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DRA MARIA JOSÉ GONZALEZ
PARADA
TERCEIRO ANO
CLÍNICA MÉDICA
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INSPEÇÃO DO TÓRAX
• INSPEÇÃO ESTÁTICA DO TÓRAX– AVALIA A
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TONEL
TÓRAX ESCAVADO– NA QUAL O PACIENTE TEM UMA DEPRESSÃO NA
REGIÃO INFERIOR DO ESTERNO , NORMALMENTE TEM ORIGEM CONGÊ -
NITA; TAMBÉM TEM OUTROS NOMES- PECTUS ESCAVATUM, TÓRAX EM -
FUNIL, TÓRAX INFUNDIBILIFORME, TÓRAX SAPATEIRO
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PROEMINENTE OU SEJA DESLOCADA PARA A FRENTE
COMO OCORRE COM O RAQUITISMO NA INFÂNCIA-, TEM
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DE POMBO , TAMBÉM PODE SER CONGÊNITO
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respiratórios por minuto), FREQUENTEMENTE POUCO PROFUNDA
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NORMAL– FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA DE 12 A 20 POR MINUTO
REALIZADA DE FORMA SINCRÔNICA- REGULAR– MESMA PRONFUNDIDADE
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• SINAL DE HOOVER-- OU PARAXO COSTAL-
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COM HIPERINSUFLAÇÃO PULMONOMAR GRAVE QUE
APRESENTAM O DIAFRAGMA RETIFICADO E REBAIXADO
DURANTE A INSPIRAÇÃO A CONTRAÇÃO DE SUAS FIBRAS
PROMOVE PARADOXALMENTE A DIMINUIÇÃO DO
DIÂMETRO LATERO-LATERAL DO TÓRAX - OCORRENDO
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INSPEÇÃO DINÂMICA
USO DE MUSCULATURA ACESSÓRIA– OUTRO PONTO A SER AVALIADO NA MECÂNICA
VENTILATÓRIA É O NÍVEL DE ESFORÇO DO PACIENTE E ISSO SERÁ AVALIADO ATRAVÉS DO USO DA MUSCU
LATURA ACESSÓRIA--- FORMADA PRINCIPALMENTE PELA AVALIAÇÃO DOS MÚSCULOS INSPIRATÓRIOS -
PERCEBE-SE A CONTRAÇÃO DESSA MUSCULATURA NA INSPIRAÇÃO
ESTERNOCLEIDOMASTOIDEOS
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---TIRAGEM------- INDICA A DIFICULDADE DA EXPANSÃO PULMONAR
É A DEPRESSÃO INSPIRATÓRIA DOS ESPAÇOS INTERCOSTAIS - DA REGIÃO SUPRA
ESTERNAL E SUPRA- CLAVICULAR QUE OCORRE DURANTE A INSPIRAÇÃO---
OBSERVADA QUANDO O PACIENTE RESPIRA DE FORMA NORMAL– NÃO SOLICITAR PARA
QUE RESPIRE PROFUNDAMENTE---
PODE OCORRER POR OBSTRUÇÃO BRÔNQUICA REGIONAL– DESSA FORMA A TIRAGEM É
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EXPANSIBILIDADE TORÁCICA
NORMALMENTE A EXPANSIBILIDADE É SIMÉTRICA – IGUAL
NOS DOIS HEMITÓRAX
EXPANSIBILIDADE TORÁCICA AVALIA OS MOVIMENTOS
RESPIRATÓRIOS
REGIÕES INFERIORES A EXPANSIBILIDADE É LATERAL– TANTO NA
REGIÃO ANTERIOR QUANTO NA POSTERIOR
REGIÕES SUPERIORES- EXPANSIBILIDADE OCORRE VERTICALMENTE
PARA CIMA E SOBRETUDO NO SENTIDO ANTERO- POSTERIOR
FRÊMITO TÓRACO VOCAL
OS SONS PRODUZIDOS PELAS CORDAS VOCAIS SÃO TRANSMITIDOS
PELA ÁRVORE TRAQUEOBRÔNQUICA ATÉ A PAREDE TORÁCICA
A PALPAÇÃO DAS VIBRAÇÕES PRODUZIDAS PELOS SONS VOCAIS E -
TRANSMITIDOS A PAREDE TORÁCICA CONSTITUI O
FRÊMITO TÓRACO- VOCAL
--- FRÊMITO TÓRACO- VOCAL FUNCIONAL--- OU SEJA NORMAL
MAIS INTENSO NO HEMITÓRAX DIREITO
DEPENDE DA PERMEABILIDADE DAS VIAS AÉREAS
O SOM É MAIS BEM TRANSMITIDO EM MEIOS LÍQUIDOS E SÓLIDO
OBSERVAÇÃO --- FRÊMITO TÓRACO – VOCAL É SIMPÁTICO AS DOENÇAS PULMONARES
FRÊMITO TÓRACO– VOCAL É ANTIPÁTICO AS DOENÇAS PLEURAIS
FRÊMITO TÓRACO- VOCAL
ENTENDENDO O SOM–
EM UMA OBSTRUÇÃO BRÔNQUICA (ATELECTASIA) O SOM--
NÃO PASSA- ENTÃO TEREMOS UM FRÊMITO TÓRACO-VOCAL
DIMINUÍDO OU AUSENTE--
SÍNDROME DE BARREIRA ( DOENÇAS QUE ACOMETEM A
PLEURA COMO O DERRAME PLEURAL OU O PNEUMOTÓRAX
O FRÊMITO TÓRACO- VOCAL ESTARÁ DIMINUÍDO– POIS
EXISTIRÁ ESSA BARREIRA ENTRE A ÁRVORE TRAQUEO – BRÔNQUICA
E A PAREDE TORÁCICA– INTERROMPENDO A PASSAGEM DO SOM-
CONDENSAÇÕES ( PNEUMONIAS) OCORRE QUE O MEIO FICA LÍQUIDO
E SÓLIDO AUMENTANDO A TRANSMISSÃO DO SOM ATÉ A PAREDE
TORÁCICA PORTANTO FRÊMITO TÓRACO VOCAL AUMENTADO
FRÊMITO TÓRACO-VOCAL
PESQUISA DO FRÊMITO TÓRACO-VOCAL- É UMA MANOBRA COMPA
RATIVA DE CIMA PARA BAIXO NAS FACES POSTERIOR E LATERAL
FACE ANTERIOR – SOMENTE NA REGIÃO INFRA- CLAVICULAR
TIPICAMENTE O FRÊMITO TÓRACO-VOCAL É MAIS ACENTUADO NA
REGIÃO INTERESCAPULAR DO QUE NOS CAMPOS PULMONARES -
INFERIORES E COM FREQUÊNCIA É MAIS PROEMINENTE DO LADO
DIREITO DO QUE DO LADO ESQUERDO– FRÊMITO FUNCIONAL
--- ABAIXO DO DIAFRAGMA O FRÊMITO TÓRACO- VOCAL
DESAPARECE
EXAME FÍSICO DO TÓRAX
PERCUSSÃO----
SOM CLARO PULMONAR-- NORMALMENTE
SOM MACIÇO--- EM PNEUMONIAS
DERRAMES PLEURAIS
SOM HIPERSSONORO--- EM PNEUMOTÓRAX
PERCUSSÃO DO TÓRAX
• APLICAM-SE DOIS GOLPES SEGUIDOS, RÁPIDOS E FIRMES
RETIRANDO-SE INSTANTANEAMENTE O DEDO PARA NÃO
ABAFAR O SOM
PERCUSSÃO PROCEDIMENTO COMPARATIVO– EXAMINAM- SE
EXAMINAM-SE OS DOIS HEMITÓRAX DO ÁPICE PARA A BASE NAS
FACES POSTERIOR LATERAL E ANTERIOR
SINAL DE SIGNORELLI--- SOM MACIÇO DA COLUNA VERTEBRAL
DEVIDO A DERRAME PLEURAL--
PNEUMONIA– SOM MACIÇO--
PNEUMOTÓRAX– SOM TIMPÂNICO
PERCUSSÃO DO TÓRAX
• - REGIÕES ANTERIORES DO TÓRAX- OS NIVEIS
SUPERIORES DA MACICEZ CARDÍACA E HEPÁTICA DEVEM SER
PESQUISADOS
• MACICEZ CARDÍACA– EM GERAL NO NÍVEL DO TERCEIRO EIC
ESQUERDO
• HEPÁTICA NO NÍVEL DO QUINTO ESPAÇO INTERCOSTAL
DIREITO
• MÁXIMO DE PROFUNDIDADE PARA DETECTAR ANORMALIDADE DE
ATÉ 5 CMS DE PROFUNDIDADE A PARTIR DA PAREDE TORÁCICA
EXAME FÍSICO DO TÓRAX
AUSCULTA
AUSCULTA PULMONAR
-- DEVE-SE REALIZAR SEMPRE COM O TÓRAX DESCOBERTO E
SENTADO- SE DEITADO EM DECÚBITO LATERAL-
---REALIZADO SISTEMATICAMENTE----
FACE POSTERIOR– ANTERIOR– LATERAL
PRIMEIRAMENTE EM UM HEMITÓRAX E
POSTERIORMENTE EM OUTRO HEMITÓRAX
DE FORMA COMPARATIVA
AUSCULTA DIRETA
AUSCULTA INDIRETA
----RESPIRAR COM A BOCA ENTREABERTA
AUSCULTA PULMONAR
--- ENTENDENDO A AUSCULTA PULMONAR
VOCÊ VAI AUSCULTAR PRIMEIRAMENTE
OS SONS RESPIRATÓRIOS NORMAIS
TUBULARES– VIAS AÉREAS BEM CONFI
GURADAS E PERMEÁVEIS-
VESICULARES- INTERCÂMBIO NORMAL
DE GASES
SONS NORMAIS AUSCULTADOS NO
TÓRAX
---SOM TRAQUEAL—
CARACTERÍSTICAS DE SOM TUBULAR-
SOPROSO- INTENSO—
EXPIRAÇÃO MAIOR QUE A INSPIRAÇÃO
LOCALIZAÇÃO – CERVICAL, SOBRE A LA
RINGE E TRAQUÉIA– LOGO ACIMA DA
FÚRCULA ESTERNAL
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CARACTERÍSTICAS– SOM TUBULAR
SOPROSO- MENOS INTENSO QUE O TRAQUEAL
EXPIRAÇÃO MAIS INTENSA QUE INSPIRAÇÃO
LOCALIZAÇÃO SOBRE O MANÚBRIO ESTERNAL
SONS NORMAIS AUSCULTADOS NO
TÓRAX
• SOM BRONCO- VESICULAR—
CARACTERÍSTICAS DE SOM INTERMEDIÁRIO
ENTRE O BRÔNQUICO E O VESICULAR- SOM SUAVE
INSPIRAÇÃO E EXPIRAÇÃO DA MESMA INTENSIDADE
LOCALIZAÇÃO– INTER- ESCAÇPULOVERTEBRAIS NO PRIMEIRO
E NO SEGUNDO ESPAÇO INTER- COSTAIS
MAIS AUDÍVEIS DO LADO DIREITO QUE DO LADO ESQUERDO
SONS NORMAIS AUSCULTADOS NO
TÓRAX
• SOM VESICULAR OU MÚRMURIO VESICULAR-
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INTENSO NA INSPIRAÇÃO DO QUE NA EX-
PIRAÇÃO
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TÓRAX DISTANTES DAS VIAS AÉREAS
CENTRAIS
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RESSECÇÃO PULMONAR
OBESIDADE
DISTROFIAS MUSCULARES
OBSTRUÇÃO BRÔNQUICA LOCALIZADA (SEM MV)– ATELECTASIAS
SÍNDROME DE BARREIRA– DERRAME PLEURAL E PNEUMOTÓRAX
SONS PULMONARES ANORMAIS--
ADVENTÍCIOS
--- CONTÍNUOS----( SONS MUSICAIS)
RONCOS-
SIBILOS
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----DESCONTÍNUOS----
(ESTERTORES) CREPITANTES FINOS
(ESTERTORES) CREPITANTES GROSSOS
SONS PULMONARES ANORMAIS
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- RONCOS–
MAIS AUSCULTADOS NA EXPIRAÇÃO
EM REGIÃO DE VIAS AÉREAS CENTRAIS
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MAIS AUSCULTADOS NA EXPIRAÇÃO
EM REGIÕES CENTRAIS E PERIFÉRICAS
SONS PULMONARES ANORMAIS
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(ESTERTORES) CREPITANTES FINOS– MAIS NAS
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FINAL DA INSPIRAÇÃO
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SONS PULMONARES ANORMAIS
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CONFUNDIDOS – CREPITAÇÕES FINAS
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-- NORMALMENTE QUANDO SE AUSCULTA A VOZ NÃO SE
CONSEGUE ENTENDER O QUE
FOI DITO PELO PACIENTE--- QUANDO SE ENTENDE O
QUE PACIENTE FALOU POR EXEMPLO 33
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Exame físico do tórax

  • 1. DRA MARIA JOSÉ GONZALEZ PARADA TERCEIRO ANO CLÍNICA MÉDICA
  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 7.
  • 8.
  • 9.
  • 10.
  • 11. INSPEÇÃO DO TÓRAX • INSPEÇÃO ESTÁTICA DO TÓRAX– AVALIA A ESTRUTURA • INSPEÇÃO DINÂMICA– AVALIA O FUNCIONAMENTO DA ESTRUTURA
  • 12. INSPEÇÃO DO TÓRAX- ESTÁTICA • PELE E SUAS ALTERAÇÕES • PRESENÇA DE CICATRIZES- ABAULAMENTOS- ESPECIALMENTE DE TORACOTOMIA, DRENAGEM TORÁCICA E MASTECTOMIA • PRESENÇA E LOCALIZAÇÃO DE FÍSTULAS • SISTEMA VENOSO VISÍVEL NORMALMENTE E CIRCULAÇÃO VENOSA COLATERAL– COMPRESSÃO DE VEIA CAVA SUPERIOR— • FORMA DO TÓRAX--- VARIAÇÕES ANORMAIS • TÓRAX NORMAL O DIÂMETRO LATERAL PREDOMINA SOBRE O DIÂMETRO ANTERO – POSTERIOR, CONFORME ENVELHECEMOS O DIÂMETRO ANTERO – POSTERIOR AUMENTA COM A IDADE— • AVALIAÇÃO DA SIMETRIA NORMAL ENTRE OS DOIS HEMITÓRAX
  • 13. INSPEÇÃO DO TÓRAX – VARIAÇÕES ANORMAIS DAS FORMAS DO TÓRAX TÓRAX GLOBOSO – DESTACA-SE ENTRE O MAIS COMUM- ESSA ANOMALIA EM QUE OCORRE AUMENTO DO DIÂMETRO ANTERO- POSTERIOR, DECORRE, EM GERAL DA HIPERINSUFLAÇÃO PULMONAR , TAMBÉM CHAMADO DE TÓRAX EM BARRIL , TÓRAX ENFISEMATOSO E EM TONEL TÓRAX ESCAVADO– NA QUAL O PACIENTE TEM UMA DEPRESSÃO NA REGIÃO INFERIOR DO ESTERNO , NORMALMENTE TEM ORIGEM CONGÊ - NITA; TAMBÉM TEM OUTROS NOMES- PECTUS ESCAVATUM, TÓRAX EM - FUNIL, TÓRAX INFUNDIBILIFORME, TÓRAX SAPATEIRO
  • 14. INSPEÇÃO DO TÓRAX- VARIAÇÕES ANORMAIS DAS FORMAS DO TÓRAX TÓRAX CORINIFORME- PACIENTE TEM UM ESTERNO PROEMINENTE OU SEJA DESLOCADA PARA A FRENTE COMO OCORRE COM O RAQUITISMO NA INFÂNCIA-, TEM OUTROS NOMES PECTUS CARINATUM, EM QUILHA, PEITO DE POMBO , TAMBÉM PODE SER CONGÊNITO CURVATURAS NA COLUNA-- ANORMALIDADES DE CURVATURAS DA COLUNA--- CURVATURA POSTERIOR--- CIFOSE CURVATURA LATERIAL--- ESCOLIÓTICO CURVATURA POSTERIOR E LATERAL-- CIFOESCOLIOTICO
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
  • 26. INSPEÇÃO DINÂMICA • FREQUENCIA RESPIRATÓRIA- 12 A 20 MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS POR MINUTO- - • EUPNEICO--- QUANDO O PACIENTE TEM UMA FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA NORMAL • DISPNEÍA – SINAL E SINTOMA DE RESPIRAÇÃO TRABALHOSA • TAQUIPNÉIA – ACIMA DE 24- AUMENTO DA FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA ( movimentos respiratórios por minuto), FREQUENTEMENTE POUCO PROFUNDA • BRADIPNÉIA – FREQUÊNCIA MENOR DO QUE 12 MOVIMENTOS POR MINUTO— • APNÉIA --- É A SUSPENSÃO DA RESPIRAÇÃO • ORTOPNÉIA--- DISPNÉIA EM DECÚBITO DORSAL--- QUE MELHORA NA POSIÇÃO ERETA-ICC • PLATIPNÉIA--- DIPNÉIA NA POSIÇÃO ORTOSTÁTICA– SÍNDROME HEPATO- PULMONAR– HIPOVOLEMIA– MIXOMA ATRIAL
  • 27. INSPEÇÃO DINÂMICA AVALIAR O PADRÃO RESPIRATÓRIO— TORÁCICO TORACO-ABDOMINAL RITMO RESPIRATÓRIO NORMAL– FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA DE 12 A 20 POR MINUTO REALIZADA DE FORMA SINCRÔNICA- REGULAR– MESMA PRONFUNDIDADE INPIRAÇÃO E EXPIRAÇÃO COM A MESMA DURAÇÃO E SEM APNÉIA RITMOS RESPIRATÓRIOS PATOLÓGICOS-- RESPIRAÇÃO DE BIOT RESPIRAÇÃO DE KUSMAULL RESPIRAÇÃO DE CHEYNE STOKES RESPIRAÇÃO PARADOXAL
  • 28. INSPEÇÃO DINÂMICA • SINAL DE HOOVER-- OU PARAXO COSTAL- OBSERVA-SE ESTE SINAL EM PACIENTES COM HIPERINSUFLAÇÃO PULMONOMAR GRAVE QUE APRESENTAM O DIAFRAGMA RETIFICADO E REBAIXADO DURANTE A INSPIRAÇÃO A CONTRAÇÃO DE SUAS FIBRAS PROMOVE PARADOXALMENTE A DIMINUIÇÃO DO DIÂMETRO LATERO-LATERAL DO TÓRAX - OCORRENDO A RETRAÇÃO DO TÓRAX E PORTANTO O PARADOXO- COSTAL
  • 29. INSPEÇÃO DINÂMICA USO DE MUSCULATURA ACESSÓRIA– OUTRO PONTO A SER AVALIADO NA MECÂNICA VENTILATÓRIA É O NÍVEL DE ESFORÇO DO PACIENTE E ISSO SERÁ AVALIADO ATRAVÉS DO USO DA MUSCU LATURA ACESSÓRIA--- FORMADA PRINCIPALMENTE PELA AVALIAÇÃO DOS MÚSCULOS INSPIRATÓRIOS - PERCEBE-SE A CONTRAÇÃO DESSA MUSCULATURA NA INSPIRAÇÃO ESTERNOCLEIDOMASTOIDEOS ESCALENOS TRAPEZIO ---TIRAGEM------- INDICA A DIFICULDADE DA EXPANSÃO PULMONAR É A DEPRESSÃO INSPIRATÓRIA DOS ESPAÇOS INTERCOSTAIS - DA REGIÃO SUPRA ESTERNAL E SUPRA- CLAVICULAR QUE OCORRE DURANTE A INSPIRAÇÃO--- OBSERVADA QUANDO O PACIENTE RESPIRA DE FORMA NORMAL– NÃO SOLICITAR PARA QUE RESPIRE PROFUNDAMENTE--- PODE OCORRER POR OBSTRUÇÃO BRÔNQUICA REGIONAL– DESSA FORMA A TIRAGEM É UNILATERAL--- CORPO ESTRANHO, ESTENOSE OBSTRUÇÃO TRAQUEAL OU BRÔNQUICA BILATERAL---OU POR CONDIÇÕES ASSOCIADAS COMO EDEMA, INFLAMAÇÃO E FIBROSE PULMONAR
  • 30. INSPEÇÃO DINÂMICA SINAIS DE INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA- - USO DE MUSCULATURA ACESSÓRIA - BATIMENTO DE ASA DO NARIZ - TAQUIPNÉIA -SUDORESE - TIRAGEM
  • 31.
  • 32. RITMOS RESPIRATÓRIOS--- ANORMALIDADES • RITMO DE CHEYNE-STOCKES- CONSISTE NA ALTERNÂNCIA DE PERÍODOS EM QUE OCORREM MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS E PERÍODOS DE APNÉIA, COM PERIODICIDADE DE 15 A 30 SEGUNDOS A AMPLITUDE DOS MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS AUMENTA E DIMUNUI GRADUALMENTE (MODELO EM CRESCENDO E DECRESCENDO) O RITMO DE CHEYNE- STOCKES É OBSERVADO NA PRESENÇA DE DEPRESSÃO DO CENTRO RESPIRATÓRIO, ICC
  • 33. RITMO RESPIRATÓRIO NORMAL- É REGULAR-- SEM PERÍODOS DE APNÉIA
  • 34.
  • 35. RITMOS RESPIRATÓRIOS - ANORMALIDADES • RITMO DE KUSSMAUL- É O RITMO EM QUE OS MOVIMENTOS RESIRATÓRIOS SÃO RÁPIDOS, PROFUNDOS E REGULARES , OCORRE NA ACIDOSE METABÓLICA • KUSMAULL- RÁPIDA PROFUNDA E TRABALHOSA
  • 36.
  • 37.
  • 38. RITMOS RESPIRATÓRIOS- ANORMALIDADES • RESPIRAÇÃO DE BIOT- NO RITMO DE BIOT , OS MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS SÃO IRREGULARES EM FREQUÊNCIA E AMPLITUDE, PODENDO HAVER PERÍODOS DE APNÉIA. OCORRE NA PRESENÇA DE GRAVE SOFRIMENTO CEREBRAL, COMO TRAUMATIS MO CRÂNEO ENCEFÁLICO, DEPRESSÃO DO SNC RESPIRAÇÃO PARADOXAL– DURANTE A INSPIRAÇÃO COM O PACIENTE EM SUPINO A PAREDE ABDOMINAL SE MOVE PARA PARADOXALMENTE PARA DENTRO , ENQUANTO O TÓRAX SE MOVE PARA FORA
  • 39. EXAME FÍSICO DO TÓRAX PALPAÇÃO DO TÓRAX- EXPANSIBILIDADE FRÊMITO TÓRACO- VOCAL
  • 40.
  • 41.
  • 42. EXPANSIBILIDADE TORÁCICA • REGIÕES SUPERIORES--- MANOBRA DE RUALT • REGIÕES INFERIORES---- MANOBRA DE LASEGUE -- NAS FACES ANTERIOR E POSTERIOR --- RESPIRE MAIS PROFUNDAMENTE QUE O NORMAL ELA É AVALIADA PELA SENSAÇÃO TÁTIL E VISUAL DA EXPANSÃO TORÁCICA, EVIDENCIADA PELO AFASTAMENTO --- IGUAL EM AMBOS OS LADOS DO TÓRAX
  • 43. EXPANSIBILIDADE TORÁCICA NORMALMENTE A EXPANSIBILIDADE É SIMÉTRICA – IGUAL NOS DOIS HEMITÓRAX EXPANSIBILIDADE TORÁCICA AVALIA OS MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS REGIÕES INFERIORES A EXPANSIBILIDADE É LATERAL– TANTO NA REGIÃO ANTERIOR QUANTO NA POSTERIOR REGIÕES SUPERIORES- EXPANSIBILIDADE OCORRE VERTICALMENTE PARA CIMA E SOBRETUDO NO SENTIDO ANTERO- POSTERIOR
  • 44. FRÊMITO TÓRACO VOCAL OS SONS PRODUZIDOS PELAS CORDAS VOCAIS SÃO TRANSMITIDOS PELA ÁRVORE TRAQUEOBRÔNQUICA ATÉ A PAREDE TORÁCICA A PALPAÇÃO DAS VIBRAÇÕES PRODUZIDAS PELOS SONS VOCAIS E - TRANSMITIDOS A PAREDE TORÁCICA CONSTITUI O FRÊMITO TÓRACO- VOCAL --- FRÊMITO TÓRACO- VOCAL FUNCIONAL--- OU SEJA NORMAL MAIS INTENSO NO HEMITÓRAX DIREITO DEPENDE DA PERMEABILIDADE DAS VIAS AÉREAS O SOM É MAIS BEM TRANSMITIDO EM MEIOS LÍQUIDOS E SÓLIDO OBSERVAÇÃO --- FRÊMITO TÓRACO – VOCAL É SIMPÁTICO AS DOENÇAS PULMONARES FRÊMITO TÓRACO– VOCAL É ANTIPÁTICO AS DOENÇAS PLEURAIS
  • 45. FRÊMITO TÓRACO- VOCAL ENTENDENDO O SOM– EM UMA OBSTRUÇÃO BRÔNQUICA (ATELECTASIA) O SOM-- NÃO PASSA- ENTÃO TEREMOS UM FRÊMITO TÓRACO-VOCAL DIMINUÍDO OU AUSENTE-- SÍNDROME DE BARREIRA ( DOENÇAS QUE ACOMETEM A PLEURA COMO O DERRAME PLEURAL OU O PNEUMOTÓRAX O FRÊMITO TÓRACO- VOCAL ESTARÁ DIMINUÍDO– POIS EXISTIRÁ ESSA BARREIRA ENTRE A ÁRVORE TRAQUEO – BRÔNQUICA E A PAREDE TORÁCICA– INTERROMPENDO A PASSAGEM DO SOM- CONDENSAÇÕES ( PNEUMONIAS) OCORRE QUE O MEIO FICA LÍQUIDO E SÓLIDO AUMENTANDO A TRANSMISSÃO DO SOM ATÉ A PAREDE TORÁCICA PORTANTO FRÊMITO TÓRACO VOCAL AUMENTADO
  • 46. FRÊMITO TÓRACO-VOCAL PESQUISA DO FRÊMITO TÓRACO-VOCAL- É UMA MANOBRA COMPA RATIVA DE CIMA PARA BAIXO NAS FACES POSTERIOR E LATERAL FACE ANTERIOR – SOMENTE NA REGIÃO INFRA- CLAVICULAR TIPICAMENTE O FRÊMITO TÓRACO-VOCAL É MAIS ACENTUADO NA REGIÃO INTERESCAPULAR DO QUE NOS CAMPOS PULMONARES - INFERIORES E COM FREQUÊNCIA É MAIS PROEMINENTE DO LADO DIREITO DO QUE DO LADO ESQUERDO– FRÊMITO FUNCIONAL --- ABAIXO DO DIAFRAGMA O FRÊMITO TÓRACO- VOCAL DESAPARECE
  • 47.
  • 48.
  • 49.
  • 50. EXAME FÍSICO DO TÓRAX PERCUSSÃO---- SOM CLARO PULMONAR-- NORMALMENTE SOM MACIÇO--- EM PNEUMONIAS DERRAMES PLEURAIS SOM HIPERSSONORO--- EM PNEUMOTÓRAX
  • 51.
  • 52.
  • 53. PERCUSSÃO DO TÓRAX • APLICAM-SE DOIS GOLPES SEGUIDOS, RÁPIDOS E FIRMES RETIRANDO-SE INSTANTANEAMENTE O DEDO PARA NÃO ABAFAR O SOM PERCUSSÃO PROCEDIMENTO COMPARATIVO– EXAMINAM- SE EXAMINAM-SE OS DOIS HEMITÓRAX DO ÁPICE PARA A BASE NAS FACES POSTERIOR LATERAL E ANTERIOR SINAL DE SIGNORELLI--- SOM MACIÇO DA COLUNA VERTEBRAL DEVIDO A DERRAME PLEURAL-- PNEUMONIA– SOM MACIÇO-- PNEUMOTÓRAX– SOM TIMPÂNICO
  • 54. PERCUSSÃO DO TÓRAX • - REGIÕES ANTERIORES DO TÓRAX- OS NIVEIS SUPERIORES DA MACICEZ CARDÍACA E HEPÁTICA DEVEM SER PESQUISADOS • MACICEZ CARDÍACA– EM GERAL NO NÍVEL DO TERCEIRO EIC ESQUERDO • HEPÁTICA NO NÍVEL DO QUINTO ESPAÇO INTERCOSTAL DIREITO • MÁXIMO DE PROFUNDIDADE PARA DETECTAR ANORMALIDADE DE ATÉ 5 CMS DE PROFUNDIDADE A PARTIR DA PAREDE TORÁCICA
  • 55. EXAME FÍSICO DO TÓRAX AUSCULTA
  • 56.
  • 57.
  • 58.
  • 59. AUSCULTA PULMONAR -- DEVE-SE REALIZAR SEMPRE COM O TÓRAX DESCOBERTO E SENTADO- SE DEITADO EM DECÚBITO LATERAL- ---REALIZADO SISTEMATICAMENTE---- FACE POSTERIOR– ANTERIOR– LATERAL PRIMEIRAMENTE EM UM HEMITÓRAX E POSTERIORMENTE EM OUTRO HEMITÓRAX DE FORMA COMPARATIVA AUSCULTA DIRETA AUSCULTA INDIRETA ----RESPIRAR COM A BOCA ENTREABERTA
  • 60. AUSCULTA PULMONAR --- ENTENDENDO A AUSCULTA PULMONAR VOCÊ VAI AUSCULTAR PRIMEIRAMENTE OS SONS RESPIRATÓRIOS NORMAIS TUBULARES– VIAS AÉREAS BEM CONFI GURADAS E PERMEÁVEIS- VESICULARES- INTERCÂMBIO NORMAL DE GASES
  • 61. SONS NORMAIS AUSCULTADOS NO TÓRAX ---SOM TRAQUEAL— CARACTERÍSTICAS DE SOM TUBULAR- SOPROSO- INTENSO— EXPIRAÇÃO MAIOR QUE A INSPIRAÇÃO LOCALIZAÇÃO – CERVICAL, SOBRE A LA RINGE E TRAQUÉIA– LOGO ACIMA DA FÚRCULA ESTERNAL ----SOM BRÔNQUICO --- CARACTERÍSTICAS– SOM TUBULAR SOPROSO- MENOS INTENSO QUE O TRAQUEAL EXPIRAÇÃO MAIS INTENSA QUE INSPIRAÇÃO LOCALIZAÇÃO SOBRE O MANÚBRIO ESTERNAL
  • 62. SONS NORMAIS AUSCULTADOS NO TÓRAX • SOM BRONCO- VESICULAR— CARACTERÍSTICAS DE SOM INTERMEDIÁRIO ENTRE O BRÔNQUICO E O VESICULAR- SOM SUAVE INSPIRAÇÃO E EXPIRAÇÃO DA MESMA INTENSIDADE LOCALIZAÇÃO– INTER- ESCAÇPULOVERTEBRAIS NO PRIMEIRO E NO SEGUNDO ESPAÇO INTER- COSTAIS MAIS AUDÍVEIS DO LADO DIREITO QUE DO LADO ESQUERDO
  • 63. SONS NORMAIS AUSCULTADOS NO TÓRAX • SOM VESICULAR OU MÚRMURIO VESICULAR- CARACTERÍSTICA—SOM SUAVE , MAIS INTENSO NA INSPIRAÇÃO DO QUE NA EX- PIRAÇÃO LOCALIZAÇÕES– EXTENSAS ÁREAS DO TÓRAX DISTANTES DAS VIAS AÉREAS CENTRAIS --- REDUÇÕES DO SOM VESICULAR- RESSECÇÃO PULMONAR OBESIDADE DISTROFIAS MUSCULARES OBSTRUÇÃO BRÔNQUICA LOCALIZADA (SEM MV)– ATELECTASIAS SÍNDROME DE BARREIRA– DERRAME PLEURAL E PNEUMOTÓRAX
  • 64.
  • 65.
  • 66.
  • 67. SONS PULMONARES ANORMAIS-- ADVENTÍCIOS --- CONTÍNUOS----( SONS MUSICAIS) RONCOS- SIBILOS ESTRIDOR OU CORNAGEM ----DESCONTÍNUOS---- (ESTERTORES) CREPITANTES FINOS (ESTERTORES) CREPITANTES GROSSOS
  • 68. SONS PULMONARES ANORMAIS ADVENTÍCIOS - RONCOS– MAIS AUSCULTADOS NA EXPIRAÇÃO EM REGIÃO DE VIAS AÉREAS CENTRAIS - SIBILOS – MAIS AUSCULTADOS NA EXPIRAÇÃO EM REGIÕES CENTRAIS E PERIFÉRICAS
  • 69. SONS PULMONARES ANORMAIS ADVENTÍCIOS - DESCONTÍNUOS--- (ESTERTORES) CREPITANTES FINOS– MAIS NAS REGIÕES PERIFÉRICAS (ESTERTORES) CREPITANTES GROSSOS- FINAL DA INSPIRAÇÃO EM REGIÕES PERIFÉRICAS E CENTRAIS ATRITO PLEURAL--- SÃO MAIS AUDÍVEIS NAS REGIÕES INFERO LATERAIS E POSTERIORES DO TÓRAX
  • 70. SONS PULMONARES ANORMAIS ADVENTÍCIOS -- CAUSAS DE ERRO NA AUSCULTA--- CONTRAÇÕES MUSCULTARES CAUSAM RUÍDOS MUSCULARES- QUE PODEM SER CONFUNDIDOS – CREPITAÇÕES FINAS RESPIRAÇÃO SOPROSA ENFISEMA SUBCUTÂNEO- CREPITAÇÃO
  • 71. AUSCULTA DO VOZ -- NORMALMENTE QUANDO SE AUSCULTA A VOZ NÃO SE CONSEGUE ENTENDER O QUE FOI DITO PELO PACIENTE--- QUANDO SE ENTENDE O QUE PACIENTE FALOU POR EXEMPLO 33 NOME– BRONCOFONIA– PECTERILÓQUIA ÁFONA– AUSCULTA DA VOZ FALADA PECTERIILÓQUICA FÔNICA– AUSCULTA DO VOZ SUSSURADA