Universidade Federal da Bahia   Faculdade de Medicina Departamento de Cirurgia MEDB45 – Clínica Cirúrgica                 ...
Células Tronco
Células Tronco                                                         Desdiferenciadas                             Sinais...
Células Tronco Somáticas        Células indiferenciadas        Tipos celulares específicos: mantém e repara        Células...
Células Tronco ManipuladasTransplante nuclear:  Gerar células tronco personalizadas  Clonagem terapêutica  Transplante nuc...
Células Tronco Embrionárias     Proliferação em cultura     Potencial de     diferenciação irrestrito     Imunogenicidade ...
Transplante de células neuronais precursoras (NPCs) adultas do cérebro camundongostransgênicos para medula de camundongos...
Cultivo de aspirado de MO + fatores de crescimento do fígadoExpressão de marcadores de hepatócitos nas células Hepatócit...
http://stemcells.nih.gov/staticresources/info/basics/SCprimer2009.pdf ;acessado em 17/09/2011
♥A terapia com células tronco cardíacas é modesto ou poucoefetivo♥Células transplantadas para o músculo cardíaco isquêmico...
Modulação de tumores e transformação malignaAumenta o crescimento tumoral e metastatização de algunstumoresRelacionado ...
IMUNOTIPAGEM
Transplantes e Imunotipagem      Diferenças alo-antigênicas entre doador e receptor      Tipagem ABO      Determinação dos...
Grupo ABOTodos os transplantesUso de soros padronizados  anti-A e anti-BEvitar rejeição hiperaguda                        ...
Loco principal de MHC: Antígenos de                   transplante        MHC: região de genes polimórficos altamente      ...
Expressão do MHCInteração : Linfócitos T + Antígenos estranhosNão se expressam na superfície celular sem peptídeo ligadoEx...
Estrutura molecular do MHC/HLA4 domínios:  Ligação ao peptídeo  Semelhante a Ig    polimorfismo limitado, interação com ce...
MHC classe IHLA classe IGenes: HLA-A; HLA-B ;HLA-CInteração com linfócitos TCD8+Presente em todas as células nucleadasAntí...
MHC classe IIHLA classe IIGenes: HLA-DQ, HLA-DP,HLA-DM , HLA-DRAntígenos solúveis internalizados e degradados nos lisossom...
MHC: complexo maior de histocompatibilidade        + Alelos MHC compatíveis = melhor sobrevida do enxerto        HLA-A; HL...
Tipagem HLA          Objetivos:              Tornar o enxerto menos antigênico ao hospedeiro              Minimizar difere...
Apresentação de antígenos:reconhecimento direto X reconhecimento indireto Sabiston, 2005,Tratado de Cirurgia, 17ª edição, ...
Tipagem HLA   Testes de microtoxicidade para testar anticorpos e   combinação cruzada   Tipagem molecular: maior precisão ...
Método sorológico       Plasma de múltiplos doadores previamente sensibilizados           gestação e transfusão       Plac...
PCR  Amplificação dos genes MHC  Primers se ligam às seqüências conservadas nas  extremidades 5´e 3´dos exons do MHC I e I...
Kalil e Panajotopoulos, Imunologia do Transplante Renal, Princípios de Nefrologia e DistúrbiosHidroeletrolíticos, Riella, ...
Teste de Compatibilidade cruzada  Verifica se o receptor tem anticorpos pré-formados contra  o doador  Evitar rejeição hip...
Painel de Reatividade (PRA)Avalia o estado imunológico de pacientes Detecção de anticorpos anti-HLA nos pacientes que estã...
BibliografiaAlberts e cols., 2010, Biologia Molecular da Célula, 5ª edição, Artmedhttp://stemcells.nih.gov/staticresources...
Obrigada!
OBRIGADA!            Wyrd bið ful aræd
DiscinesiasRejeiçãoTeratomasNeoplasias
Indução de insuficiência hepática fulminante com tetracloreto de carbonoCélulas tronco mesenquimais(derivadas de hepatóc...
Nenhuma alteração do volume diastólico final do VD (LVEDV)Redução do volume sistólico final do VE (LVESV)
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  1. 1. Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Cirurgia MEDB45 – Clínica Cirúrgica Células Tronco e Imunotipagem Vanessa Lys Simas Boeira FMB-UFBa 2008.2
  2. 2. Células Tronco
  3. 3. Células Tronco Desdiferenciadas Sinais externos: Embrionárias x microambiente Somáticas Células Sinais internos: Tronco Divisão após expressão quiescência genética Atividade: Diferenciação in regular x vitro x in vivo condições especiaishttp://stemcells.nih.gov/staticresources/info/basics/SCprimer2009.pdf;acessado em: 15/09/2011
  4. 4. Células Tronco Somáticas Células indiferenciadas Tipos celulares específicos: mantém e repara Células quiescentes e transdiferenciaçãohttp://stemcells.nih.gov/staticresources/info/basics/SCprimer2009.pdf ; acessadoem 15/09/2011
  5. 5. Células Tronco ManipuladasTransplante nuclear: Gerar células tronco personalizadas Clonagem terapêutica Transplante nuclear de células somáticasAlberts e cols., 2010, Biologia Molecular da Célula
  6. 6. Células Tronco Embrionárias Proliferação em cultura Potencial de diferenciação irrestrito Imunogenicidade TransplanteAlberts e cols., 2010, Biologia Molecular da Célulahttp://stemcells.nih.gov/staticresources/info/basics/SCprimer2009.pdf; acessado em15/09/2011
  7. 7. Transplante de células neuronais precursoras (NPCs) adultas do cérebro camundongostransgênicos para medula de camundongos que sofreram traumaFase subaguda: 2 semanas após o traumaFase crônica: 8 semanas após o traumaUso de fatores de crescimento, drogas anti-inflamatórias, ciclosporina e imunossupressãopara otimizar a sobrevivência das NPCsBoa sobrevivência após 10 semanas nas lesões subagudas e pouca nas crônicasOs camundongos transplantados apresentaram melhora funcional Nossos dados fornecem fortes evidências em apoio à viabilidade de NPCs para adultos baseados em células remielinização após a TRM
  8. 8. Cultivo de aspirado de MO + fatores de crescimento do fígadoExpressão de marcadores de hepatócitos nas células Hepatócitos-like (MSC-HLCs) derivadas da MO e avaliação da sua funcionalidadeMSC-HLCs expressaram níveis de RNAm e proteínas semelhantes aoshepatócitosCapacidade de captar LDL, produzir uréia, secretar albumina e estocarglicogênio Células da MO podem ser diferenciadas em hepatócitos parcialmente funcionais. Assim, eles poderiam ser uma fonte potencial de terapia celular em doenças do fígado.
  9. 9. http://stemcells.nih.gov/staticresources/info/basics/SCprimer2009.pdf ;acessado em 17/09/2011
  10. 10. ♥A terapia com células tronco cardíacas é modesto ou poucoefetivo♥Células transplantadas para o músculo cardíaco isquêmicosobrevivem poucomoléculas pró-inflamatórias, fatores pró-apoptóticos,restrição de nutrientes e de oxigênio
  11. 11. Modulação de tumores e transformação malignaAumenta o crescimento tumoral e metastatização de algunstumoresRelacionado a resistência a drogas utilizadas contra o câncerTransformação maligna espontânea de MSCs
  12. 12. IMUNOTIPAGEM
  13. 13. Transplantes e Imunotipagem Diferenças alo-antigênicas entre doador e receptor Tipagem ABO Determinação dos alelos HLA Detecção de Ac pré-formados Compatibilidade cruzada: doador x receptor Ensaios citotóxicos ou citometria de fluxoAbbas,2008, Imunologia celular e molecular, 6ª edição, ElsevierSabiston, 2005,Tratado de Cirurgia, 17ª edição, Elsevier
  14. 14. Grupo ABOTodos os transplantesUso de soros padronizados anti-A e anti-BEvitar rejeição hiperaguda http://www.escola24h.com.br/salaaula/estudos/biologia/355_tip agem_sanguinea/imagem/sistema_abo.jpgAbbas,2008, Imunologia celular e molecular, 6ª edição, ElsevierSabiston, 2005,Tratado de Cirurgia, 17ª edição, Elsevier
  15. 15. Loco principal de MHC: Antígenos de transplante MHC: região de genes polimórficos altamente conservados Expressos na superfície celular de vários tipos celulares Papel central na resposta imune Linfócitos T: só reconhecem antígenos ligados às moléculas de MHC B TAbbas,2008, Imunologia celular e molecular, 6ª edição, ElsevierSabiston, 2005,Tratado de Cirurgia, 17ª edição, Elsevierhttp://www.scielo.br/img/revistas/abem/v52n2/04f2.gif; acessado em 18/09/2011
  16. 16. Expressão do MHCInteração : Linfócitos T + Antígenos estranhosNão se expressam na superfície celular sem peptídeo ligadoExpressão dos genes de MHC: São expressos constitutivamente e regulados por citocinas Não expressos, mas podem ser induzidos por citocinas Não expressos e não induzíveisTransplantes: determinação da antigenicidade do aloenxertotransplantadoRejeição mediada por células T: reconhecimento do não-próprio Sabiston, 2005,Tratado de Cirurgia, 17ª edição, Elsevier
  17. 17. Estrutura molecular do MHC/HLA4 domínios: Ligação ao peptídeo Semelhante a Ig polimorfismo limitado, interação com cels tcd8 e tcd4 Transmembrana Citoplasmático http://dc112.4shared.com/doc/pX1ZaS4-/preview004.png
  18. 18. MHC classe IHLA classe IGenes: HLA-A; HLA-B ;HLA-CInteração com linfócitos TCD8+Presente em todas as células nucleadasAntígenos no interior da célulaExpressão aumentada por citocinasIFN α, β,γ: ↑ transcrição gênica = ↑ produçãoSabiston, 2005,Tratado de Cirurgia, 17ª edição, Elsevier
  19. 19. MHC classe IIHLA classe IIGenes: HLA-DQ, HLA-DP,HLA-DM , HLA-DRAntígenos solúveis internalizados e degradados nos lisossomosInteração com linfócitos TCD4+Presente em células apresentadoras de antígenos células dendríticas, linfócitos B e macrófagosExpressão induzida por citocinasExpressão em algumas doenças: Colangite esclerosante: epitélio do ducto biliar Diabetes: células beta do pâncreasSabiston, 2005,Tratado de Cirurgia, 17ª edição, Elsevier
  20. 20. MHC: complexo maior de histocompatibilidade + Alelos MHC compatíveis = melhor sobrevida do enxerto HLA-A; HLA-B; HLA-DR 2 alelos expressos co-dominantemente são herdados por cada gene do MHC É possível haver entre zero a 6 incompatibilidadesAbbas,2008, Imunologia celular e molecular, 6ª edição, Elsevier
  21. 21. Tipagem HLA Objetivos: Tornar o enxerto menos antigênico ao hospedeiro Minimizar diferenças do aloantígeno entre o doador e o receptor Moléculas HLA –A; HLA- B e HLA-DR +Compatibilidade = sobrevida (1º ano) Benefícios controversos: somente 6 combinados? Uso de drogas imunossupressoras Imprecisão nos estudosSabiston, 2005,Tratado de Cirurgia, 17ª edição, ElsevierAbbas,2008, Imunologia celular e molecular, 6ª edição, Elsevier
  22. 22. Apresentação de antígenos:reconhecimento direto X reconhecimento indireto Sabiston, 2005,Tratado de Cirurgia, 17ª edição, Elsevier
  23. 23. Tipagem HLA Testes de microtoxicidade para testar anticorpos e combinação cruzada Tipagem molecular: maior precisão Limitação dos estes sorológicos: Viabilidade celular Ampla reatividade celular para diferentes antígenosSabiston, 2005,Tratado de Cirurgia, 17ª edição, Elsevier
  24. 24. Método sorológico Plasma de múltiplos doadores previamente sensibilizados gestação e transfusão Placa: Plasma + linfócitos a serem testados + complemento Determinação do háplotipo de HLA de acordo com os anticorpos que sofrem lise Os plasmas tipados podem não ser específicos para um único produto alélico A tipagem sorológica pode não definir exatamente quais alelos estão presentesAbbas,2008, Imunologia celular e molecular, 6ª edição, Elsevier
  25. 25. PCR Amplificação dos genes MHC Primers se ligam às seqüências conservadas nas extremidades 5´e 3´dos exons do MHC I e II Seqüenciamento do DNAIdentificação de múltiplos alelos HLA não identificados por métodos sorológicosTipagem mais completa do locus do HLA classe II e mais precisa do HLA classe IAbbas,2008, Imunologia celular e molecular, 6ª edição, Elsevier
  26. 26. Kalil e Panajotopoulos, Imunologia do Transplante Renal, Princípios de Nefrologia e DistúrbiosHidroeletrolíticos, Riella, 4ª edição, Guanabara Koogan, 2003
  27. 27. Teste de Compatibilidade cruzada Verifica se o receptor tem anticorpos pré-formados contra o doador Evitar rejeição hiperaguda Nem sempre a prova positiva contra-indica o transplante Uso de marcador (DDT) para identificar o tipo de imunoglobulina IgG anti – HLA classe I☺IgM não são deletérios ao enxerto Negativa = IgM Positiva = DDT Plasma+ leucócitos D+ Positiva = IgG Complemento Negativa
  28. 28. Painel de Reatividade (PRA)Avalia o estado imunológico de pacientes Detecção de anticorpos anti-HLA nos pacientes que estão nalista de espera do transplanteTriagem em busca de anticorpos pré-formados gestação, transfusão, transplante anteriorPlasma do paciente em fendas com células em painel de 40 a 60doadores diferentesLise mediada por complemento ou citometria de fluxoPRA: percentagem de anticorpos reativos– reatividade normal (<10%)– reatividade baixa (<20%)– reatividade média (<50%)– reatividade alta (<80%)– reatividade muito alta (>80%)
  29. 29. BibliografiaAlberts e cols., 2010, Biologia Molecular da Célula, 5ª edição, Artmedhttp://stemcells.nih.gov/staticresources/info/basics/SCprimer2009.pdfKarimi-Abdolrezaee S, e cols. Delayed transplantation of adult neural percursor cells promotesremvelination and functional neurological recovery after spinal cord injury, J Neurosci. 2006 Mar29;26(13):3377-89.Lindvall O e cols, Stem cell therapy for human neurodegenerative disorders-how to make itwork.. Nat Med. 2004 Jul;10 Suppl:S42-50. Review.Pournasr B e cols,In Vitro Differentiation of Human Bone Marrow Mesenchymal Stem Cells intoHepatocyte-like Cells. Arch Iran Med. 2011 Jul;14(4):244-9.Mingliang R, Bo Z, Zhengguo W;Stem cells for cardiac repair: status, mechanisms, and newstrategies.; Stem Cells Int. 2011;2011:310928. Epub 2011 Jun 15Sun L, Zhang T, Lan X, Du G. Effects of stem cell therapy on left ventricular remodeling after acutemyocardial infarction: a meta-analysis ; Clin Cardiol. 2010 May;33(5):296-302. Review.Wong RS;Mesenchymal stem cells: angels or demons?; J Biomed Biotechnol. 2011;2011:459510.Epub 2011 Jul 24.Abbas,2008, Imunologia celular e molecular, 6ª edição, ElsevierSabiston, 2005,Tratado de Cirurgia, 17ª edição, Elsevierhttp://www.scielo.br/img/revistas/abem/v52n2/04f2.gif; acessado em 18/09/2011Kalil e Panajotopoulos, Imunologia do Transplante Renal, Princípios de Nefrologia e DistúrbiosHidroeletrolíticos, Riella, 4ª edição, Guanabara Koogan, 2003
  30. 30. Obrigada!
  31. 31. OBRIGADA! Wyrd bið ful aræd
  32. 32. DiscinesiasRejeiçãoTeratomasNeoplasias
  33. 33. Indução de insuficiência hepática fulminante com tetracloreto de carbonoCélulas tronco mesenquimais(derivadas de hepatócitos e da MO) foramtransplantadas por via intravenosa ou intra-esplênicaCélulas tronco mesenquimais e células tronco derivadas de hepatócitosreverteram a insuficiência hepática repondo os hepatócitos. A via intravenosa foi mais efetiva que a trans-esplênica Células tronco mesenquimais derivadas da medula óssea podem reverter a insuficiência hepática experimental e contribuir para a regeneração hepática, sendo um tratamento alternativo ao transplante nas doenças hepáticas
  34. 34. Nenhuma alteração do volume diastólico final do VD (LVEDV)Redução do volume sistólico final do VE (LVESV)

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