estratégia utilizada que tem como propósito um sistema de venda de licença, onde o franqueador cede ao franqueado o direito de uso da sua marca, infraestrutura, know-how e distribuição de produtos ou serviços.  O franqueado, por sua vez, investe e trabalha na franquia e paga parte do faturamento ao franqueador sob a forma de royalties.
  198. 198. Ferramentas de Marketing Web Marketing  Franquia ou franchising é uma estratégia utilizada que tem como propósito um sistema de venda de licença, onde o franqueador cede ao franqueado o direito de uso da sua marca, infraestrutura, know-how e distribuição de produtos ou serviços.  O franqueado, por sua vez, investe e trabalha na franquia e paga parte do faturamento ao franqueador sob a forma de royalties.
  199. 199. Ferramentas de Marketing Web Marketing  Web Marketing é o ato de realizar marketing pela internet.  O trabalho de web marketing consiste em fazer com que o site da empresa apareça nos sites de buscas quando alguém digitar uma palavra referente ao produto ou serviço que a empresa oferece.
  200. 200. Ferramentas de Marketing Endomarketing  Endomarketing é toda e qualquer ação de marketing voltada para a satisfação e aliança do público interno com o intuito de melhor atender aos clientes externos.  Marketing interno é uma tarefa bem sucedida de contratar, treinar e motivar funcionários para atender bem os clientes.  Refere-se ao clima organizacional e à motivação dos colaboradores.
  201. 201. Ferramentas de Marketing Benchmarketing  Benchmarking é a busca das melhores práticas na indústria que conduzem a um desempenho superior.  É um processo positivo e proativo por meio do qual uma empresa examina como outra realiza uma função específica a fim de melhorar uma função semelhante.
  202. 202. 4 C’s do Marketing MERCADO CLIENTE CUSTO COMUNICAÇÃO CONVENIÊNCIA
  203. 203. Ferramentas de Marketing Cliente – Custo – Comunicação - Conveniência  Cliente: é o consumidor buscando produtos ou serviços para realizar seus desejos ou necessidades.  Custo: o cliente não irá pagar muito mais do que sua percepção de valor o que para a empresa é o preço, para o cliente é custo.  Comunicação: o cliente deve estar ciente da existência do seu produto e bem informado.  Conveniência: o cliente sempre irá procurar um ponto que lhe convenha.
  204. 204. Pirâmide de Maslow Necessidades dos Clientes Auto Realização Auto Estima Social Segurança Fisiológica Secundárias Primárias
  205. 205. Necessidades Primárias Fisiológica Necessidades mais elementares e constituem a sobrevivência humana. Segurança Necessidades de nos sentirmos seguros, sem perigo, em ordem, de manter o emprego. Social Necessidades de relações humanas com harmonia e pertencer a grupos sociais.
  206. 206. Necessidades Secundárias Autoestima Necessidades de reconhecimento das nossas capacidades por nós mesmos e pelos outros. Autorrealização Necessidades de autonomia, independência controle, autossatisfação, realização, aproveitar todo o potencial próprio.
  207. 207. Ciclo de Vida dos Produtos Introdução Crescimento Maturidade Declínio Tempo V e n d a s Desenvolvimento
  208. 208. Ciclo de Vida dos Produtos  Desenvolvimento: quando a empresa tem uma ideia e inicia estudo de viabilidade, produtividade e desenvolvimento.  Introdução: quando o produto é lançado no mercado.  Crescimento: período de aceitação pelo mercado.  Maturidade: período de baixo crescimento e o produto fica estável.  Declínio: é quando produto não atende as necessidades do mercado.
  209. 209. Pesquisa Mercadológica  Pesquisa de Mercado é uma ferramenta importante para que a empresa obtenha informações valiosas sobre o mercado.  Quanto maior o conhecimento sobre o mercado, clientes, fornecedores, concorrentes, melhor será o desempenho do empreendimento.  Mais do que elaborar e aplicar um questionário, a pesquisa é um procedimento técnico que envolve as etapas de planejamento, implementação, tratamento dos dados, análise e interpretação.
  210. 210. a) Negociação; b) Técnicas de Compras; c) Ferramentas de compras; AULA 11 – Compras
  211. 211. O que é negociar?
  212. 212. Negociação  Negociação é o processo de comunicação com o propósito de atingir um acordo agradável sobre diferentes ideias e necessidades.  Negociação é o processo de buscar aceitação de ideias, propósitos ou interesses visando ao melhor resultado, de tal modo que as partes envolvidas terminem a negociação conscientes de que foram ouvidas, tiveram oportunidade de apresentar toda a sua argumentação .
  213. 213. O que é Comprar?
  214. 214. Compras  A função de compras é um segmento essencial do departamento de materiais ou suprimentos, que tem por finalidade suprir as necessidades de materiais ou serviços, planejá-las quantitativamente e satisfazê-las no momento certo com as quantidades corretas, verificar se recebeu efetivamente o que foi comprado e providenciar armazenamento.
  215. 215. Técnicas de Negociação  Toda venda bem sucedida é resultado de uma negociação assertiva, em que o cliente só finaliza uma compra quando tem a certeza de que está fazendo a melhor escolha.  O vendedor precisa dispor de argumentos que mostrarão as qualidades de seus produtos ou serviços, buscando situações do tipo “ganha-ganha”.  Ver filme no link: http://www.youtube.com/watch?v=9aQBsqS1pNE
  216. 216. Técnica 1 – Solução Ideal  Cada comprador possui uma solução ideal em mente e busca na compra formas de satisfazer os interesses da empresa.  É importante traçar estratégias que ajudem a enxergar que as necessidades podem estar conectadas ao produto.
  217. 217. Técnica 2 – Motivador de Compras  Observar qual é o motivador de compras que faz a diferença.  Por meio de perguntas é possível identificar o que o cliente realmente procura, conduzindo a negociação de maneira assertiva.
  218. 218. Técnica 3 – Credibilidade e Valor  O vendedor precisa conhecer o negócio do seu cliente, ter postura, empatia e saber mostrar que o seu produto agregará valor.  Desta forma cria-se uma relação de confiança com o cliente e mostra que o caminho indicado é a melhor opção.
  219. 219. Técnica 4 – Controle do Processo  O vendedor que consegue assumir e controlar todo o processo de negociação alcança seu objetivo.  É preciso direcionar a conversa para atingir as metas propostas.
  220. 220. Técnica 5 – Poder de Negociação  A maior parte das vendas é concluída pelo tomador de decisão, ou seja, o gerente da área.  É necessário acesso ao gestor para tomadas de decisão e realizar a negociação transmitindo segurança e4 transparência.
  221. 221. Atacado x Varejo  Atacado: são as vendas feitas para pessoas jurídicas, em grande quantidade, com valores menores porque serão revendidas, onde o vendedor ganhará na quantidade.  Varejo: são as vendas feitas para o consumidor final e em pequenas quantidades.
  222. 222. Compras – A peneira dos 3 “Nãos”  1º - Não é necessário;  2º - Não há recursos disponíveis;  3º - Não há boas condições econômicas.
  223. 223. Cotação de Preço Quantidade Orçamento Referência do Fornecedor Preço Qualidade Condições de Pagamento Prazo de Entrega Capacidade do Fornecedor
  224. 224. Tipos de e-commerce B2B C2C B2C B2C
  225. 225. Tipos de e-commerce  B2B (Business to Business) é a sigla utilizada no e-commerce para definir transações comerciais entre empresas.  B2C (Business to Commerce) é a sigla utilizada no e-commerce para definir transações comerciais entre empresa e consumidor final.  C2C (Commerce to Commerce) é a sigla utilizada no e-commerce para definir transações comerciais entre pessoas físicas.
  226. 226. a) Técnicas de Vendas; b) Orçamento; c) Apresentação do Produto; d) Apresentação do Vendedor; e) Atendimento. AULA 12 – Vendas
  227. 227. O que é vender?
  228. 228. Vender é...  Há quem pense que vender é apenas atender o cliente, tirar o pedido e trocar mercadorias por dinheiro.  Vender é resolver problemas, atender interesses, oferecer benefícios e vantagens, entender, conhecer o produto, ouvir e compreender as necessidades dos clientes.
  229. 229. Conceito de Vendas  É o processo pessoal ou impessoal de persuadir um possível cliente a adquirir uma mercadoria ou serviço procurando atender suas necessidades e desejos.
  230. 230. Técnicas de Vendas  Compreender os caminhos e estratégias de vendas, para obter melhores resultados em seus negócios;  Refletir sobre a importância do vendedor, para a empresa, para os clientes e para si mesmo;  Atuar de maneira estratégica, para promover as vendas de produtos ou serviços.
  231. 231. Técnicas de Vendas 1º - Contato; 2º - Script; 3º - Entrevista; 4º - Argumentação; 5º - Objetividade; 6º - Atendimento; 7º - Perseverança; 8º - Negociação; 9º - Fechamento.
  232. 232. Ação Comercial  Conhecer bem o produto ou serviço que está oferecendo;  Conhecer o cliente, suas necessidades e desejos;  Ter as informações necessárias para transmitir confiança;  Elaborar orçamento adequado às necessidades do cliente.
  233. 233. Orçamento  Orçamento é um cálculo estimado de quanto um produto ou um serviço custará.  Seve para uma previsão de quanto deve ser gasto para que seja adquirida alguma coisa ou executado algum serviço.  Orçamento é obtido a partir da valorização monetária do produto ou serviço que desejamos adquirir ou ofertar.
  234. 234. Orçamento  Orçamento nada mais é do que uma pesquisa de preços nos fornecedores que ofereçam produtos similares, para a empresa decidir aonde vale mais a pena comprar.
  235. 235. Elaboração do Orçamento  Papel timbrado;  Data de emissão;  Razão social ou nome do cliente;  Pessoa de contato;  Assunto;  Descrição detalhada do produto;  Quantidade e unidade de medida;  Valor unitário e valor total;  Condições de pagamento;  Prazo de entrega;  Validade do orçamento;  Mensagens e observações importantes;  Identificação do emitente e assinatura.
  236. 236. Produto  Produto é tudo aquilo que pode ser oferecido a um mercado para apreciação, aquisição, uso ou consumo e para satisfazer um desejo ou uma necessidade do consumidor.  São bens tangíveis e se subdividem em: Bens duráveis e não duráveis; Bens de consumo e bens de capital.
  237. 237. Serviço  Serviços constituem uma transação realizada por uma empresa (pessoa jurídica) ou por um indivíduo (pessoa física), cujo objetivo não está associado à transferência de um bem (produto) e sim como um ato, uma ação, um esforço, um desempenho.  São intangíveis.
  238. 238. Apresentação do Produto (ou Serviço)  A apresentação do produto deve estar integrada na estratégia de marketing da empresa.  Explique as características, vantagens e benefícios do produto e apresente o plano de comercialização.  Exponha a proposta para o cliente com uma comunicação persuasiva.
  239. 239. Técnica AIDA Atenção Interesse Desejo Ação
  240. 240. Apresentação do Vendedor  Estudos atestam que são necessários somente três segundos para a formação da primeira impressão e os principais fatores que influenciam na formação da imagem são: Visão – 25%; Tom da Voz – 18%; Adequação das palavras – 14%; Linguagem Corporal – 10%.
  241. 241. Apresentação do Vendedor  A Visão do interlocutor é Influenciada principalmente pela aparência e pela vestimenta. A expressão facial esta que se espera é um sorriso que demonstre sinceridade. O traje é aquele que atenda as expectativas do interlocutor sem agredir seus conceitos de apresentação pessoal.  Postura com a cabeça e troncos eretos, para a não curvatura dos ombros que denota cansaço ou mesmo derrotismo. Se estiver aguardando sentado não se esparrame no assento.
  242. 242. Apresentação do Vendedor  Use tom da voz e velocidade da fala igual a do seu interlocutor garantindo assim a necessária sintonia.  A adequação das palavras utilizadas sem erros de pronúncia, vícios de linguagem, gírias, expressões que denotem intimidade, frases feitas sem originalidade, piadinhas quebra gelo ou mesmo citar um volume enorme de informações para qual o momento não é o adequado.
  243. 243. Apresentação do Vendedor  Cuidado com a linguagem corporal se queremos de iniciar um processo de conquistar a credibilidade do cliente.  O olhar deve ser direto nos olhos de nosso interlocutor demonstrando segurança e seriedade de propósito.  É uma obrigação do vendedor conhecer as regras de etiqueta social.  A postura deve ter um posicionamento amistoso e agradável do vendedor.
  244. 244. Postura do Vendedor  Seja profissional, atenda cada cliente como se ele fosse único;  Mantenha boa apresentação pessoal e uma postura educada, cortês e agradável ;  Não faça julgamentos, exercite sua empatia e seja ético;  Conheça profundamente os produtos e serviços da empresa, suas normas e procedimentos;  Tenha como meta a satisfação das necessidades e desejos do cliente;  Tenha pontualidade nos compromissos.
  245. 245. Capacidade de Persuasão  O conceito de persuasão está ligado com crença e convicção, porque persuadir alguém significa fazem com que essa pessoa acredite ou aceite uma determinada ideia; tem o sentido de convencer alguém a tomar um certo tipo de atitude.  A persuasão é uma forma de comunicação estratégica feita através de argumentos lógicos essenciais para conseguir convencer as pessoas.  Veja o filme neste link: http://www.deonline.com.br/faces/podcasts.jsp;jsessionid=660F966170483C522FFB858ED8A380CF?id=21&pg=1
  246. 246. Estratégias de Vendas  Seja profissional, atenda cada cliente como se ele fosse único;  Mantenha boa apresentação pessoal e uma postura educada, cortês e agradável ;  Não faça julgamentos, exercite sua empatia e seja ético;  Conheça profundamente os produtos e serviços da empresa, suas normas e procedimentos;  Tenha como meta a satisfação das necessidades e desejos do cliente;  Tenha pontualidade nos compromissos.
  247. 247. Atendimento ao Cliente  Para o cliente a pessoa que está realizando o atendimento representa a empresa.  Quando acontece um atendimento ruim todo esforço que a empresa fez para atrair o cliente é prejudicado.  Colocar-se no lugar dos clientes e demonstrar sensibilidade em relação aos problemas,demonstrando respeito é a forma adequada de atendimento.
  248. 248. Pós-venda  Pós-venda é a etapa que se inicia logo após o momento da aquisição de um produto ou serviço adquirido.  Empresas focadas na satisfação do cliente não finalizam a relação de consumo depois da venda, mantêm a relação com o cliente.  Fazer o pós-venda nada mais é do que entrar em contato com o cliente para entender como ele se sente em relação ao relacionamento e ações da empresa para com ele.
  249. 249. Prof. Wandick Rocha wandickrocha@yahoo.com.br http://contabilidademais.blogspot.com.br/ Práticas de Administrativas

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