SlideShare uma empresa Scribd logo
O Romantismo
Romantismo
Realismo
Impressionismo
1850 1905
O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO
1789
De c. 1789 a c. de 1850
Literatura Artes
Plásticas
Música
Mentalidade
O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO
Reação ao Neoclassicismo
- anti-racionalismo
- valorização dos sentimentos e das emoções
A arte não se atinge através de regras académicas
A arte é uma “revelação da alma” , um produto da
inspiração e da genialidade
Thomas Philippe, Retrato de
Lord Byron, c. 1835
O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO
O Romantismo é o produto da época
Apoiante da causa nacionalista do
povo grego, que lutava para se
libertar do domínio turco.
Em 1821, em Argostoli, organizou e
chefiou um exército privado de
apoio aos gregos
• Princípios do Liberalismo: individualismo, humanismo e
nacionalismo
• Identificação do povo como a verdadeira alma das
nações
• Valorização da cultura popular (tradição, folclore)
• idealismo revolucionário (democrático e socializante)
• Desilusão pela nova elite dominadora: a burguesia
• Novas correntes filosóficas: Kant, Schelling e
Schopanhauer
O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO
O Romantismo é o produto da época
“O Romantismo nem se
encontra na eleição de um
tema nem na verdade exata,
mas sim numa certa maneira
de sentir.”
O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO
Princípios do Romantismo
Charles Baudelaire
• A interioridade, o mundo
complexo dos sentimentos e
das emoções, os sonhos, os
devaneios, as fantasias, as
viagens ao interior de cada
um, numa incansável fuga ao
real, que desilude, magoa e
engana
O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO
Princípios do Romantismo
T. Géricault, Retrato de um
Alienado Cleptómano, 1882
• A interioridade, o mundo
complexo dos sentimentos e das
emoções, os sonhos, os
devaneios, as fantasias, as
viagens ao interior de cada um,
numa incansável fuga ao real,
que desilude, magoa e engana
• Privilegia a emoção em
detrimento da razão, o sonho
em vez da realidade e o
idealismo acima do
pragmatismo
O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO
Princípios do Romantismo
T. Géricault, Retrato de um
Alienado Cleptómano, 1882
• O isolamento da alma em
comunhão com a natureza,
manifestado na exaltação do
mundo rural e puro e no
interesse pelas sociedades
primitivas ou exóticas, não
maculadas pela civilização
ocidental
O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO
Princípios do Romantismo
Caspar David Friedrich, O Caçador na Floresta,
1813-14
• A valorização do
passado de cada
nação, cujas raízes
mergulhavam na
Idade Média,
idealizada através
da literatura e das
suas ruínas
monumentais
O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO
Princípios do Romantismo
Francis Danby, Abadia de Fonthill, c.
1854
• Convicção de que a
arte é essencialmente
inspiração e criação
(não nasce por receita,
academismo ou
encomenda), obede-
cendo unicamente a
impulsos pessoais,
despoletada por uma
necessidade inata e
sublime
O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO
Princípios do Romantismo
Henri Füssli, Titânia, Bottom e as Fadas, 1794
• Convicção de que a arte é
essencialmente inspiração e
criação (não nasce por receita,
academismo ou encomenda),
obedecendo unicamente a
impulsos pessoais, despoletada
por uma necessidade inata e
sublime
Afronta aos critérios e normas
académicas: os esboços, os
desenhos ou as aguarelas como
obras definitivas
O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO
Princípios do Romantismo
Henri Füssli, Titânia, Bottom e as Fadas, 1794
Afronta aos critérios e
normas académicas: os
esboços, os desenhos ou as
aguarelas como obras
definitivas
Técnicas mais experimentais
e expressivas, com
pincelada mais fluida
O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO
Princípios do Romantismo
Henri Füssli, Titânia, Bottom e as Fadas, 1794
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
NEOCLASSICISMO ROMANTISMO
- Ordem
- Proporção
- Simetria
- Harmonia
- Irregularidade
- Organicismo das formas
- Efeitos de luz
- Movimento dos planos
- Pitoresco da decoração
- Encantamento e evasão
- Imaginação e sentidos
- Sonho e fantasia
- Espaços distantes ou imaginários
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
ROMANTISMO
- Irregularidade
- Organicismo das formas
- Efeitos de luz
- Movimento dos planos
- Pitoresco da decoração
- Encantamento e evasão
- Imaginação e sentidos
- Sonho e fantasia
- Espaços distantes ou imaginários
A arquitetura
deveria ser capaz
de provocar
sensações, motivar
estados de espírito
e transmitir ideias
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
NEOCLASSICISMO ROMANTISMO
“Forma medida” “Forma sentida”
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
Neoclassicismo Romantismo
Jardins à francesa Jardins à inglesa
Jardim racional e geométrico Jardim natural e selvagem, com
pavilhões chineses e falsas ruínas
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
Procura de uma estética própria
- Política de restauro de monumentos
- Preocupação pela forma e pela
decoração
- Menos preocupada pelos aspetos
técnicos e formais
- Utilização do ferro, do aço, do tijolo
vidrado e do vidro
- Predileção por materiais naturais
- Reprodução de estilos de épocas não
influenciadas pelo Classicismo, em
culturas exóticas e não contaminadas
pela civilização industrial
A. Boileau, Igreja de St. Eugénio, Paris, 1854
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
Revivalismos Reutilização de estilos do passado
- Interesse crescente pela
história das nações
- Valorização das tradições
nacionais
- Exaltação do misticismo
- Desejo de fuga ao presente
devido às desilusões
provocadas pelo Liberalismo e
pela industrialização Casa neogótica no parque do
Palácio de Wörlitz, 1769-73,
Alemanha
• Meados do século XVIII, em Inglaterra
• Arquitetos: Horace Walpole e filho, James Wyatt
• Teorizadores: arquiteto August Pugin filho,
historiador e crítico de arte John Ruskin e franceses
Chateaubriand e Viollet-le-Duc
“O gótico é superior ao classicismo, da mesma
maneira que o cristianismo é superior ao
paganismo”
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
1º REVIVALISMO
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
1º REVIVALISMO
John Ruskin
Enaltecia as qualidades do Gótico
Estilo verdadeiramente universal pois
aliou-se às necessidades práticas
sem receber influência de
movimentos anteriores
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
1º REVIVALISMO
Viollet-le-Duc
Apogeu do progresso e
expressão do génio humano
devido à invenção de nova
tecnologia construtiva
Charles Berry e August Pugin, filho, Palácio do Parlamento,
Londres, Inglaterra
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
Charles Berry e August Pugin, filho, Palácio
do Parlamento, Londres, Inglaterra
- Longa fachada,
simétrica
- Irregularidade gótica
(algumas torres
desirmanadas)
- Decoração tipicamente
medieval (esculturas,
pináculos, cúpulas)
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
Torre Vitória Torre do Relógio (Big Ben)
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
F.C. Bau,e Thérodore Ballu, Igreja de
Santa Clotilde, Paris
Características neogóticas:
• Planta em cruz latina
• Transepto pouco saliente
• Abóbadas nas naves
• Torres sineiras terminadas com
agulhas
• Portal ocidental triplo
+
Características modernas: utilização
de novos materiais (ferro, aço)
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
Georg von Dollman, Castelo de
Neuschwanstein, 1870, Baviera,
Alemanha
- Volumes irregulares
- Múltiplas torres aguçadas e esguias
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
James
Renwick,
Catedral
de São
Patrício,
Nova
Iorque,
1859-79
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
NOVOS REVIVALISMOS
- Neorromânico
Catedral de Speyer, Alemanha.
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
NOVOS REVIVALISMOS - Neorrenascentista
Prefeitura do distrito de Harburg (c.1889), Hamburgo,
Alemanha
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
NOVOS REVIVALISMOS - Neobizantino
Fachada neobizantina da
Catedral de Westminster,
Londres
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
NOVOS REVIVALISMOS
- Neobarroco
Palácio Dolmabahçe em Istambul, Turquia
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
Ecletismo
Combinação de vários estilos
arquitetónicos no mesmo edifício
Charles Garnier,
Ópera de Paris, c.
1862
Neoclassicismo
+
Neobarroco
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
Ecletismo
Igreja do Sacré-Coeur, Paris
Neoclassicismo
+
Neobizantino
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
Exotismos
Gosto pelas culturas não europeias, por
tudo aquilo que apela à imaginação e ao
mistério
Espírito irrequieto, insatisfeito
e sonhador
- Gosto por viagens
- Literatura: descrição de
histórias e terras estranhos
Estilo indo-muçulmano
A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
Exotismos
Gosto pelas culturas não europeias, por
tudo aquilo que apela à imaginação e ao
mistério
Estilo neoárabe na
Península Ibérica
James Knoles, Palacete
de Monserrate, c. 1887,
Sintra
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
D. Fernando de Saxe-Coburgo-
Gotha, 2º marido de D. Maria II
Barão de Eschwege
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
D. Fernando de Saxe-Coburgo-
Gotha, 2º marido de D. Maria II
Barão de Eschwege
EncomendadorArquiteto
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
Revivalismos com
caráter nacionalista
Palácio do Buçaco (1888-
1907), Luigi Manini e outros
• Encomenda do ministro
das Obras Públicas Emídio
Navarro
• Corpo central: réplica da
Torre de Belém
• Arcada: réplica do
Mosteiro dos Jerónimos
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
Revivalismos com
caráter nacionalista
Palácio do Buçaco (1888-
1907), Luigi Manini e outros
• Encomenda do ministro
das Obras Públicas Emídio
Navarro
• Corpo central: réplica da
Torre de Belém
• Arcada: réplica do
Mosteiro dos Jerónimos
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
Revivalismos com
caráter nacionalista
Palácio do Buçaco (1888-
1907), Luigi Manini e outros
• Encomenda do ministro
das Obras Públicas Emídio
Navarro
• Corpo central: réplica da
Torre de Belém
• Arcada: réplica do
Mosteiro dos Jerónimos
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
Estação do Rossio
(1886-87), José Luís
Monteiro
Revivalismos com
caráter nacionalista
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
Palácio da Regaleira
(1905-11), projetado
por Luigi Manini para
o Dr. Carvalho
Monteiro
Obra mística e
misteriosa, eclética,
simbolista e esotérica
Revivalismos com
caráter nacionalista
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
Neogótico em 2º plano
Moradias
Igrejas
Jazigos fúnebres
Revivalismos com
caráter nacionalista
Costa Mota Tio, Jazigo dos Condes do
Ameal, c. 1893, Coimbra
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
• Sintra
• Álvaro Machado
• Jazigo do Visconde
de Valmor
Revivalismos com
caráter nacionalista
Colégio académico, 1904,
Álvaro Machado, Lisboa
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
Exotismos
Praça de Touros, 1892,
Campo Pequeno,
António José Dias da Silva
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
Exotismos
Praça de Touros, 1892,
Campo Pequeno,
António José Dias da Silva
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
Exotismos
Palácio de
Monserrate, c. 1887,
James Knowles (para
o comerciante inglês
Francis Cook)
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
Exotismos
Palácio de
Monserrate, c. 1887,
James Knowles (para
o comerciante inglês
Francis Cook)
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
Exotismos
Palácio de
Monserrate, c. 1887,
James Knowles (para
o comerciante inglês
Francis Cook)
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
Exotismos
Salão Árabe
do Palácio
da Bolsa do
Porto
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
Exotismos
Salão Árabe do
Palácio da Bolsa
do Porto
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
EcletismosBasílica de Santa Luzia, Viana
do Castelo, Ventura Terra
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
Influências neorromânicas,
neobizantinas e outras.
Inspirada na Igreja de Sacré-
Coeur, em Paris
A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL
CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
D. Fernando de Saxe Coburgo-Gotha (1816-85)
D. Fernando II, 2º marido da rainha D. Maria II,
o Rei-Artista
- Tinha talento para a gravação, cerâmica e
desenho
- Gosto pelo colecionismo eclético
- Protegeu a Academia Real das Belas- Artes e
a Associação dos Arquitetos Civis e
Arqueólogos Portugueses
- Criou a Galeria Nacional de Pintura
- Foi mecenas de intelectuais e artistas
CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
D. Fernando de Saxe Coburgo-Gotha (1816-85)
- Responsável por algumas obras de restauro:
Custódia de Belém, túmulos de D. Pedro e D.
Inês, os mosteiros da Batalha e dos
Jerónimos, Convento de Cristo em Tomar,
Torre de Belém e a Sé de Lisboa
- Sedução pela Idade Média, pelo Gótico e
pelo Manuelino
- Espírito nacionalista, liberal e romântico
Reconstrução do mosteiro, na Pena, construído
c. de 1511 e destruído em 1755
CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
Mosteiro de Nossa Senhora da
Pena
Reconstrução do mosteiro, na Pena,
construído c. de 1511 e destruído em
1755
Barão de Eschwege
CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
As obras iniciam-
se em 1838 e
terminam em
1868.
Até 1885 foram
feitos trabalhos
de acabamento.
CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
Ecletismo:
- Neogótico
- Neomanuelino
- Neoárabe
+
Movimento de
volumes
(desnivelamentos
sucessivos)
CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
22 – Salão Nobre
20 – Sala Indiana
5 – Capela, sacristia e coro
13 – Sala de estar da família real
15 – Sala de Árabe
CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
1ª área:
Muralhas
envolventes
(estilo
neomedievalista
e neoárabe)
CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
2ª área: a zona do
antigo mosteiro
3ª zona: zona
palaciana
4ª zona: Pátio dos Arcos, em frente à capela, com
arcos mouriscos
CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
Claustro manuelino
CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
Claustro manuelino
Dois andares,
divididos por uma
cornija em forma de
corda
Azulejos
quinhentistas
híspano-árabes
CASO PRÁTICO: O
PALÁCIO DA PENA
Contrafortes encimados por
pináculos torsos
Gárgulas
CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
Pórtico dos Tritões
Torre do Relógio
CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
Contrafortes inspirados na arquitetura militar mourisca
CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
Pórtico dos Tritões - pórtico alegórico
da criação do mundo:
- quatro arquivoltas submersas pela
vegetação
- concha com um tritão (desenhado
por D. Fernando II), que serve de
mísula à bow-window da Sala
Indiana
CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
Salão Árabe
Ecletismo:
neomourisco,
neogótico e
neoindiano
Relevos em estuque
+
Pinturas em trompe-
l’oeil (motivos
arquitetónicos e
vegetalistas)
Profundidade e
monumentalidade
O romantismo

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Rococó
RococóRococó
Rococó
Ana Barreiros
 
Neoclassicismo
NeoclassicismoNeoclassicismo
Neoclassicismo
Ana Barreiros
 
A Arte Rococó
A Arte RococóA Arte Rococó
A Arte Rococó
Carlos Pinheiro
 
Módulo 8 - Arte em Portugal nos finais do século XIX
Módulo 8 - Arte em Portugal nos finais do século XIXMódulo 8 - Arte em Portugal nos finais do século XIX
Módulo 8 - Arte em Portugal nos finais do século XIX
Carla Freitas
 
Módulo 8 - Do impressionismo ao Pós-impressionismo
Módulo 8 - Do impressionismo ao Pós-impressionismoMódulo 8 - Do impressionismo ao Pós-impressionismo
Módulo 8 - Do impressionismo ao Pós-impressionismo
Carla Freitas
 
Módulo 7 arquitetura neoclássica
Módulo 7   arquitetura neoclássicaMódulo 7   arquitetura neoclássica
Módulo 7 arquitetura neoclássica
Carla Freitas
 
Arte ao redor de 1900
Arte ao redor de 1900Arte ao redor de 1900
Arte ao redor de 1900
Ana Barreiros
 
Módulo 8 - Romantismo
Módulo 8 - RomantismoMódulo 8 - Romantismo
Módulo 8 - Romantismo
Carla Freitas
 
Pintura do Neoclássica
Pintura do NeoclássicaPintura do Neoclássica
Pintura do Neoclássica
Carlos Vieira
 
A arte nova
A arte novaA arte nova
A arte nova
Carlos Pinheiro
 
Pintura e escultura em Portugal nos finais do século XIX
Pintura e escultura em Portugal nos finais do século XIXPintura e escultura em Portugal nos finais do século XIX
Pintura e escultura em Portugal nos finais do século XIX
Carlos Pinheiro
 
Pintura e escultura neoclássica
Pintura e escultura neoclássicaPintura e escultura neoclássica
Pintura e escultura neoclássica
Ana Barreiros
 
A cultura do palco
A cultura do palcoA cultura do palco
A cultura do palco
Carlos Pinheiro
 
Palácio da Pena - caso prático
Palácio da Pena - caso práticoPalácio da Pena - caso prático
Palácio da Pena - caso prático
Hca Faro
 
HCA Módulo 9 - Pintura e Escultura
HCA Módulo 9 - Pintura e EsculturaHCA Módulo 9 - Pintura e Escultura
HCA Módulo 9 - Pintura e Escultura
Mafalda Cardeira
 
A Escultura de Rodin
A Escultura de RodinA Escultura de Rodin
A Escultura de Rodin
Michele Pó
 
Modulo 9 de HCA
Modulo 9 de HCAModulo 9 de HCA
História da Cultura e das Artes - 12.º ano - Módulo 9
História da Cultura e das Artes - 12.º ano - Módulo 9História da Cultura e das Artes - 12.º ano - Módulo 9
História da Cultura e das Artes - 12.º ano - Módulo 9
Carlos Pinheiro
 
O romantismo na arquitetura e na pintura
O romantismo na arquitetura e na pinturaO romantismo na arquitetura e na pintura
O romantismo na arquitetura e na pintura
Carlos Pinheiro
 
Arquitectura romantica
Arquitectura romanticaArquitectura romantica
Arquitectura romantica
Andreia Ramos
 

Mais procurados (20)

Rococó
RococóRococó
Rococó
 
Neoclassicismo
NeoclassicismoNeoclassicismo
Neoclassicismo
 
A Arte Rococó
A Arte RococóA Arte Rococó
A Arte Rococó
 
Módulo 8 - Arte em Portugal nos finais do século XIX
Módulo 8 - Arte em Portugal nos finais do século XIXMódulo 8 - Arte em Portugal nos finais do século XIX
Módulo 8 - Arte em Portugal nos finais do século XIX
 
Módulo 8 - Do impressionismo ao Pós-impressionismo
Módulo 8 - Do impressionismo ao Pós-impressionismoMódulo 8 - Do impressionismo ao Pós-impressionismo
Módulo 8 - Do impressionismo ao Pós-impressionismo
 
Módulo 7 arquitetura neoclássica
Módulo 7   arquitetura neoclássicaMódulo 7   arquitetura neoclássica
Módulo 7 arquitetura neoclássica
 
Arte ao redor de 1900
Arte ao redor de 1900Arte ao redor de 1900
Arte ao redor de 1900
 
Módulo 8 - Romantismo
Módulo 8 - RomantismoMódulo 8 - Romantismo
Módulo 8 - Romantismo
 
Pintura do Neoclássica
Pintura do NeoclássicaPintura do Neoclássica
Pintura do Neoclássica
 
A arte nova
A arte novaA arte nova
A arte nova
 
Pintura e escultura em Portugal nos finais do século XIX
Pintura e escultura em Portugal nos finais do século XIXPintura e escultura em Portugal nos finais do século XIX
Pintura e escultura em Portugal nos finais do século XIX
 
Pintura e escultura neoclássica
Pintura e escultura neoclássicaPintura e escultura neoclássica
Pintura e escultura neoclássica
 
A cultura do palco
A cultura do palcoA cultura do palco
A cultura do palco
 
Palácio da Pena - caso prático
Palácio da Pena - caso práticoPalácio da Pena - caso prático
Palácio da Pena - caso prático
 
HCA Módulo 9 - Pintura e Escultura
HCA Módulo 9 - Pintura e EsculturaHCA Módulo 9 - Pintura e Escultura
HCA Módulo 9 - Pintura e Escultura
 
A Escultura de Rodin
A Escultura de RodinA Escultura de Rodin
A Escultura de Rodin
 
Modulo 9 de HCA
Modulo 9 de HCAModulo 9 de HCA
Modulo 9 de HCA
 
História da Cultura e das Artes - 12.º ano - Módulo 9
História da Cultura e das Artes - 12.º ano - Módulo 9História da Cultura e das Artes - 12.º ano - Módulo 9
História da Cultura e das Artes - 12.º ano - Módulo 9
 
O romantismo na arquitetura e na pintura
O romantismo na arquitetura e na pinturaO romantismo na arquitetura e na pintura
O romantismo na arquitetura e na pintura
 
Arquitectura romantica
Arquitectura romanticaArquitectura romantica
Arquitectura romantica
 

Semelhante a O romantismo

Aula 05 neoclassicismo-romantismo
Aula 05 neoclassicismo-romantismoAula 05 neoclassicismo-romantismo
Aula 05 neoclassicismo-romantismo
Marcio Duarte
 
Renascimento cultural
Renascimento culturalRenascimento cultural
Renascimento cultural
Jorge Basílio
 
Romantismo grupo A
Romantismo grupo ARomantismo grupo A
Romantismo grupo A
becresforte
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
Viviane Marques
 
Roteiro de Estudos - Introdução à História da Arte, Pré-História e Egito
Roteiro de Estudos - Introdução à História da Arte, Pré-História e EgitoRoteiro de Estudos - Introdução à História da Arte, Pré-História e Egito
Roteiro de Estudos - Introdução à História da Arte, Pré-História e Egito
alinewar
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
Susana Simões
 
Renascimento2
Renascimento2Renascimento2
Renascimento2
carmelguerreiro
 
Renascimento Cultural e Científico
Renascimento Cultural e CientíficoRenascimento Cultural e Científico
Renascimento Cultural e Científico
Patrick Von Braun
 
1261615045 daniela 8oa
1261615045 daniela 8oa1261615045 daniela 8oa
1261615045 daniela 8oa
Pelo Siro
 
Aula 13 historia da arte.
Aula 13 historia da arte.Aula 13 historia da arte.
Aula 13 historia da arte.
Rafael Serra
 
Renascimento Cultural
Renascimento CulturalRenascimento Cultural
Renascimento Cultural
eiprofessor
 
Estética romântica
Estética românticaEstética romântica
Estética romântica
Marcela Marangon Ribeiro
 
Renascimento cultural2
Renascimento cultural2Renascimento cultural2
Renascimento cultural2
Claudia Lazarini
 
Renascimento1
Renascimento1Renascimento1
Renascimento1
Julia Selistre
 
Renascimento
RenascimentoRenascimento
Renascimento
Jorge Basílio
 
Renascimento moderna I
Renascimento moderna IRenascimento moderna I
Renascimento moderna I
Ana Carvalho
 
Ufu 2019 Revisão
Ufu 2019 RevisãoUfu 2019 Revisão
Ufu 2019 Revisão
CLEBER LUIS DAMACENO
 
7
77
Pré renascimento
 Pré renascimento Pré renascimento
Pré renascimento
greghouse48
 
Romantismo
RomantismoRomantismo

Semelhante a O romantismo (20)

Aula 05 neoclassicismo-romantismo
Aula 05 neoclassicismo-romantismoAula 05 neoclassicismo-romantismo
Aula 05 neoclassicismo-romantismo
 
Renascimento cultural
Renascimento culturalRenascimento cultural
Renascimento cultural
 
Romantismo grupo A
Romantismo grupo ARomantismo grupo A
Romantismo grupo A
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
 
Roteiro de Estudos - Introdução à História da Arte, Pré-História e Egito
Roteiro de Estudos - Introdução à História da Arte, Pré-História e EgitoRoteiro de Estudos - Introdução à História da Arte, Pré-História e Egito
Roteiro de Estudos - Introdução à História da Arte, Pré-História e Egito
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
 
Renascimento2
Renascimento2Renascimento2
Renascimento2
 
Renascimento Cultural e Científico
Renascimento Cultural e CientíficoRenascimento Cultural e Científico
Renascimento Cultural e Científico
 
1261615045 daniela 8oa
1261615045 daniela 8oa1261615045 daniela 8oa
1261615045 daniela 8oa
 
Aula 13 historia da arte.
Aula 13 historia da arte.Aula 13 historia da arte.
Aula 13 historia da arte.
 
Renascimento Cultural
Renascimento CulturalRenascimento Cultural
Renascimento Cultural
 
Estética romântica
Estética românticaEstética romântica
Estética romântica
 
Renascimento cultural2
Renascimento cultural2Renascimento cultural2
Renascimento cultural2
 
Renascimento1
Renascimento1Renascimento1
Renascimento1
 
Renascimento
RenascimentoRenascimento
Renascimento
 
Renascimento moderna I
Renascimento moderna IRenascimento moderna I
Renascimento moderna I
 
Ufu 2019 Revisão
Ufu 2019 RevisãoUfu 2019 Revisão
Ufu 2019 Revisão
 
7
77
7
 
Pré renascimento
 Pré renascimento Pré renascimento
Pré renascimento
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
 

Mais de Ana Barreiros

Pintura barroca na Europa
Pintura barroca na EuropaPintura barroca na Europa
Pintura barroca na Europa
Ana Barreiros
 
Rubrica de avaliação
Rubrica de avaliação Rubrica de avaliação
Rubrica de avaliação
Ana Barreiros
 
Lista de verificação e-atividade
Lista de verificação e-atividade Lista de verificação e-atividade
Lista de verificação e-atividade
Ana Barreiros
 
Casa Sommer
Casa SommerCasa Sommer
Casa Sommer
Ana Barreiros
 
Bairro dos museus
Bairro dos museusBairro dos museus
Bairro dos museus
Ana Barreiros
 
Imagens de Arquitetura Barroca
Imagens de Arquitetura BarrocaImagens de Arquitetura Barroca
Imagens de Arquitetura Barroca
Ana Barreiros
 
Pintura do quattrocento
Pintura do quattrocentoPintura do quattrocento
Pintura do quattrocento
Ana Barreiros
 
Correcao 2ª ficha formativa cultura do cinema
Correcao 2ª ficha formativa cultura do cinemaCorrecao 2ª ficha formativa cultura do cinema
Correcao 2ª ficha formativa cultura do cinema
Ana Barreiros
 
O aparecimento da arte gotica
O aparecimento da arte goticaO aparecimento da arte gotica
O aparecimento da arte gotica
Ana Barreiros
 
Escultura romana
Escultura romanaEscultura romana
Escultura romana
Ana Barreiros
 
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºGA modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
Ana Barreiros
 
Ficha formativa "A Cultura do Cinema 1"
Ficha formativa "A Cultura do Cinema 1"Ficha formativa "A Cultura do Cinema 1"
Ficha formativa "A Cultura do Cinema 1"
Ana Barreiros
 
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
Ana Barreiros
 
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ana Barreiros
 
Ficha "A Cultura do Palco"
Ficha "A Cultura do Palco"Ficha "A Cultura do Palco"
Ficha "A Cultura do Palco"
Ana Barreiros
 
Ficha "A Cultura do Salão"
Ficha "A Cultura do Salão"Ficha "A Cultura do Salão"
Ficha "A Cultura do Salão"
Ana Barreiros
 
Ficha formativa grandes_civilizacoes
Ficha formativa grandes_civilizacoesFicha formativa grandes_civilizacoes
Ficha formativa grandes_civilizacoes
Ana Barreiros
 
Ficha formativa 1820 e o liberalismo correcao
Ficha formativa 1820 e o liberalismo correcaoFicha formativa 1820 e o liberalismo correcao
Ficha formativa 1820 e o liberalismo correcao
Ana Barreiros
 
Ficha formativa 1 HGP 6º ano
Ficha formativa 1 HGP 6º anoFicha formativa 1 HGP 6º ano
Ficha formativa 1 HGP 6º ano
Ana Barreiros
 
As artes na atualidade
As artes na atualidadeAs artes na atualidade
As artes na atualidade
Ana Barreiros
 

Mais de Ana Barreiros (20)

Pintura barroca na Europa
Pintura barroca na EuropaPintura barroca na Europa
Pintura barroca na Europa
 
Rubrica de avaliação
Rubrica de avaliação Rubrica de avaliação
Rubrica de avaliação
 
Lista de verificação e-atividade
Lista de verificação e-atividade Lista de verificação e-atividade
Lista de verificação e-atividade
 
Casa Sommer
Casa SommerCasa Sommer
Casa Sommer
 
Bairro dos museus
Bairro dos museusBairro dos museus
Bairro dos museus
 
Imagens de Arquitetura Barroca
Imagens de Arquitetura BarrocaImagens de Arquitetura Barroca
Imagens de Arquitetura Barroca
 
Pintura do quattrocento
Pintura do quattrocentoPintura do quattrocento
Pintura do quattrocento
 
Correcao 2ª ficha formativa cultura do cinema
Correcao 2ª ficha formativa cultura do cinemaCorrecao 2ª ficha formativa cultura do cinema
Correcao 2ª ficha formativa cultura do cinema
 
O aparecimento da arte gotica
O aparecimento da arte goticaO aparecimento da arte gotica
O aparecimento da arte gotica
 
Escultura romana
Escultura romanaEscultura romana
Escultura romana
 
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºGA modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
 
Ficha formativa "A Cultura do Cinema 1"
Ficha formativa "A Cultura do Cinema 1"Ficha formativa "A Cultura do Cinema 1"
Ficha formativa "A Cultura do Cinema 1"
 
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
 
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
 
Ficha "A Cultura do Palco"
Ficha "A Cultura do Palco"Ficha "A Cultura do Palco"
Ficha "A Cultura do Palco"
 
Ficha "A Cultura do Salão"
Ficha "A Cultura do Salão"Ficha "A Cultura do Salão"
Ficha "A Cultura do Salão"
 
Ficha formativa grandes_civilizacoes
Ficha formativa grandes_civilizacoesFicha formativa grandes_civilizacoes
Ficha formativa grandes_civilizacoes
 
Ficha formativa 1820 e o liberalismo correcao
Ficha formativa 1820 e o liberalismo correcaoFicha formativa 1820 e o liberalismo correcao
Ficha formativa 1820 e o liberalismo correcao
 
Ficha formativa 1 HGP 6º ano
Ficha formativa 1 HGP 6º anoFicha formativa 1 HGP 6º ano
Ficha formativa 1 HGP 6º ano
 
As artes na atualidade
As artes na atualidadeAs artes na atualidade
As artes na atualidade
 

Último

Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
wagnermorais28
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
JoeteCarvalho
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
WelberMerlinCardoso
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
PatriciaZanoli
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
LeticiaRochaCupaiol
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
AntnioManuelAgdoma
 

Último (20)

Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
 

O romantismo

  • 2. Romantismo Realismo Impressionismo 1850 1905 O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO 1789 De c. 1789 a c. de 1850 Literatura Artes Plásticas Música Mentalidade
  • 3. O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO Reação ao Neoclassicismo - anti-racionalismo - valorização dos sentimentos e das emoções A arte não se atinge através de regras académicas A arte é uma “revelação da alma” , um produto da inspiração e da genialidade
  • 4. Thomas Philippe, Retrato de Lord Byron, c. 1835 O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO O Romantismo é o produto da época Apoiante da causa nacionalista do povo grego, que lutava para se libertar do domínio turco. Em 1821, em Argostoli, organizou e chefiou um exército privado de apoio aos gregos
  • 5. • Princípios do Liberalismo: individualismo, humanismo e nacionalismo • Identificação do povo como a verdadeira alma das nações • Valorização da cultura popular (tradição, folclore) • idealismo revolucionário (democrático e socializante) • Desilusão pela nova elite dominadora: a burguesia • Novas correntes filosóficas: Kant, Schelling e Schopanhauer O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO O Romantismo é o produto da época
  • 6. “O Romantismo nem se encontra na eleição de um tema nem na verdade exata, mas sim numa certa maneira de sentir.” O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO Princípios do Romantismo Charles Baudelaire
  • 7. • A interioridade, o mundo complexo dos sentimentos e das emoções, os sonhos, os devaneios, as fantasias, as viagens ao interior de cada um, numa incansável fuga ao real, que desilude, magoa e engana O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO Princípios do Romantismo T. Géricault, Retrato de um Alienado Cleptómano, 1882
  • 8. • A interioridade, o mundo complexo dos sentimentos e das emoções, os sonhos, os devaneios, as fantasias, as viagens ao interior de cada um, numa incansável fuga ao real, que desilude, magoa e engana • Privilegia a emoção em detrimento da razão, o sonho em vez da realidade e o idealismo acima do pragmatismo O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO Princípios do Romantismo T. Géricault, Retrato de um Alienado Cleptómano, 1882
  • 9. • O isolamento da alma em comunhão com a natureza, manifestado na exaltação do mundo rural e puro e no interesse pelas sociedades primitivas ou exóticas, não maculadas pela civilização ocidental O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO Princípios do Romantismo Caspar David Friedrich, O Caçador na Floresta, 1813-14
  • 10. • A valorização do passado de cada nação, cujas raízes mergulhavam na Idade Média, idealizada através da literatura e das suas ruínas monumentais O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO Princípios do Romantismo Francis Danby, Abadia de Fonthill, c. 1854
  • 11. • Convicção de que a arte é essencialmente inspiração e criação (não nasce por receita, academismo ou encomenda), obede- cendo unicamente a impulsos pessoais, despoletada por uma necessidade inata e sublime O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO Princípios do Romantismo Henri Füssli, Titânia, Bottom e as Fadas, 1794
  • 12. • Convicção de que a arte é essencialmente inspiração e criação (não nasce por receita, academismo ou encomenda), obedecendo unicamente a impulsos pessoais, despoletada por uma necessidade inata e sublime Afronta aos critérios e normas académicas: os esboços, os desenhos ou as aguarelas como obras definitivas O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO Princípios do Romantismo Henri Füssli, Titânia, Bottom e as Fadas, 1794
  • 13. Afronta aos critérios e normas académicas: os esboços, os desenhos ou as aguarelas como obras definitivas Técnicas mais experimentais e expressivas, com pincelada mais fluida O TRIUNFO DO INDIVÍDUO E DA EMOÇÃO Princípios do Romantismo Henri Füssli, Titânia, Bottom e as Fadas, 1794
  • 14. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
  • 15. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO NEOCLASSICISMO ROMANTISMO - Ordem - Proporção - Simetria - Harmonia - Irregularidade - Organicismo das formas - Efeitos de luz - Movimento dos planos - Pitoresco da decoração - Encantamento e evasão - Imaginação e sentidos - Sonho e fantasia - Espaços distantes ou imaginários
  • 16. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO ROMANTISMO - Irregularidade - Organicismo das formas - Efeitos de luz - Movimento dos planos - Pitoresco da decoração - Encantamento e evasão - Imaginação e sentidos - Sonho e fantasia - Espaços distantes ou imaginários A arquitetura deveria ser capaz de provocar sensações, motivar estados de espírito e transmitir ideias
  • 17. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO NEOCLASSICISMO ROMANTISMO “Forma medida” “Forma sentida”
  • 18. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO Neoclassicismo Romantismo Jardins à francesa Jardins à inglesa Jardim racional e geométrico Jardim natural e selvagem, com pavilhões chineses e falsas ruínas
  • 19. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO Procura de uma estética própria - Política de restauro de monumentos - Preocupação pela forma e pela decoração - Menos preocupada pelos aspetos técnicos e formais - Utilização do ferro, do aço, do tijolo vidrado e do vidro - Predileção por materiais naturais - Reprodução de estilos de épocas não influenciadas pelo Classicismo, em culturas exóticas e não contaminadas pela civilização industrial A. Boileau, Igreja de St. Eugénio, Paris, 1854
  • 20. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO Revivalismos Reutilização de estilos do passado - Interesse crescente pela história das nações - Valorização das tradições nacionais - Exaltação do misticismo - Desejo de fuga ao presente devido às desilusões provocadas pelo Liberalismo e pela industrialização Casa neogótica no parque do Palácio de Wörlitz, 1769-73, Alemanha
  • 21. • Meados do século XVIII, em Inglaterra • Arquitetos: Horace Walpole e filho, James Wyatt • Teorizadores: arquiteto August Pugin filho, historiador e crítico de arte John Ruskin e franceses Chateaubriand e Viollet-le-Duc “O gótico é superior ao classicismo, da mesma maneira que o cristianismo é superior ao paganismo” A ARQUITETURA DO ROMANTISMO 1º REVIVALISMO
  • 22. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO 1º REVIVALISMO John Ruskin Enaltecia as qualidades do Gótico Estilo verdadeiramente universal pois aliou-se às necessidades práticas sem receber influência de movimentos anteriores
  • 23. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO 1º REVIVALISMO Viollet-le-Duc Apogeu do progresso e expressão do génio humano devido à invenção de nova tecnologia construtiva
  • 24. Charles Berry e August Pugin, filho, Palácio do Parlamento, Londres, Inglaterra A ARQUITETURA DO ROMANTISMO
  • 25. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO Charles Berry e August Pugin, filho, Palácio do Parlamento, Londres, Inglaterra - Longa fachada, simétrica - Irregularidade gótica (algumas torres desirmanadas) - Decoração tipicamente medieval (esculturas, pináculos, cúpulas)
  • 26. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO Torre Vitória Torre do Relógio (Big Ben)
  • 27. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO F.C. Bau,e Thérodore Ballu, Igreja de Santa Clotilde, Paris Características neogóticas: • Planta em cruz latina • Transepto pouco saliente • Abóbadas nas naves • Torres sineiras terminadas com agulhas • Portal ocidental triplo + Características modernas: utilização de novos materiais (ferro, aço)
  • 28. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO Georg von Dollman, Castelo de Neuschwanstein, 1870, Baviera, Alemanha - Volumes irregulares - Múltiplas torres aguçadas e esguias
  • 29. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO James Renwick, Catedral de São Patrício, Nova Iorque, 1859-79
  • 30. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO NOVOS REVIVALISMOS - Neorromânico Catedral de Speyer, Alemanha.
  • 31. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO NOVOS REVIVALISMOS - Neorrenascentista Prefeitura do distrito de Harburg (c.1889), Hamburgo, Alemanha
  • 32. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO NOVOS REVIVALISMOS - Neobizantino Fachada neobizantina da Catedral de Westminster, Londres
  • 33. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO NOVOS REVIVALISMOS - Neobarroco Palácio Dolmabahçe em Istambul, Turquia
  • 34. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO Ecletismo Combinação de vários estilos arquitetónicos no mesmo edifício Charles Garnier, Ópera de Paris, c. 1862 Neoclassicismo + Neobarroco
  • 35. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO Ecletismo Igreja do Sacré-Coeur, Paris Neoclassicismo + Neobizantino
  • 36. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO Exotismos Gosto pelas culturas não europeias, por tudo aquilo que apela à imaginação e ao mistério Espírito irrequieto, insatisfeito e sonhador - Gosto por viagens - Literatura: descrição de histórias e terras estranhos Estilo indo-muçulmano
  • 37. A ARQUITETURA DO ROMANTISMO Exotismos Gosto pelas culturas não europeias, por tudo aquilo que apela à imaginação e ao mistério Estilo neoárabe na Península Ibérica James Knoles, Palacete de Monserrate, c. 1887, Sintra
  • 38. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL D. Fernando de Saxe-Coburgo- Gotha, 2º marido de D. Maria II Barão de Eschwege
  • 39. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL D. Fernando de Saxe-Coburgo- Gotha, 2º marido de D. Maria II Barão de Eschwege EncomendadorArquiteto
  • 40. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL Revivalismos com caráter nacionalista Palácio do Buçaco (1888- 1907), Luigi Manini e outros • Encomenda do ministro das Obras Públicas Emídio Navarro • Corpo central: réplica da Torre de Belém • Arcada: réplica do Mosteiro dos Jerónimos
  • 41. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL Revivalismos com caráter nacionalista Palácio do Buçaco (1888- 1907), Luigi Manini e outros • Encomenda do ministro das Obras Públicas Emídio Navarro • Corpo central: réplica da Torre de Belém • Arcada: réplica do Mosteiro dos Jerónimos
  • 42. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL Revivalismos com caráter nacionalista Palácio do Buçaco (1888- 1907), Luigi Manini e outros • Encomenda do ministro das Obras Públicas Emídio Navarro • Corpo central: réplica da Torre de Belém • Arcada: réplica do Mosteiro dos Jerónimos
  • 43. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL Estação do Rossio (1886-87), José Luís Monteiro Revivalismos com caráter nacionalista
  • 44. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL Palácio da Regaleira (1905-11), projetado por Luigi Manini para o Dr. Carvalho Monteiro Obra mística e misteriosa, eclética, simbolista e esotérica Revivalismos com caráter nacionalista
  • 45. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL Neogótico em 2º plano Moradias Igrejas Jazigos fúnebres Revivalismos com caráter nacionalista Costa Mota Tio, Jazigo dos Condes do Ameal, c. 1893, Coimbra
  • 46. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL • Sintra • Álvaro Machado • Jazigo do Visconde de Valmor Revivalismos com caráter nacionalista Colégio académico, 1904, Álvaro Machado, Lisboa
  • 47. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL Exotismos Praça de Touros, 1892, Campo Pequeno, António José Dias da Silva
  • 48. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL Exotismos Praça de Touros, 1892, Campo Pequeno, António José Dias da Silva
  • 49. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL Exotismos Palácio de Monserrate, c. 1887, James Knowles (para o comerciante inglês Francis Cook)
  • 50. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL Exotismos Palácio de Monserrate, c. 1887, James Knowles (para o comerciante inglês Francis Cook)
  • 51. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL Exotismos Palácio de Monserrate, c. 1887, James Knowles (para o comerciante inglês Francis Cook)
  • 52. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL Exotismos Salão Árabe do Palácio da Bolsa do Porto
  • 53. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL Exotismos Salão Árabe do Palácio da Bolsa do Porto
  • 54. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL EcletismosBasílica de Santa Luzia, Viana do Castelo, Ventura Terra
  • 55. A ARQUITETURA ROMÂNTICA EM PORTUGAL Influências neorromânicas, neobizantinas e outras. Inspirada na Igreja de Sacré- Coeur, em Paris
  • 57. CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
  • 58. CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA D. Fernando de Saxe Coburgo-Gotha (1816-85) D. Fernando II, 2º marido da rainha D. Maria II, o Rei-Artista - Tinha talento para a gravação, cerâmica e desenho - Gosto pelo colecionismo eclético - Protegeu a Academia Real das Belas- Artes e a Associação dos Arquitetos Civis e Arqueólogos Portugueses - Criou a Galeria Nacional de Pintura - Foi mecenas de intelectuais e artistas
  • 59. CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA D. Fernando de Saxe Coburgo-Gotha (1816-85) - Responsável por algumas obras de restauro: Custódia de Belém, túmulos de D. Pedro e D. Inês, os mosteiros da Batalha e dos Jerónimos, Convento de Cristo em Tomar, Torre de Belém e a Sé de Lisboa - Sedução pela Idade Média, pelo Gótico e pelo Manuelino - Espírito nacionalista, liberal e romântico Reconstrução do mosteiro, na Pena, construído c. de 1511 e destruído em 1755
  • 60. CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA Mosteiro de Nossa Senhora da Pena Reconstrução do mosteiro, na Pena, construído c. de 1511 e destruído em 1755 Barão de Eschwege
  • 61. CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA As obras iniciam- se em 1838 e terminam em 1868. Até 1885 foram feitos trabalhos de acabamento.
  • 62. CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA Ecletismo: - Neogótico - Neomanuelino - Neoárabe + Movimento de volumes (desnivelamentos sucessivos)
  • 63. CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA 22 – Salão Nobre 20 – Sala Indiana 5 – Capela, sacristia e coro 13 – Sala de estar da família real 15 – Sala de Árabe
  • 64. CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA 1ª área: Muralhas envolventes (estilo neomedievalista e neoárabe)
  • 65. CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA 2ª área: a zona do antigo mosteiro 3ª zona: zona palaciana
  • 66. 4ª zona: Pátio dos Arcos, em frente à capela, com arcos mouriscos CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA
  • 67. CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA Claustro manuelino
  • 68. CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA Claustro manuelino Dois andares, divididos por uma cornija em forma de corda Azulejos quinhentistas híspano-árabes
  • 69. CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA Contrafortes encimados por pináculos torsos Gárgulas
  • 70. CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA Pórtico dos Tritões Torre do Relógio
  • 71. CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA Contrafortes inspirados na arquitetura militar mourisca
  • 72. CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA Pórtico dos Tritões - pórtico alegórico da criação do mundo: - quatro arquivoltas submersas pela vegetação - concha com um tritão (desenhado por D. Fernando II), que serve de mísula à bow-window da Sala Indiana
  • 73. CASO PRÁTICO: O PALÁCIO DA PENA Salão Árabe Ecletismo: neomourisco, neogótico e neoindiano Relevos em estuque + Pinturas em trompe- l’oeil (motivos arquitetónicos e vegetalistas) Profundidade e monumentalidade