SlideShare uma empresa Scribd logo
Cálculos químicos e
 estequiométricos

PROFESSORA: ADRIANNE MENDONÇA
CÁLCÚLOS DE FÓRMULAS



Fórmula é a representação gráfica da composição de uma
substância. Vários tipos de fórmulas são utilizadas. As
teorias que explicam a formação das ligações químicas
permitem prever a fórmula molecular, estrutural e
eletrônica de uma substância molecular e a fórmula
empírica de uma substância iônica. Estudaremos de que
maneira é possível, através da análise de dados
experimentais, determinar a fórmula molecular de uma
substância e outros tipos de fórmulas como a centesimal e
a mínima.
Fórmula ou composição
            centesimal


  Fórmula centesimal (ou percentual) indica a percentagem, em
     massa, de cada elemento que constitui uma substância.
A fórmula centesimal, em outras palavras, nos indica a massa (em
gramas) de cada elemento presente em 100 gramas de substância.
   A determinação experimental da fórmula centesimal de uma
      substância é feita através de reações de síntese ou de
                          decomposição.
 Reação de síntese é aquela na qual uma substância é formada a
                    partir de seus elementos.
Exemplo 1



Síntese da água: H2 + ½ O2 => H2O;
síntese de dióxido de enxofre: S + O2 => SO2.
Reação de decomposição é aquela onde uma
substância composta origina substâncias mais
simples.
Exemplo 2
decomposição da água oxigenada: H2O2 => H2O + ½
O2;
decomposição da amônia: 2NH3 => N2 + 3H2.
Para exemplificar como a fórmula centesimal pode
ser calculada tomemos como exemplo a água. Uma
das propriedades da água é ser decomposta em seus
elementos constituintes através da passagem de
corrente elétrica. Experimentalmente verifica-se que
900 gramas de água, ao serem decompostas,
originam 100 gramas de gás hidrogênio e 800 gramas
de gás oxigênio. Utilizando a lei de Proust, podemos
calcular as massas de hidrogênio e oxigênio formadas
pela decomposição de 100 gramas de água:
água    =>   hidrogênio   +   oxigênio


                                         Matematicamente temos:

900 g          100 g           800 g




100 g            x               y
Repetindo esse procedimento para o oxigênio temos:
y = 88,9 g
Cálculos mostram que cada 100 gramas de água é
formada por 11,1 gramas de hidrogênio e 88,9 gramas
de oxigênio. A fórmula centesimal da água é: H – 11,1%
O – 88,9%
Exemplo


A fórmula centesimal de uma substância também
pode ser calculada teoricamente. Para isso é
necessário conhecer a massa molecular da substância.
Para o caso do ácido sulfúrico , H2SO4, temos:
elemen    massa    Contribuição do    Composição
   to    atômica   elemento para a   centesimal (%)
                   massa molecular



  H        1             2                 x

  O        16            64                y

  S        32            32                z
Massa molecular = 2 + 64 + 32 = 98
Utilizando a lei de Proust e realizando as proporções:
para o hidrogênio x = 2 x 100/98 = 2,0%
para o oxigênio y = 64 x 100/98 = 65,3%
para o enxofre z = 32 x 100/98 = 32,7%
Portanto, a fórmula centesimal do ácido sulfúrico é:
H – 2,0%; S – 65,3%; O – 32,7%
Fórmula mínima ou empírica



Fórmula mínima (ou empírica) indica a proporção, expressa
pelos números inteiros, entre os átomos presentes num
agregado atômico, ou íons num agregado iônico.
Conhecendo-se quanto de cada elemento está presente
numa determinada amostra de substância, é possível
calcular sua fórmula mínima. Assim, sabendo-se que 560
gramas de buteno são formadas por 480 gramas de
carbono e 80 gramas de hidrogênio, o cálculo da fórmula
mínima deve ser assim realizado:
calcular o número de mols de cada tipo de átomo presente
na amostra de substância,
para o carbono temos:
12 g é a massa de 1 mol de átomos;
480 g é a massa de x mol de átomos;
para o hidrogênio temos:
1 g é a massa de 1 mol de átomos;
80 g é a massa de y mol de átomos;
determinar a relação entre os átomos do elemento.
Neste exemplo, verificamos que a proporção entre os
átomos de carbono e hidrogênio é 1 para 2 (40 mols
de carbono: 80 mols de hidrogênio), ou seja, em
qualquer amostra de buteno o número de átomos de
hidrogênio presente será o dobro do número de
átomos de carbono. A fórmula mínima do buteno é
CH2.
Conhecendo-se a fórmula molecular de uma
substância, sua fórmula mínima é determinada
através de "simplificação matemática" dos índices
dos elementos na fórmula molecular. Em muitos
casos as fórmulas mínima e molecular são as mesmas.
substância      Fórmula     fórmula
                molecular   mínima

água              H2O2        HO
oxigenada


benzeno           C6H6        CH
eteno             C2H4       CH2
propeno           C3H6       CH2
buteno            C4H8       CH2
ácido nítrico     HNO3       HNO3


glicose         C6H12O6      CH2O
Observe que substâncias diferentes, como o eteno,
propeno e buteno, podem apresentar a mesma
fórmula mínima. Isto não acontece com a fórmula
molecular, que é característica de cada substância.
A fórmula mínima de uma substância geralmente é
expressa da seguinte maneira:
(fórmula mínima)n



onde n, é um número inteiro. Para a água oxigenada
temos (HO)n onde n = 2 e para a glicose (CH2O)n onde
n = 6.
Exemplo


Calcular a fórmula mínima de um composto que
apresenta 43,4% de sódio, 11,3% de carbono e 45,3% de
oxigênio. Dados: massas atômicas: Na = 23; C = 12; O =
16
Resolução
Vamos adotar o seguinte esquema:
Divisão das porcentagens   Divisão pelo menor dos
                                         Fórmula mínima = Na CO
                                                      2   3

Dados     pelas respectivas massas    valores encontrados
                  atômicas                       (0,94)

 43,4%         43,4/23 = 1,88              1,88/0,94 = 2
    Na
11,3% C        11,3/12 = 0,94              0,94/0,94 = 1

45,3% O        45,3/16 = 2,82              2,82/0,94 = 3
Fórmula mínima = Na2CO3
OBS: No esquema explicado, acontece freqüentemente o
seguinte: dividindo-se todos os valores pelo menor deles
(coluna 3), nem sempre chegamos a um resultado com
todos os números inteiros. Por exemplo, num outro
problema, poderíamos ter a proporção 2 : 1,5 : 3; no
entanto, multiplicando esse valores por 2, teremos 4 : 3 : 6.
Generalizando, diremos que, às vezes, no final do
problema somo obrigados a efetuar uma "tentativa",
multiplicando todos os valores por 2, ou por 3, etc.
(sempre um número inteiro pequeno), a fim de que os
resultados finais tornem-se inteiros.
Fórmula molecular



Fórmula molecular indica os elementos e a
quantidade de átomos de cada elemento presente
numa molécula da substância.
Um dos caminhos para determinar a fórmula
molecular é calcular inicialmente a fórmula mínima e
depois multiplicá-la por n. O valor de n, por sua vez, é
calculado a partir da massa molecular da substância,
uma vez que a relação anterior indica que:
massa molecular = (massa da fórmula mínima) x n
de onde resulta:
n = massa molecular/massa da fórmula mínima
Nos problemas, a massa molecular em geral é dada. Para
gases ou vapores, a massa molecular (M) pode também
ser calculada pela expressão PV = mRT/M. Por sua vez, a
massa da fórmula mínima é obtida somando-se as massas
atômicas dos átomos formadores da fórmula mínima.
Cálculo da fórmula molecular através da fórmula mínima
Uma substancia de massa molecular 180, encerra 40,00%
de carbono, 6,72% de hidrogênio e 53,28% de oxigênio.
Pede-se sua fórmula molecular. Dados: massas atômicas: H
= 1; C = 12; O = 16.
Resolução:
Vamos inicialmente, calcular a fórmula mínima, como aprendemos no item anterior:
                                             Divisão pelo
                    Divisão das
                                              menor dos
                  porcentagens
   Dados                                       valores
                 pelas respectivas
                                             encontrados
                 massas atômicas
                                                (3,33)
   40,00% C        40,00/12 = 3,33           3,33/3,33 = 1
    6,72% H          6,72/1 = 6,72           6,72/3,33 = 2
   53,28% O        53,28/16 = 3,33           3,33/3,33 = 1
Agora, podemos calcular, inclusive, a massa da
fórmula mínima (CH2O), somando as massa atômicas
dos átomos aí contidos: 12 + 1 x 2 + 16 = 30
Podemos, também, dizer que:
fórmula molecular = (CH2O)n
onde:
n = massa molecular/massa da fórmula mínima =
180/30 = 6
do que resulta:
fórmula molecular = (CH2O)6 => fórmula molecular =
C6H12O6
b) Cálculo direto da fórmula
                  molecular


Podemos calcular a fórmula molecular de uma
substância sem passar pela fórmula mínima. Vamos
resolver por carbono, hidrogênio e oxigênio.; isso nos
permite iniciar o problema, escrevendo que a fórmula
molecular e massa molecular serão:
CÁLCULO ESTEQUIOMÉTRICO

Cálculo estequiométrico (ou estequiometria) é o cálculo das
quantidades de reagentes e/ou produtos das reações
químicas, feito com base nas Leis das Reações e executado,
em geral, com o auxílio das equações químicas
correspondentes.
Esse tipo de cálculo segue, em geral, as seguintes regras:
Escrever a equação química mencionada no problema.
Acertar os coeficientes dessa equação (lembrando que os
coeficientes indicam a proporção em número de moles
existentes entre os participantes da reação).
Estabelecer uma regra de três entre o dado e a pergunta
do problema, obedecendo aos coeficientes da equação, e
que poderá ser escrita em massa, ou em volume, ou em
número de moles, etc., conforme as conveniências do
problema.
Exemplo 1



Calcular a massa de óxido cúprico obtida a partir de
2,54 gramas de cobre metálico. (Massas atômicas: O =
16; Cu = 63,5)
Resolução 1



Inicialmente, devemos escrever e balancear a
equação química mencionada no problema:
2 Cu + O2 => 2 CuO
Vemos na equação que 2 atg de Cu (ou 2 x 63,5
gramas) produzem 2 moles de CuO (ou 2 x (63,5 + 16)
= 2 x 79,5 gramas). Surge daí a seguinte regra de três:
2 Cu + O2 => 2 CuO
2 x 3,5 => 2 x 9,5 g
2,54 g => x
2,54 g => x
Resolvendo temos:
x = 2,54 x 2 x 79,5/2 x 63,5 => x = 3,18 g CuO
Quando são dadas as quantidades de
         dois reagentes


  Vamos calcular inicialmente a massa de NaOH que
  reagiria com os 147 g de H2S04 mencionado no
  enunciado do problema:
  H2SO4 + 2 NaOH => Na2SO4 + 2H2O
  98 g => 2 x 40g
  147 g => x
  x = 120 g NaOH
Isso é impossível, pois o enunciado do problema diz
que temos apenas 100 g de NaOH. Dizemos então
que, neste problema, o H2S04 é o reagente em
excesso, pois seus 147 g "precisariam" de 120 g de
NaOH para reagir e nós só temos 100 g de NaOH.
Vamos agora "inverter" o cálculo, isto é, determinar a
massa de H2SO4 que reage com os 100 g NaOH dados
no enunciado do problema:
H2SO4 + 2 NaOH => Na2SO4 + 2H2O
98 g => 2 x 40g
y => 100 g
y = 122,5 g H2SO4
Agora isso é possível e significa que os 100 g de NaOH dados no problema reagem com
122,5 g H2SO4. Como temos 147 g de H2SO4, sobrarão ainda 147 - 122,5 = 24,5 g H2SO4 , o
que responde à pergunta b do problema.
Ao contrário do H2SO4 que, neste problema, é o reagente em excesso, dizemos que o
NaOH é o reagente em falta, ou melhor, o reagente Iimitante da reação, pois no final
da reação, o NaOH será o primeiro reagente a "acabar" ou "e esgotar", pondo assim
um ponto final na reação e determinando também as quantidades de produtos que
poderão ser formados.
De fato, podemos calcular:
(reagente em excesso) H2SO4 + 2 NaOH (regente limitante) => Na2SO4 + 2 H2O
2 x 40 g => 142 g
100g => z
z = 177,5 g Na2SO4
Isso responde à pergunta a do problema. Veja que o
cálculo foi feito a partir dos 100 g de NaOH (reagente
limitante), mas nunca poderia ter sido feito a partir
dos 147 g de H2SO4 (reagente em excesso), pois
chegaríamos a um resultado falso, já que os 147 g do
H2SO4, não conseguem reagir integralmente, por falta
de NaOH.
Quando os reagentes são substâncias
              impuras




É comum o uso de reagentes impuros, principalmente em
reações industriais, ou porque eles são mais baratos ou
porque eles já são encontrados na Natureza
acompanhados de impurezas (o que ocorre, por exemplo,
com os minérios). Consideremos, por exemplo, o caso do
calcário, que é um mineral formado principalmente por
CaCO3 (substância principal), porém acompanhado de
várias outras substâncias (impurezas): se em 100 g de
calcário encontramos 90 g de CaCO3 e 10 g de impurezas,
dizemos que o calcário tem 90% de pureza (porcentagem
ou teor de pureza) e 10% de impurezas (porcentagem das
impurezas)
Para o cálculo estequiométrico é importante a
seguinte definição:

Grau de pureza (p) á o quociente entre a massa (m)
da substância principal e a massa (m’) total da
amostra (ou massa do material bruto).
Matematicamente: p = m/m’
Note que:
valor de (p) multiplicado por 100 nos fornece a
porcentagem de pureza;
da expressão acima tiramos m = m’ . p , que nos
fornece a massa (m) da substância principal, a qual
entrará na regra de três habitual.
Exemplo



Deseja-se obter 180 litros de dióxido de carbono,
medidos nas condições normais, pela calcinação de
um calcário de 90% de pureza. Qual a massa de
calcário necessária? (Massas atômicas: C = 12; O = 16;
Ca = 40)
Resolução



Se a porcentagem de pureza é 90%, o grau de pureza
será igual a 90/100 = 0,90
CaCO3 => CaO + CO2
100 g => 22,4 l (CN)
m’ x 0,90 => 180 l (CN)
donde resulta: m’ = 100 x 180/0,90 x 22,4 => m’ = 892,8
g de calcário
Quando o rendimento da reação não é o total




   É comum uma reação química produzir uma quantidade de
   produto menor que a esperada pela equação química
   correspondente. Quando isso acontece dizemos que o
   rendimento da reação não foi total ou completo. Esse fato pode
   ocorrer ou porque a reação é "incompleta" (reação reversível)
   ou porque ocorrem "perdas" durante a reação.
   Para esse tipo de cálculo estequiométrico é importante a
   seguinte definição:
   Rendimento (r) de uma reação é o quociente (q) de produto
   realmente obtida e a quantidade (q’) de produto que seria
   teoricamente obtida pela equação química correspondente.
   Ou seja: r = q/q’
Note que:
O valor (r) multiplicado por 100 nos fornece o
chamado rendimento percentual;
Da expressão acima tiramos q = q’ . r , que nos
fornece a quantidade (q) de substância que será
realmente obtida, a qual entrará na regra de três
usual.
Exemplo



Queimando-se 30 gramas de carbono puro, com
rendimento de 90%, qual a massa de dióxido de
carbono obtida?
Resolução



Se o rendimento percentual ‘90%, o rendimento
propriamente dito será igual a 90/100 = 0,90. Temos
então:
C + O2 => CO2
12 g => 44 x 0,9 g
30 g => x
donde resulta: x = 30 x 44 x 0,9/12 => x = 99 g CO2
Obrigada !!!!

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

2 estequiometria
2  estequiometria2  estequiometria
2 estequiometria
daniela pinto
 
Mudança de fase
Mudança de faseMudança de fase
Mudança de fase
Gleyton Gomes
 
Estequiometria
EstequiometriaEstequiometria
Estequiometria
José Nunes da Silva Jr.
 
Reações de Álcoois, Fenóis e Éteres
Reações de Álcoois, Fenóis e ÉteresReações de Álcoois, Fenóis e Éteres
Reações de Álcoois, Fenóis e Éteres
José Nunes da Silva Jr.
 
Equilibrio de precipitação
Equilibrio de precipitaçãoEquilibrio de precipitação
Equilibrio de precipitação
Adrianne Mendonça
 
Teoria do campo cristalino
Teoria do campo cristalinoTeoria do campo cristalino
Teoria do campo cristalino
Fernando Santos
 
Fisica exercicios resolvidos 014
Fisica exercicios resolvidos  014Fisica exercicios resolvidos  014
Fisica exercicios resolvidos 014
comentada
 
Funções Inorgânicas
Funções InorgânicasFunções Inorgânicas
Funções Inorgânicas
loirissimavivi
 
Estudo das Soluções
Estudo das SoluçõesEstudo das Soluções
Estudo das Soluções
Carlos Priante
 
Estudo dos gases slides
Estudo dos gases   slidesEstudo dos gases   slides
Estudo dos gases slides
Micaela Neiva
 
Relatório pilhas e eletrólise
Relatório pilhas e eletrólise Relatório pilhas e eletrólise
Relatório pilhas e eletrólise
Railane Freitas
 
01 aula introdução eletroquímica
01 aula introdução eletroquímica01 aula introdução eletroquímica
01 aula introdução eletroquímica
Clauber Dalmas Rodrigues
 
P h
P hP h
Calculos em química
Calculos em químicaCalculos em química
Calculos em química
José Yan
 
Reações de Ácidos Carboxílicos e Derivados
Reações de Ácidos Carboxílicos e DerivadosReações de Ácidos Carboxílicos e Derivados
Reações de Ácidos Carboxílicos e Derivados
José Nunes da Silva Jr.
 
Unidade 04 - Ácidos e Bases
Unidade 04 - Ácidos e BasesUnidade 04 - Ácidos e Bases
Unidade 04 - Ácidos e Bases
José Nunes da Silva Jr.
 
Aula Digital de Química - Ácidos e Bases
Aula Digital de Química - Ácidos e BasesAula Digital de Química - Ácidos e Bases
Aula Digital de Química - Ácidos e Bases
Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Propriedades coligativas
Propriedades coligativasPropriedades coligativas
Propriedades coligativas
Lucas Tardim
 
Exercicios cap11
Exercicios cap11Exercicios cap11
Exercicios cap11
Giovane Robertson
 
Produto de solubilidade
Produto de solubilidadeProduto de solubilidade
Produto de solubilidade
Adrianne Mendonça
 

Mais procurados (20)

2 estequiometria
2  estequiometria2  estequiometria
2 estequiometria
 
Mudança de fase
Mudança de faseMudança de fase
Mudança de fase
 
Estequiometria
EstequiometriaEstequiometria
Estequiometria
 
Reações de Álcoois, Fenóis e Éteres
Reações de Álcoois, Fenóis e ÉteresReações de Álcoois, Fenóis e Éteres
Reações de Álcoois, Fenóis e Éteres
 
Equilibrio de precipitação
Equilibrio de precipitaçãoEquilibrio de precipitação
Equilibrio de precipitação
 
Teoria do campo cristalino
Teoria do campo cristalinoTeoria do campo cristalino
Teoria do campo cristalino
 
Fisica exercicios resolvidos 014
Fisica exercicios resolvidos  014Fisica exercicios resolvidos  014
Fisica exercicios resolvidos 014
 
Funções Inorgânicas
Funções InorgânicasFunções Inorgânicas
Funções Inorgânicas
 
Estudo das Soluções
Estudo das SoluçõesEstudo das Soluções
Estudo das Soluções
 
Estudo dos gases slides
Estudo dos gases   slidesEstudo dos gases   slides
Estudo dos gases slides
 
Relatório pilhas e eletrólise
Relatório pilhas e eletrólise Relatório pilhas e eletrólise
Relatório pilhas e eletrólise
 
01 aula introdução eletroquímica
01 aula introdução eletroquímica01 aula introdução eletroquímica
01 aula introdução eletroquímica
 
P h
P hP h
P h
 
Calculos em química
Calculos em químicaCalculos em química
Calculos em química
 
Reações de Ácidos Carboxílicos e Derivados
Reações de Ácidos Carboxílicos e DerivadosReações de Ácidos Carboxílicos e Derivados
Reações de Ácidos Carboxílicos e Derivados
 
Unidade 04 - Ácidos e Bases
Unidade 04 - Ácidos e BasesUnidade 04 - Ácidos e Bases
Unidade 04 - Ácidos e Bases
 
Aula Digital de Química - Ácidos e Bases
Aula Digital de Química - Ácidos e BasesAula Digital de Química - Ácidos e Bases
Aula Digital de Química - Ácidos e Bases
 
Propriedades coligativas
Propriedades coligativasPropriedades coligativas
Propriedades coligativas
 
Exercicios cap11
Exercicios cap11Exercicios cap11
Exercicios cap11
 
Produto de solubilidade
Produto de solubilidadeProduto de solubilidade
Produto de solubilidade
 

Destaque

Volume molar dos gases
Volume molar dos gasesVolume molar dos gases
Volume molar dos gases
samuelr81
 
Slide 1 cálculos químicos
Slide 1   cálculos químicosSlide 1   cálculos químicos
Slide 1 cálculos químicos
samuelr81
 
Calculo estequiometrico
Calculo estequiometricoCalculo estequiometrico
Calculo estequiometrico
con_seguir
 
Massa atômica, massa molecular, mol
Massa atômica, massa molecular, molMassa atômica, massa molecular, mol
Massa atômica, massa molecular, mol
profaugustosergio
 
Calculos quimicos
Calculos quimicosCalculos quimicos
Calculos quimicos
cristina resende
 
Regulamento da Biblioteca Poeta Zé da Luz
Regulamento da Biblioteca Poeta Zé da LuzRegulamento da Biblioteca Poeta Zé da Luz
Regulamento da Biblioteca Poeta Zé da Luz
Biblioteca Poeta Zé da Luz
 
Manual do Usuário da Biblioteca Poeta Zé da Luz
Manual do Usuário da Biblioteca Poeta Zé da LuzManual do Usuário da Biblioteca Poeta Zé da Luz
Manual do Usuário da Biblioteca Poeta Zé da Luz
Biblioteca Poeta Zé da Luz
 
Aula calculos quimicos positivo
Aula calculos quimicos positivoAula calculos quimicos positivo
Aula calculos quimicos positivo
Nai Mariano
 
Ficha de aula estequiometria
Ficha de aula estequiometriaFicha de aula estequiometria
Ficha de aula estequiometria
Mário Oliveira
 
O estudo-dos-gases
O estudo-dos-gasesO estudo-dos-gases
O estudo-dos-gases
Vitor Paulo Alves de Oliveira
 
Estudo dos Gases
Estudo dos GasesEstudo dos Gases
Estudo dos Gases
Jéssica Santos
 
Resumão transformações gasosas
Resumão transformações gasosasResumão transformações gasosas
Resumão transformações gasosas
Daniela F Almenara
 
Química
QuímicaQuímica
Química
Edpositivo
 
www.AulasParticularesApoio.Com - Química - Cálculo Estequiométrico (Parte 1)
www.AulasParticularesApoio.Com - Química -  Cálculo Estequiométrico (Parte 1)www.AulasParticularesApoio.Com - Química -  Cálculo Estequiométrico (Parte 1)
www.AulasParticularesApoio.Com - Química - Cálculo Estequiométrico (Parte 1)
ApoioAulas ParticularesCom
 
Curso pvt 1_gas_uerj
Curso pvt 1_gas_uerjCurso pvt 1_gas_uerj
Curso pvt 1_gas_uerj
Tatiane Siqueira
 
Volume molar e densidade de um gás
Volume molar e densidade de um gásVolume molar e densidade de um gás
Volume molar e densidade de um gás
PauloMaiaCampos
 
13 propriedades gases e volume molar
13  propriedades gases e volume molar13  propriedades gases e volume molar
13 propriedades gases e volume molar
daniela pinto
 
Resumo: Ácidos e Bases
Resumo: Ácidos e BasesResumo: Ácidos e Bases
Resumo: Ácidos e Bases
Bio Sem Limites
 
Aula - Medição de vazão
Aula - Medição de vazão Aula - Medição de vazão
Aula - Medição de vazão
Carlos Melo
 
Estequiometria
EstequiometriaEstequiometria
Estequiometria
Gabriel Lencione
 

Destaque (20)

Volume molar dos gases
Volume molar dos gasesVolume molar dos gases
Volume molar dos gases
 
Slide 1 cálculos químicos
Slide 1   cálculos químicosSlide 1   cálculos químicos
Slide 1 cálculos químicos
 
Calculo estequiometrico
Calculo estequiometricoCalculo estequiometrico
Calculo estequiometrico
 
Massa atômica, massa molecular, mol
Massa atômica, massa molecular, molMassa atômica, massa molecular, mol
Massa atômica, massa molecular, mol
 
Calculos quimicos
Calculos quimicosCalculos quimicos
Calculos quimicos
 
Regulamento da Biblioteca Poeta Zé da Luz
Regulamento da Biblioteca Poeta Zé da LuzRegulamento da Biblioteca Poeta Zé da Luz
Regulamento da Biblioteca Poeta Zé da Luz
 
Manual do Usuário da Biblioteca Poeta Zé da Luz
Manual do Usuário da Biblioteca Poeta Zé da LuzManual do Usuário da Biblioteca Poeta Zé da Luz
Manual do Usuário da Biblioteca Poeta Zé da Luz
 
Aula calculos quimicos positivo
Aula calculos quimicos positivoAula calculos quimicos positivo
Aula calculos quimicos positivo
 
Ficha de aula estequiometria
Ficha de aula estequiometriaFicha de aula estequiometria
Ficha de aula estequiometria
 
O estudo-dos-gases
O estudo-dos-gasesO estudo-dos-gases
O estudo-dos-gases
 
Estudo dos Gases
Estudo dos GasesEstudo dos Gases
Estudo dos Gases
 
Resumão transformações gasosas
Resumão transformações gasosasResumão transformações gasosas
Resumão transformações gasosas
 
Química
QuímicaQuímica
Química
 
www.AulasParticularesApoio.Com - Química - Cálculo Estequiométrico (Parte 1)
www.AulasParticularesApoio.Com - Química -  Cálculo Estequiométrico (Parte 1)www.AulasParticularesApoio.Com - Química -  Cálculo Estequiométrico (Parte 1)
www.AulasParticularesApoio.Com - Química - Cálculo Estequiométrico (Parte 1)
 
Curso pvt 1_gas_uerj
Curso pvt 1_gas_uerjCurso pvt 1_gas_uerj
Curso pvt 1_gas_uerj
 
Volume molar e densidade de um gás
Volume molar e densidade de um gásVolume molar e densidade de um gás
Volume molar e densidade de um gás
 
13 propriedades gases e volume molar
13  propriedades gases e volume molar13  propriedades gases e volume molar
13 propriedades gases e volume molar
 
Resumo: Ácidos e Bases
Resumo: Ácidos e BasesResumo: Ácidos e Bases
Resumo: Ácidos e Bases
 
Aula - Medição de vazão
Aula - Medição de vazão Aula - Medição de vazão
Aula - Medição de vazão
 
Estequiometria
EstequiometriaEstequiometria
Estequiometria
 

Semelhante a Cálculos químicos e estequiométricos

Calculando formulas-quimicas
Calculando formulas-quimicasCalculando formulas-quimicas
Calculando formulas-quimicas
resolvidos
 
Massa Molecular
Massa MolecularMassa Molecular
Massa Molecular
Josenilson S'ilva
 
Estequiometria
EstequiometriaEstequiometria
Estequiometria
Ari Moreira
 
www.AulasEnsinoMedio.com.br - Química - Cálculo Estequimétrico (Parte 1)
www.AulasEnsinoMedio.com.br - Química -  Cálculo Estequimétrico (Parte 1)www.AulasEnsinoMedio.com.br - Química -  Cálculo Estequimétrico (Parte 1)
www.AulasEnsinoMedio.com.br - Química - Cálculo Estequimétrico (Parte 1)
AulasEnsinoMedio
 
Aula 2-cálculos-
Aula 2-cálculos-Aula 2-cálculos-
Aula 2-cálculos-
Ana Carolina Manarelli
 
Quantidade de matéria, estado gasoso, transformação dos gases.
Quantidade de matéria, estado gasoso, transformação dos gases.Quantidade de matéria, estado gasoso, transformação dos gases.
Quantidade de matéria, estado gasoso, transformação dos gases.
Yoan Rodriguez
 
ESTEQUIOMETRIA DAS REAÇÕES QUIMICAS..ppt
ESTEQUIOMETRIA DAS REAÇÕES QUIMICAS..pptESTEQUIOMETRIA DAS REAÇÕES QUIMICAS..ppt
ESTEQUIOMETRIA DAS REAÇÕES QUIMICAS..ppt
FabianoSales13
 
"Somos Físicos" Estequiometria
"Somos Físicos" Estequiometria"Somos Físicos" Estequiometria
"Somos Físicos" Estequiometria
Vania Lima "Somos Físicos"
 
Ufba12qui2
Ufba12qui2Ufba12qui2
"Somos Físicos" Cálculos Químicos
"Somos Físicos" Cálculos Químicos"Somos Físicos" Cálculos Químicos
"Somos Físicos" Cálculos Químicos
Vania Lima "Somos Físicos"
 
Cálculos químicos
Cálculos químicosCálculos químicos
Cálculos químicos
Silvio Gentil
 
Exerccios resolvidos 2
Exerccios resolvidos 2Exerccios resolvidos 2
Exerccios resolvidos 2
Evaldo Córes
 
2016 aulas 4 e 5 - progressao ext noite
2016   aulas 4 e 5 - progressao ext noite2016   aulas 4 e 5 - progressao ext noite
2016 aulas 4 e 5 - progressao ext noite
paulomigoto
 
Estequiometria
EstequiometriaEstequiometria
Estequiometria
Estude Mais
 
Mol a unidade da química
Mol a unidade da químicaMol a unidade da química
Mol a unidade da química
Augusto Sérgio Costa Souza
 
Mol a unidade da química
Mol a unidade da químicaMol a unidade da química
Mol a unidade da química
Augusto Sérgio Costa Souza
 
www.AulasDeQuímicaApoio.com - Química - Cálculo Estequimétrico (Parte 1)
www.AulasDeQuímicaApoio.com  - Química -  Cálculo Estequimétrico (Parte 1)www.AulasDeQuímicaApoio.com  - Química -  Cálculo Estequimétrico (Parte 1)
www.AulasDeQuímicaApoio.com - Química - Cálculo Estequimétrico (Parte 1)
Aulas de Química Apoio
 
Mol e massas molares ppt
Mol e massas molares   pptMol e massas molares   ppt
Mol e massas molares ppt
Adrianne Mendonça
 
Aula 02 - Estequiometria.pptx
Aula 02 - Estequiometria.pptxAula 02 - Estequiometria.pptx
Aula 02 - Estequiometria.pptx
JosBorges56
 
3 mole massa_molar_volume_molar
3 mole massa_molar_volume_molar3 mole massa_molar_volume_molar
3 mole massa_molar_volume_molar
Fisica-Quimica
 

Semelhante a Cálculos químicos e estequiométricos (20)

Calculando formulas-quimicas
Calculando formulas-quimicasCalculando formulas-quimicas
Calculando formulas-quimicas
 
Massa Molecular
Massa MolecularMassa Molecular
Massa Molecular
 
Estequiometria
EstequiometriaEstequiometria
Estequiometria
 
www.AulasEnsinoMedio.com.br - Química - Cálculo Estequimétrico (Parte 1)
www.AulasEnsinoMedio.com.br - Química -  Cálculo Estequimétrico (Parte 1)www.AulasEnsinoMedio.com.br - Química -  Cálculo Estequimétrico (Parte 1)
www.AulasEnsinoMedio.com.br - Química - Cálculo Estequimétrico (Parte 1)
 
Aula 2-cálculos-
Aula 2-cálculos-Aula 2-cálculos-
Aula 2-cálculos-
 
Quantidade de matéria, estado gasoso, transformação dos gases.
Quantidade de matéria, estado gasoso, transformação dos gases.Quantidade de matéria, estado gasoso, transformação dos gases.
Quantidade de matéria, estado gasoso, transformação dos gases.
 
ESTEQUIOMETRIA DAS REAÇÕES QUIMICAS..ppt
ESTEQUIOMETRIA DAS REAÇÕES QUIMICAS..pptESTEQUIOMETRIA DAS REAÇÕES QUIMICAS..ppt
ESTEQUIOMETRIA DAS REAÇÕES QUIMICAS..ppt
 
"Somos Físicos" Estequiometria
"Somos Físicos" Estequiometria"Somos Físicos" Estequiometria
"Somos Físicos" Estequiometria
 
Ufba12qui2
Ufba12qui2Ufba12qui2
Ufba12qui2
 
"Somos Físicos" Cálculos Químicos
"Somos Físicos" Cálculos Químicos"Somos Físicos" Cálculos Químicos
"Somos Físicos" Cálculos Químicos
 
Cálculos químicos
Cálculos químicosCálculos químicos
Cálculos químicos
 
Exerccios resolvidos 2
Exerccios resolvidos 2Exerccios resolvidos 2
Exerccios resolvidos 2
 
2016 aulas 4 e 5 - progressao ext noite
2016   aulas 4 e 5 - progressao ext noite2016   aulas 4 e 5 - progressao ext noite
2016 aulas 4 e 5 - progressao ext noite
 
Estequiometria
EstequiometriaEstequiometria
Estequiometria
 
Mol a unidade da química
Mol a unidade da químicaMol a unidade da química
Mol a unidade da química
 
Mol a unidade da química
Mol a unidade da químicaMol a unidade da química
Mol a unidade da química
 
www.AulasDeQuímicaApoio.com - Química - Cálculo Estequimétrico (Parte 1)
www.AulasDeQuímicaApoio.com  - Química -  Cálculo Estequimétrico (Parte 1)www.AulasDeQuímicaApoio.com  - Química -  Cálculo Estequimétrico (Parte 1)
www.AulasDeQuímicaApoio.com - Química - Cálculo Estequimétrico (Parte 1)
 
Mol e massas molares ppt
Mol e massas molares   pptMol e massas molares   ppt
Mol e massas molares ppt
 
Aula 02 - Estequiometria.pptx
Aula 02 - Estequiometria.pptxAula 02 - Estequiometria.pptx
Aula 02 - Estequiometria.pptx
 
3 mole massa_molar_volume_molar
3 mole massa_molar_volume_molar3 mole massa_molar_volume_molar
3 mole massa_molar_volume_molar
 

Mais de Adrianne Mendonça

Lei de hess
Lei de hessLei de hess
Lei de hess
Adrianne Mendonça
 
Fissão e fusão nuclear
Fissão e fusão nuclearFissão e fusão nuclear
Fissão e fusão nuclear
Adrianne Mendonça
 
Ponto crítico de uma função derivável
Ponto crítico de uma função derivávelPonto crítico de uma função derivável
Ponto crítico de uma função derivável
Adrianne Mendonça
 
Cálculo (DERIVADAS)
Cálculo (DERIVADAS)Cálculo (DERIVADAS)
Cálculo (DERIVADAS)
Adrianne Mendonça
 
Alzheimer ppt
Alzheimer pptAlzheimer ppt
Alzheimer ppt
Adrianne Mendonça
 
Determinação de calcio no leite
Determinação de  calcio no leiteDeterminação de  calcio no leite
Determinação de calcio no leite
Adrianne Mendonça
 
Determinação da dureza total de água com EDTA
Determinação da dureza total de água com EDTADeterminação da dureza total de água com EDTA
Determinação da dureza total de água com EDTA
Adrianne Mendonça
 
Cnidários ou celenterados
Cnidários  ou  celenteradosCnidários  ou  celenterados
Cnidários ou celenterados
Adrianne Mendonça
 
Biologia molecular bioquímica (compostos inorgânicos)
Biologia molecular   bioquímica (compostos inorgânicos)Biologia molecular   bioquímica (compostos inorgânicos)
Biologia molecular bioquímica (compostos inorgânicos)
Adrianne Mendonça
 
Anagramas
AnagramasAnagramas
Reaçoes quimicas
Reaçoes quimicasReaçoes quimicas
Reaçoes quimicas
Adrianne Mendonça
 
Matemática financeira
Matemática financeiraMatemática financeira
Matemática financeira
Adrianne Mendonça
 
Tecido ósseo pdf
Tecido ósseo pdfTecido ósseo pdf
Tecido ósseo pdf
Adrianne Mendonça
 
Ciclos biogeoquímicos pdf
Ciclos biogeoquímicos pdfCiclos biogeoquímicos pdf
Ciclos biogeoquímicos pdf
Adrianne Mendonça
 
Relações ecológicas
Relações ecológicasRelações ecológicas
Relações ecológicas
Adrianne Mendonça
 
Equilíbrio químico
Equilíbrio químicoEquilíbrio químico
Equilíbrio químico
Adrianne Mendonça
 
Mruv – exercícios
Mruv – exercíciosMruv – exercícios
Mruv – exercícios
Adrianne Mendonça
 
Nomenclatura dos COMPOSTOS ORGÂNICOS
Nomenclatura dos COMPOSTOS  ORGÂNICOS Nomenclatura dos COMPOSTOS  ORGÂNICOS
Nomenclatura dos COMPOSTOS ORGÂNICOS
Adrianne Mendonça
 
Química orgânica módulo 2
Química  orgânica módulo 2Química  orgânica módulo 2
Química orgânica módulo 2
Adrianne Mendonça
 
Química orgânica módulo 1
Química  orgânica  módulo 1Química  orgânica  módulo 1
Química orgânica módulo 1
Adrianne Mendonça
 

Mais de Adrianne Mendonça (20)

Lei de hess
Lei de hessLei de hess
Lei de hess
 
Fissão e fusão nuclear
Fissão e fusão nuclearFissão e fusão nuclear
Fissão e fusão nuclear
 
Ponto crítico de uma função derivável
Ponto crítico de uma função derivávelPonto crítico de uma função derivável
Ponto crítico de uma função derivável
 
Cálculo (DERIVADAS)
Cálculo (DERIVADAS)Cálculo (DERIVADAS)
Cálculo (DERIVADAS)
 
Alzheimer ppt
Alzheimer pptAlzheimer ppt
Alzheimer ppt
 
Determinação de calcio no leite
Determinação de  calcio no leiteDeterminação de  calcio no leite
Determinação de calcio no leite
 
Determinação da dureza total de água com EDTA
Determinação da dureza total de água com EDTADeterminação da dureza total de água com EDTA
Determinação da dureza total de água com EDTA
 
Cnidários ou celenterados
Cnidários  ou  celenteradosCnidários  ou  celenterados
Cnidários ou celenterados
 
Biologia molecular bioquímica (compostos inorgânicos)
Biologia molecular   bioquímica (compostos inorgânicos)Biologia molecular   bioquímica (compostos inorgânicos)
Biologia molecular bioquímica (compostos inorgânicos)
 
Anagramas
AnagramasAnagramas
Anagramas
 
Reaçoes quimicas
Reaçoes quimicasReaçoes quimicas
Reaçoes quimicas
 
Matemática financeira
Matemática financeiraMatemática financeira
Matemática financeira
 
Tecido ósseo pdf
Tecido ósseo pdfTecido ósseo pdf
Tecido ósseo pdf
 
Ciclos biogeoquímicos pdf
Ciclos biogeoquímicos pdfCiclos biogeoquímicos pdf
Ciclos biogeoquímicos pdf
 
Relações ecológicas
Relações ecológicasRelações ecológicas
Relações ecológicas
 
Equilíbrio químico
Equilíbrio químicoEquilíbrio químico
Equilíbrio químico
 
Mruv – exercícios
Mruv – exercíciosMruv – exercícios
Mruv – exercícios
 
Nomenclatura dos COMPOSTOS ORGÂNICOS
Nomenclatura dos COMPOSTOS  ORGÂNICOS Nomenclatura dos COMPOSTOS  ORGÂNICOS
Nomenclatura dos COMPOSTOS ORGÂNICOS
 
Química orgânica módulo 2
Química  orgânica módulo 2Química  orgânica módulo 2
Química orgânica módulo 2
 
Química orgânica módulo 1
Química  orgânica  módulo 1Química  orgânica  módulo 1
Química orgânica módulo 1
 

Último

Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
LeilaVilasboas
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
felipescherner
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
Espanhol Online
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
felipescherner
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Mary Alvarenga
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Centro Jacques Delors
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
marcos oliveira
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
beathrizalves131
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!
Mary Alvarenga
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
LuizHenriquedeAlmeid6
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
marcos oliveira
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
jetroescola
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
marcos oliveira
 
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Falcão Brasil
 

Último (20)

Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
 
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
 
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
 

Cálculos químicos e estequiométricos

  • 1. Cálculos químicos e estequiométricos PROFESSORA: ADRIANNE MENDONÇA
  • 2. CÁLCÚLOS DE FÓRMULAS Fórmula é a representação gráfica da composição de uma substância. Vários tipos de fórmulas são utilizadas. As teorias que explicam a formação das ligações químicas permitem prever a fórmula molecular, estrutural e eletrônica de uma substância molecular e a fórmula empírica de uma substância iônica. Estudaremos de que maneira é possível, através da análise de dados experimentais, determinar a fórmula molecular de uma substância e outros tipos de fórmulas como a centesimal e a mínima.
  • 3. Fórmula ou composição centesimal Fórmula centesimal (ou percentual) indica a percentagem, em massa, de cada elemento que constitui uma substância. A fórmula centesimal, em outras palavras, nos indica a massa (em gramas) de cada elemento presente em 100 gramas de substância. A determinação experimental da fórmula centesimal de uma substância é feita através de reações de síntese ou de decomposição. Reação de síntese é aquela na qual uma substância é formada a partir de seus elementos.
  • 4. Exemplo 1 Síntese da água: H2 + ½ O2 => H2O; síntese de dióxido de enxofre: S + O2 => SO2. Reação de decomposição é aquela onde uma substância composta origina substâncias mais simples. Exemplo 2 decomposição da água oxigenada: H2O2 => H2O + ½ O2; decomposição da amônia: 2NH3 => N2 + 3H2.
  • 5. Para exemplificar como a fórmula centesimal pode ser calculada tomemos como exemplo a água. Uma das propriedades da água é ser decomposta em seus elementos constituintes através da passagem de corrente elétrica. Experimentalmente verifica-se que 900 gramas de água, ao serem decompostas, originam 100 gramas de gás hidrogênio e 800 gramas de gás oxigênio. Utilizando a lei de Proust, podemos calcular as massas de hidrogênio e oxigênio formadas pela decomposição de 100 gramas de água:
  • 6. água => hidrogênio + oxigênio Matematicamente temos: 900 g 100 g 800 g 100 g x y
  • 7. Repetindo esse procedimento para o oxigênio temos: y = 88,9 g Cálculos mostram que cada 100 gramas de água é formada por 11,1 gramas de hidrogênio e 88,9 gramas de oxigênio. A fórmula centesimal da água é: H – 11,1% O – 88,9%
  • 8. Exemplo A fórmula centesimal de uma substância também pode ser calculada teoricamente. Para isso é necessário conhecer a massa molecular da substância. Para o caso do ácido sulfúrico , H2SO4, temos:
  • 9. elemen massa Contribuição do Composição to atômica elemento para a centesimal (%) massa molecular H 1 2 x O 16 64 y S 32 32 z
  • 10. Massa molecular = 2 + 64 + 32 = 98 Utilizando a lei de Proust e realizando as proporções: para o hidrogênio x = 2 x 100/98 = 2,0% para o oxigênio y = 64 x 100/98 = 65,3% para o enxofre z = 32 x 100/98 = 32,7% Portanto, a fórmula centesimal do ácido sulfúrico é: H – 2,0%; S – 65,3%; O – 32,7%
  • 11. Fórmula mínima ou empírica Fórmula mínima (ou empírica) indica a proporção, expressa pelos números inteiros, entre os átomos presentes num agregado atômico, ou íons num agregado iônico. Conhecendo-se quanto de cada elemento está presente numa determinada amostra de substância, é possível calcular sua fórmula mínima. Assim, sabendo-se que 560 gramas de buteno são formadas por 480 gramas de carbono e 80 gramas de hidrogênio, o cálculo da fórmula mínima deve ser assim realizado: calcular o número de mols de cada tipo de átomo presente na amostra de substância,
  • 12. para o carbono temos: 12 g é a massa de 1 mol de átomos; 480 g é a massa de x mol de átomos; para o hidrogênio temos: 1 g é a massa de 1 mol de átomos; 80 g é a massa de y mol de átomos;
  • 13. determinar a relação entre os átomos do elemento. Neste exemplo, verificamos que a proporção entre os átomos de carbono e hidrogênio é 1 para 2 (40 mols de carbono: 80 mols de hidrogênio), ou seja, em qualquer amostra de buteno o número de átomos de hidrogênio presente será o dobro do número de átomos de carbono. A fórmula mínima do buteno é CH2.
  • 14. Conhecendo-se a fórmula molecular de uma substância, sua fórmula mínima é determinada através de "simplificação matemática" dos índices dos elementos na fórmula molecular. Em muitos casos as fórmulas mínima e molecular são as mesmas.
  • 15. substância Fórmula fórmula molecular mínima água H2O2 HO oxigenada benzeno C6H6 CH eteno C2H4 CH2 propeno C3H6 CH2 buteno C4H8 CH2 ácido nítrico HNO3 HNO3 glicose C6H12O6 CH2O
  • 16. Observe que substâncias diferentes, como o eteno, propeno e buteno, podem apresentar a mesma fórmula mínima. Isto não acontece com a fórmula molecular, que é característica de cada substância. A fórmula mínima de uma substância geralmente é expressa da seguinte maneira:
  • 17. (fórmula mínima)n onde n, é um número inteiro. Para a água oxigenada temos (HO)n onde n = 2 e para a glicose (CH2O)n onde n = 6.
  • 18. Exemplo Calcular a fórmula mínima de um composto que apresenta 43,4% de sódio, 11,3% de carbono e 45,3% de oxigênio. Dados: massas atômicas: Na = 23; C = 12; O = 16 Resolução Vamos adotar o seguinte esquema:
  • 19. Divisão das porcentagens Divisão pelo menor dos Fórmula mínima = Na CO 2 3 Dados pelas respectivas massas valores encontrados atômicas (0,94) 43,4% 43,4/23 = 1,88 1,88/0,94 = 2 Na 11,3% C 11,3/12 = 0,94 0,94/0,94 = 1 45,3% O 45,3/16 = 2,82 2,82/0,94 = 3
  • 20. Fórmula mínima = Na2CO3 OBS: No esquema explicado, acontece freqüentemente o seguinte: dividindo-se todos os valores pelo menor deles (coluna 3), nem sempre chegamos a um resultado com todos os números inteiros. Por exemplo, num outro problema, poderíamos ter a proporção 2 : 1,5 : 3; no entanto, multiplicando esse valores por 2, teremos 4 : 3 : 6. Generalizando, diremos que, às vezes, no final do problema somo obrigados a efetuar uma "tentativa", multiplicando todos os valores por 2, ou por 3, etc. (sempre um número inteiro pequeno), a fim de que os resultados finais tornem-se inteiros.
  • 21. Fórmula molecular Fórmula molecular indica os elementos e a quantidade de átomos de cada elemento presente numa molécula da substância. Um dos caminhos para determinar a fórmula molecular é calcular inicialmente a fórmula mínima e depois multiplicá-la por n. O valor de n, por sua vez, é calculado a partir da massa molecular da substância, uma vez que a relação anterior indica que:
  • 22. massa molecular = (massa da fórmula mínima) x n de onde resulta: n = massa molecular/massa da fórmula mínima
  • 23. Nos problemas, a massa molecular em geral é dada. Para gases ou vapores, a massa molecular (M) pode também ser calculada pela expressão PV = mRT/M. Por sua vez, a massa da fórmula mínima é obtida somando-se as massas atômicas dos átomos formadores da fórmula mínima. Cálculo da fórmula molecular através da fórmula mínima Uma substancia de massa molecular 180, encerra 40,00% de carbono, 6,72% de hidrogênio e 53,28% de oxigênio. Pede-se sua fórmula molecular. Dados: massas atômicas: H = 1; C = 12; O = 16.
  • 24. Resolução: Vamos inicialmente, calcular a fórmula mínima, como aprendemos no item anterior: Divisão pelo Divisão das menor dos porcentagens Dados valores pelas respectivas encontrados massas atômicas (3,33) 40,00% C 40,00/12 = 3,33 3,33/3,33 = 1 6,72% H 6,72/1 = 6,72 6,72/3,33 = 2 53,28% O 53,28/16 = 3,33 3,33/3,33 = 1
  • 25. Agora, podemos calcular, inclusive, a massa da fórmula mínima (CH2O), somando as massa atômicas dos átomos aí contidos: 12 + 1 x 2 + 16 = 30 Podemos, também, dizer que: fórmula molecular = (CH2O)n
  • 26. onde: n = massa molecular/massa da fórmula mínima = 180/30 = 6 do que resulta: fórmula molecular = (CH2O)6 => fórmula molecular = C6H12O6
  • 27. b) Cálculo direto da fórmula molecular Podemos calcular a fórmula molecular de uma substância sem passar pela fórmula mínima. Vamos resolver por carbono, hidrogênio e oxigênio.; isso nos permite iniciar o problema, escrevendo que a fórmula molecular e massa molecular serão:
  • 28. CÁLCULO ESTEQUIOMÉTRICO Cálculo estequiométrico (ou estequiometria) é o cálculo das quantidades de reagentes e/ou produtos das reações químicas, feito com base nas Leis das Reações e executado, em geral, com o auxílio das equações químicas correspondentes. Esse tipo de cálculo segue, em geral, as seguintes regras:
  • 29. Escrever a equação química mencionada no problema. Acertar os coeficientes dessa equação (lembrando que os coeficientes indicam a proporção em número de moles existentes entre os participantes da reação). Estabelecer uma regra de três entre o dado e a pergunta do problema, obedecendo aos coeficientes da equação, e que poderá ser escrita em massa, ou em volume, ou em número de moles, etc., conforme as conveniências do problema.
  • 30. Exemplo 1 Calcular a massa de óxido cúprico obtida a partir de 2,54 gramas de cobre metálico. (Massas atômicas: O = 16; Cu = 63,5)
  • 31. Resolução 1 Inicialmente, devemos escrever e balancear a equação química mencionada no problema: 2 Cu + O2 => 2 CuO Vemos na equação que 2 atg de Cu (ou 2 x 63,5 gramas) produzem 2 moles de CuO (ou 2 x (63,5 + 16) = 2 x 79,5 gramas). Surge daí a seguinte regra de três: 2 Cu + O2 => 2 CuO 2 x 3,5 => 2 x 9,5 g 2,54 g => x
  • 32. 2,54 g => x Resolvendo temos: x = 2,54 x 2 x 79,5/2 x 63,5 => x = 3,18 g CuO
  • 33. Quando são dadas as quantidades de dois reagentes Vamos calcular inicialmente a massa de NaOH que reagiria com os 147 g de H2S04 mencionado no enunciado do problema: H2SO4 + 2 NaOH => Na2SO4 + 2H2O 98 g => 2 x 40g 147 g => x x = 120 g NaOH
  • 34. Isso é impossível, pois o enunciado do problema diz que temos apenas 100 g de NaOH. Dizemos então que, neste problema, o H2S04 é o reagente em excesso, pois seus 147 g "precisariam" de 120 g de NaOH para reagir e nós só temos 100 g de NaOH. Vamos agora "inverter" o cálculo, isto é, determinar a massa de H2SO4 que reage com os 100 g NaOH dados no enunciado do problema:
  • 35. H2SO4 + 2 NaOH => Na2SO4 + 2H2O 98 g => 2 x 40g y => 100 g y = 122,5 g H2SO4
  • 36. Agora isso é possível e significa que os 100 g de NaOH dados no problema reagem com 122,5 g H2SO4. Como temos 147 g de H2SO4, sobrarão ainda 147 - 122,5 = 24,5 g H2SO4 , o que responde à pergunta b do problema. Ao contrário do H2SO4 que, neste problema, é o reagente em excesso, dizemos que o NaOH é o reagente em falta, ou melhor, o reagente Iimitante da reação, pois no final da reação, o NaOH será o primeiro reagente a "acabar" ou "e esgotar", pondo assim um ponto final na reação e determinando também as quantidades de produtos que poderão ser formados. De fato, podemos calcular: (reagente em excesso) H2SO4 + 2 NaOH (regente limitante) => Na2SO4 + 2 H2O 2 x 40 g => 142 g 100g => z z = 177,5 g Na2SO4
  • 37. Isso responde à pergunta a do problema. Veja que o cálculo foi feito a partir dos 100 g de NaOH (reagente limitante), mas nunca poderia ter sido feito a partir dos 147 g de H2SO4 (reagente em excesso), pois chegaríamos a um resultado falso, já que os 147 g do H2SO4, não conseguem reagir integralmente, por falta de NaOH.
  • 38. Quando os reagentes são substâncias impuras É comum o uso de reagentes impuros, principalmente em reações industriais, ou porque eles são mais baratos ou porque eles já são encontrados na Natureza acompanhados de impurezas (o que ocorre, por exemplo, com os minérios). Consideremos, por exemplo, o caso do calcário, que é um mineral formado principalmente por CaCO3 (substância principal), porém acompanhado de várias outras substâncias (impurezas): se em 100 g de calcário encontramos 90 g de CaCO3 e 10 g de impurezas, dizemos que o calcário tem 90% de pureza (porcentagem ou teor de pureza) e 10% de impurezas (porcentagem das impurezas)
  • 39. Para o cálculo estequiométrico é importante a seguinte definição: Grau de pureza (p) á o quociente entre a massa (m) da substância principal e a massa (m’) total da amostra (ou massa do material bruto). Matematicamente: p = m/m’
  • 40. Note que: valor de (p) multiplicado por 100 nos fornece a porcentagem de pureza; da expressão acima tiramos m = m’ . p , que nos fornece a massa (m) da substância principal, a qual entrará na regra de três habitual.
  • 41. Exemplo Deseja-se obter 180 litros de dióxido de carbono, medidos nas condições normais, pela calcinação de um calcário de 90% de pureza. Qual a massa de calcário necessária? (Massas atômicas: C = 12; O = 16; Ca = 40)
  • 42. Resolução Se a porcentagem de pureza é 90%, o grau de pureza será igual a 90/100 = 0,90 CaCO3 => CaO + CO2 100 g => 22,4 l (CN) m’ x 0,90 => 180 l (CN)
  • 43. donde resulta: m’ = 100 x 180/0,90 x 22,4 => m’ = 892,8 g de calcário
  • 44. Quando o rendimento da reação não é o total É comum uma reação química produzir uma quantidade de produto menor que a esperada pela equação química correspondente. Quando isso acontece dizemos que o rendimento da reação não foi total ou completo. Esse fato pode ocorrer ou porque a reação é "incompleta" (reação reversível) ou porque ocorrem "perdas" durante a reação. Para esse tipo de cálculo estequiométrico é importante a seguinte definição: Rendimento (r) de uma reação é o quociente (q) de produto realmente obtida e a quantidade (q’) de produto que seria teoricamente obtida pela equação química correspondente. Ou seja: r = q/q’
  • 45. Note que: O valor (r) multiplicado por 100 nos fornece o chamado rendimento percentual; Da expressão acima tiramos q = q’ . r , que nos fornece a quantidade (q) de substância que será realmente obtida, a qual entrará na regra de três usual.
  • 46. Exemplo Queimando-se 30 gramas de carbono puro, com rendimento de 90%, qual a massa de dióxido de carbono obtida?
  • 47. Resolução Se o rendimento percentual ‘90%, o rendimento propriamente dito será igual a 90/100 = 0,90. Temos então: C + O2 => CO2 12 g => 44 x 0,9 g 30 g => x donde resulta: x = 30 x 44 x 0,9/12 => x = 99 g CO2