Marilan
              Introdução

 • Enfoque triangular a ser utilizado no
   estudo      da     emergência       e
   desenvolvimento do campo do
   currículo no Brasil;

 • A literatura sobre a transferência
   educacional apresenta interpretações
   reducionistas do fenômeno;
• Estudos históricos do campo do
  currículo americano;

• Estudos sócio-históricos    das
  disciplinas do currículo;
Cláudia
      Transferência Educacional

    Movimento de ideias, de
    modelos institucionais e de
    práticas de um país para
    outro (MOREIRA apud
    RAGATT, 1990, p.18)
A transferência educacional tem sido
 estudada a partir de duas perspectivas:


• Enfoque do imperialismo cultural;
 Referente a esse enfoque Martin
 Carnoy escreve em 1974 o texto
 Education as cultural imperialism;
As escolas agem como instrumentos de
controle social, ajudando a manter a
ordem social, e como instrumentos de
inculcação ideológica, convencendo as
crianças de que o sistema é basicamente
justo e que os papéis nos quais elas serão
alocadas lhes são adequados (CARNOY
apud MOREIRA, 1990, p.19).
• Enfoque de neocolonialismo;

 É
 representado, principalmente, pela
 obra        Education         and
 colonialism, editada por Philip
 Altbach e Gail Kelly e publicada
 em 1978;
O             conceito           de
neocolonialismo, diferente do de
dependência, implica, de ambas as
partes, uma considerável proporção
de      escolha     de     relações
(ALTBACH;         KELLY       apud
MOREIRA, 1990, p.22).
Sistemas educacionais dos países
            periféricos

• De acordo com Carnoy apud
  Moreira (1990, p.20) a assistência
  técnica prestadas pelos países
  avançados aos países do terceiro
  mundo não contribui para o
  desenvolvimento         autônomo
  desses últimos.
De acordo com Moreira (1990, p.24), as
duas      abordagens        principais      da
transferência       educacional        falham
principalmente por levar em conta, nas
interpretações, a mediação dos contextos
culturais, políticos, sociais e institucionais
dos países centrais e periféricos e por não
avaliar devidamente a importância das
resistências, adaptações, rejeições e
substituições que ocorre durante o
processo.
Taymara
  Perspectivas derivadas de estudos sócio-histórico da
        teoria do currículo nos Estados Unidos
 • Barry Franklin;

 • Controle social e interesse;

 • Franklin rejeita hoje, corretamente, interpretações
   reducionistas do campo do currículo que o concebem
   como simples expressão dos esforços das classes
   dominantes por conservar seus privilégios;

 • Desenvolvimento do pensamento teórico x grades
   curriculares
• Considera ingênua ter a educação o poder de
  corrigir as injustiças sociais;

• Controle Social;

• Explicito ou Direto;

• Implícito ou indireto;

 Diz que as formas explicitas de controles são
 negativas e conservadoras e que as formas
 indiretas são positivas;
Teórico e o político
• O Primeiro permite a identificação da
  visão de ciência social adotada pelo
  teórico e o segundo a explicação de seus
  fins políticos e sociais;

• Não abrange as disciplinas escolares;
Rosângela
    Perspectivas derivadas das análise
     do campo curricular brasileiro
  • A influência dos americanos;

  • Domingues apud Moreira (1990, p.28), realça
    a influência atual de autores americanos
    associados a esse paradigma (Henry Giroux e
    Michael Apple) no pensamento brasileiro
    contemporâneo e chama a atenção para a
    importância dos autores brasileiros críticos
    associados à pedagogia crítico-social dos
    conteúdos e à educação popular;
Ryse
   Perspectivas derivadas de estudos sócio-
     históricos das disciplinas escolares

 • Será avaliado a contribuição que análises
   sociológicas das disciplinas escolares
   podem oferecer ao estudo da emergência
   de currículos e programas no Brasil. Barry
   Cooper     e     Stephem    Ball,    serão
   fundamentalmente, os autores discutidos;
• De acordo com os sociólogos das
  disciplinas escolares, a história do
  currículo tem por meta explicar por
  que certo conhecimento é ensinado
  nas escolas em determinado
  momento e local e por que ele é
  conservado, excluído ou alterado.
• Baseado em Bucher e Strauss a
  sociologia das disciplinas escolares
  concebe, então, as disciplinas como
  “comunidades        epistemológicas
  internamente diferenciadas que
  tendem a divergir a respeito de
  conhecimentos e metodologias
  apropriadas”      (BALL         apud
  MOREIRA, 1990, p.37).
• O modelo de Cooper é derivado das
  contribuições     de    três   áreas:
  sociologia da ciência, sociologia das
  profissões e sociologia da educação;

• Ball utiliza um modelo de interação
  social para analisar a emergência e a
  evolução do inglês no currículo da
  escola secundária inglesa;
Elane
    Proposta de um enfoque triangular
               alternativo

  • O primeiro vértice;

  • O segundo vértice;

  • O terceiro vértice;
“O professor que desperta
entusiasmo    em     seus
alunos conseguiu algo
que nenhuma soma de
métodos sistematizados,
por mais corretos que
sejam, pode obter”.

     John Dewey
Referências
MOREIRA, Antônio Flávio Barbosa. Currículos
e Programas no Brasil. 12. ed. Campinas, SP:
Papirus, 1990.

www.infoescola.com.sociedade-imperialismo-
cultural. Acessado em 03.12.11. Às 15:00 hs.

http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizage
m/john-dewey-307892.shtml . Acessado em
04.12.11. Às 11:00 hs.

Slide curriculos e programas

  • 1.
    Marilan Introdução • Enfoque triangular a ser utilizado no estudo da emergência e desenvolvimento do campo do currículo no Brasil; • A literatura sobre a transferência educacional apresenta interpretações reducionistas do fenômeno;
  • 2.
    • Estudos históricosdo campo do currículo americano; • Estudos sócio-históricos das disciplinas do currículo;
  • 3.
    Cláudia Transferência Educacional Movimento de ideias, de modelos institucionais e de práticas de um país para outro (MOREIRA apud RAGATT, 1990, p.18)
  • 4.
    A transferência educacionaltem sido estudada a partir de duas perspectivas: • Enfoque do imperialismo cultural; Referente a esse enfoque Martin Carnoy escreve em 1974 o texto Education as cultural imperialism;
  • 5.
    As escolas agemcomo instrumentos de controle social, ajudando a manter a ordem social, e como instrumentos de inculcação ideológica, convencendo as crianças de que o sistema é basicamente justo e que os papéis nos quais elas serão alocadas lhes são adequados (CARNOY apud MOREIRA, 1990, p.19).
  • 6.
    • Enfoque deneocolonialismo; É representado, principalmente, pela obra Education and colonialism, editada por Philip Altbach e Gail Kelly e publicada em 1978;
  • 7.
    O conceito de neocolonialismo, diferente do de dependência, implica, de ambas as partes, uma considerável proporção de escolha de relações (ALTBACH; KELLY apud MOREIRA, 1990, p.22).
  • 8.
    Sistemas educacionais dospaíses periféricos • De acordo com Carnoy apud Moreira (1990, p.20) a assistência técnica prestadas pelos países avançados aos países do terceiro mundo não contribui para o desenvolvimento autônomo desses últimos.
  • 9.
    De acordo comMoreira (1990, p.24), as duas abordagens principais da transferência educacional falham principalmente por levar em conta, nas interpretações, a mediação dos contextos culturais, políticos, sociais e institucionais dos países centrais e periféricos e por não avaliar devidamente a importância das resistências, adaptações, rejeições e substituições que ocorre durante o processo.
  • 10.
    Taymara Perspectivasderivadas de estudos sócio-histórico da teoria do currículo nos Estados Unidos • Barry Franklin; • Controle social e interesse; • Franklin rejeita hoje, corretamente, interpretações reducionistas do campo do currículo que o concebem como simples expressão dos esforços das classes dominantes por conservar seus privilégios; • Desenvolvimento do pensamento teórico x grades curriculares
  • 11.
    • Considera ingênuater a educação o poder de corrigir as injustiças sociais; • Controle Social; • Explicito ou Direto; • Implícito ou indireto; Diz que as formas explicitas de controles são negativas e conservadoras e que as formas indiretas são positivas;
  • 12.
    Teórico e opolítico • O Primeiro permite a identificação da visão de ciência social adotada pelo teórico e o segundo a explicação de seus fins políticos e sociais; • Não abrange as disciplinas escolares;
  • 13.
    Rosângela Perspectivas derivadas das análise do campo curricular brasileiro • A influência dos americanos; • Domingues apud Moreira (1990, p.28), realça a influência atual de autores americanos associados a esse paradigma (Henry Giroux e Michael Apple) no pensamento brasileiro contemporâneo e chama a atenção para a importância dos autores brasileiros críticos associados à pedagogia crítico-social dos conteúdos e à educação popular;
  • 14.
    Ryse Perspectivas derivadas de estudos sócio- históricos das disciplinas escolares • Será avaliado a contribuição que análises sociológicas das disciplinas escolares podem oferecer ao estudo da emergência de currículos e programas no Brasil. Barry Cooper e Stephem Ball, serão fundamentalmente, os autores discutidos;
  • 15.
    • De acordocom os sociólogos das disciplinas escolares, a história do currículo tem por meta explicar por que certo conhecimento é ensinado nas escolas em determinado momento e local e por que ele é conservado, excluído ou alterado.
  • 16.
    • Baseado emBucher e Strauss a sociologia das disciplinas escolares concebe, então, as disciplinas como “comunidades epistemológicas internamente diferenciadas que tendem a divergir a respeito de conhecimentos e metodologias apropriadas” (BALL apud MOREIRA, 1990, p.37).
  • 17.
    • O modelode Cooper é derivado das contribuições de três áreas: sociologia da ciência, sociologia das profissões e sociologia da educação; • Ball utiliza um modelo de interação social para analisar a emergência e a evolução do inglês no currículo da escola secundária inglesa;
  • 18.
    Elane Proposta de um enfoque triangular alternativo • O primeiro vértice; • O segundo vértice; • O terceiro vértice;
  • 19.
    “O professor quedesperta entusiasmo em seus alunos conseguiu algo que nenhuma soma de métodos sistematizados, por mais corretos que sejam, pode obter”. John Dewey
  • 20.
    Referências MOREIRA, Antônio FlávioBarbosa. Currículos e Programas no Brasil. 12. ed. Campinas, SP: Papirus, 1990. www.infoescola.com.sociedade-imperialismo- cultural. Acessado em 03.12.11. Às 15:00 hs. http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizage m/john-dewey-307892.shtml . Acessado em 04.12.11. Às 11:00 hs.