Uma aventura no palácio...

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TRabalho de alunas do 8ºF: Margarida Carvalho e Mafalda Oleirinha

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Uma aventura no palácio...

  1. 1. Uma Aventura no Palácio Estava uma tarde soalheira quando um grupo de amigos chegou ao Palácio deMafra. Marta e Sara estavam fascinadas com a beleza e com a imponência doconvento, e cada vez mais achavam que iam fazer um óptimo trabalho sobre oMonumento. Contudo, Pedro, o último elemento do grupo, queixava-se que a suaprofessora de História não podia ter-lhe mandado um trabalho pior. Para ele, aquiloque tinha perante os seus olhos não passava de um Palácio enorme, ou seja, quantomaior o palácio mais trabalho seria. Ainda por cima era um simples Calhau, comodizem os habitantes de Mafra. Mal entraram Pedro, começou a resmungar: - Digam-me, era mesmo necessário vir ao “coiso” de Mafra, vocês nunca ouviramfalar em Net? - Não és capaz de estar calado um minuto, pesquisar aqui é mais divertido. Pelomenos, não estamos agarrados a um computador …; e mais uma coisa, muitas vezesnão tem toda a informação que precisamos na Net. - respondeu Sara, um tantofarta de ouvir as queixas do colega. Quando Sara acabou a frase, começou a visita guiada. Os três amigos tentavamapontar num papel tudo o que guia dizia, enquanto tentavam não se distrair com oluxo e a beleza que os rodeava. E pensar que tudo aquilo foi construído devido auma promessa feita por D. João V caso a rainha, D. Maria Ana, concebesse um filho… Imagine-se aquilo tudo por causa de um filho, pensavaPedro a olha em seu redor, quer dizer, a área total do monumento, tal como dizia oguia, era de aproximadamente 40 000 m2 e tinha um total de 880 quartos e salas.Que exagero, pensava o rapaz, realmente aquele monumento demonstrava o poderde D. João V, um rei absoluto. Pedro estava tão entretido a falar para os seus botões que nem viu as amigas eo guia com as restantes pessoas a afastarem-se. Foi então que se viu sozinho numextenso corredor. Porém, não se importou, pois podia recolher muita informaçãoapenas naquele corredor, e, quando acabasse de recolher a tal informação,telefonaria às suas amigas. Então começou pelo quadro à sua direita, que tinha uma informação ao ladoafixada. Foi então que começou a sentir um fascínio pelo convento ao aprenderimensas coisas como, por exemplo, que o convento de Mafra é um palácio, umconvento e uma basílica, aue a parte de convento foi pensado para apenas trezefrades e acabou por ser para 300. Isto tudo despertou o interesse de Pedro.
  2. 2. Contudo, do outro lado do Convento, Marta deu pela falta do amigo e, um tantosobressaltada, agarra em Sara e pergunta: - Sara aonde é que está o Pedro, o que achas que lhe aconteceu? - Não sei, mas ele estava aqui connosco! E agora, encontrá-lo num sitio tãogrande … vai ser giro vai. É melhor voltarmos para trás! - Eu também acho! Então as duas amigas afastaram-se do grupo do guia para ir à procura de Pedro. Porém, no meio de tantas portas, salas, quartos e corredores, acabaram por seperder também. A Sara e a Marta tentaram ligar ao Pedro mas não conseguiram porque ostelemóveis estavam sem rede. Foi então que começaram a andar por corredores ao calhas até que foram darao Hospital dos Frades. Elas acharam aquilo tudo muito esquisito pois o sitio tinhaalgo de sinistro, os colchões eram enchidos com palha e ainda havia um manto deum frade muito pequenino, era um sitio assustador. O Pedro, distraído a fazer apontamentos sobre tudo o que via, acabou por irparar à biblioteca, onde se assustou quando viu um morcego. - Porque é que esta biblioteca tem morcegos? Que nojo! - diz o Pedroassustado. Quando aparece, o segurança diz: - Esta biblioteca tem morcegos porque as traças comem os livros e os morcegoscomem as traças, assim podemos proteger os livros. Sabias que aqui está a2ºedição dos Lusíadas? - A sério? Mas isso é incrível! -diz o Pedro fascinado. -Tu estás aqui sozinho?- pergunta o segurança. - Não estou aqui com as minhas amigas Sara e Marta.- respondeu o Pedro. - Aonde é que elas estão?- pergunta o segurança. - Pois ,foi assim: nós viemos ao palácio por causa de um trabalho de história, eíamos os três com o guia e o grupo; depois afastei-me para tirar apontamentos eperdi-me. Agora não sei onde elas estão.- respondeu o Pedro um pouco triste. -Anda eu ajudo-te a procurá-las.- retorquiu o segurança decidido.No outro lado do Palácio…
  3. 3. - Marta. Acho que é melhor nós pararmos de procurar, isto é muito grande!-disse Marta para Sara. - Acho que tens razão. Já estivemos na sala Amarela, no quarto do rei, nohospital dos frades, na igreja, etc. Já estou a ficar cansada.- Respondeu Sara umpouco ofegante e com dificuldade em respirar. As duas amigas sentaram-se para descansar nas escadas da entrada do Palácio.Na biblioteca do Palácio… - Olha, acho que é melhor nós irmos à entrada do convento perguntar narecepção se viram as tuas amigas.- diz o segurança . Seguiram os dois para a recepção, até que o Pedro avistou as suas duas amigas.Os três abraçaram-se. Desculpem, estava tão entretido a ler todas aquelas placas, que vos perdi devista - disse Pedro envergonhado- Devem ter ficado preocupadas. O Pedro agradeceu ao segurança pela sua ajuda e foram para a casa da Martafazer o trabalho com aquilo que aprenderam. Até que toca o despertador, o Pedro acorda e diz: - Isto foi apenas um sonho? Que susto, parecia mesmo realidade, nunca mais vejodocumentários antes de ir dormir! Autores: Mafalda Oleirinha nº13 Margarida Carvalho nº16 Turma: 8ºF

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