PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO
NA IDADE CERTA
“Como professor não me é possível
ajudar o educando a superar sua
ignorância se não supero
permanentemente a minha. Não
posso ensinar o que não sei.”
(FREIRE, 1999, p. 107)
Objetivo
Propor novas metodologias e colocar os
profissionais a par das discussões teóricas
atuais, com a intenção de contribuir para as
mudanças que se fazem necessárias para
a melhoria da ação pedagógica na escola
e consequententemente na educação.
Começando por indagar aComeçando por indagar a
prática....prática....
Abordagem contextualAbordagem contextual
Mudanças
Mudanças
NovosNovos
paradigmasparadigmas
AvançoAvanço
tecnológicotecnológico
NovasNovas
descobertasdescobertas
científicascientíficas
Evolução dosEvolução dos
meios demeios de
comunicaçãocomunicação
Indagações de um contexto emIndagações de um contexto em
perspectivasperspectivas
PERGUNTAS
TÍTULO VI
Dos Profissionais da Educação
• Art. 61. A formação de profissionais da educação, de
modo a atender aos objetivos dos diferentes níveis e
modalidades de ensino e às características de cada fase
do desenvolvimento do educando, terá como fundamentos:
I - a associação entre teorias e práticas, inclusive
mediante a capacitação em serviço;
II - aproveitamento da formação e experiências
anteriores em instituições de ensino e outras atividades.
O que diz a Carta Magna daO que diz a Carta Magna da
Educação?Educação?
Adianta formação paraAdianta formação para
continuar assim?continuar assim?
“Se uma pessoa ensina durante trinta anos, ela não
faz simplesmente alguma coisa, ela faz também
alguma coisa de si mesma: sua identidade carrega as
marcas de sua própria atividade, e uma boa parte de
sua existência é caracterizada por sua atuação
profissional”. (TARDIF; RAYMOND, 2000, p. 210)
formar-se continuamentformar-se continuament
Assim, a formação em serviço requer um clima de
real colaboração entre o docente e o programa de
formação oferecido. “Quem não se dispõe a
mudar não transforma a prática.” (IMBERNÓN)
A formação continuada é um processo dinâmico, por
meio do qual, ao longo do tempo, um profissional vai
adequando sua formação às exigências de sua
atividade profissional.
Não existe prática sem teoria, como também não existe
teoria que não tenha nascido de uma prática. Porque o
importante é que a reflexão seja um instrumento
dinamizador entre prática e teoria. Porém não basta
pensar, refletir, o crucial é fazer com que a reflexão nos
conduza à ação transformadora, que comprometa-nos
com nossos desejos, nossas opções, nossa história.
(FREIRE, 1996)
FORMAÇÃOFORMAÇÃO
INICIALINICIAL
• FORMAÇÃO CONTINUADA: extensão e complementação
da formação inicial, ao longo da vida profissional do docente,
muitas vezes dissociada de sua prática, posto que o
profissional se percebe e se coloca como depositário do saber
(formação inicial). Baseada no saber antes do fazer, orientada
pela racionalidade técnica, tem como preocupação primordial
a aquisição de competências escolares que habilitam os
professores ao exercício da profissão. Parte da teoria para a
ação.
Formação continuada &Formação continuada &
Formação continuada em exercícioFormação continuada em exercício
• FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO: Diz respeito à
valorização da prática docente como a única possibilidade de
êxito do professor aplicar criativamente a racionalidade
técnica obtida no processo de aquisição de competências
escolares. Os professores constituem-se em sujeitos do
próprio processo de conhecimento. Parte da ação para a
teoria.
Formação continuada &Formação continuada &
Formação continuada em exercícioFormação continuada em exercício
Referências
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática
educativa. São Paulo, 1996.
IMBERNÓN, Francisco. Formação continuada de professores. Porto Alegre: Artmed,
2010.
PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Artmed, 2000.
TARDIF, Maurice; RAYMOND, Danielle. Saberes, tempo e aprendizagem do trabalho
no magistério. Educação & Sociedade, ano XXI, no 73, Dezembro/2000. p. 209-244.
Formação continuada de professores em exercício

Formação continuada de professores em exercício

  • 1.
    PACTO NACIONAL PELAALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA
  • 2.
    “Como professor nãome é possível ajudar o educando a superar sua ignorância se não supero permanentemente a minha. Não posso ensinar o que não sei.” (FREIRE, 1999, p. 107)
  • 3.
    Objetivo Propor novas metodologiase colocar os profissionais a par das discussões teóricas atuais, com a intenção de contribuir para as mudanças que se fazem necessárias para a melhoria da ação pedagógica na escola e consequententemente na educação.
  • 4.
    Começando por indagaraComeçando por indagar a prática....prática....
  • 5.
  • 6.
    Indagações de umcontexto emIndagações de um contexto em perspectivasperspectivas PERGUNTAS
  • 7.
    TÍTULO VI Dos Profissionaisda Educação • Art. 61. A formação de profissionais da educação, de modo a atender aos objetivos dos diferentes níveis e modalidades de ensino e às características de cada fase do desenvolvimento do educando, terá como fundamentos: I - a associação entre teorias e práticas, inclusive mediante a capacitação em serviço; II - aproveitamento da formação e experiências anteriores em instituições de ensino e outras atividades. O que diz a Carta Magna daO que diz a Carta Magna da Educação?Educação?
  • 8.
    Adianta formação paraAdiantaformação para continuar assim?continuar assim?
  • 11.
    “Se uma pessoaensina durante trinta anos, ela não faz simplesmente alguma coisa, ela faz também alguma coisa de si mesma: sua identidade carrega as marcas de sua própria atividade, e uma boa parte de sua existência é caracterizada por sua atuação profissional”. (TARDIF; RAYMOND, 2000, p. 210)
  • 12.
  • 13.
    Assim, a formaçãoem serviço requer um clima de real colaboração entre o docente e o programa de formação oferecido. “Quem não se dispõe a mudar não transforma a prática.” (IMBERNÓN) A formação continuada é um processo dinâmico, por meio do qual, ao longo do tempo, um profissional vai adequando sua formação às exigências de sua atividade profissional.
  • 14.
    Não existe práticasem teoria, como também não existe teoria que não tenha nascido de uma prática. Porque o importante é que a reflexão seja um instrumento dinamizador entre prática e teoria. Porém não basta pensar, refletir, o crucial é fazer com que a reflexão nos conduza à ação transformadora, que comprometa-nos com nossos desejos, nossas opções, nossa história. (FREIRE, 1996)
  • 15.
  • 16.
    • FORMAÇÃO CONTINUADA:extensão e complementação da formação inicial, ao longo da vida profissional do docente, muitas vezes dissociada de sua prática, posto que o profissional se percebe e se coloca como depositário do saber (formação inicial). Baseada no saber antes do fazer, orientada pela racionalidade técnica, tem como preocupação primordial a aquisição de competências escolares que habilitam os professores ao exercício da profissão. Parte da teoria para a ação. Formação continuada &Formação continuada & Formação continuada em exercícioFormação continuada em exercício
  • 17.
    • FORMAÇÃO CONTINUADAEM SERVIÇO: Diz respeito à valorização da prática docente como a única possibilidade de êxito do professor aplicar criativamente a racionalidade técnica obtida no processo de aquisição de competências escolares. Os professores constituem-se em sujeitos do próprio processo de conhecimento. Parte da ação para a teoria. Formação continuada &Formação continuada & Formação continuada em exercícioFormação continuada em exercício
  • 18.
    Referências FREIRE, Paulo. Pedagogiada Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo, 1996. IMBERNÓN, Francisco. Formação continuada de professores. Porto Alegre: Artmed, 2010. PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Artmed, 2000. TARDIF, Maurice; RAYMOND, Danielle. Saberes, tempo e aprendizagem do trabalho no magistério. Educação & Sociedade, ano XXI, no 73, Dezembro/2000. p. 209-244.