Universidade Federal do
Triângulo Mineiro – UFTM


      Cônicas
Prof.: Daniel Oliveira Veronese
O que é uma
           Superfície Cônica?

  Uma superfície cônica de revolução é a superfície
gerada pela rotação completa de uma reta (geratriz) em
torno de outra reta (eixo), formando com esta sempre o
mesmo ângulo, até completar uma revolução (volta
completa). Ao ponto comum à geratriz e ao eixo
chama-se vértice.
O que é uma Cônica?


 É chamada de Cônica toda curva
que se obtém como interseção de
um plano com uma superfície cônica.
Obs.: Quando o plano que intersecta a
superfície cônica passa pelo vértice, a
seção obtida é uma cônica degenerada.
Caso contrário, obtemos cônicas não
degeneradas.
Cônicas Não Degeneradas
  ELIPSE: neste caso, o plano secante não passa pelo
vértice e intersecta todas as posições da geratriz e o eixo.
Além disso, é oblíquo em relação ao eixo.
Se, em particular, o plano é perpendicular ao eixo, a
elipse obtida é uma circunferência.
Hipérbole: neste caso, o plano secante não passa
pelo vértice e é paralelo ao eixo;
Parábola: neste caso, o plano secante não passa pelo
vértice e é paralelo apenas a uma posição da geratriz.
Cônicas Degeneradas
Ponto(Elipse degenerada)
Duas retas concorrentes(hipérbole degenerada): neste
caso, o plano secante é paralelo ao eixo e passa pelo
vértice.
Reta(parábola degenerada): neste caso, o plano secante é
paralelo apenas a uma posição da geratriz e passa pelo
vértice.
Enfatizaremos o estudo das cônicas não
degeneradas, ou seja, elipse, hipérbole e
parábola.
Parábola

Consideremos em um plano uma reta d e um
ponto F não pertencente a d.

Definimos parábola como sendo o lugar
geométrico dos pontos que são equidistantes
de F e d.
Figura 7.1
Figura 7.2
Observando a figura 7.2 vemos que uma
condição necessária e suficiente para que o
ponto P pertença à parabola é:

            d(P,F)=d(P,P').
Elementos da Parábola

Foco: ponto F

Diretriz: reta d

Eixo: reta que passa pelo foco sendo
perpendicular à diretriz.

Vértice: é o ponto V de interseção da parábola
com seu eixo.
Equação da Parábola de Vértice na
      Origem do Sistema
 1º Caso: O eixo da parábola é o eixo dos y




                 Figura 7.3
Da definição de parábola obtemos:




ou seja:
Sendo assim, obtemos:



ou, simplesmente:


que é equação reduzida da parábola neste caso.
Concavidade voltada para cima




             dasf
Concavidade voltada para baixo
2º Caso: O eixo da parábola é o
          eixo dos x
Nesse caso, de modo análogo o que foi feito no
primeiro caso, concluímos que:
Concavidade voltada para a direita
Concavidade voltada para a
        esquerda
Observação


O número p(que é diferente de zero) é
chamado parâmetro da parábola.
Translação de Eixos

Consideremos no plano xOy um ponto O'(h,k),
arbitrário. Vamos introduzir um novo sistema
x'O'y' tal que os eixos O'x' e O'y' tenham a
mesma unidade de medida, a mesma direção e
o mesmo sentido dos eixos Ox e Oy. Nestas
condições, um sistema pode ser obtido do
outro, por meio de uma translação de eixos.
Pela figura anterior vemos que:




ou:


que são as fórmulas de translação e que
permitem transformar coordenadas de um
sistema para outro.
Equação da Parábola de Vértice
    Fora da Origem do Sistema
1º caso: o eixo da parábola é paralelo ao eixo dos y
Do que já vimos, sabemos que:



mas:


e daí:



que é a forma padrão da equação de uma
parábola de vértice V(h,k) e eixo paralelo ao
dos y.
2º caso: o eixo da parábola é paralelo ao eixo dos x

 Neste caso, de modo análogo ao caso anterior,
 obtemos:
Equação da Parábola na Forma
              Explícita

    1º caso: eixo da parábola paralelo ao eixo dos
                          y





    2º caso: eixo da parábola paralelo ao eixo dos
                          x
Exemplos


Serão feitos no caderno!!!!!!

Parábola

  • 1.
    Universidade Federal do TriânguloMineiro – UFTM Cônicas Prof.: Daniel Oliveira Veronese
  • 2.
    O que éuma Superfície Cônica? Uma superfície cônica de revolução é a superfície gerada pela rotação completa de uma reta (geratriz) em torno de outra reta (eixo), formando com esta sempre o mesmo ângulo, até completar uma revolução (volta completa). Ao ponto comum à geratriz e ao eixo chama-se vértice.
  • 4.
    O que éuma Cônica? É chamada de Cônica toda curva que se obtém como interseção de um plano com uma superfície cônica.
  • 5.
    Obs.: Quando oplano que intersecta a superfície cônica passa pelo vértice, a seção obtida é uma cônica degenerada. Caso contrário, obtemos cônicas não degeneradas.
  • 6.
    Cônicas Não Degeneradas ELIPSE: neste caso, o plano secante não passa pelo vértice e intersecta todas as posições da geratriz e o eixo. Além disso, é oblíquo em relação ao eixo.
  • 7.
    Se, em particular,o plano é perpendicular ao eixo, a elipse obtida é uma circunferência.
  • 8.
    Hipérbole: neste caso,o plano secante não passa pelo vértice e é paralelo ao eixo;
  • 9.
    Parábola: neste caso,o plano secante não passa pelo vértice e é paralelo apenas a uma posição da geratriz.
  • 10.
  • 11.
    Duas retas concorrentes(hipérboledegenerada): neste caso, o plano secante é paralelo ao eixo e passa pelo vértice.
  • 12.
    Reta(parábola degenerada): nestecaso, o plano secante é paralelo apenas a uma posição da geratriz e passa pelo vértice.
  • 13.
    Enfatizaremos o estudodas cônicas não degeneradas, ou seja, elipse, hipérbole e parábola.
  • 14.
    Parábola Consideremos em umplano uma reta d e um ponto F não pertencente a d. Definimos parábola como sendo o lugar geométrico dos pontos que são equidistantes de F e d.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
    Observando a figura7.2 vemos que uma condição necessária e suficiente para que o ponto P pertença à parabola é: d(P,F)=d(P,P').
  • 18.
    Elementos da Parábola Foco:ponto F Diretriz: reta d Eixo: reta que passa pelo foco sendo perpendicular à diretriz. Vértice: é o ponto V de interseção da parábola com seu eixo.
  • 19.
    Equação da Parábolade Vértice na Origem do Sistema 1º Caso: O eixo da parábola é o eixo dos y Figura 7.3
  • 20.
    Da definição deparábola obtemos: ou seja:
  • 21.
    Sendo assim, obtemos: ou,simplesmente: que é equação reduzida da parábola neste caso.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
    2º Caso: Oeixo da parábola é o eixo dos x
  • 25.
    Nesse caso, demodo análogo o que foi feito no primeiro caso, concluímos que:
  • 26.
  • 27.
  • 28.
    Observação O número p(queé diferente de zero) é chamado parâmetro da parábola.
  • 29.
    Translação de Eixos Consideremosno plano xOy um ponto O'(h,k), arbitrário. Vamos introduzir um novo sistema x'O'y' tal que os eixos O'x' e O'y' tenham a mesma unidade de medida, a mesma direção e o mesmo sentido dos eixos Ox e Oy. Nestas condições, um sistema pode ser obtido do outro, por meio de uma translação de eixos.
  • 31.
    Pela figura anteriorvemos que: ou: que são as fórmulas de translação e que permitem transformar coordenadas de um sistema para outro.
  • 32.
    Equação da Parábolade Vértice Fora da Origem do Sistema 1º caso: o eixo da parábola é paralelo ao eixo dos y
  • 33.
    Do que jávimos, sabemos que: mas: e daí: que é a forma padrão da equação de uma parábola de vértice V(h,k) e eixo paralelo ao dos y.
  • 34.
    2º caso: oeixo da parábola é paralelo ao eixo dos x Neste caso, de modo análogo ao caso anterior, obtemos:
  • 35.
    Equação da Parábolana Forma Explícita  1º caso: eixo da parábola paralelo ao eixo dos y  2º caso: eixo da parábola paralelo ao eixo dos x
  • 36.