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FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU
CAMPUS ALIANÇA
MONITORIA DE SEMIOLOGIA
PARA O CURSO DE
ENFERMAGEM
MONITOR: LUCAS FONTES
ORIENTADORA: SUZIANE CARVALHO
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
SAE (SISTEMATIZAÇÃO DA
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM)
É uma metodologia
científica que vem sendo
cada vez mais
implementada na prática
assistencial, conferindo
maior segurança aos
pacientes, melhora da
qualidade da assistência e
maior autonomia aos
profissionais de
Enfermagem.
 Através dela, o enfermeiro
aplica seus conhecimentos
técnico-científicos e
humanos na assistência
aos pacientes.
 Contribui para maior
credibilidade, competência
e visibilidade da
enfermagem e, em
consequência, para maior
autonomia e satisfação
profissional.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
 INVESTIGAÇÃO (HISTÓRICO DE ENFERMAGEM):
 Primeira etapa do processo de Enfermagem;
 Consiste na coleta de dados referentes ao estado de
saúde do paciente;
 Nela, ocorre a anamnese e exame físico;
 IMPORTANTE!!! As informações coletadas precisam
ser claras e fidedignas, para que o perfil de
saúde/doença do paciente seja estabelecido.
SAE (SISTEMATIZAÇÃO DA
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM)
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
 DIAGNÓSTICO:
 Segunda etapa do processo de Enfermagem;
 Os dados coletados são analisados e interpretados
criteriosamente;
 O enfermeiro deve ter capacidade de análise,
julgamento, síntese e percepção, ao interpretar os
dados;
 Baseiam-se nos problemas reais (voltados para o
presente) e nos problemas potenciais (voltados para
o futuro).
SAE (SISTEMATIZAÇÃO DA
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM)
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
 PLANEJAMENTO:
 Terceira etapa do processo de Enfermagem;
 Consiste em: estabelecimento de prioridades para os
diagnósticos de Enfermagem, fixação de resultados a
fim de minimizar ou evitar problemas, registro escrito
dos diagnósticos de Enfermagem, dos resultados
esperados e das prescrições de Enfermagem de modo
organizado;
 Nela, é feita um plano de ações para se alcançarem
resultados em relação a um diagnóstico de
Enfermagem.
SAE (SISTEMATIZAÇÃO DA
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM)
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
 IMPLEMENTAÇÃO:
 Quarta etapa do processo de Enfermagem;
 Definidas durante a etapa de planejamento, nesta etapa
são implementadas as ações prescritas e necessárias
à obtenção dos RE;
SAE (SISTEMATIZAÇÃO DA
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM)
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
 AVALIAÇÃO:
 Quinta etapa do processo de Enfermagem;
 Consiste em acompanhar as respostas do paciente
aos cuidados prescritos (por meio de anotações no
prontuário e nos locais próprios), da observação
direta da resposta do paciente à terapia proposta, bem
como do relato do mesmo.
 O enfermeiro avalia o progresso do cliente, institui
medidas corretivas e, se necessário, revê o plano de
cuidados (prescrição de Enfermagem).
SAE (SISTEMATIZAÇÃO DA
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM)
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
 COMO A PROFESSORA PODE COBRAR NA
PROVA?
 Fazer interrelação de uma coluna associando-se à
outra;
 Dar a definição e pedir para assinalar a etapa
correspondente.
SAE (SISTEMATIZAÇÃO DA
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM)
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MÉTODOS PROPEDÊUTICOS
 INSPEÇÃO: processo de observação, no qual os olhos e
o nariz são utilizados na obtenção de dados do
paciente;
 PALPAÇÃO: técnica que permite a obtenção de dados a
partir do tato e da pressão;
 PERCUSSÃO: baseia-se nas vibrações e sons
originados de pequenos golpes realizados em
determinada superfície do organismo;
 AUSCULTA: procedimento que emprega o estetoscópio,
a partir do qual se obtém ruídos considerados normais
ou patológicos.
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TIPOS DE PALPAÇÃO
 Palpação com mão
espalmada, usando-se
toda a palma de uma
ou de ambas as mãos.
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 Palpação com uma das
mãos sobrepondo-se à
outra.
TIPOS DE PALPAÇÃO
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
 Palpação com mão
espalmada, usando
apenas as polpas
digitais e a parte
ventral dos dedos.
TIPOS DE PALPAÇÃO
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 Palpação usando-se o
polegar e o indicador,
formando uma pinça.
Avalia o turgor.
TIPOS DE PALPAÇÃO
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 Palpação com o dorso
dos dedos. Avalia a
temperatura.
TIPOS DE PALPAÇÃO
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 Dígito-pressão, que é
realizada com a polpa
do polegar,
comprimindo uma
área. Avalia dor e
detecta edema.
TIPOS DE PALPAÇÃO
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
 Puntipressão,
utilizando um objeto
pontiagudo (não
cortante). Avalia a
sensibilidade
dolorosa.
TIPOS DE PALPAÇÃO
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 Fricção com algodão,
utilizando uma mecha
de algodão, roçando-
se de leve na pele..
Avalia a sensibilidade
tátil.
TIPOS DE PALPAÇÃO
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 Percussão direta,
golpeando-se
diretamente com as
pontas dos dedos da
região-alvo.
TIPOS DE PERCUSSÃO
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 Percussão dígito-
digital, golpeando-se
com um dedo a borda
ungueal ou a superfície
dorsal da segunda
falange do dedo médio
ou indicador da outra
mão.
TIPOS DE PERCUSSÃO
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 Punho-percussão, a
mão deve ser mantida
fechada golpeando-se
a área com a borda
cubital. Verifica
sensação dolorosa nos
rins.
TIPOS DE PERCUSSÃO
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 Percussão com a
borda da mão, os
dedos ficam
estendidos e unidos
golpeando-se a região
desejada com a borda
ulnar. Também verifica
sensação dolorosa nos
rins.
TIPOS DE PERCUSSÃO
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 Percussão por
piparote, com uma das
mãos o examinador
golpeia o abdome com
piparotes, enquanto a
outra mão espalmada
na região contralateral
capta ondas líquidas.
Pesquisa ascite
(barriga d’água).
TIPOS DE PERCUSSÃO
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SONS DA PERCUSSÃO DÍGITO-
DIGITAL
 MACIÇO: obtém-se percutindo regiões desprovidas
de ar. Ex: músculo, fígado, coração.
 SUBMACIÇO: órgãos onde há presença de ar, porém
em pequenas quantidades. Ex: baço.
 TIMPÂNICO: é obtido em regiões que contenham
grandes quantidades de ar. Ex: estômago.
 CLARO PULMONAR: obtém-se quando se percute
especificamente a área dos pulmões.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
MÉTODOS PROPEDÊUTICOS
 COMO A PROFESSORA PODE COBRAR NA
PROVA?
 Fazer interrelação de uma coluna associando-se à
outra;
 Identificar alguns achados com os métodos
propedêuticos correspondentes;
 Definir algum método (ou tipo) e pedir para
assinalar a correta.
 Relacionar os tipos de sons da percussão aos
órgãos onde podem ser encontrados.
SINAIS VITAIS: TEMPERATURA
 A temperatura é o equilíbrio entre a produção e a
perda de calor do organismo.
 Pode ser verificada na região axilar, inguinal, bucal
ou retal.
 A axilar é a mais comumente verificada (embora
menos fidedigna). Mais fidedigna: retal.
 Valores normais no adulto variam de 35,5°C a
37,4ºC.
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 TERMINOLOGIA:
 NORMOTERMIA: temperatura normal do corpo
humano (entre 35,5ºC a 37,4ºC).
 HIPOTERMIA: temperatura abaixo do valor normal
(<35,5ºC).
 HIPERTERMIA (FEBRE): temperatura acima do
valor normal (>37,4ºC).
SINAIS VITAIS: TEMPERATURA
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 É a onda de expansão e contração das artérias,
resultante dos batimentos cardíacos.
 Na palpação do pulso, verifica-se: frequência, ritmo
(regular ou irregular/arrítmico), e intensidade (cheio ou
filiforme/fraco).
 O número de pulsações normais no adulto varia de 60 a
100 batimentos por minuto.
 Artérias mais comumente utilizadas: radial, carótida,
temporal, fêmural, poplítea e pediosa.
 O pulso é verificado utilizando a polpa dos dedos
indicador e médio.
SINAIS VITAIS: PULSO
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
SINAIS VITAIS: PULSO
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
 NORMOSFIGMIA: frequência de pulsações está dentro do
normal (entre 60 e 100 bpm).
 BRADISFIGMIA: frequência de pulsações abaixo do valor
de referência (<60 bpm).
 TAQUISFIGMIA: frequência de pulsações acima do valor
normal (>100 bpm).
 PULSO CHEIO: força e volume do pulso normal.
 PULSO FILIFORME: volume do pulso fraco e fino.
 PULSO IRREGULAR: intervalos de batimentos desiguais.
 TERMINOLOGIA:
SINAIS VITAIS: PULSO
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
 É a medida da pressão exercida pelo sangue na
parede das artérias.
 Depende da força de contração do coração, da
quantidade de sangue circulante e da resistência
dos vasos.
 A PA é medida em mmHg.
 O indivíduo que apresenta PA maior que 90x60
mmHg e menor que 140x90 mmHg é considerado
normotenso.
SINAIS VITAIS: PRESSÃO
ARTERIAL
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 TERMINOLOGIA:
 NORMOTENSÃO: PA nos valores de referência
normais (entre 90x60 mmHg e 140x90 mmHg).
 HIPOTENSÃO: PA abaixo do valor normal (<90x60
mmHg).
 HIPERTENSÃO: PA acima do valor limite normal
(>140x90 mmHg).
SINAIS VITAIS: PRESSÃO
ARTERIAL
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 Ato de inspirar e expirar promovendo a troca de
gases entre o organismo e o ambiente.
 Os valores de FR normais variam de 14 a 20
movimentos respiratórios por minuto.
 A respiração deve ser contada sem que o paciente
perceba, observando a respiração procedendo
como se estivesse verificando o pulso.
SINAIS VITAIS: FREQUÊNCIA
RESPIRATÓRIA
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 TERMINOLOGIA:
 EUPNEIA: FR dentro dos valores normais (entre 14
e 20 mrpm).
 TAQUIPNEIA: FR acima dos valores normais (>20
mrpm), caracterizada por ser rápida e superficial.
 HIPERPNEIA: FR acima dos valores normais (>20
mrpm), caracterizada por ser rápida e profunda.
 BRADIPNEIA: FR abaixo dos valores normais (<14
mrpm).
 DISPNEIA: respiração difícil ou trabalhosa.
SINAIS VITAIS: FREQUÊNCIA
RESPIRATÓRIA
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 ORTOPNEIA: dificuldade de respirar na posição deitada.
 APNEIA: ausência de movimentos respiratórios.
 RESPIRAÇÃO DE KUSSMAUL: inspirações rápidas e
amplas, intercaladas por curtos períodos de apneia e
expirações profundas e ruidosas.
 RESPIRAÇÃO DE CHEYNE-STOKES: corresponde a
períodos de respiração lenta e superficial que
gradualmente vai se tornando rápida e profunda,
alternadas por períodos de apneia.
 RESPIRAÇÃO DE BIOT: caracteriza-se por ser irregular.
SINAIS VITAIS: FREQUÊNCIA
RESPIRATÓRIA
 TERMINOLOGIA:
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
SINAIS VITAIS: FREQUÊNCIA
RESPIRATÓRIA
RESPIRAÇÃO DE CHEYNE-STOKES
RESPIRAÇÃO DE BIOT
RESPIRAÇÃO DE KUSSMAUL
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SINAIS VITAIS
 Colocar casos clínicos com valores dos sinais
vitais e pedir para que escreva os termos técnicos
apropriados.
 Dar a definição de um tipo de respiração e pedir
para você assinalar a alternativa correta.
 COMO A PROFESSORA PODE COBRAR NA
PROVA?
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
PELE
 No exame da pele, serão investigados os seguintes
pontos: coloração, continuidade ou integridade,
umidade, textura, espessura, temperatura,
elasticidade, mobilidade, turgor, sensibilidade e
lesões elementares.
 As lesões elementares são classificadas em: sem
relevo ou espessamento, sólidas, com conteúdo
líquido, soluções de continuidade, cadudas e
sequelas.
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SEM RELEVO OU ESPESSAMENTO
 Área plana circunscrita de coloração diferente.
 Mácula hipocrômica: resulta da diminuição ou
ausência de melanina. Ex: vitiligo.
 Mácula hipercrômica: depende do aumento de
pigmento melânico. Ex: pelagra.
 MANCHA OU MÁCULA:
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SEM RELEVO OU ESPESSAMENTO
Hipocromia.
Hipercromia.
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 Acontecem devido a transtornos da
microcirculação da pele.
 Se diferenciam das manchas hemorrágicas por
desaparecerem após compressão.
 Exemplos de manchas vasculares são as
telangiectasias (dilatações de arteríolas, vênulas e
capilares; comum em pernas e coxas de mulheres)
e eritema (decorrente de vasodilatação).
 MANCHAS VASCULARES:
SEM RELEVO OU ESPESSAMENTO
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
SEM RELEVO OU ESPESSAMENTO
Eritema.
Telangiectasias.
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 Também chamadas de “sufusões hemorrágicas”.
 Não desaparecem após compressão; não
desaparecem por se tratarem de sangue
extravasado.
 Exemplos de manchas hemorrágicas: petéquias
(puntiformes), víbices (forma linear) e equimoses
(quando possuem forma de placas).
 MANCHAS HEMORRÁGICAS:
SEM RELEVO OU ESPESSAMENTO
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SEM RELEVO OU ESPESSAMENTO
Petéquias.
Víbices.
Equimose.
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LESÕES SÓLIDAS
 Pápulas são elevações sólidas da pele, de
pequeno tamanho (até 0,5 cm de diâmetro),
superficiais, bem delimitadas com bordas
facilmente percebidas quando se desliza uma
polpa digital sobre a lesão. Ex: picada de inseto,
verruga, erupções medicamentosas.
 Tubérculos são elevações sólidas na pele, de
diâmetro maior que 0,5 cm. Estão situados na
derme. A consistência pode ser mole ou firme. Ex:
lesões da sífilis, tumores.
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LESÕES SÓLIDAS
Pápula.
Tubérculo.
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 Nódulos são formações sólidas localizadas na
hipoderme com até 3 cm de diâmetro. Ex: lesões da
hanseníase, furúnculo, cistos.
 Placas são lesões achatadas, porém discretamente
elevadas em relação ao tecido adjacente. Resultado da
união de várias pápulas.
 Liquenificação é resultado do espessamento da pele
com acentuação das estrias.
 Esclerose é o aumento da consistência da pele, que se
torna mais firme.
 Edema é resultado do acúmulo de líquido no espaço
intersticial. A pele torna-se lisa e brilhante.
LESÕES SÓLIDAS
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
LESÕES SÓLIDAS
Nódulo. Placa.
Liquenificação.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
LESÕES SÓLIDAS
Edema.
Esclerose.
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LESÕES COM CONTEÚDO
LÍQUIDO
 Vesículas são elevações da pele que contém
líquido em seu interior. Seu diâmetro não
ultrapassa 0,5 cm. Ex: lesões da varicela e da
herpes zoster. Vesícula Pápula.
 Bolhas são elevações da pele que também contém
líquido em seu interior. Diferencia-se da vesícula
pelo tamanho, são maiores que 0,5 cm de diâmetro.
Ex: queimaduras, pênfigo.
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LESÕES COM CONTEÚDO
LÍQUIDO
Vesícula.
Bolha.
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 Pústula é uma bolha ou uma vesícula, porém com
conteúdo purulento. Ex: acne.
 Abscessos são coleções purulentas, de
proporções variáveis, de localização dermo-
hipodérmica. Com sinais flogísticos são chamados
de abscessos quentes. Sem sinais flogísticos são
chamados de abscessos frios.
LESÕES COM CONTEÚDO
LÍQUIDO
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
LESÕES COM CONTEÚDO
LÍQUIDO
Pústula.
Abscesso.
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LESÕES POR SOLUÇÃO DE
CONTINUIDADE
 Erosão (ou exulceração) é o simples
arranchamento da parte mais superficial da pele,
atingindo APENAS a epiderme. Quando traumática,
recebe o nome de escoriação.
 Úlcera (ou ulceração) é a perda delimitada das
estruturas que constituem a pele e que chega a
atingir a derme. Ex: úlcera crônica da pele, cancro
mole.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
LESÕES POR SOLUÇÃO DE
CONTINUIDADE
Úlcera.
Erosão
(escoriação).
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 Físsuras (ou rágades) perda de substância linear,
superficial ou profunda e não determinada pela
interveniência de qualquer instrumento cortante.
 Fístulas são pertuitos cutâneos em conexão com
focos de supuração através dos quais flui líquido
purulento, serossanguinolento ou gomoso. Ex:
fístula de tuberculose ganglionar.
LESÕES POR SOLUÇÃO DE
CONTINUIDADE
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
LESÕES POR SOLUÇÃO DE
CONTINUIDADE
Fissura (rágades).
Fístula.
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LESÕES CADUCAS
 Escamas são lâminas epidérmicas secas que
tendem a desprender-se da superfície cutânea.
 Crosta é uma formação proveniente do
ressecamento de secreção serosa, sanguínea,
purulenta ou mista que recobre uma área cutânea
previamente lesada.
 Escara é uma porção do tecido cutâneo necrosado.
A área mortificada torna-se insensível, de cor
escura e está separada do tecido sadio.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
LESÕES CADUCAS
Escamas.
Crosta.
Escara.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
LESÕES COM SEQUELAS
 Atrofia é decorrente do adelgaçamento
(estreitamento) da pele que por isso se torna fina,
lisa, translúcida e pregueada.
 Cicatriz é a reposição do tecido destruído pela
proliferação do tecido fibroso circunjacente.
Podem ser róseo-claras, avermelhadas ou mais
escuras do que a pele ao seu redor.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
LESÕES COM SEQUELAS
Atrofia.
Cicatriz.
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PELE
 COMO A PROFESSORA PODE COBRAR NA
PROVA?
 Em um caso clínico, definir alguma das inúmeras
lesões e pedir para que assinale a alternativa
correspondente.
 Pedir para que diferencie lesões que podem acabar
confundindo as pessoas (mácula X pápula;
vesícula X bolha)
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
CABEÇA E PESCOÇO
 Tamanho e forma do
crânio;
 Posição e movimentos;
 Superfície e couro
cabeludo;
 Exame geral da face;
 O EXAME DA CABEÇA COMPREENDE:
 Exame dos olhos e
supercílios;
 Exame do nariz;
 Exame dos lábios;
 Exame da cavidade
bucal;
 Exame
otorrinolaringológico.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
TAMANHO E FORMA DO CRÂNIO
 Com relação ao tamanho: macrocefalia (crânio
anormalmente grande, frequente em casos de
hidrocefalia) e microcefalia (crânio anormal
pequeno, geralmente acompanhado de retardo
mental).
 Com relação as formas essas alterações são
derivadas do fechamento precoce das suturas
cranianas. Têm-se a acrocefalia, escafocefalia,
plagiocefalia, braquiocefalia e trigonocefalia.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
 Na acrocefalia (ou crânio em forma de torre ou ainda
turricefalia) a cabeça fica alongada para cima, pontuda.
 Na escafocefalia há um levantamento da parte mediana
do crânio.
 Na plagiocefalia o crânio fica com aspecto assimétrico.
 Na braquiocefalia há o aumento do diâmetro transverso.
 Na trigonocefalia a testa ganha um aspecto mais
proeminente do que o habitual.
TAMANHO E FORMA DO CRÂNIO
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
TAMANHO E FORMA DO CRÂNIO
Acrocefalia
(turricefalia).
Escafocefalia.
Plagiocefalia.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
TAMANHO E FORMA DO CRÂNIO
Braquicefalia.
Trigonocefalia.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
POSIÇÃO E MOVIMENTOS
 O desvio de posição
mais comumente
encontrado é o torcicolo
(inclinação lateral da
cabeça) e os
movimentos anormais
mais frequentes são os
tiques.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
SUPERFÍCIE E COURO CABELUDO
 Tem que se observar a
presença de cicatrizes
de traumas/cirurgias,
lesões dermatológicas,
tumores, descamação
do couro cabeludo,
pediculose.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
FACE
 Analisa-se a simetria,
expressão facial e
lesões dermatológicas.
 A assimetria pode ser
consequência de
tumores ou paralisia.
As lesões
dermatológicas podem
ser acne, foliculite e
pitiríase.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
OLHOS
 Deve ser analisado a
presença de icterícia,
protusão dos olhos,
secreções, alteração
na mobilidade das
pálpebras, abertura e
fechamento das
pálpebras.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
NARIZ
 Se observa lesões, se
há infecções, desvio
de septo e corrimento.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
LÁBIOS
 Observa-se se há
alterações de
coloração, tumores,
lesões de herpes,
edemas alérgicos,
deformidades, queilites
e rachaduras labiais.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
OUVIDOS
 Verificar se o paciente
sente dor, queixas de
zumbido, secreção,
surdez, desequilíbrio e
tumores.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
MUCOSA ORAL
 Analisa-se a coloração,
presença de aftas,
lesões tumorais,
perfuração do palato,
úlceras e más-
formações congênitas.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
LÍNGUA
 Analisa-se posição, umidade, tamanho, textura,
movimentos e presença de lesões. Existem alguns
tipos de língua, listados abaixo.
 Língua saburrosa (acúmulo de substância brano-
amarelada na superfície), língua seca (ausência de
umidade), língua lisa (atrofia das papilas), língua pilosa
(papilas alongadas e escurecidas), língua de
framboesa (granulosa e vermelha-brilhante, língua
geográfica (áreas irregulares e delimitadas), língua
escrotal (presença de sulcos irregulares),
macroglossia (aumento da língua), glossite (inflamação
geral da língua)
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
LÍNGUA
Saburrosa.
Seca.
Lisa.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
LÍNGUA
De framboesa.
Pilosa.
Geográfica.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
LÍNGUA
Glossite.
Escrotal.
Macroglossia.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
DENTES
 Observa-se o estado
dos dentes, se há
presença de dentes
cariados, hipoplasia do
esmalte, dentes de
Hutchinson (forma de
chave de fenda).
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
PESCOÇO
 Avalia-se a pele, forma
e volume, posição,
mobilidade, turgência
ou insurgimento das
jugulares e batimentos
arteriais/venosos.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
EXAME NEUROLÓGICO
 Um exame neurológico detalhado e cuidadoso traz
informações relevantes para a assistência de
Enfermagem.
 Visa identificar disfunções no sistema nervoso,
determinar os efeitos dessas disfunções no dia-a-
dia do paciente e detectar situações de risco.
 A frequência de realização desse exame dependerá
das condições de admissão e da estabilidade do
paciente.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
ANAMNESE NEUROLÓGICA
 Deve ser dirigida de forma a captar dados
relevantes para o exame físico.
 A história da doença atual deve incluir fatos como
início e modo de instalação e evolução, alterações
do ritmo de sono, perdas de consciência, possíveis
acidentes e traumatismos, parasitoses, alergias e
doenças venéreas.
 A história pessoal deve abordar dados referentes a
condições de habitação, alimentação, vícios,
trabalho e condições emocionais.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
AVALIAÇÃO DOS SISTEMA
MENTAL
 Observa-se o nível de consciência (se o paciente
está alerta/vigil/acordado, sonolento/letárgico,
torporoso/comatoso), a orientação
(autopsiquicamente = de si; alopsiquicamente = do
tempo e do espaço), a linguagem (fluência,
repetições, compreensão, articulação dos sons) e a
memória (imediata e remota). Para essa avaliação
se utiliza o minimental test.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
DISTÚRBIOS DAS FUNÇÕES
CEREBRAIS SUPERIORES
 Entre os principais distúrbios das funções
cerebrais superiores, podemos encontrar os de
linguagem, os quais afetam a comunicação do
indivíduo com o mundo ao seu redor.
 Entre as alterações relacionadas à fala, tem-se a
dislalia (lesões no palato) e a disartria (lesões nos
nervos cranianos), sendo ambas uma dificuldade
de articular as palavras. Dislexia é a dificuldade de
aprender a ler.
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
 Afasia é a incapacidade de expressão da linguagem.
Possui diversas formas clínicas:
 Afasia motora ou verbal (ou ainda de Brocca):
caracterizada pela dificuldade de se expressar pela fala
ou pela escrita.
 Afasia repetitiva ou sensorial (ou ainda de Wernicke):
caracterizada pela dificuldade de compreensão da
linguagem.
 Afasia global: decorrente de lesão das regiões de
Brocca e Wernicke, em que a compressão e expressão
da linguagem estão comprometidas.
DISTÚRBIOS DAS FUNÇÕES
CEREBRAIS SUPERIORES
Dúvidas? lucasfontesenf@hotmail.com
DISTÚRBIOS DAS FUNÇÕES
CEREBRAIS SUPERIORES
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 Afasia de condução: caracterizada pela repetição
de vocábulos (parafasia), acompanhada de
dificuldade na escrita.
 Afasia amnésica: é a incapacidade de nomear
objetos, ainda que o conhecimento de utilidade
seja preservado.
DISTÚRBIOS DAS FUNÇÕES
CEREBRAIS SUPERIORES
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 Outro distúrbio das funções superiores está
relacionado às gnosias (reconhecimento). A sua
perda dá-se o nome de agnosia, cujas formas mais
importantes são a incapacidade de
reconhecimento: do som, da visão, de objetos
colocados na mão, da fisionomia, etc.
DISTÚRBIOS DAS FUNÇÕES
CEREBRAIS SUPERIORES
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 As apraxias constituem outro distúrbio e
significam a incapacidade de atividade gestual
consciente. Apraxia construtiva é a perda da
capacidade de gestos organizados, como
desenhar. Apraxia ideomotora é a incapacidade de
gestos simples ordenados, como bater palmas e
segurar a orelha. Apraxia ideatória é a
incapacidade de organizar gestos simples, como
virar uma garrafa sobre um copo d’água. Apraxia
de vestir é a incapacidade de executar atos de
vestir-se ou despir-se.
DISTÚRBIOS DAS FUNÇÕES
CEREBRAIS SUPERIORES
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INSPEÇÃO NEUROLÓGICA
 Deve ser realizada nas posições de pé, sentado ou
no leito, e o examinador deve procurar observar as
posições, as expressões e os movimentos do
paciente, verificando se o paciente está
hemiplégico (com ausência de movimentos),
hemiparésico (com diminuição dos movimentos ou
se o paciente se queixa de formigamento
(hemiparestesia).
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 Posição em gatilho caracterizada por hiperextensão
da cabeça, pela flexão das pernas sobre as coxas e
pelo encurvamento do tronco com concavidade para
a frente. Típica de irritação meníngea.
 Opistótono é decorrente da contratura muscular
lombar, observadas nos casos de tétano e
meningite. Corpo voltado para trás.
 Emprostótono é o contrário do opistótono, ou seja, o
corpo do paciente forma uma concavidade voltada
para diante.
POSIÇÕES DETECTÁVEIS NA
INSPEÇÃO NEUROLÓGICA
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AVALIÇÃO DO NÍVEL DE
CONSCIÊNCIA
 A consciência é a capacidade do indivíduo de reagir a
estímulos.
 Para se avaliar o nível de consciência se utiliza a escala
de coma de Glasgow. Ela tem sido amplamente utilizada
para determinar e avaliar a profundidade do coma e
prognosticar a evolução dos pacientes com ou sem
trauma craniencefálico.
 A escala avalia: abertura ocular (até 4 pontos), melhor
resposta verbral (até 5 pontos) e melhor resposta motora
(até 6 pontos).
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AVALIÇÃO DO NÍVEL DE
CONSCIÊNCIA
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AVALIAÇÃO PUPILAR
 Devem ser obervados e anotados o diâmetro, a forma e
a reação à luz.
 Púpilas com o mesmo diâmetro são denominadas
isocóricas.
 Se uma pupila estiver maior do que a outra, são
consideradas anisocóricas.
 Quando ambas estão contraídas recebem o nome de
mióticas.
 Quando ambas estiverem dilatadas recebem o nome de
midriáticas.
 Recebem o nome de discóricas quando estão em
formas anormais.
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AVALIAÇÃO PUPILAR
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EXAME DO EQUILÍBRIO
 O exame é estático e dinâmico.
 No estático, deve-se solicitar ao paciente que fique
de pé, com os pés unidos e as mãos juntas à coxa,
olhos abertos e, depois fechados. Sendo feito o
teste de Romberg, que avalia o equilíbrio.
 No dinâmico, solicita-se ao paciente que caminhe
normalmente.
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EXAME DA FUNÇÃO MOTORA
 Inclui a avalição do tônus muscular e da força
muscular.
 O tônus é avaliado palpando-se grupos
musculares, tanto em repouso como em sua
movimentação ativa. As alterações do tônus
incluem flacidez, rigidez e espaciticidade
(espasmos).
 Hipotonia é a diminuição do tônus; hipertonia é o
aumento do tônus. Ambas devem ser anotadas
com a respectiva graduação em: leve, moderada e
acentuada.
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AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO
SENSITIVA
 O exame inclui o tato, a dor e a temperatura.
 Analgesia é ausência de sensação dolorosa;
hipoalgesia é a diminuição da sensação de dor;
hiperalgesia é o aumento de sensação de dor;
anestesia é a ausência de sensibilidade (tátil);
hipostesia é a diminuição da sensibilidade;
hiperestesia é o aumento da sensibilidade;
parestesia é a sensação de formigamento ou
dormência.
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TÓRAX: MAMAS
 O exame das mamas é dividido em inspeção e palpação.
 A inspeção pode ser estática e dinâmica.
 Na inspeção estática analisa-se a simetria, o trofismo, as
dimensões, a forma das mamas, das papilas e das
aréolas e a presença de alterações de superfície.
 Na inspeção dinâmica utiliza-se duas manobras: a
primeira é o levantamento dos braços para verificar a
tensão dos ligamentos de Cooper; e a segunda é a
contração dos músculos peitorais.
 Tanto a estática quanto a dinâmica revelam retrações,
abaulamentos, tumores, alterações papilares e areolares.
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TÓRAX: MAMAS
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