16 Imun Esp.B T

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16 Imun Esp.B T

  1. 1. 3ª LINHA - DEFESA ESPECÍFICA / ADQUIRIDA 1ª LINHA - DEFESA NÃO ESPECÍFICA / INATA 2ª LINHA - DEFESA NÃO ESPECÍFICA / INATA Pele, mucosas, cílios e secreções Fagocitose, resposta inflamatória, sistema de complemento e células NK SISTEMA IMUNITÁRIO Imunidade humoral ou mediada por anticorpos Imunidade celular ou mediada por células Reconhecimento  Reacção  Acção
  2. 2. INTERACÇÃO ENTRE DEFESA NÃO ESPECÍFICA E ESPECÍFICA NUMA FERIDA Variação da concentração de Leucócitos ao longo do tempo numa ferida. ?
  3. 3. DEFESA ESPECÍFICA: 3ª LINHA ORIGEM E DIFERENCIAÇÃO DAS CÉLULAS SANGUÍNEAS Nas extremidades, os interstícios dos ossos esponjosos estão repletos de medula óssea vermelha ou tecido hematopoético (produtor de células sanguíneas). Linfoblastos tecido hematopoético
  4. 4. ORIGEM E DIFERENCIAÇÃO DAS CÉLULAS IMUNITÁRIAS migram por ex.: BAÇO, AMÍGDLAS e ainda SANGUE e LINFA
  5. 5. AQUISIÇÃO DE IMUNOCOMPETÊNCIA: FORMAÇÃO DE RECEPTORES MEMBRANARES No caso específicos dos receptores membranares existirem em Linf. B tendo em consideração a sua função imunit. / estrutura molecular no sistema imunitário designam-se anticorpo / imunoglobulina
  6. 6. CONCEITO DE ANTIGÉNIO OU ANTIGENE Um antigénio é qualquer molécula que activa o sistema imunitário
  7. 7. CONCEITO DE ANTIGÉNIO OU ANTIGENE Um antigénio é qualquer molécula que activa o sistema imunitário .
  8. 8. CONCEITO DE ANTIGÉNIO OU ANTIGENE Quando um antigénio ataca o organismo, há produção de proteínas chamadas anticorpos , que se ligam e ajudam a destruir antigénios específicos . Os anticorpos também são chamados imunoglobulinas , e têm uma estrutura em forma de Y .
  9. 9. Anticorpo : o termo está associado à função imunológica , que é a ligação ao antigénio CONCEITO DE ANTICORPO OU IMUNOGLOBULINA Os anticorpos são proteínas específicas que circulam livremente no plasma sanguíneo, podendo também existir em certas secreções ou estar integradas como receptores nas membranas dos linfócitos B . Imuno globulina : o termo refere-se às características estruturais da molécula
  10. 10. QUAL A CONSTITUIÇÃO GERAL DE UM ANTICORPO? (parátopo) Complementaridade absoluta parátopo - epítopo (Complexo imune) (epítopo)
  11. 11. Classes de Imunoglobulinas (Ig) Classe Ig Representação Ocorrência Funções G (Gestação) É a I g mais abundante no plasma e na linfa. 70-80% Facilita a fagocitose , confere protecção contra bactérias, vírus e toxinas . Protege o FETO ao atravessar a placenta , caso único nas Ig. A (Aleitamento) Secreções (leite, gástricas, muco, saliva, lágrimas) sangue, linfa . (dimérica) 15-20% O principal papel da IgA é proteger o organismo da invasão viral ou bacteriana através das MUCOSAS . M Plasma. 10% (pentamérica) É o primeiro anticorpo a surgir após a exposição a um antigénio D Superfície de Linfócitos B, sangue, linfa, ... 0,2% Funciona principalmente como uma receptor de antigénio nas células B. E (Exterior) Surge nos mastócitos presentes nos tecidos… 0,002% Modela a libertação de substâncias ( histamina ) que podem desencadear REACÇÕES ALÉRGICAS , actua contra protozoários parasitas
  12. 12. X X Selecção / Eliminação dos Linfócitos durante o processo de maturação. E SE ISTO NÃO ACONTECER? doenças auto-imunes
  13. 13. Os Linfócitos durante a sua diferenciação e maturação adquirem receptores membranares, tornando-se IMUNOCOMPETENTES IMUNIDADE CELULAR IMUNIDADE HUMORAL ORIGEM, DIFERENCIAÇÃO E MATURAÇÃO DE LINFÓCITOS B e T
  14. 14. IMUNIDADE HUMORAL OU MEDIADA POR ANTICORPOS <ul><li>Que explicação sugere para o facto de apenas um tipo de linfócitos ter reagido ao antigénio (iniciando a sua multiplicação). </li></ul><ul><li>Que vantagens resultarão para o organismo da criação de células-memória (células capazes de reconhecer este antigénio). </li></ul>Fases da Imunidade humoral 1. Selecção clonal 2. Proliferação clonal dos linf. activados 3. Diferenciação dos linfócitos B
  15. 15. MEMÓRIA IMUNITÁRIA VANTAGEM?
  16. 16. MEMÓRIA / RESPOSTA IMUNITÁRIA
  17. 17. MEMÓRIA / RESPOSTA IMUNITÁRIA
  18. 18. <ul><li>Descreve o processo representado em A. </li></ul><ul><li>Qual a importância dos anticorpos fixados sobre os antigénios do corpo estranho no reconhecimento do complexo antigénio-anticorpo pelo fagócito? </li></ul><ul><li>De que modo a situação B evidência uma relação entre defesa não específica e defesa específica? </li></ul>COMO PODEM ACTUAR OS ANTICORPOS?
  19. 19. INTERACÇÃO ANTIGÉNIO-ANTICORPO, CONSEQUÊNCIAS… Ex.:Toxinas C1
  20. 20. QUAL A IMPORTÂNCIA DAS ANÁLISES CLÍNICAS NA VIGILÂNCIA DO SISTEMA IMUNITÁRIO? 1. Consulte o boletim de análises apresentado e refira as anomalias que identifica relativamente ao número de diferentes tipos de elementos celulares, tomando como termo de comparação os valores de referencia. 2. Com base nos dados fornecidos, justifique as seguintes afirmações: - Há indícios de anemia. - A pessoa pode ter tido um processo infeccioso. - Pode apresentar problemas de alergias. Hematócrito é a percentagem ocupada pelos glóbulos vermelhos no volume total de sangue.
  21. 21. INCOMPATIBILIDADES SANGUÍNEAS Qual a relação entre grupos sanguíneos do sistema AB0 e transfusões de sanguíneas <ul><li>Porque não podem existir aglutininas no sangue do tipo AB? </li></ul><ul><li>Quais as características do sangue do grupo 0 ? </li></ul><ul><li>Suponha que se mistura sangue do tipo A com sangue do tipo B . Que reacção imunitária pode acontecer? </li></ul><ul><li>Baseando-se na informação do quadro, diga quais são as transfusões que se podem fazer sem risco de aglutinação . </li></ul><ul><li>Se pretendermos usar as expressões “ dador universal ” e “ receptor universal ”, a que tipos de sangue nos estamos a referir? </li></ul>
  22. 22. COMO DETERMINAR OS GRUPOS SANGUÍNEOS? A 0 B AB 1. Com base na observação dos resultados, identifique o grupo sanguíneo a que pertence o sangue testado em cada uma das situações I, II, III, IV. 2. Explique o resultado na situação II .
  23. 23. IMUNIDADE CELULAR OU MEDIADA POR CÉLULAS Os linfócitos T atacam e destroem as células parasitadas , cancerosas ou atacam os vírus no momento em que deixam as células parasitadas. Como o ataque é feito por outras células , chama-se imunidade celular . Os anticorpos são bastante activos contra agentes patogénicos extracelulares , como a maioria das bactérias . Para parasitas intracelulares, como os vírus, a acção dos anticorpos é menos eficaz.
  24. 24. Os linfócitos T fazem parte do sistema imunitário de vigilância. Contribuem para identificar antigénios, que são substâncias estranhas ao corpo. Todavia, para ser reconhecido por um linfócito T, um antigénio deve ser processado e «apresentado» ao linfócito de forma tal que este o possa identificar. RECONHECIMENTO DO ANTIGÉNIO POR LINFÓCITOS T IMUNIDADE MEDIADA POR CÉLULAS Sua Ex. Sr. T não conhece ninguém na “rua”… só reconhece quando apresentado com “ credenciais ” MHC … antigénios
  25. 25. RECONHECIMENTO DO ANTIGÉNIO POR LINFÓCITOS T Linfócitos T são activos contra: Parasitas multicelulares; Fungos; Células infectadas por bactérias e vírus; Células cancerosas; Tecidos enxertados; Órfãos transplantados .
  26. 26. 1. Um antigénio que circula pelo corpo tem uma estrutura que um linfócitoT não pode reconhecer . 2. Uma célula fagocitária de antigénios, como um macrófago, rodeia e ingere o antigénio. 3. As enzimas da célula processadora / apresentadora de antigénios partem o referido antigénio até o reduzir a fragmentos . 4. Alguns fragmentos de antigénio ligam-se a moléculas ( proteínas ) do complexo principal de histocompatibilidade (MHC) e são lançados para a superfície da membrana celular. 5. Um receptor localizado na superfície de um linfócito T , reconhece o fragmento de antigénio ligado a uma molécula do MHC e adere a ele . 6. O linfócito T encontra-se então activado para desempenhar uma determinada acção . Como os linfócitos T reconhecem os antigénios
  27. 27. Apresentação do antigénio que estimula as células T a tornarem-se células T citotóxicas ou células T auxiliares . ACTIVAÇÃO DE LINFÓCITOS T : T C e T H
  28. 28. COMO OS LINFÓCITOS RECONHECEM OS ANTIGÉNIOS ?
  29. 29. ACTIVAÇÃO DE LINFÓCITOS T : T C e T H T C = T citotóxico ou T 8 ou células CD 8 T H = T auxiliar ou T 4 ou células CD4 Macrófagos, Linfócitos B e Inflamação Tc citotóxico T S supressor T M memória ?
  30. 30. IMUNIDADE CELULAR OU MEDIADA POR CÉLULAS
  31. 33. Relação: Imunidade Inata e Imunidade Adquirida
  32. 34. Imunidade Inata e Adquirida A imunidade em sentido lato, consiste nos diversos processos fisiol ó gicos que permitem ao organismo reconhecer, neutralizar e eliminar substâncias que lhe são estranhas e c é lulas lesionadas, envelhecidas, anormais ou mutantes. Estes dois tipos de imunidade encontram-se relacionados e actuam em simultâneo. Inata Adquirida Características 1. Não específica de antigénio 2. Resposta rápida ( minutos ) 3. Sem memória 1. Específica de antigénio 2. Resposta lenta ( dias ) 3. Com memória Componentes 1. Barreiras naturais 2. Fagócitos 3. Mediadores solúveis (proteínas do sist. complemento) 1. Linfócitos ( B e T ) 2. Moléculas de reconhecimento de antigénios 3. Moléculas de secreção (citoquinas)
  33. 35. COOPERAÇÃO ENTRE CÉLULAS IMUNITÁRIAS
  34. 37. INTERACÇÕES DAS CÉLULAS DO SISTEMA IMINITÁRIO
  35. 38. INTERACÇÕES DAS CÉLULAS DO SISTEMA IMINITÁRIO
  36. 39. Os linfócitosT H desempenham um papel central na regulação do funcionamento do sistema imunitário. Uma vez activados, multiplicam-se e segregam mensageiros químicos que estimulam a multiplicação e a diferenciação de outros linfócitos, também activados pelo contacto com o antigénio.

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