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Escola Básica e Secundária Ibn Mucana
Teste Intermédio de História
3º ciclo - 2012-2013
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CONTEÚDOS
A FORMAÇÃO DA CRISTANDADE OCIDENTAL E A EXPANSÃO ISLÂMICA
A Península Ibérica: dois mundos em presença — a formação dos reinos cristãos no processoda Reconquista.
1. Localiza no tempo e no espaço o aparecimento da religião islâmica.
A religião islâmica surgiu no século VII, na Arábia, no Próximo Oriente.
2. Refere os factos mais importantes no aparecimento da religião islâmica.
Maomé iniciou a pregação da fé islâmica em 610, na cidade de Meca. Sendo perseguido pelos ricos mercadores,
fugiu, em 622, para Medina. Esta fuga, conhecida pelo nome “Hégira”, marca o início da era muçulmana. Em 630,
regressa a Meca, a cidade santa
3. Descreve as principais ideias da religião islâmica.
Os muçulmanos acreditam num único deus, Alá, na imortalidade da alma e na salvação eterna através da caridade,
da oração e da Guerra Santa (luta para expandir o Islão). No livro sagrado, o Corão (ou Alcorão) estão enunciados os
cinco princípios da fé islâmica: Alá é o único deus e Maomé o seu profeta; oração cinco vezes por dia, virados para
Meca; jejum durante o mês do Ramadão; esmola aos pobres; peregrinação a Meca pelo menos uma vez na vida.
4. Justifica a importância política e económica do Império Muçulmano no século VIII.
Os califas, sucessores de Maomé, continuaram a expansão da fé islâmica através da Guerra Santa (Jihad), acabando
por conquistar um extenso império, desde a Península Ibérica até à Pérsia. Este império extenso permitiu aos
muçulmanos o domínio das principais rotas comerciais do mundo, controlando o comércio entre o Ocidente e o
Oriente.
5. Descreve a ocupação muçulmana da Península Ibérica e a resistência cristã.
Em 711, os Muçulmanos venceram os Visigodos na Batalha de Guadalete, no Sul da Península Ibérica, conquistando
rapidamente todo o território, à exceção das Astúrias e dos Pirinéus. Aqui refugiaram-se alguns nobres cristãos que
iniciaram o movimento da Reconquista Cristã para recuperarem o território perdido. Este processo foi longo e difícil,
marcado por sucessivos avanços e recuos e pelo apoio da Igreja (Cruzadas) e dos reinos cristãos.
6. Diz como se relacionavam as civilizações cristã e muçulmana?
Apesar de diferentes, as civilizações cristã e muçulmana conviveram na Península Ibérica durante oito séculos,
graças a um clima de tolerância. Alguns cristãos converteram-se ao islamismo, enquanto outros adotaram o modo
de vida islâmico, tornando-se moçárabes. Com o fim da Reconquista Cristã, alguns muçulmanos ficaram na Península
ibérica, sendo conhecidos por Mouros.
7. Indica alguns dos principais contributos civilizacionais dos muçulmanos.
O Império Muçulmano foi o responsável pela divulgação de técnicas, produtos e conhecimentos em várias áreas:
invenção da bússola e do astrolábio, azenha para moer os cereais, a nora para irrigar os campos, alaúde (novo
instrumento musical), difusão do sistema de algarismos, aperfeiçoamento da trigonometria e da álgebra, descoberta
do ácido sulfúrico e do álcool, construção de grandiosas mesquitas, castelos e palácios, etc.
8. Descreve a forma como se formaram os reinos cristãos da Península Ibérica.
A Reconquista seguiu para sul, dando origem aos reinos de Leão, Castela, Navarra e Aragão. Para estas conquistas
foi importante a participação dos cruzados e das ordens militares. Entre os cruzados estavam dois cavaleiros
franceses, D. Raimundo e D. Henrique, os quais foram recompensados pelo rei de Leão e Castela, D. Afonso VI, com a
atribuição de dois condados, o da Galiza e o Portucalense, respetivamente, e a mão de suas filhas, D. Urraca e D.
Teresa.
9. Diz qual era a situação do Condado Portucalense durante a época do conde D. Henrique.
O conde D. Henrique, apesar de aspirar a autonomia, era vassalo de D. Afonso VI, pelo que lhe devia obediência,
fidelidade, ajuda militar e apoio na conquista de território aos mouros.
10. Justifica o contributo de Afonso Henriques para a independência do Condado Portucalense.
D. Afonso Henriques lutou contra o exército de sua mãe, D. Teresa, devido à aliança desta com um nobre galego,
Fernão Peres de Trava. D. Afonso Henriques, apoiado por grande parte da nobreza portucalense, derrota o exército
de sua mãe na Batalha de S. Mamede, em 1128, assumindo o governo do condado. Após a vitória na Batalha de
Ourique contra os mouros, em 1139, D. Afonso Henriques passou a intitular-se rei, rompendo com a vassalagem ao
rei de Leão e Castela. D. Afonso VII acabou por reconhecer a independência de Portugal em 1143, através do Tratado
de Zamora.
11. Descreve o processo de reconhecimento da independência de Portugal.
Em 1143, D. Afonso VII, rei de Leão e Castela, assina o Tratado de Zamora, reconhecendo a independência de
Portugal e D. Afonso Henriques como rei de Portugal. Mas era necessário igualmente o reconhecimento pela Santa
Sé, o que só veio a acontecer em 1179 quando o Papa Alexandre III assina a Bula ManifestisProbatum.
12. Diz como se definiram as fronteiras de Portugal.
D. Afonso Henriques alargou o território para sul, recuperando Lisboa e Santarém com a ajuda dos cruzados e das
ordens militares. Os reis seguintes continuaram com o alargamento das fronteiras com sucessivos recuos e avanços
até 1249, ano em que se conquistou definitivamente o Algarve. O Tratado de Alcanises, em 1297, entre D. Dinis e D.
Fernando IV de Castela, estabeleceu as fronteiras entre Portugal e Castela.
PORTUGAL NO CONTEXTO EUROPEU DOS SÉCULOS XVII E XVIII
Absolutismo e mercantilismo numa sociedade de ordens — o Antigo Regime português naprimeira metade do século
XVIII.
A. Absolutismo e mercantilismo numa sociedade de ordens
1.Diz em que consiste a expressão “Antigo Regime”.
Antigo Regime é o período da história da Europa entre os séculos XV e XVIII, caracterizado pelo absolutismo, pela
sociedade de ordens e pela expansão do comércio colonial.
2. Localiza, no tempo e no espaço, o absolutismo.
O Absolutismo existiu em vários países europeus, como França, Portugal e Espanha, a partir do século XVI até aos
finais do século XVIII/inícios do século XIX.
3. Descreve as características do absolutismo.
As características do absolutismo são:
- concentração de todos os poderes nas mãos do rei
- não convocação das Cortes
- aparecimento de um corpo de funcionários que aplicavam as decisões reais
4. Explica a teoria divina do poder real.
O poder real era considerado de origem divina, ou seja, provinha de Deus e, portanto, só a ele tinha de prestar contas.
Quem desobedecesse ao rei, cometia um verdadeiro sacrilégio e seria julgado, o que quer dizer que todos, sem
excepção, teriam de obedecer ao rei.
5. Descreve a Corte como instrumento de poder.
Os reis absolutos utilizavam a corte como instrumento de poder real. Rodeando-se dos nobres mais importantes do
país, podia controlá-los e domesticá-los: estes ficavam dependentes dos pequenos favores prestados ao rei e,
portanto, faziam tudo para agradá-lo.
6. Refere as etapas de implantação do absolutismo em Portugal.
As etapas da implantação do absolutismo em Portugal foram:
- D. Duarte: Lei Mental (os bens doados pela coroa só podiam ser transmitidos ao filho mais velho, senão, voltariam
para a coroa)
- D. Afonso V e D. Manuel I – Ordenações Afonsinas e Ordenações Manuelinas
- D. Manuel I – reforma dos forais
7. Identifica D. João V como um rei absoluto.
D. João V, aproveitando as remessas de ouro brasileiro, vai utilizar a riqueza para afirmar o seu poder político,
afirmando-se como o Rei-Sol português. Deixou de convocar as Cortes e construiu o Palácio de Mafra, rodeando-se de
luxo e riqueza e controlando os nobres portugueses.
8. Define mercantilismo.
Mercantilismo foi a política económica adoptada por vários Estados europeus no século XVII com o objectivo de
aumentar a riqueza dos países.
9. Descreve os objectivos e as medidas defendidas pelo mercantilismo.
Os objectivos do mercantilismo eram obter uma balança comercial positiva (mais exportações e menos importações)
de forma a promover a entrada de riqueza no país.
As medidas tomadas para atingir esse fim eram:
- desenvolvimento das manufacturas: criação de manufacturas, atribuição de subsídios, contratação de técnicos
estrangeiros
- fomento do comércio através da criação de companhias comerciais
- protecção da produção nacional através da publicação das pragmáticas e do aumento das taxas alfandegárias
aplicadas aos produtos importados.
10. Explica a adopção do Mercantilismo pelo Conde da Ericeira.
A adopção do Mercantilismo pelo Conde da Ericeira deveu-se à crise do nosso comércio colonial face à diminuição das
exportações para os outros países europeus.
11. Define Sociedade de Ordens.
Sociedade de Ordens é uma sociedade estratificada em três ordens ou grupos sociais – o clero, a nobreza e o Terceiro
Estado (burguesia e povo) – distinguindo-se pelos privilégios atribuídos, ou não, a cada um.
12. Descreve os aspectos que determinavam a posição social de cada um.
As diversas ordens sociais estavam organizadas segundo o nascimento, a função e o estatuto jurídico, implicando
diversas formas de vestuário e de tratamento na sociedade.
13. Diferencia as três ordens sociais.
O Clero e a nobreza eram grupos privilegiados. Possuíam grandes extensões de terra, recebendo as rendas dos
camponeses. Tinham justiça própria e estavam isentos do pagamento de impostos. O Terceiro Estado era muito
heterogéneo, abarcando situações económicas distintas: desde o grande burguês enriquecido, homem de negócios,
até ao camponês empobrecido e ao mendigo. A todos eles era comum o facto de pagarem impostos e não terem
qualquer privilégio.
B. Antigo Regime português na primeira metade do século XVIII.
1. Descreve a importância do afluxo do ouro brasileiro para a economia portuguesa.
Durante o reinado de D. João V, chegaram a Portugal grandes quantidades de ouro vindo do Brasil, permitindo ao rei
rodear-se de luxo no Palácio de Mafra, o qual mandou construir, e afirmar-se como rei absoluto. O reinado foi,
portanto, um reinado caracterizado pela riqueza.
2. Explica a assinatura do Tratado de Methuen.
Em 1703, Portugal e a Inglaterra assinaram o Tratado de Methuen, porque Portugal, devido ao afluxo de ouro
brasileiro, decidiu que já não precisava de investir na sua produção nacional, podendo importar livremente os
produtos à Inglaterra.
3. Indica os termos desse tratado.
Segundo esse acordo comercial, Portugal aceitava importar os têxteis ingleses, sem qualquer tipo de limitação e a
Inglaterra aceitava a importação de vinhos portugueses pagando taxas alfandegárias reduzidas.
4. Refere as vantagens e desvantagens da assinatura desse tratado para a economia portuguesa.
As vantagens do Tratado de Methuen foram: aumentou a produção vinícola, sobretudo na região do Douro, devido ao
aumento das exportações para Inglaterra.
As desvantagens foram: aumentou o défice da balança comercial porque as importações de têxteis ingleses
aumentaram mais do que a exportação de vinhos portugueses; crise das manufacturas portuguesas devido à
concorrência dos produtos ingleses, mais baratos e de melhor qualidade; aumentou, portanto, a dependência
económica face à Inglaterra.
A EUROPA E O MUNDO NO LIMIAR DO SÉCULO XX
A·Hegemonia e declínio da influência europeia — a Primeira Grande Guerra; as transformações económicas do pós-
guerra no mundo ocidental.
1. Explica as razões da supremacia mundial da Europa do século XIX
As razões da supremacia europeia nos inícios do século XX foram:
- a Europa detinha a maior parte da produção industrial;
- era a Europa que fazia a maior parte dos investimentos em todo o mundo;
- eram europeias a maioria das empresas de transporte marítimo
- a Europa tinha um poder de compra superior ao dos outros continentes
2. Identifica as potências industriais.
As maiores potências industriais eram a Grã-Bretanha, a Alemanha e a França.
3. Relaciona a corrida às áreas de influência com a expansão da industrialização.
Devido à segunda Revolução Industrial, as grandes potências europeias vão interessar-se por uma nova vaga de
colonialismo para, deste modo, obterem mais matérias-primas para as suas indústrias e para terem acesso a novos
mercados de escoamento dos seus produtos.
4. Refere as outras razões do colonialismo europeu.
As outras razões do colonialismo europeu no século XIX foram:
- o desejo das grandes potências europeias afirmarem o seu poder militar;
- a missão “civilizadora”: os europeus, considerando-se “superiores”, consideravam que tinham o dever de civilizar os
povos primitivos.
5. Integra as medidas da Conferência de Berlim no contexto das rivalidades imperialistas.
A Conferência de Berlim surgiu como tentativa de evitar disputas territoriais em África entre os países europeus. A
principal medida aí tomada, para atingir esses fim, foi a afirmação do princípio de ocupação efectiva.
6. Identifica as potências imperialistas.
As potências imperialistas nos finais do século XIX eram a Grã-Bretanha, a França, a Alemanha, a Bélgica, Portugal e
Holanda.
7. Explica as intenções da proposta portuguesa do Mapa Cor-de-Rosa.
O projecto do Mapa Cpr-de-Rosa consistia na intenção de ocupar todo o território entre Angola e Moçambique.
8. Justifica o Ultimatum britânico.
O Projecto do Mapa Cor-de-Rosa vai colidir com o projecto britânico de unir o Cairo ao Cabo através de uma linha de
ferro. Por isso, a Gra-Bretanha exige a retirada do projecto português; caso contrário, a Grã-Bretanha poderia recorrer
à força.
9. Justifica a existência de rivalidades económicas entre as potências imperialistas.
No início do século XX existiam rivalidades económicas entre a Grã-Bretanha e a Alemanha: a primeira, grande
potência industrial, a segunda, uma potência emergente. Os dois países concorriam pelo domínio dos mercados
internacionais
10. Localiza e explica os principais antagonismos territoriais existentes na Europa nas vésperas da 1ª Guerra Mundial.
Os principais antagonismos territoriais eram os seguintes:
- entre a França e a Alemanha porque a primeira exigia a devolução de dois territórios – a Alsácia e a Lorena – à
Alemanha, que os tinha conquistado na sequência da guerra franco-prussiana em 1871
- entre o Império Austro-Húngaro e a Rússia, pela procura de influência política nos Balcâs. A Rússia apoiava o projecto
sérvio, que consistia na constituição de um Estado que unisse todos os eslavos do Sul (alguns, como a Bósnia-
Herzegovina e a Croácia estavam sob o controlo do Império Austro-Húngaro)
11. Explica a formação de dois blocos militares opostos.
Devido ao clima de tensão entre vários Estados europeus, os países vão preparar-se para a guerra: vão empreender
uma corrida ao armamento e vão formar alianças militares. Deste modo, no caso de algum país agredir outro, os
aliados de cada um iria prestar auxílio militar.
12. Identifica os países dos dois blocos em confronto.
A Tríplice Aliança era constituída pela Alemanha, o Império Austro-húngaro e a Itália; a Tríplice Entente era constituída
pela Grã-Bretanha, a França e a Rússia
13. Justifica a eclosão da 1ª Guerra Mundial.
A 1ª Guerra Mundial inica-se pelo despoletar de um rastilho que há muito se adivinhava. O assassinato do principe
herdeiro do trono Austro-ungaro, Francisco Fernando, por um estudante nacionalista sérvio, põe em funcionamento o
sistema de alianças: o Império Austro-Húngaro declara guerra à Sérvia, a Rússia declara guerra ao Império Austro-
Húngaro, a Alemnha declara guerra à França e à Rússia, etc. Deste modo, um “pequeno” conflito regional transforma-
se numa guerra generalizada.
14. Caracteriza as etapas da guerra.
As etapas da guerra foram:
- guerra de movimentos (1914) . movimentos ofensivos rápidos por parte da Alemanha;
- guerra de posições ou guerra das trincheiras (1915-1917) – foi a fase mais longa da guerra porque se chegou a uma
situação de impasse, na qual a principal preocupação dos dois lados era manter as posições já conquistadas através da
construção de valas – as trincheiras.
- retorno à guerra de movimentos (1918) – os Aliados, após a entrada dos EUA na guerra, vão ver o seu poder militar
reforçar, permitindo uma série de vitórias sobre a Alemanha e o Império Austro-Húngaro
15. Descreve as más condições de vida nas trincheiras.
Nas trincheiras, os soldados morriam de todo o tipo de mortes. Para além das violentas batalhas, os soldados tinham
fome, frio e más condições de higiene. Viviam na lama, com ratos e piolhos, o que lhes causava todos os tipos de
doenças.
16. Explica a entrada dos EUA na guerra..
Os EUA entraram na guerra devido aos ataques dos submarinos alemães aos navios mercantes americanos que
abasteciam a Grã-Bretanha de armas, munições e outros mantimentos para a guerra.
17. Explica o retorno à guerra de movimentos.
O retorno à guerra de movimentos só foi possível devido à entrada dos EUA na guerra, permitindo o reforço dos
Aliados em armas, munições e soldados.
18. Justifica o armistício de 11 de Novembro.
A Alemanha solicitou o fim das hostilidades (armistício) devido à série de derrotas que estava a sofrer, que conduziam
ao avanço dos Aliados sobre a Alemanha
19. Enumera as condições impostas pelos vencedores aos países vencidos.
A Alemanha foi obrigada a declarar-se como a única culpada pela guerra e, pela assinatura do tratado de Versalhes,
foram-lhe impostas uma série de imposições:
- perdeu as colónias e restituiu a Alsácia e a Lorena a França
- teve de proceder à desmilitarização da Alemanha
- teve de pagar pesadas indemnizações aos Aliados
20. Descreve as consequências da 1ª Guerra Mundial para a Europa:
-políticas: foi criado um organismo internacional, a Sociedades das Nações, com o objetivo de assegurar a paz no
mundo; o mapa político da Europa alterou-se devido ao desmembramento dos impérios centrais e, em consequência,
o aparecimento de novos países (ex: Jugoslávia, Checoslováquia, Polónia)
-demográficas: elevadas perdas humanas (8 milhões de mortos) conduzindo à diminuição da mão de obra
- materiais: destruição de povoações, campos, fábricas, vias de comunicação e frota mercante
- económicas: crise da economia europeia devido à diminuição da produção que conduziu à subida ados preços e à
inflação; aumento da dívida pública devido aos pedidos de empréstimo realizados durante a guerra. Como
consequência, aumentou o desemprego.
21. Explica a supremacia económica americana depois da 1ª Guerra Mundial.
Os EUA, depois da 1ª Guerra Mundial, tornaram-se na grande potência económica do mundo, devido, principalmente,
ao grande aumento da produção industrial. Isso deveu-se à aplicação de novos métodos de produção e de
organização de trabalho:
- taylorismo: divisão do trabalho (cada operário faz apenas uma tarefa) e estandardização (todos os produtos são
iguais)
- fordismo: trabalho em cadeia, no qual o operário está em frente a um tapete rolante, evitando assim deslocações e
perdas de tempo; aumento dos salários dos trabalhadores como forma de incentivo para aumentar a produção
B· Sociedade e cultura no mundo em mudança — mutações na estrutura social e nos costumes.
1. Caracteriza a "BelleÉpoque" e os “Loucos Anos 20”.
A BelleÉpoque é uma período de grande prosperidade económica, que vai de 1871 a 1914. Neste período, nas grandes
cidades europeias e americanas, a burguesia endinheirada frequentava os espetáculos de ópera, os teatros, os cafés-
concerto, convivia nos jardins públicos, nas termas e nas praias.
Os Loucos Anos 20 também foram um período de prosperidade económica mas caracterizaram-se pela alteração dos
padrões de vida da classe média e da burguesia. A ânsia de viver leva ao aparecimento de novos hábitos: o cinema, os
cabarés e clubes nocturnos, onde se ouviam as novas músicas e se dançavam as novas danças. Surgem novos
desportos, como o tenis e o futebol.
2. Descreve o novo estatuto adquirido pelas mulheres
A mulher alterou os seus hábitos e ganhou um novo estatuto. Na moda feminina, as mulheres deixaram de ter os
longos vestidos da "BelleÉpoque", as saias subiram até ao joelho, o espartilho foi substituído pelo soutien, deixaram
de usar complicados penteados e cortaram os cabelos "à garçonne". No dia a dia, passou a ter mais liberdade,
adquirindo alguns hábitos até então masculinos: fumar, beber em público, ir aozinha ao cinema ou fazer desporto.
A mulher, durante a guerra, tinha já entrado no mundo do trabalho, começando a lutar pelo direito ao voto.
3. Diz em que consiste a cultura de massas.
A cultura de massas é o acesso à cultura por parte de vastas camadas da população.
4. Refere os instrumentos que permitiram a formação da cultura de massas.
Os meios que contribuíram para a cultura de massas foram:
- a imprensa – jornais e revistas com notícias, entretenimento, publicidade, vida política, entrevistas, etc;
- o cinema – cenas, de circo, conquista do oeste americano, espectáculos de pugilismo, etc;
- rádio – telenovela radiofónica, discursos dos políticos, música, publicidade, etc.
Outros meios: teatro, exposições de arte e desporto (boxe, corridas de automóveis, partidas de técnicas, basebol e
futebol).
5. Identifica alguns progressos científicos e técnicos registados na época.
Alguns dos progressos científicos foram:
- Física – teoria quântica (Max planck), teoria da relatividade (Einstein);
- Astronomia – teoria do BigBang;
- Medicina – descoberta da penicilina (Fleming) e da insulina e progressos vários nas técnicas de diagnóstico;
- Ciências Humanas – aparecimento da Psicanálise (Freud), descobertas arqueológicas.
Alguns dos progressos técnicos foram: o automóvel,, máquinas fotográficas, aviõ,, relógio de pulso, máquina de
costura, aspirador, frigorífico e máquina de lavar a roupa.
6. Distingue os vários movimentos artísticos surgidos.
As primeiras décadas do século XX conheceram uma multiplicidade de movimentos artísticos, entre os quais se
destacam:
- Cubismo – redução dos objectos a figuras geométricas, como o cubo, a esfera e o cilíndro. Destaca-se Picasso;
- Futurismo – transmissão de sensações relacionadas com a velocidade, a luz e o ruído, relacionados com a vida
moderna. Destaca-se Giacomo Balla e Boccioni;
- Abstraccionismo – movimento não-figurativo, representando, apenas, linhas e manchas de cor, exprimindo
determinadas sensações. Distingue-se Kandinsky;
- Expressionismo – transmissão das emoções, nomeadamente pelas expressões do rosto. Destacou-se Edvard Munch;
- Surrealismo – exploração do mundo dos sonhos, das alucinações e do surreal, expressando angústias e obsessões.
Destacou-se Salvador Dalí.
- Fauvismo - alteração da realidade através de cores vivas, violentas e de formas simples, quase reduzidas à linha e ao
cor. Destacou-se Matisse.
7. Distingue as novas concepções arquitectónicas.
As correntes arquitectónicas surgidas neste período foram:
- a “Bauhaus”, ou arquitectura funcional, corrente que privilegia a funcionalidade do edifício, optando por linhas
simples, geométricas, sem elementos decorativos. Distinguiu-se LeCorbusier;
- a arquitectura orgânica, corrente que tenta harmonizar o edifício com o ambiente que o rodeia. Distinguiu-se Frank
Lloyd Wright.
DA GRANDE DEPRESSÃO À II GUERRA MUNDIAL
A· As dificuldades económicas dos anos 30 — a grande crise do capitalismo.
1. Justifica a crise de superprodução registada nos finais dos anos 20 nos EUA.
De 1922 a 1929, a economia americana conheceu uma época de grande prosperidade económica. Aumenta o poder
de compra e o consumo, o recurso ao crédiyo e a actividade especulativa na Bolsa.
No entanto, a partir de 1927, o consumo estagnou mas a produtividade das empresas continuou a aumentar. Como
consequência, muitos produtos ficavam armazenados, sem comprador, o que lecou à diminuição dos lucros das
empresas. Chega-se a uma situação de crise de superprodução porque se produzia mais do que o mercado conseguia
consumir.
2. Relaciona a crise de superprodução com a “Quinta-feira Negra”.
No Verão de 1929, começam a surgir notícias nos jornais que davam conta da diminuição dos lucros das empresas. No
dia 24 de Outubro, 13 milhões de acções são postas à venda: como a oferta era superior à procura, o valor das acções
cai vertiginosamente – foi a “Quinta-feira Negra”.
3. Justifica a crise financeira despoletada pelo crash de Wall Street.
A falência da Bolsa de Wall Street provocou a falência de particulares, de empresas e de bancos, devido à quebra do
valor das acções e à quebra de crédito.
4. Menciona as consequências dessa crise financeira.
A falência de empresas provocou o aumento do desemprego e a diminuição do poder de compra. A diminuição do
consumo agravou as dificuldades das empresas no escoamento dos seus produtos, levando, por sua vez, a mais
falências. É o chamado círculo vicioso da crise.
5. Explica a mundialização da crise económica.
Com a retirada dos capitais americanos da Europa, as empresas europeias deixaram de ter o recurso ao crédito,
conduzindo a falências e, portanto, ao despoletar do círculo vicioso da crise.
A diminuição do consumo nos EUA e na Europa conduziu à retracção do comércio internacional, levando a uma
diminuição das importações das colónias e dos países subdesenvolvidas, cuja economia estava dependente da
exportação de matérias-primas ou de alimentos. Devido à diminuição das exportações, muitas empresas, nesses
países, abrem, também, falência e, mais uma vez, se inicia o círculo vicioso da crise noutros pontos do planeta.
6. Descreve os problemas sociais despoletados pela crise.
A crise económica conduziu, também, a uma grave crise social, reduzindo à pobreza 30 milhões de desempregados em
todo o mundo, sobretudo nos EUA, Alemanha e Inglaterra. Todos os grupos sociais foram afectados, desde o
operariado, passando pelos camponeses, a classe média e, finalmente, os empresários (muitos ficarm literalmente
sem nada!)
7. Identifica as medidas tomadas no âmbito do New Deal como uma solução para a saída da crise.
Para sair da crise, Franklin Roosevelt vai implementar uma política económica à qual vai dar o nome de “New Deal”,
que vai consistir num conjunto de medidas, entre as quais se destacam:
- na agricultura e na indústria concedeu empréstimos e destruiu stocks de forma a aumentar o preço dos produtos (o
paradoxo da crise: queimam-se alimentos mas há milhares a sofrerem de fome!);
- no sistema financeiro, criou mecanismos de controlo da actividade bancária de forma a evitar a especulação;
- nas obras públicas, mandou construir pontes, barragens, linhas férreas e estradas de forma a incentivar a criação de
emprego e, deste modo, promover o consumo;
- medidas sociais de forma a promover o poder de compra: estabelecimento de um salário mínimo, limitação do
horário semanal de trabalho e atribuição do subsídio de desemprego.
B.Entre a ditadura e a democracia — os regimes fascistas e nazi.
1. Caracteriza a situação política, económica e social da Rússia nos inícios do século XX.
A Rússia tinha uma monarquia hereditária absoluta, dirigida pelo czar Nicolau II. Economicamente, a Rússia era um país
essencialmente agrícola, cuja produtividade era baixa. A indústria estava pouco desenvolvida. A sociedade era
desigualitária. O clero e a nobreza, os grupos privilegiados, detinham a maior parte das terras. A maioria da população
era constituída por camponeses, que pagavam pesados tributos aos proprietários da terra e levavam uma vida
extremamente difícil, nomeadamente fome. A situação agravou-se com a entrada da Rússia na guerra, que causou
escassez de alimentos e o aumento dos preços.
2 Distingue a Revolução de Fevereiro da Revolução de Outubro, em termos ideológicos.
Com o apoio dos soldados, a Revolução de Fevereiro derrubou a monarquia absoluta e implantou um regime liberal
burguês. O Partido Bolchevique, defensor da ideologia comunista, vai organizar os sovietes (conselhos de operários,
soldados e camponeses) e, em vai ser responsável pela Revolução de Outubro com o objectivo de implantar um regime
socialista.
3 Refere as primeiras medidas tomadas por Lenine para criar um Estado Socialista.
As primeiras medidas tomadas por Lenine foram a abolição da grande propriedade privada e o controlo operário das
fábricas para estabelecer uma sociedade sem classes.
4 Menciona as medidas tomadas no decorrer do “comunismo de guerra”.
O despoletar da guerra civil entre 1918 e 1921 vai originar um conjunto de medidas radicais, conhecidas por
“Comunismo de Guerra”: os principais sectores da economia foram nacionalizados, os géneros agrícolas foram
requisitados para abastecimento do exército e da população e foi implantada uma ditadura, com o estabelecimento de
um regime de partido único, censura e polícia política (Tcheka), de forma a reprimir todos os opositores.
5 Explica a adopção da NEP por parte de Lenine.
A guerra civil provocou uma grave crise económica da Rússia, com uma descida drástica da produção, provocando fome
e miséria. De forma a relançar a economia russa, Lenine adota uma “Nova Política Económica”.
6 Demonstra a liberalização da economia entre 1921 e 1927 com a NEP.
No âmbito da “Nova Política Económica, Lenine estabelece a propriedade privada da terra, a supressão da requisição de
alimentos, a desnacionalização das fábricas, a livre circulação de produtos e a autorização de investimentos
estrangeiros.
7 Indica os efeitos da aplicação da N.E.P
Devido à aplicação destas medidas, a economia russa recuperou, possibilitando o retorno à via socialista, de controlo da
economia por parte do Estado.
8. Caracteriza a situação política e económica de Itália no pós-guerra.
No início de 1920, a Itália atravessou uma grave crise económica e financeira, com reflexos na diminuição da
produtividade, na inflação e no desemprego. Para além disso, os governos sucediam-se, incapazes de resolver a crise
económica. Multiplicavam-se as greves, as manifestações e a ocupação de fábricas pelos operários.
9. Descreve a forma como Mussolini ocupou o poder.
Aproveitando a insegurança que se vivia, Mussolini prometeu repor a ordem e a segurança em Itália, organizou comícios
de exaltação nacional e, através dos “squadristi” (“camisas negras”) atacou as sedes dos sindicatos e dos partidos de
esquerda. Em 1922, organizou a “Marcha sobre Roma”. O rei Vitor Manuel III, receoso de uma guerra civil, convida
Mussolini para formar governo. Em 1924, vence as eleições graças ao apoio da burguesia e da classe média.
10. Caracteriza a política interna e externa adoptada por Musolini.
Mussolini implantou uma ditadura fascista, baseada no poder totalitário do Estado, na subordinação de todos os
interesses individuais aos interesses do Estado, no anti-parlamentarismo, no regime de partido único, no
estabelecimento da censura e de uma polícia política. O Estado fascista vai exaltar os valores nacionais (nacionalismo) e,
através das corporações, subordinar os interesses dos patrões e dos trabalhadores aos interesses do Estado. O Estado
fascista era também imperialismo, por isso, em 1936, conquistou a Etiópia.
Mussolini tomou uma série de medidas para desenvolver a agricultura e a indústria e mandou construir obras públicas.
11. Descreve a situação económica e social da Alemanha na década de 20/30.
A crise de 1929 e a dependência da Alemanha face aos capitais americanos fez com que a economia alemã ficasse
bastante afetada. Como consequência, aumenta o desemprego, a contestação e a instabilidade política.
12.Refere as principais ideias da propaganda nazi.
Hitler prometeu paz e prosperidade, a revisão do Tratado de Versalhes e a eliminação daqueles que considerava como
os principais culpados da crise, os judeus.
13. Indica os grupos que aderiram ao Partido Nazi.
Hitler começou a ser visto como a única solução para os problemas que a Alemanha efrentava, recebendo o apoio dos
desempregados, da classe média e da burguesia.
14. Descreve a forma como o Partido nazi ocupou o poder de forma ditatorial.
Em 1932, Hitler venceu as eleições. Em1933 obteve a maioria absoluta, proibiu os partidos políticos e suspendeu as
liberdades individuais. Em 1934, após a morte do presidente Hindenburg, acumulou os cargos de chanceler e de
Presidente da República, após aprovação do eleitorado alemão.
15. Caracteriza o Nazismo.
O Estado nazi é totalitário: rejeita a democracia e o parlamentarismo, existe um partido único, os direitos dos cidadãos
são submetidos aos interesses do Estado. Assenta no princípio do culto ao Chefe, encarado como o guia e o salvador da
Nação. O Estado controla o ensino, a imprensa e a rádio e promove grandes paradas militares de forma a exaltar o
regime (militarismo).
É um Estado Nacionalista porque exalta a grandeza da nação alemã e defende a união de todos os alemães numa
“Grande Alemanha”. É imperialista porque defende a conquista de um “espaço vital”, necessário para a sobrevivência da
raça alemã. É racista porque assenta no princípio da superioridade da raça ariana e na inferioridade da raça judaica que,
a partir de 1933 foram marginalizados e perseguidos.
16. Refere as formas utilizadas pelo regime nazi para impor a autoridade.
Hitler serviu-se das SS e da Gestapo, milícias militares que perseguiam e prendiam todos os opositores ao regime.
B. A II Guerra Mundial — o desenvolvimento do conflito; os caminhos da paz.
1. Descreve a política expansionista de Hitler a partir de 1933.
Depois de ter abandonado a SDN, restabeleceu o serviço militar e deu início ao rearmamento da Alemanha,
remilitarizando a Renânia. Estabelece pactos militares com os seus aliados, Itália e Japão, países que também têm uma
política expansionista. Em 1938, anexa a Áustria e, após a Conferência de Munique, ocupa os Sudetas. Em 1939, ocupa a
Checoslováquia e, a 1 de Setembro, invade a Polónia.
2. Explica a política de apaziguamento adoptada pela Grã-Bretanha e a França.
Inicialmente, a França e a Inglaterra não reagiram às anexações alemãs, na esperança de assim manter a paz. Por isso, na
Conferência de Munique, atribuíram-lhe o direito a ocupar os Sudetas. Só depois de terem confirmado que nada pararia
as ambições expansionistas de Hitler é que decidiram declarar-lhe guerra.
3. Descreve os acontecimentos que levaram ao início da 2ª Guerra Mundial.
Depois da Conferência de Munique e da ocupação dos Sudetas, a Alemanha ocupa a Checoslováquia o que demonstrou
que Hitler não ficaria por aí. Após a invasão da Polónia, a França e a Inglaterra declaram guerra à Alemanha.
4 Caracteriza a primeira fase da guerra.
A 1ª fase da guerra (1939-1940) foi uma guerra relâmpago. Os carros blindados alemães, apoiados pelos
bombardeamentos aéreos, ocupam vastos territórios num curto espaço de tempo.
5. Menciona os territórios conquistados pela Alemanha.
Nesta 1ª fase, a Alemanha invade a Dinamarca, a Noruega, A Holanda, a Bélgica e a França.
6. Descreve o modo como se processou a guerra entre a Grã-Bretanha e a Alemanha.
Hitler procura dominar o espaço aéreo britânico, dando início à Batalha de Inglaterra, bombardeando várias cidades
inglesas. No entanto, encontra a resistência dos britânicos, obrigando-o a desistir do projecto.
7. Descreve o alastramento da guerra em 1941/42 na Europa e no Pacífico.
Em 1940, a Alemanha inicia a frente leste, ocupando a Roménia, Bulgária, Turquia, Grécia e Jugoslávia. Em 1941,
quebrando o pacto de não-agressão realizado em agosto de 1939, invade a URSS.
Também em 1941, a Alemanha abre nova frente de batalha, desta vez no Norte de África, com o objectivo de cortar o
acesso dos ingleses ao Canal do Suez.
A 7 de Dezembro de 1941, o Japão ataca a frota americana estacionada em PearlHarbour, no Havai, levando à
declaração de guerra dos EUA ao Japão e ao seu aliado, a Alemanha.
A guerra, inicialmente europeia, torna-se mundial.
8. Justifica a expressão “terror nazi” aplicada ao domínio alemão da Europa.
Nas regiões ocupadas, os alemães e os japoneses exploravam as riquezas agrícolas e minerais. Muitas fábricas foram
desmanteladas e transferidas para a Alemanha, assim como a mão de obra.
9. Descreve a acção dos movimentos de resistência patriótica.
Os movimentos de resistência ao domínio nazi praticaram atos de sabotagem de pontes, linhas férreas, depósitos de
armas ou instalações industriais.
10. Descreve a política nazi relativamente aos judeus.
Sendo considerados como uma raça inferior, os judeus foram alvo de perseguição em todos os países ocupados, sendo
inicialmente encerrados em guetos, onde viviam em condições degradantes. Depois de Hitler ter declarado a “Solução
Final”, foram enviados para campos de concentração, verdadeiros campos de extermínio pois eram asfixiados em
câmaras de gás e queimados em fornos crematórios. Outros eram obrigados a trabalhos forçados, passando por
condições desumanas. Estma-se que tenham morrido cerca de 6 milhões de judeus, pelo que foi um verdadeiro
genocídio (extermínio sistemático de pessoas).
11. Demonstra o avanço dos Aliados na frente Sul (Norte de África e Itália).
Comandados pelo general Montgomery, os aliados expulsaram os alemães do Norte de África e, de seguida,
desembarcaram em Itália, tendo derrubado Mussolini.
12 Explica o recuo dos alemães na frente Leste (URSS).
Após a vitória soviética na Batalha de Estalinegrado, os soldados alemães foram expulsos da URSS e empurrados para
território alemão.
13. Descreve a situação da guerra no Pacífico.
Os americanos obtiveram importantes vitórias (Batalha de Midway e Batalha de Guadalcanal), tendo ocupando grande
parte dos territórios conquistados.
14. Descreve o reforço das ofensivas dos Aliados a partir de 1944 na Europa.
Os aliados, comandados pelo general Eisenhower, desembarcaram na Normandia a 6 de Junho de 1944, dando início à
libertação de França.
15. Explica a rendição alemã a 8 de Maio de 1945.
As forças aliadas começaram a avançar sobre a Alemanha: a leste a URSS, a ocidente as forças anglo-americanas. Em
Abril de 1945 os soviéticos entram em Berlim, levando ao suicídio de Hitler. A 8 de Maio a Alemanha rende-se.
16.Explica a rendição japonesa.
De forma a terminar com a guerra no Pacífico de forma rápida, os americanos lançaram duas bombas atómicas sobre
Hiroxima e Nagasáqui, a 6 e 9 de agosto de 1945. No dia 2 de Setembro o Japão assina a rendição.
17. Menciona as consequências humanas, materiais e políticas da 2ª Guerra Mundial.
- morte de mais de 50 milhões de pessoas, das quais seis milhões eram judeus; os países mais atingidos foram A
Alemanha, a Polónia, a União Soviética e a China.
- as pessoas sentiram privações (ex: racionamento de alimentos), deslocações forçadas, doenças, torturas pondo em
causa os valores humanos.
- destruições materiais: cidades arrasadas, vias de comunicação destruídas, fábricas e campos arruinados, o que
provocou graves consequências na economia europeia.
- desmembramento da Alemanha e da Áustria em quatro zonas de influência, decidida nas Conferências e Ialta e de
Potsdam, com a finalidade de desnazificar o país.
- novo mapa político, com várias anexações de territórios, sobretudo por parte da URSS.
18. Explica o facto de a maior parte das vítimas serem civis.
A maior parte das vítimas foram civis devido à nova tática militar, que consistia em bombardeamentos aéreas às cidades,
portanto, às populações civis.
19. Justifica a importância da ONU.
A ONU foi fundada a 26 de Junho de 1945 com a assinatura da Carta das Nações Unidas. O principal objectivo para a sua
criação foi resolver pacificamente todos os conflitos entre as nações mas também pretendia-se resolver os problemas
económicos, sociais e culturais da Humanidade. Por isso, foram criados alguns organismos importantes, como por
exemplo, o Conselho de Segurança (que toma resoluções relativas à paz e à guerra), a UNESCO (que atua para o
desenvolvimento da educação, da ciência e da cultura), a FAO (Organização para a Alimentação e a Agricultura) e a OMS
(Organização Mundial de Saúde)

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  • 1. Escola Básica e Secundária Ibn Mucana Teste Intermédio de História 3º ciclo - 2012-2013 ________________________________________________________________________________ CONTEÚDOS A FORMAÇÃO DA CRISTANDADE OCIDENTAL E A EXPANSÃO ISLÂMICA A Península Ibérica: dois mundos em presença — a formação dos reinos cristãos no processoda Reconquista. 1. Localiza no tempo e no espaço o aparecimento da religião islâmica. A religião islâmica surgiu no século VII, na Arábia, no Próximo Oriente. 2. Refere os factos mais importantes no aparecimento da religião islâmica. Maomé iniciou a pregação da fé islâmica em 610, na cidade de Meca. Sendo perseguido pelos ricos mercadores, fugiu, em 622, para Medina. Esta fuga, conhecida pelo nome “Hégira”, marca o início da era muçulmana. Em 630, regressa a Meca, a cidade santa 3. Descreve as principais ideias da religião islâmica. Os muçulmanos acreditam num único deus, Alá, na imortalidade da alma e na salvação eterna através da caridade, da oração e da Guerra Santa (luta para expandir o Islão). No livro sagrado, o Corão (ou Alcorão) estão enunciados os cinco princípios da fé islâmica: Alá é o único deus e Maomé o seu profeta; oração cinco vezes por dia, virados para Meca; jejum durante o mês do Ramadão; esmola aos pobres; peregrinação a Meca pelo menos uma vez na vida. 4. Justifica a importância política e económica do Império Muçulmano no século VIII. Os califas, sucessores de Maomé, continuaram a expansão da fé islâmica através da Guerra Santa (Jihad), acabando por conquistar um extenso império, desde a Península Ibérica até à Pérsia. Este império extenso permitiu aos muçulmanos o domínio das principais rotas comerciais do mundo, controlando o comércio entre o Ocidente e o Oriente. 5. Descreve a ocupação muçulmana da Península Ibérica e a resistência cristã. Em 711, os Muçulmanos venceram os Visigodos na Batalha de Guadalete, no Sul da Península Ibérica, conquistando rapidamente todo o território, à exceção das Astúrias e dos Pirinéus. Aqui refugiaram-se alguns nobres cristãos que iniciaram o movimento da Reconquista Cristã para recuperarem o território perdido. Este processo foi longo e difícil, marcado por sucessivos avanços e recuos e pelo apoio da Igreja (Cruzadas) e dos reinos cristãos. 6. Diz como se relacionavam as civilizações cristã e muçulmana? Apesar de diferentes, as civilizações cristã e muçulmana conviveram na Península Ibérica durante oito séculos, graças a um clima de tolerância. Alguns cristãos converteram-se ao islamismo, enquanto outros adotaram o modo de vida islâmico, tornando-se moçárabes. Com o fim da Reconquista Cristã, alguns muçulmanos ficaram na Península ibérica, sendo conhecidos por Mouros. 7. Indica alguns dos principais contributos civilizacionais dos muçulmanos. O Império Muçulmano foi o responsável pela divulgação de técnicas, produtos e conhecimentos em várias áreas: invenção da bússola e do astrolábio, azenha para moer os cereais, a nora para irrigar os campos, alaúde (novo instrumento musical), difusão do sistema de algarismos, aperfeiçoamento da trigonometria e da álgebra, descoberta do ácido sulfúrico e do álcool, construção de grandiosas mesquitas, castelos e palácios, etc. 8. Descreve a forma como se formaram os reinos cristãos da Península Ibérica. A Reconquista seguiu para sul, dando origem aos reinos de Leão, Castela, Navarra e Aragão. Para estas conquistas foi importante a participação dos cruzados e das ordens militares. Entre os cruzados estavam dois cavaleiros franceses, D. Raimundo e D. Henrique, os quais foram recompensados pelo rei de Leão e Castela, D. Afonso VI, com a atribuição de dois condados, o da Galiza e o Portucalense, respetivamente, e a mão de suas filhas, D. Urraca e D. Teresa. 9. Diz qual era a situação do Condado Portucalense durante a época do conde D. Henrique. O conde D. Henrique, apesar de aspirar a autonomia, era vassalo de D. Afonso VI, pelo que lhe devia obediência, fidelidade, ajuda militar e apoio na conquista de território aos mouros. 10. Justifica o contributo de Afonso Henriques para a independência do Condado Portucalense. D. Afonso Henriques lutou contra o exército de sua mãe, D. Teresa, devido à aliança desta com um nobre galego, Fernão Peres de Trava. D. Afonso Henriques, apoiado por grande parte da nobreza portucalense, derrota o exército de sua mãe na Batalha de S. Mamede, em 1128, assumindo o governo do condado. Após a vitória na Batalha de Ourique contra os mouros, em 1139, D. Afonso Henriques passou a intitular-se rei, rompendo com a vassalagem ao rei de Leão e Castela. D. Afonso VII acabou por reconhecer a independência de Portugal em 1143, através do Tratado de Zamora. 11. Descreve o processo de reconhecimento da independência de Portugal.
  • 2. Em 1143, D. Afonso VII, rei de Leão e Castela, assina o Tratado de Zamora, reconhecendo a independência de Portugal e D. Afonso Henriques como rei de Portugal. Mas era necessário igualmente o reconhecimento pela Santa Sé, o que só veio a acontecer em 1179 quando o Papa Alexandre III assina a Bula ManifestisProbatum. 12. Diz como se definiram as fronteiras de Portugal. D. Afonso Henriques alargou o território para sul, recuperando Lisboa e Santarém com a ajuda dos cruzados e das ordens militares. Os reis seguintes continuaram com o alargamento das fronteiras com sucessivos recuos e avanços até 1249, ano em que se conquistou definitivamente o Algarve. O Tratado de Alcanises, em 1297, entre D. Dinis e D. Fernando IV de Castela, estabeleceu as fronteiras entre Portugal e Castela. PORTUGAL NO CONTEXTO EUROPEU DOS SÉCULOS XVII E XVIII Absolutismo e mercantilismo numa sociedade de ordens — o Antigo Regime português naprimeira metade do século XVIII. A. Absolutismo e mercantilismo numa sociedade de ordens 1.Diz em que consiste a expressão “Antigo Regime”. Antigo Regime é o período da história da Europa entre os séculos XV e XVIII, caracterizado pelo absolutismo, pela sociedade de ordens e pela expansão do comércio colonial. 2. Localiza, no tempo e no espaço, o absolutismo. O Absolutismo existiu em vários países europeus, como França, Portugal e Espanha, a partir do século XVI até aos finais do século XVIII/inícios do século XIX. 3. Descreve as características do absolutismo. As características do absolutismo são: - concentração de todos os poderes nas mãos do rei - não convocação das Cortes - aparecimento de um corpo de funcionários que aplicavam as decisões reais 4. Explica a teoria divina do poder real. O poder real era considerado de origem divina, ou seja, provinha de Deus e, portanto, só a ele tinha de prestar contas. Quem desobedecesse ao rei, cometia um verdadeiro sacrilégio e seria julgado, o que quer dizer que todos, sem excepção, teriam de obedecer ao rei. 5. Descreve a Corte como instrumento de poder. Os reis absolutos utilizavam a corte como instrumento de poder real. Rodeando-se dos nobres mais importantes do país, podia controlá-los e domesticá-los: estes ficavam dependentes dos pequenos favores prestados ao rei e, portanto, faziam tudo para agradá-lo. 6. Refere as etapas de implantação do absolutismo em Portugal. As etapas da implantação do absolutismo em Portugal foram: - D. Duarte: Lei Mental (os bens doados pela coroa só podiam ser transmitidos ao filho mais velho, senão, voltariam para a coroa) - D. Afonso V e D. Manuel I – Ordenações Afonsinas e Ordenações Manuelinas - D. Manuel I – reforma dos forais 7. Identifica D. João V como um rei absoluto. D. João V, aproveitando as remessas de ouro brasileiro, vai utilizar a riqueza para afirmar o seu poder político, afirmando-se como o Rei-Sol português. Deixou de convocar as Cortes e construiu o Palácio de Mafra, rodeando-se de luxo e riqueza e controlando os nobres portugueses. 8. Define mercantilismo. Mercantilismo foi a política económica adoptada por vários Estados europeus no século XVII com o objectivo de aumentar a riqueza dos países. 9. Descreve os objectivos e as medidas defendidas pelo mercantilismo. Os objectivos do mercantilismo eram obter uma balança comercial positiva (mais exportações e menos importações) de forma a promover a entrada de riqueza no país. As medidas tomadas para atingir esse fim eram: - desenvolvimento das manufacturas: criação de manufacturas, atribuição de subsídios, contratação de técnicos estrangeiros - fomento do comércio através da criação de companhias comerciais - protecção da produção nacional através da publicação das pragmáticas e do aumento das taxas alfandegárias aplicadas aos produtos importados. 10. Explica a adopção do Mercantilismo pelo Conde da Ericeira. A adopção do Mercantilismo pelo Conde da Ericeira deveu-se à crise do nosso comércio colonial face à diminuição das exportações para os outros países europeus. 11. Define Sociedade de Ordens.
  • 3. Sociedade de Ordens é uma sociedade estratificada em três ordens ou grupos sociais – o clero, a nobreza e o Terceiro Estado (burguesia e povo) – distinguindo-se pelos privilégios atribuídos, ou não, a cada um. 12. Descreve os aspectos que determinavam a posição social de cada um. As diversas ordens sociais estavam organizadas segundo o nascimento, a função e o estatuto jurídico, implicando diversas formas de vestuário e de tratamento na sociedade. 13. Diferencia as três ordens sociais. O Clero e a nobreza eram grupos privilegiados. Possuíam grandes extensões de terra, recebendo as rendas dos camponeses. Tinham justiça própria e estavam isentos do pagamento de impostos. O Terceiro Estado era muito heterogéneo, abarcando situações económicas distintas: desde o grande burguês enriquecido, homem de negócios, até ao camponês empobrecido e ao mendigo. A todos eles era comum o facto de pagarem impostos e não terem qualquer privilégio. B. Antigo Regime português na primeira metade do século XVIII. 1. Descreve a importância do afluxo do ouro brasileiro para a economia portuguesa. Durante o reinado de D. João V, chegaram a Portugal grandes quantidades de ouro vindo do Brasil, permitindo ao rei rodear-se de luxo no Palácio de Mafra, o qual mandou construir, e afirmar-se como rei absoluto. O reinado foi, portanto, um reinado caracterizado pela riqueza. 2. Explica a assinatura do Tratado de Methuen. Em 1703, Portugal e a Inglaterra assinaram o Tratado de Methuen, porque Portugal, devido ao afluxo de ouro brasileiro, decidiu que já não precisava de investir na sua produção nacional, podendo importar livremente os produtos à Inglaterra. 3. Indica os termos desse tratado. Segundo esse acordo comercial, Portugal aceitava importar os têxteis ingleses, sem qualquer tipo de limitação e a Inglaterra aceitava a importação de vinhos portugueses pagando taxas alfandegárias reduzidas. 4. Refere as vantagens e desvantagens da assinatura desse tratado para a economia portuguesa. As vantagens do Tratado de Methuen foram: aumentou a produção vinícola, sobretudo na região do Douro, devido ao aumento das exportações para Inglaterra. As desvantagens foram: aumentou o défice da balança comercial porque as importações de têxteis ingleses aumentaram mais do que a exportação de vinhos portugueses; crise das manufacturas portuguesas devido à concorrência dos produtos ingleses, mais baratos e de melhor qualidade; aumentou, portanto, a dependência económica face à Inglaterra. A EUROPA E O MUNDO NO LIMIAR DO SÉCULO XX A·Hegemonia e declínio da influência europeia — a Primeira Grande Guerra; as transformações económicas do pós- guerra no mundo ocidental. 1. Explica as razões da supremacia mundial da Europa do século XIX As razões da supremacia europeia nos inícios do século XX foram: - a Europa detinha a maior parte da produção industrial; - era a Europa que fazia a maior parte dos investimentos em todo o mundo; - eram europeias a maioria das empresas de transporte marítimo - a Europa tinha um poder de compra superior ao dos outros continentes 2. Identifica as potências industriais. As maiores potências industriais eram a Grã-Bretanha, a Alemanha e a França. 3. Relaciona a corrida às áreas de influência com a expansão da industrialização. Devido à segunda Revolução Industrial, as grandes potências europeias vão interessar-se por uma nova vaga de colonialismo para, deste modo, obterem mais matérias-primas para as suas indústrias e para terem acesso a novos mercados de escoamento dos seus produtos. 4. Refere as outras razões do colonialismo europeu. As outras razões do colonialismo europeu no século XIX foram: - o desejo das grandes potências europeias afirmarem o seu poder militar; - a missão “civilizadora”: os europeus, considerando-se “superiores”, consideravam que tinham o dever de civilizar os povos primitivos. 5. Integra as medidas da Conferência de Berlim no contexto das rivalidades imperialistas. A Conferência de Berlim surgiu como tentativa de evitar disputas territoriais em África entre os países europeus. A principal medida aí tomada, para atingir esses fim, foi a afirmação do princípio de ocupação efectiva. 6. Identifica as potências imperialistas. As potências imperialistas nos finais do século XIX eram a Grã-Bretanha, a França, a Alemanha, a Bélgica, Portugal e Holanda. 7. Explica as intenções da proposta portuguesa do Mapa Cor-de-Rosa.
  • 4. O projecto do Mapa Cpr-de-Rosa consistia na intenção de ocupar todo o território entre Angola e Moçambique. 8. Justifica o Ultimatum britânico. O Projecto do Mapa Cor-de-Rosa vai colidir com o projecto britânico de unir o Cairo ao Cabo através de uma linha de ferro. Por isso, a Gra-Bretanha exige a retirada do projecto português; caso contrário, a Grã-Bretanha poderia recorrer à força. 9. Justifica a existência de rivalidades económicas entre as potências imperialistas. No início do século XX existiam rivalidades económicas entre a Grã-Bretanha e a Alemanha: a primeira, grande potência industrial, a segunda, uma potência emergente. Os dois países concorriam pelo domínio dos mercados internacionais 10. Localiza e explica os principais antagonismos territoriais existentes na Europa nas vésperas da 1ª Guerra Mundial. Os principais antagonismos territoriais eram os seguintes: - entre a França e a Alemanha porque a primeira exigia a devolução de dois territórios – a Alsácia e a Lorena – à Alemanha, que os tinha conquistado na sequência da guerra franco-prussiana em 1871 - entre o Império Austro-Húngaro e a Rússia, pela procura de influência política nos Balcâs. A Rússia apoiava o projecto sérvio, que consistia na constituição de um Estado que unisse todos os eslavos do Sul (alguns, como a Bósnia- Herzegovina e a Croácia estavam sob o controlo do Império Austro-Húngaro) 11. Explica a formação de dois blocos militares opostos. Devido ao clima de tensão entre vários Estados europeus, os países vão preparar-se para a guerra: vão empreender uma corrida ao armamento e vão formar alianças militares. Deste modo, no caso de algum país agredir outro, os aliados de cada um iria prestar auxílio militar. 12. Identifica os países dos dois blocos em confronto. A Tríplice Aliança era constituída pela Alemanha, o Império Austro-húngaro e a Itália; a Tríplice Entente era constituída pela Grã-Bretanha, a França e a Rússia 13. Justifica a eclosão da 1ª Guerra Mundial. A 1ª Guerra Mundial inica-se pelo despoletar de um rastilho que há muito se adivinhava. O assassinato do principe herdeiro do trono Austro-ungaro, Francisco Fernando, por um estudante nacionalista sérvio, põe em funcionamento o sistema de alianças: o Império Austro-Húngaro declara guerra à Sérvia, a Rússia declara guerra ao Império Austro- Húngaro, a Alemnha declara guerra à França e à Rússia, etc. Deste modo, um “pequeno” conflito regional transforma- se numa guerra generalizada. 14. Caracteriza as etapas da guerra. As etapas da guerra foram: - guerra de movimentos (1914) . movimentos ofensivos rápidos por parte da Alemanha; - guerra de posições ou guerra das trincheiras (1915-1917) – foi a fase mais longa da guerra porque se chegou a uma situação de impasse, na qual a principal preocupação dos dois lados era manter as posições já conquistadas através da construção de valas – as trincheiras. - retorno à guerra de movimentos (1918) – os Aliados, após a entrada dos EUA na guerra, vão ver o seu poder militar reforçar, permitindo uma série de vitórias sobre a Alemanha e o Império Austro-Húngaro 15. Descreve as más condições de vida nas trincheiras. Nas trincheiras, os soldados morriam de todo o tipo de mortes. Para além das violentas batalhas, os soldados tinham fome, frio e más condições de higiene. Viviam na lama, com ratos e piolhos, o que lhes causava todos os tipos de doenças. 16. Explica a entrada dos EUA na guerra.. Os EUA entraram na guerra devido aos ataques dos submarinos alemães aos navios mercantes americanos que abasteciam a Grã-Bretanha de armas, munições e outros mantimentos para a guerra. 17. Explica o retorno à guerra de movimentos. O retorno à guerra de movimentos só foi possível devido à entrada dos EUA na guerra, permitindo o reforço dos Aliados em armas, munições e soldados. 18. Justifica o armistício de 11 de Novembro. A Alemanha solicitou o fim das hostilidades (armistício) devido à série de derrotas que estava a sofrer, que conduziam ao avanço dos Aliados sobre a Alemanha 19. Enumera as condições impostas pelos vencedores aos países vencidos. A Alemanha foi obrigada a declarar-se como a única culpada pela guerra e, pela assinatura do tratado de Versalhes, foram-lhe impostas uma série de imposições: - perdeu as colónias e restituiu a Alsácia e a Lorena a França - teve de proceder à desmilitarização da Alemanha - teve de pagar pesadas indemnizações aos Aliados 20. Descreve as consequências da 1ª Guerra Mundial para a Europa:
  • 5. -políticas: foi criado um organismo internacional, a Sociedades das Nações, com o objetivo de assegurar a paz no mundo; o mapa político da Europa alterou-se devido ao desmembramento dos impérios centrais e, em consequência, o aparecimento de novos países (ex: Jugoslávia, Checoslováquia, Polónia) -demográficas: elevadas perdas humanas (8 milhões de mortos) conduzindo à diminuição da mão de obra - materiais: destruição de povoações, campos, fábricas, vias de comunicação e frota mercante - económicas: crise da economia europeia devido à diminuição da produção que conduziu à subida ados preços e à inflação; aumento da dívida pública devido aos pedidos de empréstimo realizados durante a guerra. Como consequência, aumentou o desemprego. 21. Explica a supremacia económica americana depois da 1ª Guerra Mundial. Os EUA, depois da 1ª Guerra Mundial, tornaram-se na grande potência económica do mundo, devido, principalmente, ao grande aumento da produção industrial. Isso deveu-se à aplicação de novos métodos de produção e de organização de trabalho: - taylorismo: divisão do trabalho (cada operário faz apenas uma tarefa) e estandardização (todos os produtos são iguais) - fordismo: trabalho em cadeia, no qual o operário está em frente a um tapete rolante, evitando assim deslocações e perdas de tempo; aumento dos salários dos trabalhadores como forma de incentivo para aumentar a produção B· Sociedade e cultura no mundo em mudança — mutações na estrutura social e nos costumes. 1. Caracteriza a "BelleÉpoque" e os “Loucos Anos 20”. A BelleÉpoque é uma período de grande prosperidade económica, que vai de 1871 a 1914. Neste período, nas grandes cidades europeias e americanas, a burguesia endinheirada frequentava os espetáculos de ópera, os teatros, os cafés- concerto, convivia nos jardins públicos, nas termas e nas praias. Os Loucos Anos 20 também foram um período de prosperidade económica mas caracterizaram-se pela alteração dos padrões de vida da classe média e da burguesia. A ânsia de viver leva ao aparecimento de novos hábitos: o cinema, os cabarés e clubes nocturnos, onde se ouviam as novas músicas e se dançavam as novas danças. Surgem novos desportos, como o tenis e o futebol. 2. Descreve o novo estatuto adquirido pelas mulheres A mulher alterou os seus hábitos e ganhou um novo estatuto. Na moda feminina, as mulheres deixaram de ter os longos vestidos da "BelleÉpoque", as saias subiram até ao joelho, o espartilho foi substituído pelo soutien, deixaram de usar complicados penteados e cortaram os cabelos "à garçonne". No dia a dia, passou a ter mais liberdade, adquirindo alguns hábitos até então masculinos: fumar, beber em público, ir aozinha ao cinema ou fazer desporto. A mulher, durante a guerra, tinha já entrado no mundo do trabalho, começando a lutar pelo direito ao voto. 3. Diz em que consiste a cultura de massas. A cultura de massas é o acesso à cultura por parte de vastas camadas da população. 4. Refere os instrumentos que permitiram a formação da cultura de massas. Os meios que contribuíram para a cultura de massas foram: - a imprensa – jornais e revistas com notícias, entretenimento, publicidade, vida política, entrevistas, etc; - o cinema – cenas, de circo, conquista do oeste americano, espectáculos de pugilismo, etc; - rádio – telenovela radiofónica, discursos dos políticos, música, publicidade, etc. Outros meios: teatro, exposições de arte e desporto (boxe, corridas de automóveis, partidas de técnicas, basebol e futebol). 5. Identifica alguns progressos científicos e técnicos registados na época. Alguns dos progressos científicos foram: - Física – teoria quântica (Max planck), teoria da relatividade (Einstein); - Astronomia – teoria do BigBang; - Medicina – descoberta da penicilina (Fleming) e da insulina e progressos vários nas técnicas de diagnóstico; - Ciências Humanas – aparecimento da Psicanálise (Freud), descobertas arqueológicas. Alguns dos progressos técnicos foram: o automóvel,, máquinas fotográficas, aviõ,, relógio de pulso, máquina de costura, aspirador, frigorífico e máquina de lavar a roupa. 6. Distingue os vários movimentos artísticos surgidos. As primeiras décadas do século XX conheceram uma multiplicidade de movimentos artísticos, entre os quais se destacam: - Cubismo – redução dos objectos a figuras geométricas, como o cubo, a esfera e o cilíndro. Destaca-se Picasso; - Futurismo – transmissão de sensações relacionadas com a velocidade, a luz e o ruído, relacionados com a vida moderna. Destaca-se Giacomo Balla e Boccioni; - Abstraccionismo – movimento não-figurativo, representando, apenas, linhas e manchas de cor, exprimindo determinadas sensações. Distingue-se Kandinsky; - Expressionismo – transmissão das emoções, nomeadamente pelas expressões do rosto. Destacou-se Edvard Munch;
  • 6. - Surrealismo – exploração do mundo dos sonhos, das alucinações e do surreal, expressando angústias e obsessões. Destacou-se Salvador Dalí. - Fauvismo - alteração da realidade através de cores vivas, violentas e de formas simples, quase reduzidas à linha e ao cor. Destacou-se Matisse. 7. Distingue as novas concepções arquitectónicas. As correntes arquitectónicas surgidas neste período foram: - a “Bauhaus”, ou arquitectura funcional, corrente que privilegia a funcionalidade do edifício, optando por linhas simples, geométricas, sem elementos decorativos. Distinguiu-se LeCorbusier; - a arquitectura orgânica, corrente que tenta harmonizar o edifício com o ambiente que o rodeia. Distinguiu-se Frank Lloyd Wright. DA GRANDE DEPRESSÃO À II GUERRA MUNDIAL A· As dificuldades económicas dos anos 30 — a grande crise do capitalismo. 1. Justifica a crise de superprodução registada nos finais dos anos 20 nos EUA. De 1922 a 1929, a economia americana conheceu uma época de grande prosperidade económica. Aumenta o poder de compra e o consumo, o recurso ao crédiyo e a actividade especulativa na Bolsa. No entanto, a partir de 1927, o consumo estagnou mas a produtividade das empresas continuou a aumentar. Como consequência, muitos produtos ficavam armazenados, sem comprador, o que lecou à diminuição dos lucros das empresas. Chega-se a uma situação de crise de superprodução porque se produzia mais do que o mercado conseguia consumir. 2. Relaciona a crise de superprodução com a “Quinta-feira Negra”. No Verão de 1929, começam a surgir notícias nos jornais que davam conta da diminuição dos lucros das empresas. No dia 24 de Outubro, 13 milhões de acções são postas à venda: como a oferta era superior à procura, o valor das acções cai vertiginosamente – foi a “Quinta-feira Negra”. 3. Justifica a crise financeira despoletada pelo crash de Wall Street. A falência da Bolsa de Wall Street provocou a falência de particulares, de empresas e de bancos, devido à quebra do valor das acções e à quebra de crédito. 4. Menciona as consequências dessa crise financeira. A falência de empresas provocou o aumento do desemprego e a diminuição do poder de compra. A diminuição do consumo agravou as dificuldades das empresas no escoamento dos seus produtos, levando, por sua vez, a mais falências. É o chamado círculo vicioso da crise. 5. Explica a mundialização da crise económica. Com a retirada dos capitais americanos da Europa, as empresas europeias deixaram de ter o recurso ao crédito, conduzindo a falências e, portanto, ao despoletar do círculo vicioso da crise. A diminuição do consumo nos EUA e na Europa conduziu à retracção do comércio internacional, levando a uma diminuição das importações das colónias e dos países subdesenvolvidas, cuja economia estava dependente da exportação de matérias-primas ou de alimentos. Devido à diminuição das exportações, muitas empresas, nesses países, abrem, também, falência e, mais uma vez, se inicia o círculo vicioso da crise noutros pontos do planeta. 6. Descreve os problemas sociais despoletados pela crise. A crise económica conduziu, também, a uma grave crise social, reduzindo à pobreza 30 milhões de desempregados em todo o mundo, sobretudo nos EUA, Alemanha e Inglaterra. Todos os grupos sociais foram afectados, desde o operariado, passando pelos camponeses, a classe média e, finalmente, os empresários (muitos ficarm literalmente sem nada!) 7. Identifica as medidas tomadas no âmbito do New Deal como uma solução para a saída da crise. Para sair da crise, Franklin Roosevelt vai implementar uma política económica à qual vai dar o nome de “New Deal”, que vai consistir num conjunto de medidas, entre as quais se destacam: - na agricultura e na indústria concedeu empréstimos e destruiu stocks de forma a aumentar o preço dos produtos (o paradoxo da crise: queimam-se alimentos mas há milhares a sofrerem de fome!); - no sistema financeiro, criou mecanismos de controlo da actividade bancária de forma a evitar a especulação; - nas obras públicas, mandou construir pontes, barragens, linhas férreas e estradas de forma a incentivar a criação de emprego e, deste modo, promover o consumo; - medidas sociais de forma a promover o poder de compra: estabelecimento de um salário mínimo, limitação do horário semanal de trabalho e atribuição do subsídio de desemprego. B.Entre a ditadura e a democracia — os regimes fascistas e nazi. 1. Caracteriza a situação política, económica e social da Rússia nos inícios do século XX. A Rússia tinha uma monarquia hereditária absoluta, dirigida pelo czar Nicolau II. Economicamente, a Rússia era um país essencialmente agrícola, cuja produtividade era baixa. A indústria estava pouco desenvolvida. A sociedade era
  • 7. desigualitária. O clero e a nobreza, os grupos privilegiados, detinham a maior parte das terras. A maioria da população era constituída por camponeses, que pagavam pesados tributos aos proprietários da terra e levavam uma vida extremamente difícil, nomeadamente fome. A situação agravou-se com a entrada da Rússia na guerra, que causou escassez de alimentos e o aumento dos preços. 2 Distingue a Revolução de Fevereiro da Revolução de Outubro, em termos ideológicos. Com o apoio dos soldados, a Revolução de Fevereiro derrubou a monarquia absoluta e implantou um regime liberal burguês. O Partido Bolchevique, defensor da ideologia comunista, vai organizar os sovietes (conselhos de operários, soldados e camponeses) e, em vai ser responsável pela Revolução de Outubro com o objectivo de implantar um regime socialista. 3 Refere as primeiras medidas tomadas por Lenine para criar um Estado Socialista. As primeiras medidas tomadas por Lenine foram a abolição da grande propriedade privada e o controlo operário das fábricas para estabelecer uma sociedade sem classes. 4 Menciona as medidas tomadas no decorrer do “comunismo de guerra”. O despoletar da guerra civil entre 1918 e 1921 vai originar um conjunto de medidas radicais, conhecidas por “Comunismo de Guerra”: os principais sectores da economia foram nacionalizados, os géneros agrícolas foram requisitados para abastecimento do exército e da população e foi implantada uma ditadura, com o estabelecimento de um regime de partido único, censura e polícia política (Tcheka), de forma a reprimir todos os opositores. 5 Explica a adopção da NEP por parte de Lenine. A guerra civil provocou uma grave crise económica da Rússia, com uma descida drástica da produção, provocando fome e miséria. De forma a relançar a economia russa, Lenine adota uma “Nova Política Económica”. 6 Demonstra a liberalização da economia entre 1921 e 1927 com a NEP. No âmbito da “Nova Política Económica, Lenine estabelece a propriedade privada da terra, a supressão da requisição de alimentos, a desnacionalização das fábricas, a livre circulação de produtos e a autorização de investimentos estrangeiros. 7 Indica os efeitos da aplicação da N.E.P Devido à aplicação destas medidas, a economia russa recuperou, possibilitando o retorno à via socialista, de controlo da economia por parte do Estado. 8. Caracteriza a situação política e económica de Itália no pós-guerra. No início de 1920, a Itália atravessou uma grave crise económica e financeira, com reflexos na diminuição da produtividade, na inflação e no desemprego. Para além disso, os governos sucediam-se, incapazes de resolver a crise económica. Multiplicavam-se as greves, as manifestações e a ocupação de fábricas pelos operários. 9. Descreve a forma como Mussolini ocupou o poder. Aproveitando a insegurança que se vivia, Mussolini prometeu repor a ordem e a segurança em Itália, organizou comícios de exaltação nacional e, através dos “squadristi” (“camisas negras”) atacou as sedes dos sindicatos e dos partidos de esquerda. Em 1922, organizou a “Marcha sobre Roma”. O rei Vitor Manuel III, receoso de uma guerra civil, convida Mussolini para formar governo. Em 1924, vence as eleições graças ao apoio da burguesia e da classe média. 10. Caracteriza a política interna e externa adoptada por Musolini. Mussolini implantou uma ditadura fascista, baseada no poder totalitário do Estado, na subordinação de todos os interesses individuais aos interesses do Estado, no anti-parlamentarismo, no regime de partido único, no estabelecimento da censura e de uma polícia política. O Estado fascista vai exaltar os valores nacionais (nacionalismo) e, através das corporações, subordinar os interesses dos patrões e dos trabalhadores aos interesses do Estado. O Estado fascista era também imperialismo, por isso, em 1936, conquistou a Etiópia. Mussolini tomou uma série de medidas para desenvolver a agricultura e a indústria e mandou construir obras públicas. 11. Descreve a situação económica e social da Alemanha na década de 20/30. A crise de 1929 e a dependência da Alemanha face aos capitais americanos fez com que a economia alemã ficasse bastante afetada. Como consequência, aumenta o desemprego, a contestação e a instabilidade política. 12.Refere as principais ideias da propaganda nazi. Hitler prometeu paz e prosperidade, a revisão do Tratado de Versalhes e a eliminação daqueles que considerava como os principais culpados da crise, os judeus. 13. Indica os grupos que aderiram ao Partido Nazi. Hitler começou a ser visto como a única solução para os problemas que a Alemanha efrentava, recebendo o apoio dos desempregados, da classe média e da burguesia. 14. Descreve a forma como o Partido nazi ocupou o poder de forma ditatorial. Em 1932, Hitler venceu as eleições. Em1933 obteve a maioria absoluta, proibiu os partidos políticos e suspendeu as liberdades individuais. Em 1934, após a morte do presidente Hindenburg, acumulou os cargos de chanceler e de Presidente da República, após aprovação do eleitorado alemão. 15. Caracteriza o Nazismo.
  • 8. O Estado nazi é totalitário: rejeita a democracia e o parlamentarismo, existe um partido único, os direitos dos cidadãos são submetidos aos interesses do Estado. Assenta no princípio do culto ao Chefe, encarado como o guia e o salvador da Nação. O Estado controla o ensino, a imprensa e a rádio e promove grandes paradas militares de forma a exaltar o regime (militarismo). É um Estado Nacionalista porque exalta a grandeza da nação alemã e defende a união de todos os alemães numa “Grande Alemanha”. É imperialista porque defende a conquista de um “espaço vital”, necessário para a sobrevivência da raça alemã. É racista porque assenta no princípio da superioridade da raça ariana e na inferioridade da raça judaica que, a partir de 1933 foram marginalizados e perseguidos. 16. Refere as formas utilizadas pelo regime nazi para impor a autoridade. Hitler serviu-se das SS e da Gestapo, milícias militares que perseguiam e prendiam todos os opositores ao regime. B. A II Guerra Mundial — o desenvolvimento do conflito; os caminhos da paz. 1. Descreve a política expansionista de Hitler a partir de 1933. Depois de ter abandonado a SDN, restabeleceu o serviço militar e deu início ao rearmamento da Alemanha, remilitarizando a Renânia. Estabelece pactos militares com os seus aliados, Itália e Japão, países que também têm uma política expansionista. Em 1938, anexa a Áustria e, após a Conferência de Munique, ocupa os Sudetas. Em 1939, ocupa a Checoslováquia e, a 1 de Setembro, invade a Polónia. 2. Explica a política de apaziguamento adoptada pela Grã-Bretanha e a França. Inicialmente, a França e a Inglaterra não reagiram às anexações alemãs, na esperança de assim manter a paz. Por isso, na Conferência de Munique, atribuíram-lhe o direito a ocupar os Sudetas. Só depois de terem confirmado que nada pararia as ambições expansionistas de Hitler é que decidiram declarar-lhe guerra. 3. Descreve os acontecimentos que levaram ao início da 2ª Guerra Mundial. Depois da Conferência de Munique e da ocupação dos Sudetas, a Alemanha ocupa a Checoslováquia o que demonstrou que Hitler não ficaria por aí. Após a invasão da Polónia, a França e a Inglaterra declaram guerra à Alemanha. 4 Caracteriza a primeira fase da guerra. A 1ª fase da guerra (1939-1940) foi uma guerra relâmpago. Os carros blindados alemães, apoiados pelos bombardeamentos aéreos, ocupam vastos territórios num curto espaço de tempo. 5. Menciona os territórios conquistados pela Alemanha. Nesta 1ª fase, a Alemanha invade a Dinamarca, a Noruega, A Holanda, a Bélgica e a França. 6. Descreve o modo como se processou a guerra entre a Grã-Bretanha e a Alemanha. Hitler procura dominar o espaço aéreo britânico, dando início à Batalha de Inglaterra, bombardeando várias cidades inglesas. No entanto, encontra a resistência dos britânicos, obrigando-o a desistir do projecto. 7. Descreve o alastramento da guerra em 1941/42 na Europa e no Pacífico. Em 1940, a Alemanha inicia a frente leste, ocupando a Roménia, Bulgária, Turquia, Grécia e Jugoslávia. Em 1941, quebrando o pacto de não-agressão realizado em agosto de 1939, invade a URSS. Também em 1941, a Alemanha abre nova frente de batalha, desta vez no Norte de África, com o objectivo de cortar o acesso dos ingleses ao Canal do Suez. A 7 de Dezembro de 1941, o Japão ataca a frota americana estacionada em PearlHarbour, no Havai, levando à declaração de guerra dos EUA ao Japão e ao seu aliado, a Alemanha. A guerra, inicialmente europeia, torna-se mundial. 8. Justifica a expressão “terror nazi” aplicada ao domínio alemão da Europa. Nas regiões ocupadas, os alemães e os japoneses exploravam as riquezas agrícolas e minerais. Muitas fábricas foram desmanteladas e transferidas para a Alemanha, assim como a mão de obra. 9. Descreve a acção dos movimentos de resistência patriótica. Os movimentos de resistência ao domínio nazi praticaram atos de sabotagem de pontes, linhas férreas, depósitos de armas ou instalações industriais. 10. Descreve a política nazi relativamente aos judeus. Sendo considerados como uma raça inferior, os judeus foram alvo de perseguição em todos os países ocupados, sendo inicialmente encerrados em guetos, onde viviam em condições degradantes. Depois de Hitler ter declarado a “Solução Final”, foram enviados para campos de concentração, verdadeiros campos de extermínio pois eram asfixiados em câmaras de gás e queimados em fornos crematórios. Outros eram obrigados a trabalhos forçados, passando por condições desumanas. Estma-se que tenham morrido cerca de 6 milhões de judeus, pelo que foi um verdadeiro genocídio (extermínio sistemático de pessoas). 11. Demonstra o avanço dos Aliados na frente Sul (Norte de África e Itália). Comandados pelo general Montgomery, os aliados expulsaram os alemães do Norte de África e, de seguida, desembarcaram em Itália, tendo derrubado Mussolini. 12 Explica o recuo dos alemães na frente Leste (URSS). Após a vitória soviética na Batalha de Estalinegrado, os soldados alemães foram expulsos da URSS e empurrados para território alemão.
  • 9. 13. Descreve a situação da guerra no Pacífico. Os americanos obtiveram importantes vitórias (Batalha de Midway e Batalha de Guadalcanal), tendo ocupando grande parte dos territórios conquistados. 14. Descreve o reforço das ofensivas dos Aliados a partir de 1944 na Europa. Os aliados, comandados pelo general Eisenhower, desembarcaram na Normandia a 6 de Junho de 1944, dando início à libertação de França. 15. Explica a rendição alemã a 8 de Maio de 1945. As forças aliadas começaram a avançar sobre a Alemanha: a leste a URSS, a ocidente as forças anglo-americanas. Em Abril de 1945 os soviéticos entram em Berlim, levando ao suicídio de Hitler. A 8 de Maio a Alemanha rende-se. 16.Explica a rendição japonesa. De forma a terminar com a guerra no Pacífico de forma rápida, os americanos lançaram duas bombas atómicas sobre Hiroxima e Nagasáqui, a 6 e 9 de agosto de 1945. No dia 2 de Setembro o Japão assina a rendição. 17. Menciona as consequências humanas, materiais e políticas da 2ª Guerra Mundial. - morte de mais de 50 milhões de pessoas, das quais seis milhões eram judeus; os países mais atingidos foram A Alemanha, a Polónia, a União Soviética e a China. - as pessoas sentiram privações (ex: racionamento de alimentos), deslocações forçadas, doenças, torturas pondo em causa os valores humanos. - destruições materiais: cidades arrasadas, vias de comunicação destruídas, fábricas e campos arruinados, o que provocou graves consequências na economia europeia. - desmembramento da Alemanha e da Áustria em quatro zonas de influência, decidida nas Conferências e Ialta e de Potsdam, com a finalidade de desnazificar o país. - novo mapa político, com várias anexações de territórios, sobretudo por parte da URSS. 18. Explica o facto de a maior parte das vítimas serem civis. A maior parte das vítimas foram civis devido à nova tática militar, que consistia em bombardeamentos aéreas às cidades, portanto, às populações civis. 19. Justifica a importância da ONU. A ONU foi fundada a 26 de Junho de 1945 com a assinatura da Carta das Nações Unidas. O principal objectivo para a sua criação foi resolver pacificamente todos os conflitos entre as nações mas também pretendia-se resolver os problemas económicos, sociais e culturais da Humanidade. Por isso, foram criados alguns organismos importantes, como por exemplo, o Conselho de Segurança (que toma resoluções relativas à paz e à guerra), a UNESCO (que atua para o desenvolvimento da educação, da ciência e da cultura), a FAO (Organização para a Alimentação e a Agricultura) e a OMS (Organização Mundial de Saúde)