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Assistência de Enfermagem ao
Paciente com Endocardite
Glayce Renata
Enfermeira Residente
Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco Profº Luiz Tavares
Programa de Especialização em Cardiologia Modalidade
Residência
Recife
2015
Objetivos
•Compreender a fisiopatologia, manifestações
clínicas e tratamento da endocardite;
•Relatar o caso de um paciente com endocardite.
•Correlacionar a evolução clínica do caso
apresentado com os achados da literatura;
•Elaborar um plano de cuidados de enfermagem.
Introdução
• Processo infeccioso do endocárdio que geralmente
envolve as valvas cardíacas, causados por vírus,
bactérias, fungos e rickéttsias e que se caracteriza
pela formação de vegetação séptica.
• É uma doença incomum, não devendo, porém, ser
considerada uma doença rara.
• O prognóstico depende do diagnóstico precoce,
tratamento efetivo e reconhecimento de suas
complicações (mortalidade 20 – 30%).
BONOW; MANN; ZIPES; LIBBY.,2013.
Epidemiologia
• A EI é mais frequente no sexo masculino 2-9:1
• A média de idade aumentou de 35 anos para
maior de 50 anos.
• As valvas aórtica e mitral são as mais afetadas.
• Usuários de drogas ilícitas injetáveis é um grupo
especialmente predisposto.
Classificação
Pode ser classificada em quatro grupos:
Endocardite infecciosa de valva nativa.
Endocardite infecciosa em portador de prótese valvar.
Endocardite infecciosa em usuários de drogas ilícitas por
via endovenosa.
Endocardite nosocomial
PEDROSA, C.L.; OLIVEIRA, W. 2010
Endocardite infecciosa de valva nativa.
• É acometida por qualquer cardiopatia: adquirida ou
congênita que resulte em gradiente de pressão entre
cavidades.
• Fluxo turbulento da câmara de
> pressão para a de < pressão.
Lesão do endotélio e formação do
trombo estéril– alicerce para
aderência bacteriana.
Endocardite infecciosa de valva nativa.
Dentre as cardiopatias estruturais mais
frequentemente associadas à EI de valva nativa
estão:
• Valvopatia reumática
• Doença valvar degenerativa
• Prolapso de válva mitral
• Cardiopatia congênita
• Lesão valvar secundária a EI prévia (é o
> preditor de EI em portadores de valva nativa).
Lesão valvar secundária a EI prévia.
• O Streptococcus responde por cerca de 50 a 60%
dos casos.
• Staphylococcus aureus (30%).
• Enterococcus (15%).
• Fungos e rickétssias em menor incidência.
Quadro Clínico
• Fadiga
• Mal-estar
• Cefaleia
• Anorexia
• Emagrecimento
• Náuseas/vômitos
• Sopros cardíacos
• Febre
• Confusão
• Sudorese
Diagnóstico
• Hemocultura
• ETE
Esses métodos tem sensibilidade superior a
90%, e o ETE uma especificidade, também
elevada (> que 90%).
• A suspeita clínica constante continua sendo
imprescindível para o diagnóstico precoce da EI.
• O paciente com febre tem fatores de risco
predisponentes para EI?
• O paciente com febre foi submetido a algum
procedimento associado à bacteriemia transitória?
Tratamento
• O tratamento da EI tem dois objetivos
principais:
1. Erradicar o agente infeccioso da vegetação;
2. Evitar o desenvolvimento de complicações.
• A antibioticoterapia permanece o padrão ouro
no tratamento, porém, até 1/3 dos casos
necessita de associação à cirurgia para troca
valvar.
Tratamento
• A decisão quanto a iniciar prontamente ou não o
ATB e/ou submeter o paciente à troca valvar
deve ser baseada:
 Na extensão da infecção valvar visualizada no ETE.
 Na gravidade do quadro clínico do paciente.
 O tratamento ATB deve ser iniciado o mais
precocemente possível.
 os ATBs devem ser usados obrigatoriamente por
via endovenosa.
Tratamento
• O tratamento varia de 4 a 6 semanas ou mais e
depende do agente infectante.
• Penicilina G cristalina ou Ceftriaxona +
Gentamicina são os ATBs de escolha nos casos
de EI de valva nativa.
Relato de Caso
N.B., masculino, 42 anos, procedente de Paulista, internado na clínica
médica do HUOC desde 17/09/15 para investigação de febre diária,
astenia e perda de peso (15 kg) durante os últimos 4 meses. Com
história de ITU de repetição (com passado de tratamento) e relato de
dificuldade de urinar.
Durante o internamento, realizou um ECOTT após ter sido auscultado
um sopro sistólico em foco aórtico, que evidenciou presença de
filamentos presos em folhetos de valva aórtica (vegetação?).
Foi iniciado esquema de ATB para tratamento de endocardite
infecciosa.
Relato de Caso
• Em 05/10/15 evolui com pulsos e PA em MMSS assimétricos,
dispneia aos mínimos esforços e dessaturação SaO2: 80% ar
ambiente, quando foi encaminhado ao PROCAPE.
• Realizou um ECOTE no dia 08/10/15 que evidenciou lesão
vegetativa em valva aórtica e refluxo importante, com IM moderada
e dilatação importante de VE.
Exame Físico
• EGR, consciente, orientado, hipocorado
(+2/+4), acianótic0, hidratado, taquidispneico.
• ACV: RCI, BNF com SS em FAo (+2/+4), FC: 84
bpm e PA: 120 x 40 mmHg.
• AR: MV + sem RA, Sat. 80% ar ambiente.
• Abd. semigloboso, depressível, indolor a
palpação.
Medicações Em Uso
• Gentamicina
• Ceftriaxona
• Lasix
Exames Complementares
Eletrocardiograma
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VE: Cavidade aumentada de grau importante.
AE: Cavidade aumentada de grau importante.
Valva Aórtica com imagem sugestiva de vegetação / Refluxo de grau
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Valva Mitral com refluxo moderado.
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Radiografia de Tórax
Sistematização da Assistência de
Enfermagem - SAE
NANDA, 2011
Sistematização da Assistência de
Enfermagem - SAE
NANDA, 2011
Conclusão
Paciente foi submetido a cirurgia para troca de
valva aórtica e plastia de valva mitral em
21/10/15. Segue com melhora significativa do
quadro clínico e permanece internado na
enfermaria do 7º andar para conclusão do
tratamento da EI.
Referências Bibliográficas
• BONOW, MANN, ZIPES, LIBBY. Braunwald Tratado de Doenças
Cardiovasculares. São Paulo. Elsevier, 2013.
• CARPENITO, L.J. Diagnóstico de enfermagem: Aplicação a
prática clínica; trad. Ana Thorell. Ged. Porto Alegre, Artes
Médicas, 2012.
• North American Nursing Diagnosis Association (NANDA).
Diagnósticos de Enfermagem da NANDA: Definições e
classificação 2009-2011. Tradução de Cristina Correa. Porto
Alegre: Artmed, 2009.
• PEDROSA, C.L.; OLIVEIRA, W. Doenças do Coração. Recife.
Revinter, 2010.
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RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
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Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
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Caso clínico Endocardite

  • 1. Assistência de Enfermagem ao Paciente com Endocardite Glayce Renata Enfermeira Residente Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco Profº Luiz Tavares Programa de Especialização em Cardiologia Modalidade Residência Recife 2015
  • 2. Objetivos •Compreender a fisiopatologia, manifestações clínicas e tratamento da endocardite; •Relatar o caso de um paciente com endocardite. •Correlacionar a evolução clínica do caso apresentado com os achados da literatura; •Elaborar um plano de cuidados de enfermagem.
  • 3. Introdução • Processo infeccioso do endocárdio que geralmente envolve as valvas cardíacas, causados por vírus, bactérias, fungos e rickéttsias e que se caracteriza pela formação de vegetação séptica. • É uma doença incomum, não devendo, porém, ser considerada uma doença rara. • O prognóstico depende do diagnóstico precoce, tratamento efetivo e reconhecimento de suas complicações (mortalidade 20 – 30%). BONOW; MANN; ZIPES; LIBBY.,2013.
  • 4. Epidemiologia • A EI é mais frequente no sexo masculino 2-9:1 • A média de idade aumentou de 35 anos para maior de 50 anos. • As valvas aórtica e mitral são as mais afetadas. • Usuários de drogas ilícitas injetáveis é um grupo especialmente predisposto.
  • 5. Classificação Pode ser classificada em quatro grupos: Endocardite infecciosa de valva nativa. Endocardite infecciosa em portador de prótese valvar. Endocardite infecciosa em usuários de drogas ilícitas por via endovenosa. Endocardite nosocomial PEDROSA, C.L.; OLIVEIRA, W. 2010
  • 6. Endocardite infecciosa de valva nativa. • É acometida por qualquer cardiopatia: adquirida ou congênita que resulte em gradiente de pressão entre cavidades. • Fluxo turbulento da câmara de > pressão para a de < pressão. Lesão do endotélio e formação do trombo estéril– alicerce para aderência bacteriana.
  • 7. Endocardite infecciosa de valva nativa. Dentre as cardiopatias estruturais mais frequentemente associadas à EI de valva nativa estão: • Valvopatia reumática • Doença valvar degenerativa • Prolapso de válva mitral • Cardiopatia congênita • Lesão valvar secundária a EI prévia (é o > preditor de EI em portadores de valva nativa).
  • 8. Lesão valvar secundária a EI prévia. • O Streptococcus responde por cerca de 50 a 60% dos casos. • Staphylococcus aureus (30%). • Enterococcus (15%). • Fungos e rickétssias em menor incidência.
  • 9. Quadro Clínico • Fadiga • Mal-estar • Cefaleia • Anorexia • Emagrecimento • Náuseas/vômitos • Sopros cardíacos • Febre • Confusão • Sudorese
  • 10. Diagnóstico • Hemocultura • ETE Esses métodos tem sensibilidade superior a 90%, e o ETE uma especificidade, também elevada (> que 90%). • A suspeita clínica constante continua sendo imprescindível para o diagnóstico precoce da EI. • O paciente com febre tem fatores de risco predisponentes para EI? • O paciente com febre foi submetido a algum procedimento associado à bacteriemia transitória?
  • 11. Tratamento • O tratamento da EI tem dois objetivos principais: 1. Erradicar o agente infeccioso da vegetação; 2. Evitar o desenvolvimento de complicações. • A antibioticoterapia permanece o padrão ouro no tratamento, porém, até 1/3 dos casos necessita de associação à cirurgia para troca valvar.
  • 12. Tratamento • A decisão quanto a iniciar prontamente ou não o ATB e/ou submeter o paciente à troca valvar deve ser baseada:  Na extensão da infecção valvar visualizada no ETE.  Na gravidade do quadro clínico do paciente.  O tratamento ATB deve ser iniciado o mais precocemente possível.  os ATBs devem ser usados obrigatoriamente por via endovenosa.
  • 13. Tratamento • O tratamento varia de 4 a 6 semanas ou mais e depende do agente infectante. • Penicilina G cristalina ou Ceftriaxona + Gentamicina são os ATBs de escolha nos casos de EI de valva nativa.
  • 14. Relato de Caso N.B., masculino, 42 anos, procedente de Paulista, internado na clínica médica do HUOC desde 17/09/15 para investigação de febre diária, astenia e perda de peso (15 kg) durante os últimos 4 meses. Com história de ITU de repetição (com passado de tratamento) e relato de dificuldade de urinar. Durante o internamento, realizou um ECOTT após ter sido auscultado um sopro sistólico em foco aórtico, que evidenciou presença de filamentos presos em folhetos de valva aórtica (vegetação?). Foi iniciado esquema de ATB para tratamento de endocardite infecciosa.
  • 15. Relato de Caso • Em 05/10/15 evolui com pulsos e PA em MMSS assimétricos, dispneia aos mínimos esforços e dessaturação SaO2: 80% ar ambiente, quando foi encaminhado ao PROCAPE. • Realizou um ECOTE no dia 08/10/15 que evidenciou lesão vegetativa em valva aórtica e refluxo importante, com IM moderada e dilatação importante de VE.
  • 16. Exame Físico • EGR, consciente, orientado, hipocorado (+2/+4), acianótic0, hidratado, taquidispneico. • ACV: RCI, BNF com SS em FAo (+2/+4), FC: 84 bpm e PA: 120 x 40 mmHg. • AR: MV + sem RA, Sat. 80% ar ambiente. • Abd. semigloboso, depressível, indolor a palpação.
  • 17. Medicações Em Uso • Gentamicina • Ceftriaxona • Lasix
  • 20. Ecocardiograma TT VE: Cavidade aumentada de grau importante. AE: Cavidade aumentada de grau importante. Valva Aórtica com imagem sugestiva de vegetação / Refluxo de grau importante. Valva Mitral com refluxo moderado. IAo de grau importante: Imagens sugestivas de vegetação em folhetos/ IM de grau moderado.
  • 21.
  • 23. Sistematização da Assistência de Enfermagem - SAE NANDA, 2011
  • 24. Sistematização da Assistência de Enfermagem - SAE NANDA, 2011
  • 25. Conclusão Paciente foi submetido a cirurgia para troca de valva aórtica e plastia de valva mitral em 21/10/15. Segue com melhora significativa do quadro clínico e permanece internado na enfermaria do 7º andar para conclusão do tratamento da EI.
  • 26. Referências Bibliográficas • BONOW, MANN, ZIPES, LIBBY. Braunwald Tratado de Doenças Cardiovasculares. São Paulo. Elsevier, 2013. • CARPENITO, L.J. Diagnóstico de enfermagem: Aplicação a prática clínica; trad. Ana Thorell. Ged. Porto Alegre, Artes Médicas, 2012. • North American Nursing Diagnosis Association (NANDA). Diagnósticos de Enfermagem da NANDA: Definições e classificação 2009-2011. Tradução de Cristina Correa. Porto Alegre: Artmed, 2009. • PEDROSA, C.L.; OLIVEIRA, W. Doenças do Coração. Recife. Revinter, 2010.