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Mortalidade Materna e Infantil

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Leonardo Vilela - SES/GO
Oficina Tripartite sobre mortalidade materna e na infância Brasília, agosto de 2018

Publicada em: Saúde
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Mortalidade Materna e Infantil

  1. 1. MORTALIDADE MATERNA E INFANTIL OFICINA TRIPARTITE
  2. 2. DESAFIO REDUZIR A MORTALIDADE INFANTIL DESAFIO REDUZIR A MORTALIDADE INFANTIL ESTRATÉGIA DESENVOLVER AÇÕES DE MELHORIA DA GESTÃO NAQUELES MUNICÍPIOS COM MAIOR NÚMERO DE ÓBITOS INFANTIS
  3. 3. 13,42 12,90 12,43 12,72 12,36 11,87 11,00 11,50 12,00 12,50 13,00 13,50 14,00 2013 2014 2015 2016 2017* 2018* Infantil Brasil Fontes: MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos - SINASC * Dados preliminares sujeitos a alteração TAXA MORTALIDADE INFANTIL, BRASIL (2015 A 2018)
  4. 4. 7,0 6,8 6,7 6,7 6,6 6,6 2,2 2,2 2,1 2,1 2,1 2,1 4,2 3,9 3,6 3,9 3,6 3,2 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 7,0 8,0 2013 2014 2015 2016 2017* 2018* Neo natal precoce Brasil Neo natal tardio Brasil Pósneonatal Brasil TAXA MORTALIDADE NEONATAL PRECOCE, NEONATAL TARDIO, PÓS NEONATAL, BRASIL (2015 A 2018) Fontes: MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos - SINASC * Dados preliminares sujeitos a alteração
  5. 5. 13,86 12,85 12,23 12,96 12,53 9,62 13,42 12,90 12,43 12,72 12,36 11,87 0,00 2,00 4,00 6,00 8,00 10,00 12,00 14,00 16,00 2013 2014 2015 2016 2017* 2018* Infantil Goiás Infantil Brasil TAXA MORTALIDADE INFANTIL, BRASIL E GOIÁS (2015 A 2018) Fontes: MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos - SINASC * Dados preliminares sujeitos a alteração
  6. 6. TAXA MORTALIDADE NEONATAL PRECOCE, NEONATAL TARDIO, PÓS NEONATAL, BRASIL E GOIÁS (2015 A 2018) 6,6 6,7 2,4 2,1 3,2 3,6 7,0 6,7 2,3 2,1 3,7 3,9 6,7 6,6 2,2 2,1 3,6 3,6 5,1 6,6 1,6 2,1 2,9 3,2 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 7,0 8,0 Neo natal precoce Goiás Neo natal precoce Brasil Neo natal tardio Goiás Neo natal tardio Brasil Pósneonatal Goiás Pósneonatal Brasil 2015 2016 2017* 2018* Fontes: MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos - SINASC * Dados preliminares sujeitos a alteração
  7. 7. 13,86 12,85 12,23 12,96 12,53 9,62 0,00 2,00 4,00 6,00 8,00 10,00 12,00 14,00 16,00 2013 2014 2015 2016 2017* 2018* Série HistóricadaTMI, de 2013 a 2018 em Goiás. Goiás SÉRIE HISTÓRICA TMI GOIÁS Fontes: MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos - SINASC * Dados preliminares sujeitos a alteração
  8. 8. 0 10 20 30 40 50 60 70 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017* 2018* Razão de Morte Materna, 2010 a 2018* Brasil Mortalidade Materna, Brasil (2010-2018) Fontes: MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos - SINASC * Dados preliminares sujeitos a alteração
  9. 9. Mortalidade Materna, Brasil e Goiás (2010-2018) Fontes: MS/SVS/CGIAE - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos - SINASC * Dados preliminares sujeitos a alteração 0 10 20 30 40 50 60 70 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017* 2018* Razão de Morte Materna, 2010 a 2018* Brasil Goiás
  10. 10. CENÁRIO DA MORTALIDADE INFANTIL EM GOIÁS TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL Número de óbitos de menores de um ano de idade, por mil nascidos vivos, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado. • Goiás (2013) – 1.314 óbitos infantis; • Em 32 municípios ocorreram 1012 óbitos, ou seja, 13% dos municípios goianos respondiam por 77% da mortalidade infantil; • 70% dos óbitos neonatais e 30% pós-neonatais; • 80% dos óbitos infantis em Goiás ocorreram por causas evitáveis. Série1; Óbitos Neonatais ; 0,6978691 02; 70% Série1; Óbitos Pós- Neonatais ; 0,3021308 98; 30% Mortalidade Infantil Óbitos Neonatais Óbitos Pós- Neonatais o Principais causas de morte infantil em Goiás: Prematuridade; pneumonia; complicações durante o trabalho de parto, diarréia etc. Fonte: SIM
  11. 11. DESAFIOS / PROGRAMAS DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA REDUÇÃO DA MORTALIDADE INFANTIL Análise dos indicadores • Maioria dos óbitos ocorrem no período neonatal • Desses óbitos, a maioria na 1ª semana Estratificação por município • Definição de municípios onde ocorrem o maior número de óbitos Identificação das causas • Análise da evitabilidade desses óbitos Definição das ações • Articulação com a gestão estadual e municipal para execução das ações redutoras
  12. 12. DESAFIOS / PROGRAMAS 5 PILARES DA ATENÇÃO MATERNO INFANTIL PARA REDUÇÃO DA MORTALIDADE NEONATAL QUALIDADE Assistência ao Pré-natal Assistência ao Parto Assistência ao Recém Nascido Transporte Adequado Referência Hospitalar
  13. 13. PROGRAMA SIGA BEBÊ 4 PROJETOS ESTRATÉGIAS PARA DESENVOLVIMENTO DAS AÇÕES CUIDADO DO BEBÊ VIGILÂNCIA DO ÓBITO INFANTIL BEBÊ SAUDÁVEL GOIÁS CONTRA O AEDES, A MICROCEFALIA E OUTRAS MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS SEGURANÇA DO PACIENTE
  14. 14. CUIDADO DO BEBÊ Promoção da atenção integral às mulheres desde o planejamento sexual e reprodutivo, a assistência ao pré-natal, o parto, o puerpério e ao recém-nascido, bem como monitorar o crescimento e o desenvolvimento das crianças menores de 1 ano de idade, reduzindo a mortalidade materna e infantil no Estado de Goiás. Mulheres no ciclo gravídico e puerperal e crianças menores de um ano de idade. PÚBLICO ALVO PRINCIPAIS AÇÕES • Taxa de Mortalidade Materna • Taxa de Mortalidade Neonatal INDICADORES ASSOCIADOS • Qualificar profissionais das Unidades de Saúde de Atenção Básica (médicos, enfermeiros), SAMU (médicos e enfermeiros), Média e Alta complexidade em Pré-natal, Assistência ao Parto, Cuidados com o RN, Transporte Neonatal e Regulação; • Equipar Transporte Neonatal; • Equipar salas de parto; • Equipar a Atenção Básica para atendimento de pré-natal e acompanhamento da criança; • Desenvolver Sistema de Informação georreferenciado; • Assegurar e qualificar no mínimo 07 consultas de Pré-Natal, incluindo 01 odontológica.
  15. 15. VIGILÂNCIA DO ÓBITO INFANTIL Formar uma Rede Estadual de Núcleos de Vigilância do Óbito, capaz de notificar e vigiar óbitos, intervir nos riscos e promover melhorias. Equipes Municipais de Vigilância em Saúde. PÚBLICO ALVO PRINCIPAIS AÇÕES • Qualificar profissionais dos Núcleos Municipais de Vigilância do Óbito; • Consolidar Serviços de Verificação de Óbitos; • Adquirir veículos (vigilância em saúde); • Instituir Grupos Técnicos Regionais de Verificação de Óbito Infantil; • Instituir Grupos Técnicos Estadual e Municipais de Vigilância do Óbito Materno e Infantil; INDICADORES ASSOCIADOS • Percentual de óbitos investigados • Número de Municípios Silenciosos
  16. 16. BEBÊ SAUDÁVEL Fortalecer as competências familiares e municipais na atenção integral à criança menor de 1 ano de idade e pactuar responsabilidades com as instituições parceiras para garantir o direito da criança. Famílias residentes nos municípios prioritários do Programa Siga Bebê. PÚBLICO ALVO PRINCIPAIS AÇÕES • Plano de promoção de parcerias para o fortalecimento das competências municipais e familiares”; • Elaborar e implantar Carteiras de Serviços de Promoção da Saúde da Mulher e da Criança menor de 1 ano de idade”; • Plano Estratégico de Comunicação “Siga Bebê”. INDICADORES ASSOCIADOS Percentual de famílias com crianças menores de 1 ano de idade beneficiadas.
  17. 17. O AEDES, A MICROCEFALIA E OUTRAS MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS Monitorar a situação epidemiológica das infecções transmitidas pelo Aedes aegypti e outras doenças, e garantir o diagnóstico e o tratamento precoce para as doenças congênitas, envolvendo gestantes e recém-nascidos. População residente em Goiás, com ênfase nas gestantes e crianças menores de um ano de idade. PÚBLICO ALVO PRINCIPAIS AÇÕES • Plano Estadual de Erradicação do Aedes aegypti; • Diagnosticar e tratar as gestantes expostas à infecção transmitida pelo Aedes aegypti e outras doenças infecciosas e crianças com microcefalia e doenças congênitas diagnosticadas e tratadas. • Sugerir Minuta dos Planos Municipais de Erradicação do Aedes aegypti. •Taxa de Mortalidade Neonatal por Malformação •Proporção de nascidos vivos com baixo peso ao nascer INDICADORES ASSOCIADOS
  18. 18. SEGURANÇA DO PACIENTE Disponibilizar mecanismos para fortalecer a cultura de segurança do paciente e processos de trabalho dos serviços a saúde materna e infantil nos municípios prioritários do Programa Siga Bebê. Profissionais das Maternidades, puérperas e neonatos, de forma gradativa, residentes nos municípios prioritários do Programa Siga Bebê. PÚBLICO ALVO PRINCIPAIS AÇÕES • Implantar os Núcleos de Segurança do Paciente (NSP); • Implantar Protocolos básicos de Segurança do Paciente (Higienização das mãos; Identificação do Paciente; Prevenção de Quedas; Prevenção de Úlceras por Pressão; Cirurgia Segura; Segurança na Prescrição, Uso e Administração de Medicamentos); • Implantar Protocolos de Prevenção e Controle das IRAS em neonatologia implantados; • Adotar medidas de prevenção e controle de infecção puerperal. • Implantar Núcleos de Segurança do Paciente (NSP); • % de Densidade de incidência de infecção primária de corrente sanguínea laboratorial (DI-IPCSL) •Taxa de infecção de sítio cirúrgico (ISC) em cesarianas INDICADORES ASSOCIADOS
  19. 19.  Acompanhamento semanal nas áreas competentes  Monitoramento intensivo pelo Governador MODELO DE GOVERNANÇA
  20. 20. Soc. Goiana de Ginecologia e Obstetrícia INTERSETORIALIDADE/GOIÁS – MORTALIDADE INFANTIL - Corregedoria Geral de Justiça Estadual - Envio dos registro de óbitos maternos e infantis à SES e SEGPLAN Projeto Micro empreendedor Doação de enxoval básico para o bebê - Palestras sobre direitos de mães e crianças - Monitoramento dos planos estratégicos nos municípios focais Promoção de cursos técnicos- profissionalizant es para geração de renda para gestantes e mães de criança com até um ano de idade - Semana do Bebê nos municípios - Cartilhas dos Direitos das mães e das crianças Incentivar os candidatos a prefeitos a aderirem ao Programa Prefeito Amigo da Criança Criação de unidade de referência para atendimento ao pré-natal com horário alternativo Cursos de reanimação neonatal, pré- natal de baixo risco, etc. - Emissão de RG para mães e familiares - Palestras de Delegadas sobre violência doméstica SSPAP - GO
  21. 21. DIFICULDADES  Necessidade de melhoria da qualidade das Informações em Saúde;  Transição das gestões municipais;  Rotatividade dos profissionais de saúde;  Dificuldade de implementação dos Planos de Ação Municipais;  Desinteresse dos profissionais de saúde na participação das ações ofertadas;  Pouca integração entre Atenção Básica, Média e Alta Complexidade;  Rede de atenção à saúde materno infantil desestruturada;  Incipiente governança estadual  Escassez de recursos financeiros.
  22. 22. DOCUMENTOS QUE COMPÕEM A ALIANÇA CONTATOS - RESPONSÁVEIS PROGRAMA SIGA BEBÊ PROJETOS Cuidado do Bebê Nara Letícia de Jesus gerenciasmca@gmail.com – Fone: (62) 3201-7000 Vigilância do Óbito Infantil Simone Resende Carvalho Simoneresendecarvalho@hotmail.com – Fone: (62) 3201-2689 Bebê Saudável Silvana Cruz Fuini Silvana.fuini@gmail.com – Fone: (62) 3201-3933 Goiás Contra o Aedes, a Microcefalia e Outras Malformações Congênitas Edna Covem ednacovem@gmail.com – Fone: (62) 3201-3933 Segurança do Paciente Adriana Gomes Leonardo Moura Vilela Presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde - CONASS Secretário de Estado da Saúde de Goiás

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