SlideShare uma empresa Scribd logo
CENTRO DE TRABALHOS
ESPÍRITA ANA LUZ
A LUTA CONTRA O MAL
Roteiro 1.1   anexo - a luta contra o mal
Atividade Extraclasse:
Leitura de texto e
exercício
A LUTA CONTRA O
MAL
Subsídios
De todas as ocorrências da tarefa apostólica,
os encontros do Mestre com os endemoninhados
constituíam os fatos que mais impressionavam os
discípulos.
A palavra «diabo» era então compreendida na
sua justa acepção.
Segundo o sentido exato da expressão, era ele
o adversário do bem, simbolizando o termo, dessa
forma, todos os maus sentimentos que dificultavam
o acesso das almas à aceitação da Boa Nova e
todos os homens de vida perversa, que
contrariavam os propósitos da existência pura, que
deveriam caracterizar as atividades dos adeptos do
Evangelho.
Dentre os companheiros do Messias,
Tadeu era o que mais se deixava impressionar
por aquelas cenas dolorosas.
Aguçavam-lhe, sobremaneira, a
curiosidade de homem, os gritos desesperados
dos Espíritos malfazejos, que se afastavam de
suas vítimas sob a amorosa determinação do
Mestre Divino.
Quando os pobres obsidiados deixavam
escapar um suspiro de alívio, Tadeu volvia os
olhos para Jesus, maravilhado de seus feitos.
Certo dia em que o Senhor se retirara, com
Tiago e João, para os lados de Cesaréia de Filipe,
uma pobre demente lhe foi trazida, a fim de que ele,
Tadeu, anulasse a atuação dos Espíritos
perturbadores que a subjugavam.
Entretanto, apesar de todos os esforços de sua
boa-vontade, Tadeu não conseguiu modificar a
situação. Somente no dia imediato, ao anoitecer, na
presença confortadora do Messias, foi possível à
infeliz dementada recuperar o senso de si mesma.
Observando o fato, Tadeu caiu em sério e
profundo cismar.
Por que razão o Mestre não lhes transmitia,
automaticamente, o poder de expulsar os demônios
malfazejos, para que pudessem dominar os
adversários da causa divina?
Se era tão fácil a Jesus a cura integral dos
endemoninhados, por que motivo não provocava ele
de vez a aproximação geral de todos os inimigos da
luz, a fim de que, pela sua autoridade, fossem
definitivamente convertidos ao reino de Deus?
Com o cérebro torturado por graves cogitações
e sonhando possibilidades maravilhosas para que
cessassem todos os combates entre os ensinamentos
do Evangelho e os seus inimigos, o discípulo inquieto
procurou avistar-se particularmente com o Senhor, de
modo a expor-lhe com humildade suas ideias íntimas.
Numa noite tranquila, depois de lhe escutar as
ponderações, perguntou-lhe Jesus, em tom austero:
— Tadeu, qual o principal objetivo das
atividades de tua vida?
Como se recebesse uma centelha de
inspiração superior, respondeu o discípulo com
sinceridade:
— Mestre, estou procurando realizar o reino
de Deus no coração.
— Se procuras semelhante realidade, por que
a reclamas no adversário em primeiro lugar?
Seria justo esqueceres as tuas próprias
necessidades nesse sentido?
Se buscamos atingir o infinito da sabedoria e
do amor em Nosso Pai, indispensáveis se faz
reconheçamos que todos somos irmãos no mesmo
caminho!...
— Senhor, os espíritos do mal são também
nossos irmãos? – inquiriu, admirado, o apóstolo.
— Toda a criação é de Deus. Os que vestem a
túnica do mal envergarão um dia a da redenção pelo
bem.
Acaso poderias duvidar disso?
O discípulo do Evangelho não combate
propriamente o seu irmão, como Deus nunca entra
em luta com seus filhos;
Aquele apenas combate toda manifestação de
ignorância, como o Pai que trabalha
incessantemente pela vitória do seu amor, junto da
humanidade inteira.
— Mas, não seria justo – ajuntou o discípulo,
com certa convicção – convocarmos todos os gênios
malfazejos para que se convertessem à verdade dos
céus?
O Mestre, sem se surpreender com essa
observação, disse:
— Por que motivo não procede Deus assim?...
Porventura, teríamos nós uma substância de
amor mais sublime e mais forte que a do seu
coração paternal?
Tadeu, jamais olvidemos o bom combate. Se
alguém te convoca ao labor ingrato da má semente,
não desdenhes a boa luta pela vitória do bem,
encarando qualquer posição difícil como ensejo
sagrado para revelares a tua fidelidade a Deus.
Abraça sempre o teu irmão. Se o adversário do
reino te provoca ao esclarecimento de toda a
verdade, não desprezes a hora de trabalhar pela
vitória da luz;
Mas segue o teu caminho no mundo atento
aos teus próprios deveres, pois não nos consta que
Deus abandonasse as suas atividades divinas para
impor a renovação moral dos filhos ingratos, que se
rebelaram na sua casa.
Se o mundo parece povoar-se de sombras, é
preciso reconhecer que as leis de Deus são sempre
as mesmas, em todas as latitudes da vida.
É indispensável meditar na lição de Nosso Pai e
não estacionar a meio do caminho que percorremos.
Os inimigos do reino se empenham em batalhas
sangrentas?
Não olvides o teu próprio trabalho.
Padecem no inferno das ambições
desmedidas? Caminha para Deus.
Lançam a perseguição contra a verdade?
Tens contigo a verdade divina que o mundo não
te poderá roubar, nunca.
Os grandes patrimônios da vida não
pertencem às forças da Terra, mas às do Céu.
O homem que dominasse o mundo inteiro
com a sua força teria de quebrar a sua espada
sangrenta, ante os direitos inflexíveis da morte.
E, além desta vida, ninguém te perguntará
pelas obrigações que tocam a Deus, mas,
unicamente, pelo mundo interior que te pertence
a ti mesmo, sob as vistas amoráveis de Nosso
Pai.
Que diríamos de um rei justo e sábio que
perguntasse a um só de seus súditos pela justiça
e pela sabedoria do reino inteiro?
Entretanto, é natural que o súdito seja inquirido
acerca dos trabalhos que lhe foram confiados, no
plano geral, sendo também justo se lhe pergunte pelo
que foi feito de seus pais, de sua companheira, de
seus filhos e irmãos.
Andas assim tão esquecido desses problemas
fáceis e singelos?
Aceita a luta, sempre que fores julgado digno
dela e não te esqueças, em todas as circunstâncias,
de que construir é sempre melhor.
Tadeu contemplou o Mestre, tomado de
profunda admiração.
Seus esclarecimentos lhe caíam no espírito
como gotas imensas de uma nova luz.
— Senhor – disse ele –, vossos raciocínios me
iluminam o coração; mas, terei errado externando
meus sentimentos de piedade pelos Espíritos
malfazejos?
Não devemos, então, convocá-los ao bom caminho?
— Toda intenção excelente – redarguiu Jesus –
será levada em justa conta no céu, mas precisamos
compreender que não se deve tentar a Deus.
Tenho aceitado a luta como o Pai ma envia e
tenho esclarecido que a cada dia basta o seu
trabalho.
Nunca reuni o colégio dos meus companheiros
para provocar as manifestações dos que se
comprazem na treva;
Reuni-os, em todas as circunstâncias e
oportunidades, suplicando para o nosso esforço a
inspiração sagrada do Todo-Poderoso.
O adversário é sempre um necessitado que
comparece ao banquete das nossas alegrias e, por
isso, embora não o tenha convocado, convidando
somente os aflitos, os simples e os de boa-vontade,
nunca lhe fechei as portas do coração, encarando a
sua vinda como uma oportunidade de trabalho, de
que Deus nos julga dignos.
O apóstolo humilde sorriu, saciado em sua fome
de conhecimento, porém acrescentou, preocupado
com a impossibilidade em que se via de atender
eficazmente à vítima que o procurara:
— Senhor, vossas palavras são sempre
sábias; entretanto, de que necessitarei para afastar
as entidades da sombra, quando o seu império se
estabeleça nas almas?!...
— Voltamos, assim, ao início das nossas
explicações – retrucou Jesus –, pois, para isso,
necessitas da edificação do reino no âmago do teu
espírito, sendo este o objetivo de tua vida.
Só a luz do amor divino é bastante forte para
converter uma alma à verdade.
Já viste algum contendor da Terra convencer-
se sinceramente tão-só pela força das palavras do
mundo?
As dissertações filosóficas não constituem toda
a realização.
Elas podem ser um recurso fácil da indiferença
ou uma túnica brilhante, acobertando penosas
necessidades.
O reino de Deus, porém, é a edificação divina
da luz. E a luz ilumina, dispensando os longos
discursos.
Capacita-te de que ninguém pode dar a
outrem aquilo que ainda não possua no coração. Vai!
Trabalha sem cessar pela tua grande vitória. Zela
por ti e ama a teu próximo, sem olvidares que Deus
cuida de todos.
Tadeu guardou os esclarecimentos de Jesus,
para retirar de sua substância o mais elevado
proveito no futuro.
No dia seguinte, desejando destacar, perante a
comunidade dos seus seguidores, a necessidade de
cada qual se atirar ao esforço silencioso pela sua
própria edificação evangélica, o Mestre esclareceu
ao seus apólogos singelos, como se encontra dentro
da narrativa de Lucas:
— «Quando o espírito imundo sai do homem,
anda por lugares áridos, procurando, e não o
achando diz:
— Voltarei para a casa de donde saí; e, ao
chegar, acha-a varrida e adornada.
Depois, vai e leva mais sete Espíritos piores do
que ele, que ali entram e habitam;
E o último estado daquele homem fica sendo
pior do que o primeiro.»
Então, todos os ouvintes das pregações do
lago compreenderam que não bastava ensinar o
caminho da verdade e do bem aos Espíritos
perturbados e malfazejos;
Que indispensável era edificasse cada um a
fortaleza luminosa e sagrada do reino de Deus, dentro
de si mesmo.
(XAVIER, Francisco Cândido. Boa Nova. Pelo Espírito
Humberto de Campos. 35ª Ed. Rio de Janeiro: FEB 2006 – p.
50-55
CENTRO DE TRABALHOS
ESPÍRITA ANA LUZ
11 Boa NovaBoa Nova procurar realizar o reino de Deus noprocurar realizar o reino de Deus no
coração.coração.
22 DiaboDiabo
é a edificação da fortaleza luminosa eé a edificação da fortaleza luminosa e
sagrada do reino de Deus, dentro de sisagrada do reino de Deus, dentro de si
mesmo.mesmo.
33 Demônios malfazejosDemônios malfazejos é um símbolo do adversário do bem.é um símbolo do adversário do bem.
44 BemBem
propriamente o seu irmão, combatepropriamente o seu irmão, combate
toda manifestação da ignorância.toda manifestação da ignorância.
55
Capacita-te de queCapacita-te de que
ninguém pode dar aninguém pode dar a
outremoutrem
significa notícia feliz; notícia dasignifica notícia feliz; notícia da
salvação do mundo por Jesus Cristo;salvação do mundo por Jesus Cristo;
Evangelho de Jesus.Evangelho de Jesus.
66 O adversárioO adversário
é qualquer oposição ao bem. Os queé qualquer oposição ao bem. Os que
vestem a túnica do mal envergarão umvestem a túnica do mal envergarão um
dia a da redenção pelo bem.dia a da redenção pelo bem.
77 O malO mal é sempre um necessitado.é sempre um necessitado.
88 O discípulo do EvangelhoO discípulo do Evangelho
não combatenão combate
são os Espíritos perturbadores ousão os Espíritos perturbadores ou
obsessores.obsessores.
99 O Principal objetivo dasO Principal objetivo das
atividades da vida éatividades da vida é
aquilo que ainda não possua no coração.aquilo que ainda não possua no coração.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Roteiro 1.1   anexo - a luta contra o mal

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

ESQUECIMENTO DO PASSADO
ESQUECIMENTO DO PASSADOESQUECIMENTO DO PASSADO
ESQUECIMENTO DO PASSADO
Jorge Luiz dos Santos
 
Honrai Pai e Mãe - ESE cap XIV
Honrai Pai e Mãe - ESE cap XIVHonrai Pai e Mãe - ESE cap XIV
Honrai Pai e Mãe - ESE cap XIV
Fábio Paiva
 
2.8.3 Letargia, catalepsia e mortes aparentes
2.8.3   Letargia, catalepsia e mortes aparentes2.8.3   Letargia, catalepsia e mortes aparentes
2.8.3 Letargia, catalepsia e mortes aparentes
Marta Gomes
 
Espiritismo e mediunidade 07
Espiritismo e mediunidade  07Espiritismo e mediunidade  07
Espiritismo e mediunidade 07
Leonardo Pereira
 
MEDIUNIDADE E ESPIRITISMO
MEDIUNIDADE E ESPIRITISMOMEDIUNIDADE E ESPIRITISMO
MEDIUNIDADE E ESPIRITISMO
Jorge Luiz dos Santos
 
Das ocupações e missões dos espíritos
Das ocupações e missões dos espíritosDas ocupações e missões dos espíritos
Das ocupações e missões dos espíritos
Izabel Cristina Fonseca
 
ESE - Capítulo VII - Bem-aventurados os pobres de espírito
ESE - Capítulo VII - Bem-aventurados os pobres de espíritoESE - Capítulo VII - Bem-aventurados os pobres de espírito
ESE - Capítulo VII - Bem-aventurados os pobres de espírito
grupodepaisceb
 
ESDE - Roteiro complementar. Módulo I, roteiro 5: sorte das crianças depois d...
ESDE - Roteiro complementar. Módulo I, roteiro 5: sorte das crianças depois d...ESDE - Roteiro complementar. Módulo I, roteiro 5: sorte das crianças depois d...
ESDE - Roteiro complementar. Módulo I, roteiro 5: sorte das crianças depois d...
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
Causas das aflições
Causas das afliçõesCausas das aflições
Causas das aflições
Eduardo Ottonelli Pithan
 
Objetivo da encarnação
Objetivo da encarnaçãoObjetivo da encarnação
Objetivo da encarnação
Izabel Cristina Fonseca
 
As Penas Futuras Segundo o Espiritismo
As Penas Futuras Segundo o EspiritismoAs Penas Futuras Segundo o Espiritismo
As Penas Futuras Segundo o Espiritismo
Antonino Silva
 
O CÉU E O INFERNO "Visão Espírita"
O CÉU E O INFERNO "Visão Espírita"O CÉU E O INFERNO "Visão Espírita"
O CÉU E O INFERNO "Visão Espírita"
Jorge Luiz dos Santos
 
Fundamentos e Finalidade da Reencarnação.pdf
Fundamentos e Finalidade da Reencarnação.pdfFundamentos e Finalidade da Reencarnação.pdf
Fundamentos e Finalidade da Reencarnação.pdf
Rosimeire Alves
 
3.1.1 - Caracteres da lei natural.pptx
3.1.1 - Caracteres da lei natural.pptx3.1.1 - Caracteres da lei natural.pptx
3.1.1 - Caracteres da lei natural.pptx
Marta Gomes
 
Conhecimento do Futuro (Palestra Espírita)
Conhecimento do Futuro (Palestra Espírita)Conhecimento do Futuro (Palestra Espírita)
Conhecimento do Futuro (Palestra Espírita)
Marcos Antônio Alves
 
2.7.2 uniao da alma e do corpo - aborto
2.7.2   uniao da alma e do corpo - aborto2.7.2   uniao da alma e do corpo - aborto
2.7.2 uniao da alma e do corpo - aborto
Marta Gomes
 
O que é o evangelho segundo o espiritismo
O que é o evangelho segundo o espiritismoO que é o evangelho segundo o espiritismo
O que é o evangelho segundo o espiritismo
Fatoze
 
Cei 100224-i-cap. 6-doutrina das penas eternas
Cei 100224-i-cap. 6-doutrina das penas eternasCei 100224-i-cap. 6-doutrina das penas eternas
Cei 100224-i-cap. 6-doutrina das penas eternas
Carlos Alberto Freire De Souza
 
Obsessão e desobsessão
Obsessão e desobsessãoObsessão e desobsessão
Obsessão e desobsessão
KATIA MARIA FARAH V DA SILVA
 
Roteiro 2 a prece = importância, eficácia e ação
Roteiro 2   a prece = importância, eficácia e açãoRoteiro 2   a prece = importância, eficácia e ação
Roteiro 2 a prece = importância, eficácia e ação
Bruno Cechinel Filho
 

Mais procurados (20)

ESQUECIMENTO DO PASSADO
ESQUECIMENTO DO PASSADOESQUECIMENTO DO PASSADO
ESQUECIMENTO DO PASSADO
 
Honrai Pai e Mãe - ESE cap XIV
Honrai Pai e Mãe - ESE cap XIVHonrai Pai e Mãe - ESE cap XIV
Honrai Pai e Mãe - ESE cap XIV
 
2.8.3 Letargia, catalepsia e mortes aparentes
2.8.3   Letargia, catalepsia e mortes aparentes2.8.3   Letargia, catalepsia e mortes aparentes
2.8.3 Letargia, catalepsia e mortes aparentes
 
Espiritismo e mediunidade 07
Espiritismo e mediunidade  07Espiritismo e mediunidade  07
Espiritismo e mediunidade 07
 
MEDIUNIDADE E ESPIRITISMO
MEDIUNIDADE E ESPIRITISMOMEDIUNIDADE E ESPIRITISMO
MEDIUNIDADE E ESPIRITISMO
 
Das ocupações e missões dos espíritos
Das ocupações e missões dos espíritosDas ocupações e missões dos espíritos
Das ocupações e missões dos espíritos
 
ESE - Capítulo VII - Bem-aventurados os pobres de espírito
ESE - Capítulo VII - Bem-aventurados os pobres de espíritoESE - Capítulo VII - Bem-aventurados os pobres de espírito
ESE - Capítulo VII - Bem-aventurados os pobres de espírito
 
ESDE - Roteiro complementar. Módulo I, roteiro 5: sorte das crianças depois d...
ESDE - Roteiro complementar. Módulo I, roteiro 5: sorte das crianças depois d...ESDE - Roteiro complementar. Módulo I, roteiro 5: sorte das crianças depois d...
ESDE - Roteiro complementar. Módulo I, roteiro 5: sorte das crianças depois d...
 
Causas das aflições
Causas das afliçõesCausas das aflições
Causas das aflições
 
Objetivo da encarnação
Objetivo da encarnaçãoObjetivo da encarnação
Objetivo da encarnação
 
As Penas Futuras Segundo o Espiritismo
As Penas Futuras Segundo o EspiritismoAs Penas Futuras Segundo o Espiritismo
As Penas Futuras Segundo o Espiritismo
 
O CÉU E O INFERNO "Visão Espírita"
O CÉU E O INFERNO "Visão Espírita"O CÉU E O INFERNO "Visão Espírita"
O CÉU E O INFERNO "Visão Espírita"
 
Fundamentos e Finalidade da Reencarnação.pdf
Fundamentos e Finalidade da Reencarnação.pdfFundamentos e Finalidade da Reencarnação.pdf
Fundamentos e Finalidade da Reencarnação.pdf
 
3.1.1 - Caracteres da lei natural.pptx
3.1.1 - Caracteres da lei natural.pptx3.1.1 - Caracteres da lei natural.pptx
3.1.1 - Caracteres da lei natural.pptx
 
Conhecimento do Futuro (Palestra Espírita)
Conhecimento do Futuro (Palestra Espírita)Conhecimento do Futuro (Palestra Espírita)
Conhecimento do Futuro (Palestra Espírita)
 
2.7.2 uniao da alma e do corpo - aborto
2.7.2   uniao da alma e do corpo - aborto2.7.2   uniao da alma e do corpo - aborto
2.7.2 uniao da alma e do corpo - aborto
 
O que é o evangelho segundo o espiritismo
O que é o evangelho segundo o espiritismoO que é o evangelho segundo o espiritismo
O que é o evangelho segundo o espiritismo
 
Cei 100224-i-cap. 6-doutrina das penas eternas
Cei 100224-i-cap. 6-doutrina das penas eternasCei 100224-i-cap. 6-doutrina das penas eternas
Cei 100224-i-cap. 6-doutrina das penas eternas
 
Obsessão e desobsessão
Obsessão e desobsessãoObsessão e desobsessão
Obsessão e desobsessão
 
Roteiro 2 a prece = importância, eficácia e ação
Roteiro 2   a prece = importância, eficácia e açãoRoteiro 2   a prece = importância, eficácia e ação
Roteiro 2 a prece = importância, eficácia e ação
 

Destaque

Pelatihan cbt otomotif 10 001-13-i (2)
Pelatihan cbt otomotif 10 001-13-i (2)Pelatihan cbt otomotif 10 001-13-i (2)
Pelatihan cbt otomotif 10 001-13-i (2)
Eko Supriyadi
 
3137 6247-1-pb
3137 6247-1-pb3137 6247-1-pb
3137 6247-1-pb
William Breternitz
 
Anteproyecto: propuesta curso Botánica General
Anteproyecto: propuesta curso Botánica GeneralAnteproyecto: propuesta curso Botánica General
Anteproyecto: propuesta curso Botánica General
Ana Victoria W
 
Luluk
LulukLuluk
Luluk
006-009
 
Performance Award 2007 Winter S - General Dynamics - Electric Boa
Performance Award 2007 Winter S - General Dynamics - Electric BoaPerformance Award 2007 Winter S - General Dynamics - Electric Boa
Performance Award 2007 Winter S - General Dynamics - Electric Boa
Michael Myers
 
67
6767
Modelos de Equipamiento
Modelos de EquipamientoModelos de Equipamiento
Modelos de Equipamiento
Maritzel González
 
Фольклорний колектив "Калинонька"
Фольклорний колектив "Калинонька"Фольклорний колектив "Калинонька"
Фольклорний колектив "Калинонька"
v2909
 
Powerpoint venecia (2)
Powerpoint venecia (2)Powerpoint venecia (2)
Powerpoint venecia (2)
LaiaCodina28
 
57 0908 e hebreos capítulo 6 #2
57 0908 e hebreos capítulo 6 #257 0908 e hebreos capítulo 6 #2
57 0908 e hebreos capítulo 6 #2
Miguel Angel Huayta Seminario
 
61 0806 las setenta semanas de daniel
61 0806 las setenta semanas de daniel61 0806 las setenta semanas de daniel
61 0806 las setenta semanas de daniel
Miguel Angel Huayta Seminario
 
54 0103 m preguntas y respuestas #1
54 0103 m preguntas y respuestas #154 0103 m preguntas y respuestas #1
54 0103 m preguntas y respuestas #1
Miguel Angel Huayta Seminario
 
Mapa conceptual 3
Mapa conceptual 3Mapa conceptual 3
Mapa conceptual 3
Janeth Londoño
 
TOTVS Gestão Fiscal - Lançamento fiscal migrado 11.80
TOTVS Gestão Fiscal - Lançamento fiscal migrado 11.80TOTVS Gestão Fiscal - Lançamento fiscal migrado 11.80
TOTVS Gestão Fiscal - Lançamento fiscal migrado 11.80
TOTVS Connect
 
Roteiro 2 elementos gerais do universo - matéria e espírito
Roteiro 2   elementos gerais do universo - matéria e espíritoRoteiro 2   elementos gerais do universo - matéria e espírito
Roteiro 2 elementos gerais do universo - matéria e espírito
Bruno Cechinel Filho
 
Problemas resueltos aritmetica -
Problemas resueltos aritmetica - Problemas resueltos aritmetica -
Problemas resueltos aritmetica -
Raul Ibañez
 
квітник. капітула
квітник. капітулаквітник. капітула
квітник. капітула
Alina Kapitula
 

Destaque (18)

Pelatihan cbt otomotif 10 001-13-i (2)
Pelatihan cbt otomotif 10 001-13-i (2)Pelatihan cbt otomotif 10 001-13-i (2)
Pelatihan cbt otomotif 10 001-13-i (2)
 
3137 6247-1-pb
3137 6247-1-pb3137 6247-1-pb
3137 6247-1-pb
 
Anteproyecto: propuesta curso Botánica General
Anteproyecto: propuesta curso Botánica GeneralAnteproyecto: propuesta curso Botánica General
Anteproyecto: propuesta curso Botánica General
 
Luluk
LulukLuluk
Luluk
 
222
222222
222
 
Performance Award 2007 Winter S - General Dynamics - Electric Boa
Performance Award 2007 Winter S - General Dynamics - Electric BoaPerformance Award 2007 Winter S - General Dynamics - Electric Boa
Performance Award 2007 Winter S - General Dynamics - Electric Boa
 
67
6767
67
 
Modelos de Equipamiento
Modelos de EquipamientoModelos de Equipamiento
Modelos de Equipamiento
 
Фольклорний колектив "Калинонька"
Фольклорний колектив "Калинонька"Фольклорний колектив "Калинонька"
Фольклорний колектив "Калинонька"
 
Powerpoint venecia (2)
Powerpoint venecia (2)Powerpoint venecia (2)
Powerpoint venecia (2)
 
57 0908 e hebreos capítulo 6 #2
57 0908 e hebreos capítulo 6 #257 0908 e hebreos capítulo 6 #2
57 0908 e hebreos capítulo 6 #2
 
61 0806 las setenta semanas de daniel
61 0806 las setenta semanas de daniel61 0806 las setenta semanas de daniel
61 0806 las setenta semanas de daniel
 
54 0103 m preguntas y respuestas #1
54 0103 m preguntas y respuestas #154 0103 m preguntas y respuestas #1
54 0103 m preguntas y respuestas #1
 
Mapa conceptual 3
Mapa conceptual 3Mapa conceptual 3
Mapa conceptual 3
 
TOTVS Gestão Fiscal - Lançamento fiscal migrado 11.80
TOTVS Gestão Fiscal - Lançamento fiscal migrado 11.80TOTVS Gestão Fiscal - Lançamento fiscal migrado 11.80
TOTVS Gestão Fiscal - Lançamento fiscal migrado 11.80
 
Roteiro 2 elementos gerais do universo - matéria e espírito
Roteiro 2   elementos gerais do universo - matéria e espíritoRoteiro 2   elementos gerais do universo - matéria e espírito
Roteiro 2 elementos gerais do universo - matéria e espírito
 
Problemas resueltos aritmetica -
Problemas resueltos aritmetica - Problemas resueltos aritmetica -
Problemas resueltos aritmetica -
 
квітник. капітула
квітник. капітулаквітник. капітула
квітник. капітула
 

Semelhante a Roteiro 1.1 anexo - a luta contra o mal

Beume maio 14
Beume maio 14Beume maio 14
Beume maio 14
Ume Maria
 
A luta contra o mal
A luta contra o malA luta contra o mal
A luta contra o mal
Fatoze
 
A luta contra o mal
A luta contra o mal A luta contra o mal
A luta contra o mal
Alcione Faria
 
O perdão
O perdãoO perdão
O perdão
Fatoze
 
Oração Dominical
Oração DominicalOração Dominical
Oração Dominical
Fatoze
 
(BOA NOVA) 19 - Comunhao com Deus
(BOA NOVA) 19 - Comunhao com Deus(BOA NOVA) 19 - Comunhao com Deus
(BOA NOVA) 19 - Comunhao com Deus
Antonio Braga
 
Amor e renúncia
Amor e renúnciaAmor e renúncia
Amor e renúncia
Fatoze
 
(Livro Boa nova) Cap.19 Comunhão com Deus
(Livro Boa nova) Cap.19   Comunhão com Deus(Livro Boa nova) Cap.19   Comunhão com Deus
(Livro Boa nova) Cap.19 Comunhão com Deus
Patricia Farias
 
Viveras para sempre
Viveras para sempreViveras para sempre
Viveras para sempre
Ailton Guimaraes
 
Bom ânimo
Bom ânimoBom ânimo
Bom ânimo
Fatoze
 
Fidelidade a Deus
Fidelidade a DeusFidelidade a Deus
Fidelidade a Deus
Fatoze
 
BEM AVENTURADOS OS PUROS DE CORAÇÃO
BEM AVENTURADOS OS PUROS DE CORAÇÃOBEM AVENTURADOS OS PUROS DE CORAÇÃO
BEM AVENTURADOS OS PUROS DE CORAÇÃO
Sergio Menezes
 
16. como aceita nosso trabalho
16. como aceita nosso trabalho16. como aceita nosso trabalho
16. como aceita nosso trabalho
pohlos
 
O bom ladrão
O bom ladrãoO bom ladrão
O bom ladrão
Fatoze
 
A lição a Nicodemos
A lição a NicodemosA lição a Nicodemos
A lição a Nicodemos
Fatoze
 
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 03
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 03Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 03
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 03
Candice Gunther
 
A lição da vigilância
A lição da vigilânciaA lição da vigilância
A lição da vigilância
Fatoze
 
2015 08-11 - PAE terça - Injúrias e Violências
2015 08-11 - PAE terça - Injúrias e Violências2015 08-11 - PAE terça - Injúrias e Violências
2015 08-11 - PAE terça - Injúrias e Violências
Joao Minelli Neto
 
Livro dos Espiritos 657 e ESE cap6_item5
Livro dos Espiritos 657 e ESE cap6_item5Livro dos Espiritos 657 e ESE cap6_item5
Livro dos Espiritos 657 e ESE cap6_item5
Patricia Farias
 
Comunhão com Deus
Comunhão com DeusComunhão com Deus
Comunhão com Deus
Fatoze
 

Semelhante a Roteiro 1.1 anexo - a luta contra o mal (20)

Beume maio 14
Beume maio 14Beume maio 14
Beume maio 14
 
A luta contra o mal
A luta contra o malA luta contra o mal
A luta contra o mal
 
A luta contra o mal
A luta contra o mal A luta contra o mal
A luta contra o mal
 
O perdão
O perdãoO perdão
O perdão
 
Oração Dominical
Oração DominicalOração Dominical
Oração Dominical
 
(BOA NOVA) 19 - Comunhao com Deus
(BOA NOVA) 19 - Comunhao com Deus(BOA NOVA) 19 - Comunhao com Deus
(BOA NOVA) 19 - Comunhao com Deus
 
Amor e renúncia
Amor e renúnciaAmor e renúncia
Amor e renúncia
 
(Livro Boa nova) Cap.19 Comunhão com Deus
(Livro Boa nova) Cap.19   Comunhão com Deus(Livro Boa nova) Cap.19   Comunhão com Deus
(Livro Boa nova) Cap.19 Comunhão com Deus
 
Viveras para sempre
Viveras para sempreViveras para sempre
Viveras para sempre
 
Bom ânimo
Bom ânimoBom ânimo
Bom ânimo
 
Fidelidade a Deus
Fidelidade a DeusFidelidade a Deus
Fidelidade a Deus
 
BEM AVENTURADOS OS PUROS DE CORAÇÃO
BEM AVENTURADOS OS PUROS DE CORAÇÃOBEM AVENTURADOS OS PUROS DE CORAÇÃO
BEM AVENTURADOS OS PUROS DE CORAÇÃO
 
16. como aceita nosso trabalho
16. como aceita nosso trabalho16. como aceita nosso trabalho
16. como aceita nosso trabalho
 
O bom ladrão
O bom ladrãoO bom ladrão
O bom ladrão
 
A lição a Nicodemos
A lição a NicodemosA lição a Nicodemos
A lição a Nicodemos
 
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 03
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 03Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 03
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 03
 
A lição da vigilância
A lição da vigilânciaA lição da vigilância
A lição da vigilância
 
2015 08-11 - PAE terça - Injúrias e Violências
2015 08-11 - PAE terça - Injúrias e Violências2015 08-11 - PAE terça - Injúrias e Violências
2015 08-11 - PAE terça - Injúrias e Violências
 
Livro dos Espiritos 657 e ESE cap6_item5
Livro dos Espiritos 657 e ESE cap6_item5Livro dos Espiritos 657 e ESE cap6_item5
Livro dos Espiritos 657 e ESE cap6_item5
 
Comunhão com Deus
Comunhão com DeusComunhão com Deus
Comunhão com Deus
 

Mais de Bruno Cechinel Filho

Roteiro 3 evangelho no lar
Roteiro 3   evangelho no larRoteiro 3   evangelho no lar
Roteiro 3 evangelho no lar
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 1 adoração = significado e objetivo
Roteiro 1   adoração = significado e objetivoRoteiro 1   adoração = significado e objetivo
Roteiro 1 adoração = significado e objetivo
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 2 o bem e o mal
Roteiro 2   o bem e o malRoteiro 2   o bem e o mal
Roteiro 2 o bem e o mal
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 1 lei natural - definições e caracteres
Roteiro 1   lei natural - definições e caracteresRoteiro 1   lei natural - definições e caracteres
Roteiro 1 lei natural - definições e caracteres
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 7 a terra - mundo de expiação e provas
Roteiro 7   a terra - mundo de expiação e provasRoteiro 7   a terra - mundo de expiação e provas
Roteiro 7 a terra - mundo de expiação e provas
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 6 materialização nos diferentes mundos
Roteiro 6   materialização nos diferentes mundosRoteiro 6   materialização nos diferentes mundos
Roteiro 6 materialização nos diferentes mundos
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 5 diferentes categorias de mundos habitados
Roteiro 5   diferentes categorias de mundos habitadosRoteiro 5   diferentes categorias de mundos habitados
Roteiro 5 diferentes categorias de mundos habitados
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 4 os reinos da natureza
Roteiro 4   os reinos da naturezaRoteiro 4   os reinos da natureza
Roteiro 4 os reinos da natureza
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 3 formação dos mundos e dos seres vivos
Roteiro 3   formação dos mundos e dos seres vivosRoteiro 3   formação dos mundos e dos seres vivos
Roteiro 3 formação dos mundos e dos seres vivos
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 1 o fluído cósmico universal
Roteiro 1   o fluído cósmico universalRoteiro 1   o fluído cósmico universal
Roteiro 1 o fluído cósmico universal
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 6 o esquecimento do passado - justificativa da sua necessidade
Roteiro 6    o esquecimento do passado - justificativa da sua necessidadeRoteiro 6    o esquecimento do passado - justificativa da sua necessidade
Roteiro 6 o esquecimento do passado - justificativa da sua necessidade
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 5 retorno à vida corporal - infância
Roteiro 5    retorno à vida corporal - infânciaRoteiro 5    retorno à vida corporal - infância
Roteiro 5 retorno à vida corporal - infância
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 4.1 segismundo - planejamento rematerializatório
Roteiro 4.1   segismundo - planejamento  rematerializatórioRoteiro 4.1   segismundo - planejamento  rematerializatório
Roteiro 4.1 segismundo - planejamento rematerializatório
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 4 retorno à vida corporal - união da alama ao corpo
Roteiro 4    retorno à vida corporal - união da alama ao corpoRoteiro 4    retorno à vida corporal - união da alama ao corpo
Roteiro 4 retorno à vida corporal - união da alama ao corpo
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 3.1 estudo de caso simplificado - a história de stella
Roteiro 3.1   estudo de caso simplificado - a história de stellaRoteiro 3.1   estudo de caso simplificado - a história de stella
Roteiro 3.1 estudo de caso simplificado - a história de stella
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 3 retorno à vida corporal - planejamento rematerializatório
Roteiro 3   retorno à vida corporal - planejamento rematerializatórioRoteiro 3   retorno à vida corporal - planejamento rematerializatório
Roteiro 3 retorno à vida corporal - planejamento rematerializatório
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 2 provas da rematerialização
Roteiro 2   provas da rematerializaçãoRoteiro 2   provas da rematerialização
Roteiro 2 provas da rematerialização
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 1.1 lógica da rematerialização - anexo
Roteiro 1.1   lógica da rematerialização - anexoRoteiro 1.1   lógica da rematerialização - anexo
Roteiro 1.1 lógica da rematerialização - anexo
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 1 fundamento e finalidade da rematerialização
Roteiro 1   fundamento e finalidade da rematerializaçãoRoteiro 1   fundamento e finalidade da rematerialização
Roteiro 1 fundamento e finalidade da rematerialização
Bruno Cechinel Filho
 
Roteiro 3 mediunidade com jesus
Roteiro 3   mediunidade com jesusRoteiro 3   mediunidade com jesus
Roteiro 3 mediunidade com jesus
Bruno Cechinel Filho
 

Mais de Bruno Cechinel Filho (20)

Roteiro 3 evangelho no lar
Roteiro 3   evangelho no larRoteiro 3   evangelho no lar
Roteiro 3 evangelho no lar
 
Roteiro 1 adoração = significado e objetivo
Roteiro 1   adoração = significado e objetivoRoteiro 1   adoração = significado e objetivo
Roteiro 1 adoração = significado e objetivo
 
Roteiro 2 o bem e o mal
Roteiro 2   o bem e o malRoteiro 2   o bem e o mal
Roteiro 2 o bem e o mal
 
Roteiro 1 lei natural - definições e caracteres
Roteiro 1   lei natural - definições e caracteresRoteiro 1   lei natural - definições e caracteres
Roteiro 1 lei natural - definições e caracteres
 
Roteiro 7 a terra - mundo de expiação e provas
Roteiro 7   a terra - mundo de expiação e provasRoteiro 7   a terra - mundo de expiação e provas
Roteiro 7 a terra - mundo de expiação e provas
 
Roteiro 6 materialização nos diferentes mundos
Roteiro 6   materialização nos diferentes mundosRoteiro 6   materialização nos diferentes mundos
Roteiro 6 materialização nos diferentes mundos
 
Roteiro 5 diferentes categorias de mundos habitados
Roteiro 5   diferentes categorias de mundos habitadosRoteiro 5   diferentes categorias de mundos habitados
Roteiro 5 diferentes categorias de mundos habitados
 
Roteiro 4 os reinos da natureza
Roteiro 4   os reinos da naturezaRoteiro 4   os reinos da natureza
Roteiro 4 os reinos da natureza
 
Roteiro 3 formação dos mundos e dos seres vivos
Roteiro 3   formação dos mundos e dos seres vivosRoteiro 3   formação dos mundos e dos seres vivos
Roteiro 3 formação dos mundos e dos seres vivos
 
Roteiro 1 o fluído cósmico universal
Roteiro 1   o fluído cósmico universalRoteiro 1   o fluído cósmico universal
Roteiro 1 o fluído cósmico universal
 
Roteiro 6 o esquecimento do passado - justificativa da sua necessidade
Roteiro 6    o esquecimento do passado - justificativa da sua necessidadeRoteiro 6    o esquecimento do passado - justificativa da sua necessidade
Roteiro 6 o esquecimento do passado - justificativa da sua necessidade
 
Roteiro 5 retorno à vida corporal - infância
Roteiro 5    retorno à vida corporal - infânciaRoteiro 5    retorno à vida corporal - infância
Roteiro 5 retorno à vida corporal - infância
 
Roteiro 4.1 segismundo - planejamento rematerializatório
Roteiro 4.1   segismundo - planejamento  rematerializatórioRoteiro 4.1   segismundo - planejamento  rematerializatório
Roteiro 4.1 segismundo - planejamento rematerializatório
 
Roteiro 4 retorno à vida corporal - união da alama ao corpo
Roteiro 4    retorno à vida corporal - união da alama ao corpoRoteiro 4    retorno à vida corporal - união da alama ao corpo
Roteiro 4 retorno à vida corporal - união da alama ao corpo
 
Roteiro 3.1 estudo de caso simplificado - a história de stella
Roteiro 3.1   estudo de caso simplificado - a história de stellaRoteiro 3.1   estudo de caso simplificado - a história de stella
Roteiro 3.1 estudo de caso simplificado - a história de stella
 
Roteiro 3 retorno à vida corporal - planejamento rematerializatório
Roteiro 3   retorno à vida corporal - planejamento rematerializatórioRoteiro 3   retorno à vida corporal - planejamento rematerializatório
Roteiro 3 retorno à vida corporal - planejamento rematerializatório
 
Roteiro 2 provas da rematerialização
Roteiro 2   provas da rematerializaçãoRoteiro 2   provas da rematerialização
Roteiro 2 provas da rematerialização
 
Roteiro 1.1 lógica da rematerialização - anexo
Roteiro 1.1   lógica da rematerialização - anexoRoteiro 1.1   lógica da rematerialização - anexo
Roteiro 1.1 lógica da rematerialização - anexo
 
Roteiro 1 fundamento e finalidade da rematerialização
Roteiro 1   fundamento e finalidade da rematerializaçãoRoteiro 1   fundamento e finalidade da rematerialização
Roteiro 1 fundamento e finalidade da rematerialização
 
Roteiro 3 mediunidade com jesus
Roteiro 3   mediunidade com jesusRoteiro 3   mediunidade com jesus
Roteiro 3 mediunidade com jesus
 

Último

A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita RafaelA Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
DavidBertelli3
 
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyugcontrole-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
AntonioMugiba
 
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdfBiblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
AndreyCamarini
 
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
AlailzaSoares1
 
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.pptEncontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
SanturioTacararu
 
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
Nilson Almeida
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - RevidesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Ricardo Azevedo
 
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
Marta Gomes
 
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptxLição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Celso Napoleon
 
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptxApresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
AlexandreCarvalho858758
 
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptxBatismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
nadeclarice
 
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújoquem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
Rogério Augusto Ayres de Araujo
 
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptxLição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Celso Napoleon
 
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf radedgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
carla983678
 

Último (14)

A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita RafaelA Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
 
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyugcontrole-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
 
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdfBiblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
 
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
 
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.pptEncontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
 
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - RevidesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
 
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
 
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptxLição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptxApresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
 
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptxBatismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
 
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújoquem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
 
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptxLição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
 
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf radedgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
 

Roteiro 1.1 anexo - a luta contra o mal

  • 1. CENTRO DE TRABALHOS ESPÍRITA ANA LUZ A LUTA CONTRA O MAL
  • 3. Atividade Extraclasse: Leitura de texto e exercício A LUTA CONTRA O MAL
  • 5. De todas as ocorrências da tarefa apostólica, os encontros do Mestre com os endemoninhados constituíam os fatos que mais impressionavam os discípulos. A palavra «diabo» era então compreendida na sua justa acepção. Segundo o sentido exato da expressão, era ele o adversário do bem, simbolizando o termo, dessa forma, todos os maus sentimentos que dificultavam o acesso das almas à aceitação da Boa Nova e todos os homens de vida perversa, que contrariavam os propósitos da existência pura, que deveriam caracterizar as atividades dos adeptos do Evangelho.
  • 6. Dentre os companheiros do Messias, Tadeu era o que mais se deixava impressionar por aquelas cenas dolorosas. Aguçavam-lhe, sobremaneira, a curiosidade de homem, os gritos desesperados dos Espíritos malfazejos, que se afastavam de suas vítimas sob a amorosa determinação do Mestre Divino. Quando os pobres obsidiados deixavam escapar um suspiro de alívio, Tadeu volvia os olhos para Jesus, maravilhado de seus feitos.
  • 7. Certo dia em que o Senhor se retirara, com Tiago e João, para os lados de Cesaréia de Filipe, uma pobre demente lhe foi trazida, a fim de que ele, Tadeu, anulasse a atuação dos Espíritos perturbadores que a subjugavam. Entretanto, apesar de todos os esforços de sua boa-vontade, Tadeu não conseguiu modificar a situação. Somente no dia imediato, ao anoitecer, na presença confortadora do Messias, foi possível à infeliz dementada recuperar o senso de si mesma. Observando o fato, Tadeu caiu em sério e profundo cismar.
  • 8. Por que razão o Mestre não lhes transmitia, automaticamente, o poder de expulsar os demônios malfazejos, para que pudessem dominar os adversários da causa divina? Se era tão fácil a Jesus a cura integral dos endemoninhados, por que motivo não provocava ele de vez a aproximação geral de todos os inimigos da luz, a fim de que, pela sua autoridade, fossem definitivamente convertidos ao reino de Deus? Com o cérebro torturado por graves cogitações e sonhando possibilidades maravilhosas para que cessassem todos os combates entre os ensinamentos do Evangelho e os seus inimigos, o discípulo inquieto procurou avistar-se particularmente com o Senhor, de modo a expor-lhe com humildade suas ideias íntimas.
  • 9. Numa noite tranquila, depois de lhe escutar as ponderações, perguntou-lhe Jesus, em tom austero: — Tadeu, qual o principal objetivo das atividades de tua vida? Como se recebesse uma centelha de inspiração superior, respondeu o discípulo com sinceridade: — Mestre, estou procurando realizar o reino de Deus no coração. — Se procuras semelhante realidade, por que a reclamas no adversário em primeiro lugar? Seria justo esqueceres as tuas próprias necessidades nesse sentido?
  • 10. Se buscamos atingir o infinito da sabedoria e do amor em Nosso Pai, indispensáveis se faz reconheçamos que todos somos irmãos no mesmo caminho!... — Senhor, os espíritos do mal são também nossos irmãos? – inquiriu, admirado, o apóstolo. — Toda a criação é de Deus. Os que vestem a túnica do mal envergarão um dia a da redenção pelo bem. Acaso poderias duvidar disso? O discípulo do Evangelho não combate propriamente o seu irmão, como Deus nunca entra em luta com seus filhos;
  • 11. Aquele apenas combate toda manifestação de ignorância, como o Pai que trabalha incessantemente pela vitória do seu amor, junto da humanidade inteira. — Mas, não seria justo – ajuntou o discípulo, com certa convicção – convocarmos todos os gênios malfazejos para que se convertessem à verdade dos céus? O Mestre, sem se surpreender com essa observação, disse: — Por que motivo não procede Deus assim?... Porventura, teríamos nós uma substância de amor mais sublime e mais forte que a do seu coração paternal?
  • 12. Tadeu, jamais olvidemos o bom combate. Se alguém te convoca ao labor ingrato da má semente, não desdenhes a boa luta pela vitória do bem, encarando qualquer posição difícil como ensejo sagrado para revelares a tua fidelidade a Deus. Abraça sempre o teu irmão. Se o adversário do reino te provoca ao esclarecimento de toda a verdade, não desprezes a hora de trabalhar pela vitória da luz; Mas segue o teu caminho no mundo atento aos teus próprios deveres, pois não nos consta que Deus abandonasse as suas atividades divinas para impor a renovação moral dos filhos ingratos, que se rebelaram na sua casa.
  • 13. Se o mundo parece povoar-se de sombras, é preciso reconhecer que as leis de Deus são sempre as mesmas, em todas as latitudes da vida. É indispensável meditar na lição de Nosso Pai e não estacionar a meio do caminho que percorremos. Os inimigos do reino se empenham em batalhas sangrentas? Não olvides o teu próprio trabalho. Padecem no inferno das ambições desmedidas? Caminha para Deus. Lançam a perseguição contra a verdade? Tens contigo a verdade divina que o mundo não te poderá roubar, nunca.
  • 14. Os grandes patrimônios da vida não pertencem às forças da Terra, mas às do Céu. O homem que dominasse o mundo inteiro com a sua força teria de quebrar a sua espada sangrenta, ante os direitos inflexíveis da morte. E, além desta vida, ninguém te perguntará pelas obrigações que tocam a Deus, mas, unicamente, pelo mundo interior que te pertence a ti mesmo, sob as vistas amoráveis de Nosso Pai. Que diríamos de um rei justo e sábio que perguntasse a um só de seus súditos pela justiça e pela sabedoria do reino inteiro?
  • 15. Entretanto, é natural que o súdito seja inquirido acerca dos trabalhos que lhe foram confiados, no plano geral, sendo também justo se lhe pergunte pelo que foi feito de seus pais, de sua companheira, de seus filhos e irmãos. Andas assim tão esquecido desses problemas fáceis e singelos? Aceita a luta, sempre que fores julgado digno dela e não te esqueças, em todas as circunstâncias, de que construir é sempre melhor. Tadeu contemplou o Mestre, tomado de profunda admiração. Seus esclarecimentos lhe caíam no espírito como gotas imensas de uma nova luz.
  • 16. — Senhor – disse ele –, vossos raciocínios me iluminam o coração; mas, terei errado externando meus sentimentos de piedade pelos Espíritos malfazejos? Não devemos, então, convocá-los ao bom caminho? — Toda intenção excelente – redarguiu Jesus – será levada em justa conta no céu, mas precisamos compreender que não se deve tentar a Deus. Tenho aceitado a luta como o Pai ma envia e tenho esclarecido que a cada dia basta o seu trabalho. Nunca reuni o colégio dos meus companheiros para provocar as manifestações dos que se comprazem na treva;
  • 17. Reuni-os, em todas as circunstâncias e oportunidades, suplicando para o nosso esforço a inspiração sagrada do Todo-Poderoso. O adversário é sempre um necessitado que comparece ao banquete das nossas alegrias e, por isso, embora não o tenha convocado, convidando somente os aflitos, os simples e os de boa-vontade, nunca lhe fechei as portas do coração, encarando a sua vinda como uma oportunidade de trabalho, de que Deus nos julga dignos. O apóstolo humilde sorriu, saciado em sua fome de conhecimento, porém acrescentou, preocupado com a impossibilidade em que se via de atender eficazmente à vítima que o procurara:
  • 18. — Senhor, vossas palavras são sempre sábias; entretanto, de que necessitarei para afastar as entidades da sombra, quando o seu império se estabeleça nas almas?!... — Voltamos, assim, ao início das nossas explicações – retrucou Jesus –, pois, para isso, necessitas da edificação do reino no âmago do teu espírito, sendo este o objetivo de tua vida. Só a luz do amor divino é bastante forte para converter uma alma à verdade. Já viste algum contendor da Terra convencer- se sinceramente tão-só pela força das palavras do mundo?
  • 19. As dissertações filosóficas não constituem toda a realização. Elas podem ser um recurso fácil da indiferença ou uma túnica brilhante, acobertando penosas necessidades. O reino de Deus, porém, é a edificação divina da luz. E a luz ilumina, dispensando os longos discursos. Capacita-te de que ninguém pode dar a outrem aquilo que ainda não possua no coração. Vai! Trabalha sem cessar pela tua grande vitória. Zela por ti e ama a teu próximo, sem olvidares que Deus cuida de todos.
  • 20. Tadeu guardou os esclarecimentos de Jesus, para retirar de sua substância o mais elevado proveito no futuro. No dia seguinte, desejando destacar, perante a comunidade dos seus seguidores, a necessidade de cada qual se atirar ao esforço silencioso pela sua própria edificação evangélica, o Mestre esclareceu ao seus apólogos singelos, como se encontra dentro da narrativa de Lucas: — «Quando o espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos, procurando, e não o achando diz: — Voltarei para a casa de donde saí; e, ao chegar, acha-a varrida e adornada.
  • 21. Depois, vai e leva mais sete Espíritos piores do que ele, que ali entram e habitam; E o último estado daquele homem fica sendo pior do que o primeiro.» Então, todos os ouvintes das pregações do lago compreenderam que não bastava ensinar o caminho da verdade e do bem aos Espíritos perturbados e malfazejos; Que indispensável era edificasse cada um a fortaleza luminosa e sagrada do reino de Deus, dentro de si mesmo. (XAVIER, Francisco Cândido. Boa Nova. Pelo Espírito Humberto de Campos. 35ª Ed. Rio de Janeiro: FEB 2006 – p. 50-55
  • 23. 11 Boa NovaBoa Nova procurar realizar o reino de Deus noprocurar realizar o reino de Deus no coração.coração. 22 DiaboDiabo é a edificação da fortaleza luminosa eé a edificação da fortaleza luminosa e sagrada do reino de Deus, dentro de sisagrada do reino de Deus, dentro de si mesmo.mesmo. 33 Demônios malfazejosDemônios malfazejos é um símbolo do adversário do bem.é um símbolo do adversário do bem. 44 BemBem propriamente o seu irmão, combatepropriamente o seu irmão, combate toda manifestação da ignorância.toda manifestação da ignorância. 55 Capacita-te de queCapacita-te de que ninguém pode dar aninguém pode dar a outremoutrem significa notícia feliz; notícia dasignifica notícia feliz; notícia da salvação do mundo por Jesus Cristo;salvação do mundo por Jesus Cristo; Evangelho de Jesus.Evangelho de Jesus. 66 O adversárioO adversário é qualquer oposição ao bem. Os queé qualquer oposição ao bem. Os que vestem a túnica do mal envergarão umvestem a túnica do mal envergarão um dia a da redenção pelo bem.dia a da redenção pelo bem. 77 O malO mal é sempre um necessitado.é sempre um necessitado. 88 O discípulo do EvangelhoO discípulo do Evangelho não combatenão combate são os Espíritos perturbadores ousão os Espíritos perturbadores ou obsessores.obsessores. 99 O Principal objetivo dasO Principal objetivo das atividades da vida éatividades da vida é aquilo que ainda não possua no coração.aquilo que ainda não possua no coração. 1 2 3 4 5 6 7 8 9