O documento discute a transitoriedade do mal e da dor no contexto da evolução humana. Afirma que o sofrimento e as dificuldades são necessários para o desenvolvimento da inteligência humana em estágios iniciais, mas se tornarão menos frequentes à medida que a humanidade evoluir espiritualmente. A dor tem como objetivo corrigir defeitos e ajudar na reconstrução do ser, conduzindo eventualmente à libertação do sofrimento.