O documento discute a origem do bem e do mal de acordo com a visão espírita. Aponta que Deus, sendo todo bom, não pode ser a origem do mal. Explica que o mal surge das imperfeições humanas e do abuso das paixões, e serve como estímulo para o progresso espiritual. Conclui que Deus quis que o ser humano alcançasse a perfeição através do livre-arbítrio e do esforço de superar o mal.