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Segurança do paciente
no cuidado da pessoa
idosa
Profª Draª Ana Karine Brum
Professora Associada da EEAAC – UFF/ Deptº de
De Enfermagem e Administração
Docente do Mestrado Profissional de Ensino em
– UFF
Coordenadora do Projeto QualiSEG UFF
Membro titulada da SBGG-RJ
Especialista em Gerontologia e Geriatria
UFF
Imagem: https://pixabay.com(free)
A PESSOA IDOSA
• Estima-se que um quarto da população terá mais de 65
anos em 2060
• Em 2060, o percentual da população com 65 anos ou mais
de idade chegará a 25,5% (58,2 milhões de idosos),
enquanto em 2018 essa proporção é de 9,2% (19,2 milhões).
• Já os jovens (0 a 14 anos) deverão representar 14,7% da
população (33,6 milhões) em 2060, frente a 21,9% (44,5
milhões) em 2018.
(Agência IBGE notícias / 25/07/2018 )
https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/21837-projecao-da-
populacao-2018-numero-de-habitantes-do-pais-deve-parar-de-crescer-em-2047
Imagem: https://pixabay.com(free)
Fonte:
https://www.ibge.gov.br/apps/populacao/proj
ecao/
OS IDOSOS
NA SOCIEDADE ATUAL
QUEM SÃO?
ONDE ESTÃO?
QUAL A SUA REDE DE APOIO?
POSSUEM FAMÍLIA?
O QUE FAZEM?
SUAS ESPECIFICIDADES?
QUAIS OS RISCOS E CUIDADOS?
Segurança do paciente no cuidado da pessoa idosa https://pixabay.com/pt/adulto-idade-blur-escuro-rosto-1
Estudo aponta que 75% dos idosos usam
apenas o SUS
O Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos
Brasileiros (ELSI-Brasil)
• O Elsi- Brasil apontou que 75,3% dos idosos brasileiros dependem exclusivamente dos
serviços prestados no Sistema Único de Saúde, sendo que 83,1% realizaram pelo menos uma
consulta médica nos últimos 12 meses.
• Nesse período, foi identificado ainda 10,2% dos idosos foram hospitalizados uma ou mais
vezes.
• Quase 40% dos idosos possuem uma doença crônica e 29,8% possuem duas ou mais como
diabetes, hipertensão ou artrite.
• Ou seja, ao todo, cerca de 70% dos idosos possuem alguma doença crônica.
• O estudo apontou também que 85% da população com 50 anos ou mais vivem em área
urbanas. E entre os relatos sobre os hábitos de comportamento, 43% dos idosos
acompanhados pelo estudo disseram ter medo de cair na rua.
Coord. ProfªMaria Fernanda Lima-Costa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) de Minas Gerais
Fonte: http://portalms.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/44451-estudo-aponta-que-75-dos-
idosos-usam-apenas-o-sus
SAÚDE DO IDOSO:
• Atualmente, os idosos representam 14,3% dos brasileiros, ou seja, 29,3 milhões
de pessoas. E, em 2030, o número de idosos deve superar o de crianças e
adolescentes de zero a quatorze anos.
• O envelhecimento da população tem impactos importantes na saúde,
apontando para a importância de organização da rede de atenção à saúde para a
oferta de cuidados longitudinais.
• As doenças crônicas não transmissíveis atualmente afetam boa parte da
população idosa. De acordo com pesquisas anteriores promovidas pelo Ministério
da Saúde,
• 25,1% dos idosos tem diabetes,
• 18,7% são obesos,
• 57,1% tem hipertensão e
• 66,8% tem excesso de peso.
• Também são responsáveis por mais de 70% das mortes do país.
Fonte: http://portalms.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/44451-estudo-aponta-que-75-dos-
idosos-usam-apenas-o-sus
LINHA DE CUIDADO DO IDOSO
• O Ministério da Saúde lança pela primeira vez documento para orientar a
implementação de linha de cuidado integral às pessoas idosas no SUS. O
documento colocado em consulta pública em 2017 e finalizado em 2018
contribui para a garantia do bem-estar desta população.
• O objetivo é que o profissional de saúde deixe de olhar somente para o
cuidado da doença e invista na necessidade dos idosos, a partir do diagnóstico
de vulnerabilidades sociais, nível de independência e autonomia e estilo de
vida, considerando alimentação, prática de exercícios e prevenção de quedas,
hábitos de saúde e histórico clínico.
Fonte: http://portalms.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/44451-estudo-aponta-que-75-dos-
idosos-usam-apenas-o-sus
Segurança do paciente no cuidado da
pessoa idosa
DESAFIOS E POSSILIDADES
Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP)
O Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) foi criado para contribuir para a qualificação do
cuidado em saúde em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional. A Segurança do Paciente é
um dos seis atributos da qualidade do cuidado e tem adquirido, em todo o mundo, grande importância
para os pacientes, famílias, gestores e profissionais de saúde com a finalidade de oferecer uma
assistência segura.
http://portalms.saude.gov.br/acoes-e-programas/programa-nacional-de-seguranca-do-
paciente-pnsp
DESAFIOS
• População idosa : estigmas , preconceitos e terminalidade
• Os idosos compreendem um grupo populacional vulnerável aos riscos na assistência à saúde;
• Com o avanço do envelhecimento patológico( doenças crônicas não transmissíveis) , além das
modificações biopsicossociais do processo de envelhecimento, a vulnerabilidade por suas
condições clínicas e físicas , os expõe a riscos, que quando não avaliados/ identificados/
valorizados pelos profissionais de saúde, o cuidado passa a ser não seguro, favorecendo a
possíveis eventos adversos.
• Aumento de idosos com déficits cognitivos, aumento da dependência e perda de autonomia,
complexidade das famílias constituídas, necessidade de cuidadores, custos elevados com o
autocuidado ( medicamentos, curativos e etc.), polifarmácia, automedicação, idosos sem rede de
apoio, idosos com mobilidades reduzidas, estrutura arquitetônica de domicílio e ambiente
urbano de risco para quedas, condições clínicas associadas à riscos comportamentais,
agudização de doenças crônicas e complicações cardiovasculares e cerebrais que podem levar a
óbitos ,dependências, deficiências adquiridas ( ex. avc , cegueiras, imobilidade, etc.)
DESAFIOS
• Por outro lado, os valores de terminalidade vinculados ao idoso, pode gerar “
banalização do cuidado seguro” , e implicitamente um evento adverso passa a
ser considerado uma complicação esperada.
• A interdisciplinaridade é um fator fundamental para promoção do cuidado
seguro ao idoso, mas na realidade assistencial ainda é um grande desafio.
• Apesar do aumento da população idosa no mundo e no Brasil ser expressiva e
progressiva, e o despertar dos profissionais também tem crescido, mas ainda
vivenciamos um distanciamento do conhecimento das especificidades do idoso
pelos profissionais de saúde, que ainda possuem limitações quando assistem um
idoso, e esta condição também é um fator de que contribui para os riscos do
cuidado não seguro.
• Necessidade da inclusão da “ segurança do paciente à pessoa idosa” na formação
profissional com foco na interdisplinaridade .
DESAFIOS
• O cuidado seguro à pessoa idosa transcende ao “ idoso” , necessita de uma visão
gerontológica , que contextualiza o seu “meio social, econômico e cultural”, o cuidado
seguro depende da visão do profissional de saúde, compreendendo que a condição do
idoso , além da visão, o conhecimento e a prática do profissional de saúde podem
oferecer riscos, e os mesmos podem ser evitados por um gerenciamento do cuidado
que contempla, família, idoso e acompanhamento das intervenções.
• Necessidade de incorporação da cultura de segurança e práticas seguras no cuidado à
pessoa idosa;
RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA
META 1 - IDENTIFICAR CORRETAMENTE
O PACIENTE
• Nomes ditos “ antigos” e comuns em idosos:
José, João, Antônio, Franscisco e Paulo
Maria , Ana, Francisca e Antônia.
• Comprometimentos cognitivos e sensoriais para
verbalizar ( em muitas das situações seus nomes
completos dentre outras informações).
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_nomes_mais_co
muns_no_Brasil
RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA
META 2 - MELHORAR A COMUNICAÇÃO
ENTRE PROFISSIONAIS DE SAÚDE
• Com o aumento das doenças crônicas não transmissíveis, como
diabetes, hipertensão, hipercolesterolemia, torna-se evidente o
uso de medicações de uso contínuo.
• Aumento das doenças cardiovasculares, o uso de drogas que
precisam de monitoramento e cuidados para prevenir os
nas interações medicamentosas.
• Aumento das doenças degenerativas musculoesqueléticas, uso
de medicamentos analgésicos e etc
• Riscos com a polifarmácia, nas múltiplas receitas, a comunicação
entre os profissionais é comprometida , seja no acompanhamento,
no uso das medicações, na suspensão de drogas e ainda na
alteração das receitas.
• Necessidade também de fortalecer a comunicação do
profissional e o idoso / família/ cuidadores.
RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA
META 3 - MELHORAR A SEGURANÇA NA
PRESCRIÇÃO, NO USO E NA
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS• Considerando que muitos dos idosos no Brasil ainda são
analfabetos , torna–se importante estabelecer a comunicação
efetiva entre o profissional e o idoso, para garantir a
compreensão da prescrição medicamentosa.
• Assegurar uma prescrição medicamentosa em receituário com
letras legíveis ou digitadas, para a compreensão da compra do
medicamento, mas principalmente para o palnejamento do uso
da mesma.
• Os profissionais de saúde, precisam estar atentos aos processos
alérgicos , reações adversas e interações medicamentosas
idosos, e tentam identificar qual droga , sem prejuízo da
terapêutica adotada.
• Considerando a dimensão do Brasil e a carência da rede
assistencial e também de idosos confinados em domicílios por
limitações de mobilidade, o alerta para o risco da
automedicação é fundamental para assegurar o cuidado
seguro.
RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA
META 4 - ASSEGURAR CIRURGIA EM
LOCAL DE INTERVENÇÃO,
PROCEDIMENTO E PACIENTE CORRETOS• Idosos com deficiências adquiridas, seja por déficits cognitivos/
sensoriais/físicos , são vulneráveis , no sentido do seu
empoderamento como paciente pela própria segurança , assim
torna-se fundamental tanto a identificação correta como
assegurar a intervenção cirúrgica correta em local correto.
• A segurança do paciente idoso cirúrgico, deve considerar uma
avaliação criteriosa, do uso das medicações de uso contínuo,
das alergias, riscos anestésicos, riscos cardiovasculares e co-
morbidades associadas.
• Riscos à imobilidade pós cirúrgica , riscos à eventos trombóticos
pós cirúrgicos, dependência de cuidados e etc.
• A informação e orientação ao idoso e/ou familia sobre a
cirurgia, no pré operatório e no pós operatório (cuidados
importantes considerando as comorbidades associadas e
prejuízos de imobilidade prolongada ao leito.
RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA
META 5 - HIGIENIZAR AS MÃOS PARA
EVITAR INFECÇÕES
• Idosos possuem sua imunidade mais comprometida, e
quando apresentam comorbidades associadas (como
diabetes), tornam-se vulneráveis , sendo necessário
redobrar as iniciativas que sensibilizem e estimulem a
atitude simples , porém ainda desafiante, de higienizar as
mãos;
• A avaliação precisa de procedimentos invasivos aos
e também a avaliação do tempo necessário dos
dispositivos instalados, como acessos venosos, cateterismo
vesical, tubo orotraqueal, e etc.
• E também monitoramento clínico dos sinais e sintomas
de infecções ( diante da especificidade dos idosos que
nem sempre apresentam de forma típica) , além dos
exames laboratóriais de rotina;
RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA
META 5 - HIGIENIZAR AS MÃOS PARA
EVITAR INFECÇÕES
• Os idosos, que não estejam hospitalizados, mas encontram-se
em Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPI),
também são vulneráveis à infecções, principalmente quando
estão acamados , e apresentam incontinências, urinária e
fecal, além do risco à lesões de pele ( escabiose e úlceras por
pressão), a higienização das mãos para prevenir a “infecção
cruzada” é fundamental para o cuidado Seguro.
RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA
META 6 - REDUZIR O RISCO DE QUEDAS
• Esta meta é a mais evidente quando associamos a segurança
do paciente idoso, pela condição do próprio processo do
envelhecimento, que acarreta alterações sensoriais ( Ex. Visão) ,
alterações de marcha e equilíbrio e também quando associado
aos fatores de riscos extrínsecos (Ex. ambientais , arquitetônicos,
uso inadequado de calçados e dispositivos de locomoção) e
intrínsecos ( uso de medicamentos que podem causar
desorientação, hipotensão, desequilíbrio, tonteiras, síncopes e
etc.)
• Os riscos para quedas nos idosos devem contemplar o ambiente
que o mesmo encontra-se, seja no domicílio, no hospital, em
abrigos, e também por quem os mesmos são cuidados, pois é de
fundamental importância que o idoso e família recebam as
orientações para prevenção de quedas .
RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA
META 6 - REDUZIR O RISCO DE QUEDAS
• No ambiente hospitalar, as notificações de quedas são mais
expressivas, pela peculiaridade da ação do outro “cair”, no
entanto ainda é necessário que os profissionais de saúde sejam
“despertados” para ação/ atitude de prevenção de quedas,
• As quedas também podem ser desencadeadas por grades não
levantadas, por obstrução de passagem/ acesso a deambulação,
por transferências inadequadas, por mobiliarios sem manutenção,
por estrutura arquitetônica inadequada , como pisos
escorregadios e falta de barras de apoio, entre tantos outras
possibilidades.
• A avaliação por escalas , como a Escala de Morse, com o
gerenciamento do cuidado seguro, favorece o monitoramento do
paciente idoso.
RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA
META 6 - REDUZIR O RISCO DE ÚLCERA
POR PRESSÃO
• Durante o processo de envelhecimento, as alterações da pele
são evidentes e determinantes para o risco aumentado à lesão
de pele.
• Os idosos acamados, com incontinências, perda de massa
muscular, déficit nutricional protéico, representam um grupo de
alto risco para UPP.
• A avaliação clínica do uso de medicamentos que podem
comprometer a vascularizção periférica e as condições clínicas
como edemas , podem também favorer ao risco para UPP.
RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA
META 6 - REDUZIR O RISCO DE ÚLCERA
POR PRESSÃO
• A equipe de saúde tem que ser interdisciplinar , pois as ações
para prevenção envolve uma “ visão ampla’ da
multicausalidade que expõe o idoso ao risco.
• No entanto , ações preventivas ( mobilidade, higiene, hifratação,
evitar a umidade e exposição de secreções irritativas, nutrição
equilibrada, etc) e ações de acompanhamento da recuperação
das lesões já instaladas , além prevenir outras em potencial .
• A avaliação por Escalas ( Ex. Braden) e ações preventivas e de
intervenção devem ser contínuas.
• A família e o cuidador devem participar deste processo para
compreenderem de forma efetiva as medidas preventivas e
participarem do cuidado seguro.
POSSIBILIDADES PARA A SEGURANÇA DO
PACIENTE NO CUIDADO SEGURO À PESSOA
IDOSA
INCORPORAR O ENSINO
DE SEGURANÇA DO
PACIENTE NOS
CURRÍCULOS DE
GRADUAÇÃO E PÓS-
GRADUAÇÃO NAS ÁREAS
DA SAÚDE, CONFORME A
RECOMENDAÇÃO DO
GUIA CURRICULAR
MULTIPROFISSIONAI DA
OMS;
FORMAÇÃO PROFISSIONAL
ASSOCIAR A SEGURANÇA
DO PACIENTE NA
ATENÇÃO À SAÚDE DO
IDOSO NOS CURRÍCULOS
DA ÁREA DA SAÚDE, COM
ESTRATÉGIAS DE
APRENDIZADO BASEADO
NAS METODOLOGIAS
ATIVAS, POSSIBILITANDO A
REFLEXÃO CRÍTICA E
REFLEXIVA DAS PRÁTICAS
EM SAÚDE VOLTADA PARA
A PESSOA IDOSA;
ESTIMULO A PRODUÇÃO
DE TECNOLOGIAS
ASSISTENCIAIS, GERENCIAIS
E EDUCACIONAIS , QUE
PROMOVAM O CUIDADO
SEGURO E POSSAM
MITIGAR OS EVENTOS
ADVERSOS,
CONSIDERANDO AS
ESPECIFICIDADES E
NECESSIDADES DA PESSOA
IDOSA;
COMPREENDER QUE O
ENVELHECIMENTO É UM
PROCESSO NATURAL, MAS COM
INTERFACES NA PROMOÇÃO DO
ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL,
NA PREVENÇÃO DOS AGRAVOS E
AINDA QUANDO NECESSÁRIO, I
CUIDADOS EM SAÚDE COM
INTERVENÇÕES, O MESMO DEVE
CONSIDERAR AS
ESPECIFICIDADES DO IDOSO
PARA UM CUIDADO SEGURO;
PENSAR A SEGURANÇA DO
PACIENTE NO CUIDADO
AO IDOSO, É
CORRELACIONAR O
CUIDADO À PESSOA
IDOSA, FAMÍLIA E
CUIDADORES,
CONSIDERANDO O
CONTEXTO
BIOPSICOSSOCIAL,
CULTURAL E AMBIENTAL,
ALÉM DA REDE DE APOIO
COM FOCO NO
GERENCIAMENTO DO
CUIDADO SEGURO.
REFERÊNCIAS
•Ministério da Saúde (BR), Fundação Oswaldo Cruz, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Documento de referência
para o Programa Nacional de Segurança do Paciente [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2014. 40 p. Disponível
em: Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/documento_referencia_programa_nacional_seguranca.pdf
» http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/documento_referencia_programa_nacional_seguranca.pdf
•Brasil. Ministério da Saúde. Portaria MS/GM nº 529, de 1 de abril de 2013. Institui o Programa Nacional de Segurança
do Paciente (PNSP). Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília (DF), 2013 abr 4;
•Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC nº 36, de 25 de julho de 2013. Institui ações para a
segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil,
Brasília (DF), 2013 jul 26;
•BRUM, Ana Karine Ramos; TOCANTINS, Florence Romijn; SILVA, Teresinha de Jesus do Espírito Santo da. O
enfermeiro como instrumento de ação no cuidar do idoso. Rev. Latino-Am. Enfermagem, Ribeirão Preto , v. 13, n.
6, p. 1019-1026, dez. 2005 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-
11692005000600015&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 17 dez. 2018. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-11692005000600015
•LUIZ, Izabel Cristina; BRUM, Ana Karine Ramos. Intrinsic factors for the risk of fall of the elderly at home: a descriptive
study. Online Brazilian Journal of Nursing, [S.l.], v. 16, n. 4, p. 480-5, aug. 2018. ISSN 1676-4285. Available at:
<http://www.objnursing.uff.br/index.php/nursing/article/view/5354>. Date accessed: 17 dec. 2018.
doi:https://doi.org/10.17665/1676-4285.20175354.
MARQUES, Gabrielle Ferreira Melo et al . Polypharmacy and potentially inappropriate medications for elder people in
gerontological nursing. Rev. Bras. Enferm., Brasília , v. 71, n. 5, p. 2440-2446, Oct. 2018 . Available from
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-71672018000502440&lng=en&nrm=iso>. access on 17 Dec.
2018. http://dx.doi.org/10.1590/0034-7167-2017-0211.
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Aula sobre segurança do paciente no cuidado da pessoa idosa

  • 1. Segurança do paciente no cuidado da pessoa idosa Profª Draª Ana Karine Brum Professora Associada da EEAAC – UFF/ Deptº de De Enfermagem e Administração Docente do Mestrado Profissional de Ensino em – UFF Coordenadora do Projeto QualiSEG UFF Membro titulada da SBGG-RJ Especialista em Gerontologia e Geriatria UFF Imagem: https://pixabay.com(free)
  • 2. A PESSOA IDOSA • Estima-se que um quarto da população terá mais de 65 anos em 2060 • Em 2060, o percentual da população com 65 anos ou mais de idade chegará a 25,5% (58,2 milhões de idosos), enquanto em 2018 essa proporção é de 9,2% (19,2 milhões). • Já os jovens (0 a 14 anos) deverão representar 14,7% da população (33,6 milhões) em 2060, frente a 21,9% (44,5 milhões) em 2018. (Agência IBGE notícias / 25/07/2018 ) https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/21837-projecao-da- populacao-2018-numero-de-habitantes-do-pais-deve-parar-de-crescer-em-2047 Imagem: https://pixabay.com(free)
  • 4. OS IDOSOS NA SOCIEDADE ATUAL QUEM SÃO? ONDE ESTÃO? QUAL A SUA REDE DE APOIO? POSSUEM FAMÍLIA? O QUE FAZEM? SUAS ESPECIFICIDADES? QUAIS OS RISCOS E CUIDADOS? Segurança do paciente no cuidado da pessoa idosa https://pixabay.com/pt/adulto-idade-blur-escuro-rosto-1
  • 5. Estudo aponta que 75% dos idosos usam apenas o SUS O Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil) • O Elsi- Brasil apontou que 75,3% dos idosos brasileiros dependem exclusivamente dos serviços prestados no Sistema Único de Saúde, sendo que 83,1% realizaram pelo menos uma consulta médica nos últimos 12 meses. • Nesse período, foi identificado ainda 10,2% dos idosos foram hospitalizados uma ou mais vezes. • Quase 40% dos idosos possuem uma doença crônica e 29,8% possuem duas ou mais como diabetes, hipertensão ou artrite. • Ou seja, ao todo, cerca de 70% dos idosos possuem alguma doença crônica. • O estudo apontou também que 85% da população com 50 anos ou mais vivem em área urbanas. E entre os relatos sobre os hábitos de comportamento, 43% dos idosos acompanhados pelo estudo disseram ter medo de cair na rua. Coord. ProfªMaria Fernanda Lima-Costa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) de Minas Gerais Fonte: http://portalms.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/44451-estudo-aponta-que-75-dos- idosos-usam-apenas-o-sus
  • 6. SAÚDE DO IDOSO: • Atualmente, os idosos representam 14,3% dos brasileiros, ou seja, 29,3 milhões de pessoas. E, em 2030, o número de idosos deve superar o de crianças e adolescentes de zero a quatorze anos. • O envelhecimento da população tem impactos importantes na saúde, apontando para a importância de organização da rede de atenção à saúde para a oferta de cuidados longitudinais. • As doenças crônicas não transmissíveis atualmente afetam boa parte da população idosa. De acordo com pesquisas anteriores promovidas pelo Ministério da Saúde, • 25,1% dos idosos tem diabetes, • 18,7% são obesos, • 57,1% tem hipertensão e • 66,8% tem excesso de peso. • Também são responsáveis por mais de 70% das mortes do país. Fonte: http://portalms.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/44451-estudo-aponta-que-75-dos- idosos-usam-apenas-o-sus
  • 7. LINHA DE CUIDADO DO IDOSO • O Ministério da Saúde lança pela primeira vez documento para orientar a implementação de linha de cuidado integral às pessoas idosas no SUS. O documento colocado em consulta pública em 2017 e finalizado em 2018 contribui para a garantia do bem-estar desta população. • O objetivo é que o profissional de saúde deixe de olhar somente para o cuidado da doença e invista na necessidade dos idosos, a partir do diagnóstico de vulnerabilidades sociais, nível de independência e autonomia e estilo de vida, considerando alimentação, prática de exercícios e prevenção de quedas, hábitos de saúde e histórico clínico. Fonte: http://portalms.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/44451-estudo-aponta-que-75-dos- idosos-usam-apenas-o-sus
  • 8.
  • 9.
  • 10. Segurança do paciente no cuidado da pessoa idosa DESAFIOS E POSSILIDADES Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) O Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) foi criado para contribuir para a qualificação do cuidado em saúde em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional. A Segurança do Paciente é um dos seis atributos da qualidade do cuidado e tem adquirido, em todo o mundo, grande importância para os pacientes, famílias, gestores e profissionais de saúde com a finalidade de oferecer uma assistência segura. http://portalms.saude.gov.br/acoes-e-programas/programa-nacional-de-seguranca-do- paciente-pnsp
  • 11. DESAFIOS • População idosa : estigmas , preconceitos e terminalidade • Os idosos compreendem um grupo populacional vulnerável aos riscos na assistência à saúde; • Com o avanço do envelhecimento patológico( doenças crônicas não transmissíveis) , além das modificações biopsicossociais do processo de envelhecimento, a vulnerabilidade por suas condições clínicas e físicas , os expõe a riscos, que quando não avaliados/ identificados/ valorizados pelos profissionais de saúde, o cuidado passa a ser não seguro, favorecendo a possíveis eventos adversos. • Aumento de idosos com déficits cognitivos, aumento da dependência e perda de autonomia, complexidade das famílias constituídas, necessidade de cuidadores, custos elevados com o autocuidado ( medicamentos, curativos e etc.), polifarmácia, automedicação, idosos sem rede de apoio, idosos com mobilidades reduzidas, estrutura arquitetônica de domicílio e ambiente urbano de risco para quedas, condições clínicas associadas à riscos comportamentais, agudização de doenças crônicas e complicações cardiovasculares e cerebrais que podem levar a óbitos ,dependências, deficiências adquiridas ( ex. avc , cegueiras, imobilidade, etc.)
  • 12. DESAFIOS • Por outro lado, os valores de terminalidade vinculados ao idoso, pode gerar “ banalização do cuidado seguro” , e implicitamente um evento adverso passa a ser considerado uma complicação esperada. • A interdisciplinaridade é um fator fundamental para promoção do cuidado seguro ao idoso, mas na realidade assistencial ainda é um grande desafio. • Apesar do aumento da população idosa no mundo e no Brasil ser expressiva e progressiva, e o despertar dos profissionais também tem crescido, mas ainda vivenciamos um distanciamento do conhecimento das especificidades do idoso pelos profissionais de saúde, que ainda possuem limitações quando assistem um idoso, e esta condição também é um fator de que contribui para os riscos do cuidado não seguro. • Necessidade da inclusão da “ segurança do paciente à pessoa idosa” na formação profissional com foco na interdisplinaridade .
  • 13. DESAFIOS • O cuidado seguro à pessoa idosa transcende ao “ idoso” , necessita de uma visão gerontológica , que contextualiza o seu “meio social, econômico e cultural”, o cuidado seguro depende da visão do profissional de saúde, compreendendo que a condição do idoso , além da visão, o conhecimento e a prática do profissional de saúde podem oferecer riscos, e os mesmos podem ser evitados por um gerenciamento do cuidado que contempla, família, idoso e acompanhamento das intervenções. • Necessidade de incorporação da cultura de segurança e práticas seguras no cuidado à pessoa idosa;
  • 14. RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA META 1 - IDENTIFICAR CORRETAMENTE O PACIENTE • Nomes ditos “ antigos” e comuns em idosos: José, João, Antônio, Franscisco e Paulo Maria , Ana, Francisca e Antônia. • Comprometimentos cognitivos e sensoriais para verbalizar ( em muitas das situações seus nomes completos dentre outras informações). https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_nomes_mais_co muns_no_Brasil
  • 15. RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA META 2 - MELHORAR A COMUNICAÇÃO ENTRE PROFISSIONAIS DE SAÚDE • Com o aumento das doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, hipertensão, hipercolesterolemia, torna-se evidente o uso de medicações de uso contínuo. • Aumento das doenças cardiovasculares, o uso de drogas que precisam de monitoramento e cuidados para prevenir os nas interações medicamentosas. • Aumento das doenças degenerativas musculoesqueléticas, uso de medicamentos analgésicos e etc • Riscos com a polifarmácia, nas múltiplas receitas, a comunicação entre os profissionais é comprometida , seja no acompanhamento, no uso das medicações, na suspensão de drogas e ainda na alteração das receitas. • Necessidade também de fortalecer a comunicação do profissional e o idoso / família/ cuidadores.
  • 16. RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA META 3 - MELHORAR A SEGURANÇA NA PRESCRIÇÃO, NO USO E NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS• Considerando que muitos dos idosos no Brasil ainda são analfabetos , torna–se importante estabelecer a comunicação efetiva entre o profissional e o idoso, para garantir a compreensão da prescrição medicamentosa. • Assegurar uma prescrição medicamentosa em receituário com letras legíveis ou digitadas, para a compreensão da compra do medicamento, mas principalmente para o palnejamento do uso da mesma. • Os profissionais de saúde, precisam estar atentos aos processos alérgicos , reações adversas e interações medicamentosas idosos, e tentam identificar qual droga , sem prejuízo da terapêutica adotada. • Considerando a dimensão do Brasil e a carência da rede assistencial e também de idosos confinados em domicílios por limitações de mobilidade, o alerta para o risco da automedicação é fundamental para assegurar o cuidado seguro.
  • 17. RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA META 4 - ASSEGURAR CIRURGIA EM LOCAL DE INTERVENÇÃO, PROCEDIMENTO E PACIENTE CORRETOS• Idosos com deficiências adquiridas, seja por déficits cognitivos/ sensoriais/físicos , são vulneráveis , no sentido do seu empoderamento como paciente pela própria segurança , assim torna-se fundamental tanto a identificação correta como assegurar a intervenção cirúrgica correta em local correto. • A segurança do paciente idoso cirúrgico, deve considerar uma avaliação criteriosa, do uso das medicações de uso contínuo, das alergias, riscos anestésicos, riscos cardiovasculares e co- morbidades associadas. • Riscos à imobilidade pós cirúrgica , riscos à eventos trombóticos pós cirúrgicos, dependência de cuidados e etc. • A informação e orientação ao idoso e/ou familia sobre a cirurgia, no pré operatório e no pós operatório (cuidados importantes considerando as comorbidades associadas e prejuízos de imobilidade prolongada ao leito.
  • 18. RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA META 5 - HIGIENIZAR AS MÃOS PARA EVITAR INFECÇÕES • Idosos possuem sua imunidade mais comprometida, e quando apresentam comorbidades associadas (como diabetes), tornam-se vulneráveis , sendo necessário redobrar as iniciativas que sensibilizem e estimulem a atitude simples , porém ainda desafiante, de higienizar as mãos; • A avaliação precisa de procedimentos invasivos aos e também a avaliação do tempo necessário dos dispositivos instalados, como acessos venosos, cateterismo vesical, tubo orotraqueal, e etc. • E também monitoramento clínico dos sinais e sintomas de infecções ( diante da especificidade dos idosos que nem sempre apresentam de forma típica) , além dos exames laboratóriais de rotina;
  • 19. RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA META 5 - HIGIENIZAR AS MÃOS PARA EVITAR INFECÇÕES • Os idosos, que não estejam hospitalizados, mas encontram-se em Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPI), também são vulneráveis à infecções, principalmente quando estão acamados , e apresentam incontinências, urinária e fecal, além do risco à lesões de pele ( escabiose e úlceras por pressão), a higienização das mãos para prevenir a “infecção cruzada” é fundamental para o cuidado Seguro.
  • 20. RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA META 6 - REDUZIR O RISCO DE QUEDAS • Esta meta é a mais evidente quando associamos a segurança do paciente idoso, pela condição do próprio processo do envelhecimento, que acarreta alterações sensoriais ( Ex. Visão) , alterações de marcha e equilíbrio e também quando associado aos fatores de riscos extrínsecos (Ex. ambientais , arquitetônicos, uso inadequado de calçados e dispositivos de locomoção) e intrínsecos ( uso de medicamentos que podem causar desorientação, hipotensão, desequilíbrio, tonteiras, síncopes e etc.) • Os riscos para quedas nos idosos devem contemplar o ambiente que o mesmo encontra-se, seja no domicílio, no hospital, em abrigos, e também por quem os mesmos são cuidados, pois é de fundamental importância que o idoso e família recebam as orientações para prevenção de quedas .
  • 21. RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA META 6 - REDUZIR O RISCO DE QUEDAS • No ambiente hospitalar, as notificações de quedas são mais expressivas, pela peculiaridade da ação do outro “cair”, no entanto ainda é necessário que os profissionais de saúde sejam “despertados” para ação/ atitude de prevenção de quedas, • As quedas também podem ser desencadeadas por grades não levantadas, por obstrução de passagem/ acesso a deambulação, por transferências inadequadas, por mobiliarios sem manutenção, por estrutura arquitetônica inadequada , como pisos escorregadios e falta de barras de apoio, entre tantos outras possibilidades. • A avaliação por escalas , como a Escala de Morse, com o gerenciamento do cuidado seguro, favorece o monitoramento do paciente idoso.
  • 22. RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA META 6 - REDUZIR O RISCO DE ÚLCERA POR PRESSÃO • Durante o processo de envelhecimento, as alterações da pele são evidentes e determinantes para o risco aumentado à lesão de pele. • Os idosos acamados, com incontinências, perda de massa muscular, déficit nutricional protéico, representam um grupo de alto risco para UPP. • A avaliação clínica do uso de medicamentos que podem comprometer a vascularizção periférica e as condições clínicas como edemas , podem também favorer ao risco para UPP.
  • 23. RISCOS NO CUIDADO À PESSOA IDOSA META 6 - REDUZIR O RISCO DE ÚLCERA POR PRESSÃO • A equipe de saúde tem que ser interdisciplinar , pois as ações para prevenção envolve uma “ visão ampla’ da multicausalidade que expõe o idoso ao risco. • No entanto , ações preventivas ( mobilidade, higiene, hifratação, evitar a umidade e exposição de secreções irritativas, nutrição equilibrada, etc) e ações de acompanhamento da recuperação das lesões já instaladas , além prevenir outras em potencial . • A avaliação por Escalas ( Ex. Braden) e ações preventivas e de intervenção devem ser contínuas. • A família e o cuidador devem participar deste processo para compreenderem de forma efetiva as medidas preventivas e participarem do cuidado seguro.
  • 24. POSSIBILIDADES PARA A SEGURANÇA DO PACIENTE NO CUIDADO SEGURO À PESSOA IDOSA INCORPORAR O ENSINO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NOS CURRÍCULOS DE GRADUAÇÃO E PÓS- GRADUAÇÃO NAS ÁREAS DA SAÚDE, CONFORME A RECOMENDAÇÃO DO GUIA CURRICULAR MULTIPROFISSIONAI DA OMS; FORMAÇÃO PROFISSIONAL ASSOCIAR A SEGURANÇA DO PACIENTE NA ATENÇÃO À SAÚDE DO IDOSO NOS CURRÍCULOS DA ÁREA DA SAÚDE, COM ESTRATÉGIAS DE APRENDIZADO BASEADO NAS METODOLOGIAS ATIVAS, POSSIBILITANDO A REFLEXÃO CRÍTICA E REFLEXIVA DAS PRÁTICAS EM SAÚDE VOLTADA PARA A PESSOA IDOSA; ESTIMULO A PRODUÇÃO DE TECNOLOGIAS ASSISTENCIAIS, GERENCIAIS E EDUCACIONAIS , QUE PROMOVAM O CUIDADO SEGURO E POSSAM MITIGAR OS EVENTOS ADVERSOS, CONSIDERANDO AS ESPECIFICIDADES E NECESSIDADES DA PESSOA IDOSA; COMPREENDER QUE O ENVELHECIMENTO É UM PROCESSO NATURAL, MAS COM INTERFACES NA PROMOÇÃO DO ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL, NA PREVENÇÃO DOS AGRAVOS E AINDA QUANDO NECESSÁRIO, I CUIDADOS EM SAÚDE COM INTERVENÇÕES, O MESMO DEVE CONSIDERAR AS ESPECIFICIDADES DO IDOSO PARA UM CUIDADO SEGURO; PENSAR A SEGURANÇA DO PACIENTE NO CUIDADO AO IDOSO, É CORRELACIONAR O CUIDADO À PESSOA IDOSA, FAMÍLIA E CUIDADORES, CONSIDERANDO O CONTEXTO BIOPSICOSSOCIAL, CULTURAL E AMBIENTAL, ALÉM DA REDE DE APOIO COM FOCO NO GERENCIAMENTO DO CUIDADO SEGURO.
  • 25. REFERÊNCIAS •Ministério da Saúde (BR), Fundação Oswaldo Cruz, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Documento de referência para o Programa Nacional de Segurança do Paciente [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2014. 40 p. Disponível em: Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/documento_referencia_programa_nacional_seguranca.pdf » http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/documento_referencia_programa_nacional_seguranca.pdf •Brasil. Ministério da Saúde. Portaria MS/GM nº 529, de 1 de abril de 2013. Institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília (DF), 2013 abr 4; •Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC nº 36, de 25 de julho de 2013. Institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília (DF), 2013 jul 26; •BRUM, Ana Karine Ramos; TOCANTINS, Florence Romijn; SILVA, Teresinha de Jesus do Espírito Santo da. O enfermeiro como instrumento de ação no cuidar do idoso. Rev. Latino-Am. Enfermagem, Ribeirão Preto , v. 13, n. 6, p. 1019-1026, dez. 2005 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104- 11692005000600015&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 17 dez. 2018. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-11692005000600015 •LUIZ, Izabel Cristina; BRUM, Ana Karine Ramos. Intrinsic factors for the risk of fall of the elderly at home: a descriptive study. Online Brazilian Journal of Nursing, [S.l.], v. 16, n. 4, p. 480-5, aug. 2018. ISSN 1676-4285. Available at: <http://www.objnursing.uff.br/index.php/nursing/article/view/5354>. Date accessed: 17 dec. 2018. doi:https://doi.org/10.17665/1676-4285.20175354. MARQUES, Gabrielle Ferreira Melo et al . Polypharmacy and potentially inappropriate medications for elder people in gerontological nursing. Rev. Bras. Enferm., Brasília , v. 71, n. 5, p. 2440-2446, Oct. 2018 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-71672018000502440&lng=en&nrm=iso>. access on 17 Dec. 2018. http://dx.doi.org/10.1590/0034-7167-2017-0211.