ESTÁGIO SUPERVISIONADO RELAÇÃO TEORIA X PRÁTICA
Disciplina que se integra com as demais disciplina do currículo. Articula a  teoria x prática. Faz parte do processo da Educação Infantil/ Ensino Fundamental 1° e 2 ° Ciclos.
Educação frágil devido as mudanças de nomenclatura e esvaziamento de conteúdos. O produto desta mudança seria qualidade para o determinado curso?
A prática de Ensino deverá estar articulada com as metodologias, enquanto o estagiário deverá compreender a estrutura, organização e funcionamento das escolas PIMENTA E GONÇALVES  ( 1992, p. 126), a partir de 2007  na Educação Infantil e as do 1° e 2° Ciclos do Ensino Fundamental, a dúvida está quando questiona-se na atualidade por que as metodologias surgem apenas nos últimos momentos do estágio supervisionado?
Como entender o que é Didática, Metodologia do Ensino, Prática de Ensino e Estágio Supervisionado, pois até o momento os educadores não entraram em um consenso que resolvam esta questão?
O estágio não deve ser colocado como pólo prático, mas uma aproximação à prática e deverá ser após a teoria estudada. Existe a angústia daquele profissional que tem por objetivo a competência do estagiário que depende de sua orientação e ainda não pode esquecer que para fazer deve existir, e que para fazer deve saber.
Embasados no princípio de ação-reflexão-ação pode-se entender como indispensável para a constituição de uma consciência profissional pelo estagiário. PIMENTA ( 2004, p.34)  “O estágio como pesquisa já se encontra presente em práticas de grupos isolados. No entanto, entendemos que precisa ser assumido como horizonte ou utopia a ser conquistada no projeto dos cursos de formação.” PIMENTA ( 2004, p.39) “A perspectiva técnica no estágio gera um distanciamento da vida e do trabalho concreto que ocorre nas escolas, uma vez que as disciplinas que compõem os cursos de formação não estabelecem nexos entre os conteúdos (teorias?) que desenvolvem e a realidade nas quais o ensino ocorre.”
Quais exigências têm sido efetuadas, com relação aos profissionais das disciplinas do curso? Será que estes professores são apenas detentores de metodologias e técnicas, ou tem uma caminhada, um conhecimento que possa ser realmente transmitido aos alunos, preparando-os para a realidade que irão atuar? São apenas professores que não tiveram outra opção, e estão neste curso apenas ministrando aulas? Qual é o foco das políticas governamentais em relação à qualidade das informações, conteúdos e conhecimentos que são repassados para os cursos de Formação de Docentes?
 
Santo Agostinho citado Piletti (1991, p.139) com relação ao ensino comenta que: “Deus é o verdadeiro mestre que ensina dentro de nossa alma, porém sublinha a necessidade de ajuda exterior.”
PIMENTA ( 2004, p.50) também questiona sobre os professores : “...quais as condições que a escola pública oferece para espaços de reflexão coletiva e de  pesquisa por  seus profissionais? Consideram-se ainda as limitações na formação inicial dos professores, que historicamente acumula índices precários devido à formação aligeirada muitas vezes frágil teórica e praticamente.”
Faz-se necessário nesse processo de  relacionamento interpessoal, compreender e respeitar os professores e os agentes da escola, tornando-se assim parceiros, em busca de um fim único que é a qualidade do trabalho realizado.
GARCÍA In: NÓVOA (1995, p. 60) refere-se: ... que o conceito de reflexão na ação como processo mediante ao qual os profissionais (os práticos), nomeadamente os professores, aprendem a partir da análise e interpretação de sua própria atividade. A importância da contribuição de Schön consiste no fato de ele destacar uma característica fundamental do ensino: é uma profissão em que a própria prática conduz necessariamente a criação de um conhecimento específico e ligado à ação, que só pode ser adquirido através do contato com a prática, pois trata-se de um conhecimento tácito, pessoal e não sistemático.
Desenvolver nos professores a consciência de que estão em constante estado de aprendizagem é fundamental, que sua vida profissional é uma troca e os lança como seres no mundo responsáveis pelo projeto de vida de cada um, pela auto-educação aprendendo a ser, para depois ser responsável pelo projeto de vida institucional, permeado pela pesquisa, pelos saberes e por aquilo que desconhecem. Eles devem lembrar que para fazer devem existir e para fazer devem saber, e este saber apreendeu com...
As mudanças na formação dos professores passaram pelas mudanças internas dos formadores de professores que se sentiram mobilizados para a pesquisa tornando um ponto primordial para a mediação entre a teoria e a prática.
PROBLEMATIZAÇÃO PONTOS FRACOS Conversas fora do assunto nas aulas; Indisciplina nas salas de aula; Falta de tempo para teorização das disciplinas; Mais atenção nas observações do estágio; Horário das aulas de estágio, muito corrido;
Desunião entre as alunas; Desrespeito entre as colegas; Local das escolas de estágio, muito distantes; A forma como os professores tratam os estagiários; Professores que fazem pré-conceitos dos estagiários; Professores querem que os estagiários façam tudo na sala;
Professores parecem não gostar dos estagiários; Falta de consideração dos professores, para com os estagiários; Falta de materiais para elaboração das aulas; Professora tem ciúme das estagiárias, não deixando as alunas participarem das aulas; Professores deixam os estagiários sozinhos nas salas;
Falta informação das professoras regentes, ao receber os estagiários; Professoras não gostam dos estagiários porque sentem-se avaliadas; Professoras não gostam dos estagiários, “travando o trabalho em sala de aula”; Falta de preparo de alguns professores do curso; Falta de acolhimento aos estagiários pelos professores das escolas; Discriminação de alguns estagiários por professores que acham que eles são muito novos.
Pouca atenção dos professores/diretores  das instituições onde são realizados os estágios; Falta de planejamento e pouco interesse do professor do curso; Falta de aulas de metodologia no curso para os CMEI; Carga horária incompatível entre teoria/prática;
Falta de responsabilidade com as tarefas por parte dos estagiários; Reposição de carga horária; Grupos de alunos do curso mal divididos; Estágio sem opção de turno; Mais prática e menos papéis; Mais recursos na biblioteca; Não aumentar a carga de estágio; Iniciar antes o estágio no CEMEI; Sem limites de faltas no estágio;
Não reposição de aulas; Pouco tempo em campo de estágio;
PONTOS FORTES Explicação do professor; A utilização do quadro de giz; Trabalhos em grupos; Projetos; Qualidade do Professor; Qualidade do estágio; Profissionais qualificados; Organização do SESIPE;
Transmissão do conhecimento; Preparação psicológica do aluno; Carga horária; Conteúdos; União; Práticas, como as cantigas de roda; Muita matéria; Teoria bastante diversificada; Atividades diferenciadas; Aulas produtivas;
Dinâmicas; Passeios; Interação; Preparação para a futura professora; Trabalho individualizado; Arte; Melhor forma de aprendizagem; Tirar dúvidas com os professores; Professores dedicados; Uso dos PCNs; Uso de afetividade, sensibilidade, saber dar limites ao aluno e o valor das brincadeiras; Postura e apresentação pessoal na sociedade; Troca de experiências adquiridas no estágio;
Aprendizado; Participação; Responsabilidade, consciência; Segurança para explicar e prender a atenção dos alunos; Leituras; Preparação para a vida;
REFERÊNCIAS GARCIA, C. M.  A formação de professores : novas perspectivas baseadas na investigação sobre o pensamento do professor. In NÓVOA, Antônio (coord.)  Os professores e sua formação . Lisboa: D. Quixote, 1992. p. 51-78 PIMENTA, S. G.  O estágio na formação de professores – unidade teoria e prática?  Ed. 5.   Cortez. V. único, 2002. PIMENTA, S. G.; GONÇALVES, C. L.  Revendo o ensino de 2° grau propondo a formação de professores.  Ed. Revista 2. V. único. 1990. ROMANOWSKI, J. P.; MARTINS, P. L. O.; JUNQUEIRA, S. R. A.  Conhecimento local e conhecimento universal: pesquisa, didática e ação.  Universitária Champagnat. Curitiba. V. 4, 2004. ROMANOWSKI, J. P.; MARTINS, P. L. O.; JUNQUEIRA, S. R. A.  Conhecimento local e conhecimento universal: pesquisa, didática e ação.  Universitária Champagnat. Curitiba. V. 1, 2004. SOUSA, C. P.; DEPRESBITERIS, L.; FRANCO, M. L. P. B.; SOUSA, S. Z. L.  Avaliação do rendimento escolar.  Ed. 3. Papirus. V. único, 1994.

EstáGio Supervisionado Ponta Grossa

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    Disciplina que seintegra com as demais disciplina do currículo. Articula a teoria x prática. Faz parte do processo da Educação Infantil/ Ensino Fundamental 1° e 2 ° Ciclos.
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    Educação frágil devidoas mudanças de nomenclatura e esvaziamento de conteúdos. O produto desta mudança seria qualidade para o determinado curso?
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    A prática deEnsino deverá estar articulada com as metodologias, enquanto o estagiário deverá compreender a estrutura, organização e funcionamento das escolas PIMENTA E GONÇALVES ( 1992, p. 126), a partir de 2007 na Educação Infantil e as do 1° e 2° Ciclos do Ensino Fundamental, a dúvida está quando questiona-se na atualidade por que as metodologias surgem apenas nos últimos momentos do estágio supervisionado?
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    Como entender oque é Didática, Metodologia do Ensino, Prática de Ensino e Estágio Supervisionado, pois até o momento os educadores não entraram em um consenso que resolvam esta questão?
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    O estágio nãodeve ser colocado como pólo prático, mas uma aproximação à prática e deverá ser após a teoria estudada. Existe a angústia daquele profissional que tem por objetivo a competência do estagiário que depende de sua orientação e ainda não pode esquecer que para fazer deve existir, e que para fazer deve saber.
  • 7.
    Embasados no princípiode ação-reflexão-ação pode-se entender como indispensável para a constituição de uma consciência profissional pelo estagiário. PIMENTA ( 2004, p.34) “O estágio como pesquisa já se encontra presente em práticas de grupos isolados. No entanto, entendemos que precisa ser assumido como horizonte ou utopia a ser conquistada no projeto dos cursos de formação.” PIMENTA ( 2004, p.39) “A perspectiva técnica no estágio gera um distanciamento da vida e do trabalho concreto que ocorre nas escolas, uma vez que as disciplinas que compõem os cursos de formação não estabelecem nexos entre os conteúdos (teorias?) que desenvolvem e a realidade nas quais o ensino ocorre.”
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    Quais exigências têmsido efetuadas, com relação aos profissionais das disciplinas do curso? Será que estes professores são apenas detentores de metodologias e técnicas, ou tem uma caminhada, um conhecimento que possa ser realmente transmitido aos alunos, preparando-os para a realidade que irão atuar? São apenas professores que não tiveram outra opção, e estão neste curso apenas ministrando aulas? Qual é o foco das políticas governamentais em relação à qualidade das informações, conteúdos e conhecimentos que são repassados para os cursos de Formação de Docentes?
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    Santo Agostinho citadoPiletti (1991, p.139) com relação ao ensino comenta que: “Deus é o verdadeiro mestre que ensina dentro de nossa alma, porém sublinha a necessidade de ajuda exterior.”
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    PIMENTA ( 2004,p.50) também questiona sobre os professores : “...quais as condições que a escola pública oferece para espaços de reflexão coletiva e de pesquisa por seus profissionais? Consideram-se ainda as limitações na formação inicial dos professores, que historicamente acumula índices precários devido à formação aligeirada muitas vezes frágil teórica e praticamente.”
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    Faz-se necessário nesseprocesso de relacionamento interpessoal, compreender e respeitar os professores e os agentes da escola, tornando-se assim parceiros, em busca de um fim único que é a qualidade do trabalho realizado.
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    GARCÍA In: NÓVOA(1995, p. 60) refere-se: ... que o conceito de reflexão na ação como processo mediante ao qual os profissionais (os práticos), nomeadamente os professores, aprendem a partir da análise e interpretação de sua própria atividade. A importância da contribuição de Schön consiste no fato de ele destacar uma característica fundamental do ensino: é uma profissão em que a própria prática conduz necessariamente a criação de um conhecimento específico e ligado à ação, que só pode ser adquirido através do contato com a prática, pois trata-se de um conhecimento tácito, pessoal e não sistemático.
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    Desenvolver nos professoresa consciência de que estão em constante estado de aprendizagem é fundamental, que sua vida profissional é uma troca e os lança como seres no mundo responsáveis pelo projeto de vida de cada um, pela auto-educação aprendendo a ser, para depois ser responsável pelo projeto de vida institucional, permeado pela pesquisa, pelos saberes e por aquilo que desconhecem. Eles devem lembrar que para fazer devem existir e para fazer devem saber, e este saber apreendeu com...
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    As mudanças naformação dos professores passaram pelas mudanças internas dos formadores de professores que se sentiram mobilizados para a pesquisa tornando um ponto primordial para a mediação entre a teoria e a prática.
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    PROBLEMATIZAÇÃO PONTOS FRACOSConversas fora do assunto nas aulas; Indisciplina nas salas de aula; Falta de tempo para teorização das disciplinas; Mais atenção nas observações do estágio; Horário das aulas de estágio, muito corrido;
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    Desunião entre asalunas; Desrespeito entre as colegas; Local das escolas de estágio, muito distantes; A forma como os professores tratam os estagiários; Professores que fazem pré-conceitos dos estagiários; Professores querem que os estagiários façam tudo na sala;
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    Professores parecem nãogostar dos estagiários; Falta de consideração dos professores, para com os estagiários; Falta de materiais para elaboração das aulas; Professora tem ciúme das estagiárias, não deixando as alunas participarem das aulas; Professores deixam os estagiários sozinhos nas salas;
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    Falta informação dasprofessoras regentes, ao receber os estagiários; Professoras não gostam dos estagiários porque sentem-se avaliadas; Professoras não gostam dos estagiários, “travando o trabalho em sala de aula”; Falta de preparo de alguns professores do curso; Falta de acolhimento aos estagiários pelos professores das escolas; Discriminação de alguns estagiários por professores que acham que eles são muito novos.
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    Pouca atenção dosprofessores/diretores das instituições onde são realizados os estágios; Falta de planejamento e pouco interesse do professor do curso; Falta de aulas de metodologia no curso para os CMEI; Carga horária incompatível entre teoria/prática;
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    Falta de responsabilidadecom as tarefas por parte dos estagiários; Reposição de carga horária; Grupos de alunos do curso mal divididos; Estágio sem opção de turno; Mais prática e menos papéis; Mais recursos na biblioteca; Não aumentar a carga de estágio; Iniciar antes o estágio no CEMEI; Sem limites de faltas no estágio;
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    Não reposição deaulas; Pouco tempo em campo de estágio;
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    PONTOS FORTES Explicaçãodo professor; A utilização do quadro de giz; Trabalhos em grupos; Projetos; Qualidade do Professor; Qualidade do estágio; Profissionais qualificados; Organização do SESIPE;
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    Transmissão do conhecimento;Preparação psicológica do aluno; Carga horária; Conteúdos; União; Práticas, como as cantigas de roda; Muita matéria; Teoria bastante diversificada; Atividades diferenciadas; Aulas produtivas;
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    Dinâmicas; Passeios; Interação;Preparação para a futura professora; Trabalho individualizado; Arte; Melhor forma de aprendizagem; Tirar dúvidas com os professores; Professores dedicados; Uso dos PCNs; Uso de afetividade, sensibilidade, saber dar limites ao aluno e o valor das brincadeiras; Postura e apresentação pessoal na sociedade; Troca de experiências adquiridas no estágio;
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    Aprendizado; Participação; Responsabilidade,consciência; Segurança para explicar e prender a atenção dos alunos; Leituras; Preparação para a vida;
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    REFERÊNCIAS GARCIA, C.M. A formação de professores : novas perspectivas baseadas na investigação sobre o pensamento do professor. In NÓVOA, Antônio (coord.) Os professores e sua formação . Lisboa: D. Quixote, 1992. p. 51-78 PIMENTA, S. G. O estágio na formação de professores – unidade teoria e prática? Ed. 5. Cortez. V. único, 2002. PIMENTA, S. G.; GONÇALVES, C. L. Revendo o ensino de 2° grau propondo a formação de professores. Ed. Revista 2. V. único. 1990. ROMANOWSKI, J. P.; MARTINS, P. L. O.; JUNQUEIRA, S. R. A. Conhecimento local e conhecimento universal: pesquisa, didática e ação. Universitária Champagnat. Curitiba. V. 4, 2004. ROMANOWSKI, J. P.; MARTINS, P. L. O.; JUNQUEIRA, S. R. A. Conhecimento local e conhecimento universal: pesquisa, didática e ação. Universitária Champagnat. Curitiba. V. 1, 2004. SOUSA, C. P.; DEPRESBITERIS, L.; FRANCO, M. L. P. B.; SOUSA, S. Z. L. Avaliação do rendimento escolar. Ed. 3. Papirus. V. único, 1994.