SlideShare uma empresa Scribd logo
Anticorpos
monoclonais
Os anticorpos que surgem num animal em resposta a um
único antígeno complexo são heterogêneos. São
formados vários clones diferentes de células B que
diferenciam-se em plasmócitos, cada um deles
expressando e secretando, respectivamente, um tipo de anticorpo,
capaz de reagir com um diferente epítopo no antígeno complexo.
Estes anticorpos são denominados policlonais.
linfócitos/plasmócitos
...
anticorpos
antígeno
Os anticorpos que surgem a partir de um único clone de
células, como, por exemplo, num tumor de plasmócitos
(mieloma) são homogêneos, isto é, são iguais entre si.
São ditos anticorpos monoclonais.
Esse histograma mostra uma distribuição típica de afinidades
de anticorpos em um antissoro para um determinante
antigênico comparando-as com a afinidade única com que
um anticorpo monoclonal se liga ao seu determinante
antigênico.
Anticorpo monoclonal
Afinidade de anticorpo (K)
Fração de
anticorpo
total (%)
(escala log)
Plasmócitos derivados de
um único linfócito B pro-
duzem anticorpos monoclonais,
portanto idênticos entre si.
Anticorpos
Policlonal Monoclonal
Anticorpos que são coletados
do soro de animais inoculados
reconhece
múltiplos sítios antigênicos
do material inoculado
Um hibridoma individual de linfócito B é
clonado e cultivado em meio de cultivo
reconhece
um sítio antigênico
do material inoculado
&
Anticorpos monoclonais -1975
Prêmio Nobel - 1984
Georges Köhler
(1946-1995)
Cesar Milstein
(1927-2002)
Anticorpos monoclonais e policlonais
Pure single Ab
After immunization, the mouse spleen contains B cells producing specific antibodies.
Each B cell produces only one kind of antibody, which binds to its specific antigen.
Conventional antiserum is the mixture of all antibodies produced by B cells from spleen.
If a single B cell was picked up and cultured, then it will produce only one kind of antibody.
But B cell can not survive well in the culture.
Myeloma cell can be cultured in the test tube, but can not produce useful antibody.Each hybridoma line can produce pure single antibody, called monoclonal antibody.If B cell is fused with myeloma, the fused cell might be cultured and produce antibody.
1
2
3
4
m
m
m
m
1
2 3
4
1 2 3 4
Monoclonal
antibodies
Cell fusion
Spleen cells
+
Myeloma
x
Antiseum
Antigen
Immunization
A mixture of all Ab
1 23 4
BA LB/c
1 2 3 4
1 23 4
B cell
O método envolve fusão celular (ou hibridização de células
somáticas), entre um linfócito B normal produtor de anticorpo
e uma linhagem de mieloma , seguindo-se subsequentemente
a seleção de células fusionadas que secretem anticorpo da
especificidade desejada , derivada do linfócito B normal. Tais
linhagens celulares imortalizadas, produtoras de anticorpos
e derivados de fusões, são chamadas hibridomas. Os anticorpos
que elas produzem são anticorpos monoclonais
Células do baço isoladas de camundongo
imunizado com antígeno X.
Método de produção de anticorpo monoclonal
(tecnologia dos hibridomas)
Antígeno X
Os monoclo-
nais têm sido
produzidos prin-
cipalmente em
camundongos.
Veja a seguir
Mistura de células do baço incluindo algumas
produtoras de anticorpos anti -X
Linhagem tumoral de mieloma mutante,
imortalizada e não cresce em meio
seletivo (HAT). É incapaz de produzir
anticorpos.
Fusão in vitro
Mistura de células fusionadas e não fusionadas.
Seleção in vitro em meio de cultivo - HAT
Hybridoma
Pesquisa de anticorpo anti- X nos sobrenadantes para posterior expansão dos clones positivos
Hibridomas produzindo anti corpo anti- X (Ac monoclonal anti-X).
.
Somente células
fusionadas
híbridas
(hibridomas)
crescem.
Preparada a diluição no cultivo de modo que em cada poço fique só uma célula mãe /clone.
Diluição Limitante
•Um clone por poço
•Certeza de que um tipo de clone está proliferando
em um poço
•Teste de detecção
•Diluição limitante
•Teste de detecção
•Expansão – produção dos AcMo
O sucesso dessa técnica depende do desenvolvimento das
linhagens de mieloma que cresçam em meio normal de cultura
mas não cresçam em um meio seletivo (HAT - hipoxantina,
aminopterina e timidina), porque lhes faltam genes funcionais,
necessários para a síntese de DNA pela via de salvação (genes que
codificam as enzimas TK e HGPRT). Esses genes estão presentes
nas células normais, de modo que somente os híbridos e os
linfócitos B continuam a crescer no meio seletivo.
Após a fusão, a aminopterina presente no meio bloqueia a
síntese de DNA pela via de novo. As células podem então
utilizar a via de salvação, já que o meio é suplementado com
timidina e hipoxantina. Como as linhagens mutantes, não
expressam as enzimas necessárias para a referida via de
salvação, não vão conseguir sobreviver nesse meio. Como os
linfócitos normais possuem vida curta em cultura, somente
os clones híbridos sobreviverão e proliferarão secretando
anticorpos com a especificidade da célula mãe que cresceu
sozinha e foi selecionada no poço no início do procedimento.
Via de novo
Fosforribosil
pirofosfato
+
Uridilato
Nucleotídeos
Via de salvação
Timidina Hipoxantina
timidina cinase (TK)
hipoxantina
guanina
fosforribosil
transferase
(HGPRT)bloqueio com
aminopterina
Veja um resumo dos dois caminhos possíveis para
a síntese de nucleotídeos pela célula. Se a via de
novo estiver bloqueada (como abaixo), só resta a via
de salvação:
Vias de síntese de nucleotídeos
A hibridização de linfócitos é o melhor método
para produzir um anticorpo monoclonal
contra um
determinante antigênico conhecido. Este
anticorpo pode ser usado para
identificar antígenos desconhecidos presentes
numa mistura,
porque cada anticorpo é específico para
apenas um
determinante antigênico . Algumas das
aplicações mais
comuns dos anticorpos monoclonais incluem
as que se seguem.
2. Imunodiagnóstico: o diagnóstico de muitas doenças
infecciosas e degenerativas, depende da detecção de antí-
genos e/ou anticorpos específicos na circulação ou nos
tecidos, usando anticorpos monoclonais em imunoensaios.
anticorpos
monoclonais
soro do paciente
contendo antígeno
com vários epitopos
idênticos
aglutinação
partículas de latex
adsorvidas com os
monoclonais
Exemplo: reação de aglutinação em latex
Para a imunodosagem de hormônios,
marcadores tumorais e de outras
proteínas séricas, sempre se usa
anticorpos monoclonais
Anticorpos Monoclonais - Utilidades
Imunodiagnóstico/Sorologia
4. Análise funcional de moléculas da superfície celular e
secretadas: na pesquisa imunológica, os anticorpos
monoclonais que se ligam a moléculas da superfície celular
e estimulam ou inibem funções celulares, são instrumentos
inestimáveis para definir a função das moléculas de
superfície, incluindo os receptores para antígenos .
Anticorpos que neutralizam citocinas são usados para
detectar a presença e os papéis funcionais destes compostos
proteicos in vitro e in vivo .
1. Identificação de marcadores fenotípicos únicos para os
tipos celulares individuais. A base para a classificação
moderna de linfócitos e fagócitos mononucleares é a ligação
de anticorpos monoclonais população específicos . Estes têm
sido usados para definir moléculas típicas de cada célula.
CD3
TCR
CD2
CD28
CD5
CD7
CD4
CD8
Th
Tc
MFR
CD64
CD32
CD16
HLA-D
CD35
CD11b
LFA-1
Macrófago
Anticorpos Monoclonais - Utilidades
Imunologia Celular
Subpopulações celulares podem ser separadas usando
MoAc acoplados a beads magnéticas
Miosina
Actina
Tubulina
Anticorpos Monoclonais - Utilidades
Biologia Celular
Filaments and Tubules of the Cytoskeleton
Microfilaments Microtubules Intermediate Filaments
FilaTube (Fig 1-20, ESB 1998) MAbCytSkel
Anti-actin Antibody
with bound rhodamine
fluorescent label
Anti-tubulin antibody with
bound fluorescein label Anti-vimentin? Antibody
with bound blue fluorescent
label
Anticorpos Monoclonais - Utilidades
Imunoterapia
Tratamento de tumores com MoAc
3.Diagnóstico e terapia de tumores:
anticorpos monoclonais
específicos para tumores são usados
para a detecção de
tumores por técnicas de imagens e
para a imunoterapia.
Imunotoxinas
Anticorpos conjugados a toxinas
waynesword.palomar.edu/ images/antibod2.gif
(Ricina)
Anticorpo tumor-es
Somente a célula tumoral é afetada
pela toxina
Radioimunoterapia
Célula Tumoral
Anticorpos conjugados com
radioisótopos
Radioimunoterapia
www.stjosephs-marshfield.org/
Radioimunodiagnóstico
Anticorpos monoclonais quiméricos
Anticorpos monoclonais quiméricos
Anticorpos humanizados
Anti-CD20 MAbs (Rituxan) for treatment of non-Hodgkin’s lymphoma
Fragmentos Fv in Fv
O tamanho e a especificidade dos fragmentos Fv podem
Ajudar no reconhecimento de sítios crípticos
http://www.sh.lsuhsc.edu/
intragrad/micro/micro297/4
Xenocamundongo
(camundongo com loci de
imunoglobulina humana)
A Biologia Molecular tem traçado o caminho para a
produção de anticorpos monoclonais (mAc) de
especificidade, afinidade e isotipos definidos.
Isto permite aos imunologistas o desenvolvi-
mento de anticorpos de determinada especificidade no
camundongo, utilizando-se então os genes que expressam
esta especificidade (genes que codificam VH e VL),
para a construção de vetores de clona-
gem e expressão, associando-os aos genes para
os domínios constantes de anticorpos humanos.
O mAc resultante (humanizado) é de muito baixa
imunogenicidade para a nossa espécie, podendo ser
utilizado em tratamentos específicos.
FIM

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Anticorpos
AnticorposAnticorpos
Anticorpos
Messias Miranda
 
Sistema Imunológico
Sistema ImunológicoSistema Imunológico
Sistema Imunológico
JosianeBergund
 
Auto imunidade
Auto imunidadeAuto imunidade
Auto imunidade
LABIMUNO UFBA
 
Introdução à imunologia
Introdução à imunologiaIntrodução à imunologia
Introdução à imunologia
Messias Miranda
 
Anticorpos Função
Anticorpos FunçãoAnticorpos Função
Anticorpos Função
LABIMUNO UFBA
 
Crescimento bacteriano
Crescimento bacterianoCrescimento bacteriano
Crescimento bacteriano
Gildo Crispim
 
Citocinas da imunidade inata e adquirida
Citocinas da imunidade inata e adquiridaCitocinas da imunidade inata e adquirida
Citocinas da imunidade inata e adquirida
LABIMUNO UFBA
 
Imunodiagnóstico de doenças infecciosas
Imunodiagnóstico de doenças infecciosasImunodiagnóstico de doenças infecciosas
Imunodiagnóstico de doenças infecciosas
Sandra Lago Moraes
 
ICSA17 - Introdução e Conceitos Básicos em Imunologia
ICSA17 - Introdução e Conceitos Básicos em ImunologiaICSA17 - Introdução e Conceitos Básicos em Imunologia
ICSA17 - Introdução e Conceitos Básicos em Imunologia
Ricardo Portela
 
Anticorpos
AnticorposAnticorpos
Anticorpos
LABIMUNO UFBA
 
Imunidade Inata Adaptativa
Imunidade Inata AdaptativaImunidade Inata Adaptativa
Imunidade Inata Adaptativa
LABIMUNO UFBA
 
Aula Grupos Sangíneos
Aula Grupos SangíneosAula Grupos Sangíneos
Aula Grupos Sangíneos
Hideraldo Freitas
 
Aglutinacao
AglutinacaoAglutinacao
Aglutinacao
LABIMUNO UFBA
 
I M U N O F L U O R E S C E N C I A
I M U N O F L U O R E S C E N C I AI M U N O F L U O R E S C E N C I A
I M U N O F L U O R E S C E N C I A
LABIMUNO UFBA
 
Slide imuno
Slide imunoSlide imuno
Slide imuno
Lucas Almeida Sá
 
Imunidade adaptativa
Imunidade adaptativaImunidade adaptativa
Imunidade adaptativa
Silas Gouveia
 
ICSA17 - MHC e Apresentação de Antígenos
ICSA17 - MHC e Apresentação de AntígenosICSA17 - MHC e Apresentação de Antígenos
ICSA17 - MHC e Apresentação de Antígenos
Ricardo Portela
 
Anticorpos: estrutura, classes, subclasses e atividades biológicas
Anticorpos: estrutura, classes, subclasses  e atividades biológicasAnticorpos: estrutura, classes, subclasses  e atividades biológicas
Anticorpos: estrutura, classes, subclasses e atividades biológicas
LABIMUNO UFBA
 
Genética bacteriana
Genética bacterianaGenética bacteriana
Genética bacteriana
kaiorochars
 
Imunidade Adquirida - Humoral
Imunidade Adquirida - HumoralImunidade Adquirida - Humoral
Imunidade Adquirida - Humoral
Isabel Lopes
 

Mais procurados (20)

Anticorpos
AnticorposAnticorpos
Anticorpos
 
Sistema Imunológico
Sistema ImunológicoSistema Imunológico
Sistema Imunológico
 
Auto imunidade
Auto imunidadeAuto imunidade
Auto imunidade
 
Introdução à imunologia
Introdução à imunologiaIntrodução à imunologia
Introdução à imunologia
 
Anticorpos Função
Anticorpos FunçãoAnticorpos Função
Anticorpos Função
 
Crescimento bacteriano
Crescimento bacterianoCrescimento bacteriano
Crescimento bacteriano
 
Citocinas da imunidade inata e adquirida
Citocinas da imunidade inata e adquiridaCitocinas da imunidade inata e adquirida
Citocinas da imunidade inata e adquirida
 
Imunodiagnóstico de doenças infecciosas
Imunodiagnóstico de doenças infecciosasImunodiagnóstico de doenças infecciosas
Imunodiagnóstico de doenças infecciosas
 
ICSA17 - Introdução e Conceitos Básicos em Imunologia
ICSA17 - Introdução e Conceitos Básicos em ImunologiaICSA17 - Introdução e Conceitos Básicos em Imunologia
ICSA17 - Introdução e Conceitos Básicos em Imunologia
 
Anticorpos
AnticorposAnticorpos
Anticorpos
 
Imunidade Inata Adaptativa
Imunidade Inata AdaptativaImunidade Inata Adaptativa
Imunidade Inata Adaptativa
 
Aula Grupos Sangíneos
Aula Grupos SangíneosAula Grupos Sangíneos
Aula Grupos Sangíneos
 
Aglutinacao
AglutinacaoAglutinacao
Aglutinacao
 
I M U N O F L U O R E S C E N C I A
I M U N O F L U O R E S C E N C I AI M U N O F L U O R E S C E N C I A
I M U N O F L U O R E S C E N C I A
 
Slide imuno
Slide imunoSlide imuno
Slide imuno
 
Imunidade adaptativa
Imunidade adaptativaImunidade adaptativa
Imunidade adaptativa
 
ICSA17 - MHC e Apresentação de Antígenos
ICSA17 - MHC e Apresentação de AntígenosICSA17 - MHC e Apresentação de Antígenos
ICSA17 - MHC e Apresentação de Antígenos
 
Anticorpos: estrutura, classes, subclasses e atividades biológicas
Anticorpos: estrutura, classes, subclasses  e atividades biológicasAnticorpos: estrutura, classes, subclasses  e atividades biológicas
Anticorpos: estrutura, classes, subclasses e atividades biológicas
 
Genética bacteriana
Genética bacterianaGenética bacteriana
Genética bacteriana
 
Imunidade Adquirida - Humoral
Imunidade Adquirida - HumoralImunidade Adquirida - Humoral
Imunidade Adquirida - Humoral
 

Semelhante a ICSA17 Imunologia (Prática) - Anticorpos monoclonais

Ap4 - Anticorpos Monoclonais
Ap4 - Anticorpos MonoclonaisAp4 - Anticorpos Monoclonais
Ap4 - Anticorpos Monoclonais
LABIMUNO UFBA
 
Anticorpo Monoclonal
Anticorpo MonoclonalAnticorpo Monoclonal
Anticorpo Monoclonal
Enfermagem Imunologia
 
Aula 4 imunidade adquirida humoral_2-2011
Aula 4 imunidade adquirida humoral_2-2011Aula 4 imunidade adquirida humoral_2-2011
Aula 4 imunidade adquirida humoral_2-2011
mfernandamb
 
Imuno+ct vanessinha
Imuno+ct vanessinhaImuno+ct vanessinha
Imuno+ct vanessinha
Vanessa Boeira
 
Biotecnologia no diagnóstico e terapêutica de doenças
Biotecnologia no diagnóstico e terapêutica de doençasBiotecnologia no diagnóstico e terapêutica de doenças
Biotecnologia no diagnóstico e terapêutica de doenças
Mariana Leal
 
Sistema imune
Sistema imuneSistema imune
Sistema imune
Carla Costa
 
Resumo 1
Resumo 1Resumo 1
Resumo 1
Jimmy Joy
 
10 - Sistema imunitário 2.1.pptx
10 - Sistema imunitário 2.1.pptx10 - Sistema imunitário 2.1.pptx
10 - Sistema imunitário 2.1.pptx
Teresa Cardoso
 
16 Imun Esp.B T
16 Imun Esp.B T16 Imun Esp.B T
16 Imun Esp.B T
guest08fb138a
 
Produção Proteínas Recombinantes
Produção Proteínas RecombinantesProdução Proteínas Recombinantes
Produção Proteínas Recombinantes
LABIMUNO UFBA
 
Anticorpos monoclonais e policlonais pdf
Anticorpos monoclonais e policlonais pdfAnticorpos monoclonais e policlonais pdf
Anticorpos monoclonais e policlonais pdf
Adriana Carneiro de Lima
 
Aplicacoes terapeuticas dos_anticorpos_monoclonais
Aplicacoes terapeuticas dos_anticorpos_monoclonaisAplicacoes terapeuticas dos_anticorpos_monoclonais
Aplicacoes terapeuticas dos_anticorpos_monoclonais
Adriano Souza
 
Apostila hematologia 130814
Apostila hematologia 130814Apostila hematologia 130814
Apostila hematologia 130814
Adriana Mendes Drica
 
Celulas do sistema imunológico[1]
Celulas do sistema imunológico[1]Celulas do sistema imunológico[1]
Celulas do sistema imunológico[1]
Gildo Crispim
 
Aula1 imuno clínica revisional
Aula1 imuno clínica  revisionalAula1 imuno clínica  revisional
Aula1 imuno clínica revisional
Aline Garcia
 
31 Sistema ImunitáRio I Ii
31 Sistema ImunitáRio I Ii31 Sistema ImunitáRio I Ii
31 Sistema ImunitáRio I Ii
Leonor Vaz Pereira
 
Anticorpos Monoclonais
Anticorpos MonoclonaisAnticorpos Monoclonais
Anticorpos Monoclonais
ETAR
 
Biologia 1enemexercício
Biologia 1enemexercícioBiologia 1enemexercício
Biologia 1enemexercício
Michele Vasconcelos
 
Biologia 1
Biologia 1Biologia 1
Biologia 1
Ostão Ferreira
 
Sistema Imunitário - Biologia 12º
Sistema Imunitário - Biologia 12ºSistema Imunitário - Biologia 12º
Sistema Imunitário - Biologia 12º
trawwr
 

Semelhante a ICSA17 Imunologia (Prática) - Anticorpos monoclonais (20)

Ap4 - Anticorpos Monoclonais
Ap4 - Anticorpos MonoclonaisAp4 - Anticorpos Monoclonais
Ap4 - Anticorpos Monoclonais
 
Anticorpo Monoclonal
Anticorpo MonoclonalAnticorpo Monoclonal
Anticorpo Monoclonal
 
Aula 4 imunidade adquirida humoral_2-2011
Aula 4 imunidade adquirida humoral_2-2011Aula 4 imunidade adquirida humoral_2-2011
Aula 4 imunidade adquirida humoral_2-2011
 
Imuno+ct vanessinha
Imuno+ct vanessinhaImuno+ct vanessinha
Imuno+ct vanessinha
 
Biotecnologia no diagnóstico e terapêutica de doenças
Biotecnologia no diagnóstico e terapêutica de doençasBiotecnologia no diagnóstico e terapêutica de doenças
Biotecnologia no diagnóstico e terapêutica de doenças
 
Sistema imune
Sistema imuneSistema imune
Sistema imune
 
Resumo 1
Resumo 1Resumo 1
Resumo 1
 
10 - Sistema imunitário 2.1.pptx
10 - Sistema imunitário 2.1.pptx10 - Sistema imunitário 2.1.pptx
10 - Sistema imunitário 2.1.pptx
 
16 Imun Esp.B T
16 Imun Esp.B T16 Imun Esp.B T
16 Imun Esp.B T
 
Produção Proteínas Recombinantes
Produção Proteínas RecombinantesProdução Proteínas Recombinantes
Produção Proteínas Recombinantes
 
Anticorpos monoclonais e policlonais pdf
Anticorpos monoclonais e policlonais pdfAnticorpos monoclonais e policlonais pdf
Anticorpos monoclonais e policlonais pdf
 
Aplicacoes terapeuticas dos_anticorpos_monoclonais
Aplicacoes terapeuticas dos_anticorpos_monoclonaisAplicacoes terapeuticas dos_anticorpos_monoclonais
Aplicacoes terapeuticas dos_anticorpos_monoclonais
 
Apostila hematologia 130814
Apostila hematologia 130814Apostila hematologia 130814
Apostila hematologia 130814
 
Celulas do sistema imunológico[1]
Celulas do sistema imunológico[1]Celulas do sistema imunológico[1]
Celulas do sistema imunológico[1]
 
Aula1 imuno clínica revisional
Aula1 imuno clínica  revisionalAula1 imuno clínica  revisional
Aula1 imuno clínica revisional
 
31 Sistema ImunitáRio I Ii
31 Sistema ImunitáRio I Ii31 Sistema ImunitáRio I Ii
31 Sistema ImunitáRio I Ii
 
Anticorpos Monoclonais
Anticorpos MonoclonaisAnticorpos Monoclonais
Anticorpos Monoclonais
 
Biologia 1enemexercício
Biologia 1enemexercícioBiologia 1enemexercício
Biologia 1enemexercício
 
Biologia 1
Biologia 1Biologia 1
Biologia 1
 
Sistema Imunitário - Biologia 12º
Sistema Imunitário - Biologia 12ºSistema Imunitário - Biologia 12º
Sistema Imunitário - Biologia 12º
 

Mais de Ricardo Portela

ICSA29 Imunodiagnostico - Criterios de validacao
ICSA29 Imunodiagnostico - Criterios de validacaoICSA29 Imunodiagnostico - Criterios de validacao
ICSA29 Imunodiagnostico - Criterios de validacao
Ricardo Portela
 
3 ways to make the research writing process easier
3 ways to make the research writing process easier3 ways to make the research writing process easier
3 ways to make the research writing process easier
Ricardo Portela
 
Twenty one suggestions
Twenty one suggestionsTwenty one suggestions
Twenty one suggestions
Ricardo Portela
 
ICSA32 - Antigen Discovery
ICSA32 - Antigen DiscoveryICSA32 - Antigen Discovery
ICSA32 - Antigen Discovery
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoprecipitação
ICSA17 Imunologia (Prática) - ImunoprecipitaçãoICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoprecipitação
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoprecipitação
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoaglutinação
ICSA17 Imunologia (Prática) - ImunoaglutinaçãoICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoaglutinação
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoaglutinação
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunofluorescencia
ICSA17 Imunologia (Prática) - ImunofluorescenciaICSA17 Imunologia (Prática) - Imunofluorescencia
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunofluorescencia
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Citometria de fluxo
ICSA17 Imunologia (Prática) - Citometria de fluxoICSA17 Imunologia (Prática) - Citometria de fluxo
ICSA17 Imunologia (Prática) - Citometria de fluxo
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - ELISA
ICSA17 Imunologia (Prática) - ELISAICSA17 Imunologia (Prática) - ELISA
ICSA17 Imunologia (Prática) - ELISA
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Identificação de leucócitos
ICSA17 Imunologia (Prática) - Identificação de leucócitosICSA17 Imunologia (Prática) - Identificação de leucócitos
ICSA17 Imunologia (Prática) - Identificação de leucócitos
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunocromatografia
ICSA17 Imunologia (Prática) - ImunocromatografiaICSA17 Imunologia (Prática) - Imunocromatografia
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunocromatografia
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Critérios de validação de ensaios de diagnóstico
ICSA17 Imunologia (Prática) - Critérios de validação de ensaios de diagnóstico ICSA17 Imunologia (Prática) - Critérios de validação de ensaios de diagnóstico
ICSA17 Imunologia (Prática) - Critérios de validação de ensaios de diagnóstico
Ricardo Portela
 
ICSA17 - Imunologia - Manual kit tr dpp sifilis hiv
ICSA17 - Imunologia - Manual kit tr dpp sifilis hivICSA17 - Imunologia - Manual kit tr dpp sifilis hiv
ICSA17 - Imunologia - Manual kit tr dpp sifilis hiv
Ricardo Portela
 
ICSA17 Imunologia - Manual eletroforese
ICSA17 Imunologia - Manual eletroforeseICSA17 Imunologia - Manual eletroforese
ICSA17 Imunologia - Manual eletroforese
Ricardo Portela
 
ICSC48 - Criação e manejo de primatas não humanos e cães
ICSC48 - Criação e manejo de primatas não humanos e cãesICSC48 - Criação e manejo de primatas não humanos e cães
ICSC48 - Criação e manejo de primatas não humanos e cães
Ricardo Portela
 
ICSC48 - Criação e manejo de coelhos
ICSC48 - Criação e manejo de coelhosICSC48 - Criação e manejo de coelhos
ICSC48 - Criação e manejo de coelhos
Ricardo Portela
 
ICSC48 - Criação e manejo de cobaias
ICSC48 - Criação e manejo de cobaiasICSC48 - Criação e manejo de cobaias
ICSC48 - Criação e manejo de cobaias
Ricardo Portela
 
ICSC48 - Criação e manejo de camundongos e ratos
ICSC48 - Criação e manejo de camundongos e ratosICSC48 - Criação e manejo de camundongos e ratos
ICSC48 - Criação e manejo de camundongos e ratos
Ricardo Portela
 
ICSC48 - Classificação dos biotérios
ICSC48 - Classificação dos biotériosICSC48 - Classificação dos biotérios
ICSC48 - Classificação dos biotérios
Ricardo Portela
 
ICSC48 - Classificação dos animais de laboratório quanto ao status sanitário
ICSC48 - Classificação dos animais de laboratório quanto ao status sanitárioICSC48 - Classificação dos animais de laboratório quanto ao status sanitário
ICSC48 - Classificação dos animais de laboratório quanto ao status sanitário
Ricardo Portela
 

Mais de Ricardo Portela (20)

ICSA29 Imunodiagnostico - Criterios de validacao
ICSA29 Imunodiagnostico - Criterios de validacaoICSA29 Imunodiagnostico - Criterios de validacao
ICSA29 Imunodiagnostico - Criterios de validacao
 
3 ways to make the research writing process easier
3 ways to make the research writing process easier3 ways to make the research writing process easier
3 ways to make the research writing process easier
 
Twenty one suggestions
Twenty one suggestionsTwenty one suggestions
Twenty one suggestions
 
ICSA32 - Antigen Discovery
ICSA32 - Antigen DiscoveryICSA32 - Antigen Discovery
ICSA32 - Antigen Discovery
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoprecipitação
ICSA17 Imunologia (Prática) - ImunoprecipitaçãoICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoprecipitação
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoprecipitação
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoaglutinação
ICSA17 Imunologia (Prática) - ImunoaglutinaçãoICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoaglutinação
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunoaglutinação
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunofluorescencia
ICSA17 Imunologia (Prática) - ImunofluorescenciaICSA17 Imunologia (Prática) - Imunofluorescencia
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunofluorescencia
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Citometria de fluxo
ICSA17 Imunologia (Prática) - Citometria de fluxoICSA17 Imunologia (Prática) - Citometria de fluxo
ICSA17 Imunologia (Prática) - Citometria de fluxo
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - ELISA
ICSA17 Imunologia (Prática) - ELISAICSA17 Imunologia (Prática) - ELISA
ICSA17 Imunologia (Prática) - ELISA
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Identificação de leucócitos
ICSA17 Imunologia (Prática) - Identificação de leucócitosICSA17 Imunologia (Prática) - Identificação de leucócitos
ICSA17 Imunologia (Prática) - Identificação de leucócitos
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunocromatografia
ICSA17 Imunologia (Prática) - ImunocromatografiaICSA17 Imunologia (Prática) - Imunocromatografia
ICSA17 Imunologia (Prática) - Imunocromatografia
 
ICSA17 Imunologia (Prática) - Critérios de validação de ensaios de diagnóstico
ICSA17 Imunologia (Prática) - Critérios de validação de ensaios de diagnóstico ICSA17 Imunologia (Prática) - Critérios de validação de ensaios de diagnóstico
ICSA17 Imunologia (Prática) - Critérios de validação de ensaios de diagnóstico
 
ICSA17 - Imunologia - Manual kit tr dpp sifilis hiv
ICSA17 - Imunologia - Manual kit tr dpp sifilis hivICSA17 - Imunologia - Manual kit tr dpp sifilis hiv
ICSA17 - Imunologia - Manual kit tr dpp sifilis hiv
 
ICSA17 Imunologia - Manual eletroforese
ICSA17 Imunologia - Manual eletroforeseICSA17 Imunologia - Manual eletroforese
ICSA17 Imunologia - Manual eletroforese
 
ICSC48 - Criação e manejo de primatas não humanos e cães
ICSC48 - Criação e manejo de primatas não humanos e cãesICSC48 - Criação e manejo de primatas não humanos e cães
ICSC48 - Criação e manejo de primatas não humanos e cães
 
ICSC48 - Criação e manejo de coelhos
ICSC48 - Criação e manejo de coelhosICSC48 - Criação e manejo de coelhos
ICSC48 - Criação e manejo de coelhos
 
ICSC48 - Criação e manejo de cobaias
ICSC48 - Criação e manejo de cobaiasICSC48 - Criação e manejo de cobaias
ICSC48 - Criação e manejo de cobaias
 
ICSC48 - Criação e manejo de camundongos e ratos
ICSC48 - Criação e manejo de camundongos e ratosICSC48 - Criação e manejo de camundongos e ratos
ICSC48 - Criação e manejo de camundongos e ratos
 
ICSC48 - Classificação dos biotérios
ICSC48 - Classificação dos biotériosICSC48 - Classificação dos biotérios
ICSC48 - Classificação dos biotérios
 
ICSC48 - Classificação dos animais de laboratório quanto ao status sanitário
ICSC48 - Classificação dos animais de laboratório quanto ao status sanitárioICSC48 - Classificação dos animais de laboratório quanto ao status sanitário
ICSC48 - Classificação dos animais de laboratório quanto ao status sanitário
 

Último

Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
MateusTavares54
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdfCRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
soaresdesouzaamanda8
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
YeniferGarcia36
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
JoeteCarvalho
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
Pastor Robson Colaço
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
edivirgesribeiro1
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
lveiga112
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
KleginaldoPaz2
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Biblioteca UCS
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
WelberMerlinCardoso
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptxAVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AntonioVieira539017
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 

Último (20)

Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdfCRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptxAVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 

ICSA17 Imunologia (Prática) - Anticorpos monoclonais

  • 2. Os anticorpos que surgem num animal em resposta a um único antígeno complexo são heterogêneos. São formados vários clones diferentes de células B que diferenciam-se em plasmócitos, cada um deles expressando e secretando, respectivamente, um tipo de anticorpo, capaz de reagir com um diferente epítopo no antígeno complexo. Estes anticorpos são denominados policlonais. linfócitos/plasmócitos ... anticorpos antígeno
  • 3. Os anticorpos que surgem a partir de um único clone de células, como, por exemplo, num tumor de plasmócitos (mieloma) são homogêneos, isto é, são iguais entre si. São ditos anticorpos monoclonais. Esse histograma mostra uma distribuição típica de afinidades de anticorpos em um antissoro para um determinante antigênico comparando-as com a afinidade única com que um anticorpo monoclonal se liga ao seu determinante antigênico. Anticorpo monoclonal Afinidade de anticorpo (K) Fração de anticorpo total (%) (escala log) Plasmócitos derivados de um único linfócito B pro- duzem anticorpos monoclonais, portanto idênticos entre si.
  • 4. Anticorpos Policlonal Monoclonal Anticorpos que são coletados do soro de animais inoculados reconhece múltiplos sítios antigênicos do material inoculado Um hibridoma individual de linfócito B é clonado e cultivado em meio de cultivo reconhece um sítio antigênico do material inoculado
  • 5. & Anticorpos monoclonais -1975 Prêmio Nobel - 1984 Georges Köhler (1946-1995) Cesar Milstein (1927-2002)
  • 7.
  • 8. Pure single Ab After immunization, the mouse spleen contains B cells producing specific antibodies. Each B cell produces only one kind of antibody, which binds to its specific antigen. Conventional antiserum is the mixture of all antibodies produced by B cells from spleen. If a single B cell was picked up and cultured, then it will produce only one kind of antibody. But B cell can not survive well in the culture. Myeloma cell can be cultured in the test tube, but can not produce useful antibody.Each hybridoma line can produce pure single antibody, called monoclonal antibody.If B cell is fused with myeloma, the fused cell might be cultured and produce antibody. 1 2 3 4 m m m m 1 2 3 4 1 2 3 4 Monoclonal antibodies Cell fusion Spleen cells + Myeloma x Antiseum Antigen Immunization A mixture of all Ab 1 23 4 BA LB/c 1 2 3 4 1 23 4 B cell
  • 9. O método envolve fusão celular (ou hibridização de células somáticas), entre um linfócito B normal produtor de anticorpo e uma linhagem de mieloma , seguindo-se subsequentemente a seleção de células fusionadas que secretem anticorpo da especificidade desejada , derivada do linfócito B normal. Tais linhagens celulares imortalizadas, produtoras de anticorpos e derivados de fusões, são chamadas hibridomas. Os anticorpos que elas produzem são anticorpos monoclonais Células do baço isoladas de camundongo imunizado com antígeno X. Método de produção de anticorpo monoclonal (tecnologia dos hibridomas) Antígeno X Os monoclo- nais têm sido produzidos prin- cipalmente em camundongos. Veja a seguir
  • 10. Mistura de células do baço incluindo algumas produtoras de anticorpos anti -X Linhagem tumoral de mieloma mutante, imortalizada e não cresce em meio seletivo (HAT). É incapaz de produzir anticorpos. Fusão in vitro Mistura de células fusionadas e não fusionadas. Seleção in vitro em meio de cultivo - HAT
  • 12.
  • 13. Pesquisa de anticorpo anti- X nos sobrenadantes para posterior expansão dos clones positivos Hibridomas produzindo anti corpo anti- X (Ac monoclonal anti-X). . Somente células fusionadas híbridas (hibridomas) crescem. Preparada a diluição no cultivo de modo que em cada poço fique só uma célula mãe /clone.
  • 14. Diluição Limitante •Um clone por poço •Certeza de que um tipo de clone está proliferando em um poço •Teste de detecção •Diluição limitante •Teste de detecção •Expansão – produção dos AcMo
  • 15.
  • 16. O sucesso dessa técnica depende do desenvolvimento das linhagens de mieloma que cresçam em meio normal de cultura mas não cresçam em um meio seletivo (HAT - hipoxantina, aminopterina e timidina), porque lhes faltam genes funcionais, necessários para a síntese de DNA pela via de salvação (genes que codificam as enzimas TK e HGPRT). Esses genes estão presentes nas células normais, de modo que somente os híbridos e os linfócitos B continuam a crescer no meio seletivo.
  • 17. Após a fusão, a aminopterina presente no meio bloqueia a síntese de DNA pela via de novo. As células podem então utilizar a via de salvação, já que o meio é suplementado com timidina e hipoxantina. Como as linhagens mutantes, não expressam as enzimas necessárias para a referida via de salvação, não vão conseguir sobreviver nesse meio. Como os linfócitos normais possuem vida curta em cultura, somente os clones híbridos sobreviverão e proliferarão secretando anticorpos com a especificidade da célula mãe que cresceu sozinha e foi selecionada no poço no início do procedimento.
  • 18. Via de novo Fosforribosil pirofosfato + Uridilato Nucleotídeos Via de salvação Timidina Hipoxantina timidina cinase (TK) hipoxantina guanina fosforribosil transferase (HGPRT)bloqueio com aminopterina Veja um resumo dos dois caminhos possíveis para a síntese de nucleotídeos pela célula. Se a via de novo estiver bloqueada (como abaixo), só resta a via de salvação:
  • 19. Vias de síntese de nucleotídeos
  • 20. A hibridização de linfócitos é o melhor método para produzir um anticorpo monoclonal contra um determinante antigênico conhecido. Este anticorpo pode ser usado para identificar antígenos desconhecidos presentes numa mistura, porque cada anticorpo é específico para apenas um determinante antigênico . Algumas das aplicações mais comuns dos anticorpos monoclonais incluem as que se seguem.
  • 21. 2. Imunodiagnóstico: o diagnóstico de muitas doenças infecciosas e degenerativas, depende da detecção de antí- genos e/ou anticorpos específicos na circulação ou nos tecidos, usando anticorpos monoclonais em imunoensaios. anticorpos monoclonais soro do paciente contendo antígeno com vários epitopos idênticos aglutinação partículas de latex adsorvidas com os monoclonais Exemplo: reação de aglutinação em latex Para a imunodosagem de hormônios, marcadores tumorais e de outras proteínas séricas, sempre se usa anticorpos monoclonais
  • 22. Anticorpos Monoclonais - Utilidades Imunodiagnóstico/Sorologia
  • 23. 4. Análise funcional de moléculas da superfície celular e secretadas: na pesquisa imunológica, os anticorpos monoclonais que se ligam a moléculas da superfície celular e estimulam ou inibem funções celulares, são instrumentos inestimáveis para definir a função das moléculas de superfície, incluindo os receptores para antígenos . Anticorpos que neutralizam citocinas são usados para detectar a presença e os papéis funcionais destes compostos proteicos in vitro e in vivo .
  • 24. 1. Identificação de marcadores fenotípicos únicos para os tipos celulares individuais. A base para a classificação moderna de linfócitos e fagócitos mononucleares é a ligação de anticorpos monoclonais população específicos . Estes têm sido usados para definir moléculas típicas de cada célula. CD3 TCR CD2 CD28 CD5 CD7 CD4 CD8 Th Tc MFR CD64 CD32 CD16 HLA-D CD35 CD11b LFA-1 Macrófago
  • 25. Anticorpos Monoclonais - Utilidades Imunologia Celular
  • 26. Subpopulações celulares podem ser separadas usando MoAc acoplados a beads magnéticas
  • 28. Filaments and Tubules of the Cytoskeleton Microfilaments Microtubules Intermediate Filaments FilaTube (Fig 1-20, ESB 1998) MAbCytSkel Anti-actin Antibody with bound rhodamine fluorescent label Anti-tubulin antibody with bound fluorescein label Anti-vimentin? Antibody with bound blue fluorescent label
  • 29. Anticorpos Monoclonais - Utilidades Imunoterapia
  • 31. 3.Diagnóstico e terapia de tumores: anticorpos monoclonais específicos para tumores são usados para a detecção de tumores por técnicas de imagens e para a imunoterapia.
  • 32. Imunotoxinas Anticorpos conjugados a toxinas waynesword.palomar.edu/ images/antibod2.gif (Ricina) Anticorpo tumor-es
  • 33. Somente a célula tumoral é afetada pela toxina
  • 39. Anticorpos humanizados Anti-CD20 MAbs (Rituxan) for treatment of non-Hodgkin’s lymphoma
  • 40. Fragmentos Fv in Fv O tamanho e a especificidade dos fragmentos Fv podem Ajudar no reconhecimento de sítios crípticos
  • 42. A Biologia Molecular tem traçado o caminho para a produção de anticorpos monoclonais (mAc) de especificidade, afinidade e isotipos definidos. Isto permite aos imunologistas o desenvolvi- mento de anticorpos de determinada especificidade no camundongo, utilizando-se então os genes que expressam esta especificidade (genes que codificam VH e VL), para a construção de vetores de clona- gem e expressão, associando-os aos genes para os domínios constantes de anticorpos humanos. O mAc resultante (humanizado) é de muito baixa imunogenicidade para a nossa espécie, podendo ser utilizado em tratamentos específicos. FIM