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CENTRO DE TRABALHOS
ESPÍRITA ANA LUZ
O BEM E O MAL
1804-1869
SubsídiSubsídi
osos
Fazer o bem é agirFazer o bem é agir
conforme a Lei de Deus.conforme a Lei de Deus.
Fazer o mal é infringi-Fazer o mal é infringi-
la.la.
Sendo Deus o princípio de todas as coisas, e
sendo tal princípio todo sabedoria, todo bondade,
todo justiça, tudo o que d’Ele deve participar dos
Seus atributos, pois que aquilo que é infinitamente
sábio, justo e bom não pode produzir que seja
desrazoável (irracional), mau e injusto.
Porquanto, o mal que observamos não pode
ter sua origem n’Ele (1).
Se o determinismo* divino é o do bem, quem
criou o mal?
O determinismo divino se constitui de uma só
lei, que é a do amor para a comunidade universal.
Todavia, confiando em si mesmo, mais do
que em Deus, o homem transforma a sua
fragilidade em foco de ações contrárias a essa
mesma lei, efetuando, desse modo, uma
intervenção indébita (injusta) na harmonia divina.
Eis o mal.
*Determinismo: Sistema de ideias segundo o
qual cada fenômeno é rigorosamente condicionado pelos
que o antecederam e dos quais é consequência.
Urge recompor os elos sagrados dessa
harmonia sublime.
Eis o resgate.
Vede, pois, que o mal, essencialmente
considerado, não pode existir por Deus, em virtude
de representar um desvio do homem, sendo zero na
Sabedoria e na Providência Divinas.
O Criador é sempre o Pai generoso e sábio,
justo e amigo, considerando os filhos transviados
como incursos (envolvido) em vastas experiências.
Mas, como Jesus e os seus prepostos são
seus cooperadores divinos e eles próprios instituem
as tarefas contra o desvio das criaturas humanas,
focalizam os prejuízos do mal com a força de suas
responsabilidades educativas, a fim de que a
Humanidade siga retamente no seu verdadeiro
caminho para Deus (21).
630 - Como se pode distinguir o bem do
mal?
O bem é tudo que está de acordo com a lei
de Deus e o mal é tudo o que dela se afasta.
Assim, fazer o bem é se conformar (aceitar
com resignação) à Lei de Deus;
Fazer o mal é infringir essa Lei (7).
631 - O homem tem meios para distinguir
por si mesmo o bem e o mal?
Sim, quando ele crê em Deus e quando o
quer saber.
Deus lhe deu a inteligência para discernir
um e outro (bem do mal) (8).
632 - O homem, que é sujeito a errar, não
pode enganar-se na apreciação do bem e do mal
e crer que faz o bem quando em realidade está
fazendo o mal?
Jesus vos disse: Vede o que quereríeis que
vos fizessem ou não; tudo se resume nisso.
Assim não vos enganareis (9).
633 - A regra do bem e do mal, que se
poderia chamar de reciprocidade ou de
solidariedade, não pode ser aplicada à conduta
pessoal do homem para consigo mesmo. (10).
Encontra ele, na Lei Natural, a regra desta
conduta e um guia seguro?
Quando comeis de mais, isso vos faz mal.
Pois bem:
É Deus que vos dá a medida do que vos
falta.
Quando a ultrapassais, sois punidos.
O mesmo se dá com tudo o mais.
A Lei Natural traça para o homem o limite
das suas necessidades;
Quando ele ultrapassa é punido pelo
sofrimento.
Se o homem escutasse, em todas as coisas,
essa voz que diz:
Chega, evitaria a maior parte dos males de
que acusa a Natureza (11).
636 - O bem e o mal são absolutos para todos
os homens?
- A Lei de Deus é a mesma para todos:
Mas o mal depende, sobretudo, da vontade
que se tenha de fazê-lo.
O bem é sempre bem e o mal sempre o mal,
qualquer que seja a posição do homem;
A diferença está no grau de responsabilidade* (12).
*As pesquisas sociológicas deram motivo a uma
reavaliação em nosso tempo, do conceito tradicional de
moral.
Entendeu-se que a mora é variável, porque o bem de
um povo pode ser mal para outro, e vice-versa.
Renouvier, entretanto, em Science de la morale, a
compara às matemáticas: é uma ciência que deve
fundar-se em puros conceitos.
Os sociólogos confundiram moral e costumes,
mas ultimamente já distinguiram, na confusão dos
costumes, uma regra geral, que é a aspiração comum
do bem.
Henri Bergson, no livro Les deux sources de la
morale et de la religion, estabelece dois tipos de moral:
A moral relativa é a convencional, enquanto a
moral absoluta é a ditada pela aspiração universal do
bem, pela Lei de Deus gravada nas consciências. (Nota
do Tradutor – J. Herculano Pires).
637 - O selvagem que cede ao seu instinto,
comendo carne humana, é culpado?
- Eu disse que o mal depende da vontade.
Pois bem:
O homem é tanto culpado quanto melhor
sabe o que faz.
Nota: Fica bem claro que a diferença está no
grau de responsabilidade, uma vez que, a
responsabilidade está atrelada à vontade de fazer ou
não fazer o “mal”.
Quando falamos em grau de responsabilidade,
nos referimos ao conhecimento, adquirido pelo Espírito
Heráclito (535-475 a.C.) – nós vemos os
opostos (bem e mal), e Deus vê harmonia.
Demócrito (460-370 a.C.) – a bondade não é
uma questão de ação; depende do desejo interior
do homem.
“A Maldade bebe a maior
parte do veneno que
produz”
(Sêneca: 4 a.C. – 65 d.C.)
O Bem e o Mal Segundo Alguns
Filósofos
O homem bom não é o que pratica o bem,
mas o que deseja praticá-lo sempre.
Sócrates (469-399 a.C.) – o mais elevado
bem que se pode medir tudo é o conhecimento.
Protágoras (490-420 a.C.) – "O homem é a
medida de todas as coisas" e Cada um tem o
direito de determinar, por si, o que é o bem e o que
é o mal. É CAOS.
Platão (428-348 a.C.) – o mundo dos
sentidos, doutrinava ele, é irreal, transitório e
mutável. Eis o mal.
O verdadeiro mundo das ideias puras e
imutáveis é o do bem.
Aristóteles (384-322 a.C.) – o bem é a
atitude racional para com as sensações e os
desejos.
Santo Agostinho (354-430) – o mal é
ausência do bem, da mesma maneira que as
trevas são a ausência da luz.
Abelardo (1049-1142) – justiça e injustiça
de um ato não estão no ato em si, porém na
intenção de quem o pratica.
Santo Tomás de Aquino (1225-1274) – o
mais elevado bem é a concretização de si
mesmo conforme Deus ordenou.
Thomas Hobbes (materialista) (1558-1679) -
aquilo que agrada ao homem é bom e o que lhe
causa dor ou desconforto é ruim.
Espinosa (1632-1677) – o esforço de se
preservar é um bem;
O que entrava esse esforço é um mal.
Kant (1724/1-1804) – se o agente pratica o
ato com boas intenções respeitando as leis
morais, o ato é bom.
Sêneca (4 a.C.-65 d.C.) – Do mal não pode
nascer o bem, assim como o figo não nasce de
uma oliveira: o fruto corresponde à semente.
A ambição desvairada, o orgulho, o egoísmo,
entre outras paixões inferiores, podem levar o
homem a destruir o seu semelhante...:
638 – O mal parece, algumas vezes, ser
consequência da força das circunstâncias. Tal é, por
exemplo, em certos casos, a necessidade de
destruição, até mesmo do nosso semelhante. Poder-
se-á dizer, então, que há infração à lei de Deus?
- O mal não é menos mal por ser necessário, mas
essa necessidade desaparece à medida que a alma
se depura, passando de uma a outra existência.
Então, se torna mais culpável quando o comete,
porque melhor o compreende (14).
748 - Deus escusa (desculpa) o assassino
em caso de legítima defesa?
- Só a necessidade o pode acusar;
Mas, se pudermos preservar a nossa vida
sem atentar contra a do agressor, é o que
devemos fazer (17).
749 - O homem é culpado pelos assassínios
que comete na guerra?
- Não, quando é constrangido pela força;
Mas é responsável pelas crueldades que
comete.
Assim também o seu sentimento de
humanidade será levado em conta (18).
639 – O mal que se comete não resulta
frequentemente da posição em que os outros
homens nos colocam, e nesse caso, quais são os
mais culpados?
- O mal recai sobre aquele que a causou.
Assim, o homem que é levado ao mal pela
posição em que os outros o colocaram é menos
culpável que aqueles que o causaram, pois cada
um sofrerá a pena não somente do mal que tenha
feito, mas também do que houver provocado.
“A maldade bebe a maior parte do veneno
que produz” (Slide 20).
640 - Aquele que não faz o mal, mas
aproveita do mal praticado por outro, é culpável
no mesmo grau?
- É como se o cometesse;
Ao aproveitá-lo, torna-se participante dele.
Talvez tivesse recuado diante da ação;
Mas, se ao encontrá-la realizada, dela se
serve, é porque a aprova e a praticado se
pudesse ou se tivesse ousado (16).
Qst. 642 - Será suficiente não se fazer o
mal para ser agradável a Deus e assegurar uma
situação futura?
Não; é preciso que faça o bem no limite
das próprias forças, pois cada um responderá por
todo mal que haja resultado por causa do bem
que não houvera praticado (16).
Qst. 643 - Há pessoas que, por sua posição
não tenha possibilidade de fazer o bem?
Não há ninguém que não possa fazer o
bem. Somente o egoísta nunca encontra
oportunidade de o praticar (16).
Os males de toda espécie, físicos ou morais,
que afligem a Humanidade, apresentam duas
categorias que é necessário distinguir:
Há os males que o homem pode evitar e os
que lhe são independentes de sua vontade.
Entre estes últimos, colocam-se os flagelos
naturais (2).
Como o homem que progredir, os males os
quais está exposto são um estimulante ao
exercício da sua inteligência e de todas as suas
faculdades físicas e morais, mediante o
incitamento à pesquisa dos meios de se subtrair a
estes mesmos males.
Se nada receasse, nenhuma necessidade o
levaria à buscar o melhor;
Seu espírito se entorpeceria na inatividade;
Nada inventaria e nada descobriria.
A dor é o aguilhão (estímulo) que empurra
o homem para frente na via do progresso (3).
Porém os males mais numerosos são
aqueles que o homem criou para si por seus
próprios vícios, aqueles que provêm do seu
orgulho, de seu egoísmo, de sua ambição, de sua
cobiça, de seus excessos em todas as coisas.
Aí está a causa das guerras e das
calamidades que elas geram, das dissensões
(divergências), das injustiças, da opressão do fraco
pelo mais forte, da maior parte das moléstias.
Deus estabeleceu leis cheias de sabedoria,
as quais não têm outra finalidade senão o bem;
O homem encontra em si mesmo tudo o que
é necessário para segui-las (cumpri-las);
Seu caminho é traçado por sua consciência,
a lei divina lhe está gravada em seu coração.
Além disso, Deus faz lembrar estas leis sem
cessar, por seus messias e seus profetas, por
todos os Espíritos materializados que receberam
a missão de esclarecê-lo, moralizá-lo, aperfeiçoá-
lo, e nestes últimos tempos, pela multidão de
Espíritos desmaterializados que se manifestam
em todos os lugares.
Se o homem se conformasse
rigorosamente com as leis divinas, não é
duvidoso que evitaria os males mais amargos,
e que viveria feliz sobre a Terra.
Se não o faz, é em virtude de seu livre-
arbítrio, e disso ele sofre as consequências (4).
Deus, porém, cheio de bondade, colocou o
remédio ao lado do mal, isto é, do próprio mal faz
sair o bem.
Chega um momento em que o excesso do
mal moral torna-se intolerável e faz com que o
homem sinta necessidade de mudar de caminho;
Instruído pela experiência, é compelido a
procurar um remédio no bem, sempre por efeito de
seu livre-arbítrio;
Quando penetra num caminho melhor, o faz
por efeito de sua vontade e porque reconheceu os
inconvenientes do outro traçado.
A necessidade o obriga a se melhorar
moralmente pelo desejo de ser mais feliz, assim
como esta mesma necessidade e impeliu e
melhorar as condições materiais de sua existência
(5).
Pode-se dizer que o mal é a ausência do
bem, como o frio é falta (a ausência) de calor.
O mal não é atributo distinto, assim como o
frio não é um fluido especial: um é a negação do
outro.
Onde o bem não existe, forçosamente existe o
mal;
Deixar de fazer o mal já é o começo do bem.
Deus não quer senão o bem;
O mal provém unicamente do homem.
Se na criação houvesse um ser predisposto
ao mal, ninguém o poderia evitar;
Porém, tendo o homem a causa do mal em SI
MESMO, e tendo ao mesmo tempo seu livre-arbítrio
e por guia as leis divinas, evitará o mal quando
quiser (6).
O mal não tem, pois, existência real, não há
mal absoluto no universo, mas em toda parte a
realização vagarosa e progressiva de um ideal
superior;
Em toda parte se exerce a ação de uma
força, de um poder, de uma causa que,
conquanto nos deixe livres, nos atrai e arrasta
para um estado melhor.
Por toda parte, a grande lida dos seres
trabalhando para desenvolver em si, à custa de
imensos esforços, a sensibilidade, o sentimento,
a vontade, o amor! (19).
Em suma, diremos que [...] o bem é o
único determinismo* divino dentro do
Universo, determinismo que absorve todas as
ações humanas, para as assinalar com o
sinete (marca, sinal) da fraternidade, da
experiência e do amor (20).
*Determinismo: Sistema de ideias
segundo o qual cada fenômeno é
rigorosamente condicionado pelos que o
antecederam e dos quais é consequência.
Nossas dúvidas são
traidoras e nos fazem
perder o que com
frequência,
poderíamos ganhar,
por simples medo de
arriscar.
William Shakespeare
1564/1616
Na luta contra o mal não bastaNa luta contra o mal não basta
somente receber ensinamentossomente receber ensinamentos
sobre o caminho da verdade e dosobre o caminho da verdade e do
bem, mas, utilizá-los em sibem, mas, utilizá-los em si
mesmo, para edificar amesmo, para edificar a
fortaleza luminosa e sagrada dofortaleza luminosa e sagrada do
reino de Deus, em cada um.reino de Deus, em cada um.
ReferênciaReferência
BibliográfiBibliográfi
caca
1. KARDEC, Allan. A Gênese. Tradução de J.
Herculano Pires. 23ª ed. Brás - São Paulo: LAKE, Março
de 2010 - Cap. III – O BEM E O MAL – Item: Origem do
Bem e do Mal – Questão 1 - Pág. 65.
2.________,Questão 3 – Pág. 65-66.
3.________,Questão 5 – Pág. 66.
4.________,Questão 6 – Pág. 67.
5.________,Questão 7 – Pág. 67.
6.________,Questão 8 – Pág. 67.
7.________,O livro dos Espíritos. Tradução de J.
Herculano Pires. 68ª ed. Brás - São Paulo: LAKE,
Janeiro 2009 - Livro Terceiro – AS LEIS MORAIS -
Cap. I - A Lei Divina ou Natural – Item III - O Bem e o
Mal - Questão 630 - Pág. 227.
8.________,Questão 631 – Pág. 227.
9.________,Questão 632 – Pág. 227.
10._______,Questão 633 – Pág. 227.
11._______,Págs. 227-228.
12._______,Questão 636 – Pág. 228.
13._______,Questão 637/Comentário - Pág. 229
14._______,Questão 638 – Pág. 229.
15._______,Questão 639 – Pág. 229.
16._______,Questões 640-642-643 – Pág. 229.
17._______,Cap. VI – Lei de Destruição – Item
IV – Assassínio - Questão 748 – Pág. 256.
18._______,Questão 749 – Pág. 256.
19. DENIS, Léon. O Problema do Ser do Destino e
da Dor. 28ª Ed. Rio de Janeiro: FEB 2005 – Segunda
Parte – Cap. 18 (Justiça e Responsabilidade. O
Problema do Mal) - Págs. 293-294
20. Xavier, Francisco Cândido. Brasil, Coração
do Mundo, Pátria do Evangelho. Pelo Espírito
Humberto Campos - 30ª Ed. Rio de Janeiro: FEB
2004 – Cap. XV (A Revolução Francesa) Págs.
128-129.
21. _______, O Consolador. Pelo Espírito
Emmanuel – 2ª Parte - 26ª Ed. Rio de Janeiro:
FEB 2006 - Cap. I - A VIDA – Item: Experiência –
O Bem e o Mal – Questão 135 - Págs. 86-87.
Roteiro 2   o bem e o mal

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  • 1. CENTRO DE TRABALHOS ESPÍRITA ANA LUZ O BEM E O MAL
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 7. Fazer o bem é agirFazer o bem é agir conforme a Lei de Deus.conforme a Lei de Deus. Fazer o mal é infringi-Fazer o mal é infringi- la.la.
  • 8. Sendo Deus o princípio de todas as coisas, e sendo tal princípio todo sabedoria, todo bondade, todo justiça, tudo o que d’Ele deve participar dos Seus atributos, pois que aquilo que é infinitamente sábio, justo e bom não pode produzir que seja desrazoável (irracional), mau e injusto. Porquanto, o mal que observamos não pode ter sua origem n’Ele (1). Se o determinismo* divino é o do bem, quem criou o mal? O determinismo divino se constitui de uma só lei, que é a do amor para a comunidade universal.
  • 9. Todavia, confiando em si mesmo, mais do que em Deus, o homem transforma a sua fragilidade em foco de ações contrárias a essa mesma lei, efetuando, desse modo, uma intervenção indébita (injusta) na harmonia divina. Eis o mal. *Determinismo: Sistema de ideias segundo o qual cada fenômeno é rigorosamente condicionado pelos que o antecederam e dos quais é consequência. Urge recompor os elos sagrados dessa harmonia sublime. Eis o resgate.
  • 10. Vede, pois, que o mal, essencialmente considerado, não pode existir por Deus, em virtude de representar um desvio do homem, sendo zero na Sabedoria e na Providência Divinas. O Criador é sempre o Pai generoso e sábio, justo e amigo, considerando os filhos transviados como incursos (envolvido) em vastas experiências. Mas, como Jesus e os seus prepostos são seus cooperadores divinos e eles próprios instituem as tarefas contra o desvio das criaturas humanas, focalizam os prejuízos do mal com a força de suas responsabilidades educativas, a fim de que a Humanidade siga retamente no seu verdadeiro caminho para Deus (21).
  • 11. 630 - Como se pode distinguir o bem do mal? O bem é tudo que está de acordo com a lei de Deus e o mal é tudo o que dela se afasta. Assim, fazer o bem é se conformar (aceitar com resignação) à Lei de Deus; Fazer o mal é infringir essa Lei (7). 631 - O homem tem meios para distinguir por si mesmo o bem e o mal? Sim, quando ele crê em Deus e quando o quer saber. Deus lhe deu a inteligência para discernir um e outro (bem do mal) (8).
  • 12. 632 - O homem, que é sujeito a errar, não pode enganar-se na apreciação do bem e do mal e crer que faz o bem quando em realidade está fazendo o mal? Jesus vos disse: Vede o que quereríeis que vos fizessem ou não; tudo se resume nisso. Assim não vos enganareis (9). 633 - A regra do bem e do mal, que se poderia chamar de reciprocidade ou de solidariedade, não pode ser aplicada à conduta pessoal do homem para consigo mesmo. (10). Encontra ele, na Lei Natural, a regra desta conduta e um guia seguro?
  • 13. Quando comeis de mais, isso vos faz mal. Pois bem: É Deus que vos dá a medida do que vos falta. Quando a ultrapassais, sois punidos. O mesmo se dá com tudo o mais. A Lei Natural traça para o homem o limite das suas necessidades; Quando ele ultrapassa é punido pelo sofrimento. Se o homem escutasse, em todas as coisas, essa voz que diz: Chega, evitaria a maior parte dos males de que acusa a Natureza (11).
  • 14. 636 - O bem e o mal são absolutos para todos os homens? - A Lei de Deus é a mesma para todos: Mas o mal depende, sobretudo, da vontade que se tenha de fazê-lo. O bem é sempre bem e o mal sempre o mal, qualquer que seja a posição do homem; A diferença está no grau de responsabilidade* (12). *As pesquisas sociológicas deram motivo a uma reavaliação em nosso tempo, do conceito tradicional de moral. Entendeu-se que a mora é variável, porque o bem de um povo pode ser mal para outro, e vice-versa.
  • 15. Renouvier, entretanto, em Science de la morale, a compara às matemáticas: é uma ciência que deve fundar-se em puros conceitos. Os sociólogos confundiram moral e costumes, mas ultimamente já distinguiram, na confusão dos costumes, uma regra geral, que é a aspiração comum do bem. Henri Bergson, no livro Les deux sources de la morale et de la religion, estabelece dois tipos de moral: A moral relativa é a convencional, enquanto a moral absoluta é a ditada pela aspiração universal do bem, pela Lei de Deus gravada nas consciências. (Nota do Tradutor – J. Herculano Pires).
  • 16. 637 - O selvagem que cede ao seu instinto, comendo carne humana, é culpado? - Eu disse que o mal depende da vontade. Pois bem: O homem é tanto culpado quanto melhor sabe o que faz. Nota: Fica bem claro que a diferença está no grau de responsabilidade, uma vez que, a responsabilidade está atrelada à vontade de fazer ou não fazer o “mal”. Quando falamos em grau de responsabilidade, nos referimos ao conhecimento, adquirido pelo Espírito
  • 17. Heráclito (535-475 a.C.) – nós vemos os opostos (bem e mal), e Deus vê harmonia. Demócrito (460-370 a.C.) – a bondade não é uma questão de ação; depende do desejo interior do homem. “A Maldade bebe a maior parte do veneno que produz” (Sêneca: 4 a.C. – 65 d.C.) O Bem e o Mal Segundo Alguns Filósofos
  • 18. O homem bom não é o que pratica o bem, mas o que deseja praticá-lo sempre. Sócrates (469-399 a.C.) – o mais elevado bem que se pode medir tudo é o conhecimento. Protágoras (490-420 a.C.) – "O homem é a medida de todas as coisas" e Cada um tem o direito de determinar, por si, o que é o bem e o que é o mal. É CAOS. Platão (428-348 a.C.) – o mundo dos sentidos, doutrinava ele, é irreal, transitório e mutável. Eis o mal. O verdadeiro mundo das ideias puras e imutáveis é o do bem.
  • 19. Aristóteles (384-322 a.C.) – o bem é a atitude racional para com as sensações e os desejos. Santo Agostinho (354-430) – o mal é ausência do bem, da mesma maneira que as trevas são a ausência da luz. Abelardo (1049-1142) – justiça e injustiça de um ato não estão no ato em si, porém na intenção de quem o pratica. Santo Tomás de Aquino (1225-1274) – o mais elevado bem é a concretização de si mesmo conforme Deus ordenou.
  • 20. Thomas Hobbes (materialista) (1558-1679) - aquilo que agrada ao homem é bom e o que lhe causa dor ou desconforto é ruim. Espinosa (1632-1677) – o esforço de se preservar é um bem; O que entrava esse esforço é um mal. Kant (1724/1-1804) – se o agente pratica o ato com boas intenções respeitando as leis morais, o ato é bom. Sêneca (4 a.C.-65 d.C.) – Do mal não pode nascer o bem, assim como o figo não nasce de uma oliveira: o fruto corresponde à semente.
  • 21. A ambição desvairada, o orgulho, o egoísmo, entre outras paixões inferiores, podem levar o homem a destruir o seu semelhante...: 638 – O mal parece, algumas vezes, ser consequência da força das circunstâncias. Tal é, por exemplo, em certos casos, a necessidade de destruição, até mesmo do nosso semelhante. Poder- se-á dizer, então, que há infração à lei de Deus? - O mal não é menos mal por ser necessário, mas essa necessidade desaparece à medida que a alma se depura, passando de uma a outra existência. Então, se torna mais culpável quando o comete, porque melhor o compreende (14).
  • 22. 748 - Deus escusa (desculpa) o assassino em caso de legítima defesa? - Só a necessidade o pode acusar; Mas, se pudermos preservar a nossa vida sem atentar contra a do agressor, é o que devemos fazer (17). 749 - O homem é culpado pelos assassínios que comete na guerra? - Não, quando é constrangido pela força; Mas é responsável pelas crueldades que comete. Assim também o seu sentimento de humanidade será levado em conta (18).
  • 23. 639 – O mal que se comete não resulta frequentemente da posição em que os outros homens nos colocam, e nesse caso, quais são os mais culpados? - O mal recai sobre aquele que a causou. Assim, o homem que é levado ao mal pela posição em que os outros o colocaram é menos culpável que aqueles que o causaram, pois cada um sofrerá a pena não somente do mal que tenha feito, mas também do que houver provocado. “A maldade bebe a maior parte do veneno que produz” (Slide 20).
  • 24. 640 - Aquele que não faz o mal, mas aproveita do mal praticado por outro, é culpável no mesmo grau? - É como se o cometesse; Ao aproveitá-lo, torna-se participante dele. Talvez tivesse recuado diante da ação; Mas, se ao encontrá-la realizada, dela se serve, é porque a aprova e a praticado se pudesse ou se tivesse ousado (16). Qst. 642 - Será suficiente não se fazer o mal para ser agradável a Deus e assegurar uma situação futura?
  • 25. Não; é preciso que faça o bem no limite das próprias forças, pois cada um responderá por todo mal que haja resultado por causa do bem que não houvera praticado (16). Qst. 643 - Há pessoas que, por sua posição não tenha possibilidade de fazer o bem? Não há ninguém que não possa fazer o bem. Somente o egoísta nunca encontra oportunidade de o praticar (16). Os males de toda espécie, físicos ou morais, que afligem a Humanidade, apresentam duas categorias que é necessário distinguir:
  • 26. Há os males que o homem pode evitar e os que lhe são independentes de sua vontade. Entre estes últimos, colocam-se os flagelos naturais (2). Como o homem que progredir, os males os quais está exposto são um estimulante ao exercício da sua inteligência e de todas as suas faculdades físicas e morais, mediante o incitamento à pesquisa dos meios de se subtrair a estes mesmos males. Se nada receasse, nenhuma necessidade o levaria à buscar o melhor;
  • 27. Seu espírito se entorpeceria na inatividade; Nada inventaria e nada descobriria. A dor é o aguilhão (estímulo) que empurra o homem para frente na via do progresso (3). Porém os males mais numerosos são aqueles que o homem criou para si por seus próprios vícios, aqueles que provêm do seu orgulho, de seu egoísmo, de sua ambição, de sua cobiça, de seus excessos em todas as coisas. Aí está a causa das guerras e das calamidades que elas geram, das dissensões (divergências), das injustiças, da opressão do fraco pelo mais forte, da maior parte das moléstias.
  • 28. Deus estabeleceu leis cheias de sabedoria, as quais não têm outra finalidade senão o bem; O homem encontra em si mesmo tudo o que é necessário para segui-las (cumpri-las); Seu caminho é traçado por sua consciência, a lei divina lhe está gravada em seu coração. Além disso, Deus faz lembrar estas leis sem cessar, por seus messias e seus profetas, por todos os Espíritos materializados que receberam a missão de esclarecê-lo, moralizá-lo, aperfeiçoá- lo, e nestes últimos tempos, pela multidão de Espíritos desmaterializados que se manifestam em todos os lugares.
  • 29. Se o homem se conformasse rigorosamente com as leis divinas, não é duvidoso que evitaria os males mais amargos, e que viveria feliz sobre a Terra. Se não o faz, é em virtude de seu livre- arbítrio, e disso ele sofre as consequências (4). Deus, porém, cheio de bondade, colocou o remédio ao lado do mal, isto é, do próprio mal faz sair o bem. Chega um momento em que o excesso do mal moral torna-se intolerável e faz com que o homem sinta necessidade de mudar de caminho;
  • 30. Instruído pela experiência, é compelido a procurar um remédio no bem, sempre por efeito de seu livre-arbítrio; Quando penetra num caminho melhor, o faz por efeito de sua vontade e porque reconheceu os inconvenientes do outro traçado. A necessidade o obriga a se melhorar moralmente pelo desejo de ser mais feliz, assim como esta mesma necessidade e impeliu e melhorar as condições materiais de sua existência (5). Pode-se dizer que o mal é a ausência do bem, como o frio é falta (a ausência) de calor.
  • 31. O mal não é atributo distinto, assim como o frio não é um fluido especial: um é a negação do outro. Onde o bem não existe, forçosamente existe o mal; Deixar de fazer o mal já é o começo do bem. Deus não quer senão o bem; O mal provém unicamente do homem. Se na criação houvesse um ser predisposto ao mal, ninguém o poderia evitar; Porém, tendo o homem a causa do mal em SI MESMO, e tendo ao mesmo tempo seu livre-arbítrio e por guia as leis divinas, evitará o mal quando quiser (6).
  • 32. O mal não tem, pois, existência real, não há mal absoluto no universo, mas em toda parte a realização vagarosa e progressiva de um ideal superior; Em toda parte se exerce a ação de uma força, de um poder, de uma causa que, conquanto nos deixe livres, nos atrai e arrasta para um estado melhor. Por toda parte, a grande lida dos seres trabalhando para desenvolver em si, à custa de imensos esforços, a sensibilidade, o sentimento, a vontade, o amor! (19).
  • 33. Em suma, diremos que [...] o bem é o único determinismo* divino dentro do Universo, determinismo que absorve todas as ações humanas, para as assinalar com o sinete (marca, sinal) da fraternidade, da experiência e do amor (20). *Determinismo: Sistema de ideias segundo o qual cada fenômeno é rigorosamente condicionado pelos que o antecederam e dos quais é consequência.
  • 34. Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar. William Shakespeare 1564/1616
  • 35. Na luta contra o mal não bastaNa luta contra o mal não basta somente receber ensinamentossomente receber ensinamentos sobre o caminho da verdade e dosobre o caminho da verdade e do bem, mas, utilizá-los em sibem, mas, utilizá-los em si mesmo, para edificar amesmo, para edificar a fortaleza luminosa e sagrada dofortaleza luminosa e sagrada do reino de Deus, em cada um.reino de Deus, em cada um.
  • 37. 1. KARDEC, Allan. A Gênese. Tradução de J. Herculano Pires. 23ª ed. Brás - São Paulo: LAKE, Março de 2010 - Cap. III – O BEM E O MAL – Item: Origem do Bem e do Mal – Questão 1 - Pág. 65. 2.________,Questão 3 – Pág. 65-66. 3.________,Questão 5 – Pág. 66. 4.________,Questão 6 – Pág. 67. 5.________,Questão 7 – Pág. 67. 6.________,Questão 8 – Pág. 67. 7.________,O livro dos Espíritos. Tradução de J. Herculano Pires. 68ª ed. Brás - São Paulo: LAKE, Janeiro 2009 - Livro Terceiro – AS LEIS MORAIS - Cap. I - A Lei Divina ou Natural – Item III - O Bem e o Mal - Questão 630 - Pág. 227.
  • 38. 8.________,Questão 631 – Pág. 227. 9.________,Questão 632 – Pág. 227. 10._______,Questão 633 – Pág. 227. 11._______,Págs. 227-228. 12._______,Questão 636 – Pág. 228. 13._______,Questão 637/Comentário - Pág. 229 14._______,Questão 638 – Pág. 229. 15._______,Questão 639 – Pág. 229. 16._______,Questões 640-642-643 – Pág. 229. 17._______,Cap. VI – Lei de Destruição – Item IV – Assassínio - Questão 748 – Pág. 256. 18._______,Questão 749 – Pág. 256.
  • 39. 19. DENIS, Léon. O Problema do Ser do Destino e da Dor. 28ª Ed. Rio de Janeiro: FEB 2005 – Segunda Parte – Cap. 18 (Justiça e Responsabilidade. O Problema do Mal) - Págs. 293-294 20. Xavier, Francisco Cândido. Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho. Pelo Espírito Humberto Campos - 30ª Ed. Rio de Janeiro: FEB 2004 – Cap. XV (A Revolução Francesa) Págs. 128-129. 21. _______, O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel – 2ª Parte - 26ª Ed. Rio de Janeiro: FEB 2006 - Cap. I - A VIDA – Item: Experiência – O Bem e o Mal – Questão 135 - Págs. 86-87.