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CENTRO DE TRABALHOS
ESPÍRITA ANA LUZ
EVANGELHO NO LAR
1804-1869
1 - ADORAÇÃO:
Significado e Objetivo
2 - A PRECE:
Importância, eficácia e
Ação
3 - Evangelho no Lar
EVANGELHO NO LAR
Objetivos Específicos
1º - Identificar , na reunião de Evangelho
no Lar, um ato de adoração a Deus.
2º - Destacar a importância dessa reunião
3º - Explicar como deve ser realizada a
reunião de Evangelho no Lar
ConteúdoConteúdo
BásicoBásico
 Mas a hora vem, e agora é, em que os
verdadeiros adoradores adorarão o Pai em
espírito e em verdade porque o Pai procura a
tais que assim o adorem. (João, 4:23.)
 O Porque onde estiverem dois ou três
reunidos em meu nome, aí estou eu no meio
deles. (Mateus, 18:20.)
 O culto do Evangelho no Lar não é
uma inovação. É uma necessidade em toda
parte por onde o Cristianismo lance raízes de
aperfeiçoamento e sublimação. (Emmanuel: Luz
no lar – cap. 1.
 Organizemos o nosso agrupamento
doméstico do Evangelho. O Lar é o coração do
organismo social. Em casa, começa nossa
missão no mundo. Entre as paredes do templo
familiar, preparamo-nos para a vida com todos.
(Scheilla: Luz no lar, cap. 9).
 O culto ou estudo do Evangelho no lar
é um encontro semanal, previamente marcado,
com objetivo de reunir a família em torno dos
ensinamentos evangélicos, à luz do
Espiritismo, e sob a assistência dos Benfeitores
Espirituais.(Folheto de Evangelho no Lar, FEB)
SubsídiosSubsídios
Os Espíritos Superiores nos esclarecem
que a [...] prece é um ato de adoração.
Orar a Deus é pensar n’Ele;
É aproximar-se d’Ele; é pôr-se em
comunicação com Ele.
Há três coisas que podemos nos propor a
fazer por meio da prece:
 LOUVAR; (Exaltar, bendizer)
 PEDIR;
 AGRADECER. (2)
Nunca poderemos enumerar todos os
benefícios da oração.
Toda vez que se ora num lar, prepara-se a
melhoria do ambiente doméstico.
Cada prece do coração constitui emissão
eletromagnética de relativo poder.
Por isso mesmo, o culto familiar do
Evangelho não é tão só um curso de iluminação
interior, mas também processo avançado de
defesa exterior, pelas claridades espirituais que
acende em torno.
O homem que ora traz consigo inalienável
couraça.
O lar que cultiva a prece transforma-se em
fortaleza [...]. (10)
Sendo assim, a reunião ou culto do
Evangelho no lar é uma [...] reunião
semanal da família, em dia e hora
previamente estabelecidos, para o estudo
do Evangelho à luz da Doutrina Espírita e a
oração em conjunto. (3)
Podemos dizer em outras palavras que
é uma reunião familiar de estudo e reflexão
dos ensinamentos de Jesus, interpretados à
luz da Doutrina Espírita, na qual se utiliza a
prece como instrumento de ligação com o
Senhor da Vida.
Nos Espíritas, entendemos que [...] o lar
não é somente a moradia dos corpos, mas,
acima de tudo, a residência das almas.
O santuário doméstico que encontre criaturas
amantes da oração e dos sentimentos elevados,
converte-se em campo sublime das mais belas
florações e colheitas espirituais. (9)
O evangelho no lar é também considerado
um ato de adoração a Deus porque não: [...]
não há serviço da fé viva, sem aquiescência
(concordância – anuência) e concurso
(participação) do coração.
Se possível, continuemos trabalhando sob
a tormenta, removendo os espinheiros da
discórdia ou transformando as pedras do mal
em flores de compreensão, suportando, com
heroísmo, o clima de sacrifício, mas, se a
ventania nos compele a pausas de repouso, não
admitamos o bolor (sinal) do desânimo nos
serviços iniciados.
Sustentemos em casa a chama de nossa
esperança, estudando a Revelação Divina,
praticando a fraternidade e crescendo em amor
e sabedoria, porque, segundo a promessa do
Evangelho Redentor:
“Porque, onde estiverem dois ou três
reunidos em meu nome, aí estou eu (Jesus)
no meio deles”. Mateus 18:20
Amparando-nos para a ascensão à Luz
Celestial, hoje, amanhã e sempre (7).
O estudo do Evangelho no lar sob a
orientação da verdade espírita conduz-nos
ao entendimento da Lei de Deus porque [...]
Jesus não veio destruir a lei, isto é, a lei de
Deus;
Veio cumpri-la, ou seja: desenvolvê-la, dar-
lhe o seu verdadeiro sentido e apropriá-la ao
grau de adiantamento dos homens.
Eis porque encontramos nessa lei o
princípio dos deveres para com Deus e para
com o próximo, que constitui a base de sua
doutrina.
[...] Combateu constantemente o abuso
das práticas exteriores e as falsas
interpretações, e não podia fazê-las passar por
uma reforma mais radical do que as reduzindo
a estas palavras:
“Amar a Deus sobre todas as coisas, e ao
próximo como a si mesmo”, e ao acrescentar:
“Destes dois mandamentos dependem toda a
lei e os profetas” (1).
A seguinte mensagem do Espírito
Emmanuel destaca, de forma clara e
inequívoca, a importância do Evangelho
no lar.
O culto do Evangelho no lar não é uma
inovação.
É uma necessidade em toda parte, onde
o cristianismo lança raízes de
aperfeiçoamento e sublimação.
A Boa Nova seguiu da manjedoura para
as praças públicas e avançou da casa
humilde de Simão Pedro para a glorificação
de Pentecostes¹.
¹PENTECOSTES: (festa que os cristãos
celebram no sétimo domingo depois da
Páscoa, em memória da descida do Espírito
Santo sobre os apóstolos). (Aulete Digital).
A palavra do Senhor soou, primeiramente,
sob o teto simples de Nazaré e, certo, se fará
ouvir, de novo, por nosso intermédio, antes de
tudo, no circulo dos nossos familiares e
afeiçoados, com os quais devemos atender as
obrigações que nos competem no tempo.
Quando o ensinamento do Mestre vibra
entre as quatro paredes de um templo
doméstico, os pequeninos sacrifícios tecem a
felicidade comum.
 A observação impensada é ouvida sem
revolta.
 A calunia é isolada no algodão do silêncio.
 A enfermidade é recebida com calma.
 O erro alheio obtém compaixão.
 A maldade não encontra brechas para
insinuar-se.
E ai, dentro desse paraíso que alguns já
estão edificando, a beneficio deles e dos outros,
o estímulo é cântico de solidariedade
incessante, a bondade é uma fonte inexaurível
(inesgotável) de paz e entendimento, a
gentileza é inspiração de todas as horas, o
sorriso é a senha de cada um e a palavra
permanece revestida de luz, vinculada ao amor
que o Amigo Celeste nos legou.
Somente depois da experiência evangélica
do lar, o coração está realmente habilitado para
distribuir o pão divino da Boa Nova, junto da
multidão, embora devamos o esclarecimento
amigo e o conselho santificante aos
companheiros da ramagem (ramificação)
humana em todas as circunstâncias.
Não olvidemos (não esqueçamos),
assim, os impositivos (que não se pode
evitar ou dispensar – indispensável) da
aplicação com o Cristo, no santuário familiar,
onde nos cabe o exemplo da paciência;
Da compreensão;
Da fraternidade,
Do serviço, da fé e bom ânimo, sob o
reinado legitimo do amor, porque, estudando
a Palavra do Céu em quatro Evangelhos, que
constituem o testamento da luz, somos cada
um de nós, o quinto Evangelho inacabado,
mas vivo e atuante, que estamos escrevendo
com os próprios testemunhos, a fim de que a
nossa vida seja uma revelação de Jesus,
aberta ao olhar e a apreciação de todos, sem
necessidade de utilizarmos muitas palavras
na advertência ou na pregação (6).
Os espíritas, em geral, e os participantes
de grupos mediúnicos, em particular, precisam:
[...] compreender a necessidade do culto do
Evangelho no lar.
Pelo menos, semanalmente, é
aconselhável se reúna com os familiares ou
com alguns parentes, capazes de entender a
importância da iniciativa, em torno dos estudos
da Doutrina Espírita, à luz do Evangelho do
Cristo e sob a cobertura moral da oração.
Além dos companheiros
desmaterializados que estacionam no lar ou
nas adjacências (vizinhança) dele...,
há outros irmãos já desenfaixados
(livres dos laços temporais e carnais –
Espírito desenfaixado) da veste física,
principalmente os que remanescem das
tarefas de enfermagem espiritual no grupo,
que recolhem amparo e ensinamento,
consolação e alívio, da conversação
espírita e da prece em casa.
O culto do Evangelho no abrigo
doméstico equivale a lâmpada acesa para
todos os imperativos do apoio e do
esclarecimento espiritual (5).
Na reunião do
Evangelho e Oração em
família evocamos a
presença de benfeitores
espirituais, familiares e
demais Espíritos amigos
para, em conjunto,
participar, desses
momentos de paz.
Trata-se, na verdade, de uma
modalidade de reunião espírita, que deve
ser caracterizada pela seriedade e
continuidade, a despeito da simplicidade
que encerra.
Os benfeitores espirituais acorrem ao
nosso lar, auxiliando-nos no que for
possível, afastando entidades perturbadoras
do reduto doméstico, amparando os
Espíritos mais necessitados, que se revelam
sensíveis às vibrações e elucidações que o
serviço religioso do Evangelho no lar
propicia (8).
1. CONCEITO: É uma reunião semanal
da família, em dia e hora previamente
estabelecidos, para o estudo do Evangelho à
luz da Doutrina Espírita e a oração em
conjunto.
2. FINALIDADE: Estudar O Evangelho
segundo o Espiritismo de maneira
programada;
Criar o hábito do estudo evangélico e da
oração em família; higienizar espiritualmente
o lar por meio de pensamentos e sentimentos
elevados em momentos de prece, paz e
união;
Fortalecer os laços da afinidade familiar.
3. PARTICIPANTES: Todas as pessoas
integrantes do lar, incluindo as crianças e
eventuais visitantes.
4. DESENVOLVIMENTO DAS
ATIVIDADES:
a) Leitura de uma página de um livro de
mensagens – como Fonte Viva, Vinha de Luz,
Pão Nosso, Caminho Verdade e Vida –, visando
à harmonização e sintonia de todos;
b) Prece inicial;
c) Leitura e comentários de O Evangelho
segundo o Espiritismo ou de página evangélica,
com a participação de todos os presentes.
O estudo poderá ser enriquecido com
histórias ou narrativas de fatos reais
vinculadas ao assunto;
d) Poderão ser feitas vibrações pelos
familiares, amigos, enfermos e outros;
e) Prece de encerramento.
5. RECOMENDAÇÕES E OBSERVAÇÕES:
a) Escolher ambiente na casa que
melhor acomode a família e demais
participantes da atividade.
b) Realizar a reunião do Evangelho no lar
semanalmente, em dia e hora previamente
estabelecidos.
c) Colocar água para ser magnetizada
pelos Benfeitores espirituais.
d) Abster-se de manifestações
mediúnicas (Espíritos).
e) Convidar as crianças a participar
com canto, poesia, histórias, prece e
comentários, conforme sua capacidade ou
possibilidade.
f) Evitar suspender a reunião por motivo
de passeios, acontecimentos fúteis ou de
visitas inesperadas, que deverão ser
convidadas a participar.
g) Manter conversação edificante antes,
durante ou depois da reunião.
h) Evitar ultrapassar o tempo de uma
hora para a realização da reunião.
Se houver crianças, reduzir o tempo.
i) O texto para leitura e reflexão poderá
ser colhido nos livros:
O Evangelho Segundo o Espiritismo,
Evangelho em casa, Jesus no Lar e outros
caracterizados pelo estudo da moral cristã à
luz da Doutrina Espírita (4).
O culto do
Evangelho no Lar é uma
bênção de Deus ofertada
aos homens.
Se as criaturas da
Terra soubessem o
quanto vale essa festa
espiritual em suas casas,
empenhar-se-iam em
fazê-la todos os dias [...].
ReferênciaReferência
BibliográficaBibliográfica
124ª - Edição – Rio de Janeiro:124ª - Edição – Rio de Janeiro:
FEB, - 2004.FEB, - 2004.
Capítulo I (1)Capítulo I (1)
NÃO VIMNÃO VIM
DESTRUIR A LEIDESTRUIR A LEI
ITEMITEM
C R I S T OC R I S T O
(1) – Questão:(1) – Questão:
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Capítulo IICapítulo II
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ADORAÇÃOADORAÇÃO
Capítulo IVCapítulo IV
DA PRECEDA PRECE
(2) – Questão:(2) – Questão:
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Roteiro 3 evangelho no lar

  • 1. CENTRO DE TRABALHOS ESPÍRITA ANA LUZ EVANGELHO NO LAR
  • 3.
  • 4. 1 - ADORAÇÃO: Significado e Objetivo 2 - A PRECE: Importância, eficácia e Ação 3 - Evangelho no Lar
  • 5. EVANGELHO NO LAR Objetivos Específicos 1º - Identificar , na reunião de Evangelho no Lar, um ato de adoração a Deus. 2º - Destacar a importância dessa reunião 3º - Explicar como deve ser realizada a reunião de Evangelho no Lar
  • 7.  Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade porque o Pai procura a tais que assim o adorem. (João, 4:23.)  O Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles. (Mateus, 18:20.)  O culto do Evangelho no Lar não é uma inovação. É uma necessidade em toda parte por onde o Cristianismo lance raízes de aperfeiçoamento e sublimação. (Emmanuel: Luz no lar – cap. 1.
  • 8.  Organizemos o nosso agrupamento doméstico do Evangelho. O Lar é o coração do organismo social. Em casa, começa nossa missão no mundo. Entre as paredes do templo familiar, preparamo-nos para a vida com todos. (Scheilla: Luz no lar, cap. 9).  O culto ou estudo do Evangelho no lar é um encontro semanal, previamente marcado, com objetivo de reunir a família em torno dos ensinamentos evangélicos, à luz do Espiritismo, e sob a assistência dos Benfeitores Espirituais.(Folheto de Evangelho no Lar, FEB)
  • 10.
  • 11. Os Espíritos Superiores nos esclarecem que a [...] prece é um ato de adoração. Orar a Deus é pensar n’Ele; É aproximar-se d’Ele; é pôr-se em comunicação com Ele. Há três coisas que podemos nos propor a fazer por meio da prece:  LOUVAR; (Exaltar, bendizer)  PEDIR;  AGRADECER. (2) Nunca poderemos enumerar todos os benefícios da oração.
  • 12. Toda vez que se ora num lar, prepara-se a melhoria do ambiente doméstico. Cada prece do coração constitui emissão eletromagnética de relativo poder. Por isso mesmo, o culto familiar do Evangelho não é tão só um curso de iluminação interior, mas também processo avançado de defesa exterior, pelas claridades espirituais que acende em torno. O homem que ora traz consigo inalienável couraça. O lar que cultiva a prece transforma-se em fortaleza [...]. (10)
  • 13. Sendo assim, a reunião ou culto do Evangelho no lar é uma [...] reunião semanal da família, em dia e hora previamente estabelecidos, para o estudo do Evangelho à luz da Doutrina Espírita e a oração em conjunto. (3) Podemos dizer em outras palavras que é uma reunião familiar de estudo e reflexão dos ensinamentos de Jesus, interpretados à luz da Doutrina Espírita, na qual se utiliza a prece como instrumento de ligação com o Senhor da Vida.
  • 14. Nos Espíritas, entendemos que [...] o lar não é somente a moradia dos corpos, mas, acima de tudo, a residência das almas. O santuário doméstico que encontre criaturas amantes da oração e dos sentimentos elevados, converte-se em campo sublime das mais belas florações e colheitas espirituais. (9) O evangelho no lar é também considerado um ato de adoração a Deus porque não: [...] não há serviço da fé viva, sem aquiescência (concordância – anuência) e concurso (participação) do coração.
  • 15. Se possível, continuemos trabalhando sob a tormenta, removendo os espinheiros da discórdia ou transformando as pedras do mal em flores de compreensão, suportando, com heroísmo, o clima de sacrifício, mas, se a ventania nos compele a pausas de repouso, não admitamos o bolor (sinal) do desânimo nos serviços iniciados. Sustentemos em casa a chama de nossa esperança, estudando a Revelação Divina, praticando a fraternidade e crescendo em amor e sabedoria, porque, segundo a promessa do Evangelho Redentor:
  • 16. “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu (Jesus) no meio deles”. Mateus 18:20 Amparando-nos para a ascensão à Luz Celestial, hoje, amanhã e sempre (7). O estudo do Evangelho no lar sob a orientação da verdade espírita conduz-nos ao entendimento da Lei de Deus porque [...] Jesus não veio destruir a lei, isto é, a lei de Deus; Veio cumpri-la, ou seja: desenvolvê-la, dar- lhe o seu verdadeiro sentido e apropriá-la ao grau de adiantamento dos homens.
  • 17. Eis porque encontramos nessa lei o princípio dos deveres para com Deus e para com o próximo, que constitui a base de sua doutrina. [...] Combateu constantemente o abuso das práticas exteriores e as falsas interpretações, e não podia fazê-las passar por uma reforma mais radical do que as reduzindo a estas palavras: “Amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo”, e ao acrescentar: “Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas” (1).
  • 18.
  • 19. A seguinte mensagem do Espírito Emmanuel destaca, de forma clara e inequívoca, a importância do Evangelho no lar. O culto do Evangelho no lar não é uma inovação. É uma necessidade em toda parte, onde o cristianismo lança raízes de aperfeiçoamento e sublimação. A Boa Nova seguiu da manjedoura para as praças públicas e avançou da casa humilde de Simão Pedro para a glorificação de Pentecostes¹.
  • 20. ¹PENTECOSTES: (festa que os cristãos celebram no sétimo domingo depois da Páscoa, em memória da descida do Espírito Santo sobre os apóstolos). (Aulete Digital).
  • 21. A palavra do Senhor soou, primeiramente, sob o teto simples de Nazaré e, certo, se fará ouvir, de novo, por nosso intermédio, antes de tudo, no circulo dos nossos familiares e afeiçoados, com os quais devemos atender as obrigações que nos competem no tempo. Quando o ensinamento do Mestre vibra entre as quatro paredes de um templo doméstico, os pequeninos sacrifícios tecem a felicidade comum.  A observação impensada é ouvida sem revolta.  A calunia é isolada no algodão do silêncio.
  • 22.  A enfermidade é recebida com calma.  O erro alheio obtém compaixão.  A maldade não encontra brechas para insinuar-se. E ai, dentro desse paraíso que alguns já estão edificando, a beneficio deles e dos outros, o estímulo é cântico de solidariedade incessante, a bondade é uma fonte inexaurível (inesgotável) de paz e entendimento, a gentileza é inspiração de todas as horas, o sorriso é a senha de cada um e a palavra permanece revestida de luz, vinculada ao amor que o Amigo Celeste nos legou.
  • 23. Somente depois da experiência evangélica do lar, o coração está realmente habilitado para distribuir o pão divino da Boa Nova, junto da multidão, embora devamos o esclarecimento amigo e o conselho santificante aos companheiros da ramagem (ramificação) humana em todas as circunstâncias. Não olvidemos (não esqueçamos), assim, os impositivos (que não se pode evitar ou dispensar – indispensável) da aplicação com o Cristo, no santuário familiar, onde nos cabe o exemplo da paciência;
  • 24. Da compreensão; Da fraternidade, Do serviço, da fé e bom ânimo, sob o reinado legitimo do amor, porque, estudando a Palavra do Céu em quatro Evangelhos, que constituem o testamento da luz, somos cada um de nós, o quinto Evangelho inacabado, mas vivo e atuante, que estamos escrevendo com os próprios testemunhos, a fim de que a nossa vida seja uma revelação de Jesus, aberta ao olhar e a apreciação de todos, sem necessidade de utilizarmos muitas palavras na advertência ou na pregação (6).
  • 25. Os espíritas, em geral, e os participantes de grupos mediúnicos, em particular, precisam: [...] compreender a necessidade do culto do Evangelho no lar. Pelo menos, semanalmente, é aconselhável se reúna com os familiares ou com alguns parentes, capazes de entender a importância da iniciativa, em torno dos estudos da Doutrina Espírita, à luz do Evangelho do Cristo e sob a cobertura moral da oração. Além dos companheiros desmaterializados que estacionam no lar ou nas adjacências (vizinhança) dele...,
  • 26. há outros irmãos já desenfaixados (livres dos laços temporais e carnais – Espírito desenfaixado) da veste física, principalmente os que remanescem das tarefas de enfermagem espiritual no grupo, que recolhem amparo e ensinamento, consolação e alívio, da conversação espírita e da prece em casa. O culto do Evangelho no abrigo doméstico equivale a lâmpada acesa para todos os imperativos do apoio e do esclarecimento espiritual (5).
  • 27.
  • 28. Na reunião do Evangelho e Oração em família evocamos a presença de benfeitores espirituais, familiares e demais Espíritos amigos para, em conjunto, participar, desses momentos de paz.
  • 29. Trata-se, na verdade, de uma modalidade de reunião espírita, que deve ser caracterizada pela seriedade e continuidade, a despeito da simplicidade que encerra. Os benfeitores espirituais acorrem ao nosso lar, auxiliando-nos no que for possível, afastando entidades perturbadoras do reduto doméstico, amparando os Espíritos mais necessitados, que se revelam sensíveis às vibrações e elucidações que o serviço religioso do Evangelho no lar propicia (8).
  • 30. 1. CONCEITO: É uma reunião semanal da família, em dia e hora previamente estabelecidos, para o estudo do Evangelho à luz da Doutrina Espírita e a oração em conjunto. 2. FINALIDADE: Estudar O Evangelho segundo o Espiritismo de maneira programada; Criar o hábito do estudo evangélico e da oração em família; higienizar espiritualmente o lar por meio de pensamentos e sentimentos elevados em momentos de prece, paz e união;
  • 31. Fortalecer os laços da afinidade familiar. 3. PARTICIPANTES: Todas as pessoas integrantes do lar, incluindo as crianças e eventuais visitantes. 4. DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES: a) Leitura de uma página de um livro de mensagens – como Fonte Viva, Vinha de Luz, Pão Nosso, Caminho Verdade e Vida –, visando à harmonização e sintonia de todos; b) Prece inicial; c) Leitura e comentários de O Evangelho segundo o Espiritismo ou de página evangélica, com a participação de todos os presentes.
  • 32. O estudo poderá ser enriquecido com histórias ou narrativas de fatos reais vinculadas ao assunto; d) Poderão ser feitas vibrações pelos familiares, amigos, enfermos e outros; e) Prece de encerramento. 5. RECOMENDAÇÕES E OBSERVAÇÕES: a) Escolher ambiente na casa que melhor acomode a família e demais participantes da atividade. b) Realizar a reunião do Evangelho no lar semanalmente, em dia e hora previamente estabelecidos.
  • 33. c) Colocar água para ser magnetizada pelos Benfeitores espirituais. d) Abster-se de manifestações mediúnicas (Espíritos). e) Convidar as crianças a participar com canto, poesia, histórias, prece e comentários, conforme sua capacidade ou possibilidade. f) Evitar suspender a reunião por motivo de passeios, acontecimentos fúteis ou de visitas inesperadas, que deverão ser convidadas a participar.
  • 34. g) Manter conversação edificante antes, durante ou depois da reunião. h) Evitar ultrapassar o tempo de uma hora para a realização da reunião. Se houver crianças, reduzir o tempo. i) O texto para leitura e reflexão poderá ser colhido nos livros: O Evangelho Segundo o Espiritismo, Evangelho em casa, Jesus no Lar e outros caracterizados pelo estudo da moral cristã à luz da Doutrina Espírita (4).
  • 35. O culto do Evangelho no Lar é uma bênção de Deus ofertada aos homens. Se as criaturas da Terra soubessem o quanto vale essa festa espiritual em suas casas, empenhar-se-iam em fazê-la todos os dias [...].
  • 37. 124ª - Edição – Rio de Janeiro:124ª - Edição – Rio de Janeiro: FEB, - 2004.FEB, - 2004. Capítulo I (1)Capítulo I (1) NÃO VIMNÃO VIM DESTRUIR A LEIDESTRUIR A LEI ITEMITEM C R I S T OC R I S T O (1) – Questão:(1) – Questão: 3 Página: 553 Página: 55 GuillonGuillon
  • 38. Capítulo IICapítulo II LEI DELEI DE ADORAÇÃOADORAÇÃO Capítulo IVCapítulo IV DA PRECEDA PRECE (2) – Questão:(2) – Questão: 659659 Página: 319 86ª - Edição – Rio de Janeiro: FEB,86ª - Edição – Rio de Janeiro: FEB, - 2005.- 2005. Guillon
  • 39. 4ª - Edição – Rio de Janeiro: FEB -4ª - Edição – Rio de Janeiro: FEB - 19961996 (3) – Página: 65 (4) – Páginas: 65-66
  • 40. 26ª Edição – Rio de Janeiro : FEB - 2005 (5) – Página: 239
  • 41. 10ª Edição – Rio de Janeiro : FEB - 2006
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