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AVALIAÇÃO RESPIRATÓRIA
Enfª. Res. Hirla Vanessa Araújo
PRONTO SOCORRO CARDIOLÓGICO DE PERNAMBUCO
PROF° LUIZ TAVARES
PROGRAMA DE ESPECIALIZAÇAO EM CARDIOLOGIA
MODALIDADE RESIDÊNCIA
RECIFE – PE
2014
Objetivos
• Descrever os sinais e sintomas respiratórios durante a
avaliação respiratória;
• Descrever o processo do exame físico;
• Discriminar entre os sons respiratórios normal e
anormal;
• Descrever as avaliações laboratoriais e diagnósticas.
História do paciente
• O motivo pelo qual o paciente está procurando os
cuidados de saúde está frequentemente relacionado a um
dos seguintes:
▫ Dispnéia;
▫ Dor;
▫ Acúmulo de muco;
▫ Sibilância;
▫ Hemoptise;
▫ Edema de tornozelos e pés;
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▫ Fadiga e fraqueza generalizadas.
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• Dispnéia:
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FR
RN 40-45
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PRÉ-ESCOLAR 20-35
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ADULTOS 16-20
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baixa
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ente iguais
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no 1° e 2º EI,
anteriormente, e
entre as
escápulas
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Inspiratórios
Alta Relativamente
alta
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manúbrio,
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TIPO LOCALIZAÇAO PROBLEMAS
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Atrito pleural Superfícies pleurais Pleurite Som de rangido,
creptante ouvido
geralmente entre a insp.
e a exp.
Creptaçoes
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Atelectasia;
Inflamaçao;
Excesso de líquido
ou muco
Sons discretos e
descontínuos que
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tardia das vias aéreas
Roncos Vias aéreas calibrosas Inflamaçao;
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broncoespasmo
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Geralmente expiratório.
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Pectorilóquia afônica
ou fônica
Som mais alto que o
normal quando
auscultada a parede
torácica, detectável
durante o pronunciado
“33”.
É uma modificação na
qualidade do som da
letra “i” para “e”com
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anasalada.
É um achado muito
sutil ouvido apenas na
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inspiratório (VRI)
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paciente
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• Toracocentese
• Biópsia.
Referências bibliográficas
• Brunner & Suddarth, Tratado de enfermagem médico
cirúrgica/ [editores] Suzanne C. Smeltzer...[et al.]; [revisão técnica
Isabel Cristina Fonseca da Cruz, Ivone Evangelista Cabral; tradução
Fernando Diniz Mundim, José Eduardo Ferreira de Figueiredo]. –
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 4v: 11th ed.
• PORTO, Celmo Celeno. Semiologia Médica. 6.ed. Guanabara
Koogan, 2009.

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Avaliação respiratória

  • 1. AVALIAÇÃO RESPIRATÓRIA Enfª. Res. Hirla Vanessa Araújo PRONTO SOCORRO CARDIOLÓGICO DE PERNAMBUCO PROF° LUIZ TAVARES PROGRAMA DE ESPECIALIZAÇAO EM CARDIOLOGIA MODALIDADE RESIDÊNCIA RECIFE – PE 2014
  • 2. Objetivos • Descrever os sinais e sintomas respiratórios durante a avaliação respiratória; • Descrever o processo do exame físico; • Discriminar entre os sons respiratórios normal e anormal; • Descrever as avaliações laboratoriais e diagnósticas.
  • 3. História do paciente • O motivo pelo qual o paciente está procurando os cuidados de saúde está frequentemente relacionado a um dos seguintes: ▫ Dispnéia; ▫ Dor; ▫ Acúmulo de muco; ▫ Sibilância; ▫ Hemoptise; ▫ Edema de tornozelos e pés; ▫ Tosse; ▫ Fadiga e fraqueza generalizadas.
  • 4. História do paciente Quando começou o sintoma? Quanto tempo ele durou? Houve alívio em algum momento? Como foi obtido esse alívio?
  • 5. Sinais e sintomas • Dispnéia: ▫ Deve ser determinada sua circunstância:  Como o esforço deflagra a falta de ar?  Há tosse associada?  A dispnéia está associada a outros sintomas?  O início da falta de ar foi súbito ou gradual?  Em que momento do dia ou da noite ocorre a dispnéia?  A falta de ar piora quando o paciente está deitado no leito?  Ocorre em repouso? Com o exercício?  A falta de ar piora quando caminha? Se +, qual a distancia? Com qual velocidade? • Platipnéia* • Ortopnéia* • Trepopnéia*
  • 6. Sinais e sintomas • Tosse: ▫ Caráter da tosse; ▫ Horário da tosse; • Produção de escarro: ▫ A produção de escarro é a reação dos pulmões a qualquer irritante que reincida de forma constante;  Infecção bacteriana/Infecção viral/Bronquite crônica ou bronquiectasia/Tumor pulmonar/Abscesso pulmonar.
  • 7. Sinais e sintomas • Produção de escarro: Infecção bacteriana Espesso,amarelado,esverdeado Bronquite viral Fino e mucóide Tumor pulmonar Mucóide tinto de rosa Edema pulmonar Espumoso róseo Abscesso pulmonar Bronquiectasia Odor fétido Inf. Por fusoespiroquetas
  • 8. Sinais e sintomas • Dor torácica: ▫ Pode estar associada a doença pulmonar ou cardíaca  Pulmonar: nem sempre produz dor torácica:  Aguda, penetrante ou intermitente;  Maciça, contusa ou persistente. • Sibilância: ▫ É um achado importante em um paciente com broncoconstrição ou estreitamento da via aérea.
  • 9. Sinais e sintomas • Banqueteamento dos dedos: ▫ Condições hipóxicas crônicas; ▫ Infecções pulmonares crônicas; ▫ Malignidades do pulmão. • Hemoptise: ▫ Infecção pulmonar; ▫ Carcinoma de pulmão; ▫ Anormalidades do coração ou vasos sanguíneos; ▫ anormalidades da artéria ou veia pulmonar; ▫ Infarto e embolia pulmonar.
  • 10. Sinais e sintomas • Cianose: ▫ É um indicador muito tardio de hipóxia; ▫ A sua presença ou ausência é determinada pela quantidade de hemoglobina não-glicada; ▫ 5g/dl de hemoglobina não-oxigenada; ▫ Cianose central e cianose periférica. A cianose não é um sinal confiável de hipóxia!
  • 11. Exame físico • INSPEÇÃO ▫ Estruturas respiratórias superiores:  Nariz e seios paranasais;  Faringe e boca;  Traquéia (PALPAÇÃO). ▫ Estruturas respiratórias inferiores:  INSPEÇÃO ESTÁTICA:  Tórax (configuração):  Em barril;  Em funil;  Em peito de pombo (Pectus Carinatum);  Cifoescoliose;  Abaulamentos e depressões.
  • 13. Exame físico • INSPEÇÃO DINÂMICA: ▫ Tipo respiratório; ▫ Ritmo e frequência da respiração:  Eupnéia;  Suspirosa;  Bradipnéia;  Taquipnéia;  Hiperpnéia;  Apnéia;  Hipoventilação;  Hiperventilação (Respiração de kussmaul);  Respiração de Cheyne-Stokes;  Respiração de Biot. FR RN 40-45 LACTENTES 25-35 PRÉ-ESCOLAR 20-35 ESCOLAR 18-35 ADULTOS 16-20
  • 14. Exame físico • INSPEÇÃO DINÂMICA ▫ Amplitude dos movimentos; ▫ Presença ou ausência de tiragem intercostal; ▫ Expansibilidade dos pulmões
  • 15. Exame físico • PALPAÇÃO TORÁCICA: ▫ Palpa-se o tórax para a hipersensibilidade, massas, lesões, excursão respiratória e frêmito vocal:  Pontas dos dedos: lesões cutâneas e massas subcutâneas;  Palma da mão: massas mais profundas ou dor na costela ou flanco generalizada. ▫ EXCURSÃO RESPIRATÓRIA  Consiste em uma estimativa da expansão torácica e pode revelar informações significativas a respeito do movimento torácico durante a respiração:  Amplitude;  Simetria.
  • 16. Exame físico ▫ FRÊMITO TÁTIL  É a detecção da vibração resultante na parede torácica através do tato.  Influenciado pelo(a):  Espessura da parede torácica;  Obesidade;  Homens x Mulheres;  Mais palpável na parte superior do tórax, anterior e posteriormente. As vibrações são detectadas comas superfícies das mãos , ou com a face ulnar das mãos estendidas sobre o tórax.
  • 17. Exame físico • PERCUSSÃO TORÁCICA ▫ Utiliza-se para determinar se os tecidos subjacentes estão cheios de ar, líquido ou material sólido; ▫ Estimar o tamanho e a localização de determinadas estruturas dentro do tórax (diafragma, coração).
  • 19. Exame físico • AUSCULTA TORÁCICA ▫ Útil na avaliação do fluxo de ar através da árvore brônquica e na avaliação da presença de liquido ou obstrução sólida nas estruturas pulmonares:  Sons respiratórios normais;  Sons adventícios  Sons vocais.
  • 20. Sons respiratórios DURAÇAO INTENSIDADE TONALIDADE LOCALIZAÇOES Vesicular Inspiratórios > Expiratórios Macia Relativamente baixa Todo o campo pulmonar, exceto sobre a parte posterior do esterno e entre as escápulas Broncovesicular Aproximadam ente iguais Intermediária Intermediária Frequentemente no 1° e 2º EI, anteriormente, e entre as escápulas Bronquico Expiratórios > Inspiratórios Alta Relativamente alta Sobre o manúbrio, quando ouvidos Traqueal Aproximadam ente iguais Muito alta Relativamente alta Sobre a traqueia do pescoço
  • 21. Sons adventícios TIPO LOCALIZAÇAO PROBLEMAS ASSOCIADOS CARACTERÍSTICAS Atrito pleural Superfícies pleurais Pleurite Som de rangido, creptante ouvido geralmente entre a insp. e a exp. Creptaçoes (Estertores) Vias aéreas periféricas e alveólos Atelectasia; Inflamaçao; Excesso de líquido ou muco Sons discretos e descontínuos que resultam da reaberura tardia das vias aéreas Roncos Vias aéreas calibrosas Inflamaçao; Excesso de líquido ou muco Sons grosseiros e graves e contínuos. Sibilos Vias aéreas grandes ou pequenas Broncoconstriçao por broncoespasmo Som musical contínuo . Geralmente expiratório.
  • 22. Sons vocais Broncofonia Egofonia Pectorilóquia afônica ou fônica Som mais alto que o normal quando auscultada a parede torácica, detectável durante o pronunciado “33”. É uma modificação na qualidade do som da letra “i” para “e”com uma qualidade anasalada. É um achado muito sutil ouvido apenas na presença de consolidação muito densa do pulmão.
  • 23. Volumes pulmonares Capacidades pulmonares Volume corrente (VC) 500 ml ou 5-10 ml/kg Capacidade vital CV=VC+VRI+VRE Volume de reserva inspiratório (VRI) 3.000 ml Capacidade inspiratória CI=VC+VRI Volume de reserva expiratório (VRE) 1.100 ml Capacidade residual funcional CRF=VRE+VR Volume residual (VR) 1.200 ml Capacidade pulmonar total CPT=VC+VRI+VRE +VR Exame físico da capacidade respiratória no paciente
  • 24. Avaliação diagnóstica • Provas de função pulmonar (PFPs): ▫ Volumes pulmonares; ▫ Difusão; ▫ Troca gasosa. Em geral, são realizadas por um técnico que emprega um espirômetro. Inúmeros testes são feitos, porque nenhuma medição isolada fornece um quadro completo da função pulmonar.
  • 25. Exames laboratoriais • Gasometria; • Culturas; • Exames de escarro.
  • 26. Avaliação diagnóstica • Exames de imageamento ▫ Radiografia de tórax; ▫ Tomografia computadorizada; ▫ Imageamento por ressonância magnética;
  • 27.
  • 28.
  • 29.
  • 30. Avaliação diagnóstica • Exames fluoroscópicos; ▫ Angiografia pulmonar; ▫ Cintilografias pulmonares.
  • 31. Avaliação diagnóstica • Procedimentos endoscópicos ▫ Broncoscopia; ▫ Toracoscopia
  • 33. Referências bibliográficas • Brunner & Suddarth, Tratado de enfermagem médico cirúrgica/ [editores] Suzanne C. Smeltzer...[et al.]; [revisão técnica Isabel Cristina Fonseca da Cruz, Ivone Evangelista Cabral; tradução Fernando Diniz Mundim, José Eduardo Ferreira de Figueiredo]. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 4v: 11th ed. • PORTO, Celmo Celeno. Semiologia Médica. 6.ed. Guanabara Koogan, 2009.