EXAME FÍSICO DO SISTEMA
RESPIRATÓRIO
Enfª Larissa F. de Araújo Paz
Residente em Cardiologia - PROCAPE
Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco Profº Luiz Tavares
Programa de Especialização em Cardiologia Modalidade
Residência
Recife, 2016
OBJETIVOS
• Descrever as técnicas utilizadas na avaliação do
sistema respiratório;
• Diferenciar os achados normais e anormais do
Sistema Respiratório;
• Relacionar sinais e sintomas identificados a
patologias.
ANATOMIA
(Google Imagens, 2016)
• História atual da doença
• Antecedentes Pessoais
• Antecedentes Familiares
ANAMNESE
• Inspeção
• Palpação
• Percussão
• Ausculta
Estática
Dinâmica
TÉCNICAS
Tipo
Ritmo
Frequência
Amplitude
Tiragem
Expansibilidade
• Forma
INSPEÇÃO ESTÁTICA
Barril
(Netter, 2015)
Chato
(Google Imagens, 2016)
Infundibiliforme*
(Google Imagens, 2016)
• Forma
Cariniforme
(Coelho, 2016)
Sino*
(Orfalaias et al, 1998)
INSPEÇÃO ESTÁTICA
Abaulamentos e Depressões
• Tipo Respiratório x Ritmo Respiratório
INSPEÇÃO DINÂMICA
Costal Superior Toracoabdominal
• Sequência
• Forma
• Amplitude
(Google Imagens, 2016)
Enfermagem
Variações aceitáveis de Frequência
Respiratória por minuto
Recém-nascido 30-60 rpm
Lactente (6 meses) 30-50 rpm
Criança (2 anos) 25-32 rpm
Criança 20-30 rpm
Adolescente 16-19 rpm
Adulto 12-20 irpm
(Potter; Perry, 2009)
Variações aceitáveis de Frequência
Respiratória por minuto
Recém-nascido 40-45 rpm
Lactente (6 meses) 25-35 rpm
Pré-escolares 20-35 rpm
Escolares 18-35 rpm
Adulto 12-20 irpm
(Porto, 2010)
INSPEÇÃO DINÂMICA
• Frequência
• Dispneia
• Ortopnéia
• Trepopnéia: IC
• Platipnéia
• Apnéia
• Cheyne-Stokes: IC, AVE
• Biot: Meningite
• Kussmaul: CAD
• Suspirosa: Ansiedade*
(Porto, 2010)
INSPEÇÃO DINÂMICA
• Tiragem
• Pescoço
• Expansibilidade dos pulmões
(Youtube, 2016)
INSPEÇÃO DINÂMICA
• Inspeção
• Palpação
• Percussão
• Ausculta
Estática
Dinâmica
TÉCNICAS
PALPAÇÃO
• Traqueia
• Estrutura da parede respiratória
• Expansibilidade
• Frêmito Toracovocal
(Paredes, 2015)
(Google Imagens, 2016)
• Inspeção
• Palpação
• Percussão
• Ausculta
Estática
Dinâmica
TÉCNICAS
(Potter; Perry, 2009 x Porto, 2010)
PERCUSSÃO
Claro pulmonar Hipersonoro Maciço ou Submaciço* Timpânico
PERCUSSÃO
Natomimages, 2016
• Inspeção
• Palpação
• Percussão
• Ausculta
Estática
Dinâmica
TÉCNICAS
(Potter; Perry, 2009)
• Normais:
▫ Vesicular : Sons suaves, leves e de baixa frequência, a fase
inspiratória é três vezes maior que a expiratória. Presente em
todo o tórax.
▫ Broncovesicular: Sons soprados de frequência moderada, a fase
inspiratória é igual a expiratória. Audível nas regiões esternal
superior, interescápulo-vertebral direita e ao nível da 3ªa 4ª
vértebra dorsais.
▫ Brônquico: Sons altos de alta frequência; a expiração é maior
que a inspiração.
AUSCULTA
(Potter; Perry, 2009)
• Anormais
▫ Descontínuos
▫ Contínuos
▫ De origem Pleural
AUSCULTA
Estertores Finos: Abertura de VA previamente fechadas
Estertores Grossos: Abertura e fechamento de VA com
secreção
Roncos
Sibilos
Estridores: Inspiratórios por obstrução da laringe ou traqueia
Atrito Pleural
(Porto, 2010)
Tipos Fase do ciclo
respiratório
Efeitos da
tosse
Efeito da
posição do
paciente
Áreas que
predominam
Estertores Finos Final da
inspiração
Não se alteram Modificam-se ou
são abolidos
Bases
pulmonares
Estertores
grossos
Inicio da
inspiração e toda
a expiração
Alteram-se Não se
modificam
Todas as áreas
do tórax
Outras maneiras de avaliar o
Sistema Respiratório...
• Pele e Mucosas
Cianose Central Cianose Periférica
• Unhas
• Exercícios
• Fala
Baqueteamento
(Google Imagens, 2016)
• AVD
• SaO2
• Exercícios
Exame Físico do Sistema Respiratório
e
Cardiologia
• Estertores auscultados sobre as bases pulmonares são
característicos da ICC;
• No edema agudo de pulmão, estertores, roncos, sibilos
são auscultados em ambos os campos pulmonares;
• Alterações na anatomia torácica;
Egito, 2016
REFERÊNCIAS
EGITO, Enilton Tabosa. O exame Físico na Insuficiência Cardíaca versus Desnutrição
Clinica. Congresso do Instituto de Metabolismo e Nutrição. São Paulo. Acesso em 17 de Março de
2016. http://www.nutricaoclinica.com.br/coracao/o-exame-fisico-na-insuficiencia-cardiaca-versus-
desnutricao-clinica
www.natoimagens.com.br. Human e Animal Helath Illustrations, 2016.
NETTER, F. H. - Atlas de anatomia humana. Porto Alegre: Artes Médica, 2011.
Orfalias CTS, March MFBP. A retrospective evaluation of a score system adopted by the Ministry of
Health, Brazil, in the diagnosis of pulmonary tuberculosis in childhood: a case control study. Rev Inst
Med Trop São Paulo. 2003;45(2):103-5. DOI:10.1590/S0036-46652003000200010
PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Semiologia Médica. 6ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara-Koogan, 2010.
POTTER, P.A; PERRY, A.G. Fundamentos de Enfermagem. 7ª ed. São Paulo: Editora; 2009.

Exame físico do sist. respiratório

  • 1.
    EXAME FÍSICO DOSISTEMA RESPIRATÓRIO Enfª Larissa F. de Araújo Paz Residente em Cardiologia - PROCAPE Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco Profº Luiz Tavares Programa de Especialização em Cardiologia Modalidade Residência Recife, 2016
  • 2.
    OBJETIVOS • Descrever astécnicas utilizadas na avaliação do sistema respiratório; • Diferenciar os achados normais e anormais do Sistema Respiratório; • Relacionar sinais e sintomas identificados a patologias.
  • 3.
  • 4.
    • História atualda doença • Antecedentes Pessoais • Antecedentes Familiares ANAMNESE
  • 5.
    • Inspeção • Palpação •Percussão • Ausculta Estática Dinâmica TÉCNICAS Tipo Ritmo Frequência Amplitude Tiragem Expansibilidade
  • 6.
    • Forma INSPEÇÃO ESTÁTICA Barril (Netter,2015) Chato (Google Imagens, 2016) Infundibiliforme* (Google Imagens, 2016)
  • 7.
    • Forma Cariniforme (Coelho, 2016) Sino* (Orfalaiaset al, 1998) INSPEÇÃO ESTÁTICA Abaulamentos e Depressões
  • 8.
    • Tipo Respiratóriox Ritmo Respiratório INSPEÇÃO DINÂMICA Costal Superior Toracoabdominal • Sequência • Forma • Amplitude (Google Imagens, 2016) Enfermagem
  • 9.
    Variações aceitáveis deFrequência Respiratória por minuto Recém-nascido 30-60 rpm Lactente (6 meses) 30-50 rpm Criança (2 anos) 25-32 rpm Criança 20-30 rpm Adolescente 16-19 rpm Adulto 12-20 irpm (Potter; Perry, 2009) Variações aceitáveis de Frequência Respiratória por minuto Recém-nascido 40-45 rpm Lactente (6 meses) 25-35 rpm Pré-escolares 20-35 rpm Escolares 18-35 rpm Adulto 12-20 irpm (Porto, 2010) INSPEÇÃO DINÂMICA • Frequência
  • 10.
    • Dispneia • Ortopnéia •Trepopnéia: IC • Platipnéia • Apnéia • Cheyne-Stokes: IC, AVE • Biot: Meningite • Kussmaul: CAD • Suspirosa: Ansiedade* (Porto, 2010) INSPEÇÃO DINÂMICA
  • 11.
    • Tiragem • Pescoço •Expansibilidade dos pulmões (Youtube, 2016) INSPEÇÃO DINÂMICA
  • 12.
    • Inspeção • Palpação •Percussão • Ausculta Estática Dinâmica TÉCNICAS
  • 13.
    PALPAÇÃO • Traqueia • Estruturada parede respiratória • Expansibilidade • Frêmito Toracovocal (Paredes, 2015) (Google Imagens, 2016)
  • 14.
    • Inspeção • Palpação •Percussão • Ausculta Estática Dinâmica TÉCNICAS (Potter; Perry, 2009 x Porto, 2010)
  • 15.
    PERCUSSÃO Claro pulmonar HipersonoroMaciço ou Submaciço* Timpânico
  • 16.
  • 17.
    • Inspeção • Palpação •Percussão • Ausculta Estática Dinâmica TÉCNICAS (Potter; Perry, 2009)
  • 18.
    • Normais: ▫ Vesicular: Sons suaves, leves e de baixa frequência, a fase inspiratória é três vezes maior que a expiratória. Presente em todo o tórax. ▫ Broncovesicular: Sons soprados de frequência moderada, a fase inspiratória é igual a expiratória. Audível nas regiões esternal superior, interescápulo-vertebral direita e ao nível da 3ªa 4ª vértebra dorsais. ▫ Brônquico: Sons altos de alta frequência; a expiração é maior que a inspiração. AUSCULTA (Potter; Perry, 2009)
  • 19.
    • Anormais ▫ Descontínuos ▫Contínuos ▫ De origem Pleural AUSCULTA Estertores Finos: Abertura de VA previamente fechadas Estertores Grossos: Abertura e fechamento de VA com secreção Roncos Sibilos Estridores: Inspiratórios por obstrução da laringe ou traqueia Atrito Pleural (Porto, 2010) Tipos Fase do ciclo respiratório Efeitos da tosse Efeito da posição do paciente Áreas que predominam Estertores Finos Final da inspiração Não se alteram Modificam-se ou são abolidos Bases pulmonares Estertores grossos Inicio da inspiração e toda a expiração Alteram-se Não se modificam Todas as áreas do tórax
  • 21.
    Outras maneiras deavaliar o Sistema Respiratório... • Pele e Mucosas Cianose Central Cianose Periférica • Unhas • Exercícios • Fala Baqueteamento (Google Imagens, 2016) • AVD • SaO2 • Exercícios
  • 22.
    Exame Físico doSistema Respiratório e Cardiologia • Estertores auscultados sobre as bases pulmonares são característicos da ICC; • No edema agudo de pulmão, estertores, roncos, sibilos são auscultados em ambos os campos pulmonares; • Alterações na anatomia torácica; Egito, 2016
  • 23.
    REFERÊNCIAS EGITO, Enilton Tabosa.O exame Físico na Insuficiência Cardíaca versus Desnutrição Clinica. Congresso do Instituto de Metabolismo e Nutrição. São Paulo. Acesso em 17 de Março de 2016. http://www.nutricaoclinica.com.br/coracao/o-exame-fisico-na-insuficiencia-cardiaca-versus- desnutricao-clinica www.natoimagens.com.br. Human e Animal Helath Illustrations, 2016. NETTER, F. H. - Atlas de anatomia humana. Porto Alegre: Artes Médica, 2011. Orfalias CTS, March MFBP. A retrospective evaluation of a score system adopted by the Ministry of Health, Brazil, in the diagnosis of pulmonary tuberculosis in childhood: a case control study. Rev Inst Med Trop São Paulo. 2003;45(2):103-5. DOI:10.1590/S0036-46652003000200010 PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Semiologia Médica. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2010. POTTER, P.A; PERRY, A.G. Fundamentos de Enfermagem. 7ª ed. São Paulo: Editora; 2009.