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 :
 I - desenvolver ações que busquem a integração
entre a equipe de saúde e a população adscrita à
UBS, considerando as características e as
finalidades do trabalho de acompanhamento de
indivíduos e grupos sociais ou coletividade;
 II - trabalhar com adscrição de famílias em base
geográfica definida, a microárea;
 III - estar em contato permanente com as famílias
desenvolvendo ações educativas, visando à
promoção da saúde e a prevenção das doenças, de
acordo com o planejamento da equipe;
 IV - cadastrar todas as pessoas de sua microárea e
manter os cadastros atualizados;
 V - orientar famílias quanto à utilização dos serviços
de saúde disponíveis;
 Ficha A
 Ficha B-DIA
 Ficha B-HA
 Ficha B-HAN
 Ficha B-TB
 Ficha B-GES
 Ficha C - Cartão da criança.
SISTEMAÚNICODESAÚDE
CADASTRONACIONALDEUSUÁRIOSEDOMICÍLIOS
3. DADOS DO DOMICÍLIO
3.7 - Nomedo logradouro
3.8 - Número
3.10 - Bairro/Distrito
3.11 - CEP
3.16 -Abastecimento deágua
RedePública
Poço ou nascente
Outros
3.4 -Domicílio coberto por:
PACS PSF SIMILARES PSF
3.18 -Esgotamento sanitário
Rede pública
Fossa
Céu aberto
2. DADOS DO CADASTRADOR
Data depreenchimento
2.4 - Visto do Supervisor
Segmento Área Microárea Família
OUTROS
SUS
1.1 - Nomedo Município 1.2 - Cód. IBGE
2.1 - Nome
3.9 -Complemento
3.13 -Tipo de domicílio
Tijolo / alvenaria
Taiparevestida
Taipanão revestida
Madeira
Material aproveitado
Outros
3.15 -Tratamento deágua no domicílio
Filtração
Fervura
Cloração
Sem tratamento
3.17 -Energia elétrica
NãoSim
3.19 -Destino do lixo
Coletado
Queimado/enterrado
Céu aberto
3.1 Quantidade de pessoas no domicílio
3.12 - Telefone
-
3.14 -N.º decômodos / peças
3.5 - Identificação da família
Adobe
3.6 - Tipo logradouro
1. DADOS DO MUNICÍPIO
Lote dedigitação
2.2 - N.º do cadastrador 2.3 -N.º da ficha domiciliar
INCLUSÃO
ALTERAÇÃO
3.2 -Código do domicílio * 3.3 - Uso municipal
* Não preencher quando o tipo de operação for INCLUSÃO
UF
4. DADOS PESSOAIS
4.1 - Nome
4.15 - PIS/PASEP 4.16 - CPF
4.35 - Nome da Mãe
4.4 - Data de Nascimento
4.7 - Nacionalidade
4.2 - Sexo
M F
4.25 - UF
4.19 - Nome do Cartório 4.20 - Livro 4.21 - Fls
4.22 - Termo 4.23 - Data de Emissão 4.24 - Nº Identidade 4.26 - Órgão 4.27 - Data de Emissão
4.10 - Escolaridade
4.31 - Data de Emissão4.30 - UF4.29 - Série4.28 - CTPS Número
Brasileiro Estrangeiro
4.5 - Município de Nascimento
4.8 - País de Origem
4.10 - Escolaridade
01 - Não sabe ler/escrever
02 - Alfabetizado
03 - Fundamental incompleto (1º grau incompleto)
04 - Fundamental completo (1º grau completo)
05 - Médio incompleto (2º grau incompleto)
06 - Médio completo (2º grau completo)
07 - Superior incompleto
08 - Superior completo
09 - Especialização/Residência
10 - Mestrado
11 - Doutorado
1 - Nascimento
2 - Casamento
3 - Separação/Divórcio
4.18 - Certidão/Tipo
10- SSP
41- Ministério da Aeronáutica
42- Ministério do Exército
43- Ministério da Marinha
44- Polícia Federal
60- Carteira de Identidade Classista
61- Conselho Regional de Administração
62- Conselho Regional de Assistência Social
63- Conselho Regional de Biblioteconomia
64- Conselho Regional de Contabilidade
65- Conselho Regional de Corretores de Imóveis
66- Conselho Regional de Enfermagem
67- Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
68- Conselho Regional de Estatística
69- Conselho Regional de Farmácia
70- Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional
71- Conselho Regional de Medicina
72- Conselho Regional de Medicina Veterinária
73- Ordem dos Músicos do Brasil
74- Conselho Regional de Nutrição
75- Conselho Regional de Odontologia
76- Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas
77- Conselho Regional de Psicologia
78- Conselho Regional de Química
79- Conselho Regional de Representantes Comerciais
80- Ordem dos Advogados do Brasil
81- Outros Emissores
82- Documento Estrangeiro
4.26 - Órgão
Segmento Área Microárea Família
SUS
N.º da ficha domiciliar
N.º do cadastrador
4.14 - CBO-R
Nº da pessoa no domicílio
4.11 - Situação familiar/conjugal
4.3 - Raça / Cor
Cód. IBGE
4.17 - N º do Cartão Nacional de Saúde
4.32 - Título de eleitor
4.36 - Nome do Pai
1 - Branca
2 - Preta
3 - Amarela
4 - Parda
5 - Indígena
4.3 - Raça / Cor
1- Convive com companheira(o) e filho(s)
2- Convive com companheira(o), com laços conjugais e sem filhos
3- Convive com companheira(o), com filho(s) e/ou outros familiares
4- Convive com familiar(es), sem companheira(o)
5- Convive com outra(s) pessoa(s), sem laços consangüíneos e/ou laços conjugais
6- Vive só
4.11 - Situação familiar /conjugal
REFERÊNCIAS
4.12 - Freqüenta escola?
Sim Não
-
4.34 - Seção4.33 - Zona
4.18 - Certidão/Tipo
4.13 - Ocupação
4.9 - Data de entrada no Brasil4.6 - UF
Complemento
-
Data de preenchimentoINCLUSÃO
ALTERAÇÃO
 é a ficha de acompanhamento dos
pacientes com hipertensão arterial. É uma
ficha de fácil preenchimento e os ACS não
costumam ter dúvidas a respeito dela. O
ACS deve levá-la consigo a cada visita domiciliar
e realizar a entrevista do paciente hipertensos 
A Hipertensão Arterial sistêmica é uma das
doenças mais prevalentes na nossa população e os
pacientes que são acometidos por ela apresentam
elevado risco de complicações cardiovasculares e,
consequentemente, uma redução da saúde da
comunidade devido à piora dos indicadores clínicos.
O ACS deve estar ciente de que, ao
controlar/acompanhar o paciente com hipertensão
arterial, ele tem a função de auxiliar na redução do
risco de doenças cardiovasculares - as enfermidades
que mais oneram o sistema de saúde.
Ela é responsável pela coleta de informações e
acompanhamento do paciente diabético. O ACS
deve levá-la consigo a cada visita domiciliar e
realizar a entrevista do paciente diabéticos
preenchendo os dados solicitados pelaFicha B-
DIA. 
 Os diabéticos são uma grupo de pacientes que
apresentam elevado risco de complicações de saúde
e, consequentemente, uma redução da saúde da
comunidade devido à piora dos indicadores clínicos.
Se não forem bem acompanhados, os diabéticos
podem ter complicações como o infarto do miocárdio,
pé diabético, derrame cerebral, dentre outras
complicações bastante graves e financeiramente
muito caras para o SUS local. Um bom
acompanhamento significa economia de recursos.
é a ficha de acompanhamento dos pacientes com
hanseníase - Mal de Hansen. A cada visita, o ACS
deve atualizar os dados desta ficha para que o
SIAB seja alimentado de forma correta.
A HANSENÍASE é uma predominantemente dermatológica,
com acometimento dos nervos periféricos, que é provoca
muita preocupação nos doentes. Há o caso do personagem
bíbilico Lázaro que era portador de Hanseníase e que sofreu
muito com a doença. O ACSdeve estar ciente de que, ao
controlar/acompanhar o paciente com hanseníase, ele
poderá evitar muitas complicações relacionadas à doença,
como deformidades e outras.
permite o acompanhamento das gestantes
da área de atuação do ACS e da equipe
da Saúde da Família. Pelo fato de que o
diagnóstico e detecção de uma gestante
na comunidade ser mais fácil, o ACS tem
a oportunidade de acompanhar um
número maior de grávidas. 
O instrumento utilizado para o acompanhamento da
criança - a Ficha C - é uma cópia do Cartão da
Criançapadronizado pelo Ministério da Saúde,
utilizado pelos diversos serviços de saúde nos
municípios.
 Para as crianças menores de 2 anos o ACS deve
utilizar, como base para a coleta dos dados,
oCartão da Criança que está de posse da
família, transcrevendo para o seu cartão-sombra
os dados registrados no Cartão da Criança.
Caso a família não tenha o Cartão,
o ACS deverá preencher o cartão-sombra com
base nas informações referidas e orientar a
família a procurar a unidade de saúde de
referência para providenciar a 2ª via.
 Proporcionar a extensão do atendimento aos problemas de
saúde da população rural, por meio da aplicação de
conhecimentos e execução de atividades específicas.
 Adotar uma visão global do indivíduo e seu papel na
comunidade.
 Incorporar um componente de discussão desses problemas de
saúde em função das condições gerais de vida da população.
 Melhorar a capacidade da comunidade de cuidar da própria
saúde.
 Organizar a comunidade para lutar pela saúde.
 Contribuir na redução da mortalidade infantil e materna.
 Aumentar a proporção de mães que alimentam os filhos
exclusivamente ao seio até 4 meses de vida.
 Não fazer distinção entre as pessoas (tratar todo
mundo igual).
 Saber ler e escrever.
 Ser responsável.
 Ser maior de idade.
 Ter comprometimento com a comunidade.
 Ter boa vontade.
 Ter tempo.
 Ser educado, calmo, atencioso.
 Ser decidido.
 Não beber.
 Ser morador do bairro.
 Ampliação do acesso das pessoas;
 Confiança depositada pela população;
 Atitude e compromisso evidenciado no trabalho;
 Melhoria de determinados indicadores
(cobertura vacinal, controle do câncer cérvico-
uterino, redução de doenças imunopreveníveis,
queda da mortalidade infantil por diarréia.
 Transmitir informações e conhecimentos,
aumentando assim a capacidade da população
de cuidar da sua saúde.
 Proporcionar a ligação entre a comunidade e os
serviços de saúde locais.
 Ampliar o acesso à informação sobre saúde na
comunidade.
 Cooperar com a organização comunitária, no
trato com os problemas de saúde.
 Estimular continuamente a organização comunitária;
 Participar da vida da comunidade, principalmente
através das organizações, estimulando a discussão das
questões relativas à melhoria da qualidade de vida;
 Fortalecer os elos de ligação entre a comunidade e os
serviços de saúde;
 Informar aos demais integrantes da equipe de saúde da
disponibilidade, necessidade e dinâmica social da
comunidade;
 Orientar a comunidade para utilização adequada
dos serviços de saúde;
 Registrar nascimentos, doenças de notificação
compulsória e de vigilância epidemiológica e
óbitos;
 Cadastrar todas as famílias de sua área de
abrangência;
 Identificar e registrar todas as gestantes e
crianças de 0 a 6 anos, hipertensos, diabéticos,
portadores de hanseníase, tuberculose (e em
Florianópolis, serão incluídos os idosos), por
meio de visitas domiciliares.
 Promoção e ações de saneamento e melhoria
do meio ambiente;
 Promoção da educação em saúde.
Não se pretende que os Agentes Comunitários
de Saúde venham a substituir ou preencher o papel
de outros profissionais de saúde que lutam no
sentido de garantir uma melhor assistência à
população. Acredita-se que por serem pessoas do
povo não só se assemelham nas características e
anseios deste povo como também preenchem
lacunas, justamente por conhecerem as
necessidades desta população.
Com o mapa o ACS pode: •
Conhecer o caminho mais fácil para chegar aos locais de visitas;
 Marcar as barreiras geográficas que dificultam o caminho das
pessoas ate os serviços de saúde (rios, morros, mata cerrada, etc.); •
 Conhecer a realidade da comunidade e planejar como resolver os
problemas de saúde com mais eficácia;
 Planejar as visitas de cada dia sem perder tempo;
 Marcar as micro áreas de risco;
 Identificar com símbolos as situações de risco;
Identificar com símbolos os grupos prioritários: gestantes, idosos,
hipertensos, diabéticos, pessoas acamadas, crianças menores de
cinco anos, pessoas com deficiência, usuário de drogas, pessoas
com hanseníase, pessoas com tuberculose, etc.
• Identificar os moradores, por faixa etária, sexo e
raça, ressaltando situações como gravidez,
desnutrição, pessoas com deficiência etc.
• Conhecer as condições de moradia e de seu
entorno, de trabalho, os hábitos, as crenças e os
costumes;
• Conhecer os principais problemas de saúde dos
moradores da comunidade;
• Ajudar as pessoas a refletir sobre os hábitos
prejudiciais à saúde;
• Identificar as famílias que necessitam de
acompanhamento mais frequente ou especial; •
Divulgar e explicar o funcionamento do serviço de
saúde e quais as atividades disponíveis;
• Desenvolver ações que busquem a integração
entre a equipe de saúde e a população do território
de abrangência da unidade de saúde;
• Perceber quais as orientações que as pessoas
mais precisam ter para cuidar melhor da sua saúde
e melhorar sua qualidade de vida;
• Ensinar medidas de prevenção de doenças e promoção
à saúde, como os cuidados de higiene com o corpo, no
preparo dos alimentos, com a água de beber e com a
casa, incluindo o seu entorno;
• Orientar a população quanto ao uso correto dos
medicamentos e a verificação da validade deles;
• Alertar quanto aos cuidados especiais com puérperas,
recém-nascidos, idosos, acamados e pessoas portadoras
de deficiências;
• Registrar adequadamente as atividades realizadas,
assim como outros dados relevantes, para os sistemas
nacionais de informação disponíveis para o âmbito da
Atenção Primária à Saúde.
 Realizar mapeamento da sua área de atuação;
 Visita domiciliar e acompanhamento mensal das
famílias;
 Participação no processo de planejamento e
programação local, junto às equipes de Saúde da
Família.
a) interagir com os indivíduos e seu grupo social, com
coletividades e a população;
b) respeitar valores, culturas e individualidades ao
pensar e propor as práticas de saúde;
c)buscar alternativas frente a situações adversas, com
postura ativa;
d) recorrer à equipe de trabalho para a solução ou
encaminhamento de problemas identificados;
e)levar em conta pertinência, oportunidade e precisão das
ações e procedimentos que realiza, medindo-se pelos
indivíduos, grupos e populações a que refere sua prática
profissional;
f)colocar-se em equipe de trabalho em prol da organização
e eficácia das práticas de saúde;
g) pensar criticamente seus compromissos e
responsabilidades como cidadão e trabalhador.
Obrigada
Aline Braúna!!
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O trabalho do ACS.

  • 1.
  • 2.  :  I - desenvolver ações que busquem a integração entre a equipe de saúde e a população adscrita à UBS, considerando as características e as finalidades do trabalho de acompanhamento de indivíduos e grupos sociais ou coletividade;  II - trabalhar com adscrição de famílias em base geográfica definida, a microárea;  III - estar em contato permanente com as famílias desenvolvendo ações educativas, visando à promoção da saúde e a prevenção das doenças, de acordo com o planejamento da equipe;  IV - cadastrar todas as pessoas de sua microárea e manter os cadastros atualizados;  V - orientar famílias quanto à utilização dos serviços de saúde disponíveis;
  • 3.
  • 4.  Ficha A  Ficha B-DIA  Ficha B-HA  Ficha B-HAN  Ficha B-TB  Ficha B-GES  Ficha C - Cartão da criança.
  • 5. SISTEMAÚNICODESAÚDE CADASTRONACIONALDEUSUÁRIOSEDOMICÍLIOS 3. DADOS DO DOMICÍLIO 3.7 - Nomedo logradouro 3.8 - Número 3.10 - Bairro/Distrito 3.11 - CEP 3.16 -Abastecimento deágua RedePública Poço ou nascente Outros 3.4 -Domicílio coberto por: PACS PSF SIMILARES PSF 3.18 -Esgotamento sanitário Rede pública Fossa Céu aberto 2. DADOS DO CADASTRADOR Data depreenchimento 2.4 - Visto do Supervisor Segmento Área Microárea Família OUTROS SUS 1.1 - Nomedo Município 1.2 - Cód. IBGE 2.1 - Nome 3.9 -Complemento 3.13 -Tipo de domicílio Tijolo / alvenaria Taiparevestida Taipanão revestida Madeira Material aproveitado Outros 3.15 -Tratamento deágua no domicílio Filtração Fervura Cloração Sem tratamento 3.17 -Energia elétrica NãoSim 3.19 -Destino do lixo Coletado Queimado/enterrado Céu aberto 3.1 Quantidade de pessoas no domicílio 3.12 - Telefone - 3.14 -N.º decômodos / peças 3.5 - Identificação da família Adobe 3.6 - Tipo logradouro 1. DADOS DO MUNICÍPIO Lote dedigitação 2.2 - N.º do cadastrador 2.3 -N.º da ficha domiciliar INCLUSÃO ALTERAÇÃO 3.2 -Código do domicílio * 3.3 - Uso municipal * Não preencher quando o tipo de operação for INCLUSÃO UF
  • 6. 4. DADOS PESSOAIS 4.1 - Nome 4.15 - PIS/PASEP 4.16 - CPF 4.35 - Nome da Mãe 4.4 - Data de Nascimento 4.7 - Nacionalidade 4.2 - Sexo M F 4.25 - UF 4.19 - Nome do Cartório 4.20 - Livro 4.21 - Fls 4.22 - Termo 4.23 - Data de Emissão 4.24 - Nº Identidade 4.26 - Órgão 4.27 - Data de Emissão 4.10 - Escolaridade 4.31 - Data de Emissão4.30 - UF4.29 - Série4.28 - CTPS Número Brasileiro Estrangeiro 4.5 - Município de Nascimento 4.8 - País de Origem 4.10 - Escolaridade 01 - Não sabe ler/escrever 02 - Alfabetizado 03 - Fundamental incompleto (1º grau incompleto) 04 - Fundamental completo (1º grau completo) 05 - Médio incompleto (2º grau incompleto) 06 - Médio completo (2º grau completo) 07 - Superior incompleto 08 - Superior completo 09 - Especialização/Residência 10 - Mestrado 11 - Doutorado 1 - Nascimento 2 - Casamento 3 - Separação/Divórcio 4.18 - Certidão/Tipo 10- SSP 41- Ministério da Aeronáutica 42- Ministério do Exército 43- Ministério da Marinha 44- Polícia Federal 60- Carteira de Identidade Classista 61- Conselho Regional de Administração 62- Conselho Regional de Assistência Social 63- Conselho Regional de Biblioteconomia 64- Conselho Regional de Contabilidade 65- Conselho Regional de Corretores de Imóveis 66- Conselho Regional de Enfermagem 67- Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia 68- Conselho Regional de Estatística 69- Conselho Regional de Farmácia 70- Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional 71- Conselho Regional de Medicina 72- Conselho Regional de Medicina Veterinária 73- Ordem dos Músicos do Brasil 74- Conselho Regional de Nutrição 75- Conselho Regional de Odontologia 76- Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas 77- Conselho Regional de Psicologia 78- Conselho Regional de Química 79- Conselho Regional de Representantes Comerciais 80- Ordem dos Advogados do Brasil 81- Outros Emissores 82- Documento Estrangeiro 4.26 - Órgão Segmento Área Microárea Família SUS N.º da ficha domiciliar N.º do cadastrador 4.14 - CBO-R Nº da pessoa no domicílio 4.11 - Situação familiar/conjugal 4.3 - Raça / Cor Cód. IBGE 4.17 - N º do Cartão Nacional de Saúde 4.32 - Título de eleitor 4.36 - Nome do Pai 1 - Branca 2 - Preta 3 - Amarela 4 - Parda 5 - Indígena 4.3 - Raça / Cor 1- Convive com companheira(o) e filho(s) 2- Convive com companheira(o), com laços conjugais e sem filhos 3- Convive com companheira(o), com filho(s) e/ou outros familiares 4- Convive com familiar(es), sem companheira(o) 5- Convive com outra(s) pessoa(s), sem laços consangüíneos e/ou laços conjugais 6- Vive só 4.11 - Situação familiar /conjugal REFERÊNCIAS 4.12 - Freqüenta escola? Sim Não - 4.34 - Seção4.33 - Zona 4.18 - Certidão/Tipo 4.13 - Ocupação 4.9 - Data de entrada no Brasil4.6 - UF Complemento - Data de preenchimentoINCLUSÃO ALTERAÇÃO
  • 7.
  • 8.
  • 9.  é a ficha de acompanhamento dos pacientes com hipertensão arterial. É uma ficha de fácil preenchimento e os ACS não costumam ter dúvidas a respeito dela. O ACS deve levá-la consigo a cada visita domiciliar e realizar a entrevista do paciente hipertensos 
  • 10.
  • 11. A Hipertensão Arterial sistêmica é uma das doenças mais prevalentes na nossa população e os pacientes que são acometidos por ela apresentam elevado risco de complicações cardiovasculares e, consequentemente, uma redução da saúde da comunidade devido à piora dos indicadores clínicos. O ACS deve estar ciente de que, ao controlar/acompanhar o paciente com hipertensão arterial, ele tem a função de auxiliar na redução do risco de doenças cardiovasculares - as enfermidades que mais oneram o sistema de saúde.
  • 12. Ela é responsável pela coleta de informações e acompanhamento do paciente diabético. O ACS deve levá-la consigo a cada visita domiciliar e realizar a entrevista do paciente diabéticos preenchendo os dados solicitados pelaFicha B- DIA. 
  • 13.  Os diabéticos são uma grupo de pacientes que apresentam elevado risco de complicações de saúde e, consequentemente, uma redução da saúde da comunidade devido à piora dos indicadores clínicos. Se não forem bem acompanhados, os diabéticos podem ter complicações como o infarto do miocárdio, pé diabético, derrame cerebral, dentre outras complicações bastante graves e financeiramente muito caras para o SUS local. Um bom acompanhamento significa economia de recursos.
  • 14.
  • 15. é a ficha de acompanhamento dos pacientes com hanseníase - Mal de Hansen. A cada visita, o ACS deve atualizar os dados desta ficha para que o SIAB seja alimentado de forma correta. A HANSENÍASE é uma predominantemente dermatológica, com acometimento dos nervos periféricos, que é provoca muita preocupação nos doentes. Há o caso do personagem bíbilico Lázaro que era portador de Hanseníase e que sofreu muito com a doença. O ACSdeve estar ciente de que, ao controlar/acompanhar o paciente com hanseníase, ele poderá evitar muitas complicações relacionadas à doença, como deformidades e outras.
  • 16.
  • 17. permite o acompanhamento das gestantes da área de atuação do ACS e da equipe da Saúde da Família. Pelo fato de que o diagnóstico e detecção de uma gestante na comunidade ser mais fácil, o ACS tem a oportunidade de acompanhar um número maior de grávidas. 
  • 18.
  • 19. O instrumento utilizado para o acompanhamento da criança - a Ficha C - é uma cópia do Cartão da Criançapadronizado pelo Ministério da Saúde, utilizado pelos diversos serviços de saúde nos municípios.
  • 20.  Para as crianças menores de 2 anos o ACS deve utilizar, como base para a coleta dos dados, oCartão da Criança que está de posse da família, transcrevendo para o seu cartão-sombra os dados registrados no Cartão da Criança. Caso a família não tenha o Cartão, o ACS deverá preencher o cartão-sombra com base nas informações referidas e orientar a família a procurar a unidade de saúde de referência para providenciar a 2ª via.
  • 21.  Proporcionar a extensão do atendimento aos problemas de saúde da população rural, por meio da aplicação de conhecimentos e execução de atividades específicas.  Adotar uma visão global do indivíduo e seu papel na comunidade.  Incorporar um componente de discussão desses problemas de saúde em função das condições gerais de vida da população.  Melhorar a capacidade da comunidade de cuidar da própria saúde.  Organizar a comunidade para lutar pela saúde.  Contribuir na redução da mortalidade infantil e materna.  Aumentar a proporção de mães que alimentam os filhos exclusivamente ao seio até 4 meses de vida.
  • 22.  Não fazer distinção entre as pessoas (tratar todo mundo igual).  Saber ler e escrever.  Ser responsável.  Ser maior de idade.  Ter comprometimento com a comunidade.  Ter boa vontade.  Ter tempo.
  • 23.  Ser educado, calmo, atencioso.  Ser decidido.  Não beber.  Ser morador do bairro.
  • 24.  Ampliação do acesso das pessoas;  Confiança depositada pela população;  Atitude e compromisso evidenciado no trabalho;  Melhoria de determinados indicadores (cobertura vacinal, controle do câncer cérvico- uterino, redução de doenças imunopreveníveis, queda da mortalidade infantil por diarréia.
  • 25.  Transmitir informações e conhecimentos, aumentando assim a capacidade da população de cuidar da sua saúde.  Proporcionar a ligação entre a comunidade e os serviços de saúde locais.  Ampliar o acesso à informação sobre saúde na comunidade.  Cooperar com a organização comunitária, no trato com os problemas de saúde.
  • 26.  Estimular continuamente a organização comunitária;  Participar da vida da comunidade, principalmente através das organizações, estimulando a discussão das questões relativas à melhoria da qualidade de vida;  Fortalecer os elos de ligação entre a comunidade e os serviços de saúde;  Informar aos demais integrantes da equipe de saúde da disponibilidade, necessidade e dinâmica social da comunidade;
  • 27.  Orientar a comunidade para utilização adequada dos serviços de saúde;  Registrar nascimentos, doenças de notificação compulsória e de vigilância epidemiológica e óbitos;  Cadastrar todas as famílias de sua área de abrangência;
  • 28.  Identificar e registrar todas as gestantes e crianças de 0 a 6 anos, hipertensos, diabéticos, portadores de hanseníase, tuberculose (e em Florianópolis, serão incluídos os idosos), por meio de visitas domiciliares.  Promoção e ações de saneamento e melhoria do meio ambiente;  Promoção da educação em saúde.
  • 29. Não se pretende que os Agentes Comunitários de Saúde venham a substituir ou preencher o papel de outros profissionais de saúde que lutam no sentido de garantir uma melhor assistência à população. Acredita-se que por serem pessoas do povo não só se assemelham nas características e anseios deste povo como também preenchem lacunas, justamente por conhecerem as necessidades desta população.
  • 30. Com o mapa o ACS pode: • Conhecer o caminho mais fácil para chegar aos locais de visitas;  Marcar as barreiras geográficas que dificultam o caminho das pessoas ate os serviços de saúde (rios, morros, mata cerrada, etc.); •  Conhecer a realidade da comunidade e planejar como resolver os problemas de saúde com mais eficácia;  Planejar as visitas de cada dia sem perder tempo;  Marcar as micro áreas de risco;  Identificar com símbolos as situações de risco; Identificar com símbolos os grupos prioritários: gestantes, idosos, hipertensos, diabéticos, pessoas acamadas, crianças menores de cinco anos, pessoas com deficiência, usuário de drogas, pessoas com hanseníase, pessoas com tuberculose, etc.
  • 31. • Identificar os moradores, por faixa etária, sexo e raça, ressaltando situações como gravidez, desnutrição, pessoas com deficiência etc. • Conhecer as condições de moradia e de seu entorno, de trabalho, os hábitos, as crenças e os costumes; • Conhecer os principais problemas de saúde dos moradores da comunidade;
  • 32. • Ajudar as pessoas a refletir sobre os hábitos prejudiciais à saúde; • Identificar as famílias que necessitam de acompanhamento mais frequente ou especial; • Divulgar e explicar o funcionamento do serviço de saúde e quais as atividades disponíveis; • Desenvolver ações que busquem a integração entre a equipe de saúde e a população do território de abrangência da unidade de saúde; • Perceber quais as orientações que as pessoas mais precisam ter para cuidar melhor da sua saúde e melhorar sua qualidade de vida;
  • 33. • Ensinar medidas de prevenção de doenças e promoção à saúde, como os cuidados de higiene com o corpo, no preparo dos alimentos, com a água de beber e com a casa, incluindo o seu entorno; • Orientar a população quanto ao uso correto dos medicamentos e a verificação da validade deles; • Alertar quanto aos cuidados especiais com puérperas, recém-nascidos, idosos, acamados e pessoas portadoras de deficiências; • Registrar adequadamente as atividades realizadas, assim como outros dados relevantes, para os sistemas nacionais de informação disponíveis para o âmbito da Atenção Primária à Saúde.
  • 34.  Realizar mapeamento da sua área de atuação;  Visita domiciliar e acompanhamento mensal das famílias;  Participação no processo de planejamento e programação local, junto às equipes de Saúde da Família.
  • 35. a) interagir com os indivíduos e seu grupo social, com coletividades e a população; b) respeitar valores, culturas e individualidades ao pensar e propor as práticas de saúde; c)buscar alternativas frente a situações adversas, com postura ativa; d) recorrer à equipe de trabalho para a solução ou encaminhamento de problemas identificados;
  • 36. e)levar em conta pertinência, oportunidade e precisão das ações e procedimentos que realiza, medindo-se pelos indivíduos, grupos e populações a que refere sua prática profissional; f)colocar-se em equipe de trabalho em prol da organização e eficácia das práticas de saúde; g) pensar criticamente seus compromissos e responsabilidades como cidadão e trabalhador.
  • 37. Obrigada Aline Braúna!! Visite nosso Blog: Acsdeparacuru.blogspot.com