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ESPÍRITA ANA LUZ
Provas da Rematerialização
1804-1869
Roteiro 2   provas da rematerialização
1. Fundamentos e Finalidade da
Rematerialização
2. Provas da Rematerialização2. Provas da Rematerialização
3. Retorno à Vida Corporal: Planejamento da
Rematerialização
4. Retorno à Vida Corporal: União da Alma4. Retorno à Vida Corporal: União da Alma
ao Corpoao Corpo
5. Retorno à Vida Corporal: A Infância
6. Esquecimento do Passado: Justificativas6. Esquecimento do Passado: Justificativas
da Sua Necessidadeda Sua Necessidade
Roteiro 2   provas da rematerialização
Os dois dias maisOs dois dias mais
importantes de suaimportantes de sua
vida são:vida são:
O dia que vocêO dia que você
nasceu e o dia emnasceu e o dia em
que você descobre...que você descobre...
O PORQUÊ.O PORQUÊ.
SubsídiosSubsídios
Roteiro 2   provas da rematerialização
FIQUE TRANQUILO. EU TAMBÉM
NÃO CREDIATAVA NA
REMATERIALIZAÇÃO QUANDO
TINHA A SUA IDADE.
As Provas ou Evidências da
Rematerialização
■ Nas Ideias Inatas
Inato: Inerente, Natural:
(A faculdade de falar é
INATA à espécie
humana)
Ideia: Representação de algo
pelo pensamento; Conceito;
Propósito; Lembrança;
Recordação.
Roteiro 2   provas da rematerialização
O [...] homem traz, ao renascer, o germe de
suas imperfeições, os defeitos que ele não corrigiu
e que se traduzem pelos seus instintos naturais,
suas propensões a tal ou qual vício (1).
Os homens trazem, ao nascer, a intuição do
que já haviam adquirido.
São mais ou menos adiantados, segundo o
número de existências porque passaram ou
conforme estejam mais ou menos distanciados do
ponto de partida;
Precisamente como, numa reunião de
pessoas de todos as idades, cada uma terá uma
desenvolvimento de acordo com o número de anos
vividos.
Para a vida da alma, as existências
sucessivas serão o que os anos são para a vida
do corpo.
Reuni um dia mil indivíduos de um até oitenta
anos;
Supondes que um véu tenha sido lançado
sobre todos os dias anteriores, e que, na vossa
ignorância, julgais todos eles nascidos no mesmo
dia.
Perguntaríeis, naturalmente, porque uns são
grandes e outros pequenos;
Uns velhos e outros jovens;
Uns instruídos e outros ainda ignorantes.
Mas, se a nuvem que vos oculta o passado for
afastada, se compreenderdes que todos viveram
por mais ou menos tempo, tudo estará explicado.
Deus, na sua justiça, não podia ter criado almas
mais perfeitas e outras menos perfeitas, mas, com a
pluralidade das existências, a desigualdade que
vemos nata tem de contrária à mais rigorosa
equidade (equivalência – igualdade).
É porque sé vemos o presente e não o passado,
que não o compreendemos.
Este raciocínio repousa sobre algum sistema,
alguma suposição gratuita?
Não, pois partimos de um fato patente,
incontestável.
A desigualdade de aptidões e do
desenvolvimento intelectual e moral.
E verificamos que esse fato é inexplicável
por todas as teorias correntes, enquanto a
explicação é simples, natural, lógica, por uma
nova teoria.
Seria racional preferirmos aquela que nada
explica à outra que tudo explica? (3)
Podemos observar mais facilmente as ideias
inatas na infância, porém, mais ainda, a partir da
adolescência.
Vejamos o questionamento de Kardec aos
Espíritos Superiores na questão 385 do L.E.
385 – Qual o motivo da mudança que se
opera no seu caráter a uma carta idade, e
particularmente ao sair da adolescência?
É o Espírito que se modifica?
- É o Espírito que retoma a sua natureza e
se mostra tal como era (4).
O [...] Espírito rematerializado retoma a
herança de si mesmo, na estrutura psicológica
do destino, reavendo o patrimônio das
realizações e das dívidas que acumulou, a se lhe
regravarem no ser, em forma de tendências
inatas, e reencontrando as pessoas e as
circunstâncias;
As simpatias e as aversões;
As vantagens e as dificuldades, com
as quais se ache afinizado ou
comprometido.
[...] A moldura social ou doméstica,
muitas vezes, é diferente, mas no quadro
do trabalho e da luta, a consciência é a
mesma, com a obrigação de aprimorar-se,
ante a bênção de Deus, para a luta da
imortalidade 14.
As Provas ou Evidências da
Rematerialização
■ Nas Lembranças das Existências
Pretéritas
As lembranças das existências pretéritas
podem ser espontâneas ou provocadas.
Em geral, surgem sob a forma de imagens
fragmentadas, mas podem ocorrem flashes
(lembrança repentina) de memória que permitam
recordações mais completas.
As lembranças espontâneas aparecem,
naturalmente, no estado de vigília ou durante o
sono, não sendo possível a identificação da causa
desencadeadora das mesmas, na maioria das
vezes.
Neste estado, a pessoa se vê envolvida por
uma sensação de algo conhecido, experimentado,
ou visto (déja-vu).
Segundo o estudioso espírita brasileiro e
pesquisador rigoroso deste tipo específico de
lembranças pretéritas, Hernani Guimarães de
Andrade, os [...] casos espontâneos de lembrança
de rematerializações, manifestados por crianças e
adultos, não são tão raros, como pode pensar-se.
Entretanto, apenas cerca de 5% podem ser
considerados suficientemente fortes e
representando evidências seguras em apoio à
tese da rematerialização (11).
Nem sempre as lembranças espontâneas
não são cercadas de detalhes, sobretudo quando
o Espírito recorda experiências desagradáveis.
AdicionadaAdicionada [...] aos amargores de uma nova[...] aos amargores de uma nova
existência, a lembrança muitas vezes aflitiva eexistência, a lembrança muitas vezes aflitiva e
humilhante, do passado poderia perturbá-lo e lhehumilhante, do passado poderia perturbá-lo e lhe
criar embaraços.criar embaraços.
Ele apenas se lembra do que aprendeu, por
lhe ser isso útil.
Se às vezes é dado ter uma intuição dos
acontecimentos passados, essa intuição é como
lembrança de um sono fugitivo (2).
As lembranças provocadas ocorrem por
indução de Espíritos ou determinadas almas.
No primeiro caso a ação pode estara ação pode estar
relacionada a um fim útil e bom, entretanto, poderelacionada a um fim útil e bom, entretanto, pode
estar vinculado a propósitos inferiores, tal comoestar vinculado a propósitos inferiores, tal como
ocorre nos processos obsessivosocorre nos processos obsessivos..
No segundo caso asas lembranças provocadaslembranças provocadas
por médicos ou psicólogos têm representado, nopor médicos ou psicólogos têm representado, no
mundo atual, uma ferramenta de auxiliomundo atual, uma ferramenta de auxilio
terapêutico a pessoas portadoras de distúrbiosterapêutico a pessoas portadoras de distúrbios
psíquicos.psíquicos.
Kardec nos dá oportuno esclarecimento aKardec nos dá oportuno esclarecimento a
respeito do assunto em artigo da Revista Espíritarespeito do assunto em artigo da Revista Espírita
de 1865, em que alega que não éde 1865, em que alega que não é [...] somente
depois da morte que o Espírito recobra a
lembrança de seu passado.
Pode se dizer que não a perde jamais,
mesmo durante a materialização.
Porquanto, durante o sono do corpo, quando
goza de certa liberdade, o Espírito tem
consciência de seus atos anteriores;
Sabe por que sofre, e que sofre
justamente;
A lembrança não se apaga senão
durante a vida exterior de relação.
Mas, em falta de uma lembrança precisa,
que lhe poderia ser penosa e prejudicar suas
relações sociais, haure (colher - recolher)
novas forças nos instantes de emancipação
da alma, se os soube aproveitar (8).
370 – Seria lícito investigarmos, com os
Espíritos amigos, as nossas vidas passadas?
Essas revelações, quando ocorrem,
traduzem responsabilidade para os que as
recebem?
O conhecimento do pretérito, através das
revelações ou das lembranças, chega sempre que
a criatura se faz credora de um benefício como
esse, o qual se faz acompanhar, por sua vez, de
responsabilidades muito grandes no plano do
conhecimento;
Tanto assim que, para muitos, essas
reminiscências costumam constituir um privilégio
doloroso, no ambiente das inquietações e ilusões
da Terra (12)
As Provas ou Evidências da Rematerialização
■ Nas Comunicações Mediúnicas
As comunicações mediúnicas oferecem duas
grandes contribuições em apoio à tese da
rematerialização:
1º - A informação da identidade do Espírito
que viveram experiências das rematerializados;
2º - A revelação de vidas passadas de
pessoas que ainda estão materializadas.
A questão da identidade dos Espíritos é uma
das mais controvertidas, mesmo entre os adeptos
do Espiritismo.
É que, com efeito, os Espíritos não nos
trazem um ato de notoriedade (fama) e sabe-se
com que facilidade alguns dentre eles toma
nomes que nunca lhes pertenceram [...].
[...] A identidade dos Espíritos das
personagens antigas é a mais difícil de se
conseguir, tornando-se muitas vezes impossível,
pelo que ficamos adstritos (dependentes) a uma
apreciação puramente moral (5).
Muito mais fácil de se comprovar é a
identidade, quando se trata de Espíritos
contemporâneos, cujos caracteres e hábitos se
conhecem, porque, precisamente, esses hábitos,
de que eles ainda não tiveram tempo de despir-
se, são que os fazem reconhecíveis e desde logo
dizemos que isso constitui um dos sinais mais
seguros de identidade (6).
Em relação às revelações mediúnicas de
vidas passadas, Allan Kardec pergunta aos
Espíritos Superiores:
Podem os Espíritos dar-nos a conhecer as
nossas existências passadas?
Deus algumas vezes permite que elas vos
sejam reveladas, conforme o objetivo.
Se for para vossa edificação e instrução, as
revelações serão verdadeiras e, nesse caso,
feitas quase sempre espontaneamente e de modo
inteiramente imprevisto.
Ele, porém, não o permite nunca para
satisfação de vã curiosidade¹.
¹Nota-se a razão do esquecimento do passado:
certas lembranças de vidas anteriores seriam
gradativamente prejudiciais à reabilitação do Espírito na
materialização atual. (Nota de rodapé – J. Herculano Pires).
a) Por que é que alguns Espíritos nunca se
recusam a fazer esta espécie de revelações?
São Espíritos brincalhões que se divertem à
vossa custa.
Em geral deveis considerar falsas ou pelo
menos suspeitas as revelações dessa natureza
que não tiverem um fim eminentemente sério e
útil.
Os Espíritos zombeteiros se divertem lisonjeando
a vaidade das pessoas com as revelação de
pretensos antecedentes.
Há médiuns e crentes que aceitam por legítimo o
que lhes dizem respeito, sem notarem que o estado
atual do seu Espírito em nada justifica a posição que
pretendem haver ocupado.
Vaidadezinha com que os Espíritos zombeteiros
se divertem, como fazem os homens [...].
b) – Se não podemos conhecer a nossa
individualidade anterior, dá-se o mesmo com o
gênero de existência que tivemos, com a posição
social que ocupamos e as qualidades e defeitos que
predominaram em nós?
Não! Isso pode ser revelado, porque dessasNão! Isso pode ser revelado, porque dessas
revelações pode servir para vos melhorar.revelações pode servir para vos melhorar.
Mas, independente disso, estudando o vossoMas, independente disso, estudando o vosso
presente, podeis deduzir, por vós mesmos, opresente, podeis deduzir, por vós mesmos, o
vosso passadovosso passado (7).(7).
Vejamos o que revelaram os Espíritos Superiores naVejamos o que revelaram os Espíritos Superiores na
questão de nº 392 de “O Livro dos Espíritos”.questão de nº 392 de “O Livro dos Espíritos”.
Por que o Espírito materializado perde aPor que o Espírito materializado perde a
lembrança do seu passado?lembrança do seu passado?
- O Homem nem pode nem deve saber de tudo;- O Homem nem pode nem deve saber de tudo;
Deus assim o quer, na sua sabedoria.Deus assim o quer, na sua sabedoria.
Sem o véu que lhe encobre certas coisas oSem o véu que lhe encobre certas coisas o
homem ficaria ofuscado, como aquele que passahomem ficaria ofuscado, como aquele que passa
transição da obscuridade para a luz.transição da obscuridade para a luz.
Pelo esquecimento do passado ele éPelo esquecimento do passado ele é mais ele mesmomais ele mesmo².².
²²Algumas traduções dizem: “Esquecendo de seuAlgumas traduções dizem: “Esquecendo de seu
passado, ele é maispassado, ele é mais senhor de sisenhor de si”.”.
A frase francesa é a seguinte “Par l’oubili du passé ilA frase francesa é a seguinte “Par l’oubili du passé il
est plus lui-même”.est plus lui-même”.
O fato deO fato de “ser ele mesmo”,“ser ele mesmo”, na nova materialização,na nova materialização,
parece-nos mais significativa do que serparece-nos mais significativa do que ser “senhor de si!”.“senhor de si!”. (Nota(Nota
do Tradutor: J. Herculano Pires).do Tradutor: J. Herculano Pires).
379 – Como deverá agir o estudioso para
identificar as entidades que se comunicam?
Os Espíritos que se revelam, através das
organizações mediúnicas, devem ser identificados
por suas ideias e pela essência espiritual de suas
palavras.
Determinados médiuns com tarefas
especializadas podem ser auxiliares preciosos à
identificação pessoal, seja no fenômeno literário,
nas equações da ciência, ou satisfazendo a certos
requisitos da investigação;
Todavia, essa não é a regra geral,
salientando-se que as entidades espirituais,
muitas vezes, não encontram senão um material
deficiente que as obriga tão só ao indispensável,
no que se refere à comunicação.
Devemos entender, contudo, que a
linguagem do Espírito é universal, pelos fios
invisíveis do pensamento, o que, aliás, não
invalida a necessidade de um estudo;
Atento acerca de todas as ideias lançadas
nas mensagens, guardando-se muito cuidado no
capítulo dos nomes ilustres que porventura as
subscrevem.
Nas manifestações de toda natureza, porém,
o crente ou o estudioso do problema da
identificação não pode dispensar aquele sentido
espiritual de observação que lhe falará sempre no
imo da consciência (12).
““Devemos entender, contudo, queDevemos entender, contudo, que
a linguagem do Espírito éa linguagem do Espírito é
universal, pelos fios invisíveis douniversal, pelos fios invisíveis do
pensamento”pensamento”
As Provas ou Evidências da Rematerialização
■ Nos Fenômenos de Transcomunicação
Instrumental
Esse fenômeno abrange aEsse fenômeno abrange a
manifestação dos Espíritosmanifestação dos Espíritos
através de meios técnicos, taisatravés de meios técnicos, tais
como, gravador, rádio,como, gravador, rádio,
secretária eletrônica,secretária eletrônica,
computador, fax, televisão,computador, fax, televisão,
telefone e, mais recentemente,telefone e, mais recentemente,
TV-foneTV-fone (uma composição de(uma composição de
aparelhos que possibilita àaparelhos que possibilita à
entidade espiritual aparecer noentidade espiritual aparecer no
monitor de TV e falarmonitor de TV e falar
simultaneamente pelosimultaneamente pelo
telefone).telefone).
Uma experiência histórica conduzida e
supervisionada por investigadores da Itália,
Portugal e Reino Unido, com muitos anos de
trabalho na área de Transcomunicação
Instrumental (TCI) e em outras áreas de
investigação psíquica, na tarde de 5 de
dezembro de 2004, marcou a história desse
tipo de comunicação no mundo:
Espíritos permaneceram falando,
mesmo com a retirada de válvulas do rádio
usado no experimento, e não tiveram as
vozes alteradas.
As Provas ou Evidências da Rematerialização
■ Nos Fenômenos das Experiências de
Quase-Morte
Refere-se a um conjunto de sensaçõesRefere-se a um conjunto de sensações
frequentemente associadas a situações defrequentemente associadas a situações de mortemorte
iminenteiminente (que está para acontecer dentro de(que está para acontecer dentro de
pouco tempo)pouco tempo) porpor hipóxia/hipoxia cerebralhipóxia/hipoxia cerebral
geralmente derivadas de paradasgeralmente derivadas de paradas
cardiorrespiratórias, sendo as mais divulgadas ocardiorrespiratórias, sendo as mais divulgadas o
efeito túnel e aefeito túnel e a «experiência fora-do-corpo»«experiência fora-do-corpo»
A chamada Experiência de Quase-Morte é o
estado de morte clínica experimentado durante
alguns momentos, após os quais a pessoa retorna à
vida do corpo físico.
Os relatos do que se passou, feitos aos
médicos e enfermeiras, por indivíduos de várias
culturas e credos, coincidem com o que diz o
Espiritismo e demais religiões que aceitam a
rematerialização (9).
Essas pessoas relatam a ocorrência de
acontecimentos semelhantes, vividos nos breves
instantes entre uma parada cardíaca mais
prolongada e a ressuscitação corporal, subsequente
[...].
É frequente a recepção pelos parentes e
amigos falecidos [...] (10).
Relato das pessoas que
viveram esse fenômeno:
Sentimento de Paz
Interior;
Sensação de Flutuar;
Percepção de pessoas
à sua volta;
Visão de 360º;
Ampliação dos sentidos;
Sensação de viajar
através de um túnel
inteiramente iluminado no
fundo.
Roteiro 2   provas da rematerialização
Atualmente, existe uma significativaAtualmente, existe uma significativa
produção de livro espíritas e não espíritasprodução de livro espíritas e não espíritas
que trazem boas contribuições à tese daque trazem boas contribuições à tese da
rematerialização.rematerialização.
Recomenda-se a leitura das seguintesRecomenda-se a leitura das seguintes
obras:obras:
H. N.
BANERJEE
Roteiro 2   provas da rematerialização
Dr. Hernani Guimarães: (1913-2003:)
Deixou-nos uma vasta pesquisa sobre a
rematerialização.
Foram por ele analisados a fundo 75 casos,
dos quais 8 deles estão relatados no livro:
Dr. Ian Stevenson (1918-
2007), da Universidade dada Universidade da
Virgínia, analisou 2600 casos,Virgínia, analisou 2600 casos,
relatados no livro:relatados no livro: “Onde a
rematerialização e biologia se
cruzam”
Sua pesquisa é baseada nasSua pesquisa é baseada nas
marcas de nascença e nosmarcas de nascença e nos
defeitos congênitos, analisandodefeitos congênitos, analisando
crianças até os 7 anos de idade.crianças até os 7 anos de idade.
São pesquisas sérias, que
vão muito além da simples
imaginação infantil.
Roteiro 2   provas da rematerialização
1. Qual a origem das faculdades
extraordinárias dos indivíduos que, sem estudo
prévio, parecem ter a intuição de certos
conhecimentos, como as línguas, o cálculo,
etc.?»
— Lembrança do passado; progresso
anterior da alma, mas do qual ela mesma não
tem consciência.
(Allan Kardec: O livro dos espíritos, questão 219).
2) Podemos ter algumas revelações sobre
as nossas existências anteriores?
— Nem sempre.
Entretanto, o que foram e o que fizeram.
Se se lhes fosse permitido dizê-lo
abertamente, fariam singulares (extraordinárias)
revelações sobre o passado.
(Allan Kardec: O livro dos espíritos, questão 395).
3) Os [...] Espíritos não nos trazem um ato
de notoriedade e sabe-se com que facilidade
alguns dentre eles tomam nomes que nunca lhes
pertenceram.
[...] A identidade dos Espíritos das
personagens antigas é a mais difícil de se
conseguir, tornando-se muitas vezes impossível,
pelo que ficamos adstritos (ligados) a uma
apreciação puramente moral.
[...] Muito mais fácil de se comprovar é a
identidade, quando se trata de Espíritos
contemporâneos, cujos caracteres e hábitos se
conhecem, porque, precisamente, esses hábitos, de
que eles ainda não tiveram tempo de despojar-se,
são que os fazem reconhecíveis e desde logo
dizemos que isso constitui um dos sinais mais
seguros de identidade.
(Allan Kardec: O livro dos médiuns, cap. 24, itens 255 e 257).
4) Os Espíritos podem comunicar-se por
diversas [...] maneiras: por meio de gravadores, de
fitas magnéticas, por telefone (secretária
eletrônica), por computador e, também, por via
mediúnica.
(Hernani Guimarães de Andrade: A transcomunicação através
5) No auxílio a Espíritos presos a ideias
fixas, os benfeitores espirituais podem atuar no
centro da memória desses infelizes sofredores.
Por meio da movimentação fluídica e
indução verbal, é possível fazê-los recordar
traumas.
No livro Entre a Terra e o Céu, o Espírito
André Luiz nos traz um exemplo:
Ante a surpresa que se estampou no
semblante da interpelada, a orientadora, num
gesto que nos era conhecido, nas operações
magnéticas de Clarêncio, acariciou-lhe a fronte,
de leve, e repetiu:
— Lembre-se! lembre-se!...
Bafejada pelo poder de Irmã Clara, em
determinados centros da memória, Antonina fez-
se pálida e exclamou, controlando a própria
emoção:
— Sim, sou eu a cantora! Revejo, dentro de
mim, os quadros que se foram!...
Os conflitos no Paraguai!...
Uma chácara em Luque!...
A família ao abandono!...
José Esteves, hoje Mário...
(Francisco Cândido Xavier: Entre a terra e o céu. Rio de
Janeiro: FEB, 2005, cap. 39).
6) O fenômeno de quase-morte [...] é o
estado de morte clínica experimentado
durante alguns momentos, após os quais a
pessoa retorna à vida do corpo físico.
Os relatos do que se passou, feitos aos
médicos e enfermeiras, por meio de
indivíduos de várias culturas e credos,
coincidem com o que diz o Espiritismo e
demais religiões que aceita a
rematerialização.
(Hernani Guimarães de Andrade: Morte: uma luz
no fim do túnel. São Paulo: FÉ, 1999, p. 16).
ReferênciaReferência
BibliográficaBibliográfica
1. _______. A Gênese. Tradução de J.
Herculano Pires. 23ª ed. Brás - São Paulo: LAKE,
Março de 2010. 1ª Parte - Cap. I – Caracteres da
Revelação Espírita – Qst. 38 - Pág. 36.
2. _______.Cap. 11 – Gênese Espiritual –
Item: Materialização dos Espíritos - Questão 21 -
Pág. 183.
3. -----------. O livro dos Espíritos. Tradução de
J. Herculano Pires. 68ª ed. Brás - São Paulo: LAKE,
2009. Livro Segundo - Cap. V – Considerações
Sobre a Pluralidade das Existência - Questão 222 -
Pág. 123.
4. _______. Cap. VII – Retorno a Vida
Corporal - Item VI – Da Infância - Questão 167 -
5. _______. O livro dos Médiuns. Tradução de J.
Herculano Pires. 27ª ed. Brás - São Paulo: LAKE, Fevereiro de
2013. 2ª Parte - Cap. 24 – Identidade dos Espíritos – Item: As
Provas Possíveis de Identidade - Questão 255 - Pág. 231.
6. _______. Questão 257 - Pág. 233
7. _______. Cap. XXVI – Perguntas Que Se Podem
Fazer - Item: Observação Preliminares - Questão 290 –
Pergunta 15 - Pág. 278.
8. _______. Revista Espírita. Jornal de Estudos
Psicológicos. Ano 1865 - Tradução de Evandro Noleto de
Bezerra – Poesias traduzidas por Inaldo Lacerda Lima, 2ª ed.
Rio de Janeiro: FEB 2005. Ano 8 de janeiro de 1865 – Nº 1 –
Item: Educação de um surdo-mudo materializado – Págs. 39-40
9. ANDRADE, Hernani Guimarães. Morte: Uma Luz no Fim
do Túnel. Prefácio de Carlos Eduardo Noronha Luz. São Paulo:
FÉ 1999 - Pág. 16.
11. _______. Rematerialização no Brasil. Prefácio de José
de Freitas Nobre – Matão: 1988 - Pág. 7.
12. XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Pelo
Espírito Emmanuel – 26ª ed. Rio de Janeiro: FEB 2006 –
Terceira Parte – 4. ESPIRITISNMO – Item: Prosélitos -
Questão 370 - Pág. 208.
13. _______. Item: Prática - Questão 379 - Págs. 211-212.
14. _______. Religião dos Espíritos. Pelo Espírito
Emmanuel – 18ª ed. Rio de Janeiro: FEB 2006 – Cap. 45 -
Item: Esquecimento e Rematerialização - Págs. 112-113.
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Roteiro 2 provas da rematerialização

  • 1. CENTRO DE TRABALHOS ESPÍRITA ANA LUZ Provas da Rematerialização
  • 4. 1. Fundamentos e Finalidade da Rematerialização 2. Provas da Rematerialização2. Provas da Rematerialização 3. Retorno à Vida Corporal: Planejamento da Rematerialização 4. Retorno à Vida Corporal: União da Alma4. Retorno à Vida Corporal: União da Alma ao Corpoao Corpo 5. Retorno à Vida Corporal: A Infância 6. Esquecimento do Passado: Justificativas6. Esquecimento do Passado: Justificativas da Sua Necessidadeda Sua Necessidade
  • 6. Os dois dias maisOs dois dias mais importantes de suaimportantes de sua vida são:vida são: O dia que vocêO dia que você nasceu e o dia emnasceu e o dia em que você descobre...que você descobre... O PORQUÊ.O PORQUÊ.
  • 9. FIQUE TRANQUILO. EU TAMBÉM NÃO CREDIATAVA NA REMATERIALIZAÇÃO QUANDO TINHA A SUA IDADE.
  • 10. As Provas ou Evidências da Rematerialização ■ Nas Ideias Inatas Inato: Inerente, Natural: (A faculdade de falar é INATA à espécie humana) Ideia: Representação de algo pelo pensamento; Conceito; Propósito; Lembrança; Recordação.
  • 12. O [...] homem traz, ao renascer, o germe de suas imperfeições, os defeitos que ele não corrigiu e que se traduzem pelos seus instintos naturais, suas propensões a tal ou qual vício (1). Os homens trazem, ao nascer, a intuição do que já haviam adquirido. São mais ou menos adiantados, segundo o número de existências porque passaram ou conforme estejam mais ou menos distanciados do ponto de partida; Precisamente como, numa reunião de pessoas de todos as idades, cada uma terá uma desenvolvimento de acordo com o número de anos vividos.
  • 13. Para a vida da alma, as existências sucessivas serão o que os anos são para a vida do corpo. Reuni um dia mil indivíduos de um até oitenta anos; Supondes que um véu tenha sido lançado sobre todos os dias anteriores, e que, na vossa ignorância, julgais todos eles nascidos no mesmo dia. Perguntaríeis, naturalmente, porque uns são grandes e outros pequenos; Uns velhos e outros jovens; Uns instruídos e outros ainda ignorantes.
  • 14. Mas, se a nuvem que vos oculta o passado for afastada, se compreenderdes que todos viveram por mais ou menos tempo, tudo estará explicado. Deus, na sua justiça, não podia ter criado almas mais perfeitas e outras menos perfeitas, mas, com a pluralidade das existências, a desigualdade que vemos nata tem de contrária à mais rigorosa equidade (equivalência – igualdade). É porque sé vemos o presente e não o passado, que não o compreendemos. Este raciocínio repousa sobre algum sistema, alguma suposição gratuita? Não, pois partimos de um fato patente, incontestável.
  • 15. A desigualdade de aptidões e do desenvolvimento intelectual e moral. E verificamos que esse fato é inexplicável por todas as teorias correntes, enquanto a explicação é simples, natural, lógica, por uma nova teoria. Seria racional preferirmos aquela que nada explica à outra que tudo explica? (3) Podemos observar mais facilmente as ideias inatas na infância, porém, mais ainda, a partir da adolescência. Vejamos o questionamento de Kardec aos Espíritos Superiores na questão 385 do L.E.
  • 16. 385 – Qual o motivo da mudança que se opera no seu caráter a uma carta idade, e particularmente ao sair da adolescência? É o Espírito que se modifica? - É o Espírito que retoma a sua natureza e se mostra tal como era (4). O [...] Espírito rematerializado retoma a herança de si mesmo, na estrutura psicológica do destino, reavendo o patrimônio das realizações e das dívidas que acumulou, a se lhe regravarem no ser, em forma de tendências inatas, e reencontrando as pessoas e as circunstâncias;
  • 17. As simpatias e as aversões; As vantagens e as dificuldades, com as quais se ache afinizado ou comprometido. [...] A moldura social ou doméstica, muitas vezes, é diferente, mas no quadro do trabalho e da luta, a consciência é a mesma, com a obrigação de aprimorar-se, ante a bênção de Deus, para a luta da imortalidade 14.
  • 18. As Provas ou Evidências da Rematerialização ■ Nas Lembranças das Existências Pretéritas
  • 19. As lembranças das existências pretéritas podem ser espontâneas ou provocadas. Em geral, surgem sob a forma de imagens fragmentadas, mas podem ocorrem flashes (lembrança repentina) de memória que permitam recordações mais completas. As lembranças espontâneas aparecem, naturalmente, no estado de vigília ou durante o sono, não sendo possível a identificação da causa desencadeadora das mesmas, na maioria das vezes. Neste estado, a pessoa se vê envolvida por uma sensação de algo conhecido, experimentado, ou visto (déja-vu).
  • 20. Segundo o estudioso espírita brasileiro e pesquisador rigoroso deste tipo específico de lembranças pretéritas, Hernani Guimarães de Andrade, os [...] casos espontâneos de lembrança de rematerializações, manifestados por crianças e adultos, não são tão raros, como pode pensar-se. Entretanto, apenas cerca de 5% podem ser considerados suficientemente fortes e representando evidências seguras em apoio à tese da rematerialização (11). Nem sempre as lembranças espontâneas não são cercadas de detalhes, sobretudo quando o Espírito recorda experiências desagradáveis.
  • 21. AdicionadaAdicionada [...] aos amargores de uma nova[...] aos amargores de uma nova existência, a lembrança muitas vezes aflitiva eexistência, a lembrança muitas vezes aflitiva e humilhante, do passado poderia perturbá-lo e lhehumilhante, do passado poderia perturbá-lo e lhe criar embaraços.criar embaraços. Ele apenas se lembra do que aprendeu, por lhe ser isso útil. Se às vezes é dado ter uma intuição dos acontecimentos passados, essa intuição é como lembrança de um sono fugitivo (2). As lembranças provocadas ocorrem por indução de Espíritos ou determinadas almas. No primeiro caso a ação pode estara ação pode estar relacionada a um fim útil e bom, entretanto, poderelacionada a um fim útil e bom, entretanto, pode estar vinculado a propósitos inferiores, tal comoestar vinculado a propósitos inferiores, tal como ocorre nos processos obsessivosocorre nos processos obsessivos..
  • 22. No segundo caso asas lembranças provocadaslembranças provocadas por médicos ou psicólogos têm representado, nopor médicos ou psicólogos têm representado, no mundo atual, uma ferramenta de auxiliomundo atual, uma ferramenta de auxilio terapêutico a pessoas portadoras de distúrbiosterapêutico a pessoas portadoras de distúrbios psíquicos.psíquicos. Kardec nos dá oportuno esclarecimento aKardec nos dá oportuno esclarecimento a respeito do assunto em artigo da Revista Espíritarespeito do assunto em artigo da Revista Espírita de 1865, em que alega que não éde 1865, em que alega que não é [...] somente depois da morte que o Espírito recobra a lembrança de seu passado. Pode se dizer que não a perde jamais, mesmo durante a materialização. Porquanto, durante o sono do corpo, quando goza de certa liberdade, o Espírito tem consciência de seus atos anteriores;
  • 23. Sabe por que sofre, e que sofre justamente; A lembrança não se apaga senão durante a vida exterior de relação. Mas, em falta de uma lembrança precisa, que lhe poderia ser penosa e prejudicar suas relações sociais, haure (colher - recolher) novas forças nos instantes de emancipação da alma, se os soube aproveitar (8). 370 – Seria lícito investigarmos, com os Espíritos amigos, as nossas vidas passadas?
  • 24. Essas revelações, quando ocorrem, traduzem responsabilidade para os que as recebem? O conhecimento do pretérito, através das revelações ou das lembranças, chega sempre que a criatura se faz credora de um benefício como esse, o qual se faz acompanhar, por sua vez, de responsabilidades muito grandes no plano do conhecimento; Tanto assim que, para muitos, essas reminiscências costumam constituir um privilégio doloroso, no ambiente das inquietações e ilusões da Terra (12)
  • 25. As Provas ou Evidências da Rematerialização ■ Nas Comunicações Mediúnicas
  • 26. As comunicações mediúnicas oferecem duas grandes contribuições em apoio à tese da rematerialização: 1º - A informação da identidade do Espírito que viveram experiências das rematerializados; 2º - A revelação de vidas passadas de pessoas que ainda estão materializadas. A questão da identidade dos Espíritos é uma das mais controvertidas, mesmo entre os adeptos do Espiritismo. É que, com efeito, os Espíritos não nos trazem um ato de notoriedade (fama) e sabe-se com que facilidade alguns dentre eles toma nomes que nunca lhes pertenceram [...].
  • 27. [...] A identidade dos Espíritos das personagens antigas é a mais difícil de se conseguir, tornando-se muitas vezes impossível, pelo que ficamos adstritos (dependentes) a uma apreciação puramente moral (5). Muito mais fácil de se comprovar é a identidade, quando se trata de Espíritos contemporâneos, cujos caracteres e hábitos se conhecem, porque, precisamente, esses hábitos, de que eles ainda não tiveram tempo de despir- se, são que os fazem reconhecíveis e desde logo dizemos que isso constitui um dos sinais mais seguros de identidade (6).
  • 28. Em relação às revelações mediúnicas de vidas passadas, Allan Kardec pergunta aos Espíritos Superiores: Podem os Espíritos dar-nos a conhecer as nossas existências passadas? Deus algumas vezes permite que elas vos sejam reveladas, conforme o objetivo. Se for para vossa edificação e instrução, as revelações serão verdadeiras e, nesse caso, feitas quase sempre espontaneamente e de modo inteiramente imprevisto. Ele, porém, não o permite nunca para satisfação de vã curiosidade¹.
  • 29. ¹Nota-se a razão do esquecimento do passado: certas lembranças de vidas anteriores seriam gradativamente prejudiciais à reabilitação do Espírito na materialização atual. (Nota de rodapé – J. Herculano Pires). a) Por que é que alguns Espíritos nunca se recusam a fazer esta espécie de revelações? São Espíritos brincalhões que se divertem à vossa custa. Em geral deveis considerar falsas ou pelo menos suspeitas as revelações dessa natureza que não tiverem um fim eminentemente sério e útil.
  • 30. Os Espíritos zombeteiros se divertem lisonjeando a vaidade das pessoas com as revelação de pretensos antecedentes. Há médiuns e crentes que aceitam por legítimo o que lhes dizem respeito, sem notarem que o estado atual do seu Espírito em nada justifica a posição que pretendem haver ocupado. Vaidadezinha com que os Espíritos zombeteiros se divertem, como fazem os homens [...]. b) – Se não podemos conhecer a nossa individualidade anterior, dá-se o mesmo com o gênero de existência que tivemos, com a posição social que ocupamos e as qualidades e defeitos que predominaram em nós?
  • 31. Não! Isso pode ser revelado, porque dessasNão! Isso pode ser revelado, porque dessas revelações pode servir para vos melhorar.revelações pode servir para vos melhorar. Mas, independente disso, estudando o vossoMas, independente disso, estudando o vosso presente, podeis deduzir, por vós mesmos, opresente, podeis deduzir, por vós mesmos, o vosso passadovosso passado (7).(7). Vejamos o que revelaram os Espíritos Superiores naVejamos o que revelaram os Espíritos Superiores na questão de nº 392 de “O Livro dos Espíritos”.questão de nº 392 de “O Livro dos Espíritos”. Por que o Espírito materializado perde aPor que o Espírito materializado perde a lembrança do seu passado?lembrança do seu passado? - O Homem nem pode nem deve saber de tudo;- O Homem nem pode nem deve saber de tudo; Deus assim o quer, na sua sabedoria.Deus assim o quer, na sua sabedoria. Sem o véu que lhe encobre certas coisas oSem o véu que lhe encobre certas coisas o homem ficaria ofuscado, como aquele que passahomem ficaria ofuscado, como aquele que passa transição da obscuridade para a luz.transição da obscuridade para a luz.
  • 32. Pelo esquecimento do passado ele éPelo esquecimento do passado ele é mais ele mesmomais ele mesmo².². ²²Algumas traduções dizem: “Esquecendo de seuAlgumas traduções dizem: “Esquecendo de seu passado, ele é maispassado, ele é mais senhor de sisenhor de si”.”. A frase francesa é a seguinte “Par l’oubili du passé ilA frase francesa é a seguinte “Par l’oubili du passé il est plus lui-même”.est plus lui-même”. O fato deO fato de “ser ele mesmo”,“ser ele mesmo”, na nova materialização,na nova materialização, parece-nos mais significativa do que serparece-nos mais significativa do que ser “senhor de si!”.“senhor de si!”. (Nota(Nota do Tradutor: J. Herculano Pires).do Tradutor: J. Herculano Pires). 379 – Como deverá agir o estudioso para identificar as entidades que se comunicam? Os Espíritos que se revelam, através das organizações mediúnicas, devem ser identificados por suas ideias e pela essência espiritual de suas palavras.
  • 33. Determinados médiuns com tarefas especializadas podem ser auxiliares preciosos à identificação pessoal, seja no fenômeno literário, nas equações da ciência, ou satisfazendo a certos requisitos da investigação; Todavia, essa não é a regra geral, salientando-se que as entidades espirituais, muitas vezes, não encontram senão um material deficiente que as obriga tão só ao indispensável, no que se refere à comunicação. Devemos entender, contudo, que a linguagem do Espírito é universal, pelos fios invisíveis do pensamento, o que, aliás, não invalida a necessidade de um estudo;
  • 34. Atento acerca de todas as ideias lançadas nas mensagens, guardando-se muito cuidado no capítulo dos nomes ilustres que porventura as subscrevem. Nas manifestações de toda natureza, porém, o crente ou o estudioso do problema da identificação não pode dispensar aquele sentido espiritual de observação que lhe falará sempre no imo da consciência (12). ““Devemos entender, contudo, queDevemos entender, contudo, que a linguagem do Espírito éa linguagem do Espírito é universal, pelos fios invisíveis douniversal, pelos fios invisíveis do pensamento”pensamento”
  • 35. As Provas ou Evidências da Rematerialização ■ Nos Fenômenos de Transcomunicação Instrumental
  • 36. Esse fenômeno abrange aEsse fenômeno abrange a manifestação dos Espíritosmanifestação dos Espíritos através de meios técnicos, taisatravés de meios técnicos, tais como, gravador, rádio,como, gravador, rádio, secretária eletrônica,secretária eletrônica, computador, fax, televisão,computador, fax, televisão, telefone e, mais recentemente,telefone e, mais recentemente, TV-foneTV-fone (uma composição de(uma composição de aparelhos que possibilita àaparelhos que possibilita à entidade espiritual aparecer noentidade espiritual aparecer no monitor de TV e falarmonitor de TV e falar simultaneamente pelosimultaneamente pelo telefone).telefone).
  • 37. Uma experiência histórica conduzida e supervisionada por investigadores da Itália, Portugal e Reino Unido, com muitos anos de trabalho na área de Transcomunicação Instrumental (TCI) e em outras áreas de investigação psíquica, na tarde de 5 de dezembro de 2004, marcou a história desse tipo de comunicação no mundo: Espíritos permaneceram falando, mesmo com a retirada de válvulas do rádio usado no experimento, e não tiveram as vozes alteradas.
  • 38. As Provas ou Evidências da Rematerialização ■ Nos Fenômenos das Experiências de Quase-Morte
  • 39. Refere-se a um conjunto de sensaçõesRefere-se a um conjunto de sensações frequentemente associadas a situações defrequentemente associadas a situações de mortemorte iminenteiminente (que está para acontecer dentro de(que está para acontecer dentro de pouco tempo)pouco tempo) porpor hipóxia/hipoxia cerebralhipóxia/hipoxia cerebral geralmente derivadas de paradasgeralmente derivadas de paradas cardiorrespiratórias, sendo as mais divulgadas ocardiorrespiratórias, sendo as mais divulgadas o efeito túnel e aefeito túnel e a «experiência fora-do-corpo»«experiência fora-do-corpo»
  • 40. A chamada Experiência de Quase-Morte é o estado de morte clínica experimentado durante alguns momentos, após os quais a pessoa retorna à vida do corpo físico. Os relatos do que se passou, feitos aos médicos e enfermeiras, por indivíduos de várias culturas e credos, coincidem com o que diz o Espiritismo e demais religiões que aceitam a rematerialização (9). Essas pessoas relatam a ocorrência de acontecimentos semelhantes, vividos nos breves instantes entre uma parada cardíaca mais prolongada e a ressuscitação corporal, subsequente [...]. É frequente a recepção pelos parentes e amigos falecidos [...] (10).
  • 41. Relato das pessoas que viveram esse fenômeno: Sentimento de Paz Interior; Sensação de Flutuar; Percepção de pessoas à sua volta; Visão de 360º; Ampliação dos sentidos; Sensação de viajar através de um túnel inteiramente iluminado no fundo.
  • 43. Atualmente, existe uma significativaAtualmente, existe uma significativa produção de livro espíritas e não espíritasprodução de livro espíritas e não espíritas que trazem boas contribuições à tese daque trazem boas contribuições à tese da rematerialização.rematerialização. Recomenda-se a leitura das seguintesRecomenda-se a leitura das seguintes obras:obras: H. N. BANERJEE
  • 45. Dr. Hernani Guimarães: (1913-2003:) Deixou-nos uma vasta pesquisa sobre a rematerialização. Foram por ele analisados a fundo 75 casos, dos quais 8 deles estão relatados no livro:
  • 46. Dr. Ian Stevenson (1918- 2007), da Universidade dada Universidade da Virgínia, analisou 2600 casos,Virgínia, analisou 2600 casos, relatados no livro:relatados no livro: “Onde a rematerialização e biologia se cruzam” Sua pesquisa é baseada nasSua pesquisa é baseada nas marcas de nascença e nosmarcas de nascença e nos defeitos congênitos, analisandodefeitos congênitos, analisando crianças até os 7 anos de idade.crianças até os 7 anos de idade. São pesquisas sérias, que vão muito além da simples imaginação infantil.
  • 48. 1. Qual a origem das faculdades extraordinárias dos indivíduos que, sem estudo prévio, parecem ter a intuição de certos conhecimentos, como as línguas, o cálculo, etc.?» — Lembrança do passado; progresso anterior da alma, mas do qual ela mesma não tem consciência. (Allan Kardec: O livro dos espíritos, questão 219). 2) Podemos ter algumas revelações sobre as nossas existências anteriores? — Nem sempre. Entretanto, o que foram e o que fizeram.
  • 49. Se se lhes fosse permitido dizê-lo abertamente, fariam singulares (extraordinárias) revelações sobre o passado. (Allan Kardec: O livro dos espíritos, questão 395). 3) Os [...] Espíritos não nos trazem um ato de notoriedade e sabe-se com que facilidade alguns dentre eles tomam nomes que nunca lhes pertenceram. [...] A identidade dos Espíritos das personagens antigas é a mais difícil de se conseguir, tornando-se muitas vezes impossível, pelo que ficamos adstritos (ligados) a uma apreciação puramente moral.
  • 50. [...] Muito mais fácil de se comprovar é a identidade, quando se trata de Espíritos contemporâneos, cujos caracteres e hábitos se conhecem, porque, precisamente, esses hábitos, de que eles ainda não tiveram tempo de despojar-se, são que os fazem reconhecíveis e desde logo dizemos que isso constitui um dos sinais mais seguros de identidade. (Allan Kardec: O livro dos médiuns, cap. 24, itens 255 e 257). 4) Os Espíritos podem comunicar-se por diversas [...] maneiras: por meio de gravadores, de fitas magnéticas, por telefone (secretária eletrônica), por computador e, também, por via mediúnica. (Hernani Guimarães de Andrade: A transcomunicação através
  • 51. 5) No auxílio a Espíritos presos a ideias fixas, os benfeitores espirituais podem atuar no centro da memória desses infelizes sofredores. Por meio da movimentação fluídica e indução verbal, é possível fazê-los recordar traumas. No livro Entre a Terra e o Céu, o Espírito André Luiz nos traz um exemplo: Ante a surpresa que se estampou no semblante da interpelada, a orientadora, num gesto que nos era conhecido, nas operações magnéticas de Clarêncio, acariciou-lhe a fronte, de leve, e repetiu:
  • 52. — Lembre-se! lembre-se!... Bafejada pelo poder de Irmã Clara, em determinados centros da memória, Antonina fez- se pálida e exclamou, controlando a própria emoção: — Sim, sou eu a cantora! Revejo, dentro de mim, os quadros que se foram!... Os conflitos no Paraguai!... Uma chácara em Luque!... A família ao abandono!... José Esteves, hoje Mário... (Francisco Cândido Xavier: Entre a terra e o céu. Rio de Janeiro: FEB, 2005, cap. 39).
  • 53. 6) O fenômeno de quase-morte [...] é o estado de morte clínica experimentado durante alguns momentos, após os quais a pessoa retorna à vida do corpo físico. Os relatos do que se passou, feitos aos médicos e enfermeiras, por meio de indivíduos de várias culturas e credos, coincidem com o que diz o Espiritismo e demais religiões que aceita a rematerialização. (Hernani Guimarães de Andrade: Morte: uma luz no fim do túnel. São Paulo: FÉ, 1999, p. 16).
  • 55. 1. _______. A Gênese. Tradução de J. Herculano Pires. 23ª ed. Brás - São Paulo: LAKE, Março de 2010. 1ª Parte - Cap. I – Caracteres da Revelação Espírita – Qst. 38 - Pág. 36. 2. _______.Cap. 11 – Gênese Espiritual – Item: Materialização dos Espíritos - Questão 21 - Pág. 183. 3. -----------. O livro dos Espíritos. Tradução de J. Herculano Pires. 68ª ed. Brás - São Paulo: LAKE, 2009. Livro Segundo - Cap. V – Considerações Sobre a Pluralidade das Existência - Questão 222 - Pág. 123. 4. _______. Cap. VII – Retorno a Vida Corporal - Item VI – Da Infância - Questão 167 -
  • 56. 5. _______. O livro dos Médiuns. Tradução de J. Herculano Pires. 27ª ed. Brás - São Paulo: LAKE, Fevereiro de 2013. 2ª Parte - Cap. 24 – Identidade dos Espíritos – Item: As Provas Possíveis de Identidade - Questão 255 - Pág. 231. 6. _______. Questão 257 - Pág. 233 7. _______. Cap. XXVI – Perguntas Que Se Podem Fazer - Item: Observação Preliminares - Questão 290 – Pergunta 15 - Pág. 278. 8. _______. Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano 1865 - Tradução de Evandro Noleto de Bezerra – Poesias traduzidas por Inaldo Lacerda Lima, 2ª ed. Rio de Janeiro: FEB 2005. Ano 8 de janeiro de 1865 – Nº 1 – Item: Educação de um surdo-mudo materializado – Págs. 39-40
  • 57. 9. ANDRADE, Hernani Guimarães. Morte: Uma Luz no Fim do Túnel. Prefácio de Carlos Eduardo Noronha Luz. São Paulo: FÉ 1999 - Pág. 16. 11. _______. Rematerialização no Brasil. Prefácio de José de Freitas Nobre – Matão: 1988 - Pág. 7. 12. XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel – 26ª ed. Rio de Janeiro: FEB 2006 – Terceira Parte – 4. ESPIRITISNMO – Item: Prosélitos - Questão 370 - Pág. 208. 13. _______. Item: Prática - Questão 379 - Págs. 211-212. 14. _______. Religião dos Espíritos. Pelo Espírito Emmanuel – 18ª ed. Rio de Janeiro: FEB 2006 – Cap. 45 - Item: Esquecimento e Rematerialização - Págs. 112-113.